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O projeto de espetáculo teatral infantil "O Gato e a Galinha - Uma História de Amor", texto inédito de Ricardo Gamba prevê montagem e temporada artística em sete regiões do país. O Espetáculo discute de forma lúdica sobre o ser diferente e os sentimentos que esta condição desperta.A Dramaturgia do espetáculo nasce a partir de relatos de educadores, pais e psicólogos que atestam a necessidade do diálogo sobre a aceitação das diferenças na infância. O tema principal do espetáculo se desenvolve com a temática diversidade e permite de forma artística que se discuta e se reflita sobre as relações sociais contemporâneas. Um Gato que se apaixona por uma Galinha, uma menina que só consegue se relacionar com animais por ser obesa e sofrer bullying nas relações são a base para a criação deste projeto. O projeto conta ainda com bate-papos com a temática principal do espetáculo "Aceitação das Diferenças e o Preconceito na Infância", mediados pelo diretor e dramaturgo do espetáculo Ricardo Gamba com a presença do elenco e 01 Psicólogo convidado com especialização no tema proposto. Serão realizados workshops e oficina com o tema " Processo de montagem de teatro com bonecos" direcionados ao publico em geral.
Três atores, a manipulação de bonecos e a trilha sonora original formam o espetáculo. A partir de um projeto de contação de histórias da Cia Mia Gato nasceu a possibilidade de transformar a história em uma obra teatral. Utilizando técnica de manipulação direta atores dialogam com os bonecos e por vezes os manipuladores também dialogam com o público. A história acontece na cidade, o cenário se transforma de forma lúdica, os atores criam a ambientação formada de painéis e praticáveis. A ludicidade se faz presente também na concepção do figurino e iluminação, que se transformam e fazem parte também do cenário. A história narra a vida de uma menina, que por se sentir sozinha e isolada dos colegas de escola ganha de presente um gato, este ao passear pela vizinhança avista uma galinha e se apaixona. A encenação se passa no quintal da menina e nos telhados da vizinhança, a proposta da direção é que a plateia se sinta no quintal da menina e juntos participem desta brincadeira que aborda temas tão importantes para as relações sociais.
Objetivo Geral: -Realizar montagem e temporada artística do Espetáculo "O Gato e A Galinha _ Uma História de Amor" direcionadas ao público infantil. -Realizar Bate-papos com a temática principal do espetáculo "Aceitação das Diferenças e o Preconceito na Infância". -Realizar workshops e oficinas teatrais com o tema " processo de montagem de teatro com bonecos" direcionado ao público em geral. Objetivos especificos: criação artística e ensaios do espetáculo; Apresentações: · 12 apresentações em 6 equipamentos culturais (Teatros) localizados em seis Estados brasileiros , sendo : Minas Gerais ( Belo Horizonte), Bahia ( Salvador), Maranhão ( São Luis), Paraná ( Curitiba), Santa Catarina ( Balneário Camboriú) e Rio de Janeiro ( Rio de Janeiro), sendo 02 apresentações em cada equipamento, a serem definidos mediante disponibilidade de agenda, comtemplando a descentralização do fazer artístico com distribuição gratuita de ingressos; · 24 apresentações em 01 equipamento cultural (Teatro) localizado na região central da cidade de São Paulo, a ser definido mediante disponibilidade de agenda. Entre estas apresentações, 03 apresentações contaram com tradução em LIBRAS; · Realizar 06 bate-papos, (sendo 01 em cada equipamento nas regiões descentralizadas e 03 na região central da cidade de São Paulo), com a temática principal do espetáculo "Aceitação das Diferenças e o Preconceito na Infância", mediados pelo diretor e dramaturgo do espetáculo Ricardo Gamba com a presença do elenco e 01 Psicólogo convidado com especialização no tema proposto. - Realização de 06 workshops com duração de 5 horas/aulas com tema " Processo de montagem de teatro com bonecos" direcionados a alunos e professores de escolas publicas que possuem interesse em fazer teatro (ação formativa). -realização de 01 oficina com duração de 20 horas/aulas) com o tema "processo de montagem de teatro com bonecos" direcionados a alunos e professores de escolas publicas que possuem interesse em fazer teatro localizados em região descentralizada da cidade de São Paulo. (ação formativa).
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de espetáculos de artes cênicas. Realização de bate-papos, Workshops e oficina como ação formativa, visando a conscientização para a importância da arte e cultura por intermédio do produto cultural do projeto. O Preconceito e a dificuldade em aceitar as diferenças entre crianças é mais comum do que se pensa. Além do racismo, qualquer um que apresente uma característica "estranha" ao seu mundo, como ser obeso, usar óculos, possuir estatura fora dos padrões, ser portador de deficiência, gagos, tímidos e etc., em algum momento em seu convívio social infantil, será vítima de bullying ou preconceito. A Dramaturgia do espetáculo nasce a partir de relatos de educadores, pais e psicólogos que atestam a necessidade do diálogo sobre a aceitação das diferenças. Apresentar um texto em que um Gato se apaixona por uma Galinha, de forma lúdica, coloca-se em pauta, a discussão sobre o ser diferente e os sentimentos que esta condição desperta. Nos Estados Unidos, o preconceito na infância mobiliza pesquisadores e é tema de inúmeras pesquisas. No Brasil, é raro um estudo voltado à intolerância entre os pequenos, apesar de relatos reais frequentes, segundo pais, psicólogos, pediatras e professores. Calcula-se que até os seis anos de idade quase metade das crianças já teve atitudes preconceituosas, de acordo com a Anti-Defamation League (Liga Antidifamação), organização sem fins lucrativos dos EUA. A pedagoga Lucimar Rosa Dias -ligada a uma ONG que combate o racismo nas escolas, ouviu de crianças em idade pré-escolar, ou seja, de até cinco anos, construções como "preto é feio", "preto tem sangue diferente", "negro é sujo", "cabelo bombril" e "cabelo assolan". É assustador o repertório racista de meninos e meninas de seis a nove anos observados pela socióloga Rita Fazzi, na pesquisa que realizou para seu doutorado. Na hora da briga, crianças são capazes de xingar colegas de "carvão", "macaco", "tição", "branquelo" e "leite azedo". Professora da PUC de Minas Gerais, Rita pesquisou crianças em escolas públicas de bairros de diferentes classes sociais em Belo Horizonte e transformou sua tese no livro "O Drama Racial de Crianças Brasileiras" (editora Autêntica), que mostra que o racismo se manifesta frequentemente no ambiente escolar. A questão que mobiliza pais e professores é: como aqueles a quem costumamos encarar como anjinhos sem maldade podem de repente usar termos tão monstruosos? Por que o preconceito aparece mesmo quando pais e mães não são preconceituosos? É o caso da dona-de-casa Marina 26. Seu filho, Gustavo, não tinha nem três anos quando saiu com esta: "Mãe, por que o Henrique é preto? Eu posso brincar com ele?" Ele estava diante de seu primo, que tem a mesma idade e é negro. Marina, seu marido e o filho são morenos. Além de ter parentes negros, Gustavo mora em Arthur Alvim, bairro da periferia da zona leste de São Paulo, e convive com toda a riqueza da miscigenação brasileira. "Eu e meu marido não temos preconceito, e o Gustavo sempre se relacionou com negros. Não sei por que teve essa dúvida. Na hora, respondi: 'Claro que você pode brincar com ele. As pessoas, independentemente da cor, são boas'", diz Marina. Estudos apontam que as crianças adquirem consciência das diferenças raciais, em média, dos três aos cinco anos, e, com o tempo, passam a atribuir julgamentos aos diferentes grupos, com base na observação do meio em que vivem. Portanto, é provável que qualquer pai passe por situações semelhantes à enfrentada pela mãe de Gustavo. E, não raro, será um momento de saia justa, uma vez que, quanto mais nova a criança, maior a dificuldade de contê-la. "Ela ainda não tem maturidade para saber o que é adequado ou não. Isso irá se firmar com o passar dos anos e, por volta da adolescência, ela será mais capaz de controlar o que deve ou não dizer e fazer. A espontaneidade infantil existe para o bem e para o mal", diz o psiquiatra Fernando Ramos, do Rio de Janeiro, membro do Departamento de Infância e Adolescência da Sociedade Brasileira de Psiquiatria. Ele e outros estudiosos defendem a ideia de que o preconceito é sempre aprendido, dentro ou fora da família. Pode ser na escola, na vizinhança, na televisão. Por isso, ainda que os pais não sejam -ou não se vejam como- preconceituosos, seus filhos podem surpreendê-los com ofensas e xingamentos a alguém que apresente alguma diferença. "É normal que, de forma crescente, a criança seja influenciada por outras relações sociais que não a família. Pode ser que tenha pais abertos, mas absorva o preconceito de colegas na escola, filhos de pais preconceituosos. A gente vive em um mundo onde o preconceito ainda domina", aponta Ramos. Um prédio de classe média da Vila Mariana (zona sul de São Paulo) foi palco de um típico caso em que as crianças foram influenciadas pelo preconceito dos adultos. Letícia, dez anos, filha de uma lésbica, foi morar no apartamento da namorada da mãe nesse edifício. Boa parte dos vizinhos proibiu seus filhos de brincar com ela, e alguns chegaram a determinar às crianças que nem cumprimentassem a garota. Resultado: Letícia fica isolada e é chamada de sapatão pelo grupinho. A consultora de RH Rosa, 54, é uma das poucas que deixam a filha, Luana, de dez anos, brincar com Letícia. "Não acho certo a menina ser isolada só porque é filha de uma lésbica." Juliana, a garota que xinga a babá de "burra" quando ela diz algo errado, encontra eco na mãe, a pedagoga Fátima, 38. "Por um lado, é até melhor ela corrigir do que a gente ter de fazer isso, né? Mas eu digo para ela que tem de respeitar as diferenças." Às vezes, a pureza infantil consegue persistir apesar do preconceito dos pais, como é o caso de Luísa, 7, que é branca e tem como melhor amiga Tainá, negra. "A amiguinha dela tem um 'tom de pele diferente' [esfrega os dedos da mão na pele do braço]. Eu fico meio assim, sei lá [franze o nariz], achando que os pais dela podem ter ideias diferentes das minhas. Mas a Luísa não tem problemas com a Tainá", afirma a funcionária pública Márcia, 41, moradora da Aclimação, bairro de classe média alta de São Paulo. Luísa diz que a amiga é "bonita e legal". "Viu?!", intervém a mãe. O preconceito pode ser transmitido de forma sutil, como lembra o pediatra de Porto Alegre Ricardo Halpern, presidente do Departamento Científico de Saúde Mental da Sociedade Brasileira de Pediatria. "Mãe e filha estão de mãos dadas, por exemplo, e, ao cruzarem um homem negro, a mão da criança é apertada com um pouco mais de força. Outra situação: pai ou mãe se encontram com uma pessoa branca e outra negra. Beijam a primeira e não a segunda. É o suficiente para que a antena parabólica da criança capte os sinais." Fora isso, não passa despercebido pelas crianças o fato de negros normalmente ocuparem profissões subvalorizadas, de as bonecas mais badaladas e as princesas dos contos de fada serem loiras e de olhos azuis e de todas as modelos famosas serem magérrimas. Mas não é unânime a ideia de que o preconceito na infância esteja necessária e exclusivamente ligado a um exemplo negativo dentro ou fora de casa. Uma linha da psicanálise (kleiniana) relaciona atitudes preconceituosas nos pequenos com estruturas emocionais inatas, como o medo, a agressividade e a incapacidade de elaborar um conceito. O preconceito é visto como parte do crescimento e só irá permanecer se encontrar eco no universo da criança. Numa elaboração mais filosófica, o preconceito na sociedade poderia ser considerado algo infantil, como se fosse uma criança não trabalhada. "A criança pequena está inundada por novos estímulos e sensações que desconhece. Vive momentos de angústia e pode colocar isso para fora com um xingamento ou um palavrão, que escutou de um adulto. Seu mundo interno é formado por idas e vindas, e a personalidade vai se formando", explica a psicanalista infantil Anne Lise Silveira Scappaticci, pesquisadora da Unifesp. Segundo ela, uma atitude preconceituosa na infância também pode estar ligada à descoberta dos limites. "Quando uma criança de três, quatro anos diz que a babá é preta e feia, ela também quer ver a reação dos pais e da própria babá. É um teste de limites, uma busca para saber o que é certo e errado." Como tudo relacionado à educação dos filhos, não há uma receita pronta para pais que enfrentam uma situação de preconceito com suas crianças, sendo elas vítimas ou agressoras. Muitas vezes, um incidente presenciado pelos pais ou professores é só a ponta do iceberg. Diante da complexidade do assunto, é preciso tentar entender ao máximo o que se passa na cabecinha dos filhos. "Partir direto para uma censura forte pode não ser a solução, porque a criança se intimida, e os pais não conseguirão saber o que ela está pensando. É importante chamar para uma conversa e investigar que questões a levaram a ofender a outra pessoa. Deve-se olhar o fato de forma ampla", sugere o psiquiatra infantil Fernando Ramos. Foi o que fizeram educadores de duas escolas de São Paulo, em que alunos sofriam em razão do preconceito. No Santo Américo, no Morumbi (zona sul de SP), onde a mensalidade gira em torno de R$ 2.000, Lucas, 11, chegou chorando à sala do coordenador pedagógico, Cesar Pazinatto. Acima do peso, contou que não havia sido escolhido pelos colegas para nenhuma equipe que disputaria as olimpíadas da escola. Segundo Pazinatto, o remédio não era o que parece óbvio: dar uma dura na turma por preconceito contra a obesidade. "Na defensiva, o Lucas acaba muitas vezes sendo agressivo com os colegas. Portanto, disse a ele que, claro, os meninos não estavam certos e que eu iria chamá-los para conversar, mas que deveríamos aproveitar para refletir sobre sua agressividade com os demais." Na EMEF Chiquinha Rodrigues, escola municipal do Campo Belo (zona sul de SP), a mãe de uma aluna chegou chorando na sala da diretora Márcia Quintino Costa. Ex-presidiária por tráfico de drogas, ela passou a recolher papelão com uma carroça e reclamava que os colegas da filha, Gabriela, 9, caçoavam da menina, chamando-a de carroceira. Depois de uma análise do caso, chegou-se à conclusão de que a própria menina se sentia incomodada com a nova função da mãe, até porque era obrigada a trabalhar com ela. Nesse caso, a solução também não se resumia a puxar a orelha da classe. Muitas escolas hoje, a exemplo do Santo Américo, debatem com os alunos a questão do "bullying", prática repetitiva de preconceito contra uma determinada criança. "É preciso estar muito atento porque, muitas vezes, os xingamentos são velados e acontecem longe dos olhos dos educadores. Isso sem falar do 'bullying' praticado em sites de relacionamento, como o "Facebook", lembra o coordenador pedagógico Cesar Pazinatto. O preconceito entre crianças tem um forte potencial destrutivo para as vítimas, e pais e professores devem agir, segundo o pediatra Halpern. "As crianças podem se sentir segregadas, ter seus potenciais reduzidos e sérios problemas de auto-estima. A omissão de pais e professores pode reforçar o preconceito no grupo", acredita Halpern. E nem sempre as vítimas chegarão em casa chorando e contando aos pais de que forma foram ofendidas. "Diante de uma intimidação, elas podem se calar. Por isso, os pais devem estar atentos a alterações emocionais e de comportamento", diz o psiquiatra Fernando Ramos. Com os ofensores, é bom ser compreensivo, o que não significa permissivo, conforme ressalta a psicanalista Anne Lise Scappaticci. "Compreender não quer dizer deixar para lá, mas acolher aquela angústia e ensinar a criança a pensar sobre aquilo." E, que fique claro: mandar pedir desculpas nunca é demais. O tema principal do espetáculo nasce a partir das reportagens citadas acima, desenvolver um espetáculo de teatro infantil com a temática diversidade é permitir que de forma artística se discuta e reflita sobre as relações sociais contemporâneas. Um Gato que se apaixona por uma Galinha, uma menina que só consegue se relacionar com animais por ser obesa e sofrer bullying nas relações são a base para a criação dramatúrgica. Através de recursos cênicos simples e utilização da técnica de bonecos interagindo com atores, cria-se o universo lúdico, permitindo o envolvimento das crianças com os elementos cênicos. Permitir que o público de forma divertida mantenha contato com o teatro abordando temas relevantes para o desenvolvimento humano, promovendo a formação dialética de público no gênero infantil. A superficialidade com que as relações se fazem presentes atualmente distanciam as novas gerações da consistência dos sentimentos verdadeiros, produzindo a cada dia um maior número de adultos vítimas de doenças de ordens psicológicas oriundas de uma carência afetiva anunciada desde a infância. Desenvolver um projeto que atenda a demanda infantil é permitir que a vivência na formação educacional seja contemplada pela arte, um dos objetivos do fazer artístico é incitar a transformação humana. Para desenvolvimento do projeto apresentado é de suma importancia a utilização dos mecanismos de Incentivo a Cultura Federal, somente atraves das leis de incentivo, a viabilidade deste se dará presente, que nos permite os aportes financeiros, já que grande maioria das empresas só patrocinam projetos que estejam inseridos nas leis.
Espetáculo de Artes cenicas Serão realizadas apresentações em teatros com o minimo de 300 lugares. Serão realizadas apresentações que garantam acessibilidade de portadores de deficiencias fisicas, visuais e auditivas. Contrapartida social Realização de bate-papo Os bate papos serão realizados em teatros com o minimo de 300 lugares. os bate papos garantirão acessibilidade de portadores de deficiencias fisicas, visuais e auditivas. Realização de 06 workshops realizados em teatro com 25 vagas num período de 10 horas/aulas cada, direcionados a alunos e professores de escolas publicas. Realização de 01 oficina realizado em teatro com 40 vagas num periodo de 20 horas/aulas direcionado a alunos e professores de escolas publicas localizadas em regiões descentralizadas da cidade de São Paulo.
Produto Principal - Espetáculo de Arte-Cênicas Acessibilidade deficiencias física: Os Equipamentos Culturais (Teatros) onde as apresentações do espetáculo serão realizadas,atendem todas as exigências da Lei no que rege os artigos 27 inciso II, do decreto 5761/06 que diz: “Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999” através de acesso por elevadores que garantem a movimentação de idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade deficiencias visual e auditiva: Serão realizadas ainda 03 sessões na temporada direcionadas às pessoas com deficiência auditiva e visual conforme prevê a instrução normativa n.2/2019. Contrapartidas sociais A) Descrição do tema, o formato da medida adotada como contrapartida social. Serão realizados 09 Bate-papos entre atores, diretor artístico, dramaturgo, piscólogo convidado com especialização no tema proposto e plateia em geral. Os bate-papos terão como tema “Aceitação das Diferenças e o Preconceito na Infância” e "o desenvolvimento de um espetáculo de artes cenicas para crianças" , serão destinados 300 ingressos gratuitos destinados ao publico em geral em cada bate-papo num total de 2700 pessoas atendidas. Estes bate-papos ocorrerão após apresentação do espetáculo em datas previamente agendadas e divulgadas com duração de 60 minutos cada. Realização de 09 Bate-papos em 07 equipamentos culturais , sendo 01 em cada região descentralizada e 03 em região centralizada descritas no projeto. Acessibilidade Deficiencia Fisica: Os Equipamentos Culturais (Teatros) onde serão realizados os bate-papos atendem todas as exigências da Lei no que rege os artigos 27 inciso II, do decreto 5761/06 que diz: “Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999” através de acesso por elevadores que garantem a movimentação de idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade deficiencias auditivas Os bate-papos terão a tradução simultanea de interprete de libras. Acessibilidade deficiencias visuais Os bate-papos terão os recursos de audiodescrição simultaneo. Ação Formativa: Realização de 06 workshops com o tema " O Processo de montagem de teatro com bonecos" com duração de 10 horas/aulas, sendo 01 em cada região descentralizada descritas no projeto, direcionadas a alunos e professores de escola pública. Total de vagas 25. Realização de 01 Oficina com o tema "O Processo de montagem de teatro com bonecos" com duração de 20 horas/aula, sendo realizado na cidade de São Paulo, direcionadas a alunos e professores de escola pública localizados em regiões descentralizadas da cidade de São Paulo. Total de 40 vagas. Os workshops e a Oficina serão oferecidos de forma gratuita, com inscirções divulgadas nas redes sociais. Serão desenvolvidas nos equipamentos culturais em que o espetáculo será realizado, possibilitando assim, a vivencia dos alunos junto a estrutura do teatro, em horario alternativo ao das apresentações. Cada workshop e Oficina terão como finalização de curso a construção de cena com bonecos. Acessibilidade deficiencias auditivas Os workshops e a Oficina terão a tradução simultanea de interprete de libras. Acessibilidade deficiencias visuais: Os workshops e a Oficina terão os recursos de audiodescrição simultaneo. Acessibilidade Deficiencia Fisica: Os Equipamentos Culturais (Teatros) onde serão realizados os workshops e a Oficina atendem todas as exigências da Lei no que rege os artigos 27 inciso II, do decreto 5761/06 que diz: “Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999” através de acesso por elevadores que garantem a movimentação de idosos e pessoas com mobilidade reduzida.
Produto Espetáculo de Artes- Cênicas: Atendendo as regras previstas no artigo 21 da Instrução Normativa 2019: Contratação de 02 estagiários na área de produção cultural. Os estudantes receberão uma ajuda de custo para despesas e atuarão em todas as etapas de pré produção e produção, contribuindo assim para sua formação profissional e acadêmica. (VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural;) Espetáculo de artes cenicas Doação de uma cota de 3600 ingressos pela temporada (100% de 300 lugares por sessão, sendo 12 apresentações , sem cobrança para projeto social onde serão beneficiados alunos de escolas públicas estaduais e municipais, associações, ONGs, centros comunitários, etc) nas regiões Belo Horizonte, Salvador, São Luís, Curitiba, Balneário Camboriú e Rio de Janeiro. Doação de uma cota de 7.200 ingressos pela temporada (50% de 300 lugares por sessão, sendo 24 apresentações, sem cobrança para projeto social onde serão beneficiados alunos de escolas públicas estaduais e municiapis, associaações, ONGs, centros comunitários, etc) , na região central da cidade de São Paulo. Com estas ações, o projeto busca atender ao pressuposto definido no Artigo 27 do Decreto 5761, de 27/04/06, no que tange à democratização. (Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados.) A primeira parte deste trabalho é feita através de envio de correspondência para as secretarias de educação, associações e ONGs. A partir desse momento é feito agendamento, dentro do cronograma das sessões, e definida a quantidade de ingressos para cada instituição. Para efeito de prestação de contas, no dia da apresentação a instituição deverá apresentar uma carta de confirmação com a quantidade de pessoas beneficiadas pela ação. Essas cartas serão apresentadas na prestação de contas do projeto. Desta maneira, pretendemos contribuir para a formação de plateia possibilitando que todas as pessoas das mais variadas classes tenham acesso a espetáculos de excelência artística, contribuindo assim para a formação de jovens a adultos mais críticos e incluídos socialmente. Disponibiliar na internet trechos do espetáculo a fim de divulgar o mesmo. de acordo com o item III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Contrapartida social V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Serão realizados 09 Bate-papos entre atores, diretor artístico, dramaturgo, piscólogo convidado com especialização no tema proposto e plateia em geral. Os bate-papos terão como tema “Aceitação das Diferenças e o Preconceito na Infância” e "o desenvolvimento de um espetáculo de artes cenicas para crianças" , serão destinados 300 ingressos gratuitos destinados ao publico em geral em cada bate-papo num total de 2700 pessoas atendidas. Estes bate-papos ocorrerão após apresentação do espetáculo em datas previamente agendadas e divulgadas com duração de 60 minutos cada. Realização de 09 Bate-papos em 07 equipamentos culturais , sendo 01 em cada região descentralizada e 03 em região centralizada descritas no projeto. Ação Formativa: Realização de 06 workshops com o tema " O Processo de montagem de teatro com bonecos" com duração de 10 horas/aulas, sendo 01 em cada região descentralizada descritas no projeto, direcionadas a alunos e professores de escola pública. Total de vagas 25. Realização de 01 Oficina com o tema "O Processo de montagem de teatro com bonecos" com duração de 20 horas/aula, sendo realizado na cidade de São Paulo, direcionadas a alunos e professores de escola pública localizados em regiões descentralizadas da cidade de São Paulo. Total de 40 vagas. Os workshops e a Oficina serão oferecidos de forma gratuita, com inscirções divulgadas nas redes sociais. Serão desenvolvidas nos equipamentos culturais em que o espetáculo será realizado, possibilitando assim, a vivencia dos alunos junto a estrutura do teatro, em horario alternativo ao das apresentações. Cada workshop e Oficina terão como finalização de curso a construção de cena com bonecos.
Ricardo Gamba ME Nome Fantasia: RG Produções Artísticas A RG Produções Artísticas nasce no intuito de criar mecanismos de fomentar Arte, estando presente no desenvolvimento artístico de diferentes formas culturais. A Empresa surge da necessidade de retratar a Miscelânia Cultural presente no país, desenvolvendo projetos que englobem temas transversais que permitam as diversas formas de diálogos com a sociedade contemporânea. Através dos gêneros Teatro, Música e Literatura desenvolver linguagens que permitam a reflexão dialética social. Entre as principais produções encontra-se a fundação da “Cia Mia Gato” – projeto arte-educativo que desenvolve atividades para infância com contações de histórias, vivências educativas e espetáculos teatrais nas redes Sesc-Sp desde 2012, Espetáculo Sr. Gato e o Sabor Umami – desenvolvido para rede Ajinomoto afim de disseminar o quinto sabor direcionado para instituições do terceiro setor, Projeto Transversando – Díalogos sobre a diversidade, projeto desenvolvido no Sesc – Belenzinho 2018, 2019 e 2020, bate-papo musical com personalidades do Universo LGBTQI+ . Espetáculo “Ésóamorapenaseu” com direção de Pedro Cameron, baseado nos poemas de Cássio Junqueira e atuação de Rico Malta. Ficha Técnica Dramaturgia e Direção Artística: Ricardo Gamba - Proponente Elenco: Rico Malta, Denise Veiga e Larissa Carneiro Trilha autoral: Jarbas Bittencourt Direção de Produção: Rico Malta Cenografia e Figurino: Luciano Ferrari Iluminação: Vinicius Requena Bonecos: Alessandra Egídia Designer Gráfico: Adriana Campos Gestão Cultural: Dani Correia Convidado para Encontro : Tiago Sanches Realização: Ricardo Gamba ME (RG Produções Artísticas) Currículo Núcleo Artístico Ricardo Gamba – Direção Artística e Dramaturgia - Proponente Ator, escritor, e diretor de Teatro. É curador e diretor do Projeto Transversando- Diálogos sobre a diversidade, que visa enaltecer a trajetória de personalidades LGBTQI+ que se destacam no cenário nacional através de um bate papo musical, no Sesc Belenzinho- SP. Entre os espetáculos que atuou destacam-se "De Mentira", direção de Rosi Campos e Sérgio Milagre e "O Reizinho Mandão", direção de Roberto Lage, os quais também assina as dramaturgia. Criou a Cia Mia Gato, especializada em atividades artísticas e recreativas para a infância, e em "Cartola - O Mundo é um Moinho", Ricardo Gamba atuou como Produtor de Elenco e Diretor Residente. Se formou na Universidade Bandeirante em Rádio e Tv. Cursou o Núcleo de Extensão na UNESP, LAPCA- Laboratório de Processos Atorais, em 2016. Em 2017 lança o livro “É o que tem pra hoje- a Trajetória de Silvetty Montilla – 30 anos de carreira pela Editora Giostri. Em 2018 e 2019 integra a equipe de Elisio Lopes Jr, como Diretor Assistente do espetáculo musical “Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro”. Rico Malta – Ator e Produtor Cultural Formado pelo C.P.T ( Centro de Pesquisa Teatral SESC SP coordenação Antunes Filho). Atuou como Professor de Expressão Corporal na Oficina de Atores Nilton Travesso, atua como preparador corporal nas Cias. Território Brasil, Cruzeiro do Sul Produções Artísticas Ltda e Vixe Maria Produções Artísticas. É ator, tendo atuado no solo “Ésóamorapenaseu”, de Cássio Junqueira. Atua como arte‐educador e contador de histórias no Projeto Cidade do Livro e na Cia. Mia Gato. Coreografo, bailarino, atua como Capitão Feio no espetáculo “A Turma da Mônica contra o Capitão Feio”, temporada que percorreu o Brasil em 2017. Denise Veiga - Atriz Graduada em Comunicação Social- Rádio e Tv pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Cursou extensão em Artes Cênicas na UNESP no Laboratório de Processos Atorais. É formada em Artes Cênicas pelo Teatro Escola Macunaíma. Cursou a Casa de Atores Agnaldo Silva em 2018. Larissa Carneiro – Atriz Larissa Carneiro, natural de Fortaleza, é graduada em Artes Cênicas pelo Instituto Federal de Educação Ciência Tecnologia do Ceará (IFCE). Aos treze, começou sua vida artística ao integrar o Balé Folclórico Arte Popular de Fortaleza no qual se profissionalizou nas danças populares brasileiras e com o qual viajou para França, Bélgica, China e Itália, permanecendo na companhia até os dezenove anos. Ao entrar na faculdade de artes cênicas, estudou canto popular no Conservatório de Música Alberto Nepomuceno da Universidade Federal do Ceará onde fez Saltimbancos. Em Fortaleza fez várias peças de teatro e teatro musical chegando a ganhar o Prêmio Balaio de melhor atriz em 2011. Importante prêmio de teatro da cidade. Hoje mora em São Paulo e continua seus estudos e aprimoramentos de teatro. Já fez parte do elenco de O Frenético Dancin Days dirigido por Deborah Colker e texto de Nelson Motta; Do elenco de Se Essa Lua Fosse Minha do premiado Vitor Rocha e Elton Towersey e do elenco espetáculo Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro, dirigido e escrito por Elísio Lopes Jr. Jarbas Bittencourt- Trilha Original Cantor e compositor atua como músico profissional há vinte anos na área da MPB e da Trilha Sonora para Teatro e Dança. Em 1993 fundou a Confraria da Bazófia,grupo de músicos, cantores e compositores que se destacaram no cenário musical baiano através de composições próprias e que com dois cds gravados ao longo de sua trajetória esteve ao lado de artistas como: Tom Zé, Capinam, João Bosco, Gilberto Gil, Roberto Mendes, Lenine, Vânia Abreu, Lazzo, Márcia Short, Jorge Portugal, J. Veloso, entre outros. Em 1996 iniciou-se no campo da direção musical e criação de trilha sonora para espetáculos de dança e teatro. Neste mesmo ano compôs as músicas de Erê pra Toda a Vida, encenação teatral para o Bando de Teatro Olodum, dirigido por Marcio Meireles e coreografado por Zebrinha, espetáculo criado especialmente para o Carlton Dance Festival. Fez, nos 19 últimos anos, trilha sonora e/ou direção musical de espetáculos como Dom Quixote, Sonho de Uma Noite de Verão, Fausto#Zero, Cabaré da Rrrrraça, Ópera dos Três Reais, Já Fui!, Fatzer e colaborou na composição e direção musical do espetáculo Supernova, ao lado do compositor português Carlos Alberto Augusto. Além destas atividades ou a par delas, dirige e atua como compositor e arranjador na Banda do Sonho, na execução de trilhas e pesquisa musical para os espetáculos dos grupos residentes e projetos do Teatro Vila Velha e de outros grupos de Salvador e do Rio de Janeiro. Jarbas Bittencourt assina a direção musical do CD “Trilhas Do Vila”. Este CD registra as músicas de vários espetáculos do Vila Velha e teve o patrocínio do Fundo Nacional de Cultura. Além deste, o trabalho de Jarbas para teatro foi registrado nos CDs Cabaré da RRRRRaça, José Ulisses da Silva, Esse Glauber e 3x Novos Novos. Em 2003 fez a direção musical do espetáculo Um Bonde Chamado Desejo espetáculo dirigido por Fernando Guerreiro, assim como as composições e direção musical da Casa da Minha Alma, trabalho pelo qual concorreu ao Prêmio Braskem. Também em 2003 criou ao lado de Gordo Neto o segundo espetáculo do grupo Vilavox : Almanaque da Lua. Recebeu o Prêmio Braskem de Teatro pelo conjunto da obra em 2004 pelos seguintes espetáculos: Vixe Maria, Deus e o Diabo na Bahia – espetáculo comemorativo dos 30 anos da Fundação Cultural do Estado da Bahia além dos seguintes: Esse Glauber, Irôco, Da Ponta da Língua a Ponta do Pé, Alices e Camaleões, Primeiro de Abril, Eu, A Prostituta Respeitosa, Essa é Nossa Praia, Auto-retrato aos Quarenta – Espetáculo comemorativo dos quarenta anos do Teatro Vila Velha. Em 2005 Criou a música do espetáculo “BAKULO – Os Bem Lembrados” da Cia dos Comuns no Rio de Janeiro, além de O Sapato do Meu Tio, Cartas Abertas e Rerembelde em Salvador. Em 2010 recebeu Prêmio Braskem de Teatro pelo espetáculo “Shirê Obá, A Festa do Rei”. Em 2013 fez a Direção Musical do espetáculo Orações de Mansata em Coimbra/Portugal. O espectáculo foi uma co-produção internacional, com atores de seis países de língua portuguesa (Angola, Brasil, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe). Integra o projecto P-STAGE – Portuguese-Speaking Theatre Actores Gather Energies, uma parceria da Cena Lusófona com o Elinga Teatro (Angola) e a AD – Acção para o Desenvolvimento (Guiné-Bissau), desenvolvida no âmbito do Programa Europeu ACP Cultures. Em 2015 recebeu o Troféu Caymmi na Categoria Direção Artística pelo show Tenho Dito da Cantora Tainah. Produziu e dirigiu musicalmente os CDs Sou Bamba e Rock N Roll da cantora Sandra Simões e o CD Confraria ao Vivo, da Confraria da Bazófia. Entre seus espetáculos estão: Policarpo Quaresma (Núcleo do TCA), Áfricas (Bando de Teatro Olodum), Os Filhos da Filha da Chiquita e Milagre na Bahia (ambos do TeatroXviii), Fragmentos de Um Só(núcleo Vagapara), A Cela, Sobre Flores no Asfalto quente, O Cravo e A Rosa, E A Ultima Sessão de Teatro, Alugo Minha Língua, Bença, Ogum, Dô, Amor Barato, O Segredo da Arca de Trancoso, Exú, Kanzuá – Nossa Casa, Revelo, O Castelo da Torre, Rebola na Peça “As Bruxas e a Sombra”, sob a direção de Sérgio Ferrara. Luciano Ferrari – Cenário e Figurino Luciano Ferrari atua na criação e na produção de figurinos e de espetáculos teatrais. Há dez anos no mercado cultural, seu portfólio inclui guarda-roupas de peças teatrais, espetáculos musicais, shows e de produções cinematográficas. Ganhador de prêmios seus últimos trabalhos, O Reizinho Mandão – ganhador de melhor figurino no Premio de Incentivo ao teatro Infantil do estado de São Paulo, Cartola- o Mundo é um moinho e cavalho com “H”. Vinícius Requena – Iluminação Iluminador, atuou durante dois anos no CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil ‐SP entre os principais trabalhos encontram‐se, O Reizinho Mandão, Cartola – O Musical, Tiribum Tiribom – espetáculo musical da cantora Fortuna, Pérolas Negras do Samba, Espetáculo Agosto, Espetáculo Musical Dona Ivone-Lara – Um Sorriso Negro e Transversando – Diálogos sobre a diversidade. Alessandra Egídia- Bonecos e Adereços Alessandra Egídia é formada em Arquitetura pela FAU – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – USP. Assinou a cenografia do espetáculo “Do Outro lado do Morro existe um Sonho”, com dramaturgia de Sérgio Pires e direção de Edu Silva, premiado no Festival de Santo André e no Festival de Bragança Paulista melhor cenário e melhor espetáculo do Estado de São Paulo em 1998. Atuou como cenógrafa na empresa FUTURATEC, empresa especializada em criação de cenários para publicidade e rede de parques playland. Criou os bonecos Gato e Galinha para a Cia Mia Gato além de fundar a empresa Moinho de Vento , empresa de brinquedos educativos. Adriana Campos – Designer Gráfico Fundadora da Dorotéia Design é um estúdio de design gráfico estratégico, que atua nas áreas de comunicação corporativa, produção cultural, material promocional, livros, revistas, exposição, branding, experiência de marca, sinalização, embalagem, folheteria, site e gestão de mídias sociais. Estamos sempre inovando e pensando diferente. Com uma linguagem apurada e contemporânea, entendimento do mercado, base conceitual, metodologia e processos, para identificar a melhor solução para o projeto. Dessa forma, acabamos concretizando grandes projetos e gerando valor para o cliente. Alguns prêmios: Cartaz para a mostra de cinema Alexander Kugle: o quinto ato, premiado na 10ª Bienal de cartazes do México, 2008. Família de cartazes para o filme Areia de Lençois, premiado no Festival de Cinema de Havana, 2009. Livro Benjamin – Poema com desenhos e músicas, publicado pela Editora Melhoramentos, vencedor do 54º Jabuti, 2012. Dani Correia ‐ Gestão Cultural Fundadora da Correia Cultural, uma Produtora especializada em desenvolver e gerir projetos culturais de cinema, música, teatro, restauração de patrimônio, livros, entre outros. Geralmente pleiteados e executados com recursos incentivados pelas Leis de Incentivo à Cultura e Editais, durante a execução do projeto atua na direção financeira, gerenciando cada detalhe proposto no escopo, concomitantemente com o desenvolvimento da prestação de contas para os órgãos fiscalizadores e patrocinadores. Fundada e dirigida por Dani Correia, administradora de empresas formada pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, com expertise na produção cultural há mais de 10 anos, carreira iniciada na área do patrimônio histórico, quando gerenciou projetos de restauro como: Restauro do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro: 2005 – 2009; Restauro e Implantação do Circuito de Visitação da Capela de São Miguel; 2006 – 2010; Restauro da Igreja da Boa Morte e Publicação do livro sobre as particularidades da obra: 2007 – 2009; Livro “O Julgamento do Cabeza de Vaca” do Jornalista Paulo Markun – 2009 e, na direção financeira de projetos de espetáculos de artes cênicas e publicações de livros como: Espetáculo “Decameron – A arte de Furnicar”: 2008; Espetáculo “O Astronauta” 2010; Espetáculo “Correnteza”: 2011/2013; Espetáculo “O Bosque”: 2011/2013; Espetáculo O Reizinho Mandão 2014/2015; Espetáculo Pretas Por Ter 2016 e o atual Musical “Cartola – O Mundo é um Moinho”. Bruno Lemos – Fotógrafo e Videomaker BMLemos – Foto e Video Formado pela Escola de Fotografia e vídeo Full Frame, atua há 08 anos no mercado de books, teatro e cinema e fundador da BMlemos -Foto e Vídeo. Trabalhou como STill no Longa metragem ítalo brasileiro Diminuta,2015, direção de Bruno Saglia, gravado no Brasil e Itália, com Reinaldo Giannechini Trabalhou como Fotógrafo e Vídeo Maker do Festival de Cinema Italiano no Brasil de 2015 a 2019. Atuou como Fotógrafo e Vídeo Maker no Lançamento do Projeto Ruth Rocha -50 Anos – A Aventura de Ler – Itáu Cultural 2015. Atua como Fotógrafo de cena da Fato Produções Artísticas, fotografando e filmando os espetáculos “O Reizinho Mandão – direção de Roberto Lage e dramaturgia de Ricardo Gamba, o Musical Cartola- O Mundo é um Moinho – direção de Roberto Lage e dramaturgia de Artur Xexéo, o Musical Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro – direção e dramaturgia de Elísio Lopes Jr, e as Oficinas de Teatro Musical Negro em Sp -2019. Fotografo e videomaker da Cia Mia Gato nas redes Sesc -Sp de 2016 a 2020 sobre direção de Ricardo Gamba; Fotógrafo e Vídeo Maker do projeto Transversando – Diálogos sobre a Diversidade – Direção e Curadoria de Ricardo Gamba – Sesc Belenzinho – 2018 a 2020. Fotógrafo e Vídeo Maker da Cia Alcina da Palavra- Sesc Pompeia e Sesc Consolação – 2017 e 2019. Fotógrafo e Vídeo Maker – Ajinomoto – Evento Ajinopadrinhos – 2019. Fotógrafo e Vídeo Maker – Empresa Zini – Ristorante – 2016 a 2020. A BMLemos além de executar registros de espetáculos também atua na edição de vídeos e direção de fotografia de curta metragens.
PROJETO ARQUIVADO.