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PRONAC 202792Apresentou prestação de contasMecenato

FAC-MG (Festival Audiovisual de Cultura de Minas Gerais)

CASA.FILM LTDA
Solicitado
R$ 397,9 mil
Aprovado
R$ 438,5 mil
Captado
R$ 395,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
04693022000305MR MINERAÇAO LTDA1900-01-01R$ 245,4 mil
07282377000120CAIUA - DISTRIBUICAO DE ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 104,0 mil
03467321000199ENERGISA MATO GROSSO - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 44,0 mil
25086034000171Cia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins - Celtins1900-01-01R$ 2,0 mil

Eficiência de captação

90.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acervo e conteúdo audiovisual
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2020-09-07
Término

Resumo

A primeira edição do FAC-MG (Festival Audiovisual de Cultura de Minas Gerais) busca valorizar diversas expressões artísticas do estado através de uma plataforma digital audiovisual. O festival irá organizar e disponibilizar em um sítio eletrônico durante 30 dias o registro audiovisual de 100 obras artísticas de diversas áreas: audiovisual, música, teatro, dança, artes cênicas, literatura, memória e patrimônio, inovação para cultura e ações sociais culturais. De forma complementar serão realizadas oficinas on-line gratuitas. As oficinas buscam a formação nas áreas contempladas no projeto. Através da difusão deste acervo pretende-se valorizar as expressões artísticas mineiras, permitindo ao público a fruição de diversas obras mesmo diante de um cenário de isolamento social. De maneira complementar, este acervo será catalogado e preservado, garantido a salvaguarda das expressões artísticas do estado. A proposta é que o festival seja realizado anualmente, aumentando a cada ano este acervo.

Sinopse

PRODUTO FESTIVAL: O produto festival é composto pela abertura da chamada de obras artísticas em formato audiovisual pertencentes 7 áreas: Audiovisual; Música; Artes Cênicas; Literatura; Memória e Patrimônio; Inovação para a Cultura; Ações sociais para a Cultura. Após essa chamada será realizada uma curadoria para a seleção de 100 obras no total das áreas. Seguem uma breve descrição de cada área: Audiovisual: Obras de cinema e vídeo de artistas de Minas Gerais, sendo permitido o envio de curtas nos gêneros documentário, ficção e animação. Música: Artistas ou grupos de Minas Gerais. Apresentações musicais realizadas em ambiente virtual. Apresentações solo ou encontros remotos de músicos. Literatura: Produção literária de Minas Gerais. Poemas e contos curtos (até 20000 Caracteres) para apresentação em ambiente virtual. Artes cênicas: Apresentações de atores ou grupos mineiros realizadas em ambientes virtuais. Inovação: Projetos de inovação no campo da cultura em Minas Gerais. Atenção especial para projetos que permitem a fruição das obras sem o contato social e para projetos que priorizam a documentação e preservação de obras. Memória e Patrimônio: Grupos culturais populares se apresentam por meio de vídeos. Cultura e Social: Proposta de projetos culturais que priorizam a inclusão social. PRODUTO OFICINA Além da seleção de obras, serão selecionadas também 1 projeto de oficina por área acima descrita. As oficinas são gratuitas e irão acontecer remotamente. Elas serão divididas em três módulos, cada um deles com tarefas a serem executadas pelos participantes. Os mediadores irão dar suporte para o Oficineiro para responder os participantes com relação à dúvidas que podem surgir. PRODUTO SÍTIO Todos produtos acima estarão disponíveis no sítio eletrônico do FAC-MG. O sítio será dividido nas seguintes áreas: Página Inicial: com apresentação do projeto e orientação para navegação; Áreas Culturais: com a divisão por área conforme descrito acima; Oficinas: com a divisão por área conforme descrito acima; Busca: onde o usuário pode buscar dentro do sítio por palavra chave ou por artista Suporte ao usuário: página para tirar dúvidas e realizar sugestões. Na página os conteúdos serão disponibilizados para o público gratuitamente durante o período de 1 mês. Após esse período as informações irão permanecer no sítio como: título, autor, duração, link para o artista, etc. Porém o conteúdo principal não estará mais disponível. Ao final desses 30 dias os artistas irão receber um relatório com as informações de acesso a sua obra, informação de grande valia para avaliação de seu trabalho. As estratégias de comunicação e divulgação são de extrema importância para que o público tenha acesso à fruição das obras durante a realização do festival.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O FAC-MG (Festival Audiovisual de Cultura de Minas Gerais) pretende realizar um festival com produções audiovisuais de diversos segmentos da Cultura de Minas Gerais, conectando estas áreas e difundindo e valorizando suas obras. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Incentivar por meio da difusão em plataformas digitais a diversidade da arte e da cultura de Minas Gerais; - Disponibilizar gratuitamente durante 30 dias na internet 100 registros audiovisuais de obras nas áreas de memória e patrimônio; música; literatura, artes cênicas, dança, teatro e audiovisual. - Estimular as pessoas a conhecerem as manifestações culturais mineiras presentes em diversas áreas das expressões artísticas; - Apresentar novas formas de se fazer cultura, incentivando a inovação e a experimentação de formatos; - Apresentar formas de se fazer e preservar arte e cultura conectando os diferentes atores da cadeia; - Divulgar artistas conhecidos e outros emergentes para diferentes públicos; - Promover atrações artísticas e atividades de formação; - Disponibilizar sete oficinas por meio digital nas áreas da memória e patrimônio, literatura, música, artes cênicas, audiovisual e inovação; - Ampliar a rede social e os contatos internacionais da cultura de Minas Gerais; - Apoiar a diversidade em todos os seus âmbitos: cultural, social, de gênero; - Realizar uma campanha de comunicação com o intuito de difundir o festival e as obras nele presentes.

Justificativa

O FAC-MG (Festival Audiovisual de Cultura de Minas Gerais) está em sua primeira edição. A proposta é a realização de um festival cultural que contempla as áreas de memória e patrimônio, audiovisual, artes cênicas, música, literatura, inovação e ação para a cultura. Serão selecionadas 100 propostas de apresentações variadas dessas manifestações para serem difundidas por meio audiovisual. Além das apresentações, serão também selecionados 7 oficinas, uma em cada áreas, com o intuito de contribuir para a fruição do festival e com a formação cultural artística do público. O projeto surge como resposta a três questões que desafiam o campo da cultura no estado de Minas Gerais, e no mundo como um todo. A primeira delas é a dificuldade momentânea de realização de festivais, exposições, shows e apresentações culturais diversas com a participação presencial. Em função do estado de calamidade e das regras de distanciamento social a forma para fruir da cultura e arte está se modificando. Como solução para esses limites propomos a realização de um festival que acontece inteiramente em ambiente digital. Essa experiência vem sendo rapidamente desenvolvida ao redor do mundo. Diversos festivais que aconteciam com apresentações presenciais passaram a fazê-lo por meio de sítios eletrônicos. Um exemplo é o Vision du Reel, antigo festival de documentários suíço, um dos mais importantes do mundo, que em 2020 foi todo realizado com exibições na internet. Descobrir forma de se difundir e valorizar a cultura através dos meios digitais tornou-se essencial. Dessa maneira o presente projeto é de extrema relevância para garantir o acesso à arte e cultura nos tempos atuais. A segunda questão diz respeito ao encontro entre as artes. Se por um lado existem categorias às quais pertencem as obras, por outro é interessante permitir que essas categorias dialoguem e que o público tenha acesso a diversas delas dentro de um mesmo contexto. Os festivais tradicionais geralmente são separados por área: festival de música; festival de cinema; festival de teatro, e assim em diante. O diferencial e um importante aspecto do Festival Audiovisual de Cultura de Minas Gerais é contemplar diversos campos artísticos num mesmo evento, permitindo ao público o acesso gratuito à diversidade do que é produzido no estado. Por último discutimos a questão da necessidade de documentação, catalogação e preservação das diversas expressões artísticas. É de extrema importância a criação e manutenção de acervos da cultura de Minas Gerais de maneira a garantir um acesso a estas obras no presente e no futuro. Através do festival será possível preservar uma amostra de diversas expressões artísticas do estado. Estes trabalhos serão divididos em áreas e classificados por autor, ano, técnica utilizada, além de textos complementares. Esse acervo será mantido no festival para futuras consultas e exibições - desde que autorizadas pelos autores. Buscamos através deste Mecanismo de Incentivo promover o acesso irrestrito do público em geral às expressões culturais mineiras (inciso I). O FAC-MG envolve diversos artistas, mestres, artesãos, realizadores que apresentam técnicas, produtos, materiais e muita informação acerca da cadeia produtiva da cultura e arte (incisos II e III) . A programação do festival é gratuita, envolvendo exibição de expressões artísticas e oficinas. Além de valorizar e dar visibilidade à cultura, o FAC-MG tem uma grande responsabilidade em relação à preservação da memória e patrimônio através de grupos de cultura popular (inciso VI).

Estratégia de execução

N/A

Especificação técnica

PRODUTO FESTIVAL Serão disponibilizados durante 30 dias 100 obras artísticas em formato audiovisual com duração entre 1 e 20 minutos cada. Estas propostas são divididas na áreas: Audiovisual;Música;Literatura;Artes cênicas;Inovação;Memória e Patrimônio;Cultura e Social. PRODUTO OFICINA Serão 7 oficinas nas áreas acima descritas. O conteúdo programático de cada uma será apresentado pelos proponentes dentro da descrição do item anterior. Cada oficina terá 6 horas de aulas em vídeo e duração total de 20 horas, sendo as 14 horas restantes o acompanhamento da produção pelos oficineiros e mediadores. PRODUTO SÍTIO Sítio eletrônico contendo: 5 páginas principais;18 sub-páginas;100 vídeos ente 1 e 20 minutos;7 oficinas com 20 horas aula.

Acessibilidade

Todas as ações do festival chegam ao público através do sítio eletrônico construído exclusivamente para o festival. Desta maneira para garantir a acessibilidade do projeto é necessário garantir a acessibilidade do sítio eletrônico. Segundo o IBGE 24% da população nacional, ou 45 milhões de pessoas, tem algum tipo de deficiência que dificulta o acesso à informação, interação e navegação na internet. Desta maneira as ações para que o sítio esteja disponível para estes usuários são essenciais no presente projeto. Para a acesibilidade do síte são seguidas as diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG), criados em 2018. Elas contemplam diversas recomendações para tornar os conteúdos mais acessíveis. Seguem aqui algumas delas: - Primeiramente a própria construção do sítio é realizada seguindo estes parâmetros através de requisitos básicos: navegação; ordem de tabulação; marcos; estrutura do site; títulos exclusivos; cabeçalhos; listas. - Textos: as deficiencias viosuais tem variações como parciais à avançadas. É importante que os textos sejam adaptaveis para as diferentes necessidades. Neste sentido os textos to site poderão ter alteração de tamanho; níveis de contraste (estabeliecidos pelo WCAG). Pontos específicos de acessibilidade de acordo com o tipo de deficiência: Baixa visão. Pelo site ser totalmente acessível na sua construção não deve haver dificuldades para navegação. Daltonismo: As informações não serão transmitidas por cores, permitindo a navegação completa por pessoas com este tipo de deficiência. Cegueira: Pelo fato de o site ser desenvolvido para ser acessível com a utilização de programas de leitores de tela os cegos poderão navegar sem dificuldades, podendo realizar toda navegação e preenchimentos com a utilizacão do teclado. Deficiência auditiva e surdez completa: As informações estarão disponíveis sempre com textos e/ou legendas, permitindo acesso a pessoas com deficiência auditiva. Deficiência motora e mobilidade reduzida: as navegações são todas possíveis somente como uso do teclado, permitindo o uso para pessoas com mobilidade reduzida. Baixa experiência computacional: como já foi dito a construção do site será realiza realizada a partir dos princípios da acessibilidade WEB, o que permite que as pessoas com pouca experiência em tecnologia tenham mais facilidade para navegar pela plataforma. Idade avançada: pessoas com idades avançadas podem ter algumas das deficiências citadas acima em diferentes graus. Como o sítio será construído seguindo as orientações para acessibilidade WEB como contrastes parametrizados, tamanhos de texto e etc, estas pessoas poderão acessar o síte sem maiores dificuldades.

Democratização do acesso

Todas as ações do festival são gratuitas e disponibilizadas na internet. Isso permite que todos os usuários com acesso à internet terão acesso ao FAC-MG.

Ficha técnica

Equipe: Coordenação Geral - André Hallak Coordenação de gestão - Julia Mesquita Coordenação de Comunicação - Lorena Martins Coordenação de Programação - Mônica Cerqueira Coordenação Técnica - Leandro Aragão Sítio de Internet - Cristiano Simões Curadoria Artes Cênicas, Dança e Circo - Marcelo Castro Curadoria de Audiovisual - Mônica Cerqueira Curadoria de Inovação - André Hallak Curadoria de Cultura e Social - Bernardo Brant Curadoria de Música - Paulo Santos Curadoria de Literatura - Vera Casa Nova Curadoria de Memória e Patrimônio - Joana Braga Currículos: André Hallak (Coordenação geral e Curadoria de Inovação) Doutorando em Ciências da Comunicação na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre pela Escola de Belas Artes da UFMG e graduado em Comunicação Social na PUC Minas (2005). Produtor cultural nas áreas de eventos, audiovisual, teatro, música e artes visuais. Doutorando em Comunicação pela ECO-UFRJ. Sócio Fundador da Casa na Árvore Produções. Coordena projetos transmídia conectando áreas da cultura por diversas mídias. É produtor executivo, diretor e professor de audiovisual. Atua como produtor executivo em diferentes projetos de cinema e TV s seus projetos já participaram de nacionais e internacionais. Como parte da ONG Oficina de Imagens participou de projetos que atuam para promover os direitos humanos de crianças, adolescentes e jovens por meio da incidência em políticas públicas e da experimentação e disseminação de metodologias participativas nas área de comunicação, educação e cultura. Julia Mesquita (Coordenação de gestão) Gestora cultural, acompanhou e coordenou projetos junto à Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, Instituto Cultural Sérgio Magnani e Fundação Clóvis Salgado. Foi Gerente de Fomento e Incentivo na Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, desenvolvendo projetos nas áreas de audiovisual, gastronomia, moda e economia criativa. Desde 2019 atua como coordenadora de gestão do JA.CA – Centro de Arte e Tecnologia. Mônica Cerqueira (curadoria e programação) MÔNICA CERQUEIRA foi programadora do Cine Humberto Mauro, diretora de programação do Palácio das Artes e consultora do Museu das Minas e do Metal (atividades culturais). Criou e dirigiu espaços culturais em Belo Horizonte, mantendo uma programação de cinema, música, dança e literatura. Atualmente é programadora do Cine 104 onde realiza um projeto de festival 100% digital. Leandro Aragão (Coordenação Técnica) Bacharel em Desenho pela Escola de Belas Artes da UFMG(2009). Viveu em Boston e Los Angeles entre 2001 e 2005, quando iniciou estudos em fotografia e cinema. Em 2013 participou de uma formação livre em pós-produção audiovisual na renomada The Post Republic em Berlim na qual aprofundou conhecimentos e adquiriu visão global e específica sobre todos os processos que compreendem a finalização cinematográfica. Ao longo dos últimos 10 anos, produziu inúmeras obras audiovisuais e coordena o departamento técnico da produtora de Cine&TV Trem Chic. Cristiano Simões (criação e coordenação do sítio eletrônico) Formado em Comunicação Social com ênfase em Publicidade e Propaganda pela PUC Minas em 1999, vem trabalhando, desde então, no desenvolvimento de plataformas digitais interativas. Tem experiência em UI design e programação de software para front-end e back-end. Bernardo Brant (curadoria de cultura e social) Jornalista formado pelo PUC - MG, sócio-fundador e Coordenador Executivo da organização Oficina de Imagens - Comunicação e Educação. Produtor executivo de campanhas educativas, plataformas digitais, projetos de experimentação audiovisual e séries de documentários para TV. Paulo Santos (Curadoria Musical) Participou da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais entre os anos 1979 e 1986; Integrou o grupo UAKTI desde a sua formação até o encerramento em 2015. Participou da gravação dos nove discos lançados pelo grupo UAKTI, assim como em discos de outros artistas com quem o grupo trabalhou, além de trilhas para balés e filmes. Destacam-se as parcerias com Milton Nascimento, Philip Glass, Grupo corpo, entre outros. Desenvolve trilhas sonoras para performances, instalações e vídeos, em parceria com o video-maker Eder Santos e se apresenta em shows de outros músicos como convidado. Alguns dos trabalhos dessa parceria receberam prêmios: “Rito e Expressão”, “Não vou à África”, “Essa Coisa Nervosa” e “Memórias de Ferro”. Vera Casa Nova (Curadoria de Literatura) Possui graduação em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1968), mestrado em Teoria da literatura(Poética) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1978) e doutorado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990),em Semiologia. Estágio de Pós-doutorado pela Ecole des hautes études en sciences sociales,em Antropologia da imagem,supervisionada por Georges Didi Huberman(2003)Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária,Literatura comparada e Brasileira, atuando principalmente nos seguintes temas: a escritura e as artes, analise narrativa, analise semiotica, poesia contemporânea e literatura e arte. Foi professora da Faculdade de Letras Da UFMG,atuando no Mestrado e doutorado. Atuou em cursos de graduação e pós-graduação na Fac. Letras da UFMGe na Escola de Belas artes. Foi professora da escola Guignard(UEMG) e do mestrado da FUMEC em Estudos culturais. Pesquisa Poéticas contemporâneas e semiologia da imagem. Há 10 anos tem um programa na Radio UFMG educativa TOQUE DE POESIA. É poeta e tradutora Lorena Martins (Coordenação de Comunicação) Lorena K. Martins é jornalista formada pela PUC Minas e trabalha como repórter e redatora no Jornal O Tempo e Rádio Super (91,7FM), onde atua nas áreas de Cultura, Gastronomia, Moda e Beleza. Já colaborou para diversas publicações como as revistas Vogue, Quem e Veja BH, além de conteúdos para catálogos/guias de marcas. Atualmente também é uma das colaboradoras do Jornal Gazeta do Povo(Curitiba), cobrindo o universo gastronômico da capital mineira. Além da extensa carreira no jornalismo, Lorena Martins ainda é a curadora de eventos culturais. Marcelo Castro (Curadoria Artes Cênicas, dança e circo) Graduado em Teatro pela Universidade Federal de Minas Gerais. Trabalha profissionalmente com Teatro desde 2002. Em 2004 fundou o Grupo Teatral Espanca! Desde 2009 se dedica ao estudo da técnica “Os Viewpoints”, cuja experiência de formação foram 03 meses de treinamento intensivo com a SITI Company em Nova Iorque, EUA. Além de oficinas com Miriam Rinaldi(SP) e Donnie Mather(USA). Como diretor teatral: Prólogo Canino Operístico, Direção e atuação 2017 Danação, Direção de solo teatral com Eduardo Moreira (Grupo Galpão) 2016 Real, Direção do espetáculo do Grupo Espanca! 2015 Dente de Leão, Direção para o Grupo Espanca! 2014 Fabrica de Nuvens, Assistência de direção para Daniel Toledo-2013 Delírio em Terra Quente , Direção compartilhada com Grace Passô e Gustavo Bones do espetáculo de formatura do curso profissionalizante de teatro do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes. -2010 Play , 8º Festival de Cenas Curtas Galpão Cine horto- 2007 Joana Braga (Curadoria de Memória e Patrimônio) Especialista em Gestão Cultural (UNA) e mestre em Ciência da Informação (ECA-USP) com a dissertação apresentada sobre mediação em museus. De 2007 a 2010 trabalhou como assessoria na Superintendência de Fomento e Incentivo na Secretaria de Estado de Cultura de MG; de 2011 a 2016 atuou como produtora no Santa Rosa Bureau Cultural em projetos de educação patrimonial, museus e exposições; e desde 2017 atua também como produtora audiovisual.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2022-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais