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O projeto consiste na realização da MOSTRA DE CINEMA MINEIRO CONTEMPORÂNEO, com a exibição de produções audiovisuais realizadas em Minas Gerais nas últimas décadas, buscando estabelecer conexões entre a produção cinematográfica atual e uma seleção de obras de cineastas de um passado recente e da realização de ações formativas na área do cinema.
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APRESENTAÇÃO /OBJETIVO GERAL: Nosso projeto consiste na realização da Mostra de Cinema Mineiro Contemporâneo, com a exibição de produções audiovisuais realizadas em Minas Gerais nas últimas décadas, buscando estabelecer conexões entre a produção cinematográfica atual e uma seleção de obras de cineastas de um passado recente. Nosso recorte temporal focaliza as produções mineiras das últimas três décadas para levar ao público a possibilidade de assistir e debater filmes feitos em Minas Gerais que se tornaram importantes marcos da cinematografia nacional - obras que conseguiram alcançar fortuna crítica e muitas vezes conjugar o sucesso em festivais com boas bilheterias. Com o objetivo de historicizar esta produção recente, realizamos um recuo histórico para o contexto da videoarte dos anos 1990 e um salto no tempo para homenagear uma figura emblemática do cinema que procuramos exibir e debater: Geraldo Veloso. O projeto está previsto para realização em São Paulo, a escolha do local se deve ao envio do projeto para o edital 2020 do CCBB. A Mostra de Cinema Mineiro Contemporâneo acontecerá no período de nove dias, contando com um total de 25 sessões, sendo 1 sessão diária acompanhada de debate, além de 2 seminários temáticos com a presença de realizadores, cineclubistas, críticos e pesquisadores. Se por um lado diversos filmes mineiros obtiveram recentemente uma boa fortuna crítica e atenção midiática, por outro lado acreditamos que se faz necessária uma reflexão aprofundada e uma elaboração histórica sobre o cinema mineiro contemporâneo como um todo. No sentido de preservar a memória e manter viva a história do cinema mineiro, pensamos na produção de um catálogo, a ser disponibilizado em formato físico e digital. Utilizaremos tanto para o catálogo, como para a identidade visual da mostra em geral o trabalho do artista plástico mineiro Pedro Moraleida. No sentido de preservar a memória e manter viva a história do cinema mineiro, pensamos na produção de um catálogo, a ser disponibilizado em formato físico e digital. Utilizaremos tanto para o catálogo, como para a identidade visual da mostra em geral o trabalho do artista plástico mineiro Pedro Moraleida. Moraleida é um artista que teve um atraso no seu reconhecimento devido à brevidade de sua produção, interrompida em 1999, quando o artista tinha 22 anos de idade. Além da inventividade e multiplicidade temática de sua obra, ele se aproxima dos cineastas mineiros da virada do século XX, seus contemporâneos, pela complexidade do imaginários e o inconformismo, tomando como bandeira uma inalienável falência da linguagem que, em vez de paralisar ou acomodar o artista, o coloca a caminhar em direção às próprias fissuras e contradições de seu tempo. Tanto Moraleida quanto os cineastas mineiros contemporâneos se colocam em desacordo com toda sorte de consenso, e operam em uma potência disruptiva rumo à inquietação do pensamento, da arte, da estética, da vida. Com esse intuito de nos voltarmos ao passado como forma de olhar para o presente e vislumbrar possibilidades de futuro para o cinema mineiro, idealizamos para a abertura da mostra uma homenagem a Geraldo Veloso, com a exibição de Perdidos e Malditos, filme rodado no início dos anos 1970 em Belo Horizonte. Geraldo Veloso foi uma das figuras mais importantes para o cinema em Minas Gerais, tendo atuado não apenas como diretor mas também como montador, produtor, roteirista, professor, cineclubista, crítico, editor e ator. Seu trabalho e sua amizade continuam vivos na obra de vários cineastas mineiros do presente, que enxergam em sua figura emblemática ora um professor, ora uma inspiração e, quase sempre, um bom amigo e um exemplo importante de uma pessoa que viveu para o cinema - um homem de cinema. Dessa forma, podemos dizer que estes artistas carregam seu legado em suas produções atuais. De Geraldo Veloso até os filmes de hoje, propomos exibir e debater, com o objetivo central de produzir um evento de fruição e reflexão a partir da arte cinematográfica realizada em Minas Gerais, obras importantes como os filmes realizados pelas produtoras Teia e Anavilhana, de Marília Rocha, Clarissa Campolina e Sérgio Borges; os filmes de cineastas promissores como Juliana Antunes, Ana Pi e Marco Antônio Pereira; e o cinema produzido em Contagem pela produtora Filmes de Plástico e por cineastas importantes como Affonso Uchoa e João Dumans; passando pelo cinema e videoarte dos anos 1990 de autores como Cao Guimarães, Éder Santos e Patrícia Moran - para citar apenas algumas produtoras e cineastas fundamentais para a mostra. Há um motivo fundamental que une essas diferentes gerações e a nova geração de cineclubistas da qual a nossa equipe faz parte: a paixão pelo cinema e sua história. Minas Gerais produz um cinema de qualidade para o mercado e para os critérios da crítica especializada, depende de nós produzirmos as narrativas de sua história. Em razão das incertezas impostas pela recente pandemia do COVID-19 em relação a realização de sessões em salas de cinema, o projeto prevê a criação de um site em que ficarão disponíveis todos as obras da Mostra por um tempo limitado, em ação similar a adotada por diversos festivais nacionais e internacionais. Além disso, os seminários e debates serão gravados e disponibilizados no site, por tempo indeterminado. O catálogo também da mostra também poderá ser acessado nesse site, no formato PDF. OBJETIVO GERAL: Realizar Mostra de Cinema Mineiro Contemporâneo com a exibição de produções audiovisuais realizadas em Minas Gerais nas últimas décadas, buscando estabelecer conexões entre a produção cinematográfica atual e uma seleção de obras de cineastas de um passado recente. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar uma Mostra de cinema com duração de 9 dias; - Realizar 02 seminários - cada dia uma mesa abordará um tema valioso para o debate do recorte do tema da mostra; - Realizar 01 sessão de abertura, e 03 sessões diárias nos dias seguintes, num total de 25 sessões; - Realizar 01 debates por dia, na sequência das sessões, sendo uma com recorte educativo para crianças; - Criar 01 site em que ficarão disponíveis os filmes, debates, seminários e o catálogo da Mostra. - Produzir 1.000 catálogos com o conteúdo textos importantes e inéditos sobre as obras em questões e temas abordados nos seminários.
O projeto enquadrado no art. 18, §3º, alínea f, na área de AUDIOVISUAL _ DIFUSÃO DE ACERVO, tendo em vista que se trata de mostra de cinema. A proposta apresentada encontra-se de acordo com o art. 1º, da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, e tem por finalidades: "I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;" E os meios utilizados para o cumprimento destas finalidades expressas no art. 1, atenderão aos seguintes objetivos, conforme art. 3º da Lei nº 8.313: "II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: (...) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; (...) IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;" O desenrolar da história dos anos 2010 nos apresentou a intensificação de um processo de mudança radical da produção, distribuição e recepção cinematográfica no Brasil e no mundo - transformações germinadas nas décadas passadas que foram cruciais para a criação de novas formas de fazer, conhecer e debater filmes. No caso brasileiro, o estabelecimento e difusão da tecnologia digital vai de encontro com políticas públicas que possibilitaram a descentralização da produção e recepção de obras cinematográficas. Trabalhos recentes no campo do cinema - seja na crítica especializada ou entre pesquisadores acadêmicos - declaram a emergência de uma nova geração de cineastas, chamada por alguns de Novíssimo Cinema Brasileiro. A tradicional centralização da produção no eixo Rio-São Paulo deu espaço para a proliferação de jovens cineastas do Ceará, Recife, Distrito Federal e Minas Gerais que, inspirados por tendências estéticas consagradas em grandes festivais internacionais como Sundance, Rotterdam e Locarno, começam a fazer seus filmes em formato digital, equipes reduzidas (muitas vezes trabalhando na lógica dos coletivos de artistas) e orçamentos mais modestos. No polo da distribuição e recepção dessas novas obras, podemos salientar a importância histórica de instituições como a Mostra de Tiradentes (verdadeira janela exibidora e legitimadora desses novos artistas) e a Vitrine Filmes - e, mais recentemente, a distribuidora Embaúba Filmes. O nosso projeto de mostra focaliza a parcela mineira dessa geração, estabelecendo conexões entre filmes contemporâneos e o passado recente da produção cinematográfica em Minas Gerais. Nos últimos anos, o cinema produzido em Minas Gerais tem acumulado fortuna crítica e uma excepcional atenção midiática. Entre acadêmicos, esta produção contemporânea também produziu desdobramentos interessantes, como podemos notar pelos trabalhos de pesquisadores de importantes universidades como a USP, UFF e UFMG - para ficar com apenas três exemplos centrais. Os esforços supracitados obtiveram excelentes resultados na produção de uma visibilidade para o cinema feito em Minas Gerais, mas ainda resta a tarefa, iniciada por esses profissionais, de historicizar este conjunto de filmes. A importância desse projeto está no fato de colocarmos em prática este desejo de história, criando relações entre o cinema contemporâneo mineiro e um conjunto de filmes de cineastas de um passado recente, artistas esquecidos e pouco debatidos, verdadeiros renegados da história do audiovisual nacional. Com este desejo de história objetivamos oferecer ao público um espaço de fruição e debate sobre a filmografia de importantes cineastas mineiros, transformando artistas renegados em cineastas ressurgentes - seu legado está vivo na produção da nova geração, locus principal da mostra. Este projeto é pioneiro pois ainda não foi realizada nenhuma mostra de fôlego que reunisse a produção destes jovens cineastas que começaram suas carreiras no início do século XXI. Após duas décadas de filmes no novo milênio, consideramos uma tarefa importante reunir, exibir e debater esta produção. Outro elemento importante do projeto é a relação que procuramos estabelecer entre esta filmografia contemporânea e alguns cineastas que consideramos, em nosso gesto curatorial, precursores - o exemplo principal é Geraldo Veloso. Com esse gesto, procuramos contribuir para a tarefa árdua de produzir a história do cinema mineiro. Nossa equipe curatorial está situada numa posição privilegiada para realizar esta mostra de cinema. Somos cineclubistas de Belo Horizonte e muitos dos filmes que compõem a nossa curadoria foram exibidos e debatidos em nossos cineclubes (cinelixo e cinefronteira) em diferentes espaços culturais da região metropolitana de BH. Um grupo considerável de cineastas (cujos filmes estão nessa mostra), pesquisadores e críticos de Minas Gerais passaram por sessões comentadas nos cineclubes que programamos. A mostra pode ser considerada, portanto, o ponto culminante de uma experiência coletiva que marcou a cinefilia belorizontina, somada ao desejo de expandir a visibilidade do cinema da capital para outras cidades do Estado. Além disso, compreendemos a importância da documentação de todo esse processo, devido ao recorte inédito da mostra e do material estudado e pesquisado.
Conforme IN 02/19, segue as ifnformações e documentos exigidos para porpostas que contemplem mostras, festivais competivios ou não, oficinas e workshops a) beneficiários do produto da proposta e forma de seleção; As sessões serão gratuitas e destinadas ao público de todas as classes sociais, gênero e idade (respeitando a Classificação Indicativa de cada sessão). Os seminários também serão gratuitos e destinados a pessoas a partir dos 16 anos. Para inscrição, será solicitada uma carta de intenção e um breve currículo, que serão usados como critério de seleção, caso haja lotação do espaço (102 lugares). b) justificativa acerca do conteúdo ou acervo indicado para o segmento de público a ser atingido, no caso de mostra; O desenrolar da história dos anos 2010 nos apresentou a intensificação de um processo de mudança radical da produção, distribuição e recepção cinematográfica no Brasil e no mundo - transformações germinadas nas décadas passadas que foram cruciais para a criação de novas formas de fazer, conhecer e debater filmes. No caso brasileiro, o estabelecimento e difusão da tecnologia digital vai de encontro com políticas públicas que possibilitaram a descentralização da produção e recepção de obras cinematográficas. Trabalhos recentes no campo do cinema - seja na crítica especializada ou entre pesquisadores acadêmicos - declaram a emergência de uma nova geração de cineastas, chamada por alguns de Novíssimo Cinema Brasileiro. A tradicional centralização da produção no eixo Rio-São Paulo deu espaço para a proliferação de jovens cineastas do Ceará, Recife, Distrito Federal e Minas Gerais que, inspirados por tendências estéticas consagradas em grandes festivais internacionais como Sundance, Rotterdam e Locarno, começam a fazer seus filmes em formato digital, equipes reduzidas (muitas vezes trabalhando na lógica dos coletivos de artistas) e orçamentos mais modestos. No polo da distribuição e recepção dessas novas obras, podemos salientar a importância histórica de instituições como a Mostra de Tiradentes (verdadeira janela exibidora e legitimadora desses novos artistas) e a Vitrine Filmes - e, mais recentemente, a distribuidora Embaúba Filmes. O nosso projeto de mostra focaliza a parcela mineira dessa geração, estabelecendo conexões entre filmes contemporâneos e o passado recente da produção cinematográfica em Minas Gerais. Nos últimos anos, o cinema produzido em Minas Gerais tem acumulado fortuna crítica e uma excepcional atenção midiática. Entre acadêmicos, esta produção contemporânea também produziu desdobramentos interessantes, como podemos notar pelos trabalhos de pesquisadores de importantes universidades como a USP, UFF e UFMG - para ficar com apenas três exemplos centrais. Os esforços supracitados obtiveram excelentes resultados na produção de uma visibilidade para o cinema feito em Minas Gerais, mas ainda resta a tarefa, iniciada por esses profissionais, de historicizar este conjunto de filmes. A importância desse projeto está no fato de colocarmos em prática este desejo de história, criando relações entre o cinema contemporâneo mineiro e um conjunto de filmes de cineastas de um passado recente, artistas esquecidos e pouco debatidos, verdadeiros renegados da história do audiovisual nacional. Com este desejo de história objetivamos oferecer ao público um espaço de fruição e debate sobre a filmografia de importantes cineastas mineiros, transformando artistas renegados em cineastas ressurgentes - seu legado está vivo na produção da nova geração, locus principal da mostra. Este projeto é pioneiro pois ainda não foi realizada nenhuma mostra de fôlego que reunisse a produção destes jovens cineastas que começaram suas carreiras no início do século XXI. Após duas décadas de filmes no novo milênio, consideramos uma tarefa importante reunir, exibir e debater esta produção. Outro elemento importante do projeto é a relação que procuramos estabelecer entre esta filmografia contemporânea e alguns cineastas que consideramos, em nosso gesto curatorial, precursores - o exemplo principal é Geraldo Veloso. Com esse gesto, procuramos contribuir para a tarefa árdua de produzir a história do cinema mineiro. Nossa equipe curatorial está situada numa posição privilegiada para realizar esta mostra de cinema. Somos cineclubistas de Belo Horizonte e muitos dos filmes que compõem a nossa curadoria foram exibidos e debatidos em nossos cineclubes (cinelixo e cinefronteira) em diferentes espaços culturais da região metropolitana de BH. Um grupo considerável de cineastas (cujos filmes estão nessa mostra), pesquisadores e críticos de Minas Gerais passaram por sessões comentadas nos cineclubes que programamos. A mostra pode ser considerada, portanto, o ponto culminante de uma experiência coletiva que marcou a cinefilia belorizontina, somada ao desejo de expandir a visibilidade do cinema da capital para outras cidades do Estado. Além disso, compreendemos a importância da documentação de todo esse processo, devido ao recorte inédito da mostra e do material estudado e pesquisado. c) detalhamento dos objetivos, das atividades e do formato do evento; OBJETIVOS Geral: Realizar Mostra de Cinema Mineiro Contemporâneo com a exibição de produções audiovisuais realizadas em Minas Gerais nas últimas décadas, buscando estabelecer conexões entre a produção cinematográfica atual e uma seleção de obras de cineastas de um passado recente. Específicos: - Realizar uma Mostra de cinema com duração de 9 dias; - Realizar 02 seminários - cada dia uma mesa abordará um tema valioso para o debate do recorte do tema da mostra; - Realizar 01 sessão de abertura, e 03 sessões diárias nos dias seguintes, num total de 25 sessões; - Realizar 01 debates por dia, na sequência das sessões, sendo uma com recorte educativo para crianças; - Criar 01 site em que ficarão disponíveis os filmes, debates, seminários e o catálogo da Mostra. - Produzir 1.000 catálogos com o conteúdo textos importantes e inéditos sobre as obras em questões e temas abordados nos seminários. ATIVIDADES: - Sessões de cinema gratuitas - Seminários com debates - Criação de site com disponibilização de conteúdo FORMATO DO EVENTO: Serão 09 dias de evento, iniciando-se em uma sexta e encerrando após o nono dia, em um sábado, conforme documento que apresenta o formato exato do que está sendo proposto. d) indicação do curador, dos componentes de júri, da comissão julgadora ou congênere, quando houver; Bruno Greco | Coordenador Geral e Curador Produtor, pesquisador de cinema e programador de mostras e cineclubes. É formado em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário UNA e pela Escola Livre de Cinema. Foi Selecionado para o MÁLAGA TALENTS 2020, durante o 23º Festival de Málaga. Cursou o Workshop Fémis de Produção Criativa, organizado pelo Projeto Paradiso em parceria com a escola La Fémis (França), e ministrado pela produtora Juliette Grandmont. Trabalhou em vários curtas-metragens e no longa-metragem VELHOESTE (inédito), dirigido por Thiago Taves Sobreiro e produzido pela Cento e Oito Filmes. Foi o Produtor do curta LOOPING (2019), dirigido por Maick Hannder, e o Produtor Executivo do curta SUPER ESTRELA PRATEADA (2018), dirigido por Leonardo Branco. Ambos circularam e ganharam prêmios em dezenas de festivais pelo Brasil como: Janela Internacional de Cinema de Recife, Curta Cinema, Mostra de Cinema de Tiradentes e Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte. Foi Pesquisador do CONTE ISSO ÀQUELES QUE DIZEM QUE FOMOS DERROTADOS (2018), vencedor do prêmio de melhor curta no 51º Festival de Brasília, selecionado para o 40º Festival des 3 continents, na França, e exibido em mais de 20 festivais nacionais. Seu projeto de curta-metragem MÃE DO OURO, dirigido por Maick Hannder, foi contemplado na edição 2019 do edital BH nas Telas. TEMPESTADE NINJA, seu primeiro longa-metragem como Produtor, dirigido por Higor Gomes e em fase de desenvolvimento de roteiro, recebeu dois prêmios durante o 10th Brasil CineMundi - International Coproduction Meeting, e ganhou o prêmio de Melhor Pitching no Kinoforum Labs, durante o 29º Festival Internacional de Curtas de São Paulo. Foi um dos fundadores do cineclube CINEFRONTEIRA vencedor em 2016 do Prêmio Exibe Minas. Foi o Coordenador Geral do FITA - Festival Itinerante do Audiovisual em 2017, com exibições em Belo Horizonte e Porto Alegre - RS. É sócio-fundador da produtora PONTA DE ANZOL FILMES. Francisco Grynberg Bignotto | Curador Graduado em Filosofia pela UFMG, integrou o coletivo cineclubista cinefronteira de 2016 a 2018, tendo participado como curador e produtor da Mostra Nossa Quebrada: Filmes de Plástico no Jardim Laguna em dezembro de 2016 e do Festival Itinerante do Audiovisual (FITA), realizado em Belo Horizonte em setembro de 2017. Atuou também como curador e produtor do programa “cinefronteira apresenta:”, exibido na TV Rede Minas de janeiro a junho de 2018. João Campos | Editor do Catálogo e Curador Antropólogo, crítico e programador de cineclubes e mostras de cinema. Atualmente, faz doutorado no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da USP, desenvolvendo pesquisa sobre a relação entre cinema e cidade na filmografia de Adirley Queirós. É membro da diretoria colegiada da Associação dos Documentaristas e Curta Metragistas de São Paulo (ABD-SP, gestão 2019-2020). É redator da revista de cinema Rocinante desde 2016 (cinerocinante.com.br) e colunista no periódico digital Zagaia em Revista desde 2017 (coluna São Paulo - Cinema Anônimo em http://zagaiaemrevista.com.br/). Foi curador da mostra São Paulo - Cinema Anônimo, que aconteceu no Cine Humberto Mauro (Belo Horizonte, MG) e Centro Cultural São Paulo (São Paulo, SP). Fez parte do Júri Jovem da 19ª Mostra de Cinema de Tiradentes (2016) e do júri ABD-SP do 30º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo (2019). Programou os cineclubes CinePET (2012-2015) e cinefronteira (2015-2018) e foi estagiário do forumdoc.bh: festival do filme etnográfico e documentário (2015). É mestre em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo, com dissertação sobre a mise en scène do filme Era uma vez Brasília (2017), de Adirley Queirós. Maria Trika | Curadora É artista plástica, cineasta e crítica de cinema. Desde 2015 é curadora do cineclube CineLixo, com um recorte em cinema nacional à margem do circuito, com ênfase em filmes mal localizados na história do cinema nacional, que, muitas vezes, foram jogados aos escombros do nosso cinema. Em 2018 começou a realizar a curadoria também do CineCHÃO, cineclube que tem o interesse de fortalecer um gesto de cinefilia dentro do meio universitário, mas não somente nele. Já realizou curadoria de algumas mostras em cineclubes e escolas e no festival LUMIAR - edição 2018. Em 2018 integrou o JÚRI JOVEM da Mostra de Cinema de Tiradentes. Por algum tempo, escreveu para a revista online de crítica cinematográfica Rocinante. Atualmente, escreve para a Cinética. Por dois anos, trabalhou como pesquisadora e montadora de documentários na OCCHI - Observátorio de consumo e cultura. Atualmente trabalha como pesquisadora de linguagem audiovisual, roteirista e diretora na produtora THE BOCHE filmes. A lista de filmes pré-selecionados pela curadoria segue anexo. e) projeto pedagógico com currículo do responsável, no caso de proposta que preveja a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, à capacitação, à especialização e ao aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura; NÃO SE APLICA f) plano de execução contendo carga horária e conteúdo programático no caso de oficinas, de workshops e de outras atividades de curta duração; NÃO SE APLICA g) relação dos títulos a serem exibidos no caso de proposta na área de audiovisual, sendo permitida a sua apresentação até o início da execução do projeto, porém, é necessário que seja informado o quantitativo e o formato das obras a serem exibidas; SEGUE UMA LISTA DOS FILMES PRÉ-SELECIONADOS
Segue anexo uma lista com uma pré-curadoria em que constam: nome do filme, ano, direção e duração, bem como a proposta de programação do evento, que terá duração de 09 dias. começando em uma sexta e encerrando em um sábado. Catálogo: especificações técnicas TIPO: Revista quadrada com lombada FORMATO: 210 x 210mm (dobrado) | 420 x 210mm (aberto) CORES: 4x 4 - Frente e verso Color PAPEL : Couchê Fosco 115g NÚMERO DE PÁGINAS: aproximadamente 300 páginas
MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: local escolhido para sua realização possuirá acessibilidade completa para pessoas com desafios de deslocamento ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Os filmes contarão com Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE (pelo menos 1 sessão) e Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS (pelo menos 1 sessão) ACESSIBILIDADE VISUAL: Os filmes contarão com audiodescrição (pelo menos 1 sessão) CATÁLOGO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica ACESSIBILIDADE AUDITIVA: não se aplica ACESSIBILIDADE VISUAL: serão produzidos 05 catálagos em braile para doação a instituições que atendam a esse público SEMINÁRIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: local escolhido para sua realização possuirá acessibilidade completa para pessoas com desafios de deslocamento ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Pelo menos uma palestra contará com intérprete de libras ACESSIBILIDADE VISUAL: Pelo menos uma palestra contará com narrador de audiodescrição
Para cada produto cadastrado no plano de distribuição citar explicitamente qual inciso/medida do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania proposta irá adotar como ação de democratização de acesso. MOSTRA - Disponibilizar sessões voltadas para o público infanto juvenil (art. 21, VII). SEMINÁRIO - Gravar e disponibilizar as gravações dos debates nas redes sociais Facebook, Instagram, YouTube (art. 21, III). CATÁLOGO - Doar, catálogos a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais que se interessam pelo tema.
Coordenador Geral - Bruno Greco Idealização e Curadoria - Bruno Greco, Francisco Grynberg, João Campos, Maria Trika Pesquisa - Lucas Tenesmo Produtora Executiva - Laiene Souza Produtor de convidados - Jacson Dias Produtor de Cópias - Vinicius Correia Designer Gráfico - João Perdigão Editor do Catálogo - João Campos Desenvolvedor Web - Francisco Grynberg Assessoria de Imprensa - Gabriel Araújo Fotógrafo - Maick Hannder Vídeos - Higor Gomes Autoração das Cópias - Hatari Filmes Administrativo - Sheilla Piancó ------------------- Bruno Greco | Coordenador Geral e Curador Produtor, pesquisador de cinema e programador de mostras e cineclubes. É formado em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário UNA e pela Escola Livre de Cinema. Foi Selecionado para o MÁLAGA TALENTS 2020, durante o 23º Festival de Málaga. Cursou o Workshop Fémis de Produção Criativa, organizado pelo Projeto Paradiso em parceria com a escola La Fémis (França), e ministrado pela produtora Juliette Grandmont. Trabalhou em vários curtas-metragens e no longa-metragem VELHOESTE (inédito), dirigido por Thiago Taves Sobreiro e produzido pela Cento e Oito Filmes. Foi o Produtor do curta LOOPING (2019), dirigido por Maick Hannder, e o Produtor Executivo do curta SUPER ESTRELA PRATEADA (2018), dirigido por Leonardo Branco. Ambos circularam e ganharam prêmios em dezenas de festivais pelo Brasil como: Janela Internacional de Cinema de Recife, Curta Cinema, Mostra de Cinema de Tiradentes e Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte. Foi Pesquisador do CONTE ISSO ÀQUELES QUE DIZEM QUE FOMOS DERROTADOS (2018), vencedor do prêmio de melhor curta no 51º Festival de Brasília, selecionado para o 40º Festival des 3 continents, na França, e exibido em mais de 20 festivais nacionais. Seu projeto de curta-metragem MÃE DO OURO, dirigido por Maick Hannder, foi contemplado na edição 2019 do edital BH nas Telas. TEMPESTADE NINJA, seu primeiro longa-metragem como Produtor, dirigido por Higor Gomes e em fase de desenvolvimento de roteiro, recebeu dois prêmios durante o 10th Brasil CineMundi - International Coproduction Meeting, e ganhou o prêmio de Melhor Pitching no Kinoforum Labs, durante o 29º Festival Internacional de Curtas de São Paulo. Foi um dos fundadores do cineclube CINEFRONTEIRA vencedor em 2016 do Prêmio Exibe Minas. Foi o Coordenador Geral do FITA - Festival Itinerante do Audiovisual em 2017, com exibições em Belo Horizonte e Porto Alegre - RS. É sócio-fundador da produtora PONTA DE ANZOL FILMES. Francisco Grynberg Bignotto | Curador Graduado em Filosofia pela UFMG, integrou o coletivo cineclubista cinefronteira de 2016 a 2018, tendo participado como curador e produtor da Mostra Nossa Quebrada: Filmes de Plástico no Jardim Laguna em dezembro de 2016 e do Festival Itinerante do Audiovisual (FITA), realizado em Belo Horizonte em setembro de 2017. Atuou também como curador e produtor do programa “cinefronteira apresenta:”, exibido na TV Rede Minas de janeiro a junho de 2018. João Campos | Editor do Catálogo e Curador Antropólogo, crítico e programador de cineclubes e mostras de cinema. Atualmente, faz doutorado no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da USP, desenvolvendo pesquisa sobre a relação entre cinema e cidade na filmografia de Adirley Queirós. É membro da diretoria colegiada da Associação dos Documentaristas e Curta Metragistas de São Paulo (ABD-SP, gestão 2019-2020). É redator da revista de cinema Rocinante desde 2016 (cinerocinante.com.br) e colunista no periódico digital Zagaia em Revista desde 2017 (coluna São Paulo - Cinema Anônimo em http://zagaiaemrevista.com.br/). Foi curador da mostra São Paulo - Cinema Anônimo, que aconteceu no Cine Humberto Mauro (Belo Horizonte, MG) e Centro Cultural São Paulo (São Paulo, SP). Fez parte do Júri Jovem da 19ª Mostra de Cinema de Tiradentes (2016) e do júri ABD-SP do 30º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo (2019). Programou os cineclubes CinePET (2012-2015) e cinefronteira (2015-2018) e foi estagiário do forumdoc.bh: festival do filme etnográfico e documentário (2015). É mestre em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo, com dissertação sobre a mise en scène do filme Era uma vez Brasília (2017), de Adirley Queirós. Maria Trika | Curadora É artista plástica, cineasta e crítica de cinema. Desde 2015 é curadora do cineclube CineLixo, com um recorte em cinema nacional à margem do circuito, com ênfase em filmes mal localizados na história do cinema nacional, que, muitas vezes, foram jogados aos escombros do nosso cinema. Em 2018 começou a realizar a curadoria também do CineCHÃO, cineclube que tem o interesse de fortalecer um gesto de cinefilia dentro do meio universitário, mas não somente nele. Já realizou curadoria de algumas mostras em cineclubes e escolas e no festival LUMIAR - edição 2018. Em 2018 integrou o JÚRI JOVEM da Mostra de Cinema de Tiradentes. Por algum tempo, escreveu para a revista online de crítica cinematográfica Rocinante. Atualmente, escreve para a Cinética. Por dois anos, trabalhou como pesquisadora e montadora de documentários na OCCHI - Observátorio de consumo e cultura. Atualmente trabalha como pesquisadora de linguagem audiovisual, roteirista e diretora na produtora THE BOCHE filmes. Laiene Souza | Produtora Executiva Bacharel em Comunicação Social com dupla habilitação em Relações Públicas e Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais. Trabalha desde 2016 na AIC - Associação Imagem Comunitária, na área de Produção Cultural. Atuou em 2017 e 2018 no Centro Cultural Lá da Favelinha na organização de oficinas de educomunicação para jovens abrangendo as várias linguagens da comunicação e artes. Desde 2016, faz parte do coletivo cineclubista cinefronteira, vencedor do Prêmio Exibe Minas, onde atua como Curadora e Produtora Executiva. Em 2017 foi Produtora Executiva do FITA - Festival Itinerante do Audiovisual. Vinicius Correia | Produtor de Cópias Atualmente, atua como Produtor e Gerente de Marketing no Cine Centoequatro, em Belo Horizonte. Entre suas experiências profissionais destaca-se a participação como Produtor dos festivais de cinema "Curta Circuito", desde 2016, e "Cinefoot - Festival de Cinema de Futebol", desde 2017. Desde 2016, Vinicius Correia é Assistente de Direção do longa-metragem de animação “Nimuendajú”, de Tânia Anaya, produzido pela Anaya Filmes em co-produção com a Cine Zebra (Alemanha), em processo de finalização. Atuou como produtor pela "Attyla Filmes", onde produziu diversas obras e filmes institucionais e comerciais. Foi também assistente de fotografia no documentário “Mamulengo - Nas Linhas da Mão”, de Nathália Alvarenga. Está no processo de gravação do seu primeiro longa-metragem como Diretor, o documentário Outubro. Foi professor de História do Cinema e de Produção Cinematográfica no Sistema Logosófico de Educação. Já foi Colunista de cinema dos jornais Diário de Caratinga e Diário de Muriaé, e Redator do site de cinema Ovo de Fantasma, e entrevistou Apichatpong Weerasethakul, diretor vencedor da Palma de Ouro com “Tio Boonmee, que pode recordar suas vidas passadas”, para o site. Entrevistou também Robert Eggers, diretor do filme “A Bruxa”, para o site de cinema Rocinante. Comentou as sessões no Cine Humberto Mauro, Palácio das Artes, dos seguintes filmes: "O Que Terá Acontecido a Baby Jane?" "A Bruxa", "Cantando na Chuva" e "Fúria Sanguinária". Hatari Filmes | Autoração de Cópias Criada em 2019 por Julio Cruz e Vitor Miranda, é uma empresa que oferece serviços operacionais, técnicos e criativos para mostras de cinema. Incluem autoração digital em DCP, H264 e PRORES; tradução, legendagem e testes de projeção. Executou esses serviços em mais de 130 curtas-metragens para o 21º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, realizado em agosto de 2019. Outros festivais e mostras importantes realizados desde a sua criação: FORUMDOC.BH.2019 - 23º Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte (novembro/2019); Retrospectiva Margarida Cordeiro e António Reis (novembro/2019); Mostra Katsudo Shashin: Imagens em Movimento (novembro/2019); MAX | Indústria Audiovisual 360 (outubro/2019). Colaborou na curadoria, programação, produção e serviços técnicos em diversas mostras recorrentes do Cine Humberto Mauro. Atualmente atua como produção, curadoria e edição das atividades online do programa Palácio em Sua Companhia, da Fundação Clóvis Salgado. Jacson Dias | Produtor de Convidados Jacson Dias é sócio-fundador da produtora Ponta de Anzol e graduado em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário UNA. Produziu o documentário Ingrid (Maick Hannder, 2016), selecionado para o 27o Curta Kinoforum - Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, 44o Festival de Gramado, 24o Festival Mix Brasil – de Cultura daDiversidade, 31o BFI Flare: London LGBT Film Festival , e mais 45 festivais pelo mundo. O filme foi vencedor do Prêmio Aquisição SESCTV no 16o Goiânia Mostra Curtas, e ganhou mais 4 prêmios em outros festivais. Em 2017 foi Curador e Produtor da Mostra de Artes, Cultura e Diversidades do Galpão Cine Horto, Belo Horizonte-MG. Também em 2017 foi Produtor e Curador do FITA- Festival Itinerante do Audiovisual , com exibições em Belo Horizonte-MG e Porto Alegre-RS. Em 2018 foi o Curador da II Mostra Internacional Cinema em Cores , em parceria com a Secretaria de Cultura de MG. Também em 2018 trabalhou na Direção de Produção do Média-Metragem Sete Anos em Maio (Affonso Uchôa, 2019), prêmio de Melhor Filme no Filmadrid Festival Internacional de Cine, vencedor do Prêmio Silvestre e do Prêmio Anistia Internacional no Indie Lisboa International Film Festival, e Menção Honrosa no FestcurtasBH , além de ser exibido em diversos festivais, nacionais e internacionais. APOIO ADMINISTRATIVO, FINANCEIRO E JURÍDICO – SHEILLA PIANCÓ Advogada – OAB/MG 93.873 Mestre em Gestão Social, pós-graduada em Direito Tributário, graduada em Direito pela UFOP. Advogada e Gestora Cultural, atua principalmente em políticas públicas e privadas de cultura. Atua na área desde 2007 atua como consultora jurídica e gestora de projetos na área de Leis e Mecanismos de Incentivo à Cultura, Direitos Culturais, Autorais, e do Terceiro Setor. Com formação em Coaching e atuação na área de Empreendedorismo, apoiando na criação e planejamento de negócios criativos. Professora de Aspectos Jurídicos da Cultura do Observatório da Diversidade Cultural e Consultora do Sebrae na área da Cultura desde 2009. Foi Gestora Cultural do Banco Bonsucesso nos anos de 2011 e 2012. Foi Coordenadora de Extensão da Universidade Veiga de Almeida no Rio de Janeiro nos anos de 2013 e 2014. Coordenou projetos relacionados a Empreendedorismo Criativo ao Instituto Kairós nos anos 2015 e 2016. Foi gestora jurídica da produtora de festivais na área de música SW Entretenimento durante o ano de 2017. Atualmente é gestora da Vivas Cultura e Esporte e atende espaços culturais como Cine Theatro Brasil, Casa Fiat de Cultura e Associação Mineira de Letras, entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.