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Montagem do espetáculo infantil Rã de Três Olhos. Respeito ao meio ambiente, consumo responsável e divulgação irrestrita da cultura são os temas desenvolvidos de forma lúdica e delicada. Uma narrativa em linguagem para crianças sobre a preservação do meio ambiente a partir do uso responsável dos recursos do planeta.
A Rã de Três Olhos percebe que sua casa está se tornando uma lagoa poluída, a ponto de obrigar a protagonista a usar um maiô listrado para proteger sua pele sensível. Cuidado indispensável. Afinal, sua família é a dos anfíbios, grupo animal mais ameaçado do planeta. Nossa heroína percebe que seu espaço de viver está cada vez mais cheio de objetos estranhos. De onde vêm eles? Para entender o que se passa, a Rã salta cada vez mais alto. E descobre como mudar essa situação. É possível reverter o quadro sozinha ou só com a ajuda de outros habitantes da lagoa? Classificação indicativa: Livre.
Objetivo geral: Realizar a montagem do espetáculo para crianças e jovens "Rã de Três Olhos", com encenação de Renato Carrera, com estreia em Manaus _ AM, uma apresentação em Coari _ AM e uma temporada de dois meses em um teatro na cidade do Rio de Janeiro. Objetivos específicos: - Realizar 15 apresentações no total, sendo doze apresentações abertas ao público com ingressos a preços populares e três apresentações gratuitas voltadas para escolas públicas; - Realizar 03 apresentações na cidade de Manaus, sendo duas apresentações abertas ao público em geral e uma apresentação gratuita voltada para escolas públicas; - Realizar 03 apresentações na cidade de Coari _ AM, sendo duas apresentações abertas ao público em geral e uma apresentação gratuita voltada para escolas públicas; - Realização de temporada de 09 apresentações na cidade do Rio de Janeiro, sendo oito apresentações abertas ao público em geral e uma apresentação gratuita voltada para escolas públicas; - Realizar 03 bate-papos com a equipe da peça após as apresentações para escolas, sendo realizado um bate-papo em cada cidade; - Realizar, 03 Eco Oficinas gratuitas voltadas para crianças de 0 a 06 anos, sendo uma oficina em cada cidade; - Realizar 01 apresentação com tradução para Libras e audiodescrição das cenas, voltada para pessoas com deficiência auditiva, visual, sensorial e múltipla. Para essa apresentação será distribuída cota de ingressos gratuitos para pessoas com deficiência; - Oferecer cota de ingressos a preços populares nas apresentações abertas ao público em geral; - Gerar emprego e renda para aproximadamente 20 profissionais da cultura, entre artistas, técnicos, produtores e outros.
A RÃ DE TRÊS OLHOS fascina e mobiliza pela mensagem fundamental: a necessidade de um compromisso ecológico com nosso meio ambiente. De pulo em pulo, a protagonista nos leva a refletir sobre o estado do planeta. E a perceber que a única saída é a busca coletiva por alternativas ao desenvolvimento predatório. Sua descoberta passa pela importância da preservação e da cooperação. Do consumo consciente, da reutilização e da reciclagem. Em síntese, o uso responsável, a partir da infância, dos recursos da Terra. Voltado para crianças de 0 a 6 anos, o projeto já conta com o apoio do IEVA (Instituto de Eventos Ambientais), parceiro de organizações como Oi e Rede Globo. O trabalho conta com a encenação do premiado diretor Renato Carrera (Malala, Gisberta, Vestido de Noiva, Abajur Lilás e Savana Glacial) traz inovação ao universo do teatro infantil ao trabalhar com a experimentação voltada para a primeira infância. Sua vertente em seu processo de criação assim como em seus espetáculos tem uma relação direta com a educação. Percebemos que em seus espetáculos infantis como "Malala, a menina que queria ir para escola" ou "Histórias de Jilú", dois dos últimos infantis que dirigiu, há um forte relacionar com os grandes teóricos da Educação, com linguagem características do pensamento de Montessori, Piaget e Dewey. Podemos perceber a relação com Montessori no trabalho de Carrera ao fazer uma paralelo com as sensações e a experimentação além da relação social. Seus espetáculos trazem uma intensidade no aspecto experimental com os sentidos e as sensações, se utilizando do corpo e da relação direta com o público, o que provoca o "experimentar das sensações" e das relações sociais. Ao transmitir isso em seus espetáculos infantis, a criança inconscientemente e internamente percebe isso. Montessori em sua teoria em relação a educação trabalha com as sensações e ao assistir um espetáculo experimental infantil que transmite tal aspecto, além do caráter forte nas relações sociais, o pai ou o educador ainda conseguem trabalhar em sala de aula ou em casa, dando continuidade a experiência teatral. Há de se perceber também a presença de Piaget, que tem por base em sua teoria o construtivismo e isso é exatamente o que Carrera faz com o público infantil ao trazer uma versão para o espetáculo onde nada é pronto, mas sim construído coletivamente. Há também uma forte relação com Dewey ao tratar da experimentação, pois o mesmo defende em sua teoria que a experiência e as histórias de vida devem ser interligadas e Carrera traz isso com muita versatilidade ao abordar em seus espetáculos experiências coletivas e de vidas e ao trazer isso como metodologia experimental para construção de seus espetáculos. Fatores imprescindíveis tanto para a arte quanto para a educação. Renato Carrera traz experimentação e inovação para as crianças ao trabalhar com os pensamentos desses teóricos supracitados de forma interna e consistente. O projeto atende aos Incisos I, V, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91 bem como às finalidades expressas no Inciso II, Alínea C, da referida norma. O seguinte objetivo do Artigo 3º da Lei 8313/91 será alcançado: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres - Realização de espetáculo de artes cênicas.
Não se aplica
A encenação será de Renato Carrera. Em seu currículo, sucessos como “Malala- a menina que queria ir para a escola”, “Gisberta”, “Vestido de Noiva”, “Abajur Lilás”, e “Savana Glacial”. Trabalhando com sua equipe, Renato Machado na iluminação e Daniel de Jesus no cenário e direção de arte, o ambiente cênico será a casa da Rã de Três Olhos, uma lagoa poluída a ponto de obrigar a protagonista – a Rã- a usar um maiô listrado para proteger sua pele sensível. Cuidado indispensável. Afinal, sua família é a dos anfíbios, grupo animal mais ameaçado do planeta. Nossa heroína percebe que seu espaço de viver está cada vez mais cheio de objetos estranhos. De onde vêm eles? Para entender o que se passa, a Rã salta cada vez mais alto. E descobre como mudar essa situação. É possível reverter o quadro sozinha ou só com a ajuda de outros habitantes da lagoa? A Encenação O espetáculo não terá texto e terá a interatividade como elemento principal. Público e atores dividirão o mesmo espaço. Crianças. atores, e pais estarão dentro do cenário, que irá reproduzir a lagoa poluída. Todos sentados e espalhados pelo espaço. O espetáculo trabalhará com sensações, cheiros, cores, músicas e coreografias e com canções compostas especialmente para o espetáculo. O diretor pretende trabalhar a partir da movimentação cênica coreografada em conjunto com as imagens projetadas, estímulos sonoros e espacias. Estes estímulos visuais, partem de fotos animadas em conjunto aos atores e personagens, que ora dançam entre eles ora se comunicam com as imagens. Em cena três personagens principais: a Rã, sua Avó e a Fábrica. O elenco é formado pelas atrizes e educadoras Andreza Bittencourt (Abajur Lilás, Vestido de Noiva, Savana Glacial), Joana Cabral (Malala, a menina que queria ir para a escola, Abajur Lilás, Não quero dormir agora!), contando ainda com a participação especial do ator Hugo Germano (Cartola, Macunaíma e Na cuica do laurindo.) O cenário onde se passa toda a ação – a lagoa contaminada – será construído com material reciclável criado a partir do trabalho com plástico, assim como os figurinos, que em conjunto com a luz, estarão acompanhando o tratamento das cores contidas no livro original e também das ilustrações. Brincando como na linguagem do desenho animado, onde a caracterização e o desenho físico são fundamentais, os atores serão grandes contadores desta história. Vivenciando, brincado, dançando e cantando dentro desta lagoa, na esperança que ela seja despoluída, falando diretamente com a plateia, na busca da aproximação e do envolvimento de todos, consciência e cooperação.
Em atendimento ao Art. 18 da IN 02/2019 e, adotando a recomendação da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT, o projeto adotará as seguintes medidas em benefício das pessoas idosas e/ou com deficiência: APRESENTAÇÃO : a) Acessibilidade física: Os espaços utilizados para realização das apresentações deverão ter acessibilidade ou potencial de adaptação para o acesso de pessoas com deficiência; b) Acessibilidade para deficientes visuais: Será realizada uma sessão com audiodescrição das cenas para pessoas com deficiência visual. c) Acessibilidade para deficientes auditivos: Será realizada uma sessão com tradução para LIBRAS para pessoas com deficiência auditiva. CONTRAPARTIDA SOCIAL: d) Acessibilidade física: Os espaços utilizados para realização dos bate-papos deverão ter acessibilidade ou potencial de adaptação para o acesso de pessoas com deficiência; e) Acessibilidade para deficientes visuais: Será realizado um bate-papo com audiodescrição das cenas para pessoas com deficiência visual. f) Acessibilidade para deficientes auditivos: Será realizada um bate-papo com tradução para LIBRAS para pessoas com deficiência auditiva.
PÚBLICO ALVO: O projeto é voltado para a primeira infância, contemplando especialmente crianças de 0 a 06 anos de idade, assim seus familiares: pais, avó, irmãos mais velhos e responsáveis. O projeto atende aos seguintes Incisos do Artigo 21 da IN 02/2019: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Ficha técnica Encenação: Renato Carrera Direção de Arte e Cenário: Daniel de Jesus Iluminação: Renato Machado Elenco Principal: Andreza Bittencour, Joana Cabral e Hugo Germano Eco Oficinas: Noa Magalhães Consultoria Pedagógica: Igor Carrera Coordenação geral: Educação é Direito Currículos Renato Carrera: PRÊMIO QUESTÃO DE CRÍTICA COMO MELHOR ESPETÁCULO por VESTIDO DE NOIVA de Nelson Rodrigues. PRÊMIO QUESTÃO DE CRÍTICA COMO MELHOR ATOR por O HOMOSSEXUAL OU A DIFICULDADE DE SE EXPRESSAR de Copi. INDICADO AO PRÊMIO SHELL DE MELHOR DIRETOR por ABAJUR LILÁS de Plínio Marcos. INDICADO AOS PRÊMIOS CESGRANRIO, APTR como MELHOR ATOR por O HOMOSSEXUAL OU A DIFICULDADE DE SE EXPRESSAR. Diretor de “MALALA, a menina que queria ir para a escola”, assistido por mais de 30.000 pessoas, com temporadas no SESC GINÁSTICO, OI CASA GRANDE, IMPERATOR, TEATRO PRUDENCIAL E TEATRO PROCÓPIO FERREIRA – SP (EM 2019) – Vencedor de MELHOR PRODUÇÃO PRÊMIO CBTIJ RJ – indicado a Cenário, Identidade Visual, Preparação Corporal, Cenotécnico e Música Original, dirigiu “GISBERTA” com Luis Lobianco – CCBB RJ, BH, BRASÍLIA, LISBOA e PORTO. Em “VIM ASSIM QUE SOUBE” de sua própria autoria, atuou sob a direção de Marco André Nunes - INDICADO AO PRÊMIO SHELL MELHOR TRILHA SONORA 2018. Em 2020 escreve, dirige e atua em “IELDA – COMÉDIA TRÁGICA” Teatro SESI e Petra Gold. Dentre os principais trabalhos como diretor, podemos citar “SAVANA GLACIAL” (PRÊMIO SHELL DE MELHOR TEXTO e ELEITO UM DOS 10 MELHORES ESPETÁCULOS segundo “O GLOBO”.) e “DOIS AMORES E UM BICHO” de Gustavo Ott, com os Clowns de Shakespeare em NATAL – RN e no SESC POMPÉIA - SP. Daniel de Jesus: [PRÊMIOS] Vencedor da “Chamada Internacional de Projetos para Intervenção Urbana - OUTROS TERRITÓRIOS - 2019, com mostra de instalação artística em lacunas urbanas infraestruturais; Duas indicações ao PRÊMIO CBTIJ 2018 - Teatro para crianças, nas categorias Melhor Cenário e Melhor Programação Visual, para “Malala, a menina que queria ir para a escola”; Vencedor do PRÊMIO APTR 2016, Categoria Especial, com o aplicativo App Teatro Brasil; Duas indicações e um PRÊMIO PROFISSIONAIS DO ANO - Rede Globo - 29º; Duas indicações e um PRÊMIO ABRIL DE PUBLICIDADE 2012/2014, Editora Abril; Dois prêmios DESIGN-MG 2005, identidade visual para o espetáculo “Um homem é um homem”, Grupo Galpão, direção de Paulo José. [CENOGRAFIA] MALALA, A MENINA QUE QUERIA IR PARA A ESCOLA, direção de Renato Carrera; VIM ASSIM QUE SOUBE, direção de Marco André Nunes; DESESPERADOS, direção de João Fonseca; RIO DIVERSIDADE com os espetáculos: A FLOR CARNÍVORA, direção de Ivan Sugahara; COMO DEIXAR DE SER, direção de Renato Carrera; A NOITE EM CLARO, direção de César Augusto; AKILOQNOSKALA, direção de Carmen Kawahara; A FALECIDA 2016 e A SERPENTE 2017, direção de Renato Carrera; MAS DE TAL MODO SE APRENDE A VIVER, direção de Alessandra Gelio; TOSKÁ, direção de Renato Carrera; A PRODUTORA E A GAIVOTA, direção de João Fonseca; Renato Machado: Há quase trinta anos atuando no mercado cultural brasileiro, Renato Machado já realizou mais de uma centena de trabalhos iluminando peças teatrais, espetáculos de dança, óperas, shows, exposições etc. e é autor do livro “A Luz Montagem”, fruto da sua dissertação de mestrado, editado em 2015 pela Editora Prismas, que trata de possibilidades da iluminação cênica como ferramenta da construção teatral. Diversas vezes indicado para premiações, recebeu em 1996 o Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem, na categoria Melhor Iluminação, com o espetáculo “Tempo de Infância” da diretora Alice Koenow. Em 2003, com “Tereza de Ávila, a santa descalça”, venceu o Prêmio Shell de Teatro – RJ; prêmio que também recebeu em 2005, pelo espetáculo de bonecos “Filme Noir”. Recebeu ainda o Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil de 2010 pelo espetáculo “Marina, a sereiazinha”, o Prêmio APTR de Teatro 2010 pelos espetáculos: “Marina”, “A senhora dos afogados”, “Hamelin” e “O deus da carnificina”, o Prêmio Cesgranrio de Teatro 2014 pelo espetáculo “Fala comigo como a chuva e me deixa ouvir” , o Prêmio Botequim Cultural 2016 pelo espetáculo “Auê”, o Prêmio CBTIJ de Teatro 2016 pelo Espetáculo “A gaiola” e o Prêmio Shell de Teatro 2016 por “Uma praça entre dois prédios, próximo de um chaveiro, grafites na parede e uma árvore.” Andreza Bittencour: Atriz indicada ao Prêmio Questão de Crítica 2013 pelo espetáculo VESTIDO DE NOIVA, onde além de atuar, também é idealizadora ao lado do diretor e parceiro artístico Renato Carrera. Desde então, dá continuidade a esta parceria através da criação da VIL Cia. É formada pela Casa das Artes de Laranjeiras -1998, pela UNIRIO - bacharel em Artes Cênicas - 2004 e pela Universidade Cândido Mendes – docência em educação artística 2006. Foi uma das fundadoras e integrante do Grupo Alice 118, dirigido por Ana kfouri, ao longo de 10 anos. Últimas atuações: Savana Glacial 2010 – 2015 – Prêmio Shell de melhor texto; Vestido de Noiva – 2013 Vil Cia – indicado em 7 categorias aos prêmios Shell, Cesgranrio e Questão de Crítica sendo vencedor deste último na categoria melhor espetáculo; Carmen, de Cervantes, direção Fabio Espírito Santo – 2015; Abajur Lilás 2015 – Vil Cia – indicado ao Prêmio Shell melhor direção e VIL em 2016 Vil Cia no teatro Arena do Espaço Sesc Copacabana. Em cinema realizou um curta metragem como atriz e roteirista colaboradora no filme Santas dirigido por Roberval Duarte. O curta foi vencedor de Festival Cine Ceará na categoria melhor direção. Atualmente Andreza Bittencourt, se dedica a Vil Cia, a sua docência em Artes Cênicas e dá continuidade a seus estudos em teatro e em arte educação. Joana Cabral: Peças de teatro: “MALALA, A MENINA QUE QUERIA IR PARA A ESCOLA” de Adriana Carranca – Adaptação de Rafael Souza Ribeiro.Assistente de Direção. “QUIETINHO FEITO UM SAPO” de Eline Snel - Editora Rocco, Locutora dos exercícios de meditação que acompanham o livro. “ABAJUR LILÁS” de Plínio Marcos, Assistente de Direção. “NÃO QUERO DORMIR AGORA!” De Rodrigo de Roure, Atriz. “TRANÇA DE HISTÓRIAS”, Atriz. “AS CRIADAS”, Atriz. “O MAMBEMBE” de Artur Azevedo, Atriz. “HISTÓRIAS DE BOCAS”, Criação e interpretação: Os Arteiros Cia de Teatro/ 2008, Atriz. “ TORTURAS DE UM CORAÇÃO” de Ariano Suassuna, Atriz. “FESTIM” , Atriz. “MEU ANJINHO” de Pablo Arian, Atriz. “H.H. (INFORME-SE)” baseado na obra de Hilda Hilst, Atriz . “FIM DE JOGO” de Samuel Beckett, Atriz. “EU SOU MAIS NELSON” baseado na obra de Nelson Rodrigues, Indicada para Melhor Atriz no 5º Festival de Teatro Veiga de Almeida (1998). “CENAS DE FAMÍLIA” textos de Nelson Rodrigues, Atriz. “A CIGARRA E A FORMIGA” baseado na obra de LaFontaine, Atriz. “UBU REI” de Alfred Jarry, Atriz. “SUA INCELENÇA, O NORDESTE” , Atriz. “UM TRÁGICO ACIDENTE” , Atriz. “ESTAÇÃO BAIXO GÁVEA” , Atriz. “I’M TUPINYQUIM”, Atriz. “O DUELO”, Atriz. Hugo Germano: Ator e autor de contos publicados, Hugo Germano, aos 28 anos, nascido no Rio de Janeiro,possui vasta experiência teatral e papéis na televisão e no cinema. No teatro atuou nos espetáculos “Moleque Pizindim” supervisão geral de Marcelo Vianna e direção artistica de Antonio Karnewale. “Flor Tapuya”, direção de Antonio Karnewale. “Histórias de Jilú” , “Malala, a menina que queria ir para a escola” , “Vestido de Noiva” direção de Renato Carrera. “Trans - Hamlet - Formation”, Direção de Márcio Januario. “Musical,Cartola o Mundo é um moinho, direção de Roberto Lage. “A Cuíca do Laurindo”, com direção de Sidnei Cruz, no qual foi indicado pelo prêmio Cesgranrio, categoria melhor ator em musical. “Musical Dona Ivone LARA, um sorriso negro”, direção: Elísio Lopes Jr. Atualmente trabalha no espetáculo: Macunaíma, uma rapsódia musical, direção de Bia Lessa. Fez parte do elenco de apoio do filme “Desenrola” de Rosane Svartman e da sua continuação em minisérie da Multishow “Desenrola Ai”. Participou da novela “Malhação – Vidas Brasileiras”- Rede Globo (2018/2019), e da série “Sob Pressão”- Rede Globo 2018.
PROJETO ARQUIVADO.