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Festival de cinema, com foco no público universitário e em produções estudantis, que ocorre em Curitiba, na Cinemateca, sala de cinema da Fundação Cultural do município, sempre no segundo semestre. Com 3 edições realizadas entre 2017 e 2019, e outra a ocorrer em 2020, o evento busca suprir uma lacuna existente no circuito cultural da cidade, que não possuía festival deste viés. O evento, com 5 dias de duração, conta com Mostra Competitiva, voltada para curtas de até 30 minutos, Mostra Panorama, Mesas Temáticas, Oficinas de Cinema para adolescentes, Laboratório de Desenvolvimento de Projetos e sessões especiais de Encerramento ou Abertura. Possui também uma versão do evento para internet e televisão, o MetrôTV. Todas as atividades são gratuitas, democratizando o evento e permitindo a participação de um variado público, e as exibições são acompanhadas de debates, já que promover o pensamento e a reflexão acerca do cinema é um dos pilares do festival. www.metrouniversitario.com.br
OBS: As obras audiovisuais exibidas no festival – os curtas universitários – serão determinados durante a pré-produção do evento, passando por uma fase de inscrição, curadoria, seleção e programação destes, assim como os projetos escolhidos para o laboratório. E as mesas temáticas, são escolhidas após a curadoria, pois os temas costumam ir de acordo com urgências verificadas nos filmes inscritos.
OBJETIVO GERAL Como objetivo principal, o festival pretende contribuir para o circuito cultural de Curitiba e do Brasil, promovendo um ambiente de encontro e discussão que incentive a realização cinematográfica por jovens realizadores, estudantes de instituições de ensino e com participação de professores. A partir da promoção e da exibição de filmes instigantes, tendo como conceito curatorial um olhar abrangente, que selecione obras tanto de experimentação quanto de tradição, incentivar o surgimento de novos talentos cinematográficos curitibanos e brasileiros e se firmar como um dos festivais universitários mais importantes do país. Por meio do MetrôLab, oficina dedicada ao auxílio na formatação de projetos, auxiliando estudantes a entrar no mercado de trabalho e no universo dos editais e leis de incentivo; E através de oficinas de cinema de contrapartida social, que incluem estudantes pre´-universitários e professores de instituições localizadas em bairros de baixa renda, tornando a cultura acessível; Com tudo isso, fortalecer as áreas de formação, produção e exibição de filmes brasileiros. Partindo do conceito de "formação do olhar", a intenção e´ estimular a formação intelectual e profissional, por meio do festival em si, que exibe e debate filmes realizados durante a universidade - período tipicamente de formação - e, também, ajudar a treinar o olhar de estudantes jovens, que ainda não tenham entrado na universidade. Através do MetrôTV, uma websérie seriada para internet, que poderá ser exibida também em TV, que exibe uma seleção dos filmes que se destacam nas edições, num formato tradicional que reúne a exibição do curta escolhido, mais entrevista com realizadores, bastidores dos filmes e/ou intervenções gravadas para o programa, permitir que estes filmes e o festival em si cheguem ao maior número de expectadores possíveis, não só aos frequentadores do evento, democratizando e dando maior acesso aos conteúdos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar os dois produtos a seguir: 01) Realizar 01 festival de cinema universitário, em Curitiba/PR, com entrada gratuita, destinado prioritariamente aos estudantes, sobretudo universitários, com 05 dias de duração, com sessões com exibições de filmes (ao menos 11 sessões), debates após as sessões, laboratórios de projetos, oficinas de cinema, mesas temáticas, cerimônias de abertura e encerramento, e premiações, em sala de cinema pública da cidade, com capacidade para 104 pessoas, no segundo semestre do ano, aproximadamente em outubro. E alcançar um público estimado de 1.000 pessoas. 02) Contrapartida Social: Realizar uma oficina de audiovisual para adolescentes de baixa renda de 13 a 18 anos e professores de ensino público, participação de no mínimo 20 pessoas, em parceria com alguma instituição de ensino, com carga horária total de 30 horas. Sendo que o item 01, pormenorizadamente, consiste: Realizar no mínimo, 3 sessões competitivas e sessões panoramas, abertura e encerramento, debates pós-sessões, 2 mesas temáticas, 1 laboratório de projetos, 1 oficina de audiovisual para adolescentes e 1 sessão de premiação. Durante o festival, realizar um laboratório de projetos de curta-metragem para universitários, o Metrôlab, com duração de 3 encontros de 3h cada, visando o aperfeiçoamento destes, com consultores de roteiro, produção e direção. Premiar os filmes e projetos selecionados pelos respectivos júris, prêmios estes que consistem em troféus simples e/ou certificados, acompanhados de 01 livro sobre cinema ou artes, pois acreditamos no incentivo à leitura e, sobretudo, num viés pedagógico para o festival. São no mínimo 03 prêmios do Júri Oficial, 01 prêmio do Júri Universitário e 01 do MetrôLab. Oferecer debates após todas as sessões competitivas e sessões especiais, com a presença de representantes dos filmes da sessão, especialmente diretores e produtores, mediados por um integrante do festival ou convidado, muitos deles professores. E sempre que possível, dependendo da presença de no mínimo um realizador da sessão, realizar também os debates nas sessões paralelas. Possuir 01 Júri Oficial, composto por no mínimo 02 profissionais ou expertos da área, 01 Júri Universitário, composto por no mínimo 03 estudantes pré-selecionados através de uma candidatura aberta, e 01 Júri Metrôlab, composto por no mínimo 02 profissionais ou especialistas da área, para julgamento dos projetos. Cobrir as despesas parciais ou integrais de viagem e hospedagem, para realizadores vindos de outras cidades para participação no festival, especificamente nos debates e laboratório, pois um dos objetivos do festival é promover esses encontros entre os estudantes de todo país. Realizar mesas temáticas, no mínimo 02, com profissionais, expertos e/ou educadores do audiovisual, com assuntos a serem ainda definidos, relacionados à curadoria da edição. Produzir material e estratégia de divulgação e imprensa do festival _ como atualizar website pré-existente do festival com notícias, divulgações e demais, assim como com as redes sociais; assessoria de imprensa; criar materiais de divulgação impressos e eletrônicos, como cartazes, flyers, programas, vinheta, pílulas para redes sociais, cobertura fotográfica do evento, entre outros. Produzir o MetrôTV, websérie com em torno de 08 episódios de aproximadamente 20 minutos cada, que exibe os curtas que se destacaram em edições passadas do festival Metrô, em episódios que consistem majoritariamente na exibição do filme, mas pode incluir entrevistas, bastidores da produção, intervenções gravadas e/ou materiais de arquivo, e disponibilizar gratuitamente os programas em canais de internet, redes sociais e canais de tv públicos, principalmente os universitários. Buscando atingir um público de ao menos 10 mil pessoas.
A escolha do nome Metrô joga de maneira lúdica com justamente a ideia de conexões e ligações: diferentes espaços conectados pelo movimento, em linhas que se entrelaçam, dando aspecto dinâmico à cidade (da região norte à sul em 10 minutos!). Trata-se, também, de uma pequena brincadeira: ha´ tempos paira sobre Curitiba a promessa da construção do metrô, algo que já faz parte do folclore local. Um festival de cinema universitário não deixa de ser um metrô, cujas linhas se espalham não só por Curitiba, mas pelo Brasil inteiro, possibilitando o deslocamento dos mais diversos filmes, realizados durante uma das mais intensas, movimentadas e, claro, passageiras, fases da vida, que e´ a universitária. Dos mais de 100 festivais de cinema no Brasil, ate´ 2017 apenas 2 ocorriam de forma permanente e anual em Curitiba: o Olhar de Cinema, festival internacional que costuma exibir filmes já com algum respaldo no universo dos festivais; e o Curta Oito, voltado a uma bitola específica: o super 8. Ou seja, Curitiba não fornecia espaço próprio para a exibição de curtas de cineastas em formação, um tradicional berço de novos talentos do cinema brasileiro. Esta lacuna foi uma das grandes motivações para a criação do Metrô em 2017. Os positivos resultados demonstrados pelas três primeiras edições - tanto na presença do público como no número de inscrições de filmes - comprovam a demanda existente para um bem sucedido festival universitário. Na sua 1ª edição, o festival recebeu 420 inscrições de filmes, em 2018 o número de inscrições chegou a 614 e em 2019 foram 426 inscritos, incluindo médias e longas, recebidos de todo o Brasil, a exceção de apenas três estados (RO, RR e AC). Na 2ª edição, o festival teve a presença de mais de 30 estudantes/realizadores vindos de CE, BA, PB, RS, SC, GO, MG, SP, RJ, além é claro, do PR. Na 2ª edição, o MetrôLab, laboratório de projetos, recebeu mais de 40 inscrições e teve participantes de 5 estados. Curitiba e´ uma cidade onde a vida acadêmica e´ efervescente. O curso de cinema da UNESPAR já tem mais de uma década e segue contando com cadeiras de orientação prática e diversos TCCs, em forma de filme, realizados a cada semestre. Ingressam 30 novos alunos semestralmente, o que totalizam aproximadamente 200 matriculados. A mesma instituição fornece um curso de pós-graduação com ênfase em produção, e um recém-criado curso de mestrado. Cursos de jornalismo e publicidade, em diversas universidades, contam com a matéria "Cinema" em seus currículos. Cursos de design gráfico, possuem também a cadeira de "Animação" nas suas grades. Além da existência de cursos livres de cinema na cidade, de instituições como o Centro Europeu e a Hollywood Film Academy. Podemos contar mais algumas centenas de alunos. Em 2017, o Metrô teve 57 filmes paranaenses inscritos e 10 selecionados, em 2018 foram 69 inscritos e 15 selecionados, e 2019 foram 78 inscritos e 25 selecionados _ números crescentes. Mas não e´ so´ Curitiba que produz um grande volume de filmes universitários. Os diversos cursos de cinema espalhados pelo Brasil são análogos à própria diversidade do país: cada qual tem suas peculiaridades, seus gostos, seus modos de produção. Existem diversos cinemas brasileiros e propiciar os encontros entre essas diferentes regiões, estas múltiplas maneiras de pensar, so´ ajudam na compreensão da(s) complexa(s) identidade(s) brasileira(s), tanto por parte dos acadêmicos quanto do público. Esses dados mostram a efervescência da produção universitária brasileira atual, formada por muitos estudantes que já realizam e buscam seu espaço no mercado. Logo, o Metrô se justifica, primordialmente, como um segundo espaço de formação de novos realizadores para além da academia ou dos cursos livres de audiovisual. O festival tem como objetivo a médio prazo (3 a 5 anos) se firmar como: o mais importante festival universitário do país; um conhecido ponto de encontro entre estudantes/realizadores de todas as regiões do país; um grande aliado na passagem dos estudantes de cinema da universidade para o mercado de trabalho. Como produção, o festival também está se estruturando melhor a cada edição. A organização de equipe proposta para esta edição possui Direção Geral, além de pessoas responsáveis específicos para as coordenações artística, pedagógica, gráfica e do MetrôLab. A vinda dos realizadores de fora também está prevista, com oferta de hospedagem e translado aos selecionados, garantindo a troca de experiências e atribuindo assim ainda maior importância ao festival. Por fim, ressaltamos a importância de consolidar o Metrô como um festival permanente e anual _ e não apenas esporádico. A aprovação e garantia de uma 5ª edição no ano 2021, e possibilidade de renovação anual, podendo agregar empresas privadas ou públicas de outros ramos, mas com intuito de promoção social e cultural, fortalece desde já este evento que solidifica uma imagem de polo pensante e formador de cinema. As universidades locais, entes apoiadores do festival, das mais variadas maneiras _ geralmente com divulgação do evento ou com a participação de professores nas mesas temáticas _, não possuem orçamento ou equipe disponível para a realização de um evento dessa magnitude. O Metrô é realizado pela produtora curitibana de cinema O Quadro, com a produção associada do Estúdio Tijucas, produtora audiovisual com forte inclinação para o design gráfico e animação. Ambas são responsáveis por produções audiovisuais e produções culturais diversas, já com vasta experiência nesse mercado. Pelos motivos elencados, sobretudo nestes dois parágrafos anteriores, é que a Lei de Incentivo à Cultura se torna um parceiro ideal. Vale ressaltar ainda que o Estado do Paraná, através de suas estatais, é forte apoiador de projetos culturais inscritos na Lei de Incentivo à Cultura, abrindo regularmente chamadas para seleção, o que faz da referida lei um forte viabilizador do evento. Sendo assim, podemos afirmar que o referido projeto se enquadra no mínimo nos incisos I, VIII e IX do Art. 1º da Lei n° 8.313/91, e que serão alcançados os objetivos constantes no inciso II, alíneas C e E, do Art. 3º da Lei n° 8.313/91.
Festival: 5 dias de duração, período tarde e noite, sessões de filmes com aproximadamente 60 filmes exibidos, debates e mesas de discussão, e entrada gratuita. Metrôlab: 3 dias de duração, 3 horas cada, período manhã ou tarde, 9 projetos, 9 consultores e 2 coordenadores, e participação gratuita. Oficina: 3 encontros, 3 horas cada, 2 turmas, 20 participantes mínimo, 2 ministrantes e 1 coordenador, e participação gratuita. MetrôTV: 8 episódios, aproximadamente 20 minutos cada, com no mínimo 8 curtas destacados pelo festival exibidos, com estreia semanal (provavelmente às quintas-feiras), liberação gratuita online no Youtube e Facebook e possibilidade de exibição no Canal Universitário (UFPRTV) e outros canais públicos/comunitários que se interessarem. Material de divulgação: 1 página website, 3 redes sociais, programação impressa e virtual dos eventos, assessoria de imprensa. Projeto pedagógico: 1 coordenador pedagógico, responsável pela concepção e supervisão das ações referidas em seguida, destinada à estudantes; debates pós sessões com os realizadores, com um moderador e participação do público; mesas temáticas com expertos, um moderador, um tema central e respectivos desdobramentos; laboratório de projetos, com coordenadores, consultores, e participação e orientação de projetos pré-selecionados; seleção e orientação do Júri Universitário, composto por estudantes que voluntariamente participarão da premiação de um filme na competição; premiação de livros sobre audiovisual a realizadores premiados e demais participantes escolhidos.
O local de realização é acessível, com rampas de acesso, corrimãos, banheiros adaptados, lugares reservados à portadores de locomoção limitada, garantindo a possibilidade de inclusão. Será realizada no mínimo 1 (uma) sessão de curtas com legendas audiodescritivas, LIBRAS e audiodescrição. Possivelmente uma sessão especial, substituindo alguma das mostras Panoramas, no dia da abertura, encerramento ou no sábado, pois é nosso interesse que essa sessão ocorra em data e horário de qualidade dentro do evento.
Todos as sessões e eventos do Metrô são abertas ao público e possuem entrada gratuita, de forma a permitir a participação de um público variado. Estimula-se prioritariamente a participação de alunos e professores da área audiovisual ou correlatas. Através do MetrôLAB, laboratório de roteiro e produção de curta-metragem, com inscrição gratuita, possibilitamos o acesso de estudantes universitários à profissionais e mecanismos do mercado cinematográfico, auxiliando na profissionalização desses estudantes. Oferta de passagens e hospedagem aos realizadores selecionados de fora de Curitiba, permitindo a vinda dos mesmos ao evento, contribuindo para um festival mais rico e promovendo conexões entre a cidade e realizadores de todo o país. Realizar como contrapartida social, uma oficina de audiovisual para jovens e professores em região com baixo índice IDH da cidade de Curitiba, que estimulem a recepção crítica do audiovisual por meio da apresentação prática das ferramentas que compõem sua linguagem. Como contrapartida social, podemos levar em conta também, que todas as atividades do festival são gratuitas, farmativas quanto ao estímulo cultural e profissional, e destinadas sobretudo à estudantes e muitas vezes com participação de professores. O público é formado prioritariamente por estudantes e professores, numa proporção muito acima de 50%.
Produtora O QUADRO (Proponente e responsável pelo Gerenciamento do projeto) Possui entre seus dirigentes, os integrantes da equipe do Metrô referidos abaixo, com suas respectivas funções no evento – Christopher Faust, Wellington Sari e Anderson Simão. Sendo assim, além de responsável diretamente pela Administração do projeto (proponência, coordenação de contratos, pagamentos, contrapartida social e prestação de contas), executa indiretamente, através de seus integrantes, funções que determinam a concepção estética e estrutural do festival e a execução do evento. Christopher Faust (Coordenador Pedagógico) Formado em Cinema pela FAP/UNESPAR, é diretor, roteirista, produtor e montador de cinema. Criador e Diretor Geral do Metrô - Festival do Cinema Universitário Brasileiro (2017 e 2020), é sócio fundador da produtora de cinema O Quadro, dirigiu e escreveu os curtas-metragens “Garoto Barba”. “O Último Dia”, “Máquina de Sorvetes”, “Coloridos”, “Tudo Bem”, “Festa no Apartamento da Suzana”, “Meu Amigo Virtual” e “Garoto Propaganda. Já realizou projetos contemplados em editais nacionais e regionais, e teve trabalhos exibidos em emissoras como Tv Brasil, Canal Futura, Canal Brasil, Canal Woohoo, Prime Box Brazil, RPC TV, entre outros. Seus curtas já foram exibidos e premiados em diversos festivais nacionais e internacionais. É também o produtor executivo dos longas-metragens “Bye Bye Jaqueline”, “Euller Miller Entre Dois Mundos” e “Bia Mais Um”, este último ainda em pós-produção. Wellington Sari (Diretor Geral) Um dos diretores do Metrô, Wellington Sari é cineasta e crítico. Formado nos cursos de cinema e jornalismo, dirigiu, entre outros, os curtas “Monique ao Sol”, “Surf Surf” e “Coração Azul”, além de ter escrito o média “Dias de Trovão” e o longa “Bye Bye Jaqueline”. Atualmente, finaliza seu primeiro longa-metragem como diretor. Foi membro da equipe da revista Contracampo (www.contracampo.com.br) e contribui para as revistas Interlúdio (www.revistainterludio.com.br) e Janela (www.janela.art). É um dos fundadores da produtora O Quadro. Anderson Simão (produtor executivo) Produtor e diretor de Cinema. Graduado em Cinema pela FAP/Unespar. Sócio da produtora O Quadro. Dirigiu recentemente o seu primeiro longa-metragem, Bye Bye Jaqueline, atualmente em distribuição comercial, o qual assina também a produção executiva deste. Tem vasta experiência na produção executiva de curtas, médias e alguns longas metragens, ambos exibidos em diversos festivais e licenciados para variados canais de TV, como a Turner América Latina, Prime Box Brazil, entre outros. Fez a produção local, por três anos consecutivos, da Mostra de Cinema e Direitos Humanos. É produtor executivo do Metrô desde sua primeira edição. Além de, como produtor executivo, ser frequentador de diversos festivais e mercados de audiovisual e/ou economia criativa, e de rodadas de negócios. ---------------- PROFISSIONAIS EXTERNOS À PROPONENTE Gustavo Piaskoski (diretor/coordenador de Comunicação) Ator e cineasta, iniciou seus estudos no teatro em 2013. Atualmente é bacharelando em Teatro na PUC-PR. Possui formação no curso de cinema do Centro Europeu – 2018. Formou-se em cursos livres na escola Pé no Palco em Curitiba e na conceituada escola teatral do Rio de Janeiro, CAL (Casa de Artes das Laranjeiras). Na televisão fez seu primeiro trabalho em 2015 na novela “I Love Paraisópolis” da Rede Globo. Em 2017 fez uma participação em “Malhação – Viva a diferença” e no mesmo ano atuou na novela “Tempo de Amar”, e em 2019 atuou na novela “A Dona do Pedaço” todas da mesma emissora. No cinema Gustavo atuou em diversos curtas e longas. É coordenador e professor do Curso de Cinema do Centro Europeu, além de ministrar cursos de Interpretação para Cinema e Mídias Sociais, Consultoria de Imagem, VideoMaker e outros. Gabriel Borges (diretor Geral) Cineasta e integrante do Coletivo Coco Filmes, grupo de realizadores de projetos audiovisuais e de formação de público. Realizador de filmes, ministrante de oficinas e curador/programador de festivais, atualmente cursa o Mestrado em Cinema e Artes do Vídeo do Programa de Pós-Graduação (PPG-CINEAV) da Unespar e é Bacharel em Cinema e Audiovisual, formado em 2021. Caroline Biagi (coordenadora Metrô Lab) Graduada em Cinema pela FAP/UNESPAR e Pós-Graduada em Produção de Arte e Gestão de Cultura pela PUCPR. Roteirizou e dirigiu os curtas metragens “Agosto” (2012), “O Fim do Verão” (2015), “Noite Púrpura” (2016). Seu mais recente curta, "Brasil x Holanda" (2018), recebeu menção honrosa no Laboratório de Projetos de Curta-metragem do Festival Curta Cinema, e estreou recentemente no 29º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo. Desenvolve atualmente o roteiro de seu primeiro longa-metragem, “O Sol e o Peixe”, aprovado no edital Prodav 05 do FSA. Henrique dos Santos (coordenador Metrô Lab) Roteirista, formado em Cinema pela FAP/UNESPAR. Roteirizou a série de tv “Nóis por Nóis”, projeto contemplado no edital PRODAV TVS PÚBLICAS; recebeu recentemente o prêmio de Melhor Roteiro para Curta-metragem no festival ROTA (Festival de Roteiro Audiovisual/RJ) por “O Casamento de Cristina”, e foi finalista no concurso de roteiros do FRAPA (Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre) com seu primeiro roteiro de Longa “Deserto Particular”, já contemplado com recursos do FSA, dirigido por Aly Muritiba em 2019, com lançamento em breve.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.