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PRONAC 202804Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Memórias da Chuva - Documentário

Irê Brasil Produções artísticas
Solicitado
R$ 596,3 mil
Aprovado
R$ 596,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2021-06-28
Término
2022-06-28
Locais de realização (3)
Fortaleza CearáJaguaribara CearáOrós Ceará

Resumo

Realizar documentário de média-metragem, de aproximadamente 65 minutos, com o objetivo de resgatar a história dos municípios cearenses de Jaguaribara e do distrito de Conceição do Buraco, submersos respectivamente pelos Açudes Castanhão e Orós. A produção também busca apontar os desafios de vida dos sertanejos durante longos períodos de estiagem e a influência dessas vivências na cultura nordestina. Formato: Full HD. Classificação Indicativa: Livre.

Sinopse

Após de 19 anos de inauguração, em 2001, o açude Castanhão, principal fonte de abastecimento de Fortaleza, tem resistido há 8 anos de estiagem, acumulando entre 2,5 a 5% de sua capacidade. Desde 2012 que as chuvas na região têm sido suficientes para garantir água para apenas alguns meses. A situação é preocupante. A capital cearense está beira de um colapso hídrico. Passados cinco séculos dos primeiros registros de seca no sertão e de várias políticas de combate à seca, a irregularidade das chuvas castiga até hoje o sertanejo, obrigando-o a deixar sua terra e mudar de ofício. As histórias de Jaguaribara e Conceição do Buraco são exemplos de como a seca transforma a vida de um povo. Jaguaribara foi tomada pelas águas do Castanhão e Conceição do Buraco pelo Orós. Quando esses moradores foram obrigados a deixar a terra natal para que fosse tomada pelas barragens, a promessa era de que a vida no sertão seria melhor. Os jaguaribarenses, para evitar o mesmo destino dos moradores de Conceição do Buraco, que se dispersaram pelos distritos de Guassussê, Palestina, Igarói e Santarém, lutaram para que uma nova cidade fosse construída, mantendo a referência da comunidade. Hoje a percepção dos jaguaribarenses é de que a mudança trouxe mais perdas do que ganhos. Da velha cidade só restou lembranças.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: O documentário de média-metragem, de aproximadamente 65 minutos, busca resgatar a história dos municípios cearenses de Jaguaribara e Conceição do Buraco, submersos pelas águas dos açudes Castanhão e Orós, que foram construídos com o objetivo de fornecer água para Fortaleza, capital do estado. Ao mesmo tempo o documentário também apresenta narrativas dos jaguaribarenses e oroenses, que mesmo morando muito próximos aos reservatórios, tem a vida impactada por oito anos consecutivos de estiagem, tendo inclusive que lidar com racionamento de água em suas cidades. Além das entrevistas com personagens, utilizando a técnica do cinema direto, de Jean Rouch, o documentário irá trabalhar com imagens de filmes de ficção e documentários que abordam a temática da chuva e da seca. Entre eles, "A chuva", de Joris Ivens, "Aruanda", de Linduarte Noronha, "Vidas secas", de Nelson Pereira dos Santos, "O País de São Saruê", de Wladimir de Carvalho, dentre outros. Utilizaremos também arquivos jornalísticos que tratam das antigas frentes de serviços, criadas no nordeste brasileiro para controlar a migração em massa de trabalhadores rurais para a capital. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1) Produzir um documentário de média-metragem, de aproximadamente 65 minutos, que resgata a história da construção dos açudes Castanhão e Orós, os impactos e processos de mudanças dos respectivos municípios cearenses durante e após a finalização das obras, os desafios de vida dos sertanejos durante longos períodos de estiagem e a influência dessas vivências na cultura nordestina. 2) Distribuir gratuitamente 100 DVDs do filme com instituições públicas de ensino, Secretarias de Cultura e Secretaria do Audiovisual. 3) Exibição de estreia na edição de 2022 do Cine Ceará - Festival Ibero-americano de Cinema. Entrada Gratuita. Público estimado: 500 expectadores. 4) Exibição gratuita do documentário nos municípios de Orós e Jaguaribara, uma em cada cidade. Estimamos o público de 500 pessoas em cada sessão. Total: 1.000 expectadores. 5) Contrapartida Social: Realizar em escola públicas de Fortaleza 10 sessões de exibição do filme, seguida de debate, com o tema "O uso de produções audiovisuais na educação", tomando o exemplo do documentário Memórias da Chuva. Público Beneficiado: alunos e professores. Público por sessão: 25 pessoas. Público total beneficiado pela ação: 250 pessoas. 6) Disponibilizar o filme gratuitamente para exibição em TVs públicas educativas e culturais.

Justificativa

A estiagem, a gestão da água e dos recursos humanos são dificuldades de interesse da administração pública e que impactam a vida dos sertanejos desde que as primeiras colônias se instalaram sertão adentro. O primeiro registro de grande seca no Nordeste é de 1559, publicado no livro "História da Companhia de Jesus no Brasil". A migração em massa das populações sertanejas em busca de oportunidades e sobrevivência em outras regiões contribuiu para formação do cenário urbano das grandes metrópoles brasileiras. A irregularidade das chuvas e suas consequências são questões caras para a região nordeste e o estado do Ceará. Açudes e barragens são construídos com o intuito de amenizar os efeitos da falta d’agua durante os períodos de estiagem. A partir dos anos de 1990, a retomada desenvolvimentista fomentou grandes empreendimentos em todo território nacional. No Ceará, a construção do Açude Castanhão é um exemplo desta política. Engenheiros especialistas em açudagem como Dr. Cassio Borges, defendiam outro projeto, a construção de açudes de médio porte distribuídos dentro do semiárido cearense, a fim de minimizar a perda de água para a evaporação. O Castanhão foi concebido com a expectativa de solucionar a falta de água no Ceará e gerar riquezas em seu entorno. Devido à grandiosidade dessa obra, toda a população de Jaguaribara foi removida de suas casas para ocupar uma nova Jaguaribara, tornando-se a primeira cidade planejada construída no Ceará. Anos antes, na década de 1960, o mesmo aconteceu com os moradores de Conceição do Buraco, em Orós. O inesperado, porém, é que apesar dos açudes ocuparem grande parte do território dessas cidades, seus moradores seguem sofrendo as consequências da seca. A desesperança e o descontentamento se misturam com a saudade e lembranças das antigas moradas afogadas pelas águas. Hoje, após anos de chuvas escassas, as ruínas das antigas cidades estão expostas. A produção busca apresentar ao público um registro cinematográfico da história recente do Ceará, a visão de quem teve a vida impactada diretamente por essas grandes obras e sensibilizar os espectadores sobre a importância do uso racional da água. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se justifica na medida em que o projeto tem como objetivo a preservação da memória histórica recente do estado do Ceará, o fortalecimento da identidade cultural do povo cearense e a ampliação do acesso da população aos bens e serviços culturais (Art. 1º). Além de impulsionar a indústria audiovisual cearense, promovendo e estimulando a regionalização cultural, o documentário valoriza e permiti difundir nossa história e nossas expressões culturais (Art 1º). Conforme Art. 3º da Lei 8313/91, apresentamos as seguintes iniciativas de estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais: o documentário será disponibilizado gratuitamente para exibição em TVs públicas educativas e culturais. Exibição gratuita do documentário em Fortaleza, Orós e Jaguaribara, uma em cada cidade. Distribuição gratuita de 100 unidades do DVD do filme com instituições públicas de ensino, Secretarias de Cultura e Secretaria do Audiovisual (Art. 3º). Como Contrapartida Social, o projeto propõe realizar em escolas públicas de Fortaleza 10 sessões de exibição do filme, seguida de debate, com o tema "O uso de produções audiovisuais na educação", usando como exemplo o documentário Memórias da Chuva, beneficiando alunos e professores da rede de ensino da cidade (Art. 3º).

Estratégia de execução

MAYARA MAGALHÃES (PALESTRANTE) Graduada em Ciências Sociais na Universidade Federal do Ceará (2007), fez mestrado (2010) e doutorado (2016) em Sociologia na mesma Universidade. No Doutorado pesquisou recepção de telenovelas em grupos de discussão em redes sociais. Concluiu cursos de formação complementar em roteiro e fotografia. Na UFC foi bolsista no setor de Educação Continuada na Pró-Reitoria de Extensão, prestando apoio técnico, atuando em organização de eventos e participando de comissões examinadoras na área de arte e cultura. Em 2013 trabalhou como assistente técnica na Coordenação de Criação e Fomento, da Secretaria de Cultura de Fortaleza. Hoje atua como produtora cultural na área do audiovisual. No Mercado Audiovisual do Nordeste, MAN, prestou serviços de produção em 2016 e 2017. De 2015 a 2019 trabalhou no Cine Ceará, dentre as atividades, coordenou cursos ou organizou seminários. Atualmente realiza pesquisas e escreve sob supervisão para documentários. Experiências Profissionais• Atual: Longa-documentário “Memórias da Chuva”, Direção: Wolney Oliveira. Atividade: Argumento. • 2019: 29º Cine Ceará - Festival Ibero-americano de Cinema. Fortaleza. De 30 de agosto a 06 de setembro. Atividades: Assessoria de Relações Institucionais e Gestão de Projetos. • 2018: 28º Cine Ceará - Festival Ibero-americano de Cinema. Fortaleza. De 04 a 11 de agosto de 2018. Atividades: Produção e Coordenação de Cursos. • 2018: I Anima Ceará – Festival Nordestino de Animação, Game e Web. Fortaleza. De 23 a 26 de maio de 2018. Atividades: Coordenação de Produção. • 2017: 27º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema. Fortaleza. De 05 a 11 de agosto de 2017. Atividades: Produção I Seminário – Descentralização da Produção Audiovisual do Centro-oeste, Norte e Nordeste – CONNE. Produção e Coordenação do Curso Cinema e Literatura. • 2016: 2° Mercado Audiovisual Cearense - MAC. Fortaleza. De 26 de agosto a 1º de setembro. Atividade: Coordenação de Produção. • 2016: 26º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema. Fortaleza. De 16 a 22 de junho. Atividade: Assistente de produção. • 2015: 25º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema. Fortaleza. De 18 a 24 de junho. Atividade: Assistente de produção. • 2013: Secretaria de Cultura de Fortaleza – Secultfor. Local: Coordenação de Criação e Fomento. Atividades: apoio técnico e administrativo. • 2010: Plano de Ações Articuladas – PAR (MEC/UFC/Seduc). Cargo: Bolsista. Atividades: apoio administrativo e organização de eventos. • 2004 – 2007: Pró-reitora de Extensão. Cargo: Bolsista. Principais atividades: apoio administrativo e comissão organizadora de eventos. Qualificações Complementares• Dramaturgia e roteiro para série, ficção e TV. Curso ministrado por Marton Olympio. Fortaleza-CE. Casa Amarela Eusélio Oliveira. Período: 01 a 05 de junho de 2019. 30h/a • “O que é um documentário?”. Minicurso ministrado por João Moreira Salles. Fortaleza-CE. Porto Iracema das Artes. Período: 05 a 08 de novembro de 2018. 14h/a • “O processo criativo da cineasta Laís Bodanzky”. Master Class ministrada por Laís Bodanzky. Brasília-DF. 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. 23 de setembro de 2017. Carga Horária: 2h/a • Seminário “Do planejamento a prestação de contas”. Ministrado pelos consultores da Ancine: Rodrigo Camargo e Maurício Bortoloti. Fortaleza. Ancine/UFC/Casa Amarela Eusélio Oliveira/Cine Ceará/Câmara Setorial do Audiovisual. Período: 22 e 23 de junho de 2017. Carga horária: 11h/a • Roteiro: O básico e o essencial na escritura cinematográfica. Ministrado por: Daniel Tavares. Fortaleza. Porto Iracema das Artes. Período: 27 a 31 de maio de 2016. • Oficina de Criação e Elaboração de Roteiros. Ministrado por: Orlando Senna. Fortaleza. 24° Cine Ceará/Casa Amarela Eusélio Oliveira/UFC. Período: 17 a 20 de novembro de 2014. Carga horária: 12h/a • Curso de apreciação de Arte: “Imagem e Memória – Retrato e História da Arte”. Fortaleza. Centro Cultural Banco do Nordeste. Período de 24 de julho à 27 de julho de 2012. Carga horária: 12h/a • Curso Básico em Fotografia. Casa Amarela Eusélio Oliveira/ Universidade Federal do Ceará. Fortaleza. Conclusão: 2011. Carga horária: 60h/a Palestras/oficinas• 2017: XI Semana de Humanidades da UFC. Mesa Redonda. Literatura, Novela e Internet: sobre a atualidade da metodologia da recepção na pesquisa social. Autor(es): Cristian S. Paiva, Roberta Manuela Barros de Andrade, Mayara Magalhães Martins e Marcelle Jacinto da Silva. Local: Universidade Federal do Ceará. 18 de outubro de 2017. • 2010: Projeto Misturas Culturais. Fortaleza. Palestrante: A produção das Corporeidades femininas na modernidade. Local: Museu da Imagem e do Som do Ceará. 18 de março. • 2009: II Encontro Regional de Estudantes de Ciências Sociais/Nordeste. Crato-CE. Facilitadora de curso de curta duração em Sociologia da Alimentação. Local: Universidade Regional do Cariri (URCA). 29 de abril a 3 de maio.

Especificação técnica

Produto 1 (Principal): 1 documentário de média-metragem (até 65 minutos). Formato: Full HD. Classificação Indicativa: Livre. Produto 2 (Exibição): Exibições gratuitas do documentário das cidades de Fortaleza, Orós e Jaguaribara. Produto 3 (Contrapartida Social): Debate: “O uso de produções audiovisuais na educação" Programação Carga Horária: 1h:30min 10 sessões Sinopse: No Brasil, a partir década de 1960 as produções audiovisuais tornaram-se mais presentes no cotidiano dos brasileiros através da TV. Nos últimos anos, com a interiorização da televisão, do cinema e da internet, jovens e adultos estão cada vez mais expostos a produções audiovisuais. Neste contexto de muita oferta, é importante que o espectador conheça e seja estimulado a consumir diversas linguagens. Expandir e qualificar o domínio da linguagem audiovisual favorece um uso mais adequado dessas produções como fonte de informação e conhecimento. Compreender como o cinema utiliza recursos cênicos e dramáticos para compor suas narrativas é fundamental nesse processo de aprendizagem. Com o objetivo de contribuir com as questões acima, propomos este debate. Objetivos Gerais: Apresentar a comunidade escolar o documentário cujo tema é a seca e a gestão da água no Ceará. Explicar aos alunos sobre o processo de produção de obras cinematográficas. Estimular nos alunos o interesse em consumir a produção cinematográfica nacional, e em especial a local. Objetivos Específicos: 1) Contribuir para o cumprimento da Lei nº 13.006, de junho de 2014, que determina a exibição de duas horas mensais de filmes de produção nacional nas escolas de Educação Básica. 2) Ampliar o acesso a diferentes linguagens de cinematográficas. 3) Estimular práticas educacionais voltadas para o audiovisual. Conteúdo Temático: ● O que é o documentário? ● O que é o documentário histórico? ● Exposição do processo de produção do documentário “Memórias da Chuva”, explicando como se deu o trabalho da equipe na pré-produção, produção e pós-produção. ● Descrição de como os elementos estéticos foram combinados no filme. ● Questão para debater com a plateia: A água é um bem essencial, porém finito, como usar esse bem de maneira sustentável preservando nossos recurso hídricos? Metodologia: Exibição documentário, “Memórias da Chuva”; exposição do conteúdo temático e debate com alunos e professores.

Acessibilidade

Este projeto propõe as seguintes ações para garantir a acessibilidade do público em geral: 1) Exibição dos vídeos em ambientes acessíveis para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; 2) Adaptação dos vídeos para atender pessoas com deficiência sensorial (visual e auditiva), através da audiodescrição, legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE) e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais.

Democratização do acesso

Este projeto propõe a democratização do acesso de acordo com os itens descritos abaixo: 1) O documentário será disponibilizado gratuitamente para exibição em TVs públicas educativas e culturais. 2) Exibição gratuita do documentário nos municípios de Fortaleza, Orós e Jaguaribara, uma em cada cidade. Estimamos o público de 500 pessoas em cada sessão. Total: 1.500 expectadores. 3) Distribuição gratuita de 100 unidades do DVD do filme com instituições públicas de ensino, Secretarias de Cultura e Secretaria do Audiovisual. Contrapartida Social: Realização de 10 sessões de exibição do filme, seguida de palestra e debate, em escolas públicas de Fortaleza, com o tema "O uso de produções audiovisuais na educação", tomando como exemplo o documentário "Memórias da Chuva". Público Beneficiado: alunos e professores. Público por sessão: 25 pessoas. Público total beneficiado pela ação: 250 pessoas.

Ficha técnica

WOLNEY OLIVEIRA (DIRETOR/ROTEIRISTA) FORMAÇÃO ACADÊMICA Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Estadual do Ceará. Ano: 1986. Graduado pela Escola Internacional de Cinema e Televisão - Havana - Cuba, com Especialização em Fotografia. Ano: 1990. FILMOGRAFIA 2020: CIC – 100 anos – Documentário, 23’, color, Brasil 2018: Soldados da Borracha – Documentário, 81’, color, Brasil 2011: Os últimos cangaceiros – Documentário, 79', color, Brasil 2006: El Cayo de la Muerte (A ilha da morte) - Ficção, 88', color, Brasil/Cuba 2004: Borracha para a Vitória – Doc., 55’, color, Brasil 1999: Milagre em Juazeiro – Docudrama, 35mm, 83’, Brasil 1994: Elementais – Doc. 18’, Brasil 1993: As Barricadas Abriram Caminhos –Doc., 15’, Brasil 1992: Sabor a mí – Doc. 29’, Panamá, Argentina, México, Cuba e Brasil 1990: Los regalos de Don José (Os presentes de Dom José) – Doc. 19’, Brasil 1989: Um, dois – Doc. 13’, Brasil 1988: El invasor marciano (O invasor marciano) – Doc. 24’, Cuba 1987: Sirio en cuadro (Sirio em quadro) – Doc. 13’, Cuba 1987: Gilberto & Yayá – Doc. 7’, Cuba 1982: Un día de Tito (Um dia de Tito) – Doc. 18’, Brasil PREMIAÇÕES LONGAS-METRAGENS 2019: SOLDADOS DA BORRACHA. Prêmio de Melhor Longa-Metragem Nacional pelo júri da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta Metragistas de São Paulo (ABD-SP), 24º Festival É tudo verdade, Brasil. 2019: SOLDADOS DA BORRACHA. Prêmios: Melhor Som, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora, Melhor Longa Metragem e Melhor Longa pelo Júri Popular, 14º Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro, João Pessoa, Brasil. 2013: OS ÚLTIMOS CANGACEIROS. Prêmio de Melhor Longa-Metragem, Festival Internacional de Cinema da Bolívia – FENAVID. 2012: OS ÚLTIMOS CANGACEIROS. Prêmio Melhor Longa-Metragem Ibero-Americano, 7° Docs DF - Festival Internacional de Cinema Documentário do México. 2011: OS ÚLTIMOS CANGACEIROS. Troféu Coral de Melhor Documentário, 33º Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano de Havana. 2007: A ILHA DA MORTE. Prêmio Melhor Roteiro, Festival de Cinema Latino-americano de Trieste, Itália. 2007: A ILHA DA MORTE. Prêmio Melhor Filme Júri Popular, Festival de Cinema e Vídeo de Macapá, Amapá. 2004: BORRACHA PARA A VITÓRIA. Prêmio 1º DOCTV Brasil. 2001: MILAGRE EM JUAZEIRO. Prêmio Melhor Documentário, Festival Internacional de Montevidéu, Uruguai. 2000: MILAGRE EM JUAZEIRO. Prêmio dos Cineclubes ao Melhor Filme, III Festival Luso-Brasileiro, Portugal. 1999: MILAGRE EM JUAZEIRO. Prêmio Especial do Júri, XXXI Festival de Brasília, Brasil. ALEX MEIRA (DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA) ATUAÇÃO: Fotógrafo de Cinema, Filmes Publicitários, Projecionista e Instrutor/Professor de cursos de cinema e fotografia. FORMAÇÃO: Instituto Dragão do Mar de Arte e Cultura. Cursos: Câmera de Vídeo I,II,III; Fotografia Básica; Fotojornalismo; Introdução a Linguagem Audiovisual; História do Cinema; História da arte; Laboratório Cinematográfico; Câmera de Cinema I, II,III. ATUAÇÃO EM LONGAS-METRAGENS (ASSISTENTE FOTOGRÁFICO E FOTÓGRAFO CINEMATOGRÁFICO) 2019: Porto Príncipe, ES. Maria Emilia 2019: Natureza morta, RJ/MG. Clarisse e Ricardo 2019: Memórias da fé rezadeiras, CE. Augusto Cesar 2018: Léguas tiranas, PE. Marcus Carvalho 2018: A pele morta, BA. Geraldo Morais 2017: O último jogo, BA/RS. Roberto Studart 2017: O filho único do meu pai, CE. Dado Fernandes 2016: Pessoal do ceara lado A e lado B, CE. Nilton Venâncio 2016: A Rainha e Seus Reis de Barro, CE. Marivalda Kariri 2015: Rita de Redenção, CE. Cássio Araújo 2015: A lenda do Gato Preto, CE. Clebio Viriato Ribeiro 2013: Teu nome é Zina, CE. Lilian Moema 2013: It Will Bullet (Lá vai bala), BBC Londres 2013: Crô, SP. Bruno Barreto 2012: O Voo da Beleza, CE. Alexandre Câmara Vale 2011: O homem que não dormia, BA. Edgar Navarro 2009: O Homem que não dormia, BA. Edgar Navarro 2009: No escurinho do cinema, CE. Alexandre Câmara Vale 2009: Fala Sério, BA. Augusto Seva 2009: Área Q, CE. Gerson Sangnetti 2008: O Auto da Camisinha, CE. Clébio Ribeiro 2007: Os Últimos Cangaceiros, CE. Wolney oliveira 2007: Bezerra de Menezes: O médico dos pobres, CE. Glauber Filho 2006: Pau Brasil, BA. Fernando Bellins 2006: Jardim das folhas sagradas, BA. Póla Ribeiro 2005: A Ilha da Morte, CE. Wolney Oliveira 2004: Orange de Itamaracá, PE. Franklin Pinto Jr 2003: Cine Tapuia, CE. Rosemberg Cariri 2002: O Quinze, CE. Jurandir Oliveira 2002: Esses Moços, BA. José Araripe 2001: Sundland Hits (No Calor da Terra do Sol), CE. Halder Gomes 2001: Mar Doce "Expedição lagoa dos Patos", RS. Werner Shurneman 2001: Lua Cambará: Nas Escadarias do Palácio, CE. Rosemberg Cariri 2000: As Tentações do Irmão Sebastião, CE. José Araújo RUI FERREIRA (EDITOR/MONTADOR) Iniciou no cinema de animação, em 1998, no filme Cine Cordel, sendo um dos integrantes do pioneiro Núcleo de Cinema de Animação da Casa Amarela Eusélio Oliveira, da UFC. Neste mesmo período passa a trabalhar como produtor de exibição no Festival Cine Ceará e em longas, curtas e vídeos. Ao longo de 14 anos desempenhou várias funções na produção do Festival. Também atuou na equipe de produção dos seguintes festivais: Curta Canoa, For Rainbow - Festival da Diversidade e Jeri Digital. Por volta do ano 2000, com o surgimento da montagem off-line, operada no computador, iniciou a carreira como montador-assistente de Mair Tavares, oriundo do cinema novo e montador dos filmes de Ruy Guerra. Com Mair Tavares atuou no longa de ficção, “A Ilha da Morte”, no documentário para TV, “Soldados da Borracha”, os dois do diretor Wolney Oliveira, e no curta “Felipe”, da diretora Margarita Hernandez. Durante um período acumula as funções de montador e produtor de exibições, tendo percorrido o Estado do Ceará por um período de 5 anos acumulando quase 300 exibições públicas em mais de 150 cidades. Findo esse período, desliga-se das funções de produtor e passa a se dedicar inteiramente ao trabalho de montagem, acumulando até o presente cerca de 240 títulos montados entre as mais diferentes bitolas, gêneros e durações, com ênfase em documentários históricos, pedagógicos e culturais, com diversos títulos de cunho sócio-educativo. Desde 2010 trabalha como montador de conteúdo para a produtora Usina de Entretenimentos, responsável pelos títulos da Fundação Demócrito Rocha e da TV O Povo, e para outras produtoras, como a Gavulino Filmes, Bucanero Filmes, Outro Olhar, Cabaça Filmes, Estação da Luz Filmes e outras. Seus últimos trabalhos em longa-metragem foram as montagens dos filmes “A Lenda do Gato Preto”, do diretor Clébio Ribeiro; “Rita de Redenção, Santa das Causas Impossíveis”, de Cássio Araújo e “A Rainha e seus Reis de Barro”, de Marivalda Kariri. Longas independentes, de baixo orçamento e desenvolvidos no interior do Estado. Concomitante desenvolveu cursos básicos de linguagem e produção audiovisual e ministrou aulas na Unifor - Universidade de Fortaleza, TVC, INCRA, Instituto Dragão do Mar, CCBNB, Escola Porto Iracema das Artes e Escola de Cinema do Sertão, em Quixadá, além das ONGs de audiovisual, ENCINE, Alpendre, Fábrica de Imagens, Aldeia de Mídia e outras. Destas destaca-se o trabalho de coordenação para a ONG ENCINE, que ao longo de 10 anos desenvolveu trabalhos de formação no interior do estado em parceria com o INCRA e UNICEF.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.