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O Projeto ‘O que ela disse’ levará o espetáculo teatral homônimo livremente adaptado de "A Voz Humana" de Jean Cocteau, para realização de temporadas em 3 cidades diferentes do Brasil: Rio de Janeiro, Distrito Federal e Belo Horizonte. Além da circulação do espetáculo, o projeto irá disponibilizar uma LIVE - Registros audiovisuais do espetáculo - em canal da internet; realizar a Doação de Ingressos; garantir Medidas de Acessibilidade comunicacional e física; e promover a ação formativa Encontros ‘Arte, amor e seu excessos’.
Sinopse do projeto Este projeto levará o espetáculo teatral ‘O que ela disse’ livremente adaptado de “A Voz Humana” de Jean Cocteau, para realização de temporadas em 3 cidades diferentes do Brasil: Rio de Janeiro, Distrito Federal e Belo Horizonte, somando 48 (quarenta e oito) apresentações no total. Além da circulação do espetáculo escrito, interpretado e produzido pela atriz Virginia Cavendish e dirigido por Nelson Baskerville que também participa da adaptação, o projeto irá disponibilizar uma LIVE - Registros audiovisuais do espetáculo - em canal da internet; realizar a Doação de Ingressos; garantir Medidas de Acessibilidade comunicacional e física; e promover a ação formativa Encontros ‘Arte, amor e seu excessos’.
OBJETIVO GERAL O objetivo geral do projeto é realizar a circulação do espetáculo teatral "O que ela disse" livremente adaptado de "A Voz Humana" de Jean Cocteau, por 03 (três) cidades brasileiras, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte, ampliando o alcance de uma produção artística nacional e incentivando a continuidade do trabalho de artistas envolvidos e engajados. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Oferecer uma produção teatral de qualidade para mais de 09 mil espectadores realizando 48 (quarenta e oito) apresentações do espetáculo; - Promover a difusão de uma obra artística para espectadores de diversas localidades do Brasil por meio da circulação do espetáculo em 03 (três) cidades brasileiras; - Expandir o acesso da população à produção artística brasileira realizando a distribuição gratuita e pública de uma cota 20% de ingressos para pessoas atendidas por instituições com caráter social, educativo ou de formação artística; - Compartilhar e aprofundar o diálogo sobre a temática do espetáculo e a obra de Jean Cocteau pela Ação Formativa: 03 (três) Encontros "Arte, Amor e seus Excessos" dirigida a estudantes, professores e profissionais das áreas de artes e psicologia, e aberta também ao público interessado; - Proporcionar o acesso de pessoas com deficiência auditiva e de pessoas com deficiência visual realizando 03 (três) sessões com intérpretes de libras e com o recurso de audiodescrição, além de garantir o acesso a pessoas com mobilidade reduzida nos espaços de apresentação.
O Projeto O QUE ELA DISSE - CIRCULAÇÃO levará o espetáculo teatral para realização de temporadas para 03 diferentes cidades do Brasil e se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 deste Mecanismo de Incentivo à Cultura: Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E no Art. 3°, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Falar sobre a dor da perda de um grande amor em tempos de pandemia, sem a possibilidade de um encontro presencial é algo terrível. É morrer sem velar o corpo. O espetáculo O Que Ela Disse é um grito calado. O amor é um tema universal, falado em qualquer língua, entendido em qualquer idioma. Atualíssimo em tempos tão hostis. A concepção do espetáculo surgiu durante o confinamento da pandemia quando fomos obrigados a voltar nossos olhares para dentro de nossas próprias casas e para fora onde a cidade nos oferece dezenas de janelas, dezenas de vidas alheias, também confinadas. O que se passa em cada uma dessas janelas? Qual o significado dessas estranhas movimentações? Aqui o imaginário se faz potente e poderíamos perfeitamente estar assistindo à essa mulher da peça de Jean Cocteau, desesperada ao telefone em sua estranha movimentação. O que estaria acontecendo? E poderíamos imaginar que essa linda mulher estaria perdendo o seu amante que recentemente à deixou por causa de uma outra mulher mais jovem. Jean Cocteau (1889-1963) foi um mestre, um poeta, encenador, ator, cineasta, cenógrafo e designer. Um pensador moderno ligado à célebre primeira metade do século XX, tendo trabalhado com nomes importantes da cultura francesa. Um artista Avant-Garde. Em 1930 escreveu A VOZ HUMANA, monólogo onde uma mulher fala ao telefone com o amante que acabou de deixa-la para casar-se com outra mulher. Aqui, o telefone é usado como mecanismo para o dramaturgo expressar as suas ideias, conceitos, sentimentos e códigos relativos às necessidades e realidades humanas na comunicação e na representação. Nossa montagem optou por trazer esse drama dos anos 30 para os dias de hoje, em meio a uma situação de confinamento devido a pandemia causada pelo COVID 19, quando as tecnologias tomaram o primeiro plano para viabilizar, afetos, encontros e desencontros. A obra é contextualizada com as inovações tecnológicas do nosso tempo. Nessa adaptação, a atriz além de comunicar-se através do celular, usa também aplicativos de mensagens para falar com seu (agora ex) amor. A ideia é transformar um clássico (vanguarda em sua época) em vanguarda hoje, até por imposição dessa época de confinamentos. E o nosso diretor, Nelson Baskerville, de certa forma, sempre esteve ligado à vanguarda teatral brasileira, por provocações estéticas à exemplo de Luis Antonio-Gabriela, (prêmio Shell de direção de 2011) como em As Estrelas Cadentes do meu Céu, (indicado ao Shell de 2012) onde buscou um apuro visual e programático que tirasse o público do seu habitual sossego. Por esse motivo, sente-se conectado à Jean Cocteau e sua inquietação. O projeto prevê a circulação do espetáculo em sua versão para o palco por 03 cidades brasileiras e a apresentação também em versão online em canal da internet por tempo limitado. A versão online, em um cenário caseiro, na casa da própria atriz Virginia Cavendish, (...será que é cenário, a casa da atriz?...), conta com uma falsa janela dando a sensação que o olhar da plateia é um vizinho atento às suas movimentações, ele não ouve exatamente tudo; muitas vezes entende ou acha que entende através da partitura física da atriz que fala com seu ex-amante pelo celular; que às vezes perde o sinal (o sinal de internet durante a pandemia perdeu muita a qualidade), ela usa o WhatsApp para tentar continuar o assunto, a bateria de seu celular acaba e ela precisa conectá-lo a rede elétrica, enfim, tudo a que estamos acostumados em nossas vidas reais mas não na vida que se vive nos palcos. A segunda versão é a transposição da montagem online para os palcos. Essa mesma janela agora separa o palco e a plateia, o público agora assumindo os papeis de vizinhos, considerando as proporções ajustadas, com maiores possibilidades de voo que a boca de cena nos oferece. 'O que ela disse' pretende ser um experimento teatral com artistas preocupados com o destino de nossos ofícios tanto fisicamente como esteticamente. Artistas experientes que perderam temporariamente o meio (o palco) mas não perderam a necessidade de se expressar. A proposta de circulação do espetáculo por diferentes localidades é uma forma de intercambiar os olhares e as reflexões sobre a situação que estamos vivendo. Um olhar sensível e crítico para a nossa realidade, sem perder e poética e a potência do encontro inerente à linguagem teatral possível através de um clássico do teatro.
Espetáculo Teatral Duração aproximada 60 minutos Classificação etária: a partir de 16 anos Equipe que viajará na circulação do espetáculo 01 atriz 01 técnico de som e luz 01 produtora
ACESSIBILIDADE FÍSICA e ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Os custos envolvidos encontram-se previstos na planilha orçamentária. PRODUTO: APRESENTAÇÃO DE ESPETÁCULO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Garantia das estruturas facilitadores para locomoção do público nos espaços de apresentação do espetáculo tais como: rampas com elevação e largura adequadas, portas e salas com larguras e espaços adequados, banheiros adaptados e lugares adequados para deficientes, idosos e para pessoas obesas. DEFICIENTES AUDITIVOS: Realização de 03 (três) sessões (01 em cada cidade) com a presença de intérprete de libras para ampliar o alcance do projeto também para pessoas com deficiência auditiva. DEFICIENTES VISUAIS: Realização de 03 (três) sessões com recurso de audiodescrição para ampliar o alcance do projeto também para pessoas com deficiência visual. PRODUTO GRAVAÇÃO E LIVE DO ESPETÁCULO Disponibilizar na Internet, em canal específico por um período específico, registro audiovisual do espetáculo para ser acessado por público interessado com breves depoimentos da equipe artística envolvida na produção do espetáculo com interpretação em LIBRAS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Produto disponibilizado gratuitamente em canal na internet. DEFICIENTES AUDITIVOS: Interpretação em libras no vídeo disponibilizado na internet para ampliar o alcance do projeto também para pessoas com deficiência auditiva. DEFICIENTES VISUAIS: Recurso de Audiodescrição no vídeo disponibilizado na internet para ampliar o alcance do projeto também para pessoas com deficiência visual. PRODUTO: AÇÃO FORMATIVA/CONTRAPARTIDA SOCIAL: ENCONTROS 'ARTE, AMOR E SEUS EXCESSOS' ACESSIBILIDADE FÍSICA: Garantia das estruturas facilitadores para locomoção do público nos espaços de apresentação do espetáculo tais como: rampas com elevação e largura adequadas, portas e salas com larguras e espaços adequados, banheiros adaptados e lugares adequados para deficientes, idosos e para pessoas obesas. DEFICIENTES AUDITIVOS: Presença de intérprete de libras na ação formativa para ampliar o alcance do projeto também para pessoas com deficiência auditiva. DEFICIENTES VISUAIS: Recurso de Audiodescriçãopara ampliar o alcance do projeto também para pessoas com deficiência visual.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS – DISTRIBUIÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO Circulação do espetáculo com comercialização de ingressos a Preços Populares Preço Normal: R$ 30,00 Preço Meia-entrada: R$ 15,00 Patrocinador: 10% dos ingressos Divulgação: 10% dos ingressos Beneficiários da contrapartida: 20% dos ingressos Doação de ingressos Doação de 20% dos ingressos do espetáculo para beneficiados atendidos por instituições que realizem trabalhos em caráter social, educativo ou de formação artística, conforme Artigo 20 da Instrução Normativa n°2, de 23 de abril de 2019. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS OUTRAS MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO item III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Disponibilizar na Internet, em canal específico por um período específico, registros audiovisuais do espetáculo para ser acessado por público interessado com breves depoimentos da equipe artística envolvida na produção do espetáculo.
FICHA TÉCNICA Equipe necessária para realização deste Projeto de Circulação: Autor: Virginia Cavendish e Nelson Baskerville (adaptação livre do clássico de Jean Cocteau) Atriz: Virginia Cavendish Direção Geral: Nelson Baskerville Produção Executiva: Dani Deon Direção de produção: Virginia Caverndish Técnico de som e luz: Junior Docini Coordenação de produção: Casa Forte Produções (O proponente será remunerado por esta função) Assistente de produção: Lilian Damasceno Nome: Casa Forte Produções Artísticas (PROPONENTE DO PROJETO) Função: Coordenação de produção - O PROPONENTE REALIZARÁ ESTA FUNÇÃO E POR ELA SERÁ REMUNERADO Currículo resumido: A Casa Forte Produções Artísticas foi criada, em 2004, pela atriz e produtora Virginia Cavendish com o objetivo de realizar espetáculos teatrais e obras audiovisuais. Já produziu espetáculos adultos que circularam por diversos estados brasileiros, tendo grande sucesso de público e crítica. Entre eles, “O Rio” de Jez Butterworth, com direção de Nelson Baskerville; “Não Vamos Pagar!” de Dario Fo, com direção de Inez Viana; “Hedda Gabler” de Henrik Ibsen, com direção de Walter Lima Jr; e “Comendo entre as Refeições”, de Donald Margulies com direção de Walter Lima Jr. No cinema, Coproduziu com Cinelandia “Através da Sombra”, de Walter Lima Jr. e “Até que a casa Caia” de Mauro Giuntini. Antes de fundar a Casa Forte Produções, Virginia produziu dois espetáculos teatrais: “Lisbela e o Prisioneiro”, de Osman Lins, direção de Guel Arraes e “A ver estrelas”, texto e direção de João Falcão. Já no cinema, foi produtora associada do filme “Lisbela e o Prisioneiro”, de Osman Lins, adaptação de Guel Arraes, Pedro Cardoso e Jorge Furtado. Nome: Virginia Cavendish Função: Atriz, Autora e Diretora de produção Currículo resumido: Atriz e produtora. Participou de diversas novelas e seriados de televisão, como A vida secreta dos casais, Mandrake, Dona flor e seus dois maridos, Andando nas nuvens, O cravo e a rosa, As filhas da mãe, A grande família, Malhação, As canalhas, entre outras. Apresentou o TNT+filme, principal programa sobre cinema da tv. No teatro trabalhou com os mais renomados diretores brasileiros como Antunes Filho, João Falcão, Hamilton Vaz Pereira, Inêz Vianna e Nelson Baskerville. Fez, no cinema, filmes de sucesso como o Auto da Compadecida e Lisbela e o Prisioneiro, dirigidos por Guel Arraes. Atuou como protagonista no longa Através da Sombra de Walter Lima Jr., produzido por ela e Maria Dulce Saldanha, baseado na obra A volta do Parafuso de Henry James. É sócia diretora da Casa Forte Produções onde desenvolve projetos de teatro, cinema e televisão. Nome: Nelson Baskerville Função no projeto: Autor e Diretor Geral Currículo resumido: Formado pela EAD (Escola de Arte Dramática da USP), é ator, diretor e autor teatral, além de artista plástico. Foi ator e assistente de direção de Fauzi Arap durante os anos 1980, quando integrou a premiada montagem de Uma lição longe demais, de Zeno Wilde. Diretor-fundador da AntiKatártiKa Teatral (AKK), dirigiu em 2005, Camino Real de Tennessee Williams e 17 X Nelson – o Inferno de Todos Nós. Com a peça Luís Antônio-Gabriela, recebeu o Prêmio Shell 2011 de Melhor Diretor e o Prêmio APCA 2011 de Melhor Espetáculo, entre outros. Em 2012, dirigiu 4 espetáculos: 17 X Nelson – Parte 2 – Se não é eterno não é amor, Os 7 Gatinhos, de Nelson Rodrigues, A Falecida, de Nelson Rodrigues, e Brincando com Fogo, de August Strindberg. Recebeu mais duas indicações ao Prêmio Shell 2013, por seu trabalho de direção e iluminação no espetáculo As Estrelas Cadentes do Meu Céu são feitas de Bombas do Inimigo com a Cia. Provisório-Definitivo. Recentemente, adaptou e dirigiu 1Gaivota – É Impossível Viver sem Teatro, de Tchekhov e A Geladeira, de Copi. Em televisão atuou na minissérie Maysa e nas novelas Viver a Vida e Em Família, todas de Manoel Carlos com direção de Jayme Monjardim. Nome: Dani Deon Função no projeto: Produção Executiva Currículo resumido: Formação em Artes Cênicas pela ESCOLA CÉLIA HELENA (1993) e em CIÊNCIAS SOCIAIS – UNESP (1990), trabalhou como produtora em espetáculos como: Os Que Vem de longe - – Direção Cristina Poli Quito (06/04 a 13/05/2018); O Rio – Direção Nelson Baskerville (2017/2018); Um Casamento Feliz – Direção Eri Johnson (2017); Não vamos Pagar – Direção Ines Viana (2017); A Pantera – Produção Executiva do espetáculo “ A PANTERA” DE Camila Appel com direção de Marco Antonio Braz (2011); Projeto Sonhos Para Vestir - Produção Executiva do projeto “SONHOS PARA VESTIR” de Sara Antunes com direção de Vera Holtz (2010). Nome: Junior Docini Função no projeto: Técnico de som e luz Currículo resumido: Ator formado pela escola Fundação das Artes em São Caetano do Sul 2009, professor de capoeira pela Associação de Capoeira Santa Isabel, artista orientador do programa, "Cidadania Artística Viva Arte Viva" desde de 2009. Técnico em Iluminação cênica compondo os trabalhos "Fuga", "Invenção do Mar", "A Dócil", TV- Sem Controle e Morte e Vida Severina. Últimos trabalhos como ator, Assim que se passarem cinco Anos, escola de teatro FASCS, Medeia, A mulher Fera, Medida por Medidal, todas no grupo "Folias", Sub Pop Ópera dos Mendigos, Maravilhoso Escritório Teatral, Cordel do Amor Sem FIM, com A Trupe Sinhá Zózima, Belisa e Perlimplim, Um amor Bonito Assim, bem no meio do Jardim, Enfim... com CIA Made in Brasil e Romeo e Julieta, com a CIA da MATILDE Nome: Lilian Damasceno Função no projeto: Assistente de Produção Currículo resumido: Produtora Cultural graduada em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, técnica em Teatro e Dança. Desenvolve Projetos na área de Produtora Cultural, incluindo: Concepção, planejamento e acompanhamento de Projetos culturais; Produção Executiva de espetáculos teatrais, de dança, de música e eventos corporativos; Elaboração e consultoria em Projetos Culturais via Leis de Incentivo. Realizou projetos e consultorias para empresas como Opus Promoções, Conjunto da Obra, Casa Forte Produções, Gaya Produções, Branco Eventos, entre outras. Apresentamos a equipe criativa de concepção do espetáculo apenas para conhecimento. Estes profissionais não integram a equipe necessária para realização deste Projeto de Circulação do espetáculo. Cenário: Cesar ReZende (Basquiat) Figurinos: Marichilene Artisheviks Direção musical: Daniel Maia Iluminação: Wagner Freire Direção corporal: Mauricio Florez Assistente de direção: Thaís Medeiros Projeto Gráfico - Omar Salomão Nome: Daniel Maia Função no projeto: Direção musical Currículo resumido: Músico e Ator. É sound designer e compositor de dezenas de espetáculos. Colaborou com diretores como Gabriel Villela (indicação Prêmio Shell de melhor música para Fausto Zero e Vestido de Noiva), Marcelo Lazzaratto, Maria Thais, Tadashi Endo, Alexandre Reinecke, Lígia Cortez, Marcio Aurelio, Dan Stulbach, Cia. de Dança Palácio das Artes (Prêmio Sesc/Sated – Melhor Trilha Sonora de Espetáculo de Dança de 2002 e Prêmio Sesc/ Sated – Destaque Especial 12 anos em Trilha Sonora de Dança), Roberto Alencar, Mika Lins, Alvise Camozzi, Nelson Baskerville (indicação Prêmio Shell de melhor música com 1gaivota), entre outros. Entre seus últimos trabalhos estão: Concerto para João, direção Cassio Scapin, A-VÓS da Nave Gris Cia. Cênica de Dança, O Rio de Jez Butterworth com Maria Manoela, Nelson Baskerville e Virginia Cavendish, Romeu e Julieta 80, com Renato Borghi e Miriam Mehler e HA DÔ, de Tadashi Endo. Nome: Mauricio Flórez Função no projeto: Direção Corporal Currículo resumido: Artista colombiano formado em Dança pela Universidad de Antioquia, em Medellín (Col), atualmente reside em São Paulo, integrando desde 2014 o núcleo artístico Key Zetta e Cia com direção de Key Sawao e Ricardo Iazzetta. É preparador corporal da Companhia de Teatro A Musa Heróica e participa como convidado da Jam 1mm, com direção de Cristian Duarte. Como artista independente criou os solos UM (2017), Bolero (2014) com coreografia do venezuelano Luis Viana, e Fabulación (2011). Nome: Cesar Rezende Função no projeto: Cenógrafo Currículo resumido: Cesar é cenógrafo desde 2008, possui Graduação em Artes Cênicas pela Faculdade de teatro Célia Helena e Mestrado em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo. Responsável pela produção cenográfica dos espetáculos Espetáculo “Nina, ou a fragilidade das gaivotas empalhadas”, direção de Denise Weinberg (2018); “Odisséia”, Cia Hiato, direção de Leonardo Moreira (2018); “O Rio”, Direção de Nelson Baskerville (2017); “Skellig”, Cia Simples, direção Cristiane Paoli Quito. Prêmio APCA de melhor cenário infanto-juvenil (2017); “Buda”, Banda Mirim, direção Marcelo Romagnoli. Prêmio APCA de melhor cenário e prêmio Coca-Cola FEMSA Brasil (2017); “Enquanto ela dormia”, Cia de Teatro da Vertigem, direção Lili Monteiro. Indicação prêmio Shell de melhor cenário. Indicação para Festival de Praga (2019); “Wiosna”, direção de Leonardo Moreira, Varsóvia, Polônia e Sesc Belenzinho, São Paulo, Brasil; “Servos de Pan”, turnê Europa (Alemanha/França/Suíça), Cia Terra, direção Marília Barreto (2016) entre muitos outros. Nome: Wagner Freire Função no projeto: Iluminação Currículo resumido: Iluminou espetáculos como “Querô” de Plínio Marcos, “Almanaque Brasil”, de Noemi Marinho, “Aulis” de Celso Frateschi e Elias Andreato; “Guerra Santa” de Gabriel Vilela; “A Gaivota” de Tchecov, direção de Francisco Medeiros, “Ubu Folias Physicas Pataphysicas e Musicaes”, direção de Cacá Rosset, “Salomé”; “Joana Dark”; “Um porto para Elizabeth Bishop”; “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, “ Blue Room” direção José Possi Neto, Rei Lear, com direção de Elias Andreato. Wagner iluminou também diversas óperas, entre elas, “A “Traviata”, “IL Guarany”, “As Bodas de Fígaro” direção de José Possi Neto; “Os Pescadores de Pérolas”, direção de Naum Alves de Souza; “Madame Butterfly” e “Cavaleira Rusticana”, direção Jorge Takla. Entre outros shows, iluminou os de Zizi Possi (“Valsa Brasileira”, “Mais Simples”, “Per Amore”, “Passione”, ‘Puro Prazer “, ”Bossa”); Marlui Miranda, Jane Duboc, Banda Vexame, Lenine & Suzano, Wania Abreu, Leila Pinheiro. Em dança, Balé da Cidade de São Paulo nas coreografias “Como num Jardim”, “Plenilúnio”, “Entousiasmos” e “Baile na Roça”, “Bailes do Brasil”- Coreografia de J.C. Violla e direção de Naum Alves de Souza, “Muito Romantico”, coreografia de Susana Yamauchi e João Mauricio e direção de Naum Alves de Souza, “Dança das Marés” direção de Ivaldo Bertazzo. Wagner já recebeu os prêmios: Shell 93/97, APCA 93, Apetesp 93/96/97, Coca-Cola 96, 97, 99, 2001, 2008 e Cultura Inglesa 97. Nome: Marichilene Artisevskis Função no projeto: Figurinos Currículo resumido: Formação: Faculdade de Belas Artes de São Paulo e modelagem na Faculdade Senac Moda. É integrante da AntiKatártiKa Teatral (AKK). Em teatro trabalhou nas montagens de Francisco Medeiros: O que deitou mas não morreu, B – Caio Fernando Abreu,Terra sem lei, Os Passageiros, O Amante, Os Espectros, entre outras. Nas montagens de Nelson Baskerville: 17X Nelson – Parte I e II, Os Sete Gatinhos, Córtex, Credores, As estrelas cadentes do meu céu são feitas de bomba do inimigo, Lou e Leo, 1 Gaivota – É impossível viver sem teatro, A Geladeira, entre outras. E também em: Avenida Dropsie, de Will Eisner, dir: Felipe Hirsch (indicação Prêmio Shell 2005 de Melhor Figurino), Cacoete, dir: Heitor Goldflus, Notas da Superfície, dir: Márcia Abujanra, Crianças da Noite, dir: Marco Antonio Rodrigues, Camille e Rodin, dir: Elias Andreatto, Pais e Filhos, dir: Adolf Shapiro, Maldito Benefício, dir: Marcelo Lazzaratto, A bala na agulha, dir: Otávio Martins, entre outras. Nome: Thaís Medeiros Função no projeto: Assistente de direção Currículo resumido: Thaís começou a estudar teatro em 1993, na Casa do Teatro. É formada pelo Teatro Escola Célia Helena e em Pedagogia (FEUSP). Integra também a AntiKatártiKa Teatral (AKK) e juntamente com o diretor Nelson Baskerville produziu e atuou no espetáculo "1 Gaivota - É Impossível Viver Sem Teatro" (2015), uma versão da obra de Anton Tchekov. Atuou e produziu os espetáculos da Cia. Provisório-Definitivo: As estrelas cadentes do meu céu são feitas de bombas do inimigo (direção Nelson Baskerville, 2013 - Indicado a Melhor Iluminação e Direção no Prêmio Shell), Gangue (direção de Mauro Baptista Vedia, 2012 - Prêmio FEMSA de Melhor Espetáculo Jovem, 2013), Pelos Ares (direção de Lavínia Pannunzio - Prêmio de Melhor Espetáculo no Cultura Inglesa Festival, 2010) e Todo Bicho Tudo Pode Sendo o Bicho Que Se É (direção de Hugo Possolo e Henrique Stroeter, 2007). Integrou o elenco da Sutil Cia. de Teatro, participando dos espetáculos Cinema (2010), Trilhas sonoras de amor perdidas (2011) e da ópera Rigoletto (2011), todos com direção de Felipe Hirsch. Ela recebeu o Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no X Festival Nacional de Teatro de Florianópolis 2002, pelo espetáculo Quase de Verdade. Atuou nos curtas-metragens Meu pequeno herói não sabe voar, de Pedro Jorge (2014), 1,2,3 vulcão, de Miguel Ramos (2011) e em diversas campanhas publicitárias e vídeos, entre elas protagonizou a campanha Eduardo e Mônica da VIVO. Nome: Omar Salomão Função no projeto: Projeto Gráfico Currículo resumido: Poeta, artista visual e cenógrafo. Fez cenários para as peças “Pedro e o Capitão”, texto de Mario Benedeti e direção Marcos Loureiro, e “Não Vamos Pagar!”, texto de Dario Fo com de direção Inez Viana. Escreveu os livros “Impreciso” e “À Deriva” (Dantes Editora). Como artista visual, participou da 3ª Bienal de Arte da Bahia (MAM-BA, 2014), projeto “Atelier Temporário” no Espaço PIVÔ (São Paulo, 2014), 18º Festival Internacional de Arte Contemporânea Sesc-Videobrasil (Sesc Pompeia, 2013 e 2014), Exposição de Verão 2015 (Galeria Silvia Cintra + Box 4), Gil70 (RJ / SP / DF / BA. 2012-2014), além das individuais “O que pensei até agora” e “O que ainda falta pensar” (galeria Mercedes Viegas, RJ 2013), “Turbulências são apenas Nuvens no Caminho” (galeria Mercedes Viegas, RJ. 2011), dentre outras exposições. Foi curador com Heloisa Buarque de Hollanda e Bruna Beber da exposição BLOOKS – letras na rede, sobre literatura na internet (Oi Futuro, RJ, 2007), dentre outras.
PROJETO ARQUIVADO.