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O projeto prevê a adaptação e montagem do espetáculo "O que ela disse" livremente adaptado de "A Voz Humana" de Jean Cocteau. Após a produção da peça teatral, o projeto O QUE ELA DISSE irá realizar a estreia e temporada do espetáculo na cidade de São Paulo. Ações complementares como: transmissão do espetáculo em sua versão 'LIVE' em canal da internet; realização de Ensaio Geral; doação de Ingressos; garantia de Medidas de Acessibilidade comunicacional e física; e promoção de ação formativa Encontros ‘Arte, amor e seu excessos’ também são propostas do projeto.
Sinopse do Projeto O projeto prevê a adaptação e montagem do espetáculo “O que ela disse” livremente adaptado de “A Voz Humana” de Jean Cocteau escrito, interpretado e produzido pela atriz Virginia Cavendish e dirigido por Nelson Baskerville que também participa da adaptação. Após a produção da peça teatral, o projeto O QUE ELA DISSE irá realizar a estreia e temporada do espetáculo na cidade de São Paulo. Ações complementares como: transmissão do espetáculo em sua versão 'LIVE' em canal da internet; realização de Ensaio Geral; doação de Ingressos; garantia de Medidas de Acessibilidade comunicacional e física; e promoção de ação formativa Encontros ‘Arte, amor e seu excessos’ também são propostas do projeto.
OBJETIVO GERAL O projeto almeja realizar a adaptação, montagem e temporada do espetáculo "O que ela disse" livremente adaptado de "A Voz Humana" de Jean Cocteau escrito, interpretado e produzido pela atriz Virginia Cavendish e dirigido por Nelson Baskerville que também participa da adaptação, para estimular o trabalho de profissionais brasileiros comprometidos com o cenário cultural e continuar fomentando a produção artística contemporânea por meio da montagem de um espetáculo de artes cênicas, no segmento teatro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Manter a produção teatral aquecida e a fruição de uma obra artística durante e após um período crítico de pandemia, oferecendo a transmissão de uma versão ‘LIVE’ do espetáculo executada com todas as medidas de segurança, e mantendo a gravação disponível gratuitamente por 10 dias consecutivos; - Realizar a produção do espetáculo para os palcos e uma temporada de 2 meses na cidade de São Paulo com estimativa de 32 (trinta e duas) apresentações do espetáculo; - Oferecer a comercialização de 60% dos ingressos a preços populares (sugestão R$ 30,00 inteira e R$ 15,00 meia-entrada) a fim de estimular o conhecimento dos bens e valores culturais; - Doar uma cota de 20% dos ingressos para pessoas atendidas por instituições com caráter social, educativo ou de formação artística; - Possibilitar o acesso de pessoas com deficiência auditiva por meio de 02 (duas) sessões com intérpretes de libras, de pessoas com deficiência visual por meio de 01 (uma) sessão com recurso de audiodescrição e garantir o acesso a pessoas com mobilidade reduzida nos espaços de apresentação; - Realizar 01 (um) Ensaio Geral do espetáculo; - Compartilhar e aprofundar o diálogo sobre a temática do espetáculo e a obra de Jean Cocteau pela Ação Formativa: Encontro "Arte, Amor e seus Excessos" dirigida a estudantes, professores e profissionais das áreas de artes e psicologia, e aberta também ao público interessado.
O Projeto O QUE ELA DISSE _ MONTAGEM E TEMPORADA se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 deste Mecanismo de Incentivo à Cultura: Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E no Art. 3°, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Com o advento da pandemia causada pelo Covid 19 e sua consequente necessidade de isolamento social, o teatro viu-se na obrigação de criar novas formas de manifestar-se temporariamente, mas sem perder de vista a potência da linguagem teatral, sobretudo no palco, no encontro com o público. O projeto O QUE ELA DISSE propõe a montagem, produção e apresentações do espetáculo homônimo livremente adaptado de "A Voz Humana" de Jean Cocteau escrito, interpretado e produzido pela atriz Virginia Cavendish e dirigido por Nelson Baskerville que também participa da adaptação. "A concepção do espetáculo surgiu exatamente durante o confinamento quando fomos obrigados a voltar nossos olhares para dentro de nossas próprias casas e para fora onde a cidade nos oferece dezenas de janelas, dezenas de vidas alheias também confinadas. O que se passa em cada uma dessas janelas? Qual o significado dessas estranhas movimentações? E aqui o imaginário se faz potente e poderíamos perfeitamente estarmos assistindo à essa mulher da peça de Jean Cocteau, desesperada ao telefone e uma estranha movimentação. O que estaria acontecendo? E poderíamos imaginar que essa linda mulher estaria brigando com seu amante que recentemente a deixou por causa de uma outra mulher mais jovem. " (Nelson Baskerville) Sobre Jean Cocteau Jean Cocteau foi um mestre, um poeta, encenador, ator, cineasta, cenógrafo e designer, um pensador moderno ligado à célebre primeira metade do século XX, tendo trabalhado com nomes importantes da cultura francesa, como Edith Piaf, Coco Chanel e Erik Satie, Cocteau deu voz e luz ao seu legado na literatura e no palco e foi também mestre na mistura de linguagens e novas formas de se fazer arte. Jean Maurice Eugene Clément Cocteau nasceu em 5 de julho de 1889 nos arredores de Paris. Publicou seu primeiro livro "A lâmpada de Aladim" em 1909 e já fazia parte dos círculos artísticos da boemia de Paris onde tornou-se íntimo dos escritores Marcel Proust e André Gide. Em 1912, com 23 anos criou com Leon Bakst o libreto e sua primeira coreografia de "Le Dieu Bleu". Foi condutor de ambulâncias pela Cruz Vermelha durante a Primeira Guerra Mundial. Nesta época conheceu em Paris o poeta Guillaume Apollinaire e os pintores Pablo Picasso, com quem viria a colaborar em vários projetos de contexto europeu, e Amadeo Modigliani. Após o término da guerra, Cocteau foi novamente convidado para colaborar num ballet, desta vez como cenógrafo de "Parade" (1917) que tinha pinturas de Picasso, redação do libreto por Apollinaire e a composição da música por Erik Satie. Também escreveu o libreto de "Édipo Rei" (1927) para o compositor russo Igor Stravinsky. Nessa mesma época fez parte do grupo "Les Six", que pretendia dissociar o rumo da música do estilo dramático de Richard Wagner e impressionista de Claude Debussy. Esta tendência avant-garde influenciaria toda a sua carreira artística, embora tenha recusado qualquer associação ao surrealismo. Em 1918, Jean Cocteau conhece o poeta conterrâneo Raymond Radiguet, com quem colabora para a publicação de "Le Diable au corps" (1923), uma história autobiográfica envolvendo uma relação adúltera. Sobre a obra adaptada "A VOZ HUMANA" "Os espelhos fariam bem em refletir um pouco antes de nos devolverem as imagens. " Em 1930 escreveu "A VOZ HUMANA". Monólogo onde uma mulher fala ao telefone com o amante que acabou de deixa-la para casar-se com outra mulher. Aqui, o telefone é usado como o mecanismo para o dramaturgo expressar as suas ideias, conceitos, sentimentos e códigos relativos às necessidades e realidades humanas na comunicação e na representação. O artista reconheceu, como motivação da sua criação, a tentativa de responder às críticas que o acusavam de se centrar em demasia no argumento e na direção e não tanto na espontaneidade dos talentos com os quais contava na interpretação. Apesar da aparente simplicidade da obra, foi bastante influente nas sucessivas criações da sua autoria e no lançamento de outros nomes artísticos de grande importância, como o cineasta Roberto Rosselini e o compositor Gian Carlo Menotti. Cineasta, autor, dramaturgo, poeta, crítico, diretor de fotografia, ilustrador e designer Cocteau criou um conceito artístico: um estilo vanguardista. Este conceito pouco convencional e distinto de todos os outros encheu os palcos dos grandes teatros e Boulevards parisienses dos brilhantes anos 30. Jean Cocteau morreu aos 74 anos, no dia 11 de outubro de 1963, um dia depois da morte de Edith Piaf. "A história é a verdade que se deforma, a lenda é a falsidade que se encarna. " A ADAPTAÇÃO Para essa montagem os artistas envolvidos optaram por trazer esse drama dos anos 30 para os dias de hoje e, apesar de não citarem explicitamente, para uma situação de confinamento como nos dias de hoje, quando as tecnologias tomaram o primeiro plano para viabilizar encontros, afetos (e desafetos), produção e expressão. À época de Jean Cocteau, 1930, a peça era uma provocação ao estilo clássico do drama "burguês" (expressão usada por Raymond Willians), uma tentativa de tirar o teatro da confortável posição catártica, criando essa obra que é toda falada ao telefone, uma inovação da época, do ponto de vista teatral e tecnológico já que o telefone estava começando a se popularizar no mundo apesar de ter sido descoberto em 1876. Cocteau chega a declarar que ficava muito intrigado com esse processo de uma voz transmitir-se através de um fio. Por esse motivo decidimos que contextualizaremos a obra com as inovações científicas da nossa própria era. O telefone celular e as redes sociais. Nessa adaptação a atriz além de comunicar-se através do celular usará também aplicativos de mensagens para a comunicação com o outro personagem. A ideia é transformarmos um clássico (vanguarda na sua época) em vanguarda hoje até por imposição dessa época de confinamentos. Na época observadores e cronistas discutiam se o telefone se adequava mais à construção da mentira já que o outro era impossibilitado de ler no corpo sinais de inquietante estranheza. Acreditamos que essa mesma questão voltou à tona em torno das fake News e como as redes sociais e de mensagens facilitaram a mentira no nosso tempo. A ENCENAÇÃO "Eu, de certa forma, sempre estive ligado à vanguarda teatral por provocações estéticas à exemplo de "Luis Antonio-Gabriela", prêmio Shell de direção de 2011 ou de "As Estrelas Cadentes do meu Céu" indicado ao Shell de 2012, onde sempre tentei um apuro visual e programático que tirasse o público do seu habitual sossego. Me sinto como que conectado à Jean Cocteau e sua inquietação e agora, nesse exato momento sinto-me muito provocado pela circunstância que nos põe em isolamento social e afastados do centro-motor de nossas vidas: o teatro. Apesar de saber que a experiência teatral só é completa através do contato físico entre ator e plateia, estamos sendo desafiados por novas formas de nos ver, pois os dramas humanos não deixarão de acontecer e as histórias precisam continuar a serem contadas. Não sabemos onde tudo isso nos levará, mas é da alma de um artista encontrar furos, brechas no que está há tanto estabelecido por isso sinto-me desafiado e provocado nessa nova empreitada. Essa produção terá uma versão "LIVE" para transmissão online e uma versão para palco. A primeira será em um cenário "caseiro", na casa da própria atriz Virginia Cavendish, (..."será que é cenário, a casa da atriz?..."), onde instalaremos uma falsa janela para construirmos a sensação que o olhar da plateia é um vizinho atento às suas movimentações, ele não ouve exatamente tudo, muitas vezes entende ou acha que entende através da partitura física da atriz que fala com seu ex-amante pelo celular, que às vezes perde o sinal (o sinal de internet durante a pandemia perdeu muita a qualidade), ela usa o whatsapp para tentar continuar o assunto, a bateria de seu celular acaba e ela precisa conectá-lo a rede elétrica, enfim, tudo a que estamos acostumados em nossas vidas reais mas não na vida que se vive nos palcos. A segunda versão será a transposição da montagem ‘LIVE’ para os palcos. Essa mesma janela agora separa palco e plateia, o público agora assumindo os papéis de vizinhos, considerando as proporções ajustadas, com maiores possibilidades de voo que boca de cena nos oferece. "O que ela disse" pretende ser um experimento teatral com artistas preocupados com o destino de nossos ofícios tanto fisicamente como esteticamente. Artistas experientes que perderam o meio (o palco) mas não perderam a necessidade de se expressar." (Nelson Baskerville) A proposta de montagem para o palco pretende retomar a potência do encontro inerente à linguagem teatral e a capacidade de transver a nossa recente realidade através de um clássico do teatro.
Ação formativa Organização, divulgação e execução da Ação Formativa/Contrapartida Social: Encontros ‘Arte, amor e excessos’: um bate-papo responsável com a atriz do espetáculo Virgina Cavendish e um profissional da área da Psicologia a ser convidado em cada localidade (abaixo os nomes cogitados até o momento). Tema: A palestra abordará os temas levantados na obra de Jean Cocteau, presentes na arte e na vida e sobre o processo de adaptação do espetáculo. Público-alvo: O Encontro será destinado a estudantes, professores e profissionais envolvidos com a temática e também aberto ao público interessado. Duração estimada: 1 hora e 20 minutos Local: na cidade de apresentação a ser definido na fase de Pré-produção Nomes dos convidados cogitados até o momento. As confirmações serão apresentadas na fase de pré-produção Wellington Junio Costa É graduado em Belas Artes e em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais, onde também fez mestrado em Teoria da Literatura e Literatura Comparada. Entre 2004 e 2005, foi professor assistente de língua portuguesa no Lycée Auguste et Louis Lumière, em La Ciotat, sul da França, e desde então transita pelas culturas brasileira e francesa, dedicando-se aos estudos interartes. Pesquisador da obra de Jean Cocteau há mais de quinze anos, é autor do livro Jean Cocteau: a construção do eu no desenho, na literatura e no cinema (Novas Edições Acadêmicas, 2016) e tradutor de A dificuldade de ser (Autêntica, 2015) e O Potomak (Autêntica, 2019), ambos de Jean Cocteau. Foi coordenador pedagógico da Aliança Francesa de Belo Horizonte, presidente da Associação dos Professores de Francês de Minas Gerais e secretário da Federação Brasileira dos Professores de Francês. Atualmente, é professor e coordenador do curso de Letras Português-Francês da Universidade Federal de Sergipe. Rafael Eduardo FrancoGraduação interrompida em Filosofia pela FFC-Unesp Assis (2006-2009). Graduação em Psicologia pela FCL-Unesp Assis (2010-2015). Foi membro bolsista do Programa de Extensão Universitária Cinecapsia: O Cinema como Forma de Produção de Conhecimento (Prograd/Unesp, 2010-2011) e do Programa de Educação Tutorial em Psicologia da Unesp (Prograd/Unesp, 2011-2012). Foi pesquisador de IC pela FAPESP (2012-2015), com estágio de pesquisa no exterior (BEPE/FAPESP ? 13/22761-3), no Centre des Recherches sur les Arts et le Langage, da École des Hautes Études en Sciences Sociales (CRAL-EHESS). É membro contribuinte da Asssociation pour la Recherche et l?Étude du Surréalisme (Univ. Paris IV), membro do Laboratório de Etnopsicologia da FFCLRP-USP e do Grupo de Pesquisa em Etnopsicologia da USP (CNPq). Especialista em Teoria Psicanalítica pela PUC-Cogeae (2017-2020) e doutorando direto em Psicologia pela FFCLR-USP, com subsídio da FAPESP (19/16894-7). Áreas de interesse: a) estudos Interdisciplinares; b) cultura e subjetivação; c) teoria psicanalítica, processos culturais e experiência estética; d) surrealismo, psicanálise e cultura. (Fonte: Currículo Lattes)
Espetáculo Teatral Duração aproximada: 60 minutos Classificação etária: 16 anos
ACESSIBILIDADE FÍSICA e ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOOs custos envolvidos encontram-se previstos na planilha orçamentária. PRODUTO: APRESENTAÇÃO DE ESPETÁCULO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Garantia das estruturas facilitadores para locomoção do público nos espaços de apresentação do espetáculo tais como: rampas com elevação e largura adequadas, portas e salas com larguras e espaços adequados, banheiros adaptados e lugares adequados para deficientes, idosos e para pessoas obesas. DEFICIENTES AUDITIVOS: Realização de 02 (duas) sessões com a presença de intérprete de libras para ampliar o alcance do projeto também para pessoas com deficiência auditiva. DEFICIENTES VISUAIS: Realização de 01 (uma) sessão com recurso de audiodescrição para ampliar o alcance do projeto também para pessoas com deficiência visual. PRODUTO GRAVAÇÃO E LIVE DO ESPETÁCULO Disponibilizar na Internet gratuitamente, em canal específico por 10 dias consecutivos, a versão 'LIVE' do espetáculo para ser acessado por público interessado com breves depoimentos da equipe artística envolvida na produção do espetáculo com interpretação em LIBRAS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Produto disponibilizado gratuitamente em canal na internet. DEFICIENTES AUDITIVOS: Interpretação em libras no vídeo disponibilizado na internet para ampliar o alcance do projeto também para pessoas com deficiência auditiva. DEFICIENTES VISUAIS: Recurso de Audiodescrição integrado ao vídeo disponibilizado na internet para ampliar o alcance do projeto também para pessoas com deficiência visual. PRODUTO: AÇÃO FORMATIVA/CONTRAPARTIDA SOCIAL: ENCONTRO 'ARTE, AMOR E SEUS EXCESSOS' ACESSIBILIDADE FÍSICA: Garantia das estruturas facilitadores para locomoção do público nos espaços de apresentação do espetáculo tais como: rampas com elevação e largura adequadas, portas e salas com larguras e espaços adequados, banheiros adaptados e lugares adequados para deficientes, idosos e para pessoas obesas. DEFICIENTES AUDITIVOS: Presença de intérprete de libras na ação formativa para ampliar o alcance do projeto também para pessoas com deficiência auditiva. DEFICIENTES VISUAIS: Recurso de Audiodescrição na ação formativa para pessoas com deficiência visual.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS item III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Disponibilizar gratuitamente na Internet, em canal específico por 10 dias consecutivos, a versão 'LIVE' do espetáculo para ser acessado por público interessado com breves depoimentos da equipe artística envolvida na produção do espetáculo. e Realizar Ensaio Aberto do espetáculo relativo ao item V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Temporada do espetáculo com comercialização de ingressos a Preços Populares Preço Normal: R$ 30,00Preço Meia-entrada: R$ 15,00Patrocinador: 10% dos ingressos Divulgação: 10% dos ingressos Beneficiários da contrapartida: 20% dos ingressos Doação de ingressos Doação de 20% dos ingressos do espetáculo para beneficiados atendidos por instituições que realizem trabalhos em caráter social, educativo ou de formação artística, conforme Artigo 20 da Instrução Normativa n°2, de 23 de abril de 2019.
FICHA TÉCNICA Autor: Virginia Cavendish e Nelson Baskerville (adaptação livre do clássico de Jean Cocteau) Atriz: Virginia Cavendish Direção Geral: Nelson Baskerville Cenário: Cesar ReZende (Basquiat) Figurinos: Marichilene Artisheviks Direção musical: Daniel Maia Iluminação: Wagner Freire Direção corporal: Mauricio Florez Produção Executiva: Dani Deon Direção de produção: Virginia Caverndish Técnico de som e luz: Junior Docini Assistente de direção: Thaís Medeiros Assistente de produção: Lilian Damasceno Projeto Gráfico - Omar Salomão Coordenação de produção: Casa Forte Produções (O proponente será remunerado por esta função) Nome: Casa Forte Produções Artísticas (PROPONENTE DO PROJETO) Função: Coordenação de produção - O PROPONENTE REALIZARÁ ESTA FUNÇÃO E POR ELA SERÁ REMUNERADO Currículo resumido: A Casa Forte Produções Artísticas foi criada, em 2004, pela atriz e produtora Virginia Cavendish com o objetivo de realizar espetáculos teatrais e obras audiovisuais. Já produziu espetáculos adultos que circularam por diversos estados brasileiros, tendo grande sucesso de público e crítica. Entre eles, “O Rio” de Jez Butterworth, com direção de Nelson Baskerville; “Não Vamos Pagar!” de Dario Fo, com direção de Inez Viana; “Hedda Gabler” de Henrik Ibsen, com direção de Walter Lima Jr; e “Comendo entre as Refeições”, de Donald Margulies com direção de Walter Lima Jr. No cinema, Coproduziu com Cinelandia “Através da Sombra”, de Walter Lima Jr. e “Até que a casa Caia” de Mauro Giuntini. Antes de fundar a Casa Forte Produções, Virginia produziu dois espetáculos teatrais: “Lisbela e o Prisioneiro”, de Osman Lins, direção de Guel Arraes e “A ver estrelas”, texto e direção de João Falcão. Já no cinema, foi produtora associada do filme “Lisbela e o Prisioneiro”, de Osman Lins, adaptação de Guel Arraes, Pedro Cardoso e Jorge Furtado. Nome: Virginia Cavendish Função: Atriz, Autora e Diretora de produção Currículo resumido: Atriz e produtora. Participou de diversas novelas e seriados de televisão, como A vida secreta dos casais, Mandrake, Dona flor e seus dois maridos, Andando nas nuvens, O cravo e a rosa, As filhas da mãe, A grande família, Malhação, As canalhas, entre outras. Apresentou o TNT+filme, principal programa sobre cinema da tv. No teatro trabalhou com os mais renomados diretores brasileiros como Antunes Filho, João Falcão, Hamilton Vaz Pereira, Inêz Vianna e Nelson Baskerville. Fez, no cinema, filmes de sucesso como o Auto da Compadecida e Lisbela e o Prisioneiro, dirigidos por Guel Arraes. Atuou como protagonista no longa Através da Sombra de Walter Lima Jr., produzido por ela e Maria Dulce Saldanha, baseado na obra A volta do Parafuso de Henry James. É sócia diretora da Casa Forte Produções onde desenvolve projetos de teatro, cinema e televisão. Nome: Nelson Baskerville Função no projeto: Autor e Diretor Geral Currículo resumido: Formado pela EAD (Escola de Arte Dramática da USP), é ator, diretor e autor teatral, além de artista plástico. Foi ator e assistente de direção de Fauzi Arap durante os anos 1980, quando integrou a premiada montagem de Uma lição longe demais, de Zeno Wilde. Diretor-fundador da AntiKatártiKa Teatral (AKK), dirigiu em 2005, Camino Real de Tennessee Williams e 17 X Nelson – o Inferno de Todos Nós. Com a peça Luís Antônio-Gabriela, recebeu o Prêmio Shell 2011 de Melhor Diretor e o Prêmio APCA 2011 de Melhor Espetáculo, entre outros. Em 2012, dirigiu 4 espetáculos: 17 X Nelson – Parte 2 – Se não é eterno não é amor, Os 7 Gatinhos, de Nelson Rodrigues, A Falecida, de Nelson Rodrigues, e Brincando com Fogo, de August Strindberg. Recebeu mais duas indicações ao Prêmio Shell 2013, por seu trabalho de direção e iluminação no espetáculo As Estrelas Cadentes do Meu Céu são feitas de Bombas do Inimigo com a Cia. Provisório-Definitivo. Recentemente, adaptou e dirigiu 1Gaivota – É Impossível Viver sem Teatro, de Tchekhov e A Geladeira, de Copi. Em televisão atuou na minissérie Maysa e nas novelas Viver a Vida e Em Família, todas de Manoel Carlos com direção de Jayme Monjardim. Nome: Daniel Maia Função no projeto: Direção musical Currículo resumido: Músico e Ator. É sound designer e compositor de dezenas de espetáculos. Colaborou com diretores como Gabriel Villela (indicação Prêmio Shell de melhor música para Fausto Zero e Vestido de Noiva), Marcelo Lazzaratto, Maria Thais, Tadashi Endo, Alexandre Reinecke, Lígia Cortez, Marcio Aurelio, Dan Stulbach, Cia. de Dança Palácio das Artes (Prêmio Sesc/Sated – Melhor Trilha Sonora de Espetáculo de Dança de 2002 e Prêmio Sesc/ Sated – Destaque Especial 12 anos em Trilha Sonora de Dança), Roberto Alencar, Mika Lins, Alvise Camozzi, Nelson Baskerville (indicação Prêmio Shell de melhor música com 1gaivota), entre outros. Entre seus últimos trabalhos estão: Concerto para João, direção Cassio Scapin, A-VÓS da Nave Gris Cia. Cênica de Dança, O Rio de Jez Butterworth com Maria Manoela, Nelson Baskerville e Virginia Cavendish, Romeu e Julieta 80, com Renato Borghi e Miriam Mehler e HA DÔ, de Tadashi Endo. Nome: Mauricio Flórez Função no projeto: Direção Corporal Currículo resumido: Artista colombiano formado em Dança pela Universidad de Antioquia, em Medellín (Col), atualmente reside em São Paulo, integrando desde 2014 o núcleo artístico Key Zetta e Cia com direção de Key Sawao e Ricardo Iazzetta. É preparador corporal da Companhia de Teatro A Musa Heróica e participa como convidado da Jam 1mm, com direção de Cristian Duarte. Como artista independente criou os solos UM (2017), Bolero (2014) com coreografia do venezuelano Luis Viana, e Fabulación (2011). Nome: Cesar Rezende Função no projeto: Cenógrafo Currículo resumido: Cesar é cenógrafo desde 2008, possui Graduação em Artes Cênicas pela Faculdade de teatro Célia Helena e Mestrado em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo. Responsável pela produção cenográfica dos espetáculos Espetáculo “Nina, ou a fragilidade das gaivotas empalhadas”, direção de Denise Weinberg (2018); “Odisséia”, Cia Hiato, direção de Leonardo Moreira (2018); “O Rio”, Direção de Nelson Baskerville (2017); “Skellig”, Cia Simples, direção Cristiane Paoli Quito. Prêmio APCA de melhor cenário infanto-juvenil (2017); “Buda”, Banda Mirim, direção Marcelo Romagnoli. Prêmio APCA de melhor cenário e prêmio Coca-Cola FEMSA Brasil (2017); “Enquanto ela dormia”, Cia de Teatro da Vertigem, direção Lili Monteiro. Indicação prêmio Shell de melhor cenário. Indicação para Festival de Praga (2019); “Wiosna”, direção de Leonardo Moreira, Varsóvia, Polônia e Sesc Belenzinho, São Paulo, Brasil; “Servos de Pan”, turnê Europa (Alemanha/França/Suíça), Cia Terra, direção Marília Barreto (2016) entre muitos outros. Nome: Wagner Freire Função no projeto: Iluminação Currículo resumido: Iluminou espetáculos como “Querô” de Plínio Marcos, “Almanaque Brasil”, de Noemi Marinho, “Aulis” de Celso Frateschi e Elias Andreato; “Guerra Santa” de Gabriel Vilela; “A Gaivota” de Tchecov, direção de Francisco Medeiros, “Ubu Folias Physicas Pataphysicas e Musicaes”, direção de Cacá Rosset, “Salomé”; “Joana Dark”; “Um porto para Elizabeth Bishop”; “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, “ Blue Room” direção José Possi Neto, Rei Lear, com direção de Elias Andreato. Wagner iluminou também diversas óperas, entre elas, “A “Traviata”, “IL Guarany”, “As Bodas de Fígaro” direção de José Possi Neto; “Os Pescadores de Pérolas”, direção de Naum Alves de Souza; “Madame Butterfly” e “Cavaleira Rusticana”, direção Jorge Takla. Entre outros shows, iluminou os de Zizi Possi (“Valsa Brasileira”, “Mais Simples”, “Per Amore”, “Passione”, ‘Puro Prazer “, ”Bossa”); Marlui Miranda, Jane Duboc, Banda Vexame, Lenine & Suzano, Wania Abreu, Leila Pinheiro. Em dança, Balé da Cidade de São Paulo nas coreografias “Como num Jardim”, “Plenilúnio”, “Entousiasmos” e “Baile na Roça”, “Bailes do Brasil”- Coreografia de J.C. Violla e direção de Naum Alves de Souza, “Muito Romantico”, coreografia de Susana Yamauchi e João Mauricio e direção de Naum Alves de Souza, “Dança das Marés” direção de Ivaldo Bertazzo. Wagner já recebeu os prêmios: Shell 93/97, APCA 93, Apetesp 93/96/97, Coca-Cola 96, 97, 99, 2001, 2008 e Cultura Inglesa 97. Nome: Marichilene Artisevskis Função no projeto: Figurinos Currículo resumido: Formação: Faculdade de Belas Artes de São Paulo e modelagem na Faculdade Senac Moda. É integrante da AntiKatártiKa Teatral (AKK). Em teatro trabalhou nas montagens de Francisco Medeiros: O que deitou mas não morreu, B – Caio Fernando Abreu,Terra sem lei, Os Passageiros, O Amante, Os Espectros, entre outras. Nas montagens de Nelson Baskerville: 17X Nelson – Parte I e II, Os Sete Gatinhos, Córtex, Credores, As estrelas cadentes do meu céu são feitas de bomba do inimigo, Lou e Leo, 1 Gaivota – É impossível viver sem teatro, A Geladeira, entre outras. E também em: Avenida Dropsie, de Will Eisner, dir: Felipe Hirsch (indicação Prêmio Shell 2005 de Melhor Figurino), Cacoete, dir: Heitor Goldflus, Notas da Superfície, dir: Márcia Abujanra, Crianças da Noite, dir: Marco Antonio Rodrigues, Camille e Rodin, dir: Elias Andreatto, Pais e Filhos, dir: Adolf Shapiro, Maldito Benefício, dir: Marcelo Lazzaratto, A bala na agulha, dir: Otávio Martins, entre outras. Nome: Thaís Medeiros Função no projeto: Assistente de direção Currículo resumido: Thaís começou a estudar teatro em 1993, na Casa do Teatro. É formada pelo Teatro Escola Célia Helena e em Pedagogia (FEUSP). Integra também a AntiKatártiKa Teatral (AKK) e juntamente com o diretor Nelson Baskerville produziu e atuou no espetáculo "1 Gaivota - É Impossível Viver Sem Teatro" (2015), uma versão da obra de Anton Tchekov. Atuou e produziu os espetáculos da Cia. Provisório-Definitivo: As estrelas cadentes do meu céu são feitas de bombas do inimigo (direção Nelson Baskerville, 2013 - Indicado a Melhor Iluminação e Direção no Prêmio Shell), Gangue (direção de Mauro Baptista Vedia, 2012 - Prêmio FEMSA de Melhor Espetáculo Jovem, 2013), Pelos Ares (direção de Lavínia Pannunzio - Prêmio de Melhor Espetáculo no Cultura Inglesa Festival, 2010) e Todo Bicho Tudo Pode Sendo o Bicho Que Se É (direção de Hugo Possolo e Henrique Stroeter, 2007). Integrou o elenco da Sutil Cia. de Teatro, participando dos espetáculos Cinema (2010), Trilhas sonoras de amor perdidas (2011) e da ópera Rigoletto (2011), todos com direção de Felipe Hirsch. Ela recebeu o Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no X Festival Nacional de Teatro de Florianópolis 2002, pelo espetáculo Quase de Verdade. Atuou nos curtas-metragens Meu pequeno herói não sabe voar, de Pedro Jorge (2014), 1,2,3 vulcão, de Miguel Ramos (2011) e em diversas campanhas publicitárias e vídeos, entre elas protagonizou a campanha Eduardo e Mônica da VIVO. Nome: Junior Docini Função no projeto: Técnico de som e luz Currículo resumido: Ator formado pela escola Fundação das Artes em São Caetano do Sul 2009, professor de capoeira pela Associação de Capoeira Santa Isabel, artista orientador do programa, "Cidadania Artística Viva Arte Viva" desde de 2009. Técnico em Iluminação cênica compondo os trabalhos "Fuga", "Invenção do Mar", "A Dócil", TV- Sem Controle e Morte e Vida Severina. Últimos trabalhos como ator, Assim que se passarem cinco Anos, escola de teatro FASCS, Medeia, A mulher Fera, Medida por Medidal, todas no grupo "Folias", Sub Pop Ópera dos Mendigos, Maravilhoso Escritório Teatral, Cordel do Amor Sem FIM, com A Trupe Sinhá Zózima, Belisa e Perlimplim, Um amor Bonito Assim, bem no meio do Jardim, Enfim... com CIA Made in Brasil e Romeo e Julieta, com a CIA da MATILDE Nome: Dani Deon Função no projeto: Produção Executiva Currículo resumido: Formação em Artes Cênicas pela ESCOLA CÉLIA HELENA (1993) e em CIÊNCIAS SOCIAIS – UNESP (1990), trabalhou como produtora em espetáculos como: Os Que Vem de longe - – Direção Cristina Poli Quito (06/04 a 13/05/2018); O Rio – Direção Nelson Baskerville (2017/2018); Um Casamento Feliz – Direção Eri Johnson (2017); Não vamos Pagar – Direção Ines Viana (2017); A Pantera – Produção Executiva do espetáculo “ A PANTERA” DE Camila Appel com direção de Marco Antonio Braz (2011); Projeto Sonhos Para Vestir - Produção Executiva do projeto “SONHOS PARA VESTIR” de Sara Antunes com direção de Vera Holtz (2010). Nome: Omar Salomão Função no projeto: Projeto Gráfico Currículo resumido: Poeta, artista visual e cenógrafo. Fez cenários para as peças “Pedro e o Capitão”, texto de Mario Benedeti e direção Marcos Loureiro, e “Não Vamos Pagar!”, texto de Dario Fo com de direção Inez Viana. Escreveu os livros “Impreciso” e “À Deriva” (Dantes Editora). Como artista visual, participou da 3ª Bienal de Arte da Bahia (MAM-BA, 2014), projeto “Atelier Temporário” no Espaço PIVÔ (São Paulo, 2014), 18º Festival Internacional de Arte Contemporânea Sesc-Videobrasil (Sesc Pompeia, 2013 e 2014), Exposição de Verão 2015 (Galeria Silvia Cintra + Box 4), Gil70 (RJ / SP / DF / BA. 2012-2014), além das individuais “O que pensei até agora” e “O que ainda falta pensar” (galeria Mercedes Viegas, RJ 2013), “Turbulências são apenas Nuvens no Caminho” (galeria Mercedes Viegas, RJ. 2011), dentre outras exposições. Foi curador com Heloisa Buarque de Hollanda e Bruna Beber da exposição BLOOKS – letras na rede, sobre literatura na internet (Oi Futuro, RJ, 2007), dentre outras. Nome: Lilian Damasceno Função no projeto: Assistente de Produção Currículo resumido: Produtora Cultural graduada em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, técnica em Teatro e Dança. Desenvolve Projetos na área de Produtora Cultural, incluindo: Concepção, planejamento e acompanhamento de Projetos culturais; Produção Executiva de espetáculos teatrais, de dança, de música e eventos corporativos; Elaboração e consultoria em Projetos Culturais via Leis de Incentivo. Realizou projetos e consultorias para empresas como Opus Promoções, Conjunto da Obra, Casa Forte Produções, Gaya Produções, Branco Eventos, entre outras.
PROJETO ARQUIVADO.