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O projeto TEATRO DE BONECOS- OFICINA E MOSTRA, propõe a realização de oficinas para montagem e apresentação de cenas de teatro de bonecos desenvolvidas com adolescentes e jovens da rede pública de ensino do Rio de Janeiro. Como resultado será realizada Mostra de encerramento. As oficinas e Mostra de encerramento serão gratuitas!
Os roteiros/textos, serão desenvolvidos durante as aulas, junto aos alunos do projeto.
Promover e difundir o teatro de animação na educação, através de oficinas envolvendo variadas disciplinas das artes cênicas, que buscam desenvolver a linguagem artística e técnica do teatro de bonecos. Propõe contribuir na formação integral dos participantes, estimulando habilidades motoras, sensoriais e cognitivas, produzindo conhecimento através de pesquisas e experimentações. Desenvolver a mente humana através do incentivo a leitura e escrita, do estímulo a criação, do trabalho individual e em equipe e da compreensão do corpo como base da comunicação, ampliando desse modo as possibilidades de expressão na vida.Realizar projeto com duração de seis meses, sendo 01 mês destinado à pré-produção, 04 meses destinados à preparação e execução das oficinas e 01 mês à pós - produção. Filmar o processo de desenvolvimento da oficina e apresentações finais para acompanhamento da produtividade e crescimento dos participantes. Exibir o vídeo making of no dia da apresentação do espetáculo de encerramento. Entregar a todos os participantes, ao final do projeto, certificado e link youtube par acesso ao video making of das oficinas. Total de beneficiários 440, sendo: diretos _ 40 pessoas (alunos das oficinas) e indiretos _ 400 pessoas (público da Mostra de encerramento e workshops). OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar oficinas de teatro de bonecos, que contemplam aulas de teatro, construção e manipulação de bonecos, confecção de adereços, preparação vocal, workshop de figurino, destinados à 40 alunos da rede pública de ensino.Realizar Mostra como encerramento do projeto, para apresentação das cenas desenvolvidas durante as aulas. A entrada será gratuita, para os 350 convidados da Mostra. Realizar workshops de manipulação de bonecos em escola da rede pública de ensino para atender até 50 participantes como contrapartida social.
O projeto encontra-se em conformidade com art. 1 da Lei 8313/91: inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; assim como inciso VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E também art 3 - I incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Desde 2008, a Articulação vem realizando oficinas com jovens da periferia dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. A educação sempre foi um foco muito forte no trabalho de seus fundadores, que através dos projetos educacionais tem conseguido ampliar suas ações; tanto na inserção de jovens na produção artística, quanto na de profissionais da classe artística, que depois da experiência de trabalhar com a Cia. passaram a atuar como educadores.Entre 2010 e 2018, a Cia realizou oficinas no estado do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, Petrópolis, Pavuna, Higienópolis, Belford Roxo, Ramos e Xerém), no estado São Paulo no bairro de Jaraguá, Congonhas - MG e Crixás - Goiás.Inserir, apresentar e envolver os jovens de hoje na produção artística e trabalhar a educação a partir da prática do aprender fazendo, tem sido constante no estudo e atuação profissional da Articulação_Teatro de Animação. Nas oficinas, os participantes passam por etapas que contribuem na construção do conhecimento e da cidadania. Na pesquisa e roteiro, desperta-se o estímulo a leitura e escrita. Já na construção dos personagens, são trabalhadas habilidades motoras, desenho, medidas, escala, espírito de equipe, concentração, dentre outras. Na manipulação, os movimentos corporais, entendimento do corpo e compromisso com o coletivo; o que favorece a relação de grupo. No processo, a matemática se faz presente na construção dos bonecos e adereços, e o português na pesquisa, leitura e escrita dos textos. Assim, além de promover a arte dos bonecos, o projeto fortalece as disciplinas escolares, contribuindo para um melhor desempenho do aluno na vida escolar.Consideramos o projeto de grande relevância para o Rio de janeiro, uma vez que impacta diretamente na transformação dos 40 jovens participantes da oficina, 50 participantes do workshop de contrapartida social e indiretamente nos 350 convidados para Mostra (apresentação de encerramento). Total de 440 beneficiados.
O projeto não possui patrocínio previsto, porém a proponente também fará inscrições em editais de empresas, as quais tem como pré-requisito a aprovação do projeto na Lei. Segue abaixo links vídeos de algumas oficinas realizadas: * Oficina realizada em Belford Roxo em 2011 https://youtu.be/gWZbyBZMj1k * Oficina realizada em Jaraguá - SP em 2012 https://youtu.be/eEfLujS9fGk * Oficina realizada na Pavuna em 2017 https://youtu.be/2oAjO57OrbQ * Oficina realizada no Cine Clube Tia Nilda https://youtu.be/DC2-b6TGrTg Contrapartida social: A proposta é a realização de workshop de manipulação de bonecos para alunos e professores da rede pública de ensino. 50 participantes. O total de participantes será dividido em 04 turmas.Carga horária: 01 hora para cada turma.
Projeto pedagógico 1- Resumo dos conteúdos que serão ministrados:Panorama do teatro de bonecos no mundo. Através de imagens, vídeos e trabalhos realizados por variadas companhias, grupos e Festivais.Criação do personagem: estudo da relação forma-caráter (fisiognomonia), proporções, postura e fisionomia.Estudos sobre as articulações do corpo para entendimento da estrutura do boneco.Desenho técnico de construção do boneco da técnica de manipulação direta.Construção dos bonecos de manipulação direta e objetos cênicos: mão na massa.Exercícios e dinâmicas em grupo, voltados para conscientização do jogo cênico.Conceitos básicos para a manipulação: ponto fixo, variações rítmico-dinâmicas e precisão dos movimentos.Treinamento de manipulação e ensaios com todos os elementos que compõem as cenas.Questões relacionadas à construção do roteiro e linguagens cênicas.Figurino. Workshop para criação de figurino e modelagem (técnica de Moulage).Expressão vocal. Técnicas de aquecimento, relaxamento e respiração e interpretação textual.Workshop para gravação de voz dos personagens. 2- Responsáveis pela coordenação Juliana WerneckBacharel em cenografia pela Escola de Belas Artes (UFRJ) – 2007Pós Graduada (Latu-Senso) em Vídeo Científico Educativo pela UFRJ - 2008Pós Graduada (Latu-Senso) em Divulgação Científica no Museu da Vida/Fiocruz – 2010.Graduação em Licenciatura em Teatro na Estácio de Sá (em andamento)12 anos de experiência com práticas educativas em oficinas de áudio visual e teatro de bonecos com alunos do ensino fundamental e médio, além de experiência profissional com cenografia, produção e teatro de bonecos. Michel SousaIniciou seus estudos sobre a orientação de Alvaro Apocalipse, diretor do Grupo Giramundo MG. Fundou e coordenou os Doutores Cura-Cura e O Grupo de Teatro Chicariarte, que conquistou cinco dos sete prêmios que concorreu no 10º Festival de Teatro de Ubá MG. Em sua passagem pelo Grupo Armatrux /MG, participou de oito montagens como ator, manipulador e construtor de bonecos.Mudou-se para o RJ em 2007 e fundou a Cia Articulação - Teatro de Animação, onde dirige, escreve, manipula e constrói bonecos para os espetáculos da Cia. Há 15 anos, coordena e ministra diversas oficinas de teatro de animação realizadas em projetos da Cia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, de ONGs e do Governo Federal, nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Entre 2008 e 2010 projetou e construiu os bonecos para espetáculos das Cias: Nóis do Vento, Navegando, Pia Fraus e Pequod, que em 2010 ganhou o prêmio Zilka Salaberry na categoria especial de construção de bonecos do espetáculo Marina. 3 - Carga horária completaNúmero de meses do projeto: 06 meses. Sendo 02 pré-produção, 03 execução das oficinas e 01 pós-produção.As aulas serão ministradas 2 X por semana para cada turma, entre 2ª e 5ª feira + Mostra de encerramento (01 dia). Total de 40 alunos divididos em 02 turmas de até 20 alunos. O ensaio será realizado dentro da carga horaria prevista para as aulas. Carga horária total das oficinas: 116 horas - Turma A – 48 horas + 04 horas (Ensaio geral + Mostra) = 52 horas- Turma B – 48 horas + 04 horas (Ensaio geral + Mostra) = 52 horas Carga horaria reunião pedagógica – 12 horas ·Turno sugerido: manhã (9 às 11h) / tarde (13 às 15h)Turma A: 09h às 11hTurma B: 13 h às 15 hO cálculo das horas está separado de acordo com o desenvolvimento da oficina: • 03 meses Turma A – 09 às 11h (02 horas) + Turma B - 13 às 15h (02 horas) – Total 104 horas. O ensaio será realizado dentro da carga horária prevista para as aulas. Profissionais – professores, assistente e produção. • 01 dia – Mostra de encerramento 01 dia – Turma A e B – 04 horas (Preparação e Mostra). Profissionais – professores, coordenação, produção e assistentes. • Reuniões pedagógicas Deverão acontecer em data anterior ao início das aulas para planejamento e durante o período das aulas para acompanhamento e avaliação. Total de 12 horas no período. 4 - Público AlvoJovens e adolescentes entre 11 e 18 anos. 5 - Metodologia que será aplicadaA metodologia a ser utilizada para a realização das oficinas foi dividida em: aulas expositivas e laboratório das oficinas.O conteúdo programático foi definido pelos coordenadores, levando em consideração o interesse e as experiências adquiridas por ambos profissionalmente e em diversas oficinas de teatro de animação e audiovisual; elaboradas e ministradas ao longo de anos.Tal tarefa implicou uma série de atividades específicas. Além da seleção de bibliografia foram feitos estudos da: história do teatro de bonecos, linguagem da animação, pesquisa de materiais, teorias de teatro, técnicas de construção de bonecos e cenografia.A partir do resultado dessas pesquisas foi definido o conteúdo programático para as aulas expositivas que serão acompanhadas de aulas práticas e distribuídas em 12 eixos:1. Panorama do teatro de bonecos no mundo.2. Criação do personagem.3. Exercícios e dinâmicas em grupo.4. Desenho técnico de construção do boneco.5. Construção dos bonecos e objetos cênicos.6. As lógicas e contradições do objeto animado.7. Conceitos básicos para a manipulação de bonecos de manipulação direta.8. Questões relacionadas à construção do roteiro e linguagem cênica.9. Cenografia para teatro de bonecos.10. Figurino para bonecos.11. Expressão vocal.12. Gravação de vozes.Para preparação das aulas serão realizados encontros prévios entre a equipe, na intenção de que todas as disciplinas possam caminhar de forma integrada levando a um resultado final, fruto de um trabalho coletivo. 6 - LaboratórioO laboratório será realizado através da experimentação e criação. Nesse momento os próprios participantes irão experimentar as possibilidades do teatro de bonecos, através de exercícios de manipulação do personagem, que serão norteados em função do roteiro construído em sala de aula.A partir da experimentação, os participantes têm a oportunidade de fazer suas próprias descobertas, o que contribui para a apreensão do conteúdo trabalhado, além de estabelecer relações de grupo.Para preparação das aulas serão realizados encontros prévios entre a equipe, na intenção de que todas as disciplinas possam caminhar de forma integrada levando a um resultado final, fruto de um trabalho coletivo.
*PRODUTO: OFICINAS As oficinas serão realizadas em escola da rede pública para alunos matriculados na escola beneficiada, assim entende-se que a escola já possua infra-estrutura para dar suporte o suporte necessário aos alunos com deficiência visual, auditiva e mobilidade reduzida. OBSERVAÇÃO: No caso de haver deficientes auditivos, visuais e com dificuldade de locomoção (já matriculados na escola) interessados em participarem das oficinas, e a escola não possuir profissional capacitado disponível para acompanhamento nas aulas do projeto, ou acessibilidade física, será posteriormente solicitada inclusão de rubrica na planilha orçamentária para despesas com esses itens. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para acesso a alunos interessados, que sejam portadores de deficiência de locomoção, o proponente irá contar com a infra-estrutura da escola beneficiada. Entende-se que a escola já possua infra-estrutura adequada (rampas de acesso ou elevador e banheiros adaptados) para atendimento aos alunos com deficiência de locomoção matriculados na escola. DEFICIENTES AUDITIVOS: Para acesso a alunos interessados, que sejam portadores de deficiência auditiva, o proponente irá contar com profissional da escola beneficiada para acompanhamento do aluno nas aulas. Entende-se que a escola já possua profissionais capacitados (intérprete de libras) para atendimentos aos alunos com deficiência auditiva matriculados na escola. DEFICIENTES VISUAIS: Para acesso a alunos interessados, que sejam portadores de deficiência visual, o proponente irá contar com profissional da escola beneficiada para acompanhamento do aluno nas aulas. Entende-se que a escola já possua profissionais capacitados (audiodescritores) para atendimentos aos alunos com deficiência visual matriculados na escola. *PRODUTO: APRESENTAÇÃO TEATRAL / MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para acesso aos portadores de deficiência de locomoção e idosos, o proponente irá contar com a infra-estrutura da escola beneficiada. A Mostra será realizada em escola beneficiada que já possua infra estrutura que viabiliza este acesso, não sendo necessário previsão de gastos na planilha orçamentária para rampas de acesso. OBSERVAÇÃO: Se a escola não possuir acessibilidade física, será posteriormente solicitada inclusão de rubrica na planilha orçamentária para despesas com esses itens. DEFICIENTES VISUAIS: Para a Mostra está previsto serviço de audiodescrição/tradução simultânea para atendimento ao público com deficiência visual. INSERIR NA PLANILHA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de Libras para Mostra de encerramento e legendagem descritiva para vídeo making of (desenvolvimento das aulas) com depoimento de aluno (depoimento legendado). A legendagem do vídeo está prevista na rubrica registo videografico.INSERIR NA PLANILHA * CONTRAPARTIDA SOCIAL: WORKSHOPO workshop será realizado em escola da rede pública para alunos matriculados na escola beneficiada, assim entende-se que a escola já possua infra-estrutura para atender aos alunos com deficiência visual, auditiva e mobilidade reduzida. OBSERVAÇÃO: No caso de haver deficientes auditivos, visuais e com dificuldade de locomoção (já matriculados na escola) interessados em participarem das oficinas, e a escola não possuir profissional capacitado disponível para acompanhamento nas aulas do projeto, ou acessibilidade física, será posteriormente solicitada inclusão de rubrica na planilha orçamentária para despesas com esses itens. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para acesso aos portadores de deficiência de locomoção, o proponente irá contar com a infra-estrutura da escola beneficiada. Os workshops serão realizadas em escola beneficiada que já possua infra estrutura que viabiliza este acesso, não sendo necessário rampas de acesso. Entende-se que a escola já possua infra-estrutura adequada (rampas de acesso ou elevador e banheiros adaptados) para atendimento aos alunos com deficiência de locomoção matriculados na escola. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem descritiva no vídeo making of (desenvolvimento das aulas) com depoimento de aluno (depoimento legendado). A legendagem do vídeo está prevista na rubrica registo videografico.Para acesso a alunos interessados no workshop, que sejam portadores de deficiência auditiva, o proponente irá contar com profissional da escola beneficiada para acompanhamento do aluno no workshop. Entende-se que a escola já possua profissionais capacitados (intérprete de libras) para atendimentos aos alunos com deficiência auditiva matriculados na escola. DEFICIENTES VISUAIS: Para acesso a alunos interessados, que sejam portadores de deficiência visual, o proponente irá contar com profissional da escola beneficiada para acompanhamento do aluno no workshop. Entende-se que a escola já possua profissionais capacitados (audiodescritores) para atendimentos aos alunos com deficiência visual matriculados na escola.
Produto oficinas:- Participação de 40 adolescentes e jovens, estudantes da periferia da cidade do Rio de Janeiro (conforme art. 21 IN05/2017 inciso VII) - Para as oficinas, faremos divulgação para os alunos da escola beneficiada por meio de cartazes e apresentação oral, e junto a isso a distribuição da ficha de inscrição para os alunos interessados, e que estejam cursando o ensino fundamental II e/ou ensino médio. As mesmas serão recolhidas após preenchimento e autorização do responsável. A coordenação geral e pedagógica fará a seleção dos alunos para preenchimento das vagas. Produto Mostra de encerramento:- Oferecer transporte gratuito para até 04 pessoas para cada Mostra de encerramento, sendo 03 deficientes visuais ou cadeirantes e 01 acompanhante. Para isto, será realizado contato com instituição para convidar para a Mostra, porém o proponente não pode garantir a presença dos mesmos, pois depende de disponibilidade e interesse das instituições. (art 21. IN/2017 inciso II). - Como resultado das oficinas, teremos a Mostra de encerramento. A Mostra, assim como as oficinas serão totalmente gratuitas, e beneficiarão diretamente 40 alunos e indiretamente 350 pessoas (público estimado para a Mostra de encerramento). Tem como público-alvo: alunos da escola beneficiada, familiares, comunidade e funcionários. Os convites para a Mostra serão distribuídos gratuitamente da seguinte forma: 280 unidades para alunos da rede pública de ensino, familiares e escola onde será realizado o projeto, 35 para patrocinador e 35 para divulgação. Os alunos receberão junto aos convites para os familiares, comunicado para os pais com informações do evento, e a direção da escola receberá os convites para distribuição aos funcionários. - Exibir vídeo making of (desenvolvimento das aulas) com depoimento de aluno (depoimento legendado), na Mostra de encerramento. Espera-se que o evento possa estimular o gosto pelo teatro de bonecos, promovendo o acesso a cultura e os laços entre a escola, a comunidade escolar e local. Além da auto estima dos participantes das oficinas e valorização por parte dos pais, fortalecendo assim as relações familiares. - No que se refere a contrapartida social, serão oferecidas 50 vagas para workshop de manipulação de bonecos. As vagas serão destinadas a alunos e professores da rede pública de ensino. - Após o encerramento do projeto, os bens adquiridos (caso seja necessário), ficarão sob posse do proponente para uso em atividades com finalidade cultural. A solicitação encontra-se de acordo com os preceitos do Art. 48 incisos VIII e XI da IN 05/2017.
*Coordenação de produção - Juliana Werneck *Coordenação pedagógica - Michel Sousa *Arte educadores - Juliana Werneck, Michel Sousa e Márcio Newlands*Assistente de professor - à definir*Assistente de produção - Camille Abramo*Produção executiva - Jusele Sá*Projeto gráfico - à definir*Registro videográfico - Diego Lima*Fotógrafo - Bruno Leão Juliana Werneck Pós-graduada como especialista em Vídeo Cientifico Educativo pela UFRJ, em Divulgação Cientifica pelo Museu da Vida -Fio Cruz, bacharel em cenografia pela Escala de Belas Artes da UFRJ e licencianda em Teatro pela Universidade Estácio de Sá. Trabalha como cenógrafa, atriz-manipuladora, produtora cultural e educadora. Durante sua carreira artística trabalhou com importantes cenógrafos coma Marcos Flaksman e Gringo Cardia em cenários para cinema, shows e teatro. Em 2006 integra a equipe do Grupo de Educação Multimídia-UFRJ e entre 2008 e 2011, coordenou as atividades de cultura e divulgação científica no Museu do Mar da UFRJ. Fundou a Cia Articulação - Teatro de Animação em 2007, onde é responsável pela direção executiva e desde então realiza apresentações teatrais e oficinas educativas em projetos da companhia e em projetos de extensão universitária da UFRJ. Desde 2009, atua como coordenadora nas oficinas da Cia. Articulação. Estas já realizadas em diferentes cidades e bairros dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, que tiveram como resultado final a apresentação de espetáculos e exposição. Além da coordenação do projeto Música Total entre 2015 e 2018, Inspetores da Cidadania, Articulação na Escola e Firmino Trancoso – valente do sertão, realizados por meio das leis federal e municipal de cultura. Michel Sousa Sua carreira profissional começa Cataguases-MG, como locutor de rádio e músico, mais tarde se encanta pelo teatro de bonecos, iniciando seus estudos sobre a orientação de Alvaro Apocalipse, diretor do Grupo Giramundo MG. Fundou e coordenou os Doutores Cura-Cura e O Grupo de Teatro Chicariarte, que conquistou cinco dos sete prêmios que concorreu no 10o Festival de Teatro de Ubá MG. Em sua passagem pelo Grupo Armatrux /MG, participou de oito montagens como ator, manipulador e construtor de bonecos. Mudou-se para o RJ em 2007 quando se associa a cenógrafa Juliana Werneck para criar a Cia Articulação - Teatro de Animação, onde escreve, dirige, manipula e constrói bonecos para os espetáculos da Cia. Na Cia dirigiu os espetáculos Raízes, Lenda do Uirapuru, Proserpina: O Primeiro Feitiço, Firmino Trancoso – o valennte do sertão e Os Inspetores. Desde 2002 atua como educador, coordenando e dirigindo espetáculos de diversas oficinas de artes, música e montagem de espetáculo em projetos, da Cia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, de ONGs e do Governo Federal, nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Entre 2008 e 2012 projetou e construiu os bonecos para espetáculos das Cias: Nóis do Vento, Navegando, Pia Fraus e Pequod, que em 2010 ganhou o prêmio Zilka Salaberry na categoria especial de construção de bonecos do espetáculo Marina. Em 2013 construiu bonecos para o espetáculo Enquanto a Banda Passar da ONG Dançar a Vida e dirigiu o espetáculo do Rio ao Universo para o Planetário de Santa Cruz. Já em 2014 construiu bonecos para o espetáculo O Flautista de Hamelin da Bemvenuto Cia Teatrale. Márcio NewlandsO primeiro contato com no teatro de animação foi em 1996 como contra-regra e manipulador de objetos de cena na montagem "UBU!"do Grupo Sobrevento, uma das mais atuantes e representativas companhias de teatro de bonecos do Brasil. Em 1999 integra a fundação da Cia PeQuod Teatro de Animação como ator-manipulador e aprofunda a pesquisa de linguagem, sobretudo na experimentação do jogo entre atores, duplos, bonecos e objetos manipulados. Desde então, participou das montagens: "Sangue Bom"-1999; "Noite Feliz-Um Auto de Natal"-2001; "O Velho da Horta"-2002, três indicações ao prêmio Maria Clara Machado; "Filme Noir"-2004, duas indicações ao Prêmio Shell-RJ e "Peer Gynt"-2006, duas indicações ao Prêmio Shell,"Peh Quo Deux"-2013,"A Feira de Maravilhas do Fantástico Barão de Munchaüsen", nove indicações ao Prêmio Zilka Sallaberry-2015. Em 2011 e 2012 integrou a equipe da Cia. Articulação Teatro de Animação, atuando como educador nas oficinas de montagem realizadas com jovens da rede pública de ensino, e que tiveram como resultado os espetáculos: “Bonecos da Hora”, “É da hora de novo”, “Senhor do Vales”e “Seca no Brejo”. Atualmente investiga as possibilidades do teatro de formas animadas, performance e intervenção urbana com o projeto autoral "Faminem"-2018.
PROJETO ARQUIVADO.