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Circulação do espetáculo teatral "Cock", de Mike Bartlet, com direção de Nelson Baskerville.
“Cock – Briga de Galo”, traz a história de John, que tem um relacionamento com um outro homem há sete anos. No entanto, quando os dois resolvem dar um tempo, ele acaba se apaixonando por uma mulher (o que nunca havia acontecido). Cheio de angústias e sentimentos conflitantes, o protagonista mantém as duas relações sem saber para que lado ir. Seu namorado o pressiona por uma decisão, assim como sua namorada. E os dois estão dispostos a lutar por ele. A grande questão parece ser a definição final de John, mas a maior briga do protagonista está relacionada a entender quem ele é, num torturante conflito com seu próprio desejo e sem conseguir seenquadrar nos rótulos determinados pela sociedade.
Objetivo geral: circulação do espetáculo "Cock" pelas cidades de Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasilia realizando 12 apresentações em cada, totalizando 36 apresentações. Objetivos específicos do projeto: - Fomento à produção cultural e artística (Lei de Incentivo a Cultura - art 3º inciso IIe), circulação do espetáculo teatral "Cock" pelas cidades de Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasilia. - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais (Lei de Incentivo a Cultura - art 3º inciso IVa), mediante distribuição gratuita e pública de ingressos, 20% da bilheteria total, do espetáculo Cock, contribuindo também no desenvolvimento de projetos de formação de público. - Possibilitar o livre acesso de pessoas com deficiências auditivas e visuais, ao contratar, para uma sessão por cidade do espetáculo serviços de Áudio Descrição e Tradução em Libras. - Para aprofundar os temas tratados pela peça e gerar questionamentos, realizaremos 1 debate após o espetáculo por cidade, totalizando 3 debates. - Para contribuir com a descentralização da cultura e público, haverá a contratação de 2 ônibus por cidade para buscar ongs e associações para irem assistir ao espetáculo gratuitamente. Objetivos específicos das contrapartidas sociais: Visando fomentar o pensamento crítico e proporcionar mais experiências diversas ao público, realizaremos as seguintes atividades: - Debates: Realização de 1 debates após o espetáculo, por cidade, em que 80% (oitenta) da plateia será composta por um público de estudantes do terceiro colegial e professores da rede pública. - Ônibus: Contratação de 2 ônibus por cidade, totalizando 6 ônibus, para buscar ongs e associações para irem assistir ao espetáculo gratuitamente.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Atingindo os objetivos do Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculo de artes cênicas V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Retificamos a importância do incentivo federal e da captação de recursos para a realização do projeto com a estrutura idealizada.
Espetáculo contemplado pelo 10º Prêmio Zé Renato para estreia e temporada de 20 apresentações na cidade de São Paulo. Mike Bartlett é um dos mais proeminentes dramaturgos ingleses da atualidade. Já foi autor residente do National Theatre e do Royal Court Theatre de Londres. Ele também é roteirista de TV e escreveu várias séries de sucesso na Inglaterra. Sua escrita é afiada, inteligente e possui uma comunicação clara, bem humorada e direta com o público jovem e adulto. A maioria de suas peças ganhou grande destaque na cena teatral internacional e o autor também foi reconhecido com importantes prêmios, principalmente na Inglaterra. Com “King Charles III” ganhou o Critic’s Circle Award e o Olivier Award na categoria Best New Play e foi indicado ao Tony Award na mesma categoria. “Love Love Love” ganhou Best New Play no Theatre Awards UK. Ele também ganhou os prêmios Writer’s Guild Tinniswood e Imison pela peça “Not Talking”, e o Old Vic New Voices Award por “Artefacts”. No Brasil, peças do autor, como “Bull”, “Contrações” e “Love Love Love” - com estilos e temáticas diferentes - fizeram grande sucesso. A cada novo texto apresentado, fica mais evidente para o público brasileiro porque o jovem autor é considerado um dos mais importantes porta-vozes da contemporaneidade. A excelência de suas criações e a consistência de sua trajetória no teatro convergiram para a decisão de produzir “Cock – Briga de Galo”, que também é conhecida como “The Cockfight Play”. Vencedora do Olivier Award em 2010 na categoria Outstanding Achievement, a obra inédita em São Paulo traz a história de John, que tem um relacionamento com um outro homem há sete anos. No entanto, quando os dois resolvem dar um tempo, ele acaba se apaixonando por uma mulher (o que nunca havia acontecido). Cheio de angústia e sentimentos conflitantes, o protagonista mantém as duas relações ao mesmo tempo sem saber para que lado ir. Seu namorado o pressiona por uma decisão, assim como sua namorada. E os dois estão dispostos a lutar por ele. Enquanto a tensão aumenta, um jantar com o trio é organizado com direito à presença inesperada do pai do namorado de John, que chega para colocar ainda mais lenha na fogueira. A grande questão parece ser a definição final de John, mas a maior briga do protagonista está relacionada a entender quem ele é, num torturante conflito com seu próprio desejo e sem conseguir se enquadrar nos rótulos determinados pela sociedade. Bartlett se apropria de uma das mais clássicas tramas da literatura, o triângulo amoroso, para criar uma história original, delicada e muito bem humorada que explora difíceis questões sobre identidade, amor, sexualidade, nossa obsessão com as certezas e o nosso desconforto visceral com a ambiguidade. E mais do que uma releitura do triângulo amoroso tradicional, a obra examina as manifestações do desejo e os limites fluidos da identidade sexual criando uma análise atual e incisiva sobre nossas batalhas emocionais. Outro mérito dessa “briga de galos” é o fato de Bartlett não levar para cena um embate físico, e sim um grande e rico embate de ideias acerca de temas tão em evidência nesse momento. Cada personagem, munido de argumentos e justificativas, tenta convencer os demais sobre seu ponto de vista e posicionamento. O autor, que sugere que a peça seja montada uma espécie de “ringue” em uma arena, habilmente aproxima os espectadores da trama e dos atores, fazendo com que seja quase inevitável que eles próprios se tornem players da peça, pensando sobre as questões debatidas, revendo seus próprios conceitos a partir das situações que são de fácil identificação, e ainda a se colocando no lugar de cada um daqueles quatro personagens. A capacidade do texto de abrir novas possibilidades e provocar questionamentos é impressionante, indicando sua pertinência ao nosso momento atual no qual a polarização, o extremismo e a intolerância, parecem ter colocado a empatia em desuso e impor uma opinião tem sido mais importante do que estabelecer novos diálogos. A peça mostra habilmente como cada verdade pode adquirir uma nova feição a partir dos interesses que estão por detrás dela. Discursos são usados como armas quando se quer vencer uma batalha, excluindo a possibilidade de que nasça algo novo ou diferente a partir do diálogo. “Cock – Briga de Galo” também se encaixa perfeitamente na trajetória teatral que o diretor Nelson Baskerville vem construindo, pautada em obras que tragam temas urgentes e que dialoguem com todos os públicos. Recentemente, Baskerville se debruçou sobre outra peça inglesa - “Eigengrau, no escuro”, da jovem autora feminista Penelope Skinner - com bastante êxito. E por esse trabalho, vencedor do edital da Cultura Inglesa e que fez cinco temporadas na capital paulista, foi indicado ao prêmio Shell de melhor diretor em 2017. Por fim, a relevância na montagem de “Cock – Briga de Galo” está diretamente ligada ao fato de ser uma obra que desperta as discussões sem trazer respostas prontas. E como Bartlett mesmo diz: “é uma peça que contribui para que as pessoas possam fazer escolhas sem tanta preocupação e medo, e para que não se sintam tão angustiadas para tentar se encaixar em uma categoria ou outra”.
ESPETÁCULO TEATRAL Duração: 80 minutos Classificação indicativa: livre CONTRAPARTIDA SOCIAL DEBATE: Duração: 60 minutos Classificação indicativa: a partir de 14 anos ÔNIBUS Contratação de 2 ônibus por cidade, totalizando 6 ônibus para buscar ongs e associações descentralizadas.
ESPETÁCULO TEATRAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espetáculo será apresentado em teatro com infra-estrutura necessária para atender os portadores de necessidades especiais, como banheiros adaptados, rampa de acesso, e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, e oferecerá descontos de 50% (cinqüenta por cento) nos ingressos para idosos, atendendo ao art. 23 da Lei no 10.741, de 01 de outubro de 2003. DEFICIENTES AUDITIVOS: 01 apresentações por praça com tradução simultânea em libras realizada por um tradutor especializado. DEFICIENTES VISUAIS: 01 apresentação por praça contará com os recursos de audio-descrição. CONTRAPARTIDA SOCIAL 01. 2 Ônibus para buscar ongs por cidade. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os ônibus contarão com a disponibilização de lugares indicados para portadores de necessidades epeciais, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. A entrada será livre. Existirá sempre 1 monitor para cada grupo responsável pelos cuidados destes na entrada e saída do ônibus, assim como nas dependências do teatro. DEFICIENTES AUDITIVOS: Existirá sempre 1 monitor para cada grupo responsável pela tradução em libras e cuidados destes na entrada e saída do ônibus, assim como nas dependências do teatro. DEFICIENTES VISUAIS: Existirá sempre 1 monitor para cada grupo responsável pela coordenação e cuidados destes na entrada e saída do ônibus, assim como nas dependências do teatro. 02. 1 Debate após o espetáculo com elenco e convidados em cada cidade. ACESSIBILIDADE FÍSICA: O debate será realizada em teatro, após o espetáculo, com infra-estrutura necessária para atender os portadores de necessidades especiais, como banheiros adaptados, rampa de acesso, e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. A entrada será livre. DEFICIENTES AUDITIVOS: Os debates contarão com um interprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: Liguagem Oral e material em braile.
m atendimento ao disposto no Artigo 20 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; II - parametrização estabelecida no sistema em atendimento aos órgãos de controle, como segue: b) valor total da bilheteria igual ou inferior ao Custo Total do Projeto (Anexo I); Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Ficha TécnicaTexto: Mike Bartlett Tradução: Andrea Dupré Direção: Nelson Baskerville Elenco: Andrea Dupré, Daniel Tavares, Hugo Coelho e Marco Antônio Pâmio Iluminação: Wagner Freire Figurino: Marichilene Artisevskis Cenário: Chris Aizner Cenotécnico: Cesar RezendeTrilha Sonora: Daniel Maia Preparador Corporal: Mauricio Flores Assistente de Produção: Leticia GonzalezAssessoria de Imprensa: Adriana BalsanelliAssessoria de Midias e Comunicação: Inspira Comunicação (Vanessa Scorsoni e Felipe Pirillo)Assistente de Projetos e comunicação: Bianca BertolottoFotos: Ana Alexandrino Administração e Gestão de Projeto: Da Latta Cultura e ConteúdoProdução: Contorno Produções Direção de Produção: Jessica Rodrigues e Victória Martinez Idealização: Andrea Dupré e Daniel Tavares NELSON BASKERVILLE – DIRETOR. Já recebeu 4 indicações ao Premio Shell de melhor diretor, sendo ganhador em 2011 pelo espetáculo de sua autoria “Luis Antonio- Gabriela” pelo qual também recebeu o premio APCA 2011, Premio Governador do Estado e Premio da Cooperativa Paulista de Teatro. Foi diretor da “Noite de Gala do Circo de 2017” promovida pela Secretaria de Cultura do Município de São Paulo e do “Grito do Ipiranga” em 2012, espetáculo comemorativo da independência no Museu do Ipiranga envolvendo 300 membros entre atores, músicos, orquestra e figurantes. É encenador, autor e ator formado pela Escola de Arte Dramática – ECA – USP e também artista plástico com exposições no Brasil e em Portugal. É diretor-fundador da AntiKatártiKa Teatral (AKK) renomada companhia em permanente atividade. Professor de Interpretação da Escola Superior de Artes Celia Helena entre os anos de 1991 e 2016. Em televisão atuou como ator na minissérie “Maysa” e nas novelas “Viver a Vida” e “Em Família”, todas de Manoel Carlos com direção de Jayme Monjardim. Atuou também nas séries “O Negócio” da HBO, “Carcereiros” de Eduardo Belmonte para a Rede Globo, e “Coisa Mais Linda” da Netflix. DANIEL TAVARES – ATOR, PROPONENTE E IDEALIZADOR. Daniel Tavares é paulistano e trabalha como ator há 15 anos. Fez parte do Centro de Pesquisa Teatral coordenado por Antunes Filho (“O Canto de Gregório”), da Companhia de teatro Os Satyros ("A Vida na Praça Roosevelt", "Inocência"), do Núcleo Experimental, dirigido por Zé Henrique de Paula ("Senhora dos Afogados", "O Livro dos Monstros Guardados"), e da Sutil Companhia, de Felipe Hirsch ("Cinema"). Em 2011, ajudou a fundar a Cia dos Inquietos, cujo primeiro trabalho é o espetáculo “Limpe Todo Sangue Antes que Manche o Carpete”, do autor Jô Bilac. Em 2012, entrou para Cia D Teatro, com a qual fez “Luisa se Choca contra sua Casa”, e em 2016, a Cia D Teatro e a Delicatessen Teatral fizeram "Eigengrau, No Escuro", de Penelope Skinner, com direção de Nelson Baskerville (indicado ao Shell de direção 2017 por este trabalho). No cinema, atuou em produções premiadas, como "Café com Leite", de Daniel Ribeiro, e "Nem que Tudo termine como antes", de Mariana Martinez e Daniel Caselli. Na TV, participou das séries Descolados (MTV) e O Negócio (HBO), da novela Alto Astral e Haja Coração (Rede Globo), além de ter protagonizado dezenas de comerciais. Toda essa experiência o levou também à produção. Em 2012, foi coprodutor do espetáculo ¨Luisa se Choca Contra sua Casa¨, com texto e direção de Ariel Farace, encenado no Sesc Consolação, e também assinou entre 2016 e 2018 a produção de "Eigengrau, no Escuro". Seus próximos projetos como ator e produtor são “Village Bike”, de Penelope Skinner, com direção de Rafael Primot, “Cock”, de Mike Bartlet, com direção de Nelson Barskeville, "Brian ou Brenda", de Franz Keppler, com direção de Yara de Novaes, “Ofélia em Mim”, de Franz Keppler, com direção de José Roberto Jardim, e “Até o Fim”, de Franz Keppler e Daniel Tavares, com direção de Inez Viana. ANDREA DUPRÉ – ATRIZ, IDEALIZADORA E TRADUTORA. Trabalha como atriz profissional desde 2004. É integrante da Cia D Teatro na qual atuou em espetáculos dos quais se destacam “Luísa se Choca Contra sua Casa” (2012---2013), uma coprodução entreBrasil e Argentina com texto e direção do argentino Ariel Farace, vencedora do prêmio Iberescena e “Amigos Ausentes” (2008--2010) de Alan Ayckbourn, com direção de Nilton Bicudo. Mais recentemente atuou no espetáculo “Eigengrau, No Escuro” (2016---2018), dirigida por Nelson Baskerville (indicada ao Prêmio Shell 2017 por Melhor Direção). Também atuou nos espetáculos “Seis Atrizes em Busca de um Personagem Principal” com direção de Bruno Guida, “O Prodígio do Mundo Ocidental” de John Synge com direção de Ariela Goldman, “O Semeador de Ideias” com direção de Paulo Rogério Lopes entre outros. Em 2004 recebeu o Prêmio Coca Cola Femsa de Atriz Revelação pelo espetáculo “A Matéria dos Sonhos” de Fábio Torres e em 2006 recebeu o Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cinema de Santos pelo curta intitulado “Filme Amador” de Juliana Calejan. Na TV atuou em diversos filmes publicitários e fez participações em séries como Mothern e Lili, a Ex, no canal GNT e A Garota da Moto produzida pela Fox. Além de atriz, Andrea é produtora, tradutora e dramaturga. MARCO ANTÔNIO PÂMIO – ATOR. É ator e diretor teatral. Estudou no Centro de Pesquisa Teatral (CPT) e no Drama Studio London, Inglaterra. Destaca-se por sua atuação na cena teatral paulistana, em montagens dirigidas por nomes referenciais da cena brasileira como Naum Alves de Souza, Gabriel Villela, Elias Andreato, Zé Henrique de Paula. Participou também de telenovelas e minisséries, entre elas “Mandala” e “JK” (Globo), “Sangue do meu Sangue” (SBT), “Água na Boca” (Band), “O Negócio” (HBO) e “Sessão de Terapia” (GNT). Dentre as peças que dirigiu destacam-se: "Playground”, “Assim É (Se Lhe Parece)” "Propriedades Condenadas", "Consertando Frank” e "Noites Sem Fim”. Recentemente dirigiu "Baixa Terapia” protagonizada por Antônio Fagundes no Teatro Tuca e “A Profissão da Sra. Warren” com Clara Carvalho no Teatro do Masp. PRÊMIOS e INDICAÇÕES: Prêmio Shell 2016 - melhor diretor - "Playground” (indicado) Prêmio APCA 2014 – melhor diretor – “Assim É (Se Lhe Parece)”(vencedor) Prêmio APCA 1984- ator-revelação - “Romeu e Julieta” (vencedor). HUGO COELHO – ATOR. Formado em filosofia, é ator e diretor de teatro e televisão. No teatro, recentemente dirigiu e adaptou o conto homônimo de Sergio Sant’Anna O Monstro com Genezio de Barros no Teatro Vivo. É ganhador do premio Myriam Muniz com seu projeto de pesquisa Paixões Humanas, uma breve história do teatro ocidental. Atuou nos espetáculos Assim é (se lhe parece) de Luigi Pirandello, direção de Marco Antônio Pâmio – Sesc Vila Mariana, O Terraço de Jean Claude Carrière, direção de Alexandre Reinecke no Teatro Nair Bello e no espetáculo Motel Paradiso de Juca de Oliveira, direção de Roberto Lage. Na Televisão trabalhou na TV Bandeirantes, no SBT e na TV Globo nas áreas de teledramaturgia e Teleducação como diretor. Como ator Participou das novelas Revelação, Amor e Revolução no SBT e Água na Boca na TV Bandeirantes.
PROJETO ARQUIVADO.