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PRONAC 202827Apresentou prestação de contasMecenato

Gaga

OIA PRODUCOES ARTISTICAS E CULTURAIS EIRELI - ME
Solicitado
R$ 345,4 mil
Aprovado
R$ 355,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-07-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Ensaio e temporada na cidade do Rio de Janeiro do espetáculo infantil Gaga, escrito por Marcelo Romagnoli e dirigido por Clarissa Freire. No elenco, Luana Martau, Alessandro Brandão eHugo Germano vivem a história de Lelé, Tantã e Gaga em uma temporada de dois meses a ser realizada no Rio de Janeiro.

Sinopse

O espetáculo conta a história de Lelé e Tantã, que vivem aparentemente felizes em um espaço sem portas nem janelas, à espera de seu cuidador, o Sr. Gagá. Enquanto esperam, passam o tempo divertindo-se com jogos e lembranças. Podem ser amigos ou casados há 70 anos. Podem ser duas crianças brincando em um quarto de dormir. Podem ser dois velhos doidos num asilo. Os personagens passeiam pelo absurdo e pelo patético, alternando humor, memória e lirismo para mostrar que todo tempo é um grande movimento circular da vida. Classificação indicativa: livre.

Objetivos

Gerais: Fomento da dramaturgia brasileira, transversalidade das expressões artísticas, difusão de reflexões sobre a infânia e seus conflitos. Fomento à economia criativa e, principalmente, formação de platéia, por se tratar de um espetáculo infantil. Específico: Montagem e temporada de 2 meses, aos sábados e domingos, do espetáculo infantil "Gagá" em teatro no Rio de Janeiro com média de 400 lugares. Totalizando 16 apresentações. Para efeito de formação de platéia, realizaremos um ensaio aberto gratuito para estudantes de escolas públicas. Realizaremos também sessões de áudio-descrição e tradução em libras como medidas de acessibilidade. Tudo é branco, limpo, desprovido de regras. A idade dos três personagens? Não sabemos. Aparentemente são três velhinhos bem gagás, como diz o título, mas como eles se parecem com crianças... Sim, são muito sapecas. Estão presos, estão mortos, estão no pátio de hospício, no quarto de hospital? Já estão há tempos no céu ou à beira de entrar no paraíso? Um dos personagens, à certa altura, diz textualmente: Aqui não tem céu. Mas então o quê? Estariam ali prontos para nascer ou para morrer? Que tempo é esse? Agora a criança sou eu?, pergunta um deles quase no final da peça. Exatamente, responde o outro. Exatamente?! Ninguém sabe nada exatamente, proclama o terceiro. E não à toa será justamente essa a última palavra do espetáculo: exatamente. As três personagens desenham sonhos, têm desejos e se entregam ao outro de maneira arrebatadora, para nos dar a certeza que o amor sempre vence no final. E que todo gesto de boa vontade, repetido infinitas vezes, pode se tornar um padrão de comportamento.

Justificativa

"Agora a criança sou eu", diz Marcelo Romagnoli, no início de seu premiado texto "Gagá". É com esse espírito que três personagens se encontram num lugar lúdico e indefinido, de paredes brancas, sem porta e sem janela para, em relação de troca de identidade, passear pela infância e pela velhice apontando seus pontos em comum. Há milênios, a partir da herança platônica, o pensamento do homem ocidental é influenciado por teorias cartesianas com sentido de oposição: claro ou escuro, bem ou mal, certo ou errado. Aqui, o fio condutor da ação é a contraposição entre o velho e o novo. Lelé, Tantã e Gagá em plena atividade do brincar, trocam experiências que colocam em xeque a compreensão desses "extremos", levantando dúvida sobre os conceitos determinantes de cada lado. As três personagens da peça articulam-se numa dinâmica de papéis variáveis entre a criança e idoso, sugerindo um passeio no tempo para constatar que seremos no futuro exatamente o que fomos no passado. Extremos opostos do spectrum da vida humana, a criança e o velho, são também um ponto de encontro do ciclo vital. Como diz a sabedoria popular, ao ficarmos velhos voltamos a ser crianças. O autor propõe um texto dinâmico levando o espectador a refletir sobre questões fundamentais, desde as mais célebres como "cogito, ergo sum" ("Penso, logo existo", de Renè Descartes) até provocações formuladas pelo próprio autor como "todo mundo é livre para dizer tchau" e "todas as coisas são e não são". Sem enredo linear e com mais perguntas que respostas, o texto de Romagnoli convida toda a família a voar sem rede de proteção, pois não importam as definições, as certezas, tampouco o enredo, quando a arte se apresenta como um jogo de construir o desconstruível, de narrar o inenarrável, de fazer possível o impossível. Essa é uma peça de inovação, na qual se aproveita cada palavra, cada gesto para potencializar a linguagem e ampliar significados, uma peça para repensar certezas e aprender com os erros, uma peça sobre empatia, amor, amizade e liberdade. "Gagá" nos dá linha e agulha para costurar as próprias asas _ asas que conduzirão a uma vida mais livre, mais rica em linguagens, mais farta em descobertas, menos fechada em certezas. Para efeito da Lei 8.313, ressaltamos que o espetáculo se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E no artigo 3 da referida norma, serão alcançado os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

- O espetáculo será encenado em teatro da rede privada. - Conforme descrito na planilha orçamentária, apenas utilizaremos equipamentos locados, não havendo compra de material permanente. - Item orçamentário remuneração do proponente: Diretor Artístico, Coordenação de Produção e Preparador Corporal.

Especificação técnica

Espetáculo de Artes Cênicas – Teatro

Acessibilidade

Acessibilidade Física: - O espetáculo será encenado em teatro da rede privada que dispõe de recursos de acessibilidade tais como rampas de acesso, banheiros apropriados, tanto para atendimento aos portadores de necessidades especiais como idosos. - Portadores de necessidades especiais e idosos contarão com atendimento prioritário na bilheteria e entrada na sala de espetáculos. Acessibilidade de conteúdo: - Realizaremos 01 sessão por mês na temporada com tradução em Libras para deficientes auditivos e áudio-descrição para deficiente visuais. Os custos para realização das medidas de acessibilidade para deficiente visuais e auditivos se encontram nas planilhas de contrapartida e oficina.

Democratização do acesso

- Disponibilizaremos ingressos gratuitos, 20% da capacidade dos teatros, para os estudantes da rede pública de ensino com idades entre 14 e 18 anos, estendendo o benefício aos educadores. Segundo dita os artigos 27 2 28 da Instrução Normativa n˚1 de março de 2023. - Em coformidade ao artigo 28 da Instrução Normativa n˚1 de março de 2023, item VI, ofereceremos um ensaio aberto gratuito para estudantes e professores da rede pública de ensino também em parceria com a Secretaria Estadual de Educação e ONG’s.

Ficha técnica

Autor: Marcelo Romagnoli Direção, idealização e preparação corporal: Clarissa Freire Elenco: Luana Martau, Alessandro Brandão e Hugo Germano Cenário: Teca Fichinski Figurino: Rosangela Nascimento Visagismo: Diego Nardes Foto & Design: Victor Hugo Cecatto Iluminador: Paulo Cesar Medeiros Trilha Sonora: Marco França Direção de Produção: Joana DAguiar Realização: Oyá Produções Culturais e Artísticas CURRICULOS ***Conforme apontado no campo "Outras Informações", os itens de remuneração ao proponente são: diretor artístico, coordenação de produção e preparador corporal. Clarissa Freire - diretora, idealizadora e preparadora corporal Ganhadora do Prêmio Qualidade Brasil 2015 de melhor direção pelo espetáculo Pulsões, Clarissa Freire formou-se em Artes Cênicas em São Paulo com o grupo de teatro Domus le- vando o espetáculo Feminina Lunar ao Festival Internacional de Teatro de Havana, Cuba (1987). Fez licenciatura em Propaganda e Marketing na ESPM-SP. Especializou-se na área clínica corporal com a pós-graduação "Terapia Através do Movi- mento- Corpo e Subjetivação" na Faculdade Angel Vianna. Na dança tem formação clássica e atuou profissionalmente ainda no ballet moderno e dança flamenca. Além do premiado espetáculo "Pulsões", projeto que idealizou sobre a obra da Dra Nise da Silveira, Kika (como é conhecida pelos amigos) também dirigiu “Aqui jaz Henry” de Daniel Maclvor; “Uma Intervenção” de Mike Bartlett; “O Homem no Espelho”- um tributo à Micheal Jackson; "As Robertas - loucas pelo Rei", "Amor em possível", "Duvidosa" e o coral "Coro de Cor". Assinou Direção de Movimento e/ou Coreografia de peças como "Sua Incelença, Ricardo III ", "O Soldadinho e a Bailarina" e " Mania de Explicação ", direção Gabriel Villela; " Menininha ", direção João das Neves ; " Maria do Caritó ", direção João Fonseca, “Entonces Bailemos” direção de Martín Flores Cardena e A Dona da História, direção João Falcão. Como atriz participou de espetáculos como "A Vida de Galileu Galilei ", direção de Marcus Vinícius de Arruda Camargo, "Pic-Nic no Front ", direção Gilberto Gawronski e “Banheiro Feminino” de Regiana Antonini. No cinema, atuou em filmes como "Feliz Natal”, de Selton Mello, e "A Vida de Chico Xavier" com direção de Daniel Filho e fez Preparação/Direção de Elenco em filmes como: "Rio, eu te amo", "Maresia", "Júlio Sumiu", "Bach in Brazil", “Eu fico Loko” e “O Silêncio da Chuva”. Na TV prepara atores desde o programa Gente Inocente no ano 2000, onde se especializou também na preparação de crianças e adolescentes para o áudio visual, tendo feito “A terra dos meninos pelados”, “O pequeno alquimista”, “O Guerreiro Didi e a Ninja Lili” entre ou- tros. Marcelo Romagnoli – autor Marcelo Romagnoli é dramaturgo e diretor, atuando nos teatros adulto e infanto-juvenil na cidade de Sâo Paulo desde 1994. Formado em Direção Teatral pela ECA/USP e História da Arte pelo Instituto Lorenzo de Médice em Florença-Itália. Com 18 textos montados, desde 1998 escreve regularmente para crianças e jovens. A partir de 2004 escreve e dirige os espetáculos da Banda Mirim: "Felizardo" (2004), "O Menino Teresa" (2007), “Sapecado” (2008), “Cabaret 68” (2009), “Espoleta” (2010), "Radio-Show" (2011), “O Fantasma do Som” (2013) e “Festa” (2014). Entre os prêmios recebidos, destacam-se o da Associação Paulista dos Críticos de Arte APCA 2012 e Coca-Cola FEMSA 2012 de melhor Texto “Terremota”; APCA 2010 de Melhor Diretor com o espetáculo "Espoleta", APCA 2008 Melhor Texto e APCA Melhor Espetáculo com "Sapecado". Prêmio Coca-cola Femsa 2008 Melhor Texto com "Sapecado". Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2008 Melhor Espetáculo “Sapecado”. APCA 2004 Melhor Espetáculo Musical “Felizardo” e Prêmio FEMSA 2004 Melhor Espetáculo “Felizardo”. APCA 2002 Melhor Espetáculo Infantil “O Retrato de Janete”. Tem cinco livros publicados: “A criança mais velha do mundo” (Panda Books) ; “Os mundo de Teresa” (Cia das Letras);“Sete textos de teatro para crianças e jovens” (Secretaria de Cultura de SP).; "Filosofia da Revolução" (British Council); "Terremota" (Cia das Letras). Paulo Cesar Medeiros - iluminador Da terceira geração de iluminadores cariocas, destaca-se nos anos 1980 e 1990, desenhando a luz para diversos espetáculos. Parceiro constante nas realizações dos diretores Bibi Ferreira, Márcio Vianna e Gilberto Gawronski. Faz curso de iluminação com Aurélio De Simoni e de fotografia no Liceu de Artes e Ofício, e forma-se, em 1994, em direção teatral pela Uni-Rio. Trabalha com o grupo de Dança DC e o coreógrafo Fabio de Mello, e também na linha de shows com artistas como Rafael Rabelo, Selma Reis, Angela Maria, Paulinho Moska, Maria Bethânia, entre outros. Seu primeiro espetáculo teatral é Palhaçadas, 1989, de Tônio Carvalho. Lá conhece o diretor Gilberto Gawronski com quem realiza uma série de trabalhos de iluminação: de Uma Estória de Borboletas, 1990 e a A Dama da Noite, 1998 ambos de Caio Fernando Abreu, passando por Na Solidão nos Campos de Algodão, 1996, de Bernard-Marie Koltès. Assina a iluminação de Blue Jeans, 1992 de Zeno Wilde e Wanderley Aguiar Bragança, com direção de Wolf Maya, O Cortiço, de Aluísio de Azevedo, com direção de Sergio Britto, e O Futuro Dura Muito Tempo, 1993, de Márcio Vianna, último espetáculo de Rubens Corrêa, que lhe vale o Prêmio Shell de iluminação. Seguem-se A Era do Rádio, de Clovis Levi, Carmen, adaptação de Sergio Britto e Fábio de Mello, Dizem de Mim o Diabo e Aldeia, ambos com roteiro e direção de Ana Kfouri, 1994. Entre 1995 e 1998, Medeiros realiza a iluminação de espetáculos dirigidos por Luiz Arthur Nunes, Marília Pêra, Luiz Fernando Lobo, Bibi Ferreira, Sergio Britto, Ítalo Rossi, Ivone Hoffman, Marcelo Saback, Ernesto Piccolo, Karen Acioly e Ronaldo Tasso. Em 2000, ele cria a luz de A Serpente, de Nelson Rodrigues, com direção de Luiz Arthur Nunes, e A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht e Kurt Weill, entre outros, e no ano seguinte, entre seus trabalhos destacam-se Company, de George Furth, e Um Dia de Sol em Shangrilá, ambos com dramaturgia e direção de Charles Möeller. Teca Fichinski – cenógrafa Teca Fichinski dedica-se à cenografia desde 1993 ano em que foi vencedora do Prêmio Shell de Melhor Cenógrafa por seu trabalho no espetáculo O Futuro dura muito Tempo, que receberia, no ano seguinte, o prêmio Mambembe pela mesma categoria. Desde então, foi responsável pelo cenário de mais de 40 espetáculos. Dentre seus trabalhos, destacam-se A Noiva do Condutor Dir. Karen Acciolly, Maquinária Dir. Tim Rescala, Léo e Bia Dir. Osvaldo Montenegro, Alzira Power Dir. Gustavo Paso e Navegar é Preciso- Dir. Delson Antunes. Trabalhou como assistente de cenografia de novelas como Torre de Babel (1998) e O Cravo e a Rosa (2000), e foi a cenógrafa responsável pelos objetos de cenário de Salve Jorge (2012). Seus trabalhos mais recentes foram O Pequeno Autor - Dir. Marco dos Anjos, O Pequeno Júri infantil Dir. Filomena Mancuzo, A Falecida Dir. Moacyr Góes, Na Bagunça do teu coração Dir. Rafaela Amado, A Moringa Quebrada e Em Nome do Jogo, ambos com direção de Gustavo Paso, Pulsões, Aqui Jaz Henry e Uma Intervenção, com direção de Clarissa Freire e Ombela – A Origem das Chuvas, direção de Arlindo Lopes. Joana D’Aguiar – Direção de Produção No Rio de Janeiro desde 2010, realizou produção executiva de espetáculos teatrais,tendo no currículo peças como Também Queria te Dizer - Cartas Masculinas, texto de Martha Medeiros, com Emílio Orciollo Netto, Sexo, Drogas & Rockn’&’Roll, com Bruno Mazzeo, Pulsões, com Fernanda de Freitas e Cadu Fávero, Lá Dentro Tem Coisa, musical infantil baseado na obra Partimpim, de Adriana Calcanhoto, Doce Pássaro da Juventude, espetáculo de Tennessee Williams, com direção de Gilberto Gawronski e Através da Iris, com Nathalia Timberg. Através da sua produtora, Sopro Escritório de Cultura assina direção de produção dos espetáculos Catástrofe da Borboleta, Anatomia Comparada e Por Que Os Prédios Caem?, da Companhia Teatro de Demolição, Benedita, da Cia Sino, Love, com Cyria Coentro, Máscaras, com Cadu Fávero e Aqui Jaz Henry, com Renato Wiemer e texto de Daniel MacIvor. Fez produção local de Myrna Sou Eu, texto de Nelson Rodrigues, com Nilton Bicudo e direção de Elias Andreato e Carmen, com Natalia Gonsales e Flavio Tolezani, direção de Nelson Baskerville; e produção executiva do musical A Cuíca do Laurindo, dirigido por Sidnei Cruz. Em 2019 a Sopro realizou o musical infantil Ombela – A Origem das Chuvas, que ficou 3 meses em cartaz no Centro Cultural Oi Futuro e ganhou 09 das a 15 categorias em que foi indicado no prêmio CBTIJ para Criança e Juventude, incluindo prêmio de melhor direção de produção. Oyá Produções Culturais e Artísticas – Realização A Oyá Produções foi criada por Clarissa Freire para representar a artista em seus projetos e realizações. Com 30 anos de carreira, Kika Freire, como é conhecida, é uma premiada diretora e artista atuante no cenário cultural nacional. Ganhadora do Prêmio Qualidade Brasil 2015 de melhor direção pelo espetáculo Pulsões, Kika Freire formou-se em Artes Cênicas em São Paulo com o grupo de teatro Domus levando o espetáculo Feminina Lunar ao Festival Internacional de Teatro de Havana, Cuba (1987). Fez licenciatura em Propaganda e Marketing na ESPM-SP. Especializou-se na área clínica corporal com a pós-graduação " Terapia Através do Movimento- Corpo e Subjetivação " na Faculdade Angel Vianna. Na dança tem formação clássica e atuou profissionalmente ainda no ballet moderno e dança flamenca. Como atriz participou de espetáculos como " A Vida de Galileu Galilei ", direção de Marcus Vinícius de Arruda Camargo, " Pic-Nic no Front ", direção Gilberto Gawronski e em filmes como "Feliz Natal”, de Selton Mello e " A Vida de Chico Xavier ", com direção de Daniel Filho. Assinou Direção de Movimento e Coreografia de peças como " Sua Incelença, Ricardo III ", " O Soldadinho e a Bailarina " e " Mania de Explicação ", direção Gabriel Villela, " Menininha ", direção João das Neves e " Maria do Caritó ", direção João Fonseca. Dirigiu " Pulsões ", projeto que também idealizou, " As Robertas- loucas pelo Rei", "Amor em possível", " Duvidosa" e o coral " Coro de Cor". No cinema fez Preparação de Elenco em filmes como: " Rio , eu te amo", " Maresia", " Júlio Sumiu" e "Bach in Brazil ( Uma Canção é Pra Isso) ".

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.