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PRONAC 202834Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Tudo Teria Sentido se Não Existisse a Morte

BRUNA VASCONCELOS LEMELA
Solicitado
R$ 716,9 mil
Aprovado
R$ 716,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-03-10
Término
2023-12-31
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Apresentação de texto premiado "Tudo Teria Sentido Se Não Existisse A Morte" de autoria de Mariano Tenconi, um dos principais jovens autores de Buenos Aires, durante 1 mês no RJ, 2 finais de semana em SP e 1 em BH. Trazer o autor para dirigir a peça, criando intercâmbio da cultura de países da America Latina. Realizar master class do diretor/autor para estudantes de teatro da rede pública, além de realizar ensaios abertos para alunos de teatro.

Sinopse

Nos anos 80, em uma cidade no interior de Buenos Aires, Maria vive uma vida entediante como mãe solteira de uma filha de 16 anos e professora de colegial, sem outras atividades além de conversar com sua irmã deprimida ou assistir filmes antigos e novos. A amizade que desenvolve com Liliana, dona de uma locadora, e uma nova paixão pela pornografia mudam sua visão de futuro, mas sua vida não será mais a mesma diante da certeza do inevitável: ela descobre que sofre uma doença terminal e tem alguns meses de vida. Nesse momento, decide fazer algo tolo e ridículo: quer gravar um filme pornográfico. Sua irmã Nora e sua amiga Liliana a acompanham nessa aventura, coroada com a contratação de um ator pornô argentino com sede em Nova York, que elas admiram, chamado Gino Potente. Com a lembrança do desejo feminino Maria confessa que nunca teve um orgasmo no sexo, e com uma linguagem devida à prosa de Cervantes, elas filmam o peculiar filme, um pornô com disfunções eréteis e fantasmas que termina no primeiro orgasmo de Maria. Depois disso, desastres. Primeiro, a filha de Maria, Guilhermina, tem seu primeiro relacionamento sexual com ninguém menos do que Gino, que mais tarde inicia um relacionamento com Nora; e então o estado de saúde de Maria piora acentuadamente sob a fiel companhia de Liliana. Por fim, Maria decide que quer morrer em sua própria casa, e não em uma cama de hospital. Ela descobre que Guilhermina ficou grávida e será sua filha quem decidira o que quer fazer, abortar. Liliana e Nora a acompanham. A deterioração física não impede que Maria esteja perto de sua filha e expulsa Gino de sua casa. Finalmente, em sua agonia final, elas veem o corte final de seu filme pornográfico. Maria quando morre, está cercada por pessoas que a amam e em paz. Afinal, nem mais nem menos que uma vida. Como se isso não fosse demais.

Objetivos

Escrever sobre amor, sobre amizade, sobre mães e filhas, sobre vida e morte. Um projeto tão tolo e impossível quanto a própria vida. Quando Wim Wenders decidiu conquistar o coração dos americanos e do público em geral, ele fez uma história sobre a família, um melodrama com uma mãe ausente e seu irmão redentor, além de um garoto de cabelos lisos. A família nunca falha. Eu descobri isso quando fiz "Que Fiz Eu Para Merecer Isto?" As pessoas começaram a me olhar com olhos diferentes, o cara 'é moderno, mas ele tem sentimentos'. A família sempre supõe um material dramático de primeira ordem", afirma Pedro Almodovar. Assim, tudo faria sentido se a morte não existisse, às vezes é um melodrama clássico da família. Mãe solteira com filha adolescente e irmã com problemas afetivos (entre outros). Mas a iminência da tragédia gera um colapso dessa ordem aparente da família e traz à tona um certo curso de insatisfação de Maria ligada ao desejo. Assim, o surgimento do projeto para filmar seu próprio filme pornográfico suspenderá, por um tempo, o enredo da família. Mas o trabalho recuperará a linha desse gênero quando o projeto cinematográfico for concluído. Até a passagem pelo filme em si, adicionada ao desgaste da saúde de Maria, será o motor para o drama da família reaparecer. Um poder incomparável, um trabalho que fala sobre a morte de uma mãe é um trabalho que fala diretamente aos corações. Específico: Alcançar 5600 beneficiários com as apresentações;Realizar 2 ensaios abertos + bate-papo com todo o elenco em escolas públicas de teatro;Alcançar 560 beneficiários com a ação formativa;Propor intercâmbio cultural, trazendo o autor/diretor Mariano Blanco para trabalhar no Brasil com equipe 100% brasileira;Realizar no Brasil texto premiado na Argentina;Empregar mais de 50 pessoas direta e indiretamente no setor cultural;Realizar 2 sessões gratuitas;Trazer acessibilidade visual e auditiva para o projeto;Realizar apresentações em RJ, SP e BH.

Justificativa

De Mariano Tenconi: "Em novembro de 2013, fui convidado para um festival de teatro no México. No vôo de Buenos Aires para o DF, surge uma idéia: escrever uma peça sobre uma mulher que quer fazer um filme pornográfico. No momento (naquele momento), não sei muito mais. Faço anotações em um caderno, um pouco para a alegria da idéia que me veio, outra para suavizar o medo de voar. O medo eterno, de morrer. Meses depois, li na autobiografia de um escritor argentino falecido (o inesquecível "Sobre Sánchez" de Osvaldo Baigorria) que qualquer vida pode ser contada em dez minutos. O azar havia reunido tudo. Uma vida. Uma mulher filmando um filme pornográfico. A morte. Eu já tinha minha obra. Só tinha que escrever. Sorte da escultura na pedra, o trabalho de "libertá-la" é árduo. Então, eu li sobre pornografia feminista, sobre a relação entre sexo e morte, leio poesia, assisto filmes, leio, leio, leio, leio. Finalmente, um passeio de mais de duas horas começa a contar isso, uma vida. O mais simples e mais ambicioso dos projetos. Desculpe por ser autobiográfico, presumo que em algum momento não haja outra maneira. Vou me referir à morte de duas maneiras: 1ª A morte é o sentimento mais absoluto, o fim de tudo, o que justifica ou dá sentido a tudo. Assim, sempre pensei que o dia em que escrevesse "sobre a morte" seria, por um lado, um momento de maturidade artística e, por outro, estaria escrevendo uma obra transcendental, porque qualquer informação sobre um assunto do qual ninguém saiba nada, ou pelo menos qualquer coisa que nos ajude a aliviar a dor da morte é em si um presente. Minha obsessão pelo assunto vem da infância, a própria ideia de pensar sobre a morte sempre me deixou tonto e sufocado, soube depois, que estava dentro de algo que chamavam de ataques de pânico. Continuo sentindo esse horror e espero, com este trabalho, poder acompanhar aqueles que como eu sofrem por saber que nada faz sentido quando um morre. 2ª) O outro revés da morte é a morte alheia. Qualquer pessoa que perdeu alguém muito próximo sabe que tipo de horrores quero dizer com isso. E esse tópico também parece transcendental para mim. Uma obra que se propõe a mostrar o acompanhamento na agonia final perto do fim é, ao mesmo tempo, um trabalho e uma companhia. Em 2011, perdi a pessoa que me criou, a pessoa que mais amava na minha vida, minha avó. Eu a acompanhei até o último dia, cuidando dela e mudando-a de hospitais horríveis, vendo como outras pessoas morriam até ela morrer. Não há um único dia em que eu não pense nela e nada que eu possa fazer para doer menos ou sentir menos a falta dela. Este trabalho também é um presente para ela e um presente para todos os que viveram ou vivem a agonia de um ente querido." - A justificativa do projeto se faz principalmente pelo alcance que a lei no proporciona em trazer novos atuantes do mercado, mobilizando a cultura e os profissionais que trabalham com ela originários do nosso país. Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. Art. 3º: II. e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV. a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V. b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Especificação técnica

Temporada de 1 mes na cidade do Rio de Janeiro e circulação de 1 mês por SP e BH de peça com texto premiado na Argentina. 2 ensaios abertos com bate-papo no final com diretor e atores.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: O produto garante local que contemple essa medida de acessibilidade gratuita para todos os públicose com todos os instrumentos obrigatórios. Acessibilidade para deficientes visuais: O produto atende esta medida de acessibilidade prevista no orçamento, teremos 2 apresentações com recurso de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: O produto atende esta medida de acessibilidade prevista no orçamento, teremos 3 apresentações com interprete de libras disponível. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: O produto garante local que contemple essa medida de acessibilidade gratuita para todos os públicose com todos os instrumentos obrigatórios. Acessibilidade para deficientes visuais: Se for requerido, o proponente atenderá está medida de acessibilidade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Se for requerido, o proponente atenderá está medida de acessibilidade.

Democratização do acesso

DO PRODUTO PRINCIPAL E DAS CONTRAPARTIDAS De todos os ingressos disponíveis desta proposta, estamos considerando as medidas de democratização de acesso da seguinte forma: *Estimamos ao todo, 6160 pessoas beneficiadas diretamente, incluindo apresentações ensaios abertos. **Realizar 1 temporada de 2 meses, com previsão de atingir até 5600 pessoas (sendo 50% dos ingressos para o proponente, 10% com preço popular e 40% de distribuição gratuita) ***Atendendo ao disposto III do Art. 21: disponibilizaremos, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22 ****Atendendo ao disposto X do Art. 21: Realizar 2 sessões 100% gratuitas

Ficha técnica

Dramaturgia: Mariano Tenconi Direção: Mariano Tenconi Direção de produção: Bruna Lemela (PROPONENTE) Assistente de direção: Felipe SamoranoElenco (confirmado): Georgiana GoesEstrela StrausSimone MazzerTatsu CarvalhoDebora OzórioCenógrafa: Natália LanaFigurinista: Lelê Barbieri Iluminadora: Ana Luzia de Simoni Mariano Tenconi - Dramaturgo e diretor de teatro. Nascido em Buenos Aires, Argentina, em 1982. Desde 2013, integra a Compañía Teatro Futuro, juntamente com o músico Ian Shifres e a produtora Carolina Castro.Como autor e diretor estreiou “Montevideo es mi futuro eterno” em 2010, “Lima Japón Bonsai” em 2011, “Quiero decir te amo” em 2012, “La Fiera” em 2013, “Las Lágrimas” em 2014, “Futuro” em 2015, “La Fiera” (Uruguai) e “Walsh Contemporary Artist” em 2016, “Todo tendría sentido si no existiera la muerte” em 2017, “Astronautas” (Chile) e “La vida extraordinária” em 2018 (Teatro Nacional Argentino - Teatro Cervantes). De 2020 a 2022, a Compañía Teatro Futuro será a companhia residente no Complexo de Teatro de Buenos Aires com o projeto "A Saga Europeia". Em 2020, a companhia estreia as duas primeiras peças da saga “Las Cautivas” e “Las Ciencias Naturales”, no Teatro de la Ribera. Bruna Lemela - Sócia e fundadora da empresa Coruja Projetos Culturais, integrante da Cia D’Alma (sócia proprietária Sandra Corveloni), atriz, professora e produtora com 4 anos de experiência na área cultural. Formada na Escola de Atores Wolf Maya em 2018. Como produtora realizou dez trabalhos, sendo que em 2019 ingressou na área do audiovisual. Como atriz realizou oito trabalhos e permanece atuando na peça "Operetinha do Sapato Falador". Como professora, lecionou durante um ano para jovens a disciplina de teatro, na escola Liceu São Paulo, em Santos. Experiência em ordem cronológica como produtora começando por Teatro: 2017 Morte e Vida Severina/Direção: Sandra Corveloni/; 2018 Tchekhovianos/Direção: Jair Assumpção; 2018 Cabaret Brecht/Direção: Kiko Marques; 2018 É a vida... (1ª, 2º e 4º temporada)/Direção: Jair Assumpção; 2018 Mostra da Cia do Ruído/Direção: Cia do Ruido; 2018 Lisístrata?//Direção: Sandra Corveloni. Audiovisual: 2019 Invisível/Direção: Ricardo Marques; 2019 Colo/Direção Thais Abdala; 2019 O Segundo Homem/Direção: Thiago Luciano. Evento: 2019 Dailus/Produção: Marcia Paiva Produções. Georgiana Góes - atriz formada em teoria teatral pela Unirio. Trabalhou 10 anos na Cia atores de Laura e há 18 anos é integrante do Grupo Pedras, uma trupe de atores sem diretor fixo na qual além de atriz atua como dramaturga, diretora e ou produtora. Trabalhou com diretores como Ernesto Piccolo ( “Sonhos de um sedutor” e “ Simples Assim”), Aderbal Freire Filho ( “Hamlet “), André Paes Leme (“Engraçadinha” e “A hora e vez de Augusto Matraga”), Domingos de Oliveira (“Confissões de Adolescente”), entre outros. Estreou na tv em “Confissões de Adolescente” de Daniel Filho e participou de várias séries e novelas como: “A próxima Vítima”, “A vida como ela é”, “Mulher”, “Malhação”, “Detetives do prédio azul”, “Saramandaia”, entre outros. Integrou o elenco das seis temporadas do humorístico “Tá no ar” na Globo dirigida por Maurício Farias e participou das três temporadas da série “Questão de Família” de Sergio Rezende para o GNT. Em cinema atuou em filmes como “Corda Bamba” de Eduardo Goldeinstein, “Vai que dá certo” de Maurício Farias, “Nise – o coração da loucura" de Roberto Berliner, “Casa Grande” de Fellipe Barbosa e “Doidas e Santas” de Paulo Thiago e do ainda inédito “Fervo” de Felipe Joffly. Estudou com mestres como: Juliana Carneiro da Cunha do Théâtre du Soleil, Sotigui Koyathé da Cia de Peter Brook, Enrico Bonavera do Piccolo Teatro de Milão, Tadashi Endo, Roberta Carreri, além de cursos com Eugênio Barba, Denise Stoklos, Lume Teatro, Teatro de Anônimo, Fátima Toledo, Tomas Rezende e Juan Carlos Corazza. Estudou roteiro para humor com Maurício Rizzo e dramaturgia com Pedro Brício e Renata Mizrahi. Fala inglês e espanhol. Estrela Straus - começa seus estudos artísticos aos 11 anos de idade. Aos 16 conquistou seu primeiro trabalho na série “Sãos e Salvos” da TV Cultura. No Teatro Escola Celia Helena participou de montagens como 17 x Nelson (2003), com direção do Nelson Baskerville, fazendo várias personagens de Nelson Rodrigues; A Morta (2004), com direção de Marcelo Lazzaratto; e, aos 19, pisava no palco em sua primeira peça profissional, no Teatro Oficina - Querô, com direção de Fransérgio Araújo. Participou também de A alma Boa de Setsuan, (2005), com direção de Ruy Cortez e Fernando Nitsch; Olerê Olará, (2006), com direção de Dionísio Neto; Nossa Classe, (2013 e 2016), com direção do Zé Henrique de Paula; e mais recentemente, da peça brasileira Tem Alguém que nos Odeia, que foi montada pela primeira vez na Argentina, em novembro e dezembro de 2019, com direção de Patricio Witis. Natália Lana - começou a trabalhar com cenografia em 1998, lecionou nos anos de 2009 e 2010, na cadeira de cenografia da Faculdade de Belas Artes da UFRJ, dando enfoque à criação e às técnicas de construção e montagem. Assinou cenários para diversos projetos teatrais como "Homemúsica1", de Michael Melamed; “Blitz”, com direção de Ivan Sugahara; “Piano da Patroa”, com de direção de Lena Horn e “Anticlássico”, de Alessandra Colassanti. Nos últimos anos, foi cenógrafa dos musicais “Cássia Eller, O Musical” e “Rock in Rio, O Musical”, em parceria com Nello Marrese e com direção de João Fonseca; e “Constellation”, com direção de Jarbas Homem de Mello, “60! Doc. Musical” e "70?Doc. Musical" de Marcos Nauer e Frederico Reder e " Bibi - Uma Vida em Musical " com direção de Tadeu Aguiar. O show do cantor e compositor Lenine, intitulado “Carbono” e o DVD "Hello Mundo" de Ludmilla, contam com cenário criado por Natália Lana; PRÊMIO CBTIJ DE TEATRO PARA CRIANÇAS na categoria melhor cenário 2017 pelo espetáculo "Makuru- Um Musical de Ninar" de José Mauro Brant; PRÊMIO BRASIL MUSICAL na categoria melhor cenário 2018 pelo espetáculo " Bibi - Uma Vida em Musical " de Tadeu Aguiar; PRÊMIO BOTEQUIM CULTURAL e PRÊMIO BRASIL MUSICAL na categoria melhor cenário 2019 pelo espetáculo " A Cor Púrpura " de Tadeu Aguiar; Indicada a 9 prêmios no ano de 2018 pelas cenografias em Bibi " Bibi - Uma Vida em Musical " , "Makuru- Um Musical de Ninar" com direção de José Mauro Brant e " O Escândalo Phillipe Dussart" de Marcus Caruso com direção de Fernando Philbert, " Diário de Pilar na Grécia" de Simone Strobel e "70? Doc. Musical" de Marcos Nauer e Frederico Reder; Indicações a prêmios 2019: Cesgranrio de Teatro , Botequim Cultural, Brasil Musical e APTR, pelo cenário de " A Cor Púrpura. Ana Luzia de Simoni - Iluminadora Cênica, atua na área de teatro e show há 14 anos. Ja trabalhou em inúmeros teatros em grande parte do país. Por volta de 200 operações de luz, mais de 300 montagens com Aurélio de Simoni, Maneco Quinderé, Renato Machado entre outros iluminadores renomados. Faz a concepção de luz dos espetáculos de algumas companhias, e outras produções teatrais e musicais. Foi indicada ao Premio Shell de teatro 2017 e 2019, ao Botequim cultural 2019, ao Premio CBTIJ de teatro infantil 2016 e 2018, no qual venceu, e ao Zilka Salaberry 2018. Durante 8 anos foi técnica em iluminação do Teatro Poeira, trabalhando com grande nomes da iluminação nacional. Hoje em dia, trabalha criando suas próprias concepções de luz para as artes propostas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.