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Publicação e lançamento em quatro capitais brasileiras do livro de ficção no gênero terror de autoria do ator e diretor teatral Marcelo Costa direcionado ao público jovem e adulto apreciadores desta linguagem literária, assim como pessoas interessadas em conhecer a história, cultura e costumes da capital paulista do final do século XIX. A obra tem como narrativa central uma aterrorizante lenda urbana permeada por acontecimentos misteriosos e paranormais em um antigo casarão da antiga Várzea do Carmo, bairro localizado próximo ao ainda tímido e pequeno centro da cidade de São Paulo.
Cidade de São Paulo, final do século XIX, um velho casarão fechado há anos finalmente recebe como novos moradores os membros de uma nobre família Paulista recém chegada do interior. Ao entrarem pela primeira vez no suntuoso imóvel admiram-se com uma estranho quadro pendurado na parede de um dos longos corredores, pois, no meio de tanta poeira devido ao tempo que o mesmo esteve fechado, apenas este destaca-se pelo seu estado de limpeza e conservação. Ao passar dos dias na nova residência, a matriarca da família percebe uma mudança no comportamento de sua filha caçula, a pequena Joana, que começa a cantarolar uma bela canção repetidamente, além de conversar com pessoas que existem apenas em sua imaginação. Será que é mesmo fruto da imaginação da menina? Quem sabe. Aos poucos mais acontecimentos estranhos e assustadores passam a fazer parte do cotidiano desta família. Segredos de um passado não muito distante daquele misterioso casarão aos poucos serão revelados, comprometendo a vida de todos, ou quase todos.
Obejtivo Geral O projeto tem por objetivo oferecer e proporcionar ao público uma possibilidade prazerosa de incentivo a leitura, por meio de um bem cultural de uma obra literária de fixão no subgênero horor, estilo este tão apreciado nos dias de hoje, principalmente pelo público jovem, que por vários motivos cada vez sentem-se mais atraídos por este tipo de linguagem; seja ela no cinema, no teatro ou no caso específico deste projeto na literatura. Espera-se com este projeto também contribuir de maneira lúdica com o retorno ao hábito da leitura de livros impressos. Como escritor, arte-educador e fazedor de cultura espero como resultado deste projeto que os leitores da obra literária A Casa da Rua Frederico Alvarenga adquiram além do próprio entretenimento oferecido pela história propriamente dita, também passem a ter um conhecimento um pouco mais amplo e profundo da história, da cultura, dos costumes, das diferenças sociais da sociedade dominada pela elite branca paulista cafeeira do final do século XIX, moradora em sua maioria dos nobres palacetes dos bairros do Bom Retiro e Campos Elísios na cidade de São Paulo. Objetivos específicos a) produzir, publicar e distribuir 2700 exemplares do livro "A casa da Rua Frederico Alvarenga"; b) realizar 04 lançamentos - noite de autógrafos - da obra literária; c) rezalizar 10 palestras sobre a importância da leitura para alunos da rede pública e privada de ensino; d) realizar 12 oficinas literárias voltadas para alunos e professores da rede pública e privada de ensino; e) produzir, publicar e distribuir 300 exemplares do livro "A Casa da Rua Frederico Alvarenga" pelo sistema de alfabeto Braile.
Nestes quase trinta anos de exercícios dentro das artes cênicas, mesclados em diversas funções como a atuação, a direção, a coordenação de oficinas e a arte-educação, esta última exercicida em alguns dos mais importantes projetos já realizados no Estado de São Paulo dentre eles: Enturmando/Circo-escola da Secretaria do Bem estar Social; Arquimedes/Parceiros do Futuro da Secretaria de Estado da Cultura; Gerando Talentos do FUSSESP - Fundo Social Solidariedade Estado São Paulo, este último no qual tive a oportunidade de constatar na vivência do dia-a-dia em sala de aula com os alunos que infelizmente a leitura de livros impressos tornara-se uma prática cada vez menos exercida por eles. No caso específico dos alunos desta instituição, diagnostiquei por meio de uma pesquisa junto aos mesmos, que um dos motivos para tão grande desinteresse nascia dentro de seus próprios lares, uma vez que sendo todos, ou quase todos oriundos de famílias pertencentes a uma classe social menos favorecida, onde por motivos óbvios dentro da economia do lar, seus pais tinham como a única e exclusiva preocupação buscar o sustento familiar por meio de muitas horas de trabalho por dia, fazendo com que o tempo para acompanhar o desenvolvimento na educação formal dos filhos ficasse praticamente nulo. Outro fator comprovado que também está gerando um enorme desinteresse pela leitura de livros impressos, este inclusive não restrito apenas a classe social mencionada acima, mas sim em todas, sem distinção, vem ocorrendo pelo avanço rápido da tecnologia virtual, característica marcante do mundo pós-moderno, que faz esta prática cair gradativamente em desuso, pois as possibilidades oferecidas pelos gêneros textuais da web como blogs, ciberjornalísticos, facebook, facilmente disponibilizados e usados em equipamentos cada vez mais sofisticados e de fácil acesso a maioria da população como os celulares, notebooks, ipads entre outros, tem levado principalmente o jovem leitor ao empobrecimento de seus vocabulário, e consequentemente ao abandono do uso da norma culta. Sabemos que a leitura é uma ferramenta de extrema importância para o ser humano, e é justamente neste hábito que podemos enriquecer o vocabulário, ampliar o conhecimento, desenvolver o raciocínio, melhorar a interpretação, tomar gosto e aprender a apreciar uma boa obra literária. Partindo destas premissas e tendo como pano de fundo uma aula que coordenei em um determinado dia, no qual utilizei como estratégia dentro da sala de aula a milenar prática da tradição oral; a boa e velha contação de história, no qual tive como inspiração a minha própria memória emotiva de antigos filmes de horror da Universal Studios, somada ao próprio local onde acontecia o projeto, um belo casarão do final do século XIX, extremamente cenográfico, inclusive com um enorme e escuro porão, desta maneira tive elementos mais que suficientes para criar uma mirabolante história de terror, o sucesso foi imediato entre todos os alunos da instituição, fossem eles crianças ou adolescentes. Mesmo após me afastar do projeto no ano de 2012, quase cinco anos depois a história inventada por mim ultrapassou os grandes muros do velho casarão, indo parar nos bairros próximos, resistindo ao tempo e multiplicando-se também por meio da oralidade entre os próprios alunos. Ao saber deste fato no mínimo curioso, somado ao meu amor pela cidade de São Paulo, resolvi transpor esta história para o papel, criar uma obra literária com todas características dos antigos clássicos de horror , porém além do próprio entretenimento que este gênero literário já proporciona, tive a preocuação de ensinar ludicamente um pouco do período histórico da cidade em que acontece toda a narrativa, no final do século XIX. Para tal debrucei-me em um árduo, porém não menos prazeroso trabalho de pesquisa sobre a história, costumes e cultura da vida privada na cidade de São Paulo deste período. Fui buscar em pequenos detalhes e curiosidades da vida cotidiana, tanto das pessoas mais humildes como das mais abastadas da época, mais especificamente a elite branca dominante, os ditos Barões do café. O resultado final destes quase dois anos de trabalho, foi um livro ágil, dinâmico, e acima de tudo assustador, que contribuirá com certeza para um maior conhecimento histórico, principalmente ao jovem leitor, além de incentivar de maneira lúdica o resgate ao hábito de ler. O fato da trama ter sido escrita em uma linguagem coloquial dos dias de hoje, com pinceladas em certos momentos com o falar costumeiro de seus ricos e caricatos personagens, fará com que o leitor do livro A casa da Rua Frederico Alvarenga devore no sentido mais saboroso da palavra, página por página da obra, conduzindo-o a uma viagem lúdica pelo imaginário proporcionado por este gênero tão em voga nos dias de hoje, igualmente como foi no mesmo período em que passa-se a história narrada, época esta tão rica da literatura, com destaque para a gótica inglesa marcada principalmente por escritores britânicos como Bram Stoker, Mary Shelley, Oscar Wilde e o norte americano Edgar Allan Poe entre outros. Para tal expresso que esta proposta se enquadra nos seguintes insisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprir as finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos do art. 3 da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; ) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)
Em cada local de lançamento o autor junto da equipe de produção comprometem-se em realizar palestras sobre a importância da leitura tendo o tema abordado na obra como mote junto a escolas e bibliotecas públicas. Tais agendamento serão realizados pelo produtor local dias antes da chegada da equipe na cidade contemplada.
Proposta Edição de Livro. Tamanho: 22 por Nome do Livro: Gênero / Assunto: Ficção Terror Quantidade de Exemplares: 12.500 Formato: 22cm por 15cm Número de Páginas (múltiplo de 4): 226 Ilustrações: 12 Desenhos P & B Papel Miolo: Branco 75 gramas Capa 4 cores (Papel cartão 250 gramas) : Laminação Fosca
Para o acesso ao conteúdo do produto às pessoas com deficiência FÍSICA, VISUAL E AUDITIVA. Lançamento do Livro e Palestra Acessibilidade física: serão escolhidos locais com espaços adaptados tais como: rampas; banheiros acessíveis com torneiras; corrimões; Acessibilidade para deficientes visuais: nos espaços serão instalados pontos com fones de ouvido para áudio descrição; Acessibilidade para deficientes auditivos: Será contratado um tradutor de Libras - Linguagem Brasileira de Sinais. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: serão escolhidos locais com espaços adaptados tais como: rampas; banheiros acessíveis com torneiras; corrimões; Acessibilidade para deficientes visuais: nos espaços serão instalados pontos com fones de ouvido para áudio descrição;Acessibilidade para deficientes auditivos: Será contratado um tradutor de Libras - Linguagem Brasileira de Sinais. Para promover o acesso ao livro aos deficientes visuais, 10% da publicação total da obra literária será realizada dentro do sistema de alfabeto Braile.
PARA CADA PRODUTO CADASTRADO neste projeto no plano de distribuição serão adotados os incisos/medidas do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa; ou X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural.
Marcelo Costa - Proponente do projeto e autor da obra literáriaMarcelo Costa, 53 anos, tem mais de trinta anos de carreira dentro das artes cênicas, entre outras atividades artísticas e culturais. Foi Gestor Cultural trabalhou no Centro Cultural da Juventude - CCJ da SMC de São Paulo. Na ocasião foi convidado pela Secult do Pará para ser júri do Festival Pará em Cena, no qual coordenou uma oficina teatral para os atores participantes do evento. Coordenou oficinas teatrais pelas Secretarias de Educação e Cultura do Estado e do Município de São Paulo. Dentro do projeto Vivência Cultural / Múltiplas Linguagens realizado pela FAFE - Fundação de Apoio a Faculdade de Educação da USP em parceria com a SME de São Paulo, coordenou um oficina teatral para docentes das escolas municipais. Trabalhou como arte-educador nos projetos: Revelando Talentos no ICC – Instituto Criança Cidadã pela FUSSESP - Fundo Social de Solidariedade do Estado de SP; Enturmando – Circo Escola São Remo; Parceiros do Futuro e Arquimedes. Pelo SESC São Paulo nos projetos Alta Voltagem e Tribo Urbana. Produziu e dirigiu os espetáculos teatrais O Buda Quebrado – Exercício nº 01; Muita Chuva e Um Bolero; Auto de São Lourenço; Auto da Compadecida. Nestes também fez a dramaturgia: Passando o Chapéu – Tributo a Piaf; O Circo de Seu Bolacha; Os Menestréis do Mar; Entre dois Carnavais; Nelson Ferreira - o Moreno Bom; Sina de Um Povo; Valores Do Passado- “Frevendo” no Presente. Idealizou, pesquisou, dirigiu, produziu e participou como cantor no show musical de Frevo “Valores do Passado – ‘Frevendo’ no Presente”. Atuou nos espetáculos teatrais A Volta do Boêmio, Tributo a Nelson Gonçalves; A Ceia; Na festa de São Lourenço; A Farra da Paz; Castro Alves Pede Passagem; A Consulta; Uma Entidade em Busca de Outra; Os Diafóréticos; Os Menestréis do Mar; Romão e Julinha; Ou Isto ou Aquilo; A Árvore que Andava; Os Três Porquinhos; Chapeuzinho Vermelho; O Circo de Seu Bolacha. Paralelamente sempre esteve envolvido com as artes visuais, pelo SESC São Paulo trabalhou como assistente de artista e monitor nas exposições: Mitos que vem da Mata; Labirinto da Moda; Heróis Gregos; Uma viagem ao Mundo de Monteiro Lobato. Participou do projeto "Arte Cidade III - A Cidade e Suas Histórias" na cidade de São Paulo. É autor da obra literária “A Casa da Rua Frederico Alvarenga” com registro na Fundação Biblioteca Nacional nº 735.904 Livro 1425 Folha 141 na data de 20/06/2017. Telma R. Ventura - edição, publicação e correção textual Telma R. Ventura é paulistana. Possui 27 anos de experiência na área da Educação, em especial no ensino das Línguas Portuguesa e Inglesa, sendo pós-graduada em Ensino de Inglês como Língua Estrangeira (ESOL/EFL), além de deter Certificação em Proficiência Linguística e Metodologia de Ensino pela University of Cambridge. Trabalhou como tradutora freelancer de livros técnicos na área da Saúde em editoras paulistanas por 08 anos. Atua como parecerista em revistas acadêmicas na área de Letras. Mestra em Literatura e Crítica Literária pela PUC/SP. Pesquisa as literaturas de autoria feminina de Língua Portuguesa, em diálogo com a Psicanálise e a Teoria Literária Feminista. Escritora, é autora de "Elos Partidos: Alguns fantasmas nunca vão embora" (Voz de Mulher, 2020), "Desconstruindo o Silenciamento Feminino: Inês Pedrosa e a narrativa Performática de Fazes-me Falta" (Todas as Musas, 2018), co-autora de capítulos que integram as obras "A Literatura Infantil e Juvenil na Contemporaneidade: Histórias, Caminhos, Representações" (BT Acadêmica, 2016) e "Educação e Linguagens" (BT Acadêmica, 2017). Prefaciou a antologia "Protagonismo Feminino: A força da mulher brasileira" (Hope, 2018), e participou da antologia poética "Senhoras Obscenas" (Patuá, 2019). Editora e Curadora da Editora e Projeto Cultural Voz de Mulher, cujo objetivo é levar as literaturas nas quais a mulher é a protagonista a todos os lugares do Brasil, por meio de cursos, debates, leituras e palestras, além de publicar obras escritas por mulheres. Psicóloga e Psicanalista coordena os grupos de estudos da Mythological Rountable SP há 09 anos, disseminando o pensamento de Joseph Campbell em suas conexões com a Literatura e a Psicologia. Ailson Braga - Orelha do Livro Ator, diretor teatral, escritor, dramaturgo e jornalista, Ailson Braga faz teatro desde 1974 em Belém do Pará, e trabalhou com os diretores paraenses: Henrique da Paz, Luiz Otávio Barata, Zélia Amador de Deus e Adriano Barroso, entre outros. Atuou em mais de 30 espetáculos teatrais além de trabalhos de cinema e TV. Em 2002, lançou o livro "Enquanto Chove", resultado da bolsa-prêmio de literatura do Instituto de Artes do Pará. "Enquanto Chove" (2003), filme de Alberto Bitar e Paulo Almeida, é baseado no livro homônimo de Ailson Braga. Lançou o livro "Ovo de Osga", resultado do Prêmio Dalcídio Jurandir 2014, da Fundação Cultural do Pará, na categoria Contos. A escrita desse paraibano, naturalizado paraense, é marcada fortemente pelas imagens poéticas. Foi selecionado com o conto "O tripa" para o concurso "Machado de Assis" do SESC - DF no ano de 2007. Em 2008, foi convidado para o projeto Portfólio, do Instituto Itaú Cultural, com "Desterro", que serviu como texto-base para a exposição do fotógrafo Patrick Pardini, no Itaú Cultural de SP e também integra o conto "Das folhas serenadas" do "Ovo de Osga". Escreveu o texto "A peleja dos soca-socas João Cupu e Zé Bacu", montado pelos grupos In Bust Teatro com Bonecos e Grupo Gruta de Teatro, ambos de Belém do Pará. Ricardo Sousa - Porgramador Visual e Ilustrador Ator e percussionista Ilustrador, quadrinista, estudou desenho e historia em quadrinhos na Quanta Academia de artes. Atua como profissional desde 2007. Ilustrou trabalhos para: Tory Produções, Trimitraco Cia e arte, Sóriso Produções Teatrais, Pólo Petroquímico, Vy2, Seja Consulting. Atualmente faz os desenhos para a história em quadrinhos para Graphic Novel "whiplash dentro do mercado americano. Marisa Medeiros – Produção Executiva Formada pela Universidade São Judas Tadeu em Comunicação Social/ Rádio e TV. No Teatro produziu os espetáculos: Mãos ao Alto São Paulo - direção Fernando Ceylão, Algumas Vozes - direção Mônica Granndo, Ultralight - direção de Tatiane Daud, Foi Ela que Começou, Foi Ele que Começou - direção Toni Brandão, Assim Com Rose - direção Jairo Mattos, Desfigura – direção de Regina Miranda, produção local do espetáculo Doce Deleite - direção de Marilia Pêra. Fez assistência de direção dos espetáculos: A Cor da Palavra - direção Eduardo Aguilar, Mãe Coragem - direção Silvia Mazzulo, Notícias de São Paulo - direção Marcelo Costa, Ilusão - direção Marcelo Fonseca.
PROJETO ARQUIVADO.