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Jardim das Diferenças Insignificantes é um projeto de criação e circulação do novo espetáculo da Companhia Giradança. O espetáculo é voltado para o publico da primeira infância e seus acompanhantes e será completamente gratuito, além de apresentar sessões com tecnologia assistiva nas cidades onde será realizado garantido acessibilidade a diversos públicos.
Será construida juntamente com o espetáculo.
Objetivo geral Criar e realizar circulação do novo espetáculo da Companhia Giradança voltado ao público da primeira infância, pelas cidades de Natal, Aracaju, Rio Branco, Campo Grande e Bonito; Objetivos específicos Realizar 4 apresentações de estreia em Natal/RN; Realizar circulação do espetáculos nas cidades de Rio Branco/AC, Campo Grande/MS, Bonito/MS e Aracaju/SE, totalizando 8 apresentações; Fomentar a prática de frequencia em áreas verdes e Parques publicos das cidades, locais destinados às apresentações; Garantir acesso a todos os publicos com entrada gratuita (caso os Parques escolhidos não cobrem entrada/manutenção); Oferecer 2 sessões com audiodescrição e intérprete de Libras nas apresentações em Natal/RN, Rio Branco/AC, Campo Grande/MS, Bonito/MS e Aracaju/SE; Realizar 6 acões de contrapartidas sociais em Natal/RN para um público de 250 pessoas; Realizações ações de contrapartidades sociais em Rio Branco/AC, Campo Grande/MS, Bonito/MS e Aracaju/SE, totalizando um público de 400 pessoas.
O Jardim das Diferenças Insignificantes consiste em um projeto de criação e circulação de um novo espetáculo da Companhia Giradança, em uma pesquisa de experimentação de linguagem continuada que tem como mote o desejo de redirecionar, por meio da inserção no universo da primeira infância, o olhar da audiência no que tange nosso entendimento sobre os corpos que compõem a própria Cia. A partir da questão: Quando surge a percepção da diferença entre os corpos e consequentemente o alicerce para o preconceito? A Cia pretende desenvolver, de maneira lúdica e poética, uma paisagem arquitetônica que promova a integração entre bailarinos, audiência e meio (Parques). Para tal feito criaremos um design específico para cada Área Verde ocupada. A proposta estética consiste em criar um ambiente monocromático sobre o espaço do Parque e suas estruturas prévias. A monocromia derivada das folhas de papel recicladas é fruto de uma parceria com o argentino, artista plástico e bailarino, Alejo Wilkinson, que pesquisa dobradura de papel e suas possibilidades criativas. Assim, por meio de um intenso intercâmbio artístico-cultural, a Cia pretende dar vida ao Jardim das Diferenças Insignificantes. Esta peça/intervenção, movida pela questão do "quando" surge a diferença entre os diferentes corpos, possui a intenção de manejar o público sobre ela mesma, possibilitando a integração efetiva entre plateia, arquitetura e artistas. O nosso intento é desenvolver situações coreográficas onde as crianças de 0 a 6 anos, junto a seus pais, possam explorar um ambiente novo, com poucas cores, contudo repleto de novas texturas e formas. Aqui, todos os bailarinos estarão reconfigurados por meio do aparato tecnológico de figurinos especiais que possibilitem a exploração das diferenças corpóreas. Ao dar vida ao ambiente lúdico e poético do Jardim, suspenderemos as barreiras da exclusão e tornaremos possível um espaço-tempo que obedeça ao tão sonhado "desenho universal". Não estamos proferindo que as diferenças não existem e que, tampouco, os preconceitos para com pessoas em situação de deficiência também não. Contudo, sentimo-nos no direito/dever de propormos uma obra verdadeiramente acessível e que traga a questão do corpo e suas diferenças com o respeito que tais corpos merecem. Para tanto, a própria obra já deve apresentar, além de seus bailarinos, um intérprete de libras, a áudio-descrição (feita pelos próprios bailarinos), além de outras tecnologias e soluções para a questão da acessibilidade como parte constituinte da obra de arte. Com o projeto aqui apresentado, desenhado exclusivamente para o edital Petrobras Artes Cênicas para crianças e com aprovação via Lei Rouanet, a Companhia Giradança pretende criar uma nova obra e realização de turnê de estreia, além de ações de contrapartidas socias, ambos com ingressos gratuitos (conforme citado nos Art. 1 e 3 da Lei 8313/91 - I contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.) , em 2021, nas cidades a qual o grupo nunca apresentou espetáculos, como Campo Grande, Bonito, Rio Branco e Aracaju, além de NAtal/RN, quebrando as dificuldades que por muitas vezes surgem às companhias nordestinas seja no âmbito da divulgação (mídia) nacional seja no âmbito de estabelecer uma conexão com artistas, grupos e outras companhias de cidades citadas trazendo à cena diálogos que tenham em seu cerne a ideia de dança como estado de encontro, assumindo em seu fazer artístico a dimensão relacional, buscando modelar universos possíveis, em uma experiência em que a ética não está dissociada da estética.
Não aplicável.
O projeto contas como ações de acessibilidade para o item ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Acessibilidade física; - Acessibilidade auditiva; - Acessibilidade para deficientes visuais; *Abaixo explicamos como será feita cada etapa - Realização de apresentações em espaços com adequação arquitetônica para todos os publicos (acessibilidade física); - Garantia de transporte para o público de baixa renda, em uma sessão em cada cidade, contemplando até 100 pessoas por cidade; - A criação de todo o espetaculo terá consultoria de intéprete de libras e audiodescrição, capacitando tambem os bailarinos para tal; - Realização de duas sessões com intéprete de libras e duas com audiodescrição em Natal/RN e uma sessão nas demais cidades (acessibilidade auditiva e visual). O projeto contas como ações de acessibilidade para o item CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: - Acessibilidade física: Realização de apresentações em espaços com adequação arquitetônica para todos os publicos. Ações serão realizadas nos Espaços de Escolas e Ongs selecionadas em cada cidade que a circulação acontecerá. - Acessibilidade para deficientes auditivos: em todas as ações o projeto contará com intérprete de libras. - Acessibilidade para deficientes visuais: ações em loco contarão com auxilio dos próprios bailarinos para conduzir e descrever ações a pessoas com deficiência visual, assim como já acontece na Companhia com a integrantes que possui deficiência visual.
O projeto contas como ações de democratização de Acesso, de acordo com art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, para o item ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS e CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; (Esta ação serão dois ensaios abertos realizados em Natal/RN antes da estreia) VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Celso Alves de Moraes Filho (pessoa física) / Celso Alves de Moraes Filho ME (proponente pessoa jurídica) | Coordemação geral e Direção de produção do projeto Produtor Cultural há mais de 5 anos. É graduando de Tecnologia em Produção Cultural (IFRN ‐ Cidade Alta) e Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda (Estácio ‐ Fatern); Produtor executivo na Companhia Gira Dança (Dez/2011 ‐ atual), trabalhou como Assistente de Produção nos eventos "VI MPBECO" (Natal/RN), "Arena Circo da Folia" (Parnamirim/RN), participou da comissão organizadora dos eventos "Colores" e "Dança em Conexão" no IFRN ‐ Cidade Alta (Natal/RN), produziu o evento Diálogos em Produção Cultural e a 7ª etapa do Circuito Cultural Ribeira, trabalhou como Estagiário de Produção Cultural no Solar Bela Vista (Centro de Cultura e Lazer do SESI/RN) ambém em Natal; Produziu na Companhia Gira Dança a montagem e circulação dos espetáculos "Alguém que não eu para falar de mim" de Anízia Marques, "Sobre Todas As Coisas" de Mário Nascimento, "Proibido Elefantes" de Clébio Oliveira e "Terreiro Lumiara" de Dave Carvalho. Co‐elaborou os projetos "Proibido Elefantes ‐ Circulação 2013, aprovado no Prêmio Funarte Petrobras Klauss Vianna de Dança 2012" e Circulação Gira Dança 2013 aprovado na Lei de Incentivo a Cultura do Rio Grande do Norte,Participação do espetáculo "Proibido Elefantes" no Ano do Brasil em Portugal 2012‐2013 com apresentação em Coimbra, "Gira Dança ‐ Circulação Nordeste" aprovado na Lei Rouanet e captado com O Boticário e Banco do Nordeste do Brasil. No ano de 2012, a convite da Companhia Mário Nascimento foi contratado para produção local em Natal juntamente com "Caju Oliveira Produções", em 2014 produziu o espetáculo "Ninguém falou que seria fácil" em circulação pelo nordeste pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura do Grupo Foguetes Maravilha (Rio de Janeiro) e neste mesmo ano teve sua empresa "Coletivo Rebu" em sociedade com outros produtores aprovadas no Programa de Incubação Tecnológica do IFRN ‐ Cidade Alta. * responsável por toda a coordenação decisória do projeto. Companhia Giradança | realização A Companhia Giradança é uma das mais renomadas companhias do seu segmento no país, criada com o intuito de trabalhar com os corpos diferenciados vem sendo premiada em todas as insâncias do país, além de já ter participado de eventos fora dela, como Alemanha e Portugal. Neste projeto ela é a grande beneficiária, pois o objeto principal dela trata da manutenção de estrutura artística e administrativa da mesma. Alexandre Américo | Coreógrafo, Bailarino e Diretor Artístico Pesquisador, bailarino e criador formado em Licenciatura Plena em Dança pela UFRN (2013.2). Possui experiência em Dança de Salão, Danças Populares Brasileiras, Dança Flamenca, Danças Urbanas, Ritmos Latinos e Danças Afro‐Brasileiras. Em Natal/RN, atuou nas seguintes Cias de Dança: Parafolclórico da UFRN (2008‐2010), Gaya Dança Contemporânea (2010‐2011), Cia de Dança do Teatro Alberto Maranhão (2011), Cruor Arte Contemporânea (2013) e Balé da Cidade de Natal (2014). Na área acadêmica desenvolveu, junto ao seu Orientador Prof. Dr. Marcos Bragato, no período de 2010 à 2012, pesquisa em Projeto de Iniciação Científica voltada para os estudos expressivo‐emocionais na dança pós‐moderna, com esse trabalho foi premiado com Menção Honrosa pela UFRN no XXIII Congresso de Iniciação Científica (2012). Em 2013 foi contemplado com uma Bolsa de Iniciação Científica onde desenvolveu pesquisa acerca de processos colaborativos na pós‐modernidade a partir dos estudos de Antonin Artaud, a artista plástica Frida Khalo e o Cineasta Pedro Almodovar. Hoje é atuante na área da investigação em Dança Contemporânea. É criador e bailarino dos seguintes trabalhos: Que Seja Uno (2011), Ocaso (2012), Marruá (2012), Adó (2012), Erú‐ya (2012), Logun Edé (2012), Kawóò (2012), Clono (2013) e Ensaio Sobre Decidir (2014). Único brasileiro selecionado pela FEBRAP (Federação Brasileira de Arte Popular), ainda em 2014 viajará à Rússia para representar o Brasil no VI Festival Internacional e Competição de Dança Solo em homenagem a Mahmud Esambaev, que acontece de 15 à 19 de Outubro em Grozny, onde apresentará os seguintes trabalhos: Retorno à Nanã (2014) e Dona de Minha Cabeça (2014). Atualmente trabalha na Cia. Gira Dança enquanto diretor artistico. David Costa | iluminação e técnica Iniciou suas atividades como bailarino da Companhia Gira Dança no ano de 2010, participando da montagem do espetáculo "A Cura", onde se apresentou no Festival Brasil Move Berlim na Alemanha. Depois de ter integrado o elenco dos espetáculos "O Jardim das Rosas Amarelas" e "Corpo Estranho", assumiu em 2013 a técnica da companhia Gira Dança no espetáculo "Proibido Elefantes" de Clébio Oliveira. É iluminador da Companhia Gira Dança desde o final de 2013, tendo desempenhado essa função na "Circulação Gira Dança 2013" pelas cidades de Fortaleza, Recife, Mossoró, Natal, São Miguel do Gostoso, Caicó, Santa Cruz, Currais Novos, Ceará-Mirim e Pendências. E no mesmo ano, aprofudando seu interesse em edição de vídeos, atua como editor de todos os vídeos publicados pela Companhia Gira Dança. Trabalha desde 2011 na MAPA Realizações Culturais, atuando na empresa como assistente de produção, freelancer e editor de vídeos desenvolvidos pela empresa. Atualmente produz o Espaço A3 (Sede das Companhias Anizia Marques e Nammu Dança) e a Raulino Cia de Dança. Marconi Araújo | Bailarino Bailarino há mais de 15 anos, já participou das companhias Roda Viva Cia. de Dança e Grupo de Dança Anjori. Em 2005 integra a Companhia Gira Dança, participando de todas as montagens da companhia. Em 2012 participa das montagens dos espetáculos "Alguém que não eu para falar de mim" de Anizia Marques, "Sobre todas as coisas" de Mário Nascimento e "Proibido Elefantes de Clébio oliveira, se apresentando em São Paulo, no Panorama Sesi de Dança 2012 com o espetáculo "Sobre todas as coisas", João Pessoa, Salvador, Camaçari, Coimbra e Belo Horizonte com o espetáculo "Proibido Elefantes". Joselma Soares | Bailarina Bailarina da Companhia Gira Dança desde sua estreia, participou de todos os espetáculos da companhia. Em 2011, com o espetáculo "A Cura" e "Corpo Estranho", esteve no Festival Brasil Move Berlim na Alemanha. Em 2012 participou da criação dos espetáculos "Alguém que não eu para falar de mim" de Anizia Marques, "Sobre todas as coisas" de Mário Nascimento e "Proibido Elefantes" de Clébio Oliveira, onde no mesmo ano participou do Sesi Panorama de Dança em São Paulo. em 2013, como Proibido Elefantes, esteve no Vivadança Festival Internacional e no Ano do Brasil em Portugal, na cidade de Coimbra. Wilson Macário | Bailarino Bailarino com Síndrome de Down com técnica em ballet clássico e dança contemporânea da Cia Gira Dança desde 2011 participou da 3° Mostra Gira Dança, foi integrante das companhias de dança Anjori, Roda Viva nos quais participou do Festival de Dança da Ilha da Madeira (Portugal), 2° Festival de Dança e Movimento onde ganhou o troféu de Menção Honrosa, e dos festivais de dança Albertina Brasil em Aracajú(SE) 2008, João Pessoa(PB) 2009 e Brasília(DF) 2010, integrou o elenco dos espetáculos natalinos Auto do Natal (2007/2010), Presente de Natal (2011) e o Desfile Temático (2011), participou também dos espetáculos Quebra Nozes e a Floresta Mágica pelo pelo Ballet Municipal da Cidade do Natal. Participou das oficinas de Dança Contemporânea e Composição Coreográfica com Esther Weitzman, Dança Contemporânea com Danielle Flor, Clássico‐Masculino e Curso de Alongamento com Marx Bruno, Curso de Pas de Deux com Mauricio Mota, A Arte do Movimento com Lavínia Bizzotto e Dança Contemporânea da Escola Bolshoi ministrada por Cosme Gregory. Álvaro Dantas | Bailarino Graduando do curso de Licenciatura em Teatro ‐ UFRN (2011); Em 2013 circulou com a Companhia Gira Dança pelo Prêmio Klauss Vianna de Dança e participou de diversos festivais no país; 2012 ‐ Participou das montagem dos espetáculos "Alguém que não eu para falar de mim" de Anízia Marques, "Sobre Todas As Coisa" de Mário Nascimento e "Proibido Elefantes" de Clébio Oliveira; 2012 ‐ Participou do Festival Panorama SESI de Dança com espetáculo "Sobre Todas As Coisas"; 2013 ‐ Participou do Festival Vivadança Festival Internacional e do Ano do Brasil em Portugal com o espetáculo "Proibido Elefantes". Desenvolveu trabalhos com ator e cantor em diversos musicais na cidade do Natal. Jânia Santos | Bailarina Iniciou suas atividades em dança na Companhia Gira Dança, participando da montagem do espetáculo "A Cura" em 2011, onde com esse espetáculo se apresentou no Festival Brasil Move Berlim (Alemanha) e também no Festival Internacional de Londrina. Em 2012 participou dos espetáculos "Alguém que não eu para falar de mim" de Anizia Marques, "Sobre todas as coisas" de Mário Nascimento e "Proibido Elefantes" de Clébio Oliveira. Ainda em 2012 participou do Panorama Sesi de Dança em São Paulo e da Circulação de Proibido Elefantes por São Paulo e João Pessoa. Em 2013 se apresentou no Vivadança Festival Internacional, no ano do Brasil em Portugal, em Coimbra e Belo Horizonte (MG). Caio Macário | Bailarino Bailarino com Paralisia Cerebral da Cia Gira Dança desde 2011 participou da 3° Mostra Gira Dança foi integrante das companhias de dança Anjori e Roda Viva onde participou dos festivais de dança Albertina Brasil em Aracajú(SE) 2008, João Pessoa(PB) 2009 e Brasília(DF) 2010, integrou o elenco dos espetáculos natalinos Auto do Natal (2007/2010), Presente de Natal (2011), Quebra Nozes pelo Ballet Municipal da Cidade pelo Ballet Municipal da Cidade do Natal e o Desfile Temático (2011). Fez as oficinas de “Dança Teatro” com Mauricio Mota e a “Descubra Seu Palhaço” ministrada por Gabriel Rodriguez (Palhaço Fino). Ana Carolina Vieira | bailarina Brasileira, graduanda em Licenciatura em Dança pela UFRN, pesquisadora, bailarina potiguar, integrante do Entre Nós Coletivo de criação, bailarina da Cia Gira Dança, professora do ABC hip hop class, representante do Centro Acadêmico de Dança Édson Claro. Em Natal/RN, atuou nas seguintes Cias de dança: Cia de dança do Teatro Alberto Maranhão , Balé da Cidade do Natal, Grupo clássico da Escola de dança do TAM. Participou de Festivais de dança de Joinville/SC, Passo de Arte Norte-Nordeste, Youth American Grand Prix, Encontro de Dança Nacional e Internacional, Festival de Danças populares em Passa e Fica/RN. Editais e projetos Conexão Elefante Cultural. Hoje é atuante na área de investigações em Dança Contemporânea, com enfoques em estruturas de improvisação. Iego José | bailarino Iêgo José, 24 anos, graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Campina Grande – UFCG no qual trabalhou com vertentes ligadas a arte-educação-mídia, também bailarino formado pelo curso técnico/extensão de Ballet Clássico e Dança Contemporânea da Universidade Estadual da Paraíba onde participou e se profissionalizou na Cia. De Ballet da Universidade Estadual da Paraíba (Brasil), dançou também na Cia. De Dança do Teatro Municipal Severino Cabral atual Balé da Cidade de Campina Grande (Brasil), durante um ano integrou o elenco da Cia. De Dança do Teatro Alberto Maranhão (Natal, Brasil) e atualmente, desde 2017, integra a Cia Gira dança (Natal, Brasil). Alejo Wilkinson | Colaborador artístico Alejo Wilkinson Hassler nasceu em 26/9/85 na CABA, onde reside atualmente. Ele é um artista que trabalha com o corpo e o papel, embora seus estudos formais sejam de Técnico de Recreação. Iniciou seus estudos de dança em 2007 com Silvina Duna e Ana Garat. É formado entre outros com Viviana Iassparra, Eugenia Estevez, Martín Piliponsky e Luis Baldasarre. Ele era um membro do IUNA Ballet entre 2008 e 2011, trabalhando com os coreógrafos Ramiro Soñez, Rodolfo Prante, Gerardo Litvak, Gabriela Prado, Roxana Grisntein, Juan Onofri Barbato, Gustavo Lesgart e Edgardo Mercado. Trabalhou independentemente com coreógrafos Soledad Gutierrez, Natacha Visconti, Fabiana Capriotti, Federico Moreno, Andrea Saltiel,Gabriela Prado, Julianeta Rodriguez Grumberg, Cristian Setién, Margarita Pereiro Numer, Margarita Bali, Edgardo Mercado, Martín Piliponsky, Constanza Feldman, Martin Gil, Catalina Briski. Dele A primeira experiência como diretor de dança foi em 2013 no Cycle Bocetados en Club de Café Muller Dance. Atualmente trabalha como dançarino e improvisador em diferentes espaços independente da cena de Buenos Aires. Como origamista, ele trabalha há mais de 10 anos em oficinas, convenções e conferências ligado ao trabalho em papel. Cria figuras de Papelão Ondulado, Mosaico, Dobragem figurativa, úmida (dobra úmida) e dobras irregulares (amassado). Como maioria dos origamistas se educou, mas considera as obras como referências virtuais por Josef Albers e Eric Joisel. Investigar a construção de figuras a partir de dobras irregulares em que ele mergulha em questões como: quando aparece a figura, que grau de previsibilidade é possível, que mudanças sutis produzem o uso de diferentes papéis na resolução da figura, quanta memória o papel possui. Em fevereiro de 2020, ele é convidado a participar do segundo convenção internacional de criadores de origami "Convenção para Criadores", na qual compartilhar sua experiência em oficinas e desempenho.
PROJETO ARQUIVADO.