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PRONAC 202876Apresentou prestação de contasMecenato

8ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo - MITsp 2022

OLHARES - INSTITUTO CULTURAL
Solicitado
R$ 3,33 mi
Aprovado
R$ 3,26 mi
Captado
R$ 2,10 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (5)
CNPJ/CPFNomeDataValor
43776517000180Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP1900-01-01R$ 1,00 mi
43644285000106ITAU CORRETORA DE SEGUROS S.A.1900-01-01R$ 500,0 mil
61194353000164Itaú Corretora de Valores S/A1900-01-01R$ 300,0 mil
17192451000170BANCO ITAUCARD S.A.1900-01-01R$ 200,0 mil
09509531000189ACBZ IMPORTACAO E COMERCIO LTDA.1900-01-01R$ 100,0 mil

Eficiência de captação

64.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-03-01
Término

Resumo

Realizar a 8ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo - MITsp 2021, que compõem-se de espetáculos teatrais com companhias internacionais e nacionais, mas também ações reflexivas e pedagógicas, como residências artísticas, intervenções artísticas, práticas da crítica e seminários. Em virtude da pandemia de Covid-19, a8ª edição da MITsp ocorrerá em formato híbrido, em que parte das ações ocorrerá de forma presencial - respeitando todos os protocolos indicados pelas autoridades sanitárias municipais, estaduais e federais - e parte da programação acontecerá em formato digital na Plataforma Virtual MIT+.

Sinopse

A programação provisória da MITsp 2022 tem a seguinte estrutura: 1. Mostra de Espetáculos Internacionais Programação composta por 10 espetáculos, de grupos e diretores internacionais, capazes de traduzir aspectos fundamentais da cena mundial contemporânea – um núcleo irradiador dialogando com as outras atividades da Mostra. 1. ARTAUD, de Sergio Boris (Argentina) Um manicômio, cujos pavilhões se transformaram num parque de estacionamento. O trabalho deixou de ser hospitaleiro. Agora, para o escasso pessoal que ali resiste, tudo reduz-se a mover os carros em troca de alguns pesos que deixam os do salão de festas do outro lado da rua. Estranham-se os tempos do eletrochoque, que foi substituído pela prática de colocar a cabeça dentro do freezer da geladeira velha do hospital para receber o impacto. Depois as consequências: ir ao banheiro e defecar. A luta interna é entre graduar a eletricidade ou exceder. Nessa manhã, o Nacho, o médico, acabou de testemunhar na esquadra. Cinco caminhões hidrantes da polícia vieram limpar de loucos o portão do hospital, para levá-los e prendê-los. Existe o risco de que os desalojem. Entre Marta, a Enfer- mera vitalícia, Nacho e César, um ex interno, tentarão expulsar Fabio, outro ex interno e viciado em sorveteria que sempre volta ao manicômio para reconquistar a sua ex-namorada Moni, agora apaixonada pelo doutor Nacho e moça do salão em frente, onde psiquiatras e policiais celebram uma festa interminável: o batismo do filho do doutor Lotito e sua nova clínica. Ficha Técnica: Atores Diego Cremonesi, Pablo De Nito, Elvira Onetto, Veronica Schneck, Rafael Solano Figurino Magda Banach Iluminação Matías Sendón Design de cenografia Ariel Vaccaro Design sonoro Carmen Baliero Realização cenográfica Ariel Vaccaro Som Marcos Zoppi Fotos Ariel Feldman e Bernabé Rivarola Assistência de direção Adrian Silver Produção Jonathan Zak, Maxime Seugé Assistência de produção Carolina André Design Gráfico Alejandra Granata Direção Sergio Boris 2. CUCKOO, de Jaha Koo (Coreia) Um dia, quando sua panela elétrica de arroz o informou que sua refeição estava pronta, Jaha Koo experimentou um sentido profundo do isolamento. Golibmuwon (????) é uma palavra coreana intraduzível que expressa o sentimento de isolamento indefeso que caracteriza a vida de muitos jovens na Coreia de hoje. Há vinte anos, registou-se uma grave crise econômica na Coreia do Sul, comparável ao colapso financeiro nos Estados Unidos e no Sul da Europa em 2008. Esta crise teve um enorme impacto na geração jovem a que pertence o artista sul-coreano Jaha Koo. Ele testemunhou muitos problemas endêmicos, incluindo o desemprego juvenil e desigualdade socioeconômica. Taxas crescentes de suicídio, isolamento, afastamento social agudo e uma fixação na aparência pessoal são apenas alguns dos sintomas. Em diálogos ácidos e bem-humorados, Jaha e suas inteligentes panelas de arroz levam você a uma viagem pelos últimos 20 anos da história coreana, combinando experiência pessoal com eventos políticos e reflexões sobre felicidade, crises econômicas e morte. Ficha Técnica: Conceito, direção, texto, música, vídeo Jaha Koo Performance Hana, Duri, Seri & Jaha Koo Cuckoo hacking Idella Craddock Cenografia, operação de mídia Eunkyung Jeong Conselho dramatúrgico Dries Douibi Produtor executivo CAMPO Produção Kunstenwerkplaats Pianofabriek Coprodução Bâtard Festival Apoio CAMPO, STUK, BUDA, DAS, SFAC & Noorderzon | Grand Theatre Groningen Financiado por Vlaamse Gemeenschapscommissie Estreia Steirischer Herbst (AT, 2017) 3. DE LIVING, de Ersan Mondtag (Alemanha) A última hora na vida de um ser humano. O show começa com uma mulher chegando em casa e termina com ela cometendo suicídio. Ou é o contrário? Pode esta hora final também ser dita para trás - trazendo-a de volta à vida novamente? Antígona, Ofélia, Hedda Gabler - na história do teatro as personagens femininas que cometem suicídio são sempre rebeldes e aflitas ao mesmo tempo. Mas a beleza dessa atitude só pode encontrar expressão em seus corpos mortos. O público sabe desde o início que o protagonista vai morrer no último ato, mas ainda assim vamos ver o show. Acostumados ao sentimento de inescapabilidade, observamos extasiados enquanto a morte se aproxima. Testemunhando estas cenas uma e outra vez, experimentamos todas as facetas da dedicação política e existencial e da impotência. Mas existe uma saída? Podemos escapar da seqüência fatal de eventos? De Living retrata a última cena antes de uma mulher se matar. Vemos seus gestos finais, a tentativa de manter a normalidade, um momento de decisão, depois hesitação, uma vontade de viver que deve ser silenciada, e o pânico repentino diante de uma morte descontrolada. Ao contrário das tragédias clássicas, o público que assiste à cena final não sabe o que leva a mulher ao suicídio. Eles só podem especular sobre seu passado. Um caso de amor infeliz que se pode esperar. Será que ela não pode resistir à pressão duradoura da sociedade? Ou será que a última cena da vida de uma mulher diz menos sobre o destino individual do que sobre a trágica experiência da humanidade em um futuro distópico ainda próximo? Sua morte seria então uma manifestação de uma fadiga geral, uma doença em massa, como diagnosticado no início do novo milênio pelo sociólogo francês Alain Ehrenberg. Mas talvez as causas de sua depressão estejam muito mais para trás - em uma história que é tão dolorosa quanto é ignorada, como descrito pelo cientista político camaronês Achille Mbembe: ?No início do comércio transnacional de escravos, quando as pessoas começaram a tratar as outras pessoas como uma mercadoria e começaram a construir muros para impedir que uma parte da humanidade participasse da riqueza do mundo. No futuro próximo, a maioria dos seres humanos não será mais necessária como escravos?. Na cena final antes da morte, ainda lutamos com um medo impulsivo de um externo e, ao mesmo tempo, sabemos que, com tudo o que fazemos, estamos a preparar-nos para um suicídio coletivo, provocando o colapso do clima. Mas o que aprendemos no teatro sobre o mundo de hoje, enquanto assistimos a esta cena final uma e outra vez, é muito mais ambíguo. Talvez os vários diagnósticos de pesadelo do nosso tempo são baseados apenas nos delírios de alguns profetas que espalham uma atmosfera mediática apocalíptica eficaz. E mesmo que pudéssemos voltar atrás no tempo, provavelmente não saberíamos o que poderíamos ter feito de outra forma. Ou houve aquele momento em que podíamos ter evitado o suicídio? Como podemos recuperar a força para superar esse sentimento de impotência e paralisia que está cada vez mais dominando nossa sociedade? Ficha Técnica: Atores Doris Bokongo Nkumu, Nathalie Bokongo Nkumu Direção Ersan Mondtag Compositor Gerrit Netzlaff Dramaturgia Eva-Maria Bertschy Preparador de elenco Oscar Van Rompay Preparador de movimentos Stella Höttler Consultoria científica Prof. Benigna Gerisch Cenário e figurino Ersan Mondtag Assistente de direção Liesbeth Standaert Gerente de produção Sebastiaan Peeters Técnico de som Raf Willems Técnico de luz Dennis Diels Planejamento cenário Tony Morawe Montagem cenário Luc Goedertier, Eva Devriendt, Kachiri Faes Figurinistas An De Mol Isabelle Stepman, Mieke Van der Cruyssen Técnicos Kunstenfestivaldesarts Tom Bruwier, Jackye Fauconnier Apresentação Kunstenfestivaldesarts, Théâtre National Wallonie-Bruxelles Produção Ntgent Coprodução Kunstenfestivaldesart, La Villette (Paris), Hau (Berlim), Boulevardfestival (Den Bosch) Com o apoio do Governo flamengo, através da Proteção Fiscal Belga, a cidade de Gante, o Ministério Alemão das Relações Exteriores 4. FAT BLOKES, de Scottee (Escócia) Fat Blokes é uma espécie de espetáculo de dança sobre gordura, queixos duplos e os homens que estão ligados a ele - feito pelo artista e fatso, Scottee. Fat Blokes descobre porquê os homens gordos nunca são sensuais, mas são sempre engraçados, sempre os antes, mas nunca os depois do tiro. Feito em colaboração com Lea Anderson e quatro caras gordos que nunca fizeram esse tipo de coisa antes. Isto é uma rebelião obesa. Ficha Técnica: Elenco Sam Buttery, Graham Mercer, Scottee, Joe Spencer, Asad Ullah Diretor Scottee Coreógrafa Lea Anderson Designer Jen Mcginely Designer de Iluminação Marty Langthorne Designer de AV Adam Young 5. KALAKUTA REPUBLIK, de Serge Aimé Coulibaly (Burkina Faso) Na primeira metade desta peça de dança inebriante, tudo é monocromático. Os bailarinos pulsam, giram, mergulham e vibram, seu movimento implacável explodindo com energia virtuosa. Projeções retratando cenas de conflito servem como pano de fundo para os artistas, sua marcha perpétua uma metáfora urgente para o desejo de sobreviver. As explosões de cor levam-nos para a segunda metade, um lugar que lembra a discoteca Santuário de Kuti, onde as disputas foram enfrentadas assim como a esperança floresceu da solidariedade e da consciência social. Enquanto mensagens provocantes no palco, dança decadente retrata as lutas do indivíduo, lutando pela liberdade. Este fascinante espetáculo de Serge Aimé Coulibaly fala da África moderna e encarna o espírito de Fela Kuti da Nigéria como um ativista radical, lenda musical e rebelde político. Ficha Técnica: Conceito, Criação e Coreografia Serge Aimé Coulibaly Cocriação Adonis Nebié, Marion Alzieu, Sayouba Sigué, Ahmed Soura, Jean-Robert Koudogbo Kiki, Ida Faho, Antonia Naouele Music Yvan Talbot Video Eve Martin Dramaturgia Sara Vanderieck Cenário e figurino Catherine Cosme Iluminação Hermann Coulibaly Direção Técnica Sam Serruys Dançarinos Adonis Nebié, Marion Alzieu, Sayouba Sigué, Serge Aimé Coulibaly, Ahmed Soura, Jean-Robert Koudogbo Kiki, Ida Faho, Antonia Naouele 6. KINGS OF WAR, de Ivo Van Hove (Holanda) Kings of War combina Henry V, Henry VI e Richard III de Shakespeare em uma peça única e explosiva sobre liderança. Kings of war é uma produção holandesa da companhia Toneelgroep Amsterdam com direção de Ivo Van Hove e um grande elenco. Quatorze atores interpretam 35 papéis diferentes. A peça estreou em junho de 2015 no Wiener Festwochen e foi apresentada em Amsterdã, Paris, Londres, Nova York e em importantes Festivais Internacionais. Nestes tempos de instabilidade política, o espetáculo atinge um nervo social. Os reis de Shakespeare mostram estranhas semelhanças com os líderes mundiais de hoje. Depois que a peça foi apresentada apenas um dia antes das eleições presidenciais nos EUA, o The New Yorker a chamou de "o primeiro grande trabalho teatral da era Trump". Por sua interpretação de Ricardo III, Hans Kesting recebeu o Louis d'Or em 2016. A peça também foi selecionada para o National Dutch Theatre Festival no mesmo ano. O relatório do júri dizia: "Realizado com uma direção cristalina, cenografia de tirar o fôlego e com acompanhamento musical perfeito, o Toneelgroep Amsterdam demonstra a imortalidade de Shakespeare durante o 400º aniversário de sua morte". Ficha Técnica: Produção Toneelgroep Amsterdam Autor William Shakespeare Direção Ivo van Hove Elenco Hélène Devos + Jip van den Dool + Fred Goessens + Janni Goslinga + Aus Greidanus jr. + Marieke Heebink + Robert de Hoog + Hans Kesting + Ramsey Nasr + Chris Nietvelt + Harm Duco Schut + Bart Slegers + Eelco Smits + Leon Voorberg Adaptação e dramaturgia Peter Van Kraaij Adaptação Bart Van den Eynde Cenário e design de luz Jan Versweyveld Trilha sonora original Eric Sleichim Contratenor Steve Dugardin Músicos BL!NDMAN [brass]: Max Van den Brand + Charlotte van Passen + Daniel Quiles Cascant + Daniel Ruibal Ortigueira Figurinos An D’Huys Vídeo Tal Yarden Direção ténica Wolf-Götz Schwörer 7. LA PLAZA, de Tanya Beyeler e Pablo Gisbert (Espanha) LA PLAZA desenha uma paisagem impressionista que ocupa o espaço público como um paradigma reduzido do mundo contemporâneo, através de luzes, som e uma estética com um etéreo caráter espectral. Um espaço e um tempo onde os limites são borrados compondo uma realidade que seja completamente líquida, construída de vidas que são invisíveis quase por omissão voluntária, que coexistem, sem tocar uns aos outros e onde os outros só atingem a categoria de imagem; uma imagem superficial que quase não nos toca. Ficha Técnica: Concebido por El Conde de Torrefiel em colaboração com os intérpretes Direção Tanya Beyeler e Pablo Gisbert Texto Pablo Gisbert Elenco Gloria March Chulvi, Albert Pérez Hidalgo, Mónica Almirall Batet, Nicolas Carbajal, Sau-Chin Wong, David Mallols + intérpretes locais Cenografia El Conde de Torrefiel Figurino Blanca Añón & Intérpretes Desenho de luz Ana Rovira Design de som Adolfo Fernández García Diretor técnico e Diretor de Palco Isaac Torres Técnico em turnê Javi Castrillón e Roberto Baldinelli Difusão e gestão de turismo Caravan Productions, Bruxelas Imagens Luisa Gutierrez 8. SAISON SÈCHE, de Phia Ménard (França) Nova obra da coreógrafa Phia Ménard, Saison Sèche é uma obra manifesta e comprometida que questiona com violência o poder patriarcal e a atribuição de gêneros em nossas sociedades modernas. Numa caixa confinada, zona de confinamento branca e asséptica que, por vezes, esmaga e por vezes limpa um pequeno espaço, sete corpos de mulher lutam, tremem, tremem até encontrarem o poder coletivo que permitirá o nascimento de um ritual libertador. Emprestado à dança, às artes plásticas, ao teatro, ao cinema, constituindo assim um universo artístico proteforma, Phia Ménard leva o público a uma experiência telúrica que o colocará no centro das lutas contra as normas e reivindicações para identidades livres e não atribuídas. Ficha Técnica: Dramaturgia e encenação Phia Ménard e Jean-Luc Beaujault Cenografia Phia Ménard Criação e interpretração Marion Blondeau, Anna Gaïotti, Elise Legros, Phia Ménard, Marion Parpirolles, Marlène Rostaing, Jeanne Vallauri, Amandine Vandroth Composição sonora e regência Ivan Roussel Criação de luz Leigos Foulc Figurino Fabrice Ilia Leroy, alternando Yolene Guais Iluminação Olivier Tessier Decoração Philippe RAGOT Direção geral de criação Bento Desnos Montagem Benoît Desnos, Mateo Provost, Rodolphe Thibaud em alternância Ludovic Losquin Fotografias Jean-Luc Beaujault Codiretora, administradora e responsável pela difusão Claire Massonet Diretor Geral Olivier Gicquiaud Produtora Clarisse Mérot Imprensa Adrien Poulard Assistente para difusão Lara Cortesi 9. SUPER PREMIUM SOFT DOUBLE VANILLA RICH, de Toshiki Okada (Japão) Smile Factory é uma grande cadeia de lojas de conveniência. Um paraíso brilhante e limpo, onde novos produtos são lançados todas as segundas e terças-feiras. O sabor desta semana é o sorvete XXL Super Premium Soft Double Vanilla Rich. No período de um ano, 70% dos produtos da Smile Factory serão substituídos por outros. Os produtos ?mortos?, de escoamento lento, serão abandonados e outras mercadorias tomarão o seu lugar. Na loja, os empregados em part-time, o gerente de loja e os clientes insuportáveis dão mostras de cansaço, raiva e desespero crescentes. Super Premium Soft Double Vanilla Rich oferece um olhar sombrio e cheio de humor negro sobre o hiper consumismo no Japão, contrapondo a música de J. S. Bach à ideia de um futuro desolador. Toshiki Okada,trabalha há quase duas décadas com a sua companhia Chelfitsch (um trocadilho com a palavra inglesa selfish), o dramaturgo e encenador é um dos fenômenos mais entusiasmantes da cena artística japonesa e celebrizou-se internacionalmente como cronista da Geração Perdida do Japão, os jovens que se viram confrontados com os limites do chamado milagre econômico japonês do pós-guerra. Ficha Técnica: Texto e encenação Toshiki Okada Interpretação Makoto Yazawa, Tomomitsu Adachi, Azusa Kamimura, Hideaki Washio, Shuhei Fuchino, Shingo Ota e Mariko Kawasaki Cenografia Takuya Aoki Figurino Sae Onodera (Tokyo Isho) Direção de cena Koro Suzuki Direção de som Norimasa Ushikawa Direção de luz Naoko Ito Compositor Takaki Sudo Produção Executiva Akane Nakamura e Tamiko Ouki Gestão Nana Koetting Produção chelfitsch Produtor associado precog Coprodução Theater der Welt 2014, Maria Matos Teatro Municipal, LIFT-London International Festival of Theatre, CULTURESCAPES, Kaserne Basel, KAAT (Kanagawa Arts Theater) Agradecimento Steep Slope Studio Apoio Arts Council Tokyo 2. Mostra de Espetáculos Nacionais: MITbr – Plataforma Brasil: Programa de internacionalização das artes cênicas brasileiras A seleção dos espetáculos apresentados na 4ª. edição da MITbr – Plataforma Brasil será feita através de chamamento público em nível nacional, por meio do qual um grupo de curadores fará a seleção de 10 espetáculos que dialoguem com a programação da Mostra. As inscrições serão efetuadas através de chamamento público nacional no 1º semestre de 2022. 3. Eixos Reflexivo e Pedagógico: 3.1 Olhares Críticos: Voltado para a formação do olhar do espectador, sob uma perspectiva crítica e provocativa, as atividades dos Olhares Críticos, dentro do eixo reflexivo terá, nesta edição, a presença de 12 pensadores de diversas áreas do conhecimento. Assim como ocorreu nas sete edições anteriores da MITsp, os convidados comentarão os espetáculos, após as apresentações, gerando uma perspectiva de diálogo transversal com diversos campos do saber. Será mantida nessa edição a presença de professores e pesquisadores dos cursos de pós-graduação em artes cênicas, das universidades brasileiras. Através das palestras após os espetáculos, eles analisarão a trajetória dos grupos, dos diretores e dos espetáculos que integram a programação. Os textos produzidos para o catálogo da mostra (cartografias.mitsp_8) serão elaborados a partir de entrevistas dos diretores/artistas dos grupos convidados e convidaremos também artistas e intelectuais para escreverem alguns textos de atravessamento sobre os temas que serão debatidos na próxima edição da Mostra. Os encontros do público com os criadores das obras exibidas também seguem nessa edição, através de debates sobre os processos de criação. Os Olhares Críticos fomentam um debate complexo e diverso às questões presentes nos espetáculos da mostra, através do cruzamento de percepções sobre o acontecimento cênico. 3.1.1 - Reflexões Estético-Políticas O eixo reflexivo da MITsp convida espectadores, artistas e pesquisadores a pensarem sobre as artes cênicas e a contemporaneidade a partir da publicação de artigos, entrevistas e críticas e da realização de debates com pensadores de diferentes áreas e lugares de fala. 3.1.2 - Diálogos Transversais Críticas realizadas por artistas e pensadores sobre os espetáculos da mostra, logo após uma de suas apresentações. A ideia é trazer olhares de profissionais provenientes, em sua maioria, de fora do campo teatral, para ampliar as fronteiras de leitura dos espetáculos. Como vem acontecendo nas edições anteriores. (Serão convidadas 20 pessoas. Uma para cada espetáculo da mostra.) 3.1.3 - Percursos em Perspectivas Pesquisadores de diversas universidades brasileiras apresentam a trajetória criativa dos artistas convidados, explorando pistas de leitura dos trabalhos. 3.1.4 - Pensamento-Em-Processo Artistas da mostra falam sobre seus processos de criação, com especialistas no estudo de processos criativos, fazendo a mediação das apresentações. 3.1.5 - Prática da Crítica Ao longo da MITsp, o Coletivo de Críticos produzirá críticas dos trabalhos apresentados, distribuídas nos teatros no dia seguinte às estreias como fizemos nas edições anteriores da mostra. Em seus formatos eletrônicos, serão postadas nos blogs da MITsp e do Coletivo. 3.1.6 - Espaço de Ensaios Textos de atravessamentos produzidos por pesquisadores e artistas que analisam o trabalho dos espetáculos integrantes programação da mostra - cartografias.mitsp_8. Obs.: As ações de Diálogos Transversais serão realizadas depois de uma das apresentações do espetáculo e abertas ao público em geral, desde que haja lugares disponíveis no teatro. 3.2. Ações Pedagógicas A troca de experiências entre artistas nacionais e estrangeiros, o diálogo entre diferentes visões de mundo e as possibilidades de convívio, ainda que efêmeras, permitem que saberes diversos tragam à tona novos modos de ver, de dizer e de fazer. Em tempos de embrutecimento, iniciativas que possibilitem o estar junto e a elaboração conjunta e criativa de discursos e práticas podem ser extremamente potentes. 3.2.1 - Residências Artísticas Diretores/artistas internacionais serão convidados para realizar residências artísticas na cidade de São Paulo - colaborando criativamente com profissionais locais, numa dinâmica de coabitação. Essa prática privilegiará a troca de experiências interculturais, sem a obrigatoriedade de um resultado acabado ou final. Residência 1 - Um hino a liberdade de vir a ser! Com Silvia Calderoni, Enrico CasaGrande e Daniela Nicolò (Companhia Motus - IT) Minibio A companhia Motus foi fundada em 1991, em Rimini na Italia por Enrico Casagrande e Daniela Nicolò. Trazendo no elenco a atriz Silvia Calderoni, em 2019 a companhia participou da programação da sexta MITsp com o estrondoso espetáculo MDSLX (considerado pelo Estadão e Folha de São Paulo o melhor espetáculo internacional de 2019). O trabalho que está incluso no projeto 2011 – 2068 Animale Político da Motus, é livremente baseado no livro Middlesex do livro de Jeffrey Eugenides (2003) – um manifesto pela libertação da diferença frente a obsessão humana pela categorização e rotulação dos corpos. Tendo em vista as tensões relacionadas a forma como as pessoas reagem a possibilidade de superação do comportamento binário, a MITsp 2022 propõe realizar uma residência a partir da relação entre o autobiográfico e a narração de manifestos transfeministas e queer de autores como Judith Butler, Donna Haraway e Paul Preciado. Uma proposta que visa integrar atores, artistas visuais, músicos, performers em um processo de criação reivindicativo enquanto um hino alegre à liberdade de vir a ser (Enrico CasaGrande, Cartografias MITsp_06 2019)! Artista convidado: Silvia Calderoni, Enrico CasaGrande e Daniela Nicolò (Companhia Motus - IT) Participantes: 15 artistas, sendo atores, artistas visuais, músicos, performers (escolhidos por meio de processo de seleção realizado com os diretores em parceira com a curadoria da Atividade Pedagógica da MITsp). Duração: 2 semanas. Necessidades: sala de ensaios ampla, equipamento técnico (som, luz e projeção). Material de produção a ser definido pela Companhia. Residência 2: Paisagem e ritmo na construção do monólogo interior com Krystian Lupa O diretor polonês Krystian Lupa (1943) é considerado um dos grandes mestres das artes cênicas contemporâneas. Com diversos prêmios em todo mundo, Lupa integrou a programação da MITsp no ano de 2018 com o espetáculo Árvores Abatidas, em uma impressionante tradução cênica do romance de Thomas Bernhard. Considerando a importância de conceitos envoltos no trabalho do diretor, tais como paisagem e monólogo interior, Lupa constrói um processo no qual a música e o espaço são princípios para uma imaginação ativa e anterior à movimentação dos atores e a suas expressões. Entendendo esse princípio, para a residência na MITsp 2022 a proposta é de o diretor trabalhar um processo de criação com atores brasileiros profissionais resultando em uma apresentação cênica como parte integrante da oitava Mostra Internacional de Teatro de São Paulo. Artista convidado: Krystian Lupa Participantes: 15 atores profissionais (escolhidos por meio de processo de seleção realizado com o próprio diretor em parceira com a curadoria da Atividade Pedagógica da MITsp). Duração: 3 semanas. Carga/horária: 6 horas Necessidades: sala de ensaios ampla, equipamento técnico (som, luz e projeção). Material de produção a ser definido pelo diretor. Minibio Krystian Lupa Após estudar arte, cinema e teatro, Lupa começou na direção no final dos anos 1970. Fascinado por autores como Dostoiévski, Rilke, Tchékhov e pelo austríaco Thomas Bernhard, traduziu e assinou adaptações para o teatro de inúmeros textos, além de conceber os cenários das montagens. Entre 1980 e 2013, esteve ligado ao Stary Teatr na Cracóvia, onde encenou algumas de suas mais importantes produções. Recebeu, dentre outros, os prêmios Austrian Cross of Merit, French Order of Arts and Letters e o European Theatre Award. O Teatr Polski na Breslávia celebrou 70 anos em 2016, sendo a mais antiga companhia de teatro da cidade e a segunda maior da Polônia. 3.3 – Seminários (Três curadores, dois mediadores, 12 palestrantes) 3.3.1 Desafios para Internacionalização das Artes Cênicas: Tema 1: Internacionalização e Anticolonialismo Por que queremos internacionalizar? Para que a ação artística vá além da apresentação de um espetáculo. Queremos estabelecer pontes de diálogos entre a cena brasileira e a cena internacional sobre a perspectiva anticolonial e as questões que nos atravessam. Tema 2: Políticas Públicas para a Internacionalização das Artes Cênicas Se faz necessário e urgente estabelecermos um diálogo com as instâncias públicas de cultura no âmbito das três esferas - municipal, estadual e federal, para discutirmos programas e ações continuadas visando a internacionalização das artes cênicas brasileiras. Para nos debruçarmos sobre o tema convidaremos representantes dos seguintes setores: Secretarias de Culturas, Ministério da Cultura, Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Indústria e Comércio, ApexBrasil e etc. 3.3.2 O Estatuto da Artes no Brasil Contemporâneo: Liberdade, Alteridade, Mediação: Tema 1: Crítica Não É Censura: De quem é a Arte Que Pode Tudo? Em casos recentes, a reação de artistas às críticas feitas pelos movimentos sociais muitas vezes se traduziu em uma defesa irrefletida de território de uma autonomia absoluta da arte. Essa arte que pode tudo não estaria restrita a contextos de classe, raça e gênero? Confundir crítica e censura não seria mais um modo de silenciar as vozes que até então tinham lugar periférico ou nenhum nos debates sobre a arte em um circuito elitista? Como praticar uma crítica capaz de escuta e de conjugar liberdade com alteridade? Tema 2: Amor e Ódio Ao Corpo no Brasil A imediata associação do corpo nu com o sexo e a subsequente condenação dessa condição revelam uma dinâmica confusa entre a construção imagética de um suposto hedonismo tropical do povo brasileiro e uma realidade cotidiana de repressão e moralismo patriarcal. A lida com o corpo na arte, a nudez como escolha formal de determinadas obras e suas implicações afetivas e políticas são temas para um debate que ultrapassa os problemas da arte. 4. Ponto de encontro O ponto de encontro será no Centro Cultural São Paulo, o espaço foi cedido para que no período da Mostra fique disponível ao público uma central de distribuição de materiais, brindes, credenciamento de artistas, central de informações e convivência/trocas entre público e artistas. A CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA DA MOSTRA VAI DESDE ESPETÁCULOS/ATIVIDADES LIVRES ATÉ NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS.

Objetivos

Objetivo geral: Realizar a 8ª edição da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo - MITsp, entre o final de maio e início de junho de 2022, durante um período de 10 dias. Respeitando todos os protocolos indicados pelas autoridades sanitárias municipais, estaduais e federais. Objetivo específico: Desde a sua primeira edição, em 2014, a MITsp tem como missão conectar a vanguarda da produção mundial no campo das artes cênicas à cidade de São Paulo e ao que aqui é produzido e circula, apostando desde sempre na ideia e convicção de que São Paulo é um ponto de confluência e uma das mais importantes capitais da cultura do mundo. A vocação primeira do festival é a Mostra de Espetáculos internacionais. No entanto, sem deixar de ampliar e fortalecer as ações inauguradas nas edições anteriores da MITsp, como as residências artísticas, a MITbr - Plataforma Brasil: Programa de Internacionalização das Artes Cênicas Brasileiras. A MITbr é hoje um espaço ímpar para criar pontes entre a cena brasileira e outras geografias, espectadores. Nosso papel é conseguir traçar uma paisagem contundente que seja capaz de potencializar as muitas vozes e corpos de nosso tempo espalhados de Norte a Sul do país. Em março de 2021, lançamos a Plataforma Virtual MIT+. Uma plataforma digital onde serão disponibilizados os espetáculos nacionais na íntegra e todos os eventos dos eixos Reflexivo e Pedagógico da Mostra. As edições anteriores da Mostra revelaram a necessidade de ampliar e diversificar as atividades do evento, já que a demanda do público foi maior do que a oferta de espetáculos - gerando filas de espera, sessões extras e um excedente de espectadores que não puderam assistir a alguns dos espetáculos. Com esse cenário em vista, a 8ª edição da MITsp tem como foco a ampliação e diversificação de suas atividades, sem perder de vista as características que a originaram: a existência de um pensamento curatorial forte e uma linha de ação contundente, reconhecível em sua programação. A realização da Mostra num curto período de tempo é outro aspecto que permanecerá na 8ª MITsp - estratégia para atrair uma intensa adesão e mobilização do público, com o intuito de reavivar na cidade o espírito efervescente das mostras de artes cênicas. A 8ª MITsp também prevê apresentações nos teatros estaduais e municipais da cidade de São Paulo. Serão realizados: 1) 10 espetáculos internacionais; 2) 10 espetáculos nacionais - MITbr - Plataforma Brasil: Programa de Internacionalização das Artes Cênicas Brasileiras; 3) 30 ações artísticas dos eixos Reflexivo e Pedagógico; 4) 02 residências artísticas; 5) 02 Seminários; 6) 01 Ponto de Encontro para o público e artistas.

Justificativa

Desde sua primeira edição em março de 2014, a MITsp vem superando expectativas: apresentações lotadas, grande mobilização do público e expressivo retorno da mídia. Por isso, prevemos que a próxima edição da mostra apresente 10 espetáculos internacionais, 10 espetáculos nacionais - MITbr - Plataforma Brasil: Programa de Internacionalização das Artes Cênicas Brasileiras, 30 ações artísticas dos eixos Reflexivo e Pedagógico reafirmando o compromisso de valorizar propostas ousadas, experimentais e que levantem questões relevantes para a cena atual. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Estratégia de execução

A MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo já é um evento que está incluído na programação cultural do país. Esta 8ª edição da MITsp está ainda mais fortalecida devido a experiência acumulada com as outras edições e com aumento de público ano a ano. Devido à grandiosidade do projeto que traz grandes produções de artes cênicas de renomados grupos internacionais, além de uma gama de atividades paralelas e complementares aos espetáculos, ações artísticas, formativas e reflexivas que compõem a Mostra, faz-se necessária a formação de uma equipe de produção geral e técnica para acompanhamento e assessoramento de todas as atividades e grupos teatrais previstos no projeto, a qual consta da planilha orçamentária, justificando assim a quantidade de profissionais a serem contratados por espetáculo e por ação formativa e reflexiva. São produções arrojadas tecnicamente e tecnologicamente. Por isso, precisamos de profissionais bilíngues e altamente qualificados para a demanda da mostra. Para um evento desta magnitude, salienta-se observar a planilha orçamentária com este viés: de um projeto que irá receber 10 espetáculos internacionais, 10 nacionais, além de outros profissionais para as ações artísticas, formativas e reflexivas e seminários que compõem a Mostra. Observa-se ainda que: os custos de todos os serviços na cidade de São Paulo diferem de outros locais nacionais e que com espetáculos únicos e de grande repercussão faz-se necessária a contratação de equipe profissional e especializada que falem mais de uma língua, desde técnicos a produtores. Os ingressos disponibilizados para a venda estão com preços acessíveis e abaixo da média do mercado e do exigido em lei. 1. MITbr – Plataforma Brasil: Programa de Internacionalização das Artes Cênicas Brasileiras Por se tratar de uma plataforma cujo objetivo é internacionalização das artes cênicas brasileiras a MITbr – Plataforma Brasil prevê 10 espetáculos nacionais, de diferentes cidades do país, contemplando uma pequena e sintética amostragem do teatro brasileiro. Curadores e programadores, internacionais e nacionais, serão convidados para assistir a Mostra, na intenção de colaborar com o aumento da circulação de espetáculos no Brasil e no exterior. OBS.: Nos custos de passagens aéreas e hospedagens, na fase de Pré-Produção da Mostra, foi incluída a previsão de viagem internacional para os Diretores/Coordenadores da Mostra escolherem espetáculos para futuras edições do festival.

Especificação técnica

Exposição de Marcas Peças Gráficas a serem produzidas e distribuídas (de acordo com valores incentivados) * Jornais Tabloide (programação) Quantidade: 20.000 Distribuição: Local e nacional. * FLYER ELETRÔNICO Quantidade: 30.000 Distribuição: Local e nacional. * Convite Eletrônico Quantidade: 3.000 Distribuição: Convidados, patrocinadores e apoiadores * Banners Quantidade: 40 Distribuição: Teatros, espaços alternativos, cabaré/ponto de encontro e etc. * Cartografias MITsp 8 Quantidade: 1.000 Distribuição Gratuita: Participantes da MITsp, público em geral, patrocinadores e apoiadores, bibliotecas públicas listadas pelo MINC. Os custos para impressão da cartografia será utilizado da verba do item "Custos de Divulgação". * Mídia Impressa - Jornal de Circulação Nacional 2ª ou 3ª capa do Guia de Cultura: 2 anúncios Meia página de anúncio: 1 anúncio 1/4 de página de anúncio: 2 anúncios Exposição de marcas peças gráficas físicas e virtuais: Web Site - Redes Sociais (Facebook/Instagram).

Acessibilidade

Todos os espaços onde ocorrerão as apresentações atenderão o disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz "proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº10741, de 01/10/2003 e portadoras de deficiência física, conforme o disposto no art.46 do Decreto 3298 de 20/12/1999", ou seja, todos os eventos que integram a programação da 8ª MITsp 2022 acontecerão em locais adequados para receberem em suas dependências idosos e portadores de necessidades físicas especiais de forma segura e autônoma. Além disso, a própria programação do evento está aberta e preparada para receber grupos de teatro formados por portadores de necessidades especiais. O projeto assegurará o livre acesso das pessoas portadoras de necessidades físicas especiais e idosos, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício dos seus direitos culturais. Acessibilidade física será atendida através de: todos os eventos que integram a programação da 8ª MITsp 2021 acontecerão em locais adequados para receberem em suas dependências idosos e portadores de necessidades físicas especiais de forma segura e autônoma, através de rampas de acesso e elevadores. Acessibilidade a deficientes visuais através de: será oferecida audiodescrição em dois espetáculos da MITbr – Plataforma Brasil. Acessibilidade a deficientes auditivos de: será oferecido intérprete de libras nos espetáculos abrigados pelo Itaú Cultural e Auditório Ibirapuera. No ambiente virtual da Plataforma MIT+, que abrigará parte da programação, serão oferecidas ferramentas de tradução para libras, legendas e audiodescrição.

Democratização do acesso

Todas as atividades dos eixos reflexivo e pedagógico da 8ª edição da MITsp serão gratuitas. Além disso, a MITsp prevê apresentações nos teatros públicos da cidade de São Paulo e nos equipamentos das Secretarias Municipal de Cultura e Estadual de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, com o intuito de descentralizar e democratizar o acesso à cultura. Em março de 2021 a Mostra lançou seu braço online, a Plataforma Virtual MIT+. Nela o usuário poderá acessar grande parte do acervo das sete edições da MITsp, com conteúdo multimídia, melhorado para a exibição digital. Esse conteúdo inclui palestras, atividades reflexivas e pedagógicas distribuído de forma gratuita na plataforma. As atividades presenciais da Mostra serão registradas em HD, para depois serem incorporadas ao acervo após devidamente editadas e tratadas. Durante os dez dias de evento haverá transmissão ao vivo na Plataforma Virtual. A expectativa total de público para o evento é de 19 mil pessoas! A distribuição dos ingressos gratuitos ao público, nas atividades presenciais, será realizada 01 hora antes da abertura de cada um dos espetáculos ou atividades dos eixos reflexivo e pedagógico, quando for o caso. * Estimativa total de público para os espetáculos: 12.988 espectadores. Em teatros, espaços alternativos, totalizando 50 apresentações: (Base de cálculo: 10 espetáculos internacionais x 3 apresentações = 30 apresentações |10 espetáculos nacionais x 2 apresentações = 20 apresentações). * Mostra de espetáculos (GRATUITO) - Estimativa de público: 2.988 espectadores. Diversos teatros da cidade, como SESI, Itaú Cultural e teatros da prefeitura de São Paulo. * Mostra de espetáculos (PAGO) - Estimativa de público: 10.000 espectadores . Parte da programação ocorrerá em diversos teatros da cidade, como: SESC, Faap, Auditório Ibirapuera, Teatro Porto Seguro, Theatro Municipal de São Paulo, Teatro Cacilda Becker, Teatro Paulo Eiró, Biblioteca Mário de Andrade, Teatro João Caetano, Teatro Sérgio Cardoso, Teatro Alfredo Mesquita, Centro Cultural da Diversidade, Tendal da Lapa e Centro de Referência da Dança, entre outros. Além das atividades que ocorrerão no ambiente virtual da Plataforma MIT+. Valor do ingresso: R$40 inteira e R$20 meia entrada (preço popular, abaixo do vale cultura). * Todas as atividades dos eixos Reflexivo e Pedagógico (GRATUITO) - Estimativa de público: 3.000 participantes. * Ponto de Encontro/Festa de encerramento (GRATUITO) - Estimativa de público: 3.012 participantes. . Atendimento ao artigo 20, item I . Atendimento ao artigo 21, item III e V Para o atendimento do inciso V do artigo 21 serão realizadas: Residências artísticas, Intervenções Artísticas, Prática da Crítica e Seminários.

Ficha técnica

CURRÍCULOS DA EQUIPE O PROPONENTE TERÁ A FUNÇÃO DE COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA/FINANCEIRA ATRAVÉS DA RUBRICA DE CUSTOS DE ADMINISTRAÇÃO (CUSTOS PREVISTOS NO ORÇAMENTO). Idealizador e Diretor artístico: Antonio Araujo Antonio Araujo é Idealizador e Diretor Artístico da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo - MITsp, diretor artístico do Teatro da Vertigem e professor no Departamento de Artes Cênicas e no Programa de Pós-Graduação (PPGAC) da ECA-USP. Dirigiu os seguintes espetáculos: O Paraíso Perdido (1992); O Livro de Jó (1995); Apocalipse 1,11 (2000); BR-3 (2006); História de Amor: Últimos Capítulos (2007); a ópera Dido e Enéas (2008); Bom Retiro 958 metros (2012), a ópera Orfeo ed Euridice (2012), entre outros. Ganhador do prêmio Golden Medal (Medalha de Ouro) de Melhor Espetáculo para a peça BR-3, na Quadrienal de Praga 2011. No âmbito curatorial, foi cocurador do Próximo Ato – Encontro Internacional de Teatro Contemporâneo; do Rumos Teatro e do Encontro Mundial de Artes Cênicas (ECUM). Idealizador e Diretor Geral de Produção: Guilherme Marques Guilherme Marques é Idealizador e Diretor-geral da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo - MITsp, produtor, gestor cultural e ator. Diretor-geral e idealizador do Centro Internacional de Teatro Ecum – CIT Ecum, coordenador-geral do Encontro Mundial das Artes Cênicas (ECUM) e do Centro Internacional de Pesquisa sobre a Formação em Artes Cênicas. Realizou coordenação, produção e/ou consultoria artística de diversos festivais artísticos nacionais e internacionais, entre eles: Festival Internacional de Teatro Palco & Rua de Belo Horizonte (FIT-BH); Fórum Internacional de Dança de Belo Horizonte (FID); 1ª Bienal de Grafite de Belo Horizonte; Festival de Arte Negra de Belo Horizonte (FAN); Festival Internacional de Teatro do Mercosul (Argentina); Festival Internacional de Teatro de Caracas (Venezuela); Projeto Imagem dos Povos e Encontro de Artes Cênicas em Araxá. Curadoria: Alejandro Ahmed Alejandro Ahmed é coreógrafo, diretor artístico e bailarino do Grupo Cena 11, junto ao qual promoveu o desenvolvimento de uma técnica que objetiva produzir uma dança em função do corpo. Essa técnica foi nomeada de percepção física e é um dos pontos que estrutura o seu trabalho. Suas novas proposições teórico-práticas estabelecem a tríade correlacional Emergência-Coerência-Ritual como guia de suas ações. Curadoria: Francis Wilker Francis Wilker é artista da cena, pesquisador, curador e professor no curso de Teatro do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará. É um dos fundadores do grupo brasiliense Teatro do Concreto, onde encenou Diário do Maldito (2006), Entrepartidas (2010) e Festa de Inauguração (2019). Como curador, colaborou com os festivais Cena Contemporânea (DF); FIAC-BA (BA), Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga (CE), entre outros. Mestre e doutorando em Artes Cênicas pela ECA-USP. É autor do livro Encenação no Espaço Urbano (Editora Horizonte) e tem artigos publicados em sites e revistas dedicados ao pensamento sobre o teatro brasileiro contemporâneo. Curadoria: Grace Passô Grace Passô é atriz com trabalhos autorais realizados em parceria com artistas e grupos teatrais. Possui uma série de prêmios e indicações no teatro e cinema, dentre eles Leda Maria Martins, Shell SP e RJ, APCA, Medalha da Inconfidência e Candango. Recebeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Cinema de Turim, na Itália. No Brasil, seus textos teatrais estão publicados pelas editoras Cobogó e Javali e já foram traduzidos para o espanhol, polonês, francês, inglês e mandarim. Coordenação Geral de Produção: Rachel Brumana Rachel Brumana é produtora cultural. Formada em Artes Cênicas pela Unicamp. Foi assessora cultural do Instituto Italiano di Cultura SP e coordenadora de eventos do Istituto Europeo di Design de São Paulo. Com a Substância Produções Artísticas, fundada em 2008, realiza a concepção, curadoria e produção de projetos, mostras, espetáculos teatrais e musicais. Destacam-se os espetáculos Só, Babel, O Bosque, a exposição Grimm Agreste e a colaboração com companhias internacionais como Fanny & Alexander, Teatro Linea de Sombra e LAminimAL Teatre Sistèmic. Integra o núcleo de pesquisa em artes integradas Societá Anonima deii Lavoratori del Mare. Coordenação de Logística: Marisa Riccitelli Sant’ana Marisa Riccitelli Sant´ana é produtora cultural formada em Ciências Sociais e Economia pela PUC-SP. Sócia da empresa Santa Paciência Produções Artísticas e Culturais e membro fundadora do Coletivo Phila7. Participa da MITsp desde 2016, primeiramente como produtora e, desde 2017, como coordenadora de logística. Coordenação Financeira: Olhares Instituto Cultural Patricia Perez é formada em Administração de Empresas pelo Centro Universitário – FEI, diretora associada da Olhares Instituto Cultural e atua também como coordenadora administrativa e financeira da MITsp desde 2016, na qual realiza o acompanhamento e entrega das prestações de contas. Contribui também com a elaboração e o cadastro de projetos nas Leis de Incentivo à Cultura, federal e estaduais. Assessoria Jurídica: Vieira de Aquino e Degani Sociedade de Advogados José Augusto Vieira de Aquino é sócio e titular do escritório. É advogado militante desde 2004 e atua nas áreas do Terceiro Setor e da Produção Cultural há 20 anos. Embora atue em todas as áreas do direito, detém o título de especialista em direito empresarial, obtido na PUC-SP. É responsável pela assessoria jurídica da MITsp desde 2015. Coordenação das Ações Reflexivas e Pedagógicas: Andreia Duarte Andreia Duarte é atriz, curadora, diretora, professora e pesquisadora. Morou cinco anos no Parque Indígena do Xingu com os Kamayura e desde então trabalha como apoiadora à causa indígena completando 20 anos de realizações. É doutoranda pela USP/ECA onde estuda Teatro e os povos indígenas no campo anti-colonial. Coordenadora dos Eixos Reflexivo e Pedagógico e foi co-curadora do Seminário Perspectivas Anti-coloniais na 7ª MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo. Diretora e co-curadora ao lado de Ailton Krenak da mostra artística TePI – Teatro e os povos indígenas. E está em processo de criação do projeto cênico “O silêncio do mundo” em parceria com aliados e artistas indígenas brasileiros. Relações Nacionais e Internacionais: Natália Machiaveli Natalia Machiaveli é artista, musicista e produtora, formada em audiovisual na Academia de Arte Gerrit Rietveld, em Amsterdã. Em 2011, dirigiu o curta Troca o Trópico, exibido nos principais festivais de cinema da Holanda. Criou e produziu as animações Will, Planta, Metamorfoses e It Trims, este último premiado no festival Curtacom em 2012. Além de dirigir, Natália é responsável pela composição das trilhas sonoras dos filmes, marca principal de seu trabalho. Desde 2013, trabalha como produtora e relações internacionais na Mostra Internacional de Teatro de São Paulo – MITsp. Coordenação de Relações Públicas: Carminha Góngora Carminha Fávero Góngora é formada em Teatro pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Colaborou na edição de Ator e Método, de Eugênio Kusnet, publicado pelo SNT. De 1986 a 2010 foi Coordenadora de Programação Cultural do Goethe-Institut São Paulo, com intercâmbio nas áreas de teatro, cinema, música, dança, artes visuais e pensamento. Integrou a equipe da Interior Produções Artísticas/prod.art.br. Desde 2015 é coordenadora de Relações Públicas da MITsp.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.

2022-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo