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PRONAC 202880Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

RECICLORAMA: TEATRO, BRINCADEIRA E SUSTENTABILIDADE

CIA DE REVISTA DA BAHIA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro de formas animadas
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
BA
Município
Camaçari
Início
2021-01-11
Término
2021-07-11
Locais de realização (2)
Candeias BahiaSalvador Bahia

Resumo

Essa proposta prevê a realização de montagem e circulação de espetáculo teatral infantil sobre sustentabilidade e de atividades de arte-educação, como vivências e oficinas.

Sinopse

ESPETÁCULO Reciclorama As tripulantes da nave Reciclorama pousam no planeta Terra para trazer uma mensagem intergaláctica: se os humanos não se comprometerem com a sustentabilidade, a Terra não irá suportar! As tripulantes que foram escolhidas para a missão "Salvem o planeta azul" formam uma equipe heroica, pois cada uma tem um poder especial que contribui para o sucesso das suas jornadas: coragem, inteligência, intuição e ação. Com a união de poderes tão diversos, as visitantes extraplanetárias contam a história do seu planeta - que seguia o mesmo caminho da terra até beirar a autodestruição - para conscientizar os humanos da importância do Pensamento Cíclico: transformar e ressignificar é criar vida. ATIVIDADES RELACIONADAS Salve o planeta azul: campanha de arrecadação de brinquedos e roupas usadas Doe brinquedos e roupas usadas e contribua para o projeto Reciclorama: teatro, brincadeira e sustentabilidade. Com a sua doação confeccionaremos o cenário e figurino do espetáculo "Reciclorama", realizaremos oficinas de reforma de brinquedos e de confecção de brinquedos de pano, ensinando pais e professores a reciclarem e ressignificarem o que iria pro lixo em diversão e alegria. Escatum bararibê: Jogos musicais e brincadeiras tradicionais Amplie seu repertório de brincadeiras e aprenda jogos musicais para tornar os momentos com os seus filhos, filhas e/ou alunos e alunas mais divertidos. Na vivência Escatum bararibê, você presenteará as suas crianças com algo muito valioso: a sua presença criativa. Destinada a pais e responsáveis por crianças de 0 a 6 anos e professores das redes públicas de ensino.

Objetivos

Objetivo Geral Conscientizar pais e responsáveis de/por crianças de 0 a 6 anos sobre a importância da brincadeira como laço afetivo familiar, do consumo consciente e do reaproveitamento/reciclagem de brinquedos tradicionais e eletrônicos. Objetivos específicos - Arrecadar brinquedos tradicionais e eletrônicos usados e/ou danificados e roupas de malha ou algodão usadas em instituições privadas de ensino; - Construir as formas animadas e visualidades (cenário, figurino e visagismo) do espetáculo por meio de técnicas de reaproveitamento/reciclagem do material arrecadado nas instituições de ensino; - Montar espetáculo de até 25 minutos* com apelo imagético e sensorial para crianças de 0 a 6 anos e seus pais e responsáveis; - Realizar 40 (quarenta) apresentações do espetáculo no centro de Salvador para o público em geral (4 apresentações por dia); - Realizar 8 (oito) apresentações do espetáculo numa comunidade periférica de Salvador para os moradores da localidade (4 apresentações por dia); - Realizar 8 (oito) apresentações do espetáculo na cidade de Candeias-BA para os moradores da localidade (4 apresentações por dia); - Estimular a doação de brinquedos tradicionais e eletrônicos usados e/ou danificados e de roupas de malha ou algodão usadas como ingresso para o espetáculo e assim manter alimentar o ciclo arrecadação/reforma/distribuição; - Reformar e distribuir gratuitamente os brinquedos arrecadados em melhor estado nas creches públicas e comunidades periféricas alcançadas pelo projeto; - Proporcionar 56 (cinquenta e seis) vivências gratuitas de jogos e brincadeiras tradicionais em grupo entre as crianças e seus familiares e responsáveis antes e depois do espetáculo; - Ministrar 2 (duas) oficinas gratuitas de reforma de brinquedos pais e responsáveis, professores das redes públicas de ensino, estudantes universitários, artistas e artesãos (uma em cada cidade participante); - Ministrar 2 (duas) oficinas gratuitas de confecção de brinquedos de pano para crianças de 0 a 6 anos (com as roupas de malha ou algodão arrecadadas) para pais e responsáveis, professores das redes públicas de ensino, estudantes universitários, artistas e artesãos (uma em cada cidade participante); - Difundir a mensagem do projeto por meio das atividades e da mídia gerada para e sobre elas.*Tal duração será justificada a seguir

Justificativa

Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E os seguintes objetivos, listados no Art. 3º da mesma lei, serão atendidos: I - incentivo à formação artística e cultural; eII - fomento à produção cultural e artística mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore (item c); --A crise resultante da pandemia do COVID-19 nos faz pautar a urgência de se conscientizar a população sobre a necessidade de medidas mais sustentáveis para o bem da natureza e, consequentemente, da nossa vida em sociedade. Quando pensamos na adequação dessa necessidade para a faixa-etária dos 0 a 6 anos de idade, redirecionamos o nosso olhar para os pais e responsáveis dessas crianças, bem como de seus familiares e educadores. Assim encontramos os motes desta proposta: o incentivo às brincadeiras tradicionais no meio familiar alinhado ao consumo consciente de brinquedos tradicionais e eletrônicos, a reforma e distribuição de brinquedos usados e/ou danificados e a confecção de brinquedos de pano a partir de roupas usadas. A linguagem do teatro de formas animadas associada a atividades de arte-educação surge então como um meio coerente e viável para alcançarmos o nosso objetivo geral. Para crianças na primeira infância, a imagem e a relação sensorial com o espaço (através dos sentidos) tem mais importância para o desenvolvimento cognitivo que a palavra falada. O teatro de formas animadas permite a criação de um universo de grande apelo imagético, lúdico e sensorial, pois a arte de animar objetos, bonecos e materialidades ultrapassa as formas ordinárias e cotidianas e se aproximam do modo dramático e extraordinário em que as crianças operam enquanto brincam e imaginam. Nesse sentido, a reciclagem/reaproveitamento de brinquedos e tecidos usados como matéria prima para construção das formas animadas e visualidades (cenário, figurino e visagismo) do espetáculo estreitam ainda mais a relação com a realidade das crianças, pois elas vão imergir num universo desconhecido e mágico construído com elementos conhecidos e cotidianos. Neste sentido, a mensagem do projeto se desdobra em duas. A primeira é sutil e lúdica e poderá ser observada enquanto as crianças vivem a experiência do espetáculo: o estado de brincadeira; a segunda vai além, por ser mais objetiva: alerta aos pais, responsáveis e professores para o fato de que a alegria e a plenitude proporcionadas pelo estado de brincadeira não dependem da quantidade de brinquedos ou da sua variedade (como no caso dos brinquedos eletrônicos, tablets e smartphones, que disponibilizam uma infinidade de aplicativos, jogos, vídeos, músicas e outros conteúdos para as crianças), mas da qualidade dos estímulos e da presença real do outro. Os estímulos proporcionados por uma tela eletrônica podem limitar a imaginação porque suas mensagens chegam "prontas", diferentemente da leitura de um livro ou da escuta de uma contação de histórias, no entanto, a velocidade e a completude das mensagens veiculadas por meio das telas não é um problema em si. Os resultados negativos só aparecem quando a criança é exposta às telas por longos períodos, diminuindo as interações reais com outras crianças (sociabilidade) e podendo reduzir o interesse por outros estímulos mais ativos (como brinquedos tradicionais, jogos, esportes, atividades artísticas e brincadeiras). Há uma série de pesquisas acadêmicas que relacionam retardos cognitivos, de desenvolvimento linguístico e dificuldades de concentração e de interação social com a longa exposição às telas. A nossa proposta visa o estímulo à imaginação e ao prazer da brincadeira convocando os familiares e professores à entrarem no jogo, alertando-os sobre a importância de reservar um tempo para brincar e se divertir com o(s) seu(s) filho(s) e filha(s). Acreditamos que as medidas de distanciamento social obrigatórias implementadas pelos governos durante a pandemia do COVID-19 evidenciarão ainda mais a importância das soluções que almejamos oportunizar com esta proposta, assim como a temática da sustentabilidade, que voltará a tona quando mais setores da sociedade perceberem que é possível encarar o consumo de forma mais consciente e tornar as práticas de reciclagem e reaproveitamento mais usuais. Propomos novos ciclos para os brinquedos e para as roupas. Após o processo convencional de produção>distribuição>consumo>descarte, incluímos um processo de arrecadação>reforma/reaproveitamento/reciclagem>distribuição>consumo consciente. O espetáculo de teatro de formas animadas é ao mesmo tempo meio e produto de viabilização do processo. A duração do espetáculo terá no máximo 25 minutos por considerarmos os estudos que demostram que crianças na primeira infância costumam manter a atenção em um mesmo intento por aproximadamente 15 (quinze) minutos, no entanto, como a proposta do espetáculo é promover uma profusão ordenada de imagens, sons e acontecimentos, delimitamos um teto de 25 (vinte e cinco) minutos para as apresentações, o que possibilita, inclusive, que 4 (quatro) apresentações sejam feitas num mesmo dia. Em paralelo com o processo supracitado serão desenvolvidas atividades de contrapartida social diretamente relacionadas ao espetáculo: brincadeiras tradicionais em grupo guiadas por arte-educadores e monitores antes e depois de cada apresentação do espetáculo; serviço de reforma/reaproveitamento/reciclagem de brinquedos e confecção de brinquedos de pano por dois artistas criadores; e oficinas práticas voltadas para pais, responsáveis e professores de crianças de 0 a 6 anos. Para circulação do projeto escolhemos a comunidade de Paripe, no subúrbio ferroviário de Salvador e a cidade de Candeias-BA, que tem 87.076 habitantes (IBGE 2019) e nenhum equipamento cultural público em funcionamento. Embora situada na região metropolitana, Candeias fica a 50km da capital, dificultando o acesso dos moradores às produções teatrais. Por fim, esclarecemos que a Lei de Incentivo neste momento de crise econômica é o mecanismo mais viável de realização desta proposta (por conta do endividamento dos Estados, da redução dos repasses para os fundos de cultura e da diminuição da contratação direta de serviços artísticos por empresas de pequeno e médio porte) e ressaltamos o expertise da Cia de Revista da Bahia, companhia teatral com 10 anos de atuação, constituída por profissionais graduados e pós-graduados nas áreas de bacharelado em artes cênicas, licenciatura em teatro e pedagogia e com vasta experiência em projetos de arte-educação, produção de espetáculos e formas animadas, incluindo uma série de espetáculos educacionais apresentada em dezenas de creches da rede municipal de Salvador nos anos de 2015 a 2017.

Estratégia de execução

O livro Teatro com Materiais Ressignificados na Imagem Teatral de Rafael Rios e Eli Ridolfi (Ed Odysseus, 2011) é uma referência importante para a visualidade do espetáculo, bem como filmes de ficção científica que tem o espaço e as naves como cenário.

Especificação técnica

ESPETÁCULO Reciclorama O espetáculo terá duração de 25 minutos, por conta do tempo de atenção de crianças de 0 a 6 anos, e será realizado de forma imersiva. Será construída uma estrutura geodésica em formato de domo que servirá como suporte para o cenário do espetáculo. Será a própria nave Reciclorama, onde as suas tripulantes receberão o público para transmitir a mensagem intergaláctica e salvar o planeta Terra. A cenografia e figurinos serão construídas a partir dos brinquedos e tecidos coletados na campanha de arrecadação, além de outros materiais que serão adquiridos em cooperativas e/ou associações de reciclagem. Como o público-alvo está nas primeiras fases do desenvolvimento humano, o espetáculo terá uma linguagem plural e diversa, misturando elementos textuais, visuais e sonoros, criando assim uma atmosfera maravilhosa e mágica. Cada sessão terá um público máximo de 30 pessoas (adultos e crianças) e respeitará as normas de segurança e saúde pública que podem vir a ser estabelecidas em decorrência da pandemia do Corona Vírus. Em cada dia de apresentação serão realizadas no mínimo 4 (quatro) sessões. ATIVIDADES PARALELAS Salve o planeta azul: campanha de arrecadação de brinquedos e roupas usadas A campanha acontecerá em duas etapas. A primeira será realizada em associações e cooperativas de reciclagem parceiras de Salvador por meio de espaços específicos para doação ou de coleta residencial. A segunda etapa acontecerá de forma concomitante com as apresentações do espetáculo, de forma que o público seja incentivado a doar um brinquedo ou roupa no momento de retirada do ingresso. Para tal ação serão necessárias parcerias e materiais como caixas ou cestos coletores. Escatum bararibê: vivência com jogos musicais e brincadeiras tradicionais Trata-se de uma vivência que busca compartilhar um repertório de jogos teatrais e musicais e brincadeiras tradicionais para que os participantes possam utilizá-lo com seus filhos e filhas e/ou alunos e alunas. A vivência terá duração total de 80 minutos, sendo 40 minutos antes do espetáculo e 40 minutos logo após o espetáculo. Na primeira parte serão aplicadas as brincadeiras tradicionais como forma de integrar adultos e crianças e deixá-las em um estado lúdico benéfico para a apreciação do espetáculo. Na segunda parte serão aplicados os jogos musicais como uma forma de extensão e reverberação do espetáculo. Serão utilizados materiais como tapetes, fantoches, fitas, instrumentos musicais, dentre outros.

Acessibilidade

As apresentações do espetáculo acontecerão em espaços cedidos para uso por tempo determinado por iniciativas públicas e privadas interessadas em apoiar a proposta. Para a escolha dos espaços serão consideradas todas as necessidades para acessibilidade física, como a existência de rampas de acesso, guias táteis e banheiros, bem como a sua localização espacial, com o intuito de garantir a existência de pontos de ônibus na proximidade e de outros meios de transporte (metrô, mototáxi etc.). A instalação cenográfica construída para a realização do espetáculo comportará um número limitado de espectadores, mas atenderá a todas as normas de segurança e de acessibilidade para portadores de necessidades especiais. Como o espetáculo se trata de composição multissensorial para crianças de 0 a 6 anos, fazendo uso de imagens, sons e gestos, em que todos os elementos tenham o mesmo peso na comunicação, dessa forma, não serão necessárias técnicas de tradução em libras, audiodescrição ou braile, pois todos os elementos para se ver, ouvir ou tocar comunicarão a mesma mensagem por códigos diferentes. Para as oficinas e brincadeiras, garantiremos que pelo menos um dos arte-educadores ou monitores tenha proficiência em LIBRAS, de forma a viabilizar a participação de pessoas surdas. A inclusão de pessoas com dificuldade de locomoção será totalmente possível nas oficinas de Reforma de Brinquedos e de Confecção de Tecidos de Pano. A inclusão de pessoas cegas também será possível em todas as oficinas, no entanto, nas oficinas de reforma e confecção, precisarão estar acompanhadas para evitar acidentes.

Democratização do acesso

Medidas de ampliação do acesso conforme art. 21 da IN nº 02/2019: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculaçãopor redes públicas de televisão e outras mídias;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;--- Todas as atividades serão gratuitas. No caso das apresentações no centro de Salvador, estimularemos o público a doar brinquedos e roupas usadas no momento da retirada do ingresso com a produção, no entanto, aqueles que não puderem efetuar a doação não terão restrição de acesso. A inscrição nas oficinas será restrita apenas para o público-alvo das mesmas: pais e responsáveis por crianças de 0 a 6 anos, professores de educação infantil, universitários de cursos de áreas relativas à natureza e objetivos do projeto, arte-educadores e artistas em geral. As inscrições ficarão abertas enquanto houver vagas. Haverá listas de espera que serão utilizadas em caso de desistência ou não enquadramento no público-alvo. A possibilidade de ensaios abertos será avaliada pelas equipes de criação e produção em momento oportuno.

Ficha técnica

A dirigente da instituição proponente ficará responsável pela produção executiva do projeto. -- COORD. DE PRODUÇÃO E DIRETOR CÊNICO | JONES MOTA Doutor em Artes Cênicas pelo PPGAC-UFBA (2020). Concluiu o mestrado no mesmo programa em 2016. Graduado em Licenciatura em Teatro pela Escola de Teatro da UFBA (2013). Professor substituto de arte/teatro no IFBA Ilhéus. Diretor da Cia de Revista da Bahia. Integrante do Núcleo de estudos em Teatro Popular - NETPOP CNPQ. Trabalhou em mais de quarenta espetáculos nas funções de diretor, ator, dramaturgo, produtor ou iluminador. Circulou com espetáculos e/ou projetos de arte-educação no Brasil e América Latina. Indicado ao Prêmio Braskem de Teatro, em 2013, pelo espetáculo Meia Dúzia de Pepinos, categoria Melhor Texto. Vencedor do Troféu Curta Cena de Teatro 2014 na categoria melhor texto pelo dramatículo Hermínia Miryam, a Paixão de Eros. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Teatro-Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino de teatro, jogo, história do teatro de revista brasileiro, teatro contemporâneo e improvisação. PRODUTORA EXECUTIVA | NEIDE FIRMO É Pedagoga e Produtora Cultural. Formada em Pedagogia com Gestão Escolar pela Faculdade de Ciências e Letras de Candeias FAC. Iniciou sua carreira como educadora em 1999 no projeto do Banco do Brasil direcionado para Educação de Jovens e Adultos – EJA. Entre 2003 e 2004, participou de Palestras realizadas pela FAC com temas educacionais. Em 2005, participou do Curso de Gestores, Realizado pela Secretaria de Educação da Prefeitura Municipal de Simões Filho, para qual trabalhou na função de vice-diretora da Creche Escola Andrée Maquil por 03 anos, e, em seguida na escola Nossa Esperança. Desde 2010 trabalha como produtora executiva da Cia de Revista da Bahia. ATRIZ E DRAMATURGISTA | TAIANA LEMOS Taiana Souza Lemos é Mestra em Artes Cênicas pelo PPGAC/UFBA. Pesquisadora do Teatro e Estética do Oprimido e da Oprimida. Graduada em Licenciatura em Teatro pela UFBA. Professora de Teatro da Rede Municipal de Ensino de Salvador e da Escola Experimental. É atriz,feminista negra, integrante do Coletivo das Lilliths, plataforma artística LGBTQI+. Em 2006/2007 integrou o Grupo de Teatro do Liceu de Artes e Ofícios da Bahia, onde participou do Projeto Cuida Bem de Mim como atriz e monitora de oficinas teatrais, o espetáculo foi dirigido pelo Prof Drº Luiz Marfuz. Em 2008/2009 trabalhou junto à Cia. Axé do Theatro XVIII como atriz nos espetáculos "Milagre na Baía" e "A comida de Nzinga". Em 2011 integrou o elenco do Projeto Trilogia Memórias: Um grito contra o silêncio e o esquecimento, coordenado pela Profa Drª Antônia Pereira. Integrou o PIBID/UFBA. ATRIZ E FIGURINISTA | LIZ NOVAIS Atriz, DRT 3694, licenciada em Teatro pela Escola de Teatro da UFBA, cantora, figurinista e produtora cultural.Desde 2008 trabalhou como atriz em diversos espetáculos teatrais na cidade, entre eles “OvO e Vice Versa” (2012), premiado com Troféu Biribinha do Teatro de Cuca no FENATIFS 2012 e indicado ao Prêmio Braskem de Teatro 2012 . Pelo espetáculo recebeu a indicação de Melhor Atriz no FIT 2013 ­- Festival Ipitanga de Teatro. É membro fundadora do Coletivo Moiras, aleliê, pesquisa em figurino e maquiagem para a cena. Em 2011/2012 assinou diversas produções na área entre eles o espetáculo “Arbítrio” ganhador do prêmio Braskem da categoria revelação além da consultoria de imagem para as bandas baianas Sertanília e Confraria Giramundo. ATOR E DESIGNER GRÁFICO | DANIEL MORENO Bacharel em Artes Cênicas com habilitação em Interpretação Teatral pela Escola de Teatro da UFBA, cursando especialização em Libras pela Faculdade São Luís, professor da Alquimia Coletivo Escola. Ator, pesquisador, designer gráfico e arte-educador. Integrante da Cia de Revista da Bahia. Atuou em mais de vinte espetáculos que circularam por diversas cidades brasileiras e também fora do país. Indicado ao Prêmio Braskem de Teatro de 2012 na categoria Melhor Ator por sua atuação em OvO e Vice-Versa, espetáculo da Cia de Revista da Bahia. DIRETOR MUSICAL E COMPOSITOR DA TRILHA SONORA | ELINALDO NASCIMENTO Possui Licenciatura Plena em Teatro pela UFBA (2014). Artista profissional desde o ano de 2007, tendo atuado em diversos trabalhos, como Músico de Cena, Preparador Musical de Espetáculos, Ator e Diretor Musical, sempre focando na relação interdisciplinar entre Música e Teatro. Indicado nominalmente ao Prêmio Braskem de Teatro, em 2017, na Categoria Especial pela Direção Musical do espetáculo Woyzeck: Um Zé Ninguém. Desenvolve linha de pesquisa e trabalho com ênfase na relação Música e Teatro e seus desdobramentos, atuando principalmente nos seguintes temas: direção musical, musicoteatralidades e suas expressões contextuais, preparação musical do ator, música e musicalidade da cena, consciência corporal, práticas educativas no ensino das artes cênicas e da música. PREPARADORA TÉCNICA, CRIADORA DAS FORMAS ANIMADAS E ARTE-EDUCADORA | XAN MARÇAL Artista que transita em diversas linguagens: Teatro, Performace, Dança, Literatura, Ilustração, Artesanato. Formou-se em Licenciatura em Teatro pela UFBA em 2012. Frequentou o Curso Tecnico de formação de Atores da ETDUFPA. Iniciou seus estudos em teatro em 2002 no Rio de Janeiro, tendo trabalhado em diversas produções entre elas do projeto de Teatro e Dança "Eu Sou Um Arco-Iris Cósmico" sob direção de Zenaide Zen. Em Belém do Pará participou de diversas Cias e grupos de teatro entre eles: Grupo Cuíra, Grupo Experiência, Extrupiator, Cia das Artes. Atuou em comerciais de tv e em curtas-metragens. Em Salvador participou de montagens com os grupos Teatro da Queda, Os Imaginários (pesquisa poética-acadêmica), Caixa Aberta e Cia Exturpor de Teatro. Tendo trabalhado com Thiago Romero, Sonia Rangel e Antonia Pereira. Desenvolve oficinas de teatro para crianças e adolescentes na cidade do Salvador. E vem atuando desde 2009 na educação formal e não-formal. No Teatro têm enfase em teatro de formas-animadas, Teatro Lambe-lambe, corpodramaturgia, dramaturgia. CENÓGRAFO | MAURÍCIO PEDROSA Possui pós-gradução em Artes Cênicas pelo PPGAC-UFBA (2009), graduação em Bacharel em Artes Cênicas pela UFBA (2002), graduação em Licenciatura Em Teatro pela Universidade Federal da Bahia (2000) e graduação em Licenciatura Plena em Pedagogia pela Universidade Católica do Salvador (1996). Atualmente é Professor efetivo da Escola de Teatro da UFBA. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Direção Teatral, Interpretação e Cenografia, atuando principalmente nos seguintes temas: encenação, teatro, cenotécnica, cenografia e adereços. VISAGISTA | LUIZ SANTANA (RAINHA LOULOU) Há 17 anos, Rainha Loulou é uma presença que impulsiona e abrilhanta a cena LGBT de Salvador. Em palcos diversos, na apresentação de grandes eventos, na articulação de movimentos, na concepção de projetos, espetáculos e produções audiovisuais, a drag queen é figura ilustre. Rainha Loulou é vivida pelo figurinista, aderecista e maquiador Luiz Carlos Barboza Santana, que tem larga experiência com visagismo para produções de artes cêcnicas, moda e audio-visual. ILUMINADOR E PRODUTOR LOCAL | MARCUS LOBO Formado em Artes Cênicas no Curso de Direção Teatral pela UFBA. Integra a ATeliê voadOR Companhia de Teatro e o COATO – Coletivo. Indicado ao Prêmio Braskem de Teatro 2017, como Diretor Revelação de 2016 pela Direção do espetáculo MAÇÃ (Coato-Coletivo). Concursado empossado do cargo em Agosto de 2017 como Diretor e Produtor Cultural na Secretaria de Educação do Município de Madre de Deus – Na função coordena os projetos culturais dos professores do eixo artístico da Escola. Tem experiência com criação de projetos de luz e iluminação de espetáculo de artes cênicas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.