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A peça teatral Sonhares, em sua segunda temporada, apresenta em cena quatro atrizes em quatro tendas,cada uma com capacidade para nove pessoas, as quais transitam pelas tendas de forma itinerante, como em um circuito, e interagem com narrativas independentes e interligadas entre si por figuras que se conectam por fios imaginários. Há uma presença comum: a Memória, figura mitológica que tem como companheiras a Morte e a Imaginação, em interação com os elementos ar, água, terra e fogo. A obra cria espaços imersivos que contribuem para criar momentos de ruptura com os estados cotidianos e permitem ao espectador experienciar distintas paisagens sonoras, visuais, olfativas com abertura para criações de metáforas poéticas em interação com o instante e com o fluxo das coisas que nos circundam. Como contrapartida, serão realizadas algumas apresentações e oficinas gratuitas para a comunidade, alunos e professores da rede pública de ensino e deficientes.
Espetáculo teatral com quatro tendas e uma presença comum: a memória, que tem como companheiras a imaginação, a morte, a ancestralidade, envoltas num tempo circular que abarca passado, presente e futuro. Com direção de Rita de Almeida Castro e codireção de William Ferreira, o espetáculo acontece em tendas, nas quais as pessoas irão transitar e interagir com narrativas independentes e interdependentes entre si.
Objetivo Geral:-Este projeto visa realizar a segunda temporada do espetáculo SONHARES, do projeto de pesquisa Poéticas do Corpo (Artes Cênicas/UnB), vinculado à linha de pesquisa Dramaturgias dos Sentidos. O projeto teve sua primeira temporada em 2019, no Jardim Botânico de Brasília.-Propiciar experiências sensoriais para o espectador, para ativar memórias, ampliar campos imaginativos e gerar um fluxo entre abordagens individuais e coletivas. -Fomentar a pesquisa e a colaboração coletiva.- Apoiar a consolidação da linha de pesquisa Dramaturgias dos Sentidos, vinculada ao grupo de pesquisa Poéticas do Corpo, do Departamento de Artes Cênicas da UnB Objetivos específicos- Realizar 12 apresentações em espaço alternativo a ser definido, na cidade de Brasília/DF-Dessas 12 apresentações, promover como contrapartida Social a realização de (1) uma apresentação gratuita destinadas a alunos e professores de ensino médio (EJA) e realizar (1) uma apresentação gratuita para alunos e professores de instituições/ escolas para surdos e com a presença de (4) intérpretes de libras;-Promover como contrapartida Social, uma oficina exclusiva de Percepção dos Sentidos para professores e alunos com deficiência visual ou Instituições que atendam a esse público. E uma oficina de teatro- Jogos Teatrais Senhoriais para professores e alunos da rede pública de ensino. Totalizando então duas oficinas com capacidade para 25 pessoas cada. As oficinas terão 3 horas de duração cada.- Favorecer o aperfeiçoamento profissional em teatro nos âmbitos de criação, produção e direção;- Fomentar a pesquisa teatral em uma perspectiva colaborativa.
Motivo:O projeto tem a possibilidade de receber aporte no ano de 2020, visto que a temporada em 2019 teve grande repercussão, pois participou do renomado Festival Internacional Cena contemporânea, na cidade de Brasília. Além disso, para alcançar os objetivos propostos necessita-se do enquadramento do projeto no Art.18 no intuito de remunerar os profissionais e remontar o espetáculo. O projeto tem a montagem complexa por ser em local alternativo, muitas vezes sem estrutura de luz, som, projeção e etc. Dessa forma, recebemos a proposta pelo patrocinador de enquadrar o projeto, na expectativa de receber o patrocínio neste ano de 2020. Seguindo as instruções da Lei 8313/91, o projeto abarca os seguintes incisos do Art. 1:I - contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.No que tange ao Art. 3, o projeto abarca os seguintes itens:I- Incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. (Oficinas para escolas da rede pública de ensino e ou Instituições com pessoas de risco) A apresentação do espetáculo teatral Sonhares almeja propiciar experiências sensoriais para o espectador, ativar memórias, ampliar campos imaginativos e gerar um fluxo entre abordagens individuais e coletivas, num cenário que conta com quatro tendas, cada uma com capacidade para até (9) nove pessoas, as quais irão transitar em cada tenda por 15min, de forma itinerante, como um circuito, e interagir com narrativas independentes e interdependentes entre si. O espetáculo conta também com duas rodas musicais e interativas, uma no início e a outra no final da apresentação. A musicalidade contribuirá para a criação de atmosferas que remetam ao diálogo com ancestralidades, e a preparação vocal orientada na abordagem da yoga da voz poderá propiciar conexão com cantos indígenas e africanos. Também haverá interação com a arte computacional, exercitando o campo imaginativo. A obra criará espaços imersivos que contribuam para criar momentos de ruptura com os estados cotidianos e ampliem a possibilidade de gerar estados de afecção e desdobramentos inusitados para o espectador. Sonhares tem co-direção de William Ferreira e direção de Rita de Almeida Castro, coordenadora juntamente com Alice Stefânia do grupo Teatro do Instante, um coletivo de investigação cênica de Brasília que completou 11 anos em fevereiro de 2020. O Coletivo é ligado ao grupo de pesquisa institucional Poéticas do Corpo do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília, que aglutina pesquisadores em artes cênicas, os quais promovem trocas com diferentes artistas, destacando-se a importante parceria, entre 2014 e 2020, com o Teatro O Bando, de Portugal, uma forte referência para interlocução sobre metodologias de procedimento. Com as apresentações e as oficinas, o grupo pretende propiciar campos de experiência para o espectador que possibilitem estímulos para estados de prontidão e escuta em interação com o ambiente e em conexão com o tempo, em uma busca de novos enquadramentos e possibilidades de troca. Do mesmo modo, pode-se receber estímulos a percepções mais sutis do entorno onde se está inserido, e colocar- se disponível a experienciar distintas paisagens sonoras, visuais, olfativas, com abertura para criações de metáforas poéticas em interação com a atmosfera circundante. Esta atitude de disponibilidade amplia a escuta do ambiente, com atenção ao instante e ao fluxo das coisas que nos circundam, possibilitando inovação de práticas, diversidade de posicionamentos, memória recriada.
Currículos (continuação): Músicos:Felipe Castro Praude é músico e compositor. Fez a paisagem sonora para a exposição Por sobre o tempo cristal corpo flutua, no Museu Nacional. Ao lado de Glauco Maciel fez trilha sonora do espetáculo teatral Sonhares, do grupo Teatro do Instante. Foi selecionado para ter uma obra audiovisual exposta no Brasília Mapping Festival. Compôs a sonoridade de um vídeo de realidade virtual do grupo Políticas da Natureza para o Festival de Curtas no Cine Brasília.Glauco Maciel-Produtor Audiovisual Graduado pela UNIP, Pós Graduado em Cinema e Linguagem Audiovisual pela Estácio de Sá, Músico Profissional e Técnico em áudio com larga experiência em Sonoplastia com DRT profissional, atua na Produção de Foleys, Captação de som direto e ambientes para Teatro, Vídeo Documentários, Cinema e Rádio. Em Teatro já trabalhou Hugo Rodas, Fernando Villar, Rita Castro, Marcus Motta, João Antônio, Rafael Tursi (Projeto Pés), Nitza Tenemblat, Graça Veloso, Leo sykes, Gê Marthú e os Irmãos Guimarães. Nas Artes Plásticas com Gê Orthof, Bia Medeiros, Carlos Praude, Sandro Alves, Fátima Burgos e Suzete Venturelli. Na Música trabalhou com o compositor Eletroacústico Conrado Silva, Maestro Jorge Antunes, Cachorros das Cachorras e Orquestra de Senhoritas entre outros. Foi o responsável pelo Registro e Masterização de Hinos Oficiais da ABIN e da Cidade de Mombaça do Ceará. No Cinema e Vídeo fez curso de Som direto para cinema e vídeo com Toninho Murici da Renato Aragão Filmes, trabalhou com Juliano Serra, Marcelo Emanuel e Eliomar Araújo (premiados no Festival Guarnicê), Roger Madruga, Tony Martin(INOMI), Marcelo Fonteles (Agenda Cultural Brasilia), Peterson Paim,Sérgio Neves e Rádio Universitária da UFJF. Produziu por 02 anos o programa diário Espaço Manancial na Rádio Sara Brasil FM com maior audiência no seguimento. Atualmente está como Professor de Graduação na FADM (Dulcina de Moraes) e contribui como instrutor na ESCOLA DE CINEMA SOCIAL CINE BRAZZA com Marcelo Emanuel desde 2013. Cenógrafo: Roustang Carrilho-Formado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília, trabalha atualmente no mercado artístico profissional da cidade com técnicas de Cenografia, Figurino, Cabelo e Maquiagem, além do trabalho de Ator. Recebeu em 2012 o prêmio SESC de melhor cenografia e melhor espetáculo por “A História da Tigresa”. E em 2014 pelo cenário do espetáculo “Noctilizes”.Arte Computacional: Carlos Praude- Pesquisador, artista, professor e desenvolvedor de software. Realizou pós-doutorado na Universidade de Brasília (UnB) no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (2019). Possui doutorado (2015) e mestrado (2010) em Arte e Tecnologia pelo Programa de Pós-Graduação em Arte da UnB. Membro dos seguintes grupos de pesquisa cadastrados no CNPq: Poéticas do Corpo, do Departamento de Artes Cênicas, e Arte Computacional, do Departamento de Artes Visuais, ambos da UnB. Possui especialização em Qualidade no Desenvolvimento de Software pela Faculdade SENAC de Ciências Exatas e Tecnologia de São Paulo-SP (2004) e graduação em Tecnologia em Processamento de Dados pela Universidade Católica de Brasília (1985). Vencedor do prêmio Itaú Cultural Rumos Cibernética de 2006, do 7º Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia de 2007 e do Prêmio de melhor vídeo no Festival do Minuto de 2006. Atua na área de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica. Como artista computacional, pesquisa e cria projetos em Realidades Virtual e Aumentada e instalações interativas para as artes cênicas e exposições de arte e tecnologia.Iluminador: Moisés Vasconcelos- Iniciou seus trabalhos como iluminador em Brasília DF, no ano de 2001, com o projeto “Colóquio dentro de um ser” dir. James Festenseifer no teatro do CCBB de Brasília. Como designer realizou diversos trabalhos em Teatro, Exposições, Dança, Shows e operas em diversos lugares do País. Participou do Raley da Tocha Olímpica e Paralímpica nas Olimpíadas Rio 2016 e Rock in Rio 2017. Em 2009 recebeu o Prêmio de Melhor Iluminador no Festival de Ponta Grossa - PR com o espetáculo “Flor de Beco” dir. Marcelo Alves e Débora Aquino. E em 2012 o Prêmio de Melhor Iluminador no Festival Candango de Teatro realizado pelo SESC – DF com o espetáculo “A história da Tigresa” Dir Humberto Pedrancini. Em exposições realizou trabalhos de programação de iluminação e vídeo para os artistas Laurie Anderson, Antoni Gormley e Chriatian Boltanski. Foi coordenador de iluminação do Festival Internacional Amazonas de Ópera, Festival Hilaridade Fatal, coordenador técnico do Festival internacional “Cena Contemporânea” e da “Mostra interpretes criadores” da cia. Alaya de Dança. Em ópera se destaca o trabalho “Ierma” com direção do espanhol Alex Aguilhera e regência do Maestro Marcelo de Jesus (encenada pela primeira vez no Brasil). Atualmente no ano de 2018 está em circulação com o espetáculo de Dança “Fio a Fio” de Gisele Rodrigues e Edi Olivera, os shows “O Grande Encontro 20 anos” Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo, Afrofuturismo - Ellen Oléria e Primórdios - Plebe rude. E o espetáculo de teatro “Autópsia” - Dir: Jonathan Andrade.Preparação Vocal: Ana Borges- Formada em Artes Cênicas, cantora, atriz, com especialização em Arteterapia e pós graduação em psicologia Junguiana, atuando também em Responsabilidade Social. É praticante avançada, coordenadora e professora assistente dos cursos e grupos de Yoga da Voz (Sistema Vox Mundi) em Brasília, desde 2004.Designer Gráfico - Cristus Nóbrega-Artista e Professor Adjunto do Departamento de Artes Visuais (VIS), do Instituto de Artes (IdA) da Universidade de Brasília (UnB). Doutor e Mestre em Arte Contemporânea pela UnB. Leciona e orienta nos curso de Pós-Graduação em Artes da mesma instituição. Vem participando regularmente de exposições nacionais e internacionais. Tem obras em acervos e coleções privadas e institucionais, a exemplo da Fondation Cartier - Paris e no Museu de Arte do Rio (MAR) - Rio de Janeiro, Embaixada do Brasil na China - Itamaraty, Central Academy of Fine Arts Museum (CAFA) - Pequim, Embaixada da Alemanha no Brasil, Museu Nacional, entre outras. Autor de livros e artigos científicos na área de artes e arte/educação. Premiado pelo Programa Cultural da Petrobras (2004 e 2011) e pelo Museu da Casa Brasileira (2004). Em 2015, representou o Brasil na China pelo Programa de Residência Artística do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, na universidade chinesa Central Academy of Fine Arts (CAFA).-- Assessoria de Imprensa: Objeto Sim- Objeto Sim Projetos Culturais--Empresa de assessoria de imprensa e produção cultural, a Objeto Sim nasceu em 2001, formada pelas experientes jornalistas Gioconda Caputo e Carmem Moretzsohn. Desde então, tem sido a principal empresa de assessoria de imprensa voltada para a cultura com atuação no Distrito Federal, divulgando alguns dos principais projetos culturais do DF, como Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília, BIFF – Brazilian International Film Festival, Bienal Brasil do Livro e da Leitura, dentre muitos outros. Também atua como produtora, tendo realizado, para o CCBB, mostras como Vladimir 70, Nação Farkas, Seijun Suzuki, A Idade da Inocência, O Baú de Jim Jarmusch, Arne sucksdorff – o sueco do Cinema Novo, Cine-Concertos e Vladimir Carvalho doc 8.0.E para a CAIXA, projetos como Cinema Falado e a mostra A Permanência do Tempo – filmes de Johan van der Keuken. Em 2010, concebeu e desde então realiza anualmente o Slow Filme – Festival Internacional de Cinema e Alimentação.
Contrapartida Social: Plano Pedagógico Oficinas1-Percepção, sentidos e experiência-Rita de Almeida Castro e Felipe Praude-Propõe-se nas oficinas trabalhar com princípios básicos, tendo como foco a respiração, escuta e auto-observação. Práticas que despertem um tipo de conexão com o tempo dos ciclos vitais, em uma vivência.A respiração, que é o ponto fulcral, a via de acesso à integração do ser como um todo, pois é ela que o oxigena, que o nutre, receberá uma atenção especial. Com essa proposta, almejamos criar um ambiente propício à liberação e circulação do ar dentro e fora do corpo para os idosos. Objetivo Geral-Propiciar aos participantes uma vivência cênica, em que as texturas, sabores, cores, imagens, sons, odores e intuições atuarão como estimuladores da criação, resultando na recuperação individuai e coletiva.Trabalhar a respiração e auto-observação;Propiciar, a cada participante, experiências com os sentidos: olfato, tato, visão, paladar e audição;Estimular a expressão artística;Trabalhar a improvisação cênica;Promover a comunicação e a conexão entre os participantes.Carga horária: 3 horas Público-Alvo: Deficientes visuais, professores e alunos da rede pública de ensino.2-Oficina de jogos teatrais sensoriais-Estruturada a partir do método de ensino do teatro chamado de Jogos Teatrais, criado por Viola Spolin, a referida oficina pretende provocar e despertar habilidades sensoriais de forma integrada. Amplamente conhecidos no Brasil, “os Jogos Teatrais se originaram em comunidades de bairro de imigrantes nas grandes cidades norte americanas, estando ligados a camadas de população desprovidas de teatro, e seguem a tradição de jogos tradicionais populares”. Ingrid Koudela, Escola de Comunicações e Arte – ECA/USP.Os jogos tradicionais populares, tanto norte americanos quanto brasileiros, têm como característica fundamental, a ativação do corpo dos participantes como um todo. Sem distinção entre habilidades mentais e físicas, os Jogos Teatrais também são em sua maioria um exercício de reconexão entre todos os sentidos corporais (visão, audição, tato, olfato e paladar). No entanto, para esta oficina, foram selecionados do sistema de Viola Spolin, os jogos teatrais que trabalham com maior ênfase sobre as percepções sensoriais auditivas, táteis, olfativas e gustativas.Tal escolha se justifica pela necessidade de conhecermos mais sobre e através destes sentidos que têm sido menosprezados em relação à visão. Vivemos em uma cultura em que a imagem é a principal linguagem e esquecemos que até para ver melhor precisamos ver com o corpo todo: ” O artista[ ator ], capta e expressa um mundo que é físico. Transcende o objeto – mais do que informação e observação acuradas, mais do que o objeto físico em si. Mais do que os olham podem ver”. Viola Spolin, Improvisação para o Teatro, pag.14. Conteúdo Programático:Duração: 3 horas Quantidade máxima de alunos: 25-Apresentação da coordenadora e dos participantes, assim como da proposta da oficina; Aquecimento;-Jogos introdutórios;-Jogos com foco adicional nas convenções e estruturas teatrais (dramáticas): Onde (cenário e/ou ambiente), Quem (personagem e/ou relacionamento) e O Quê (atividade),-Pausa de 15 min. -Continuação dos jogos com foco adicional nas convenções e estruturas teatrais;-Jogos com energia intensificada;-Finalização através de jogos para reafirmar o grupo, para reuni-lo novamente como um todo.-Conversa de reflexão sobre a experiência da oficina.Outras informações: Classificação etária 14 anos
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: -Adaptação do espaço e/ou trajeto cênico para pessoas com deficiência de locomoção; (Caso necessário) -Disponibilização de uma cadeira de rodas para pessoas que tenham dificuldade de Locomoção; -Disponibilização de equipe para dar suporte a cadeirantes, idosos, pessoas com dificuldade de locomoção em todas as apresentações; -Disponibilização de ônibus para embarque dos espectadores ate o local de apresentação e retorno ao ponto de encontro; -Uma dessas doze apresentações será gratuita e destinada a alunos e professores da rede pública de ensino; -Uma dessas doze apresentações será destinada a alunos e professores da rede pública de ensino e instituições que tenham como foco pessoas com deficiência auditiva, Acessibilidade para deficientes visuais: Justificativa Impossibilidade de atender deficientes visuais no produto principal- espetáculo teatral:O espetáculo Sonhares dispõe de 4 tendas de 13 metros de diâmetro cada, com capacidade para 9 pessoas por tenda, totalizando 36 espectadores por dia. Os ambientes são extremamente intimistas, impossibilitando o atendimento especializado para deficientes visuais (tradutores através do método sussurro) e equipamento técnico (cabines de audiodescrição, fones de ouvido, monitores). Foi realizada uma pesquisa extensa com empresa de São Paulo e profissionais de Brasília, no intuito de encontrar soluções viáveis para atender a esse público. Deparei-me portanto, com duas questões que impossibilitam o atendimento aos deficientes visuais: A primeira refere-se à impossibilidade de colocar um profissional de audiodescrição na tenda para sussurrar eventuais mudanças de cenário e ações de cada atriz, visto que gerará ruído da fala do personagem com a da audiodescrição do profissional. Por mais que o tradutor sussurre, as falas das cenas se encavalarão com as dele. E em segundo no que tange ao orçamento de equipamentos de audiodescrição (Cabines, monitores, fones de ouvido e outros). O aluguel desses equipamentos juntamente com o cachê de cada tradutor se torna inviável a inclusão no orçamento. Diante disso, proponho como opção a realização de uma oficina exclusiva para professores e alunos com deficiência visual com capacidade para 25 pessoas, com a presença de profissional (guia de cegos) para auxiliar nos trabalhos. A oficina será realizada na própria instituição e se buscará instituições públicas. Informo que o vídeo na íntegra do espetáculo encontra-se nos documentos anexados para a verificação do avaliador e melhor compreensão das limitações. Acessibilidade para deficientes auditivos: -Disponibilização de uma apresentação com intérpretes de libras -Indicação no material de divulgação para as sessões com intérpretes de libras (data e hora) CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: -Os oficineros se deslocarão para os locais de realização das oficinas (escolas públicas e instituições que atendem pessoas com deficiência) -Disponibilização de um produtor para auxiliar pessoas com deficiência de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: -Disponibilização de guia para cegos em uma oficina da contrapartida social Acessibilidade para deficientes auditivos: -Disponibilização de um intérprete de libras para auxiliar as oficinas Ressalto que o projeto tem a intenção de atender a todas as medidas de acessibilidade; no entanto, o alcance efetivo de todos os itens abarcados na Lei 13.146/15 dependerá do local ideal para a realização cênica e fixação das tendas por toda a temporada, bem como a viabilidade orçamentária.
O projeto tem como um de seus objetivos realizar 12 apresentações, onde:1 apresentações será gratuitaa e focada para alunos e professores da rede pública de ensino,1 apresentações será gratuita e focada para alunos e professores da rede pública de ensino e instituições/ que atendam pessoas com deficiência auditiva.1 oficina gratuitas e exclusiva para professores e alunos com deficientes visuais de Instituição Pública. Será disponibilizado guia para assessorar os participantes.1 oficina gratuita e exclusiva para professores e alunos da rede pública de ensino Medidas de ampliação de acesso:Será disponibilizado página nas redes sociais instagram e facebook com imagens do projeto na nova temporada, bem como registro caseiro das oficinas. Dessa forma, serão atendidos gratuitamente para o produto principal cerca de 80 pessoas em caso de lotação e nas contrapartidas sociais em torno de 50 pessoas, em caso de lotação. Atingindo assim a quantidade de 130 pessoas como medida de democratização de acesso destinada a professores e alunos da rede pública e instituições que atendam deficientes.
Ficha técnica: Proponente: Guinada Produções-Produção executiva e produção) - Produtora especializada em cinema, teatro, produção de elenco, A Guinada Produções de Eventos Sociais e Culturais é formada por uma equipe multidisciplinar (Guilherme Angelim, Nathalie Amaral e Daniela Vasconcelos), com uma longa estrada em produções culturais. O grupo assina a produção de elenco e a produção de reconhecidas obras audiovisuais e teatrais. Em quinze anos de existência participou de 29 produções cinematográficas e 47 produções de teatro.Direção Artística: Rita de Almeida Castro- É atriz e diretora. Professora do Departamento de Artes Cênicas e do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade de Brasília. Coordena, o grupo de pesquisa Poéticas do Corpo (DGP-CNPq). Participa como atriz e diretora no coletivo Teatro do Instante. A peça Voa, sob sua direção, ganhou o Prêmio Sesc 2017, de melhor espetáculo infantil do ano. Pesquisa relações entre teatro e performance, dramaturgias dos sentidos, arte como campo expandido, processos de treinamento e criação artística envolvendo práticas orientais. Codireção: William Ferreira-Bacharel em artes cênicas pela UnB, diretor, ator, performer e bailarino profissional. Atuou com renomados mestres de dança e teatro no Brasil e no exterior. Como ator, trabalhou sob direção de Mathew Lenton (UK), Hugo Rodas (Companhia dos Sonhos), Marcelo José (em Portugal), Paul Heritage (UK), João Antônio, Adriano e Fernando Guimarães (Companhia Gabinete 3), Fernando Villar e muitos outros em 23 anos de carreira e mais de 40 trabalhos. Atua na Companhia Cena. Obteve críticas elogiosas de Bárbara Heliodora (O Globo) pelo seu trabalho com Vera Holtz em Felizes para Sempre. É ator de longas como Araguaia – A Conspiração do Silêncio (Ronaldo Duque); AUN (Edgar Honetschlager), entre outros, e inúmeros curtas com trajetória nacional e internacional. Dirigiu os espetáculos Cartas de um Sedutor, Cabaré das Donzelas Inocentes, A Obscena Senhora D e Dona Bolota e o Segredo da Árvore Encantada.Direção de Movimento Giselle Rodrigues- É coreógrafa, bailarina. Além de atuar como atriz assinará a direção de movimento. Mestre em Arte Contemporânea, doutoranda em Artes e professora do depto de Artes Cênicas da UnB, Giselle atua como coreógrafa desde 1985, tendo trabalhos apresentados no Brasil e exterior. Foi intérprete e coreógrafa do grupo Endança por 16 anos. É responsável pela montagem de mais de 18 espetáculos com foco na dança-teatro e dirige a companhia de dança Basirah de Brasília desde 1997. Participou como bailarina do Internationales Summer Theater Festival, Hamburg e Frankfurt, Carlton Dance Festival, SKITE (Lisboa 1994), TanzTage 96 (Suíça), TanzFestival Sprachen dês Korpers (Stutgart 1995) dentre outros. Participou como coreógrafa convidada do American Dance Festival (1993). Estudou coreografia na London Contemporary Dance School at The Place (1997/98). A partir de 2010 trabalha com grupos de teatro de Brasília como diretora e preparadora corporal de atores. Em 2013 dirige o espetáculo de teatro “À Deriva” do grupo Teatro do Instante, quando é convidada para participar da residência artística com o diretor João Brites, do grupo O BANDO de Portugal. Em 2014/2015 foi contemplada pelo Rumos Itaú Cultural com o projeto de pesquisa AISTHESIS, juntamente com mais cinco artistas de Brasília e colaboração da coreógrafa portuguesa Vera Mantero.Elenco Principal: Alice Stefânia- é atriz, diretora e pesquisadora. Pós-Doutora em Artes da Cena pela Unicamp (2019), Doutora em Artes Cênicas pela UFBA (2007) e Mestre em Artes pela UnB (2000). Professora do Departamento de Artes Cênicas da UnB, desde 2009, atuando na Graduação e na Pós. Coordena o Grupo de pesquisa Poéticas do Corpo em parceria com a Professora Rita de Almeida Castro, atuando como pesquisadora e criadora no coletivo artístico Teatro do Instante. Autora do livro "Traços e devires de um corpo cênico" (Ed. Dulcina, 2013), e coorganizadora do livro "Poéticas do Corpo, instantes em cena" (Ed. UnB, 2017). Carmen Mee- Iniciou sua carreira de atriz em 2012, com o espetáculo Sem pé nem cabeça, dirigido por Adriana Lodi. Em seguida, atuou nos espetáculos Camélia - o que há de mais preciso (2014), de Luana Proença; Dois ou três dedos (2015), da Andaime Cia de Teatro e dirigido por Kênia Dias; Daqui a pouco (2016), de Leonardo Shamah e Kamala Ramers; entre outros. Fez parte do grupo de cultura popular Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro. No cinema, participou como atriz dos longas-metragens Campus Santo (2016), de Márcio Curi; A Floresta que se vinga (2018), de Lupe Leal; e do curta-metragem O homem que não morava lá (2018), de Isabela Vitório e Flávia Ferreira (todos em etapa de finalização). Em 2018, formou-se em Tradução – Espanhol, pela Universidade de Brasília. Traduziu diversos textos, sobretudo teatrais, como o Contra o Amor (2016), para o grupo Teatro do Instante. Desde 2011, trabalha no Festival Internacional de Teatro de Brasília – Cena Contemporânea, inicialmente como produtora (2011-2015) e atualmente como tradutora dos espetáculos internacionais (2016-2018).Deborah Dodd é apaixonada pela dança, área que atua como artista, pesquisadora, criadora intérprete, coreógrafa e educadora há 30 anos. Ela dançou em diversas companhias nos Estados Unidos e Europa, tais como: American Dance Ensemble, Bill T. Jones Arnie Zane Dance Theater, Living Creatures e Danish Dance Theater. Sua investigação e pedagogia levou-a a lecionar em instituições como: programa de jovens coreógrafos do DTW, NYU Summer course, Danish National School of Performing Arts, Copenhagen Contemporary Dance School e Instituto Federal de Brasilia. Deborah é mestra em Artes Cênicas pela UnB e desenvolve sua prática de Conhecer em Movimento, com interesse especial nos temas e Dança e Natureza, e cocriação.Natália Solorzano- Atriz formada pela Universidade de Brasília. Trabalha com teatro, dança, costura, maquiagem, produção e cultura popular. Integrou o grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro; fundou e gerencia a produtora artística Braços d’ Expressão; fundou o projeto Roda Da Saia com a pesquisa do feminino na relação da dança e da saia; é luthier e professora do instrumento agbê/Xequerê no projeto Agbênçoado; é integrante do grupo de percussão popular Filhas de Oyá; brinca no grupo Mamulengo Fuzuê.Elenco Coadjuvante:Ana Borges- Formada em Artes Cênicas, cantora, atriz, com especialização em Arteterapia e pós graduação em psicologia Junguiana, atuando também em Responsabilidade Social. É praticante avançada, coordenadora e professora assistente dos cursos e grupos de Yoga da Voz (Sistema Vox Mundi) em Brasília, desde 2004.Camila de Sant’Anna-Camila de Sant`Anna é atriz, pesquisadora e professora de teatro. Licenciada em artes cênicas pela UNIRIO-Universidade Federal do Rio de Janeiro e mestranda na linha de pesquisa Processos Composicionais para a Cena da UnB-Universidade de Brasília. Foi assistente de direção de Bosco Brasil na peça “Cheiro de Chuva”, indicada aos prêmios Shell, Qualidade Brasil e APTR (2007-2008). Como atriz, trabalhou com os diretores: Amir Haddad, Ari Pára-Raios, Márcia Zanelato e Tatiana France, dentre outros. Com bolsa concedida pela New York University, estudou performance e política com o Grupo Yuyaschkani e o Instituto Hemisphérico em Lima, Perú. É idealizadora, atriz e educadora no projeto “Transdiscibrincando: Poéticas para Bebês”, selecionado pelo edital 2016 do FAC (Fundo de Apoio à Cultura), do Governo do Distrito Federal, Brasil.Danilo Ramos atuou como interprete-criador em “Entre Esquivas”, direção de Márcia Duarte apresentado na mostra Cometa Cenas - UnB, na abertura do Centro de Dança e no Teatro Garagem; na adaptação teatral “Iauaretê”, direção de Tauã Franco; na performance de dança “Comentários” direção de Marcelo Ferreira, resultado de processo e residência artística promovido pelo Movimento Internacional de Dança – MID 2018; no curta-metragem “Run!”, de Matheus Silva. Concebeu e dirigiu a cena piloto de Teatro-Dança “Primeira Carta” com o ator Tauã Franco, em seguida, foi selecionado para participar na residência artística do Centro de Dança do Distrito Federal de 2018 em que atuou como interprete na cena “Primeira Carta”, e com direção de Márcia Duarte. Por fimWilliam Ferreira- William Ferreira-Bacharel em artes cênicas pela UnB, diretor, ator, performer e bailarino profissional. Atuou com renomados mestres de dança e teatro no Brasil e no exterior. Como ator, trabalhou sob direção de Mathew Lenton (UK), Hugo Rodas (Companhia dos Sonhos), Marcelo José (em Portugal), Paul Heritage (UK), João Antônio, Adriano e Fernando Guimarães (Companhia Gabinete 3), Fernando Villar e muitos outros em 23 anos de carreira e mais de 40 trabalhos. Atua na Companhia Cena. Obteve críticas elogiosas de Bárbara Heliodora (O Globo) pelo seu trabalho com Vera Holtz em Felizes para Sempre. Participa de novelas e mini-séries globais. É ator de longas como Araguaia – A Conspiração do Silêncio (Ronaldo Duque); AUN (Edgar Honetschlager), entre outros, e inúmeros curtas com trajetória nacional e internacional. Dirigiu os espetáculos Cartas de um Sedutor, Cabaré das Donzelas Inocentes, A Obscena Senhora D e Dona Bolota e o Segredo da Árvore Encantada.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.