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Destinado ao público da primeira infância, Minha Vó Contou é um espetáculo de rua interativo que, em meio a músicas e brincadeiras, conta histórias dos universos indígena, afrobrasileiro e folclórico, fortalecendo a cultura da tradição oral. Em cada apresentação, as crianças são convidadas a participar ativamente do espetáculo, encenando e interagindo com a história. O projeto conta ainda com oficinas gratuitas destinadas a responsáveis e estudantes e educadores da rede pública de ensino.
Destinado ao público da primeira infância, "Minha Vó Contou" é um espetáculo de rua interativo que, em meio a músicas e brincadeiras, conta histórias dos universos indígena, afrobrasileiro e folclórico, fortalecendo a cultura da tradição oral. Em apresentações divididas por algumas cidades da Bahia, as crianças são convidadas a participar ativamente do espetáculo, encenando e interagindo com a história, e apresentando até novos desfechos para elas. Espetáculo de rua Duração: 1h Classificação indicativa: livre Público alvo: crianças de 1 a 6 anos
OBJETIVO GERAL Valorizar a tradição oral e estimular o desenvolvimento e a sensibilidade de crianças de 1 a 6 anos e seus responsáveis, através da encenação interativa de histórias, cantigas e brincadeiras. OBJETIVOS ESPECÍFICOS -Promover, aos sábados e domingos, 10 apresentações gratuitas do espetáculo "Minha Vó Contou" (1h de duração): 2 apresentaço~es em Salvador, 1 em Jequie´, Itabuna, Cruz das Almas, Santo Amaro, Cachoeira, Juazeiro, Senhor do Bonfim e Santo Antonio de Jesus, para crianças de 1 a 6 anos e seus responsa´veis, em praças ou a´reas pu´blicas; -Estabelecer parceria com o poder público local de cada município para 10 apresentações do espetáculo e para a obtenção de espaços para a realização de 3 oficinas; -Formar pessoas, através da oferta, em cada cidade onde o espetáculo será apresentado, 3 oficinas gratuitas: 1 de iniciação teatral e ludicidade, 1 de contação de histórias afrodiaspóricas e indígenas e 1 de formação de adultos para musicalização infantil; -Distribuir gratuitamente para os(as) espectadores 1.000 programas impressos (100 por apresentação), acessíveis em braille, com a ficha ténica, as histórias e canções apresentadas no espetáculo; -Democratizar o acesso à produção teatral pela população com deficiência, através da apresentação de todas as 10 sessões com interpretação de libras simultânea; -Colaborar com o desenvolvimento da economia local, através da contratação de 5 serviços/bens em cada cidade onde espetáculo será apresentado: produção local, locação de som, hospedagem, alimentação, divulgação; -Produzir ao menos 1 vídeo, através de registros fotográficos e videográficos realizados durantes as apresentações, a ser divulgado em plataformas online, visando ao incentivo e formação de novos multiplicadores da cultura infantil.
O espetáculo Minha Vó Contou, da Cia Abismus, busca fortalecer e valorizar a tradição oral, através da encenação de histórias, cantigas e brincadeiras transmitidas através de gerações e que contribuíram para a formação da cultura brasileira. Como sugere o título, a figura ancestral da avó evoca um imaginário afetivo não só da relação familiar, como da reverência e do zelo pelo passado. Nesse sentido, voltamos nosso olhar para a história brasileira, erguida por diferentes culturas, muitas subjugadas e marginalizadas ao longo do tempo. Tendo como base dramatúrgica contos de origem indígena, afrobrasileira e do folclore nacional, o espetáculo deseja aflorar no público infantil da primeira infância a sensibilidade e/ou o desejo por conhecer mais de suas origens, ao mesmo tempo que procura instigar uma experiência outdoor - especialmente num período de hiperestímulo tecnológico em que vivemos. Para isso, a encenação parte de uma perspectiva interativa, de modo que as crianças são convidadas a participar ativamente da encenação, posicionando-se "dentro" da cena e dividindo o protagonismo, contracenando com as atrizes e atores, escolhendo as histórias a serem encenadas e, por vezes, sugerindo novos desfechos para elas. Com este objetivo, a concepção cênica lança mão do improviso, da execução musical ao vivo, do teatro de animação (através da manipulação de bonecos), dentre outras poéticas e técnicas teatrais. A opção por trabalhar com o público infantil se ancora na perspectiva de que todas as crianças "gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana", neles incluídos o acesso à "informação, cultura, lazer, esportes, diversões, espetáculos e produtos e serviços que respeitem sua condição peculiar de pessoa em desenvolvimento", como prega o Estatuto da Criança e do Adolescente (Arts. 3º e 71º, Lei 8.069/1990). Este é um público nem sempre priorizado pelas ações artísticas mas, compreendemos, entretanto, que as crianças são seres humanos capazes de produzir sentido e realizar trocas sociais e simbólicas completas. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI, 2010, p.12), criança é "[...] sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura". Nesse sentido, o teatro é uma linguagem artística que está presente desde o momentos mais primórdios de sua existência, a criança representa muitas de suas aventuras, se investe de outras vidas e assim desenvolve seus conhecimentos e suas habilidades. Após uma primeira temporada de sucesso na cidade de Salvador, Minha Vó Contou ganha novas proporções neste novo formato, saindo do palco italiano e indo para a rua: lugar onde o encontro e a troca entre atores e plateia se amplifica. Prevendo uma circulação do espetáculo por 10 cidades da Bahia, o projeto se concentra em percorrer um único estado nordestino, região que ainda carece de investimentos e políticas públicas para o setor cultural - especialmente para as cidades do interior. Partindo de Salvador, o espetáculo se dirige a Santo Amaro (60.069 mil habitantes), Cachoeira (33.861 mil habitantes), Juazeiro (215.183 mil habitantes), Senhor do Bonfim (78.588 mil habitantes), Cruz das Almas (62.861 mil habitantes), Santo Antônio de Jesus (100.605 mil habitantes), Jequié (155.966 mil habitantes), Itabuna (199.749 mil habitantes),cidades que possuem menos ofertas culturais que outros lugares. Os principais artistas, técnicos e outros profissionais envolvidos no projeto residem e atuam na cidade de Salvador. Contamos ainda com determinados serviços que serão contratados em cada cidade visitada, como produção local, aluguel de equipamento de som, hospedagem e alimentação. Dessa forma, valoriza-se e estimula-se também o desenvolvimento da economia local, promovendo trocas simbólicas e concretas. Por fim, compondo o escopo do projeto, serão oferecidas 3 oficinas em cada cidade onde o espetáculo será apresentado: 1) oficina de iniciação teatral e ludicidade, voltada para estudantes e educadores da rede pública de ensino; 2) oficina de contação de histórias, com foco no afrodiaspórico e mitologia indígena, igualmente voltada para o público acima e; 3) oficina para adultos de musicalização infantil. Estendendo, de certa forma, as experiências possivelmente vividas durante o espetáculo, tais iniciativas se colocam como um importante mecanismo de capacitação/sensibilização em cada local visitado. Formam-se, assim, novos multiplicadores de saber. Diante do exposto, o projeto, então, responde às seguintes finalidades explicitadas no Art. 1 da Lei Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto ainda atende aos seguintes objetivos do Art. 3 da Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Ao Longo de três anos de existência do espetáculo, que surgiu em 2017 e segue ativo desde então, percorremos os palcos de Salvador (BA) em 4 temporadas, eventos escolares e eventos fechados. O espetáculo foi assistido por mais de 2 mil pessoas. Em sua nova proposta, o espetáculo ocupa a rua, abrindo suas possibilidades de encenação e diálogo com o público. Para isso, serão acrescentadas: - Novas histórias de contos do foclore brasileiro, afrobrasileiros e indígenas; - Técnicas de teatro físico e mímica corporal dramática, aproximando ainda mais o espetáculo a uma lingaugem que se comunica de forma particular com o público da primeira infância; - mais instrumentos musicais executados ao vivo, com composições próprias; - novidades no cenário, figurino e adereços. Link da primeira versão o espetáculo: https://drive.google.com/file/d/1pBBY14bo41uC7dXtyrdgNGMjB_rsDNki/view?usp=sharing
MINHA VÓ CONTOU Oficinas – Projetos Pedagógicos 1) OFICINA DE MUSICALIZAÇÃO Título: Tudo Vira Som – Fazendo música desde a primeira infância. Público-alvo: Responsáveis por crianças, estudantes, educadores e demais interessados Carga horária: 1 hora e 30 minutos Vagas: 20 Ministrante: Roberto Cândido Apresentação: A oficina traz a proposta de instrumentalização de pessoas que desejem trabalhar a musicalidade com crianças, através da experimentação espontânea de sons, baseado no estímulo do primeiro contato de pequenos com instrumentos convencionais e não-convencionais. Descrição/metolodogia: A oficina terá como ponto de partida a formação de uma roda, onde os participantes nela entrarão em contato com o mediador e, através do canto de cantigas populares, trabalharão a investigação de instrumentos e seus sons. Nessa interação, se busca representar as canções através dos sons produzidos pelos instrumentos, podendo sugerir as interpretações das crianças, ao seu modo, as diversas canções. Para além da oficina, a abordagem se amplia, quando é oportunizado às crianças, através da fala, a criação de ritmos na emissão de sons, utilizando o método sonoro-silábico para representar figuras musicais e coordenar a construção sonora, desde as monossílabas com crianças bem pequenas em processo de iniciação fonética, até as demais variações silábicas com crianças maiores que já possuem um vocabulário mais amplo. A oficina tem como objetivo principal oferecer meios aos adultos para trabalhar com as crianças, lhes permintindo construir canções a partir da experimentação sonora, não sendo necessário a utilização de instrumentos propriamente ditos funcionais da música, mas se utilizando de fragmentos sonoros construídos intuitivamente pelas próprias crianças e mediado/costurado pelo mediador como matéria prima para a investigação multissensorial humana. Recursos: • Instrumentos musicais convencionais (Violão, Escaleta, Flauta, Guizo, Caxixi e Tambor) • Instrumentos não-convencionais (brinquedos sonoros) 2) OFICINA DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS Carga horária: 2h horas Público-alvo: Estudantes e educadores da rede pública de ensino. Vagas: 20 Ministrante: Dani Souza Proposta: A oficina proposta busca instrumentalizar os participantes para o ato de contar histórias, mostrando sua importância no contexto histórico, educativo e social. Além disso, visa a enfocar essa prática como uma das possibilidades de se criar vínculos afetivos, transmitir valores, estimular a aprendizagem e desenvolver a imaginação, utilizando como material de apoio histórias de origem afrobrasileira e indígina. 3) OFICINA DE IMPROVISAÇÃO E LUDICIDADE Tema: Improvisação e ludicidade para estudantes e educadores da rede públicaVagas: 20 Duração: 2 Horas Ministrante: Marcão Oliveira Proposta: A oficina oferecida aos estudantes e educadores propõe a inclusão dos jogos teatrais na sala de aula, como maneira de educação construída no afeto e na criatividade, criar o estímulo à criatividade e dinâmicas sensoriais. Durante a oficina os participants aprenderão alguns jogos e dinâmicas a serem utilizadas na sala de aula, tornando de maneira gradativa as atividades teatrais comuns no ensino.
PRODUTO: ESPETÁCULO EM ARTES CÊNICAS Acessibilidade de conteúdo - Deficiência auditiva Em todas as apresentações do espetáculo, haverá um(a) intérprete de LIBRAS, garantindo, assim, a acessibilidade do espetáculo para as pessoas com algum tipo de deficiência auditiva. Acessibilidade de conteúdo - Deficiência visual Visando ao público com deficiência visual, os programas do espetáculo contarão com impressão em braille, além das publicações nas mídias sociais, que contarão com texto descritivo "para cego ver". Acessibilidade física Por se tratar de um espetáculo de rua, a produção elencará áreas em cada cidade que respeitem condições mínimas de acessibilidade física, ou seja: lugares planos e de fácil acesso, que contenham pisos táteis e banheiros acessíveis. PRODUTO: OFICINAS (CONTRAPARTIDA) Acessibilidade de conteúdo - Deficiência auditiva Cada oficina contará intérprete de libras. Acessibilidade de conteúdo - Deficiência visual Cada ministrante fará a descrição das atividades para as(os) participantes com deficiência visual. Acessibilidade física A produção elencará espaços em cada cidade que respeitem condições mínimas de acessibilidade física, ou seja: rampas de acesso, corrimões, assentos e banheiros acessíveis.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS De acordo com o Artigo 21 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019 do Ministério da Cidadania: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; PRODUTO: OFICINAS (CONTRAPARTIDA) De acordo com o Artigo 21 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019 do Ministério da Cidadania: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Proponente Walerie Gondim Função: Diretora de produção Atriz (Trabalhos remunerados. Rubricas: "Ator/atriz" e "Diretor de produção") Walerie Gondim é produtora, atriz e diretora teatral. Graduanda em direção teatral pela UFBA e produtora cultural formada pela UFF (RJ). Integrou por cerca de 3 anos a equipe da RioFilme (2014-2017) e trabalhou na produção (coordenação e executiva) de curtas metragens e mostras cariocas independentes. Em Salvador, compôs a equipe de produção do espetáculo Que Deus Sou Eu (2020) e do musical Sonho de Uma Noite de Verão na Bahia (2019), de João Falcão; foi assistente de produção da 3ª edição da Mostra Lugar de Mulher é no Cinema (2019); produtora executiva do espetáculo "O Corcunda de Notre Dame" (2019); dentre outros projetos culturais. É diretora de produção na empresa audiovisual Olho de Vidro Produções. Como atriz, é protagonista em seus mais recentes trabalhos: "Fica Bem", curta-metragem de Klaus Hastenreiter em finalização, e no musical teatral "Regime Novo", com estreia no segundo semestre de 2020. Gabriel Nascimento Função: Diretor artístico Cenógrafo Ator, produtor e diretor teatral. Graduando em direção Teatral pela UFBA. Desde 2016, diretor artístico da Cia de Teatro Abismus Experimental, com as montagens dos espetáculos, Macbeth Animal, Minha vó Contou, Abismo – Uma versão do amor, Sonho, Rótulos, Tempo e Meu caro Amigo. Como ator teve seus últimos trabalhos os espetáculos infantis, Com um rei na Barriga e Minha vó Contou, e os espetáculos adultos Macbeth Animal e Esperando Godot. Naíla Amaral Função: Assistente de direção Atriz. Graduanda em licenciatura em teatro pela UFBA. Experiências em estúdios, atuou no Curso de TCC para Profissionais, Módulo: role-plays (2020) da Psicóloga Fernanda Landeiro. Participou de projetos do grupo de extensão do instituto de letras da UFBA, PROSOM, atuando nas peças radiofônicas e audiobooks, Três vivas para o bebê (2017) e Sabor e Som: Causos Contados de receitas nordestinas (2020), ambos dirigidos por Sílvia Maria Guerra Anastácio. Como assistente de direção e produção fez Sonho (2017), Rótulos (2017 e 2018), Macbeth (2018), Festival Abismus (2018) e Ela (2020). Roberto Cândido Função: Preparador musical Arte educador (oficineiro) Músico, cantor, compositor, ator e produtor/diretor musical. Fez produção musical no Instituto Eletrocooperativa (2008) e na Pracatum (2010). Possui formação técnica em violão pelo CEEP em Artes e Design (2010/2011), participou da oficina de Interpretação Teatral pelo CFA/FUNCEB (2018). Cursa licenciatura em Pedagogia pela UFBA. Já acompanhou como músico, artistas como: Alexandra Pessoa, Josyara e Performáticos Quilombo, entre outros. No teatro dirigiu a musicalidade dos espetáculos O vôo sobre o oceano (2007), Os saltimbancos (2011), Zambi (2017), Tati Búfala (2019), O avô e o rio (2019) e o musical Regime Novo (2020). Marcos Oliveira Função: Preparador corporal Arte educador (Oficineiro) Formado em Licenciatura em Teatro pela UFBA, com especialização em Metodologia do Ensino da Arte pela UNINTER e ministra aulas de teatro há mais de 18 anos. É fundador e diretor da Tríade Cursos de Teatro. Atua como diretor e ator da Companhia Total de Teatro, além de lecionar teatro no SESI e fazer a direção e a preparação de atores dos espetáculos: Minha Irmã, Besame Mucho, Perfídia, Domingo no Parque, O Cidadão de Papel, A Eleição etc. Foi professor na Sitorne Estúdio de Artes Cênicas e iluminador na CAN – Companhia Abdias do Nascimento; na SouDessas Cia de Teatro; Grupo de Teatro Novos Arteiros. Carolina Lins Função: Produtora executiva Graduada em Comunicação Social com habilitação em Produção Cultural pela UFBA, desenvolve diversas atividades nos setores de eventos, audiovisual e teatro. Atuou na produção de eventos institucionais para Coordenação de Ações transversais, Formação e Articulação da Diretoria de Cidadania Cultural da Secult (2016 e 2017). Coproduziu a peça de teatro 'Eu, Zuzu Angel, agora milito' (2017). Foi produtora executiva do programa cultural 'Bem por aí', exibido na TV ALBA em (2018 e 2019). Participou da produção e direção dos curtas Abstração (2017), A casa tomada (2017) e Imortais e fatais (2018). Este último foi exibido em 4 festivais. Isaac Ribeiro Função: Ator Figurinista Ator, Diretor, Músico e Figurinista. Bacharel em Artes com Ênfase em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente Estudante de Artes Cênicas na escola de Teatro da UFBA no curso de Direção Teatral. Co-criador da Cia Abismus Experimental. Em Salvador participou de alguns espetáculos como: “Macbeth Animal” e “Minha Vó Contou” direção de Gabriel Nascimento, “Luiz e a Liberdade” direção de Olga Gómez, “Besame Mucho” e “Perfídia” direção de Marcão Oliveira, “Lábaro Estrelado” e “Doses Absolutas” direção de Elisa Mendes. Escreveu e dirigiu o espetáculo “EL”. Como Figurinista assinou os figurinos dos espetáculos “Abismo Uma versão do Amor”, “Minha Vó Contou”, “EL” e “Macbeth Animal”. Daniele Pereira de Souza Função: Atriz Arte educadora (Oficineira) Atriz, arte-educadora. Atualmente estudante de Artes Cênicas na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia e da Especialização em Arte Educação, Cultura Brasileira e Linguagens Artísticas Contemporâneas pela Escola de Belas Artes da UFBA. Integrante do coletivo musical CARNEGRA e Maracatu Ventos de Ouro. Atriz, roteirista e produtora no Coletivo audiovisual Ouriçado Produções. Como atriz atuou nos espetáculos “Tudo o que foi trocado vira guardado e “As paredes escondem o que não é dito: Bem-vindo!”, direção Luiz Antônio Sena Jr; YÀGBÁS, direção de Vika Mennezes e Filêmon Cafezeiro; curta-metragem "A Faísca", direção de Gabriela Monteiro; Vinheta de Final de Ano - Tela Preta, Direção de Licínio Januário; curta-metragem “Cinco Fitas”, direção de Heraldo de Deus e Vilma Martins. Catarina Brito Função: Atriz Tem experiência na área de Artes Cênicas, com ênfase em licenciatura. Está no 8º semestre do curso de Licenciatura em Teatro. Estagiou na Escola Municipal Lagoa do Abaeté e Escola Municipal Teodoro Sampaio, pelos projetos PIBID e Residência Pedagógica. Atualmente participa do grupo de teatro Iyá de Erê, no qual realizou recentemente em dezembro de 2019 uma apresentação intitulada "Quem me ensinou a nadar" dirigida por Carla Lopes e Gutembergue Da Hora. Paulinho Machado Função: Ator Ator, diretor, poeta, cordelista, músico e artista circense. Bacharelando em Direção Teatral pela Escola de Teatro da UFBA. Artista circense com habilidade em malabares, pirofagia e palhaçaria. Músico com habilidade em violão, canto e percussão. Experiência com récitas e escrita de poesias e literaturas de cordel. Cursos na École Nationale de Cirque, em Montreal / CAL - Casa das Artes de Laranjeiras, no Rio de Janeiro / Oficinas com Laila Garin, Tânia Nardini e Jean-Jacques Lemêtre (Thêatre du Soleil), em Salvador / Entre outras oficinas. Pedro Souza Função: Ator Formado em Artes Cênicas – Interpretação Teatral pela UFBA. Em Salvador trabalhou Com diretores como Harildo Deda em “Romeu e Julieta” 2016 e com Paulo Cunha “Farsa Veríssima”2014. Fez parte do grupo TECA TEATRO com direção de Marconi Arap, grupo em que realizou as funções de ator, professor e produtor de 2015 a 2018. Roberto Mezzottino Função: Ator Graduando em artes cênicas pela Universidade Federal da Bahia. Trabalha com iluminação, sonorização, produção de palco. Atuou e co-assinou a iluminação e sonoplastia de peças realizadas pela Sitorne de 2004 à 2015. Iluminação de shows de grandes bandas da cena Rock baiana (Radiola, Cascadura, Álvaro Assmar e Paulinho Oliveira, Cavern Beatles) de 2004 à 2018. Atuou e co-assinou a iluminação e a trilha sonora do espetáculo Abismos (2016). Co-assinou a iluminação do espetáculo infantil Minha vó contou (2017). Cenotécnica e sonoplastia no espetáculo Os Pássaros de Copacabana (2018).
PROJETO ARQUIVADO.