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PRONAC 202932Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Era Outra Era

TEATRO MUNGUNZA LTDA
Solicitado
R$ 199,2 mil
Aprovado
R$ 199,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-12-01
Término
2023-12-01
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto visa a montagem e circulaçãodo segundo espetáculo teatral multimídia voltado para faixa etária infanto juvenil da Cia. Mungunzá de Teatro. O nome provisório do espetáculo é "Era Outra Era",e trata-se da continuação do primeiro espetáculo infantojuvenil da Cia. intitulado "Era uma Era".Também estão previstas oficinas de teatro e debates com estudantes acerca dos temas abordados pelo espetáculo.

Sinopse

PRODUTO: ESPETÁCULO TEATRAL Classificação etária: Livre Nessa Era o Reino terá seu maior bem sequestrado: sua subjetividade. Após vivenciar dois grandes colapsos em fases diferentes da História (o incêndio na primeira Era e o apagão digital na segunda Era) o Reino Ainda sem Nome e seu governante, Barba Rala, experimentarão um novo desafio nesta nova Era: o Esquecimento Global. Em "Era Outra Era" o Reino Ainda sem Nome se transformou numa grande referência para todos os Reinos. Aprendendo com os lapsos do passado, o Reino se transformou hoje no maior produtor de memórias e informações. Seu PIB é altíssimo e ele exporta conteúdos para os Reinos vizinhos. Turistas vem de longe para conhecer esse fenômeno industrial que agrega valor. Cada memória produzida vale milhões de curtidas. O Reino é famoso, mas escravo de um modo operante exaustivo e estressante: a economia baseada em curtidas. O Reino então começa a enfrentar um desafio: falta de espaço para armazenar as informações e memórias produzidas a cada segundo. Paulo Maluco, fiel conselheiro do Rei, começa a distribuir HDs pra população para que essa possa armazenar os conteúdos nesses HDs e mantém os HDs todos na sala de sua casa. De posse de todos esses dados ele decide usar essas informações para ascender ao poder. Após um vazamento desses dados Barba Rala é deposto e Paulo Maluco assume o poder. E vai enfrentar o momento mais difícil que o Reino Ainda sem nome vivenciou: uma estranha epidemia de esquecimento. Com o vazamento das memórias dos HDs a população começa a perder sua memória e com ela toda a história do Reino volta a ser ameaçada. Uma população desmemoriada é terreno fértil para um governante aumentar seu controle. Paulo Maluco, em sua perigosa gestão, adultera o conteúdo desses HDS colocando informações, emoções e memórias falsas e contamina toda a população. Uma população contaminada por uma subjetividade que não lhe pertence é facilmente inflamada pelo mais simples dos acontecimentos. Paulo Maluco tem nas mãos o segredo para polarizar seu povo e, desta forma, controlá-lo de forma invisível. PRODUTO:OFICINAS Jogos teatrais que desenvolvam as habilidades de concentração, atenção, espontaneidade, imaginação cênica e criatividade;Jogos de expressão corporal;utilização de músicas que inspirem a prática proposta;aplicação de jogos de improviso; leitura de contos infantis para aplicar na cena. 150 vagas no total PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Temos, então, aqui representada a Era da pós-verdade e a transição do homem no decorrer das Eras. O que caracteriza uma civilização? A memória que ela gera? Como preservar a memória de um coletivo em tempos em que ela é artigo de luxo e venda? E recriada a cada instante? O debate com os integrantes da cia Mungunzá de Teatro com estudantes de escolas públicas levanta questões relevantes a serem discutidos com jovens da nova geração. O debate será veiculado nas mídias sociais da cia, e ficará disponível no youtube. Total de 500 pessoas atendidas.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O principal objetivo com esse projeto é popularizar e a discussão política fora do âmbito polar e partidário. Gerar reflexões sobre cidadania, processos históricos, engajamentos e atuações na sociedade, de forma lúdica e simples, trazendo interesse por um assunto que parece "pertencer apenas aos adultos". Travestir um conteúdo relevante de entretenimento como estratégia para informar e gerar reflexão. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar uma temporada de 8 apresentações em São Paulo. - Realizar 2 apresentações no Rio de Janeiro. - Realizar 1 oficinas em São Paulo. - Realizar um debate com estudantes acerca das tematicas abordadas no espetáculos nas cidades contempladas pelo projeto.

Justificativa

A motivação de criar um projeto de cunho duplo com esta temática se deve a um desejo de chegar mais perto das aspirações, dificuldades, anseios e motivações da criança/adolescente contemporâneo. Numa pesquisa feita com crianças e adolescentes das classes A e D, sobre sonhos e perspectivas, o resultado foi o mesmo: traziam imagens retiradas da internet, com mansões, carros de luxo, dinheiro, mulheres e homens padrões. Questionados acerca do que gostariam de fazer, estudar, viajar, ou mesmo outros sonhos que não coubessem em fotos, não souberam responder. A noção de identidade era colada à representação da realidade veiculada nos meios de comunicação para efeito de consumo. Ou seja, o eixo de perspectivas, sonhos e leitura de realidade da criança/adolescente contemporâneo, independente da classe social, são constituídos pela liquidez das redes sociais e meios de comunicação em massa. E possuem grande influência na fase de formação das suas subjetividades. As crianças que nasceram na última década não diferenciam mais os mundos "online" e "offline" em suas experiências cotidianas. Essa geração, chamada geração Alpha, nasce já selecionando os vídeos que querem assistir nos celulares, antes mesmos de saberem ler. São bombardeadas diariamente com grande quantidade de informações numa época onde a informação basta ser compartilhada para se transformar numa "verdade", e nosso sistema político também está aderido à esse funcionamento. Temos vivido, em escala global, uma novela política com capítulos infinitos que sempre surpreendem ao final. Hoje, política não é um assunto que interesse apenas aos "adultos". A criança de hoje experimenta o mundo com um discernimento mais refinado de algumas questões políticas e estão virando adolescentes com engajamento em escala global. É só lembrar de Grata Thunberg que discursou na ONU. Essa geração chegou e o mundo está dado. Perderam a noção do caminho que percorremos para estarmos hoje vivendo um dilema mundial. Até pra nós adultos é difícil entender como viemos parar aqui. E quando se perde a noção de caminho percorrido, se perde a sensação de pertencimento e de propriedade sobre sua história e origem. Oportuno considerar o contexto da atual pandemia global no qual estamos inseridos. Uma conjuntura de fatores históricos, políticos, econômicos, ambientais e culturais nos trouxeram onde nos encontramos hoje: nenhum país possui um sistema de saúde que dê conta de sua população. Ao mesmo tempo, como se a preocupação de uma pandemia não bastasse, nos vemos inseridos em uma nova polarização política gravíssima em nosso país. E temos uma população inteira cindida entre diversas teorias sobre a pandemia. O caminho é longo e temos uma sociedade desinformada que não sabe como encarar os dias que se seguem. Talvez rebobinar a fita da história para ver o ponto exato em que fomos desatentos pudesse ser uma bússola. Começar do fim e refazer os passos até o ponto chave de onde nos perdemos. Onde começamos a pavimentar o chão que se abre sob nossos pés nos dias de hoje? Portanto, trazer nesse momento um projeto que aborde a constituição de uma pólis, desde o princípio, e expõe os modos operantes que regem o seu sistema, é possibilitar a reflexão sobre como a História se forma, como os fatos encadeados ao longo de um tempo culminaram na realidade presente. E como viver é um ato político que se manifesta a partir de pequenas escolhas cotidianas. Diante dessas considerações, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

O nome provisório do espetáculo é "era Outra era" e trata-se da continuação do primeiro espetáculo infantojuvenil da Cia. intitulado "Era uma Era". "Era uma Era" foi a primeira incursão da Cia. Mungunzá de Teatro para o público infantojuvenil. O espetáculo estreou em 2015 e realizou 6 temporadas na cidade de São Paulo, duas temporadas em Santo André/SP, participou do Guritiba - programação infantil do Festival de Teatro de Curitiba, e circulou por 9 municípios do interior do estado de São Paulo. O primeiro espetáculo infanto-juvenil da Cia. (Era uma Era) consiste numa fábula contemporânea que aborda todos os mecanismos presentes na construção de uma "pólis". A história é a saga do Rei, Barba Rala, que quer entrar para a História a todo custo. Para isso, inaugura um Reino com seis habitantes no intuito de produzir histórias interessantes em seu cotidiano e, assim, expandir os horizontes e ser reconhecido. Durante o crescimento e expansão do Reino surgem os primeiros indícios de conflitos entre interesses pessoais e coletivos. Essa "primeira Era" termina com um incêndio que destrói todo o Reino, suas memórias e suas histórias. Após o incêndio, os habitantes acordam como perfis de uma grande rede social e todo o processo da reconstrução desse Reino se dará sob novas leis. O sistema econômico é substituído pelo sistema de curtidas e o Reino passa a viver das imagens que posta de si mesmo nessa grande Rede Social. O excesso de informações leva o Reino a um novo colapso que nos devolve a pergunta: O que faz o homem repetir os mesmos erros diante de novas oportunidades? O sistema que esse homem sustenta pode ser mais forte do que ele mesmo? Essa pergunta abre caminho para o segundo espetáculo, "era Outra era", espetáculo inédito proposto no projeto.

Especificação técnica

A programação desta Oficina de Teatro consiste na preparação de adolescentes, na faixa etária de 13 a 20 anos, para o exercício teatral, a fim de possibilitar o aumento da auto estima,combate a timidez excessiva,melhora no convívio social etc. A produção teatral com os adolescentes envolve o fazer e apresentar, e a formação do público infanto-juvenil – apreciar e avaliar o texto teatral. A oficina emgloba a investigação do espaço cênico, a pesquisa do movimento corporal nesse espaço, a expressão vocal e rítmica do aluno, tendo como base da os elementos que compõem o cenário, o figurino, a iluminação e a sonoplastia pertinentes ao espetáculo Era Outra Era. 50% das vagas serão destinadas a estudantes e professores de escolas públicas. Conteúdo Programático: Jogos teatrais que desenvolvam as habilidades de concentração, atenção, espontaneidade, imaginação cênica e criatividade;Jogos de expressão corporal;utilização de músicas que inspirem a prática proposta;aplicação de jogos de improviso; leitura de contos infantis para aplicar na cena.

Acessibilidade

Produto:Espetáculo de Artes Cênicas: - Acessibilidade física:Todo o projeto será totalmente acessível,será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais: Nos teatros haverá equipe especializada para orientação e direcionamento dos deficientes visuais. - 2 sessões com tradução em Libra, uma em SP e outra no RJ Produto:Contrapartida Social Acessibilidade física:Todo o projeto será totalmente acessível,será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais: Durante a ação haverá equipe especializada para orientação e direcionamento dos deficientes visuais. Produto:Oficina Acessibilidade física:Todo o projeto será totalmente acessível,será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais: Durante a oficina haverá equipe especializada para orientação e direcionamento dos deficientes visuais.

Democratização do acesso

- 20% dos ingressos do projeto serão gratuitos, destinados à camada menos favorecida da população, idosos, estudantes de escolas públicas e ONGS. - Realização de 1 oficina gratuita de teatro, sendo que 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais serão constituidos de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. - Realização de duas palestras/debates com entrada franca. A medida adotada regerente ao artigo 21 da IN 02/2019, iremos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

Ficha Técnica: Direção - Luis Fernando Marques Argumento e Dramaturgia - Verônica Gentilin Elenco - Leonardo Akio, Lucas Beda, Marcos Felipe, Pedro Augusto, Sandra Modesto, Verônica Gentilin e Virginia Iglesias Músico - Gustavo Sarzi Desenho de luz - Pedro Augusto Cenografia - Cia. Mungunzá de Teatro Figurino - Sandra Modesto e Virginia Iglesias Direção de vídeo e Vídeo Mapping - Lucas Beda Produção geral - Cia. Mungunzá de Teatro Coprodução - Complementar Produções Artísticas CURRÍCULOS: Leonardo Akio Artista visual, artista gráfico, ator, performer, educador e produtor. Integra a Cia Mungunzá de Teatro desde 2013. Criou e participa das montagens “Epidemia prata” (direção Georgette Fadel), “Poema suspenso para uma cidade em queda” (direção Luiz Fernando Marques Lubi) e “Era uma Era” (espetáculo infantojuvenil direção Verônica Gentilin). É criador e gestor do “Teatro de Contêiner Mungunzá”. Também atua como artista educador no Programa de Iniciação Artística (PIÁ). Trabalhou na Escola Internacional Eugênio Montale como atelierista adaptando a abordagem Reggio Emilia para o contexto da escola. Integrou o núcleo educativo da Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura e do Centro Cultural São Paulo. Foi assistente de coordenação do teatro Viga Espaço Cênico. Foi oficineiro do Projeto Quixote (expressão artística para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social) e do Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural (aulas de artes para crianças, jovens e adultos com deficiência intelectual). Participou de exposições coletivas de artes visuais no estado de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraíba. Marcos Felipe Ator e produtor. Formação em Jornalismo. Fundou a Cia Mungunzá de Teatro em 2006 na conclusão de seu curso no Teatro Escola Macunaíma. É artista e produtor das montagens “Por que a criança cozinha na polenta”- direção de Nelson Baskerville, “Luis Antonio–Gabriela” – direção de Nelson Baskerville, “Poema suspenso para uma cidade em queda” - direção de Luiz Fernando Marques, “Era uma era” - direção de Verônica Gentilin e “Epidemia Prata” com direção de Georgette Fadel. Como diretor trabalhou por quatro vezes com o grupo Teatro do Kaos de Cubatão: espetáculos “A Falecida” (de Nelson Rodrigues), “Os sapatos que deixei pelo caminho”, “Hamlet Futebol Clube” e "Vocifera". Pela atuação em “Luis Antonio-Gabriela” foi indicado aos prêmios de melhor ator no APCA e Shell 2011 e eleito melhor ator pelo Portal R7. Foi indicado como melhor ator com o espetáculo “Por que a criança cozinha na polenta” nos festivais: FETACAM 2009, 37o FENATA - PR e 5o FENTEPIRA. Em 2015 foi indicado como melhor ator pelo espetáculo “Poema suspenso para uma cidade em queda” no site Aplauso Brasil. Foi um dos idealizadores do Teatro de Contêiner Mungunzá - Centro Cultural estabelecido no centro de São Paulo Sandra Modesto Atriz, arte-educadora, produtora. Formação em Comunicação Social – Jornalismo. Se formou como atriz em 2006 quando fundou a Cia Mungunzá de Teatro juntamente com outros colegas do Teatro Escola Macunaíma. A partir daí atuou e produziu as montagens “Por que a criança cozinha na polenta”- direção de Nelson Baskerville (ganhou 6 prêmios de melhor atriz em festivais de teatro), “Luis Antonio–Gabriela” – direção de Nelson Baskerville, “Poema Suspenso para uma cidade em queda” - direção de Luiz Fernando Marques (Lubi), “Era uma era” - direção de Verônica Gentilin e “Epidemia Prata” com direção de Georgette Fadel. Foi assistente de direção nos espetáculos “As estrelas cadentes do meu céu são feitas de bombas do inimigo” e “Lou&Leo”, ambas com direção de Nelson Baskerville. Foi diretora assistente nos espetáculos “A Falecida” de Nelson Rodrigues, direção de Nelson Baskerville e Marcos Felipe, “Os sapatos que deixei pelo caminho” e “Hamlet Futebol Clube”, direção de Marcos Felipe - todas as montagens do Teatro do Kaos (Cubatão). Também fez os figurinos das seguintes montagens: “Era uma era” - direção de Verônica Gentilin“, Hamlet Futebol Clube” - direção de Marcos Felipe, “Epidemia Prata” - direção de Georgette Fadel e "Vocifera" - direção de Marcos Felipe e Lucas Beda. É idealizadora e gestora do Teatro de Contêiner Mungunzá, inaugurado em 2017. Verônica Gentilin Atriz, dramaturga, arte-educadora, artista visual e produtora. Integra a Cia. Mungunzá de Teatro desde 2009 (participa de todas as montagens do grupo). Atua como arte-educadora de artes integradas no Grão do Centro da Terra. Pesquisa as narrativas digitais e tecnologia criativa dentro de sala de aula. Trabalhou com arte-educação por 16 anos na Casa do Teatro (escola para crianças e adolescentes integrada ao Teatro escola Celia Helena). Trabalhou na rede Estadual de ensino como professora de artes e atuou no programa Vocacional como artista orientadora de Artes Integradas em 2015. Dirigiu e escreveu os espetáculos “Era uma Era” com a Cia Mungunzá de Teatro e “A[GENTE] com a Cia do Terreno. Criou e executou um projeto de mediação em arte no CCSP, intitulado “Recolhedores de Bocados”, em 2011. Em 2008 teve um microconto publicado pela editora Andross, na antologia de contos e microcontos intitulada “Entrelinhas”. Foi indicada ao Prêmio Shell de teatro como melhor autora junto a Nelson Baskerville pelo espetáculo “Luis Antonio Gabriela”. Foi indicada ao prêmio de melhor atriz coadjuvante nos festivais de: Campo Mourão (PR), Jundiaí, Pindamonhangaba e Ponta Grossa (PR) com o espetáculo “Por que a criança cozinha na polenta”. Foi contemplada com o Prêmio Funarte de Estímulo à Dramaturgia como autora do texto “Suspensões”, em 2007. Virginia Iglesias Atriz e produtora da Cia Mungunzá de Teatro desde 2009 (participa de todas as montagens do grupo). Formada em Turismo pela ECA/USP, em 1996. Sua formação como atriz acontece no Teatro Escola Célia Helena em 2008. Participa nas montagens “Por que a criança cozinha na polenta” e “Luis Antonio - Gabriela” - direção de Nelson Baskerville, “Poema suspenso para uma cidade em queda”- direção de Luiz Fernando Marques e “Era uma era” - direção de Verônica Gentilin. Integrou o Grupo Conexion Latina de 2006 a 2011 tendo participado das montagens “Nuestra Señora de las Nubes”, de Aristides Vargas, “Topografia de um Desnudo”, de Jorge Diaz e “Ridícula Concórdia”, de Humberto Garcia, todas dirigidas por Hugo Villavicenzio, e “Respira”, de Eduardo Adrianzen, dirigida por Carla Lorena Bauche. Participou como atriz, em 2009, do Núcleo de Direção Teatral na Escola Livre de Teatro (ELT) de Santo André/SP. Mestre: Luiz Fernando Marques (Lubi) do Grupo XIX de Teatro. Recebeu o Prêmio de Melhor Atriz na 9a edição do FETA- CAM Festival de Teatro de Campo Mourão (PR) em set/2009 com o espetáculo “Por que a criança cozinha na polenta”, de Aglaja Veteranyi. Complementar Produções Artísticas: Possui em seu currículo a realização de mais de trinta espetáculos artísticos, transitando entre teatro,dança e eventos culturais. Especializado em gestão de projetos culturais e prestação de contas, já realizou mais de 30 projetos culturais nas esferas municipal, estadual e federal. Em 2011 e 2012 ,em parceria com a bailarina Juliana Moraes realizou os espetáculos Peças Curtas para Desesquecer: uma série coreográfica da Companhia Perdida, direção: Juliana Moraes , Sensorimemórias, direção: Juliana Moraes e (depois de) Antes da Queda, direção de Juliana Moraes No teatro, com a cia As Olívias, realizou o espetáculo As Olívias Palitam, direção de Victor Bittow. Em 2013 , com direção de Johana Albuquerque realizou o espetáculo O Casamento, de Nelson Rodrigues. Em 2014, realizou os espetáculos O Convidado Surpresa, texto de Grégoire Bouillier, direção de Rafael Gomes; Gotas D’águas Sobre Pedras Escaldantes (texto de Rainer Werner Fassbinder, Direção de Rafael Gomes (três indicações ao Prêmio Shell nas categorias Melhor Ator, Melhor Atriz e Melhor Cenário); Assim é se lhe Parece, texto de Luigi Pirandello, direção Marco Antônio Pâmio (Vencedor do Prêmio Shell de Melhor Ator e Indicado ao Prêmio Shell de Melhor Diretor e Melhor Iluminação); e Não Nem Nada, texto e direção de Vinícius Calderoni (indicado ao Prêmio Shell de Melhor Autor e Melhor Atriz). Em 2015, realizou os espetáculos Riso Nervoso, texto e direção de Michele Ferreira; ÃrrÃ, texto e direção de Vinícius Calderoni (vencedor do Prêmio Shell de Melhor Autor). Com a bailarina Juliana Moraes, realizou os espetáculos Desmonte e Claro Escuro, direção deGustavo Sol. Realizou a primeira edição do FAM Festival, evento com diversas atrações musicais, no Jockey Club São Paulo. 2016 foi o ano do espetáculo Os Arqueólogos, texto de Vinícius Calderoni, direção de Rafael Gomes (Vencedor do Prêmio APCA de Melhor Autor, Indicado ao Prêmio Shell e Aplauso Brasil de Melhor Autor e APCA de Melhor espetáculo); Eu Elas, de Juliana Moraes e Qual?Direção de Juliana Moraes e Gustavo Sol No âmbito social/cultural realizou o Projeto Entre Nós ,projeto cultural com oficinas e atrações artísticas em Taipas/ SP. Em 2017 realizou os espetáculos Flutuante, de Caco Galhardo, direção Mauro Baptista Vedia, Não Somos Amigas, texto de Michelle Ferreira, direção de Maria Maya; Chorume, texto e direção de Vinícius Calderoni e Se Existe Eu Ainda Não Encontrei, de Nick Payne, direção de Daniel Alvim. Em 2018 realizou o evento Festival de Artes Performáticas, e o espetáculo A Cachorrada, texto de Maciel Silva, e direção de Joca Andreazza. Em 2019 realizou o espetáculo Experimentando Clarice, de Clarice Lispector, com direção de Renata Augusto, o projeto Ser José Leonilson, de Laerte Késsimos, com direção de Aura Cunha e o espetáculo A Catástofre do Sucesso, de Tenesse Willians, direção de Marco Antônio Pamio. Luiz Fernando Marques (Lubi) nasceu em Santos e integra o Grupo XIX de Teatro desde 2001 e o Teatro Kunyn, desde 2009, no qual dirigiu e co-criou espetáculos. Fora do XIX, criou e dirigiu mais 15 peças em parcerias com grupos de São Paulo, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Espírito Santo e Acre. Suas peças já foram encenadas em mais de 100 cidades no Brasil e 24 no exterior (Cabo Verde, França, Guiana Francesa, Inglaterra, Itália e Portugal). Ao longo de sua trajetória acumula entre prêmios e indicações mais de 15 menções nos principais prêmios do país: Shell, APCA, Cooperativa Paulista de Teatro, Bravo!, Qualidade Brasil, Prêmio Governador do Estado de São Paulo entre outros. Desde 2008, é orientador do Núcleo de Direção da Escola Livre de Teatro de Santo André. Função do Proponente no projeto: A TEATRO MUNGUNZA LTDA, produtora artística dirigida por Marcos Felipe será a responsável pela adminstração e gestão do projeto, acompanhando todas as etapas referentes ao projeto. Será responsável pela contratação da equipe envolvida para criação do espetáculo e devidas prestações de serviço.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.