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PRONAC 202933Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Turmalina 18-50 (Circulação)

SSZ COMERCIO CONSULTORIA EMPRESARIAL EM COMUNICACAO E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2020
    Cadastro PRONAC
    Ano 20
  2. 01/09/2022
    Início previsto
  3. 31/12/2023
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2022-09-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (3)

Resumo

Realização de circulação do projeto Turmalina 18-50, espetáculo de repertório da Cia Cerne, que traz aos palcos um retrato da história de João Cândido Felisberto. O projeto contará com medidas de acessibilidade como interpretação em LIBRAS e programas em Braile. Será oferecida ao público uma palestra com pesquisador sobre a Revlota da Chibata e suas implicações na sociedade atual, através de um paralelo entre os fatos históricos e a realidade apresentada em cena.

Sinopse

Turmalina 18-50” é o espetáculo que celebra o ícone da Revolta da Chibata, João Cândido (1880-1969), herói negro que liderou a luta dos marinheiros contra a herança escravocrata de castigos corporais em 1910. A obra da Cia. Cerne, que existe desde 2013 em São João do Meriti, na Baixada Fluminense, homenageia o Almirante Negro, tema da música O Mestre-Sala dos Mares, de João Bosco e Aldir Blanc, eternizada por Elis Regina, ganha os palcos com uma trajetória que marcou a luta pela igualdade racial no Brasil.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Formação de público, valorização da história do Brasil, diversificação da oferta cultural de teatro no Brasil, democratização e ampliação ao acesso às atividades e dinâmicas culturais e artísticas; construção e multiplicação de experiências sociais, culturais e coletivas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar circulação do espetáculo Turmalina 18-50, espetáculo de repertório da Cia. Cerne. A proposta prevê uma circulação por 3 cidades, com 3 aparesentações em cada praça. Com encenação pautada no simbolismo e na força da interpretação dos atores, a montagem carrega em seu título o último endereço onde viveu João Cândido Felisberto _ Rua Turmalina, Lote 18, Quadra 50 _ e refaz os caminhos percorridos pelo líder como forma de celebrar sua história e combater o apagamento de sua memória. Realizado por uma equipe de profissionais de notória experiencia e reconhecimento no mercado o projeto marcou os 50 anos de morte do Almirante Negro. O espetáculo retrata os abusos sofridos pelos marinheiros negros até a Revolta da Chibata, marco da luta pela igualdade racial. Através das cenas de nosso passado recente, evidencia comportamentos e pensamentos que seguem presentes na sociedade atual e se mostra como uma importante ferramenta de luta contra o esquecimento do líder de um movimento libertário, pelo qual sofreu consequências até o fim de sua vida. Por se tratar de um projeto que enaltece a memória de um herói nacional, o espetáculo visa estabelecer uma comunicação direta com seu público-alvo, aproximando os espectadores da intrigante e emblemática trajetória de João Cândido, um homem negro, filho de ex-escravizados e marinheiro, que se recusou a aceitar os padrões impostos por uma estrtura militar escravocrata, trazendo à tona sua forte personalidade e seu brado pela liberdade, em um dos principais capítulos da história do Brasil. O projeto realizará 9 apresentações, das quais 3 serão munidas de ferramentas de acessibilidade como intérprete de LIBRAS. Objetiva-se impactar diretamente 2.700 espectadores durante as apresentações. Em relação ao impacto indireto, estima-se que pelo menos 200.000 pessoas tomarão conhecimento do projeto através das ações do plano de mídia e divulgação. Todas as apresentações terão acesso pago, respeitando os limites de valor permitidos e as gratuidades obrigatórias exigidas pela IN nº 02/2019.

Justificativa

Como herança da colonização europeia, a sociedade brasileira tem por costume valorizar os legados caucasianos, muitas vezes fechando os olhos para os feitos e trajetórias de seus próprios líderes. Difundir artisticamente a cultura justifica-se por tornar acessível um universo que nem sempre chega ao seu próprio povo e, no caso de Turmalina 18-50, o projeto apresenta de forma contundente e fundamentada a trajetória de João Cândido Felisbeto, o Almirante Negro, líder de uma das maiores revoluções da história do Brasil, a Revolta da Chibata, no século XX, que pôs fim à prática de castigos corporais na Marinha. O projeto justifica-se pela relevância das discussões levantadas, que se entrelaçam com questões da nossa sociedade atual, como a luta pela igualdade racial, a desvalorização do personagem negro nos capítulos da história do Brasil e a incansável batalha de seus pares contra o esquecimento de seus feitos heroicos. Além da pertinência de seu conteúdo, para o contexto da contemporaneidade, sua equipe mostra-se absolutamente capacitada em histórico e excelência de realizações. Pelo viés econômico, apresenta potencial para a geração de diversos postos de trabalho, diretos e indiretos, aquecendo a cadeia produtiva das artes nas cidades que receberão as récitas. O projeto contará com ações de democratização ao longo de toda sua realização, configurando-se também como importante ferramenta na difusão dos produtos culturais. A solicitação de apoio ao projeto "Turmalina 18-50" junto ao Ministério da Cidadania, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Partindo dessa premissa, o projeto auxilia no alcance dos objetivos descritos nos incisos I, III, VIII do Art. 1º da Lei 8.313, de 1991, tendo em vista que contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e pleno exercício dos direitos culturais; apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; estimula à produção e difusão de bens culturais, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A proposta se enquadra e está de acordo com as finalidades previstas na alínea E (e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres), inciso II do art. 3º da Lei 8.313, de 1991.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

- ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: 1) Acessibilidade Física: A produção priorizará a escolha de espaços que ofereçam condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso conforme a Lei nº 13.146, de 2015, e Decreto nº 9.404, de 2018. 2) Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas apresentações munidas de medidas de acessibilidade de conteúdo, que totalizam 3 sessões, as casas contarão com intérprete de LIBRAS no atendimento e nos espetáculos, garantindo acesso ao público com deficiência auditiva. 3) Acessibiliade para deficientes visuais: Como medida de atendimento ao público deficiente visual, parte dos programas será impressa em Braile. - CONTRAPARTIDA SOCIAL: 1) Acessibilidade física: A produção priorizará a escolha de espaços que ofereçam condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso conforme a Lei nº 13.146, de 2015, e Decreto nº 9.404, de 2018. 2) Acessibilidade para deficientes auditivos: A palestra contará com intérprete de LIBRAS. 3) Acessibiliade para deficientes visuais: Será impresso conteúdo explicativo da palestra em braile para entrega ao público deficiente auditivo.

Democratização do acesso

O proponente disponibilizará 20% (vinte por cento) dos ingressos disponíveis para venda para distribuição gratuita a beneficiários de projetos sociais e/ou escolas públicas - em atendimento ao Art. 20 da IN nº 02/2019; 10% dos ingressos serão comercializados a valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; Como medida de ampliação de acesso, adotaremos o exposto no inciso V art. 21 da IN nº 02/2019 do MINC, a saber: V - será oferecida uma oficina gratuita de artes cênicas em cada cidade, com foco no público estudante de teatro, dança, música e afins. A oficina terá duração de 3h e será ministrada pelo diretor do espetáculo, com previsão de alcance de 30 pessoas por cidade.

Ficha técnica

O PROPONENTE SERÁ REMUNERADO PELAS FUNÇÕES DE DIREÇÃO GERAL E COORDENAÇÃO DO PROJETO. Em atendimento à diligência apresentada em 23/06/2020: O proponente realizará funções de relevante postura decisória na gestão do projeto. Como diretor geral, será responsável pelo planejamento estratégico de toda a execução e a distribuição de trabalho de todas as equipes contratadas, sendo a principal figura decisória nas ações referentes ao escopo do projeto, respondendo por todos os campos de trabalho: produção, administrativo, financeiro, comunicação. Como coordenador geral, será responsável por gerir e integrar as equipes, fazendo uma interface entre os trabalhos para o bom andamento das ações planejadas, garantindo a excelência da realização. -- LEANDRO FAZOLLA (Ator/ Diretor de Produção) Ator, produtor teatral e crítico de arte. Mestre em História, Teoria e Crítica de Arte (UERJ). Bacharel em História da Arte (UERJ). Diretor, produtor e membro fundador da Cia. Cerne. Idealizador e diretor do Festival Cenáculo de Teatro, mostra competitiva de teatro que acontece há 6 anos na cidade de Duque de Caxias. Foi editor executivo da revista de artes visuais DASartes por 3 anos, para a qual ainda colabora com textos e críticas sobre Artes Visuais. Entre diversos cursos de teatro, História da Arte e Artes Visuais, destacam-se Iniciação à Cenografia, na Casa de Artes de Laranjeiras (CAL), Programa Aprofundamento - Criação Artística, e Programa Aprofundamento – Curadoria, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Oficina O Ator e a Máscara, com o Grupo Moitará, e Fábrica de Monólogos, pela Serragem - Núcleo de Investigação Cênica. Diretor das 6 edições do Festival Cenáculo de Teatro, em Duque de Caxias Participou da montagem de A Vida Como Ela É (direção de Claudio Handrey), com estreia na FITA (Festa Internacional de Teatro de Angra) 2016. Conquistou diversos prêmios de melhor ator pelos espetáculos Chiquinho, Nossinhora da Kombi, Ainda Aqui e Joio, além do Prêmio Baixada na categoria Produção Teatral em 2017. Atua como produtor e assessor de comunicação na Rede Baixada em Cena, vencedora do Prêmio Shell 2017 na Categoria Inovação. VINICIUS BAIÃO (Diretor Artístico) Pós-graduado em produção cultural com ênfase em literatura infanto-juvenil pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). Formado em Letras (Português / Italiano / Respectivas Literaturas) pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Artes Cênicas pelo Studio Escola de Atores. Publicou os livros Ainda Cerne (Editora Patuá, 2014), Usucapião (Editora Multifoco, 2008), Ponte de Versos (Editora Ibis Libris, 2004) e Coletivo Vacamarela (Tordesilhas, 2007), os dois últimos em conjunto com outros escritores. Trabalhou com os grupos teatrais Trupe do Experimento, Cenáculo Cia. Teatral e, atualmente, dirige a Cia Cerne, tendo recebido mais de 50 premiações em festivais nas categorias texto, direção e ator. RODRIGO FRANÇA (Supervisão de Direção) Articulador cultural, ator, diretor, dramaturgo e artista plástico. Cientista social e filósofo político e jurídico, atuando como pesquisador, consultor e professor de direitos humanos fundamentais. É ativista pelos direitos civis, sociais e políticos da população negra no Brasil. Já expôs suas pinturas no Brasil, nos Estados Unidos e em Portugal; ganhou o Prêmio Shell de Teatro 2019, na categoria Inovação pelo seu Coletivo Segunda Black. Este também contemplado com o 18º Prêmio Questão de Crítica. Começou em 1992 a sua carreira de ator no teatro e cinema. Já trabalhou em quarentena e dois espetáculos como ator e oito como diretor. Escreveu sete espetáculos teatrais, entre eles: O Pequeno Príncipe Preto. O seu último trabalho foi "Oboró - Masculinidades Negras", onde assina a direção. KADÚ MONTEIRO (Direção musical) Kadú Monteiro é professor de formação. Também é ator, cantor, compositor, autor e diretor de teatro. Escreve e compõe desde os 12 anos. Seu primeiro livro "Pequenas Memórias Póstumas de um Defunto Vivo" traz textos poéticos sobre suas experiências do dia a dia, que vão desde momentos rotineiros a sentimentos mais densos como o amor e a saudade. Artista multifacetado, está ativo há pouco mais de 20 anos na cena cultural tanto do Rio quanto da região metropolitana. CACHALOTE MATTOS (Cenário) Christiano Cesar Mattos Dias, em artes Cachalote Mattos, formado em Cenografia pela EBA - Escola de Belas Artes da UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro e Mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Cenógrafo da Cia. de Teatro Os Ciclomáticos e do CTO-Rio - Centro de Teatro do Oprimido. Trabalhou com vários diretores de teatro, como Augusto Boal, Sergio Sans, Dudu Gama, Ribamar Ribeiro, Antônio Pedro, Vilma Melo. Experiência Internacional com aulas e montagem com grupos em diversos países como Guiné Bissau, Moçambique, Angola, Senegal, Palestina, Croácia, Berlin, França, Taiwan, Califórnia. ORLANDO CALDEIRA (Preparação corporal) Ator e circense. Formado pela Escola Técnica de Teatro Martins Pena e Escola Nacional de Circo. Atuou nas novelas “Verão 90”, “Boogie Oogie” e “I Love Paraisópolis”, da Rede Globo. No teatro, integra o Coletivo Preto e a Troupp Pas D’argent, pelos quais se apresentou no Brasil, Londres, Itália e Chile. Ator dos espetáculos “Boquinha... e Assim Surgiu o Mundo” e do musical “A Menina Edith e a Velha Sentada”, ambos com texto e direção de Lázaro Ramos. Recebeu os prêmios CBTIJ de melhor ator (2016) e de melhor ator coadjuvante (2015) e foi indicado (melhor ator) aos prêmios Botequim Cultural (2016) e Zilka Salaberry (2014 e 2016). Foi indicado ainda ao Prêmio Shell 2008 pela Pesquisa de Movimento do espetáculo “Cidade das Donzelas”. Na Europa ganhou o Prêmio Compasso Di Latta Italiano, pelo espetáculo “Cidade Das Donzelas” ( Nápoles- Itália) e o Prêmio Lukas - The Air Europa UK Awards, de Melhor Produção Teatral latino-americana do Ano de 2012 com o espetáculo “Holoclownsto” (Londres). LUIZ ANTONIO SIMAS (Pesquisador) Historiador e escritor, é autor de livros como “O vidente míope” (Editora Folha Seca, 2007), sobre J. Carlos e o Rio de Janeiro da década de 1920, em parceria com Cássio Loredano, “Samba de enredo: história e arte” (Record, 2010), com Alberto Mussa, “Pedrinhas miudinhas: ensaios sobre ruas, aldeias e terreiros” (Mórula Editorial, 2013) e “Dicionário da história social do samba” (Record, 2016), com Nei Lopes, vencedor do Jabuti como melhor livro de não ficção. Prepara a publicação do “Almanaque brasilidades” (Babilônia Cultura Editorial), pequeno inventário da história cultural do Brasil. Ex-colunista do Segundo Caderno, do jornal O GLOBO. Assina no jornal O Dia coluna semanal sobre a cultura das ruas cariocas. Desenvolve o projeto Ágoras Cariocas, ligando educação, música popular e história dos bairros da zona norte do Rio de Janeiro, em parceria com o coletivo Norte Comum.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Vitória Espírito SantoBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de Janeiro