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PRONAC 202937Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A MORENINHA

José Maria Rodrigues Monteiro
Solicitado
R$ 484,4 mil
Aprovado
R$ 484,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-07-23
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

UM TEATRO PARA SER FELIZ. Adaptação de A Moreninha, romance de Joaquim Manuel de Macedo, num musical que incorporará o melhor do nosso cancioneiro popular, dos lundus imperiais a Jovem Guarda, passando por Vicente Celestino, Carlos Galhardo, Orlando Silva, entre outros. Além de músicas compostas para o espetáculo. Uma história de amor para encantar e espantar o baixo astral, que se passa em 1844, durante o Império. Um espetáculo jovem para nos motivar e nos fazer felizes, porque precisaremos de muita autoestima diante das incertezas que deverão vir no rastro dessa tragédia global. Um espetáculo para toda a família, para resgatar nossa alegria diante das exigências materiais e psicológicas que vamos enfrentar depois do Covid-19. Mas a singela história de amor não será alienada. Em seu ápice haverá uma alusão aos dias de hoje, na visão de futuro do moribundo que prever a união dos protagonistas e chega até nossos dias, ao drama da pandemia, misturando as histórias.

Sinopse

Adaptação teatral do romance “A Moreninha”, de Joaquim Manuel de Macedo, num musical que incorporará o melhor do nosso cancioneiro popular. O livro é uma história de amor que contém uma alegria e uma afirmação juvenil que a torna mais atraente, e nos interessa ainda hoje. Um espetáculo de época, a história se passa em 1844, portanto, durante o Império, destinado a público jovem e adulto, enfim para toda a família. Quase duas dezenas de atores/cantores se revezarão nas três dezenas de personagens que compõem a adaptação. Uma equipe técnica composta por profissionais os mais capacitados, gente que esta na estrada há décadas, como Jonas Hammar, diretor musical, Aurélio de Simoni, iluminador, Carlos Alberto Nunes, diretor de arte e a coreógrafa Dani Grego. Todas as ações do projeto serão ancoradas por uma estrutura de divulgação com presença total nas redes sociais. Do primeiro dia de ensaio até a conclusão da temporada, um blog específico do projeto, produzirá e reunirá varias campanhas de divulgação e inclusão do projeto nas redes sociais. Campanhas sobre o resultado dos trabalhos dos artistas, assim como a impressão do público sobre esses trabalhos. Notícias, fotos, vídeos, depoimentos dos artistas e do público, alimentarão as páginas nas redes sociais sob orientação de uma Assessoria de Imprensa e de marketing digital. Além de programa impresso que será distribuído gratuitamente ao público, à imprensa e formadores de opinião. A singela história de amor entre Augusto e Carolina, a moreninha, não será alienada do mundo em que vivemos. Em seu ápice, quando ele a pede em casamento, Carolina, cruelmente, recorda a promessa de amor feita por ele na infância, a uma menina, junto ao leito de um moribundo. Esta cena, do moribundo, será mostrada noutro plano sob música composta para o espetáculo, e fará uma ponte com os nossos dias, juntará a história de amor e a solidariedade das crianças para com o moribundo, a uma homenagem às vítimas da pandemia de hoje, um agradecimento aos profissionais da saúde, e uma exaltação a solidariedade das pessoas, misturando as histórias. Augusto, desesperado, diz que irá atrás da menina, e que lhe pedirá perdão por ter se apaixonado por outra. Carolina, nesse momento, revelará que ela é a menina do passado dele e mostra a prenda de amor que trocaram, e ele atira-se a seus pés. Os amigos aparecem e cobram de Augusto a dívida da aposta por ter se apaixonado, escrever um romance, gancho da história, e ele lhes responde já ter escrito. Como se chama? Perguntam e ele responde: A Moreninha.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Realizar a adaptação teatral do romance "A Moreninha", de Joaquim Manuel de Macedo, num musical que incorporará ao conteúdo do romance, o melhor do nosso cancioneiro popular, dos lundus imperiais a Jovem Guarda, passando por Vicente Celestino, Carlos Galhardo, Orlando Silva, entre outros, além de diálogos cantados com músicas compostas especialmente para o espetáculo. Recontar a história de amor entre Augusto e Carolina, a moreninha, com um elenco de jovens atores, cantores e dançarinas, num espetáculo onde o tom e o modo sejam grandiosos, alegres, e de otimismo diante do amor e da amizade. Levar para os jovens e adultos momentos de lazer de qualidade, que os ajude a voltar para suas vidas de forma mais alegre e confiante, com otimismo diante do futuro e do mundo que vai resultar depois dessa pandemia. Mostrar a qualidade e permanência da literatura de Joaquim Manuel de Macedo, um dos autores fundadores de nossa literatura, ao lado da música e da poesia dos compositores do nosso cancioneiro popular, juntando o romantismo e as qualidades dessas músicas ao do romance adaptado. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: a)realizar 40 apresentações teatrais da peça "A MORENINHA", de Joaquim Manuel de Macedo, direção de José Maria Rodrigues Monteiro, com, pelo menos, 50% das entradas oferecidas gratuitamente. b) realizar como Contrapartida Social, 5 oficinas de sensibilização artísticas: _ oficina de interpretação - de teatro musical - de dança - de cenário e figurino - de iluminação cênica.

Justificativa

UM ESPETÁCULO PARA ENCANTAR E ESPANTAR O BAIXO-ASTRAL. No momento em que o mundo atravessa a angústia da pandemia global do COVID-19, de incertezas e desalento, nada mais natural que a arte nos ajude a vencer o baixo-astral, nos trazendo ânimo e alegria para após a quarentena nos ajudar a levantar com fortaleza para retomarmos, no que for possível, a vida que tínhamos antes, que certamente não voltará a ser exatamente igual. Por isso recorremos ao Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), em seu Art. 1º da Lei 8313/91, para captar recursos, e atender a seu inciso I, facilitando, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Por isso uma história de amor, para encantar, nos motivar e nos fazer felizes. Um espetáculo para todos os públicos, para as famílias se confraternizarem com a história que vem encantando jovens e adultos desde a primeira metade do século XIX. A história se passa em 1844, portanto, durante o Império. Dando oportunidade a jovens artistas, promovendo e estimulando a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, conforme o inciso II do mesmo Art. 1º da Lei 8313/91. Atendendo ainda ao inciso IV do mesmo Art 1º, no que tange a proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, incorporemos a adaptação do romance o melhor do nosso cancioneiro popular, dos lundus imperiais a Jovem Guarda, passando por Vicente Celestino, Carlos Galhardos, Orlando Silva, resgatando músicas como "O Gondoleiro do Amor", de Castro Alves e Salvador Fábregas e "Luar de Paquetá", de Hermes Fontes e Freire Junior, para impulsionar a história de amor entre Augusto e Carolina, a moreninha, num jeito e modo atuais para chegar aos jovens. Por que será um espetáculo jovem, cujo tema e história largamente conhecida, uma vez que o romance fez parte da leitura obrigatória de muitos estudantes, ajudará nessa aproximação, e apesar de resgatarmos muitas músicas da primeira metade do século passado e até do XIX, vão vir embrulhadas numa roupagem atual, no ritmo, no tom e postura cênica. Sem perder a oportunidade de oferecer aos mais velhos a nostalgia de outros tempos, dos seresteiros, das serestas. Salvaguardando a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, conforme inciso V do mesmo Artigo. O livro é um romance de geração, sucesso entre os jovens e os leitores desde o momento em que foi lançado, e aqui atendemos ao inciso VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, isto é, estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Mas não é só a história de amor, ele contém uma alegria e uma quase irresponsabilidade da juventude, que o torna atraente, e nos interessa ainda hoje. E esse clima nós iremos manter no espetáculo, mesmo que os interesses de nossa juventude hoje estejam tão distantes daqueles jovens da primeira metade do século XIX, porque nossos corações permanecem os mesmos diante do amor, do medo de perder a pessoa amada, e da alegria do reencontro e do encontro entre os amigos. Um musical, que prioriza o produto cultural originário do País, conforme inciso IX do Art., com elenco de 16 atores/cantores/dançarinos, valorizando o trabalho de jovens artistas, nossa literatura e a cultura nacional, um empreendimento que só poderá ser realizado a contento com o patrocínio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, porque será um espetáculo grande, que envolve muita gente para muita gente, porque será para toda a família, por isso precisamos oferecer a preço acessível. Portanto, é um espetáculo para resgatar nossa alegria e nossa autoestima. O projeto é importante porque difunde a literatura brasileira, na figura de Joaquim Manuel de Macedo, um de seus fundadores, despertando o interesse do público que ainda não conhece a se interessar por ela, especialmente os jovens. Difunde a música de nossos compositores, clássicos de nosso cancioneiro popular, para a juventude atual, e desta forma atendendo ao Art. 3° da Lei 8313/91, em seu inciso II, no fomento à produção cultural e artística, na alínea "c" mediante a realização de espetáculo de artes cênicas e música. Ainda atenderemos ao inciso IV do mesmo Art., estimulando o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a alínea "a", na distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, conforme estipulado na DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO. O projeto é importante porque difunde a literatura brasileira, na figura de Joaquim Manuel de Macedo, um de seus fundadores, despertando o interesse do público que ainda não conhece a se interessar por ela, especialmente os jovens. Difunde a música de nossos compositores, clássicos de nosso cancioneiro popular, para a juventude atual. Portanto, é um projeto para aumentar nossa autoestima, valorizar a literatura e a arte nacional, requalificar o trabalho de jovens e de experientes artistas, e possibilitar a camadas populares o acesso às artes cênicas, justificando, dessa forma, a realização do mesmo com o patrocínio da Lei de Incentivo a Cultura.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO: Espetáculo teatral: A Moreninha - Ato único. - Duração: 120 minutos - Número de sessões: 40 (1ª temporada) Registro: - dois vídeos, com créditos e making of. Produção: - Ensaios: dois meses. - Produção de cenário – 25 dias - Produção de figurinos e adereços – 45 dias Divulgação: quatro meses - acompanhará todo o projetos desde o primeiro dia de ensaio. - Assessoria de Imprensa - Marketng digital - Blog - Redes Sociais - Programa impresso: 12 mil unidades

Acessibilidade

Para atender as exigências de acessibilidade do programa de patrocínio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, adotaremos as seguintes resoluções de ACESSIBILIDADE: 1 - Vamos assegurar aos cadeirantes local apropriado, privilegiado, para que possam ter a melhor visibilidade do espetáculo, em qualquer teatro em que estejamos. Assim como facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros apropriados e rampas). 2 - Haverá um telão com a tradução em libras para atender aos deficientes auditivos. 3 - Para os deficientes visuais será reservado local apropriado na plateia com fones de ouvido, com a narração da parte não cantada, e não falada do espetáculo, descrevendo o cenário, as mudanças de cena e as ações dos atores. Assim como facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas, guias táteis). 4 - Para as pessoas com deficiência COGNITIVA, colocaremos monitores especializados, pessoas que possam receber e atender esses espectadores (e seus acompanhantes) oferecendo uma experiência abrangente do espetáculo. Dessa forma poderemos oferecer 100% das apresentações em formato acessível, coisa que será informada em todo o material de divulgação, desde panfletos, até anúncios na internet, rádio e TV. Essas mesmas medidas atenderão as pessoas beneficiadas com a “Formação de Plateia”, professores e estudantes com deficiência auditiva, visual e COGNITIVA, em atendimento ao Art. 47 da Instrução Normativa nº 01/2017.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Para atender as exigências da DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO, conforme o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos as seguintes ações: Conforme inciso I, do art. doaremos, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos ingressos de cada sessão do espetáculo para estudantes e professores de escolas públicas, devidamente identificados. Conforme inciso III, disponibilizaremos, na Internet, registros audiovisuais do processo de montagem, e do espetáculo, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Conforme inciso V, realizaremos gratuitamente, como produto secundário, referente a Contrapartida Social, cinco oficinas de sensibilização artísticas, dirigidas especialmente a jovens de escolas públicas, e outros jovens carentes, a saber: - oficina de interpretação - de teatro musical - de dança - de cenário e figurino - de iluminação cênica. Conforme inciso X, doaremos ingressos, além do previsto na Formação de Plateia, a estudantes e professores de gestão cultural e artes de universidades públicas, devidamente identificadas.

Ficha técnica

Texto: A MORENINHA Autor: Joaquim Manuel de Macedo Adaptação, Direção Geral e Proponente: José Maria Rodrigues Monteiro Direção Musical: Jonas Hammar Direção de Arte: Carlos Alberto Nunes Iluminação: Aurélio de Simoni Coreografias: Dani Grego Produção Executiva: Gedivam de Albuquerque ELENCO: (Atores/cantores/dançarinos) Anja Betencourt Bárbara Evelyn Cris Penna Eduardo Barbosa Gabriel Contente Gedivam de Albuquerque José Magela José Maria Rodrigues Lian Gaia Lucélia Pontes Lucas da Purificação Marcia Di Milla Mariana Mascarenhas Miriã Sant’Anna Roberto Wagner Rosângela San

Providência

PROJETO ARQUIVADO.