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Este é um Programa de formação de artes circenses destinado ao atendimento gratuito de crianças, adolescentes e jovens, com idades entre 07 e 17 anos, estudantes de escolas públicas, oriundas de famílias de baixa renda. Serão realizadas Oficinas de Circo no contraturno escolar, nas diferentes modalidades circenses: Acrobacia de solo, manipulação de objetos, Acrobacia aérea e equilibrismo. Além das oficinas, o programa prevê a realização de 1 espetáculo final como forma de avaliação de desempenho e de demonstração do aprendizado adquirido pelos alunos.
Oficinas de circo As oficinas de circo são atividades que não necessitam de sinopse e a sua descrição constam na proposta pedagógica, bem como na descrição da atividade. No entanto, ratificamos que as mesmas compõem quatro grupos de modalidades circenses: Acrobacia, manipulação de objetos, equilibrismo e aéreos. O resultado destas oficinas podem ser constatados e avaliados no espetáculo final, como segue abaixo: Espetáculo de Circo O espetáculo final terá aproximadamente 60' de duração e contará com a participação de todos os alunos que particpam do projeto, independente do nível de aprendizado em que se econtra. O espetáculo será realizado no último mês de realização das oficinas e será compreedido como conclusão das atividades. O tema espetáculo será escolhido na "roda", durante as oficinas, através de um processo democrático de seleção, onde os alunos poderão sugerir histórias, temas, enredos, contextos que possam dar o título ao espetáculo. Acreditamos que assim, a sensação de pertencimento e o protagonismo dos participantes estarão de fato sendo praticados. Além disso, os temas poderão expressar seus desejos, sonhos, inquietações e, no mínimo, expor a manifestação cultural e artística de um determiando lugar ou grupo social.
Objetivo Geral: Realizar um programa de formação de artes circenses destinado a crianças, adolescentes e jovens de origem popular, para desenvolver habilidades técnicas das artes circenses e habilidades sociais, estimulando o exercício à convivência e a criatividade, intrínsecos nas artes circenses. Objetivos Específicos: Oficinas de Circo - Oferecer gratuitamente 60 vagas para crianças, adolescentes e jovens com idades entre 07 e 17 anos, estudantes de escolas públicas, para desenvolverem habilidades nas Artes Circenses; - Realizar oficinas em 04 grupos de modalidade: Acrobacia Aérea; Acrobacia de Solo; Manipulação de Objetos e Equilibrismo, durante 3 meses, de segunda a sexta, no contraturno escolar. Espetáculo de Circo - Realizar 1 espetáculo de circo como atividade de conclusão das oficinas; - Contribuir com a democratização do acesso aos bens de cultura destinados a população de baixo poder aquisitivo, ofertando 40% de ingressos gratuitos a estudantes e professores da rede pública de ensino;
A realização do projeto contribui para o cumprimento das finalidades do Pronac, conforme o Art. 1º da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei nº 8.313/91 A referida proposta está enquadrada no segmento Espetáculo de Artes Cênicas, Art. 18 da Lei nº 8313/91. Conforme incisos I, II, III, IV, V, VIII e IX do Art. 1º e Art. 3º da Lei 8313/91 a aprovação e financiamento deste projeto na Lei Federal de Incentivo à Cultura é imprescindível à sua realização, pois proporcionará ao público brasileiro um espetáculo de artes cênicas nacional - circo, de alto nível artístico e o acesso aos de bens culturais. O presente projeto contribui para o pleno exercício do direito à cultura, protegendo as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. O projeto tem como local de realização a cidade de Mesquita, localizada na baixada fluminense, Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Mesquita emancipou-se em 1999 do município vizinho de Nova Iguaçu, instaurando-se como a cidade mais nova da Baixada Fluminense e do estado do Rio de Janeiro. Sua população estimada pelo IBGE no ano de 2019 foi de 176.103 pessoas. Deste total, mais de 30% é composto por crianças e jovens com idades entre 06 e 24 anos. Apesar de o IDH ser alto, 0,737 (IBGE 2010), os contrastes sociais da cidade são alarmantes, sobretudo, no que tange a oferta de atividades sócioeducativas e culturais voltadas para crianças, adolescentes e jovens. Fazendo um recorte para área das artes cênicas e o segmento circo, a oferta desta atividade ainda é muito baixa, considerando a demanda reprimida, conforme apontam os dados acima. Neste sentido, justifica-se um projeto desta natureza pois, ao mesmo tempo que cumpre uma função sócioeducativa, traz em seu fazer um estímulo a prática das artes circenses, sendo esta uma ferramenta em potencial para a formação de crianças, adolescentes e jovens. No coração da baixada fluminense, é sabido que um projeto deste porte reacenderá o desejo nas cidades vizinhas de investir em projetos que integram a comunidade, reconstrói laços e dialoga com uma política voltada para transformações sociais, a partir da realização de atividades culturais. Frente ao exposto, é fato que este projeto figura-se como uma proposta que dialoga com os objetivos da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal, tal qual encontra-se em seu artigo primeiro: 'promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais em sua política de patrocínio'. Este projeto está baseado em dados reais com elementos sócio-culturais e demográficos da cidade de Mesquita (RJ), por isso, torna-se imperiosa a sua realização a partir do momento em que as atividades presentes nesta propostas são compreendidas como vetores de desenvolvimento social e humano, sobretudo, porque são destinadas exclusivamente para crianças, adolescentes e jovens em situação de risco e vulnerabilidade social, ávidos por atividades artísticas que dêem a eles um novo sentido no seu cotidiano.
Entendemos que as principais informações apresenadas nos outros campos já são suficientes para consubstanciar a proposta e submeter a avaliação.
Proposta Pedagógica As atividades baseiam-se no estímulo das Inteligências Múltiplas, tomando por base a pluralidade dos conhecimentos dos educandos, reconhecendo que eles são detentores de saberes além dos linguístico (habilidade criativa de lidar com as palavras) e do lógico matemático (habilidade lógica e científica). Assim, o trabalho junto ao educando visa o desenvolvimento de um conjunto de outros saberes, conhecimentos e inteligências que entendemos intrínsecas do circo, entre as quais a: inteligência espacial (habilidade de relacionar padrões, perceber formas espaciais e conceituar relações entre elas); inteligência corporal cinestésica (habilidade de usar o corpo para resolver problemas ou moldar produtos); inteligência interpessoal (habilidade de compreender as pessoas e relacionar-se com os outros), inteligência intrapessoal (competência para autoconhecer-se e estar bem consigo mesmo, administrando seus sentimentos e emoções a favor de seus projetos), cujo alcance é proporcionado por situações de aprendizagem através de um conjunto de atividades que integram os fazeres educativo e artístico. Baseados nos quatro pilares da educação da UNESCO, os processos envolvem os participantes em todas as fases da sua execução. Assim os participantes praticam a habilidade de construir conhecimentos, por meio de pesquisas, planejamentos e avaliações que são estimulados a realizar de todas as atividades [aprender a conhecer]. O envolvimento dos participantes em todos os processos e atividades, os valoriza como seres criativos, capazes e co construtores [aprender a fazer]. A tomada de decisões e a pactuação entre os participantes, educadores e demais profissionais que atuam no programa relacionadas aos processos e atividades, valorizam a importância do trabalho coletivo [aprender a viver em grupo]. O espetáculo final dá aos participantes a oportunidade de fazer um diagnóstico do seu potencial: possibilidades x limitações; perseverança; capacidade de administrar suas emoções; automotivação; comunicação interpessoal; percepção física e corporal; autoestima; e etc [aprender a ser]. Fazer educativo e artístico Por ser uma proposta de educação não-formal pela via da cultural, busca-se um currículo baseado nos desejos, necessidades e interesses dos participantes, favorecendo o enriquecimento de suas biografias e ampliando a gama de vivências e experiências formativas, utilizando o fator de sedução das artes circenses integradas à outras linguagens artísticas e culturais como facilitadoras de múltiplos aprendizados, recorrendo também aos referenciais mais amplos da cultura e da memória para a reescrita e reconstrução de identidades, permitindo aos sujeitos envolvidos que se (re)conheçam e se (re)pensem em termos de origem, pertencimento e inserção social. Oficinas de circo Aulas e práticas de técnicas e habilidades circenses como tema central de uma ação conjugada, indicando condutas organizadas e conscientes, cujos conteúdos de aprendizagem são voltados para os participantes desenvolverem e aprimorarem competências nas técnicas circenses de: Acrobacia de Solo; Acrobacia Aérea; Malabarismo e Equilíbrio, através das quais adquirem consciência corporal, capacidade de deslocamento e de manipulação de objetos. Organização das aulas Os participantes são distribuídos em “trupes” de acordo com as suas faixas etárias que, em um sistema de rodízios, participam de aulas com uma hora de duração, das mais variadas técnicas e habilidades circenses integradas a outras linguagens artísticas e culturais. No início das atividades é realizada uma roda de discussão onde os educadores falam sobre as atividades que serão feitas no dia e os educandos têm a possibilidade de dar opiniões. Em seguida, acontece uma brincadeira e um aquecimento/alongamento preparatório para as atividades físicas que serão realizadas. Terminadas as aulas, novamente se forma uma roda de diálogos entre educandos e educadores para comentar as atividades e transmitir recados. Funcionamento Oficinas de Circo - Turno Manhã Realização de Oficinas de Circo em 16 diferentes modalidades, de segunda a sexta, das 08:00 as 11:30 horas, durante 3 meses consecutivos. No de vagas: 30 / Valor: gratuito Oficinas de Circo - Turno Tarde Realização de Oficinas de Circo em 16 diferentes modalidades, de segunda a sexta, das 13:30 as 17:00 horas, durante 3 meses consecutivos. No de vagas: 30 / Valor: gratuito Público Crianças, adolescentes e jovens com idades entre 07 e 17 anos, estudantes da rede pública de ensino. Atendimento a até 60 alunos, sendo 30 por turno. Oficinas complementares Atividades nas quais os participantes vivenciam a relação com outras linguagens artísticas e culturais, além de participarem de atividades formativas nas áreas que integram a cadeia produtiva do espetáculo circense. Espetáculo final Propicia aos participantes um espaço de expressão criativa, no qual dividem com familiares, amigos e a comunidade, os resultados alcançados depois de um ciclo de esforços. Mostrando o que se dedicaram à aprender e a evolução dos seus conhecimentos artísticos e culturais, se percebendo como sujeitos ativos e produtores de bens culturais e como protagonistas de ações positivas. O espetáculo terão aproximadamente 60' de duração e contará com a participação de todos os alunos. Número de apresentações: 1 (100% gratuito)
No que tange ao número de assentos disponíveis para a apresentação do espetáculo final (300 lugares), serão reservados 6 lugares (2% do nº total) exclusivamente para pessoas com cadeira de rodas e 6 lugares para seus respectivos acompanhantes, conforme preconiza a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. O espaço de realização das atividades prevê a disponibilização de banheiros destinados exclusivamente para pessoas com deficiência, bem como rampas de acesso para o espaço educativo e a platéia. Além disso, o corpo docente do projeto e os demais contratados, serão capacitados na área de acessibilidade para que possam atender de forma adequada pessoas com deficiêcia, tantos nas oficinas de circo, quanto mostra final. No espetáculo, haverá intérprete de libras e audiodescritor para que se possa gatantir o acesso e o desfrute do resultado artístico de forma integral por parte das pessoas com deficiêcia. Com a previsão destas atividades e medidas, a proposta está em acordo com artigo 18 da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de abril de 2019, que diz: Art. 18. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo de incentivo a projetos culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. § 1º Havendo custos com as ações de acessibilidade, estes devem estar previstos no orçamento analítico do projeto. § 2º O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, quando adotadas para o produto. Art. 19. Será permitido ao proponente oferecer medidas alternativas devidamente motivadas, sujeitas à prévia aprovação da Secretaria Especial de Cultural, para assegurar o atendimento às medidas de acessibilidade previstas na legislação pertinente. Segue abaixo as medidas/providências quanto a acessibilidade nos seguintes produtos/serviços: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: - No que tange ao número de assentos disponíveis para a apresentação do espetáculo final (300 lugares), serão reservados 6 lugares (2% do nº total) exclusivamente para pessoas com cadeira de rodas e 6 lugares para seus respectivos acompanhantes, conforme preconiza a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. - Garantia de rampas de acesso, bem como banheiros exclusivos para PCD - Pessoa Com Deficiência Acessibilidade para deficientes visuais: Contração de profissionais e equipamentos de audiodescrição em todas as sessões do espetáculo; Acessibilidade para deficientes auditivos: Contratação de Intérprete de Libras para todas as sessões do espetáculo; CURSO/OFICINA/ESTÁGIO Acessibilidade física: Esta atividade será realizada em espaço amplo, munido de rampas de acesso e os professores serão capacitados para o atendimento a Pessoa Com de Deficiência - PCD. Acessibilidade para deficientes visuais: Esta é uma atividade onde o beneficiário ficará próximo ao instrutor, não havendo a necessidade de equipamentos e profissionais de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Esta atividade não requer contratação de interprete de libras, pois, o próprio educador é quem vai ministrar a atividade, próximo e junto ao beneficiário, além disso, estará capacitado em Libras para melhor aplicar a oficina, no caso de haver algum beneficiário com deficiência auditiva. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: No que tange ao número de assentos disponíveis, serão reservados 2% do nº total, exclusivamente para pessoas com cadeira de rodas e lugares para seus respectivos acompanhantes, conforme preconiza a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. - Garantia de rampas de acesso, bem como banheiros exclusivos para PCD - Pessoa Com Deficiência Acessibilidade para deficientes visuais: Esta atividade será realizada em forma de palestra, portanto, não exigirá a contrtação de audiodescritores; Acessibilidade para deficientes auditivos: Contrataçã de Intérprete de Libras para todas as sessões do espetáculo;
Considerando o espetáculo final como resultante do produto principal, serão reservados 20% dos ingressos (60 und) para serem destinados às escolas da rede pública de ensino, para além do previsto na alínea "a", inciso I do artido 20. Com isso, o percentual de ingressos destinados exlusivamente para distribuição gratuita com caráter social subirá de 20% para 40%. Além desta inciativa, a proposta irá ofereceer transporte gratuito para pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; Neste sentido esta proposta está plenamente de acordo com os incisos I e II do art.21 da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de abril de 2019, que dizem: "I - Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;" "II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos;"
A empresa Proponente A nossa empresa é a responsável pela idealização, inscrição na Lei de Incentivo a Cultura, promoção de parcerias, bem como, toda gestão/execução deste projeto. Acumulamos experência na área das artes cênicas, em especial nas artes circenses, destacando o Festival Interncional de Circo do Rio de Janeiro e o Projeto Circo Volante. Um dos sócios da empresa, Vinicius Daumas, figura-se como Coordenador Geral do projeto, empregando toda a sua experiência acumulada ao longo dos 25 anos de vida dedicada a produção cultural e artística. Vinicius Daumas / Coordenador Geral Co-fundador e Coordenador Artístico do Circo Crescer e Viver há 18 anos. Em 2013, foi co-diretor do espetáculo “Porto”, dirigido por Boris Vecchio. Em outubro de 2013, se apresentou no FestiClown em Rivas Vaciamadrid, Espanha. Em 2014, dirigiu ao lado da Diretora Jenny Sealey, o espetáculo Belonging, estreado no Roundhouse (Londres), com temporada no Rio de Janeiro e São Paulo. Assinou a Direção artística das 2a, 3a, 4a e 5a edições do Festival internacional de Circo do Rio de Janeiro, nos anos de 2014, 2015, 2016 e 2018. Em 2016 Dirigiu o Espetáculo “Parada Shakespeare”, protagonizado por 6 artistas de circo com deficiência e 4 sem deficiência e em 2017 dirigiu o espetáculo Cazumbá, ambos criados e produzidos pelo Circo Crescer e Viver. Thaynã Oliveira / Coordenadora pedagógica Formada em Pedagogia pela Univesidade do Estado do Rio de Janeiro. Pós-graduada em psicopedagogia. Experiência na formação de crianças e adolescentes e especializada na formação de crianças com autismo na Escola Alemã Corcovado. Outros cursos: Ludificar – Motivações e estratégias para a sala de aula - CEDERJ; Disciplina Positiva – Manole Educação; Mini adultos: agenda lotada, estresse, ansiedade: como sobreviver?; Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil e Profissões e Afins – ABENEPI; PDI – Plano de Desenvolvimento Individual - COLABORAR Gilmar Oliveira / Educador e instutor de artes circenses Artista circense com DRT tem habilidades de portô, acrobata, perna de pau, monociclista, palhaço, malabarista, pirofagista, com conhecimento básico em aéreos e arame. Formado no Programa de Formação do Artista de Circo - PROFAC (Circo Crescere Viver) - fevereiro de 2012 a novembro de 2014. Formado no Curso Técnico em Arte Circense da Escola Nacional de Circo do Brasil (ENC) - agosto de 2015 a maio de 2017. Monitor de circo no Circo Social do Circo Crescer e Viver de janeiro a junho de2013. Professor de circo na escola Oga Mitá de fevereiro a junho de 2016. Thiago Nascimento / Educador e instrutor de artes circenses e dança Formado pela Escola Nacional de Circo, sua atuação no ramo de entretenimento vai desde suas habilidades circenses até sua descoberta e investimento como bailarino, ampliando-se enquanto artista. Sua pesquisa envolve a corporeidade como um todo, já que também é formando de fisioterapia, adequando técnica e consciência ao seu trabalho. Viagens a Países do Mercosul, Espetáculos, Participação em Filmes e Minisséries são alguns dos feitos deste que cada vez mais agrega fatores a sua experiência. Além das artes circenses é formado em fisioterapia pela Universidade Veiga de Almeida (2011). Habilidades Circenses Técnicas de manipulação (malabares), técnicas de acrobacias aéreas (tecido, trapézio), técnicas de acrobacia, técnicas de equilíbrio (cama elástica, equilíbrio na bola, parada de mão, perna de pau) e técnicas especiais (pirofagia). Habilidades na Dança Jazz; Dança Contemporânea; Dança Afro; Ballet; Dança Moderna; Dança de Salão Luis Carlos / Educador e instrutor de artes circenses Formado pela Escola Nacional de Circo, atuou como educador no Programa de Circo Social e no Programa de Formação do Artista de Circo, ambos do Circo Crescer e Viver, durante 5 anos. Malabarista, acrobata e equilibrista. Experência internacional na europa atuando em parques e teatros na Alemanhã, Suécia e Finlândia. José Luiz Correa / Educador e instrutor de artes circenses Formado pelo Programa de Formação do artista de circo do Circo Crescer e Viver. Acrobara, equilibrista com especialização ao malabarismo. Aline de Mesquita / Educadora e instrutora de artes circenses Formada pela Escola Nacional de Circo. Arte-educadora com experiência em projetos de circo social. Formada em Psicomotricidade "Brincando com a ginástica" (Núcleo de Ginástica Marcelo Azeredo). Trabalhou nos projetos "Se essa rua fosse minha" e "Circo Baixada", ambos como educadore de circo, com espcilização em Equilibrismo (perna de pau e arame).
PROJETO ARQUIVADO.