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PRONAC 202996Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Oceanos - circulação Nordeste

ORGANIZACAO NAO GOVERNAMENTAL DANCAR A VIDA
Solicitado
R$ 296,2 mil
Aprovado
R$ 296,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-11-03
Término
2021-06-30
Locais de realização (4)
Camaçari BahiaMata de São João BahiaSalvador BahiaRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Trata-se de apresentação do espetáculo infantil denominado "Oceanos", com objetivo de utilizar a linguagem da dança contemporânea para debater as questões ambientais no meio aquático. O projeto será apresentado em três cidades do estado da Bahia - Salvador, Camaçari e Mata de São João. Além das apresentações, estão previstas oficinas voltadas para público infantil e rodas de conversa com profissionais de dança. O elenco será composto por ex-alunos do projeto social Dançar a Vida, cuja sede é no Rio de Janeiro e tem como objetivo a democratização de acesso à arte e a cultura de jovens provenientes de comunidades carentes de diferentes regiões do Brasil. Além disso, o Dançar a Vida visa ampliar a referência cultural de seus alunos, buscando a quebra de paradigmas em relação à dança clássica e a música erudita e abrindo um horizonte profissional fora dos limites impostos pelas condições sociais das famílias.

Sinopse

“Oceanos” é um espetáculo apresentado pela Cia Jovem Dançar a Vida, onde as questões ambientais serão retratadas através da dança, mostrando a vida dos animais aquáticos, que durante milhões de anos se propagou livre pelo planeta, até que o traço da inteligência humana surge, sujando as costas e as profundezas. A indiferença do homem, cúmplice da extinção de diversas espécies. Desta forma, buscamos estabelecer processos contínuos de reflexão para que a humanidade reaprenda a conviver num mundo mais sustentável.

Objetivos

objetivos geral: O projeto pretende realizar trabalho educativo de conscientização junto ao público infantil a respeito da preservação do meio ambiente. O espetáculo de dança contemporânea conta a história dos oceanos, do povo do mar, onde acreditávamos que o equilíbrio da natureza seria eterno e imutável, na época em que os animais desfrutavam de imensos territórios, como viajantes involuntários compartilhando os oceanos em extraordinárias aventuras, até que surge o olhar dos homens ameaçando, transformando a vida. A dança, denunciando o grito das espécies ameaçadas, enquanto a biodiversidade aquática prossegue num perigoso processo de extinção. Dessa forma, o objetivo geral é apresentar para as crianças, de forma lúdica e poética a importância do tema em questão. Objetivo específico: A arte possui o poder e a magia de transformar e conscientizar. Através da performance de 08 bailarinos do projeto social Dançar a Vida, a intenção da criação coreográfica será de despertar e estimular o respeito pelo mundo submerso, onde o desejo de colaborar e lutar pela preservação do meio aquático, é a principal inspiração para o desenvolvimento do espetáculo. A música e a dança nos levarão ao coração dos oceanos, com arte e respeito, para descobrir, entender e cuidar. E que ao final da temporada possamos acreditar na capacidade do ser humano de entender e interagir com o mundo, preservando o meio ambiente e protegendo os recursos naturais para gerações futuras. O Projeto Social Dançar a Vida é reconhecido como uma Organização Não Governamental que atua em parceria com a Escola de Dança Petite Danse e utiliza seu método de ensino através do Curso de Formação Profissional para Bailarinos autorizado pelo Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro, desde 1999. O espetáculo será apresentado em 3 cidades da Bahia, de diferentes portes: Salvador (população de 2,8 milhões de pessoas) , Camaçari (299 mil) e Mata de São João (46 mil), segundo dados do IBGE. Com isso, visa ter alcançar públicos e realidades ecléticas. O espetáculo é voltado para crianças, porém, a mensagem também será para os pais e demais acompanhantes. O público presencial é estimado em 1000 pessoas. Como o projeto contará com cobertura digital, a meta é impactar mais 2000 pessoas, totalizando público total de 3.000 pessoas.

Justificativa

Muito se fala nos dias de hoje sobre sustentabilidade e preservação da natureza, mas ainda assim o que vemos em nossas praias é uma enorme quantidade de lixo que diariamente é lançada ao mar. A poluição dos oceanos atingiu um caráter global. A grande quantidade de lixo coletada mostra que nem mesmo locais mais remotos estão livres da interferência humana Acreditamos fortemente que a disseminação destas opiniões e conceitos junto à sociedade podem sim interferir positivamente, na mudança de atitude de cada um, somando esforços na busca de soluções para o problema do lixo marinho. Assim, convidamos todos à esse espetáculo, e deixamos aqui um ensinamento: que nas praias do nosso planeta, os únicos resíduos sejam os castelos de areia. A cultura é a base para a construção da identidade de um povo. As manifestações culturais se expressam em diversas áreas como na música, nos esportes e na dança. Historicamente a dança sempre se mostrou instrumento fundamental para a expressão de um povo, seja de forma religiosa, lúdica ou performática. Baseado nesses preceitos, entendemos que a dança, dentro de uma visão humanística, pode contribuir significativamente na construção de uma sociedade mais justa, facilitando através da arte a inserção de valores que são pilares para formação de qualquer indivíduo. A partir dessa filosofia, a Companhia Dançar a Vida busca estabelecer processos contínuos de interesse e estudo acerca da cultura em nosso país, focando a música, a dança e a intencionalidade de mobilizar experiências capazes de desencadear processos formativos e de produção de conhecimento no campo das artes. A Companhia Dançar a Vida nasceu com o objetivo de dar continuidade ao trabalho de formação profissional realizado pelo Projeto Social Dançar a Vida, onde crianças a partir de oito anos de idade iniciam seus estudos e vão até o nível técnico profissional autorizado pelo Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro. Atualmente, o projeto social não conta com nenhum tipo de patrocínio e sobrevive apenas com apoio da Escola de Dança Petite Dança(onde é sediado) e de doações de pessoas físicas. Para viabilizar o projeto ora proposto, se faz necessária a captação de novos patrocinadores e o apoio das leis de incentivo é fundamental. Face ao exposto, informamos que o projeto se enquadra nos incisos I, III e VII do Art. 1° da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Informamos ainda que o projeto visa alcançar o objetivo II do Artigo 3º da Lei 8313/91: II- fomento à produção cultural e artística, mediante:(...)c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

A Companhia Dançar a Vida, composta por ex alunos do Projeto Social Dançar a Vida, se originou em função da necessidade de se criar condições básicas necessárias aos alunos de nível técnico profissional, para se manterem no estudo e complementação na formação em dança. O Projeto Social recebe crianças e adolescentes de diversas comunidades dos bairros da Tijuca, Barra da Tijuca e localidades do seu entorno, onde se encontram comunidades de baixa renda como o Morro da Formiga, Borel, Salgueiro, Tijuquinha, Rio das Pedras entre outros. Partindo do princípio de que a arte é um dos melhores caminhos para se alcançar a qualidade de valores morais e educacionais, decidimos assim investir num programa educacional voltado para o ensino da dança, buscando uma visão integral do ser humano, a formação profissional e o encaminhamento na carreira artística. Meninos e meninas na faixa etária de 8 a 14 anos podem ingressar no projeto desde que estejam devidamente matriculados na rede de ensino público. Após uma avaliação prática e exame médico, os alunos iniciam um trabalho educativo voltado para arte, educação e saúde. Ao atingir o nível técnico de ensino, os alunos mais aplicados são encaminhados para uma avaliação, afim de ingressarem na Companhia Jovem Dançar a Vida. JustificativaA cultura é a base para a construção da identidade de um povo. As manifestações culturais se expressam em diversas áreas como na música, nos esportes e na dança. Historicamente a dança sempre se mostrou instrumento fundamental para a expressão de um povo, seja de forma religiosa, lúdica ou performática. Baseado nesses preceitos, entendemos que a dança, dentro de uma visão humanística, pode contribuir significativamente na construção de uma sociedade mais justa, facilitando através da arte a inserção de valores que são pilares para formação de qualquer indivíduo. A partir dessa filosofia, a Companhia Dançar a Vida busca estabelecer processos contínuos de interesse e estudo acerca da cultura em nosso país, focando a música, a dança e a intencionalidade de mobilizar experiências capazes de desencadear processos formativos e de produção de conhecimento no campo das artes. A Companhia Dançar a Vida nasceu com o objetivo de dar continuidade ao trabalho de formação profissional realizado pelo Projeto Social Dançar a Vida, onde crianças a partir de oito anos de idade iniciam seus estudos e vão até o nível técnico profissional autorizado pelo Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro. A partir desse nível, os alunos passam por um processo de amadurecimento e atingem um altíssimo nível técnico profissional; porém nesse período é muito difícil mantê-los no curso, pois em idade mais avançada (em média 14 a 19 anos), são cobrados pelos familiares para terem um emprego remunerado e auxiliarem nos gastos com a família, que geralmente são de baixa renda. Em função disso, muitos alunos talentosos abandonam o curso em busca de um outro tipo de trabalho. Resultados ObtidosDurantes 13 anos o projeto formou e encaminhou diversos jovens para o mercado de trabalho. Atualmente muitos trabalham em importantes companhias no Brasil e exterior, como: San Francisco Ballet (Califórnia – EUA) , Royal Ballet de Londres (Inglaterra), Cia de Bailados de Lisboa (Portugal) Theatro Municipal do RJ e São Paulo Cia de Dança (Brasil) Royal New Zeland Ballet ( Nova Zelândia), Sttutgart Ballet (Alemanha), Salzburg Ballet (Austria), Academie Princess Grace Ballet (Mônaco), Houston Ballet (EUA) Entre outros, que atualmente trabalham como professores e coreógrafos. Histórico dos Espetáculos (Repertório do Projeto Social)A Companhia Jovem Dançar a Vida se caracteriza por levar ao público espetáculos de dança que apresentam traços da cultura brasileira; por isso, foca na pesquisa musical, histórica e de movimento, valorizando a riqueza e diversidade de nosso país: 2008 - Giselle - Apresentação completa do Ballet Giselle. Obra prima do repertório clássico, que possibilitou a centenas de jovens estudantes de dança a conhecerem a história de uma das maiores obras do romantismo do século XVIII. 2009-2010 – Villa Lobos, Uma Canção de Amor – Primeiro espetáculo criado pela Cia, narra a trajetória de vida do grande músico, compositor e maestro Heitor Villa Lobos. Sua paixão pela música e pelas coisas do Brasil, o folclore,a Floresta Amazônica, a natureza que inspiraram suas composições. Com o patrocínio do BNDES, foi possível realizarmos 72 apresentações gratuitas em um período de seis meses.

Especificação técnica

O proponente será remunerado através das seguintes linhas do orçamento: Direção Artística. 1. Público alvo (características e idade) Crianças de 0 a 12 anos. 2. Metodologia que será aplicadaMétodo de Ensino próprio da Companhia, mesclando a metodologia russa de Vaganova e a técnica de dança contemporânea junto a técnica teatral.

Acessibilidade

As apresentações do espetáculo serão realizadas em espaços, tais como: teatros, praças e ambientes onde haverão recursos necessários para acessibilidade de pessoas com deficiências motoras reduzidas, visuais entre outras. Acessibilidade Física - Todos os locais das apresentações serão definidos a partir da vistoria prévia da equipe, afim de confirmar as diposições básicas de acesso com rampas e barras laterais. Acessibilidade de Conteúdo - As apresentações em Salvador contarão com equipamentos de audio descrição , bem como serão realizadas visitações no palco e cenário voltadas para crianças com deficiência visual, que poderão também interagir com elenco. Esse público será impactado previamente e ofereceremos transporte de ida e volta para o teatro.

Democratização do acesso

Os ingressos serão gratuitos. Além disso, ofereceremos transporte para projetos sociais que utilizem a dança como transformação social. Baseado no art. 55 da IN nº 01/2017 do MinC, adotaremos o primeiro critério para a doação dos ingressos ou produtos para instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo. Além disso, o espetáculo é um desdobramento do projeto social Dançar a Vida, que visa a democratização dando oportunidade à crianças e adolescentes de famílias de baixa renda a ingressar com bolsa de estudos, no curso de formação profissional autorizado pelo Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro, com diploma regulamentar oferecido no final do curso. Outra forma de ampliação e Democratização de Acesso, dá-se também pelo fato do projeto receber jovens de diversos estados do brasil que vivem em cidades do interior, cidades essas onde o trabalho de dança é pouco desenvolvido, desse modo, procuram o projeto em busca de conhecimento e aprimoramento técnico profissional. O projeto recebe os jovens contribuindo para a formação profissional e encaminhamento na carreira artística. Baseado no art. 56 da IN nº 01/2017 do MinC, adotaremos os seguintes critérios para trabalharmos a democratização de acesso: V - disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 57; VI - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão; VIII - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural.

Ficha técnica

Nelma Darzi – Direção Artística Formada em licenciatura plena em Educação Física e pós-graduação em Administração Escolar, Gestão de Recursos Humanos (UCM) e Didática de Ensino da Dança Infanto-juvenil. Estudou na Escola Estadual de teatro Martins Pena, onde concluiu o curso técnico em artes cênicas. Estudou em Cuba, onde concluiu o Curso de especialização da Metodologia Cubana no ensino do Ballet Clássico. Hoje é diretora artística da Escola de Dança Petite Danse, onde também atua como professora de ballet clássico e didática de ensino da dança no curso técnico de formação profissional para bailarinos, autorizado pelo Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro. É responsável legal pela proponente e atua como diretora artística da Companhia Jovem Dançar a Vida. Desenvolveu roteiro e direção artística dos espetáculos: Giselle (2008) , Villa Lobos, Uma Canção de Amor com patrocínio do BNDES (2009-2010), Nos Passos da Dança com patrocínio Eletrobras e BNDES (2010-2011), De Tudo se Faz Canção também patrocinado pela Eletrobras e BNDES (2012). Participou do curso de Produção Cultural no Polo de Pensamento Contenporâneo, com o renomado produtor Bruno Levinson. No projeto Oceanos - Circulação Nordeste, atuará como Diretora artística, bem como será responsável geral pela gestão do espetáculo. Guilherme Darzi - Assistente de Direção É coordenador pedagógico da Escola de Dança Petite Danse. Assistente de produção nos espetáculos: Bom Dia Todas a Cores – adaptação do livro de Ruth Rocha, assistente de direção no espetáculo De Tudo Se Faz Canção da Companhia Jovem Dançar a Vida no ano de 2011- 2012. Trabalhou na produção de todos os eventos realizados pela Escola de Dança Petite Danse no ano de 2009 e 2010 - 29º Festival de Dança de Joinville, Youth America Grand Prix em Nova York- EUA. Integra a equipe da proponente , no projeto Oceanos - Circulação Nordeste será responsável por auxiliar na Direção. Marisa Martín - Coreógrafa Nascida em Buenos Aires, Marisa Martin se formou pela Esculea Nacional de Danzas da Argentina, tendo concluído o “ Professora de Danza Clássica” em 1987. Realizou inúmeros cursos de aperfeiçoamento, dentre os quais: estágio com Esther Lisogorsky, curso de Eurritimia com Eurytheum Stuttgart, técnica expressionista alemã com Diana Ringel (França), composição coreográfica com Peter Kalivas. Em 1997 fundou o grupo Ribalta, com o qual realizou diversos espetáculos no Brasil, Chile, Peru, Alemanha e Argentina Será a coreógrafa do projeto. Alena Aló - Produção Executiva Profissional com 20 anos de experiência nas áreas de Marketing e Comunicação, com notório conhecimento em Patrocínio Cultural, adquirida em empresa de grande porte, do segmento de Oleo & Gas. Formada em Comunicação Social (habilitações em Publicidade e Jornalismo ) pela Puc Rio, com Pós graduação em Comunicação Integrada pela ESPM e Especialização em Gestão e Política Cultural – Universidade de Girona/Itaú Cultural. Contratada pelo proponente para atuar no Projeto Oceanos - Circulação Nordeste, com objetivo de supervisionar a produção. Demais profissionais contratados pela proponente: Cristiano Cachalotte - Cenógrafia Bacharelado em Artes Cênicas – UNI RIO. Experiência em Teatros: Cenógrafo CTO-Rio (Centro de Teatro do Oprimido -Direção Algusto Boal), Peça Teatral “WOYZECK” –Dir. Eduardo Gama -Escola de Teatro Martins Penna, Peça Teatral “CABARET”-Dir. Anselmo Vasconcelos -Escola de Teatro Martins Penna, Peça Teatral “BODAS DE SANGUE”—Dir. Renato Icaraí -CAL-Centro de Artes Laranjeiras, Peça Teatral “ COMO NASCE UM CABRA DA PESTE” Dir. Julio Vanceslau -Teatro Museu da República, Peça Teatral “FOLIAS DE NATAL” Dir. Lucia Coelho -Teatro Sesi-Graça Aranha, Espetáculo Villa Lobos, uma canção de amor – Dir. Nelma Darzi Experiência Televisão/Cinema: Clipe “REZA VELA” – O Rappa – Cenografia Fuzo Filmes, Clipe “MATEMÁTICA” -B5 – Cenografia Fuzo Filmes, Clipe “ESPERANDO AMANHÔ-Alex Goes – Cenografia Fuzo Filmes, Comerciais CONSPIRAÇÃO FILMES – Brahma, Intelig , Clube Social e Kaiser Coordenação administrativa – Oscar Francisco Barbosa Roteiro: Nelma Darzi Design de Luz – Careca Contrarregras – Emerson Edis e Patrício Santos Técnico de Som – Felipe Natal Edição da Trilha Sonora: Marcelo Rain Trilha sonora – Kurt Weill e Brahms Música final – Rubens Kurin Programação Visual – Renata Darzi Fotografia: Fernando Ferreira Filmagem: Púcaro Produções Assessoria de Impressa: Helen Pomposelli Figurino - Luciana Buarque Figurinista Assistente - Rafaela Rocha Adereços de Figurino- Rafaela Rocha E Luiza Kemp Cenotécnica: Ts18 Produções Artísticas Bailarinos: Camila Fernandes, Gabriel Diniz, Gabriela Mattos, Jonatas Soares, Vitor Valdisser, Samuel Freitas, Gustavo Ventali, Gabriela Montes, Angie Pichetti

Providência

PROJETO ARQUIVADO.