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PRONAC 203011ArquivadoMecenato

Cenotáfio Brasil: Hécuba

MUITO MAIS PROMOCOES LIMITADA
Solicitado
R$ 750,6 mil
Aprovado
R$ 750,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 10,5 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2022-03-01
Término
2022-12-31
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O principal produto é a realização da montagem, estreia e circulação do espetáculo "Cenotáfio Brasil: Hécuba". A criação do espetáculo parte da tragédia "Hécuba", de Eurípides, e pretende dialogar com a realidade brasileira pós-pandemia através do drama trágico da peça. O texto é uma tradução da Truπersa (Trupe de Tradução e Encenação de Teatro Antigo) em linguagem brasileira e repleta de referências à nossa cultura. O projeto ainda prevê ações paralelas (Contrapartidas, como descrito no Plano de Distribuição): - Seminário sobre tragédia grega, por temporada, com 4 horas de duração cada; - Bate papo, por temporada, sobre a construção do espetáculo em roupagem contemporânea com equipe e artistas; - Bolsas temporárias de estágio não obrigatório, por temporada, nas áreas de Letras, Comunicação, Produção Teatral e Fotografia.

Sinopse

"Cenotáfio Brasil: Hécuba" (espetáculo) - Uma guerra, como todas, injusta. Perda do poder e da integridade física, moral e ética de todos os lados. Mortos desonrados se tornam fantasmas aterradores, há renúncia à própria humanidade em favor da vingança e da sobrevivência e os seres humanos se animalizam. Quando os bons se sacrificam, avolumam-se gananciosos e covardes que se vendem, escondem, evadem, negociam, trapaceiam e sobrevivem. Nesse cenário atroz, ergue-se um cenotáfio - túmulo vazio -, que será construído por meio da voz, das imagens e dos corpos que se revoltam, lamentam e choram. Classificação indicativa: 16 anos

Objetivos

Objetivo Geral: - Atingir artisticamente cerca de 6.190 pessoas em 50 apresentações da montagem e circulação da obra nas cidades de São Paulo, Rio Janeiro e Belo Horizonte nos Centros Culturais do Banco do Brasil; - Apresentar ao público brasileiro a tragédia "Hécuba" de Eurípides, um clássico do teatro universal, com uma roupagem contemporânea, contextualizada e não-elitista. Objetivo específico: - Difundir o constante trabalho de tradução, direto do grego antigo para o português do Brasil, que há 10 anos já vem sendo empreendido pela Truπersa, como por exemplo, as traduções já publicadas de Orestes, Electra e Medeia, todas de Eurípides. - Gerar dezenas de empregos na área cultural ao longo de 2022, de modo a estimular o mercado de trabalho por meio da chamada economia criativa diversos setores de serviços profissionais das cidades que irão receber as temporadas. - Valorizar as produções advindas de pesquisas (na convergência entre o estudo acadêmico, Letras, e o mercado de obras teatrais) e os artistas que se envolvem nesse tipo de projeto. - Fomentar o debate cultural com o público em cada cidade, estimulando reflexões acerca das obras artísticas e do ser social, sua individualidade e integração na sociedade. O público estimado para as atividades formativas é de 732 participantes ao todo, assim distribuídos entre as 3 (três) cidades: 4 (quatro) estagiários temporários, até 120 (cento e vinte) participantes de bate-papo e até 120 (cento e vinte) participantes de seminário. - Gerar acessibilidade a pessoas que não teriam como assistir espetáculos cênicos tradicionais, realizando uma campanha eficaz e direcionada a estudantes e professores da Rede pública de ensino, participantes e formadores de projetos socioculturais de cada cidade. Cerca de 1859 ingressos gratuitos para ampliar este acesso.

Justificativa

Transposto o estado pandêmico de guerra sanitária iniciado em 2020, enfrentaremos um momento pós-trauma. Sensíveis aos milhares de brasileiros vitimados nessa guerra, pretendemos dialogar artisticamente com a sociedade sobre o acontecido. A proposta "Cenotáfio Brasil: Hécuba" vem como uma abordagem alegórica. As perdas serão abordadas de forma simbólica. O fim é catártico. A peça se passa no decorrer de um enfrentamento de uma guerra injusta que chegou de emboscada e solapou o país. Nesse pós-guerra estaremos, como Hécuba, cansados e aterrorizados, diante de um inimigo desconhecido, incongruente, absurdo, invisível, escuso, oportunista e potentíssimo que invadiu nossos abrigos mais íntimos e levou nossos entes queridos. Sem funeral digno, sem velórios, ele venceu. _ Como lidar com o fato massiva e emocionalmente? _ O inimigo ganhará nome e corpo e "lutaremos" com ele sobre o palco. Ele será Agamenão, Poliméstor, Ulisses e Aquiles, e os milhares de mortos, muitos destes sequer nomeados, serão simbolizados por Hécuba, Polixena e Polidoro, todos esses personagens da Tragédia. Ergueremos túmulos poéticos para homens e mulheres enterrados em vala comum, sem as devidas despedidas, sem choros nem velas. Tentaremos reparação. Se "a tragédia antiga é um ritual fúnebre democrático", como dizia Loraux, tomamo-la como Bálsamo, ato expurgatório necessário para um direito inalienável. Então, cabe às artes o ato purificatório irrestrito da dor tremenda vivenciada. Seguimos o caminho do teatro de Brecht, de Anouilh, de Sartre, Artaud, Beckett, Ionesco e Krzysztof Warlikowski, que põe em cena o drama do ser humano em situação de guerra. Corporificamos personagens arquetípicas (como Antígona, personagem da tragédia homônima encenada por Sófocles e como Rispa e Tobit, personagens bíblicos). Semelhante é este estado de sítio vivido por nós no Brasil, repleto de casos de morte com corpos desaparecidos, semelhantes a tantos outros corpos em situações de guerra. Contudo, não pretendemos disseminar mais dor e sofrimento próprio, queremos, sim, provocar compaixão "Diante da dor do outro". Desviar o olhar de si para dirigir-se ao outro é processo curativo e próprio do teatro, que há séculos vem praticando esse tipo de ação para grandes públicos. Como desagravo, ao longo da peça erguer-se-á um cenotáfio (túmulo vazio) poético às vítimas enterradas em vala comum e aos milhares de profissionais que perderam suas vidas no exercício de sua função durante a pandemia. Para além de se tratar de um clássico, obra universal e necessária em qualquer cultura, damos continuidade ao trabalho do grupo, de deslocar o teatro antigo de seu velho palanque diante dos classicistas, traduzindo-os para a encenação, esquivando-se assim de encerrá-los como um teatro desatualizado e restrito à leitura de intelectuais. As dramaturgias oriundas de outras línguas que passam por nossa operação de tradução são sempre forjadas à maneira e ao sabor brasileiros, repletas de neologismos, idiomatismos e referências à cultura musical brasileira. Para isso o produto da tradução é sempre submetido à experimentação e crítica de artistas e tradutores, culminando sempre em retrabalho, até que o texto esteja disponível para a criação cênica. O resultado deste trabalho artístico alia o mundo acadêmico e o mundo artístico e tem potencial para contribuir para ampliação de acesso à cultura intelectual nem sempre disponível além dos muros de universidades e de círculos eruditos. O teatro clássico para a cena, com palavra teatral, dialogando com a cultura brasileira e sinalizando não ser corpo estranho e inacessível, mas, ao contrário, função cênica e contextualizada. Enfim, o texto grego foi vertido por meio de construção crítica e coletiva de tradução, sob a coordenação da tradutora e especialista em grego antigo e tragédia grega Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa. A proposta cênica deseja utilizar-se dos falares contemporâneos, no Brasil e no mundo, sobre o ritmo da escrita trágica que corporificadas por atores e atrizes carregam suas bagagens distintas em prol de um discurso que fale do povo, para o povo e sobre o povo. Então, a escolha do Centro Cultural do Banco do Brasil se faz estratégica devido a suas políticas culturais, características estruturais e reflexivas de acessibilidade e sua visibilidade em três capitais importantes no cenário artístico e de intercâmbio cultural no país. Enquanto cada vez mais se faz necessária a participação da Lei Federal de Incentivo à Cultura para garantir a circulação de um projeto deste porte. Com custo estimado de R$731 mil, e receita estimada de R$84 mil não seria possível fazer tantas sessões para um público tão diverso - estimativa de 6.190 espectadores -, e com todos os ingressos que serão vendidos em valor menor do que o do Vale-Cultura - R$ 30,00, a inteira, fica claro que o Projeto se enquadra nos incisos I, III, IV, V e VIII do Art. 1º da Lei 8.313/91, uma vez que contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O Projeto ainda está devidamente enquadrado no Art. 3° da Lei 8.313/91, nos incisos II, letra C, e inciso IV, letra A, uma vez que fomenta a produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas e estimula ao conhecimento dos bens e valores culturais, por meio de distribuição gratuita e pública de 30% de seus ingressos para espetáculo teatral.

Estratégia de execução

Complementação da ficha técnica - minicurrículos: Alef Caetano (musicista da trilha sonora):Bacharel em flauta pela UFMG, Alef já integrou a Orquestra Sinfônica de Betim e a Orquestra Filarmônica do Espírito Santo, venceu o Segundo Concurso Nacional para Jovens Flautistas João Dias Carrasqueira e, com nota máxima, o VII Concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Recente e notavél trabalho de sua carreira é a participação como músico convidado na turnê estadual do espetáculo "Pedro e o Lobo" pela Orquestra de Inhotim. Emília Carneiro (musicista da trilha sonora): Bacharel em clarineta pela UFMG, Emília já integrou duas bandas internas de óperas no Palácio das Artes e participou de mais de 15 concertos. Como trabalhos notáveis de sua trajetória constam: participação como solista convidada no espetáculo Pedro e o Lobo pela Orquestra de Inhotim e grupo Giramundo; três concertos no CCBB com o grupo Ensemble Libertas. Igor Lima (musicista da trilha sonora): Bacharel em trombone pela UFMG, Igor já integrou a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e a Orquestra Sinfônica de Betim. Seu percurso é marcado por participações em pelo menos 7 (sete) festivais de música, destes são os mais recentes: o XXIV Festival Brasileiro de Trombonistas em goiânia - GO e Festival Internacional de Música SESC em Pelotas - RS. Os documentos de todos os participantes, bem como dos músicos acima, estão anexados no espaço destinado à inserção de documentos.

Especificação técnica

O produto principal do projeto é o espetáculo “Cenotáfio Brasil: Hécuba”, construído de maneira autoral por meio de uma técnica, por assim dizer, polifônica que toma o texto como matéria de potencial latente e multicolor. Ou seja, as palavras do texto não são unívocas, mas formam diálogos repletos de emoções variadas e por isso oferecem material que possa ser distorcido conforme a criação dos atores e da direção. O texto da peça, a tragédia “Hécuba” de Eurípides, foi preparado em tradução coletiva que envolvia tradutores e atores, com a coordenação da diretora de tradução, Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa. A encenação do espetáculo será configurada conforme as orientações da diretora, atriz italiana e colaboradora Anita Mosca, que para a montagem lançará mão de 7 (sete) atores - Alice Mesquita, Anita Mosca, Anselmo Bandeira, Elisa Almeida, Guilheme Mello e Júlio Guatimosim -, contando com a participação especial de Antonio Edson do Grupo Galpão. Além da proposta de tradução e encenação serem autorais, haverá ainda a composição de trilha sonora exclusiva para o espetáculo pelo compositor, músico e ator integrante da trupe Júlio Guatimosim, cenografia pelo cenógrafo Ed Andrade, confecção de máscaras pelo mascareiro e escultor Daniel Grunmann Serão 20 (vinte) apresentações em 4 (quatro) semanas de permanência para São Paulo, 15 (quinze) em 3 (três) semanas para o Rio de Janeiro e 15 (quinze) em 3 (três) semanas para Belo Horizonte, com duração prevista de 90 minutos cada uma, com previsão de apresentação de quintas à segundas-feiras, entre as 19:00h e 22:00h, a ser especificado pelo CCBB conforme a gerência.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Selecionar espaços para apresentações, como é o caso do Centro Cultural do Banco do Brasil, que cumpram regras físicas, técnicas e arquitetônicas que são conexas a aproximação e inclusão não somente de pessoas com deficiência (PcD), mas também de pessoas com necessidades especiais (PNE - idosos incluídos neste grupo). As condições mínimas exigidas para oferecer segurança e autonomia são rampas de acesso para usuários de cadeira de rodas; corrimões; banheiros para pessoas com deficiência; poltronas para pessoas acima do peso e iluminação de solo, conforme exigência do Art. 4 da Lei n°10.098/2000; e acompanhamento dentro das dependências do teatro, a cargo da equipe de produção, até os assentos reservados em localização estratégica que possa atender à demanda desses indivíduos. Acessibilidade para deficientes visuais: Serão oferecidas uma apresentação para a temporada no Rio de Janeiro, uma apresentação para a temporada em Belo Horizonte e duas apresentações para a temporada em São Paulo, todas com o serviço de áudiodescrição que distribuirá 10 equipamentos de recepção com fones de ouvido por sessão. Acessibilidade para deficientes auditivos: Será oferecida uma apresentação por semana, durante as temporadas, com a presença de intérpretes de libras. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Selecionar espaços para ações formativas e paralelas, que cumpram regras físicas, técnicas e arquitetônicas que são conexas a aproximação e inclusão não somente de pessoas com deficiência (PcD), mas também de pessoas com necessidades especiais (PNE - idosos incluídos neste grupo). Condições mínimas que são exigidas para oferecer segurança e autonomia, como rampas de acesso para usuários de cadeira de rodas; corrimões; banheiros para pessoas com deficiência; poltronas para pessoas acima do peso e iluminação de solo, conforme exigência do Art. 4 da Lei n°10.098/2000. Para as sessões de seminário e bate-papos será oferecido a pessoas com deficiência acompanhamento por um profissional da produção, dentro do espaço que serão realizadas as ações formativas. Acessibilidade para deficientes visuais: Para os seminários e bate-papos serão oferecidas aos deficientes visuais que tenham interesse em recebê-las, cartilhas didáticas em braile sobre a tragédia "Hécuba" e sobre a técnica de tradução empregada. Acessibilidade para deficientes auditivos: Para os seminários e bate-papos serão oferecidas aos deficientes auditivos interpretação de libras.

Democratização do acesso

As apresentações estão previstas para acontecer nas unidades do Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), radicadas em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O próprio CCBB já possui uma política de democratização de acesso e plano de distribuição, cobrando normalmente ingressos nos valores de R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia-entrada). A Truπersa não terá acesso ou controle sobre as vendas dos ingressos, ficando a cargo das unidades do CCBB. O público estimado para cada unidade do CCBB durante cada temporada será: São Paulo, 2.620 espectadores; Rio de Janeiro, 1.290 espectadores; e Belo Horizonte, 2.280 espectadores, totalizando uma estimativa de 6.190 espectadores. Em comunicação e negociação com as diretrizes dos CCBB’s, e conforme a cota de ingressos que que ficará sob responsabilidade do grupo, a distribuição seguirá de acordo com o inciso I do Art. 20 da Instrução Normativa MinC 02/2019: 30% dos ingressos serão exclusivamente para distribuição gratuita destinados a estudantes e professores da rede pública e privada de ensino, e estudantes de cursos de formação profissional em Artes Cênicas e Teatro; 6% de cortesias aos patrocinadores; 4% de cortesias ao proponente para oferecer em promoção; e 60% para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do Art. 8 da Lei n° 12.761/2012. Sendo assim, do valor total de ingressos previstos, a estimativa é quantificada: 2.620 ingressos na unidade São Paulo, destes serão destinados 786 à distribuição gratuita, 157 aos patrocinadores, 1.572 para comercialização e 105 reservados para promoção; 1.290 ingressos na unidade Rio de Janeiro, destes serão destinados 389 à distribuição gratuita, 77 aos patrocinadores, 772 para comercialização e 52 reservados para promoção; e 2.280 na unidade Belo Horizonte, desses 684 serão destinados à distribuição gratuita, 137 aos patrocinadores, 1.368 para comercialização e 91 reservados para promoção. Além disso, pretendemos adotar também como medidas de democratização, segundo o Art. 21 da Instrução Normativa MinC 02/2019, a realização de atividades formativas e a disponibilização, na Internet, de registros visuais e audiovisuais do espetáculo e das atividades do projeto para veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, sob autorização da produção.

Ficha técnica

Muito Mais Promoções (proponente): Empresa mineira que celebra a cultura em sua itinerância pelo Brasil. Desde 1994, promove inclusão social por meio do acesso amplo e democrático à cultura, através de exibições de cinema ao ar livre pelo interior do Brasil, esse é o compromisso da Muito Mais Promoções. Mais do que ampliar o acesso à cultura através do cinema, esses projetos valorizam a comunidade, os moradores, suas histórias e tradições. Já realizamos mais de 1.000 sessões ao ar livre com uma média aproximada de 1.500 pessoas por sessão, levando informação e cultura a uma população excluída. Em destaque estão os projetos: Cinema ao Ar Livre, Cinema no Rio São Franscisco, Na Tela do Cinema, Magia do cinema e Academia de Ideias - Cursos Livres de Cultura. Inácio Neves (diretor de produção): Tem formação em Gestão Cultural (Fundação Clovis Salgado, 2003); pós-graduação em Marketing (Fundação Universitária, FUMEC MG, 1991). Desde 1994 é Produtor Artístico da Eventural Promoções Ltda (Belo Horizonte, MG), em atividades como: gerenciamento, produção e execução de exibições de cinema 35mm; desenvolvimento do Projeto "Cinema no Horizonte" e do Projeto "Cinema ao Ar Livre" que juntos superaram a marca de 1.900 exibições com apoio da CEMIG. Desde 2000 é consultor da TV Três Fronteiras (Nanuque, MG). Desde 2007 é diretor de vídeo nos projetos Cinema nos Trilhos, Cinema no Rio, Sons no Vale, Circuito Usiminas de Cultura, Festival da Loucura e Anima Mundi. Desde 2012 é sócio-diretor da Zenólia Filmes. Anita Mosca (diretora e atriz): Atriz, diretora, dramaturga e tradutora. Desde que iniciou sua carreira em 1993 desenvolveu vários trabalhos profissionais, acumulando premiações e experiência internacional. Já apresentou os seus espetáculos na Itália, Espanha, Suíça, Líbano, Síria, Jordânia, Cuba, Argentina e Brasil. Doutoranda em Literaturas Modernas e Contemporâneas pelo Pós-Lit, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em cotutela com Università L’Orientale di Napoli. Formada pelo curso profissionalizante de teatro, mimo, teatro – dança, expressão vocal e máscaras para atores e diretores Filo di Arianna, patrocinado pelo E.T.I. Ente Teatrale Italiano (Roma – 1996|1999); Curso de dramaturgia de Enzo Moscato (Castellammare di Stabia – 1995); A Arte secreta do ator dirigido por Eugenio Barba e Julia Varley (Brasília – 2011); XXV Laboratório Internacional para atores dirigido por Cristina Castrillo (Lugano – 2013). Dos trabalhos profissionais e prêmios em destaque mais recente são: Festa al celeste e nubile santuario como atriz convidada pela Cia.Teatral Enzo Moscato, direção e dramaturgia Enzo Moscato (Teatro San Ferdinando, Nápoles – 2019|2020); La cena como atriz, diretora e dramaturga, produção independente (FIT BH – 2014); Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa (pesquisadora): Professora Titular das Faculdades de Teatro (EBA) e da Letras (FALE) da UFMG. Membro da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos (SBEC), coordenadora do Grupo de Tradução de Teatro (GTT/CNPq) e pesquisadora do NEAM (Núcleo de Estudos Antigos e Medievais da FALE/FAFICH- UFMG). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Tragédia Grega, atuando principalmente nos seguintes temas: teatro antigo, tradução, épica grega, drama satírico, mitologia, estudo do riso na Antiguidade, literatura clássica e outras literaturas, tradição e renovação no teatro antigo e tradição clássica na Literatura Brasileira. Antonio Edson (ator convidado): Ator e co-fundador do Grupo Galpão (MG). Começou os seus estudos no Teatro Universitário da UFMG (TU), dirigido por Haydée Bittencourt. Toninho foi indicado por Haydée para receber uma bolsa do Goethe Institut e frequentar a oficina dos integrantes do Teatro Livre de Munique, em 1982. Desde então, sua trajetória artística coincide com a do Galpão, tendo participado ativamente dos projetos do grupo desde a fundação. Na televisão, participou da novela “Da Cor do Pecado” e da microssérie “Hoje é Dia de Maria”, com direção de Luiz Fernando Carvalho. No cinema, “O Menino da Porteira”, de Jeremias Moreira, "É Proibido Fumar", de Anna Muylaert e “A Família Dionti”, de Alan Minas. Elisa Almeida (atriz e narradora): Narradora oral de estórias, especializada em contos literários, atriz, psicóloga, com especialização em Filosofia e doutorado em Artes pelo PPG-Artes-UFMG, com pesquisa na linha “Artes da Cena” com o tema "O acontecimento da Narração Oral de Guimarães Rosa: o Grupo Miguilim de Cordisburgo (MG)". É diretora do Grupo de Contadores de Estórias Miguilim de Cordisburgo, desde 2004, formado por jovens adolescentes que narram textos de Guimarães Rosa no Museu Casa Guimarães Rosa (Cordisburgo/MG) e por várias cidades do Brasil. Como narradora oral profissional, participou de Festivais Internacionais na cidade do Porto (Portugal), 2002, Assunção (Paraguai), 2008, Chía (Colômbia), 2012 e Colônia (Alemanha), 2016. Ed Andrade (cenógrafo): Cenógrafo, pesquisador e Professor Adjunto do Curso de Graduação em Teatro da EBA na (UFMG). É graduado em Arquitetura e Urbanismo e Doutor em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, em programa sanduíche com a Columbia University, nos EUA. Iniciou sua carreira como cenógrafo em 1998 e já desenvolveu mais de sessenta trabalhos profissionais nas áreas de teatro, dança, música, TV e cinema. Recebeu importantes indicações para premiações em cenografia e iluminação, tendo conquistado nove prêmios de melhor concepção cenográfica. Coordenou dezenas de montagens no Brasil e no exterior e já participou de renomados festivais internacionais em diversos países da Europa, América do Sul e América do Norte. Anselmo Bandeira (ator, assistente de direção e de produção): Ator, diretor e produtor. Iniciou seu trabalho e pesquisa como ator em 2006, estreando em 2013, como produtor em 2012 e, em 2015, como diretor. Já apresentou espetáculos em Minas e no Rio de Janeiro. Graduado em Teatro na EBA da UFMG, já trabalhou com artistas como Zé Celso, Gabriela Linhares, Elvécio Guimarães, Teuda Bara e outros. Alice Mesquita (atriz e assistente de produção): Atriz e graduanda no curso de Teatro na EBA da UFMG. É membro de uma companhia de Teatro Clássico, com ênfase em Tragédia Grega, Truπersa, fundada pela professora titular da FALE da UFMG, Tereza Virgínia Barbosa, e com parceria diretora colaboradora Anita Mosca. Guilherme Mello (ator e assistente de produção): Ator e estudante de bacharelado em Estudos Literários pela FALE, da UFMG. Seu percurso acadêmico centra-se no estudo de Teoria do Teatro, Tradução e Tradução de Teatro, e Língua Alemã. Como artista, seu contato com o teatro começa pelo teatro de rua, ainda adolescente. Hoje é ator, tradutor de teatro de língua alemã e produtor na Truπersa. Júlio Guatimosim (ator e compositor da trilha sonora): Bacharelando no curso de composição pela Faculdade de Música da UFMG, onde tem continuamente composto peças para diversas formações instrumentais, bem como peças eletroacústicas. Na Truπersa, atua como ator, músico, compositor e sonoplasta, trabalhando na aplicação de novas perspectivas sonoras em peças teatrais. Gabriel Corrêa (iluminador): Formou-se em Teatro pela EBA na UFMG. Foi integrante do Grupo Oficcina Multimédia, dirigido por Ione de Medeiros (2013-2014). E vem dividindo seus trabalhos de ator entre os de dramaturgia e de iluminação em vários projetos artísticos (teatro, dança e música) sendo sócio da Gato de Luz. Como iluminador, já trabalhou para Mônica Ribeiro, Wilson de Oliveira e Rita Clemente. André Veloso (técnico de som): Bacharel em Ciência da Computação pela UFMG (2005). Músico; Engenheiro de Áudio; Sound Designer; Editor e finalizador de Áudio para Cinema e Vídeo. Desenvolvedor de Softwares e consultor de tecnologia para Arte Digital Audiovisual Interativa, Música e Artes Cênicas. Daniel Grunmann (mascareiro): Escultor pelo curso de Artes Visuais - EBA (UFMG). Seu trabalho artístico é marcado por máscaras para o teatro e esculturas em escala humana.

Providência

ARQUIVADO CONFORME SOLICITAÇÃO DO PROPONENTE.