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O projeto trata da releitura de 05 (cinco) Lp's que marcaram o ano de 1971 por artistas emergentes na cena atual que irão recriá-los, reinventá-los, transformá-los, sem deixar de lado a leitura e o reconhecimento dos recursos artísticos empregados. Cinquenta anos depois, 5 obras clássicas da Música Popular Brasileira são homenageadas e ratificadas como arte atemporal, como momentos únicos da criação do nosso cancioneiro. A proposta consiste nos seguintes produtos: Festival, Apresentações Musicais e Contrapartidas Sociais.
Cinco obras primas de estéticas diversificadas do conturbado ano de 1971, serão ressignificadas, ao vivo, no projeto 5X 1971, por ases da nova geração da MPB. Do exílio londrino, no disco intitulado Caetano Veloso, o solista baiano pedia boas notícias à irmã e desafiava os perseguidores, na parceria com Gilberto Gil, In the hot sun of a Christimas Day: . Repartia-se entre o experimentalismo (If you hold a Stone, transposição da folclórica Marinheiro só), a cartografia sentimental (London, London, de amplo sucesso posterior) e a antropofagia do clássico Asa branca, em mastigação de cantiga de cego. Tal repertório denso será revisitado pelo carioca Thiago Amud, de manifestos como Sacradança (2010), De ponta a ponta, tudo é praia palma (2013), e O cinema que o sol não apaga (2018), a quem o próprio Caetano atribuiu a atitude de vanguarda culta. Gal Costa, musa tropicalista do impactante álbum duplo do show Fa-tal (Vapor barato, Dê um rolê, Pérola negra, Antonico, Charles, anjo 45, Hotel das estrelas, Fruta Gogoia, Como 2 e 2, Sua estupidez, Falsa baiana), reencarna no vozeirão pop rock da atriz e cantora paranaense Simone Mazzer. Ela protagonizou filmes (Mato sem cachorro, Nise da Silveira, o coração da loucura), atuou na companhia teatral francesa Lezard Dramatique, e lançou discos como Férias em vídeo tape e um tributo a Nelson Cavaquinho, com o Grupo Semente. Considerado o disco da virada cult na carreira do Tremendão da Jovem Guarda, Carlos, Erasmo mandava recados libertários com o parceiro Roberto, como Gente aberta (gente certa é gente aberta/ se o amor me chamar/ eu vou), É preciso dar um jeito, meu amigo, Sodoma e Gomorra. E ainda endossava petardos de Caetano Veloso (De noite na cama), Taiguara (Dois animas na selva suja da rua) e Jorge Ben (Agora ninguém chora mais). Quem revive esta fértil encruzilhada de estilos é o músico, cantor e compositor Felipe Cordeiro, luminar da nova geração paraense. Não por acaso, o trepidante Felipe é alquimista da fusão carimbó, rock, brega, lambada e eletrônica, em seu exemplar álbum Kitsch pop Cult (2011). Pianista de formação erudita, a cantora e compositora carioca Maíra de Freitas, filha do sambista Martinho da Vila, estreou solo em elegante disco com seu nome em 2011, seguido por Piano e batucada (2015). Ela banqueteia-se com dois discos lançados pelo principesco Paulinho da Viola, em 1971. Ambos levam o nome deste refinado artesão, do choro (Abraçando Chico Soares) à valsa dissonante (Vinhos finos, cristais, com Capinan), passando por memoráveis sambas pontilhados por cravo (Num samba curto, Para ver as meninas), lirismo agudo (Para um amor no Recife), samba de roda (Moema morenou, com Elton Medeiros), crônica de costumes (Dona Santina e seu Antenor) e da marginalidade (Um certo dia para 21) . Tudo temperado por meticulosas escolhas nos repertórios alheios, de Candeia (Filosofia do samba) e Valzinho (Óculos escuros, com Orestes Barbosa) a Nelson Cavaquinho (Depois da vida, com Guilherme de Brito e Paulo Gesta), Nelson Sargento (Minha vez de sorrir, com Batista da Mangueira) e Monarco (Lenço, com Chico Santana). Aclamado entre os mais importantes discos da MPB, Construção de Chico Buarque esgrime sua poética contundente e intensa musicalidade contra o obscurantismo atemporal. Da simetria proparoxítona da faixa título (e flutuou no ar como se fosse um pássaro/ e se acabou no chão feio um pacote flácido/ agonizou no meio do Passeio Público/ morreu na contramão atrapalhando o tráfego) à exasperação de Deus lhe pague, o indomável Cordão e o corrosivo Cotidiano: Todo dia ela faz tudo sempre igual/ me sacode às seis horas da manhã/ me sorri um sorriso pontual/ e me beija com a boca de hortelã. E ainda, nas parcerias com Tom Jobim, Vinicius de Moraes e Toquinho (Desalento, Valsinha,Olha Maria, Samba de Orly), o disco é puro alumbramento, incluindo a herética Gesubambino (Minha história), versão de Chico para o sucesso do italiano Lucio Dalla. Para abarcar tal grandeza, o fluminense de Cambuci, Alfredo Del Penho, revelado na renovada Lapa carioca, esbanja versatilidade. Compositor, cantor, violonista e ator, de musicais como Sassaricando e o Rio inventou a marchinha, ele gravou duetos com Joyce Moreno (Argumentação as canções de Sidney Miller), Pedro Paulo Malta (Dois bicudos) e mais Pedro Miranda (Lamartiníadas- a música de Lamartine Babo, Cachaça dá samba), além de desdobrar-se nos solos Samba sujo, Samba só e o instrumental Pra essa gente boa. Está bem equipado para o desafio. Como se trata de repertórios diagramados para o antigo formato do LP de vinil, de duração mais curta que o posterior CD, alguns destes shows serão complementados com adições pertinentes de músicas dos focalizados, sempre em sincronia com os conceitos e circunstâncias originais de seus criadores
Objetivo Geral _ O objetivo principal é que a música, que passa de geração para geração e é uma das linguagens mais antigas da humanidade, após as vivências artísticas com base nos LP's selecionados provoquem uma nova produção musical a partir da releitura de obras clássicas da Música Popular Brasileira. Objetivos específicos _ - Receber um público total de 9.000 pessoas em todos os espetáculos; - Realizar um total de 40 espetáculos nas cidades por onde o projeto será realizado: Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/SP, Belo Horizonte/ MG e Brasília/DF - Realizar 08 encontros com até 900 professores e estudantes, como forma de contrapartida social - Promover a memória musical brasileira; - Democratizar a cultura com a realização de shows de qualidade com ingressos a preços populares (inteira: R$ 30,00 e meia: R$ 15,00); - Colaborar na formação de platéia; - Apoiar o trabalho de artistas de pequeno/médio porte; - Atuar no desenvolvimento da cadeia produtiva da música, com a geração de renda para cerca de 100 profissionais envolvidos no projeto entre músicos, produtores, técnicos e prestadores de serviços; - Colaborar com a formação artístico musical e na autoestima dos cidadãos; - Aumentar a oferta no calendário de eventos para maior fomento da cultura e do turismo na cidade; - O público será impactado na sua emoção pela qualidade e diversidade da música e seu poder transformador . Viverão momentos inesquecíveis num lugar garantido no coração da cidade.
Há 50 anos atrás, os artistas da música imprimiam suas digitais estéticas e vitais em discos no caso, LPs de vinil - como cartas enviadas à posteridade. O tempo é o fiel da balança e filtrou a relevância dessas mensagens. O projeto 5 X 1971 compila cinco títulos (na verdade, seis, além de um disco duplo) que, literalmente, marcaram a época e a ultrapassaram, mantendo sua pertinência até os dias de hoje. Enviado do exílio, o disco que levou simplesmente o nome de Caetano Veloso, não legou apenas o mega hit London London. Também deu régua e compasso para a travessia do ideário tropicalista por atmosfera tão turbulenta. Thiago Amud, que o revisa e tem seu talento expressamente reconhecido pelo homenageado. Estabelece-se um paralelismo também entre a iconoclasta musa do tropicalismo, Gal Costa, em seu manifesto do desbunde, o show Fa-tal, dirigido por Waly Salomão, transformado em raro álbum duplo, e Simone Mazzer, a irreverente cantora e atriz que o recria. Ambas desbordam os padrões estéticos convencionais, e o roteiro musical salpica ícones de várias latitudes, como Vapor barato, Dê um rolê e Antonico, do fundador do samba do Estácio, Ismael Silva, Falsa baiana, de Geraldo Pereira, Charles, anjo 45, de Jorge Ben, e Como 2 e 2, de Caetano Veloso. Carlos, Erasmo, o disco da virada da carreira do titã da Jovem Guarda, em nova fase e gravadora, é um daqueles que o tempo lapidou. Um especialista em fusões reviverá essa confluência de estilos e atitudes, o cantor, compositor e guitarrista paraense Felipe Cordeiro. Felipe destacou-se exatamente pela habilidade em transitar por várias fronteiras estilísticas, do carimbó e lambada ao brega, rock e música eletrônica. Num ano especialmente produtivo, o renovador do samba pelo lado do choro Paulinho da Viola lançou dois discos de uma vez em seu nome. Neles, surpreende com um alargamento de fronteiras. Vai do primevo samba de roda com refrão (Moema morenou) à valsa dissonante (Vinhos finos, cristais) e a vanguarda reticente contemporânea (Consumir é viver) e antepassada (Óculos escuros). Filha de outro pilar do samba, Martinho da Vila, Maíra Freitas também excedeu limites, ao graduar-se no piano erudito, avalizada por renomados ases estrangeiros do instrumento. Ao estrear seu lado compositora e cantora, já trazia uma caligrafia própria e densa, a altura de adicionar dotes próprios ao monumento autoral de Paulinho. Igualmente monumental é a tarefa do também muito bem aparelhado Alfredo Del Penho. Ator de musicais, cantor, compositor e músico com um percurso já relevante, iniciado no movimento de renovação da Lapa carioca, ele encara o totem Construção, erigido por Chico Buarque com a solidez de obra instantaneamente atemporal. Da celebrada arquitetura poética da faixa título às farpadas Deus lhe pague, Cordão, Desalento e Samba de Orly, o enlevo de Olha, Maria e a surpreendente Valsinha, onde letrou uma música do poetinha Vinicius de Moraes. Ou Minha história, onde versionou um sucesso do italiano Lucio Dalla. As reiterações de Cotidiano cimentam outra obra prima e nem o miniaturizado Acalanto final descuida de incomodar, uma arte de Buarque: Dorme minha pequena/ não vale a pena despertar/ eu vou sair por aí afora/ atrás da aurora mais serena.... O projeto se coaduna com os seguintes incisos do art. 1º da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto atinge os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da Alie 8313/91: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) - realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) - distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Inserção e/ ou citação da marca do patrocinador: - nas redes sociais do evento; - na divulgação pela assessoria de imprensa; - menção em off antes do início de cada apresentação; - aplicação da marca em 6.000 folders/por cidade BH e BSB e 3.000/por cidade SP e RJ) que serão distribuídos gratuitamente nos 10 (dez) ou (5) cinco dias de evento nas 4 cidades.
Produto Principal – Festival / Mostra Projeto com duração de 30 dias nas cidades de Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/SP, Belo Horizonte/ MG e Brasília/DF Produto Secundário - Apresentação Musical Duas apresentações de cada programa por cidade, totalizando 10 (dez) apresentações por cidade - 40 (quarenta) apresentações no total do projeto. Produto Secundário - Contrapartidas Sociais 08 encontros voltados para estudantes e professores conversarem com um dos curadores e músicos participantes
Produto principal – Festival Deficientes físicos - Os locais escolhidos para a realização do projeto contarão com total acessibilidade para PNEs como rampas e banheiros adaptados. Haverá espaço para cadeirantes. Deficientes Visuais – contaremos com monitores para auxiliar a locomoção dos deficientes Deficientes auditivos - teremos intérprete de Libras para realizar a descrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações musicais, do roteiro, além de informações como o nome da música, instrumentos utilizados, conteúdo da letra e informações sobre os artistas. Produto secundário - Apresentação Musical Deficientes físicos - Os locais escolhidos para a realização do projeto contarão com total acessibilidade para PNEs como rampas e banheiros adaptados. Haverá espaço para cadeirantes. Deficientes Visuais – contaremos com monitores para auxiliar a locomoção dos deficientes Deficientes auditivos - por ser tratar de apresentações de música não temos muitas ações para deficientes auditivos Produto secundário - Contrapartidas Sociais Deficientes físicos - Os locais escolhidos para a realização do projeto contarão com total acessibilidade para PNEs como rampas, banheiros adaptados. Haverá espaço para cadeirantes. Deficientes Visuais – contaremos com monitores para auxiliar a locomoção dos deficientes Deficientes auditivos – contaremos com intérpretes de Libras
Produto principal – Apresentação Musical O projeto tem ingressos a preços populares (inteira: R$ 30,00 e meia: R$ 15,00) Distribuição gratuita de ingressos conforme a lei. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Produto secundário– Apresentação Musical O projeto tem ingressos a preços populares (inteira: R$ 30,00 e meia: R$ 15,00) Distribuição gratuita de ingressos conforme a lei. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Produto secundário - Contrapartidas Sociais Encontros totalmente gratuitos e tendo 50% de seu público exclusivamente formado por professores e estudantes da rede pública de ensino. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.
Valéria Machado Colela – Proponente/ Coordenação Geral e Administrativa / Curadoria Valéria Machado Colela, CEO da Luz Produções Ltda há 40 anos, empresária, gestora, diretora artística. Em1979 assumia o empresariamento e a gestão das carreiras do artista MORAES MOREIRA e do grupo A COR DO SOM. No decorrer da década trabalhei na gestão de carreira dos artistas TUNAI, MARINA LIMA e do grupo ROUPA NOVA. Na década de 90 me dediquei à criação, gestão e produção executiva de projetos especiais de música, exposições e festivais como o ANIMA MUNDI FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE ANIMAÇÃO. No final de 1999 montei o departamento artístico e a direção artística da casa de espetáculo OLIMPO, onde permaneci até outubro de 2000, me transferindo para o CANECÃO, onde fiz a direção artística, mídia e marketing até outubro de 2010, quando do seu fechamento. Em novembro de 2018 assumi a Gerência de Programação do CENTRO CULTURAL FUNDIÇÃO PROGRESSO, onde permaneci até março de 2020. Atualmente atuo na direção comercial da artista ELZA SOARES e o rapper FLAVIO RENEGADO. Leonardo Salomão – Curador e Produtor Executivo Bacharel em Comunicação Social pela UERJ, experiência como produtor artístico, cultural e de eventos, gestão de projetos e de equipamentos culturais, curadoria artística, planejamento de mídia e divulgação, criação e elaboração de projetos, assessoria de imprensa e textos. Funções executadas: Analista de Programação na Fundição Progresso. Agente e gestor de carreira do DJ Marcelinho da Lua. Consultor estratégico e gestor de projetos especiais da Espelho D´água Produções Artísticas. Departamento comercial e novos negócios da Na Moral Produções, Coordenador Técnico do Teatro Sesc Ginástico e da Unidade Santa Luzia do Sesc Rio. Analista Técnico de Cultura do Sesc Rio, Unidade Tijuca. Produtor executivo da casa de espetáculos CANECÃO. Assistente de produção na casa de espetáculos OLIMPO. Assessoria de imprensa e divulgação da Cinemateca do MAM. Assessoria de imprensa e divulgação da Editora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e no Departamento Cultural da Uerj. Tárik de Souza – Curador Jornalista, editor, crítico musical, pesquisador e escritor. É considerado uma das maiores referências do jornalismo musical voltado para a MPB. Apresentou o programa Bossamoderna na Rádio MEC do Rio de Janeiro e é pesquisador do programa O Som do Vinil, no Canal Brasil, junto com o ex-Titãs Charles Gavin, que é também o apresentador do programa. Ruth Freihof - Designer Ruth Freihof é diretora de criação e comunicação da Passaredo Design (Ruth Freihof Serviços de Programação Visual Ltda.) e desenvolve projetos de livros, curadoria e museográfia de exposições e sinalização. Entre os projetos de design gráfico, destacam-se a Biscoito Fino com a logomarca, papelaria e inúmeras capas de cds e dvds tais como: Kurt Masur e Roberto Minczuk, Edu Lobo, Mônica Salmaso, Joyce e Toninho Horta, Olivia Hime, Francis Hime, Os Afro-Sambas Baden, Poeta, Moça e Violão, Vinicius, Toquinho e Clara Nunes, Ivan Lins, Tom Jobim, Edu Lobo - Tantas Marés, Carmen Miranda Hoje.
PROJETO ARQUIVADO.