Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O presente projeto visa a realização de concertos didáticos do gênero musical Choro (música instrumental) gratuitos por diversas cidades do Paraná e ainda a realização de apresentações do show História do Choro, ações idealizadas pelo bandolinista Daniel Migliavacca.
O bandolinista Daniel Migliavacca é um dos jovens representantes do choro e do bandolim no Brasil. Tem se destacado em diversos projetos como instrumentista, compositor, arranjador e diretor musical. Já conquistou prêmios pelo Brasil como instrumentista e compositor e possui 5 CD´s lançados. Entre os principais projetos realizados estão: a gravação do CD (2016) dedicado a obra do bandolinista catarinense e radicado em Curitiba, Walter Scheibel (12/10/1934 - 01/06/2014), onde gravou 13 choros inéditos, e a composição de 10 Estudos para Bandolim que serão lançados em 2020, como projeto final do seu Mestrado Profissional em Música da UFRJ. Recentemente, o bandolinista lançou o disco "Remeleixo", duo com a pianista Elizabeth Fadel com um repertório que homenageia o Jacob do Bandolim, com participações especiais como do renomado musicista Hamilton de Holanda. Em 2021 o duo fará uma turnê em três países da Europa (França, Itália e Áustria) , para o lançamento desse disco em renomados festivais internacionais de choro e em importantes salas de concerto. No repertório dos concertos didáticos, Daniel Migliavacca apresenta um panorama da história do choro, com a escolha cuidadosa dos primeiros chorões da música brasileira e grandes responsáveis pela formatação do Choro como gênero musical, o que seria concretizado alguns anos mais tarde com Pixinguinha. Indispensáveis em qualquer roda de choro, os temas escolhidos do repertório foram selecionados com o intuito de aproximar o público, pelas canções populares e de fácil acesso. Entre os homenageados, Ernesto Nazareth, o pai do piano brasileiro, Chiquinha Gonzaga, primeira mulher compositora e pianista de choro no Brasil, Pixinguinha, o maior compositor de choro de todos os e um dos grandes precursores do samba ao lado de Donga e João da Baiana. Jacob do Bandolim e Luperce Miranda também serão homenageados como representantes do legado do bandolim brasileiro, assim como Garoto e Waldir Azevedo, compositores que tornaram clássicos e obrigatórios temas em qualquer roda de choro. Para fechar o repertório, "Vida Boa", composição de Daniel Migliavacca. Classificação indicativa: LIVRE.
OBJETIVOS GERAIS: Realizar concertos didáticos em cidades paranaenses com menos de 100 mil habitantes, em escolas da rede pública de ensino;Ampliar a difusão cultural e a produção musical paranaense;Promover a democratização de acesso à arte e à cultura;Incentivar a profissionalização e formação de plateia;Apresentar um panorama da história do choro enquanto gênero musical brasileiro, através de seus principais compositores;Fortalecer a economia da cultura brasileira, através da geração de emprego e formação de plateia, por meio da realização de ações gratuitas; Realizar um projeto de qualidade e linguagem de fácil acesso. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar 20 (vinte) concertos didáticos em 10 (dez) cidades paranaenses com menos de 100 mil habitantes, em escolas da rede pública de ensino;Realizar 2 (duas) apresentações gratuitas do show História do Choro;Realizar 2 (dois) bate-papos com a equipe após o espetáculo, visando a formação de plateia;Disponibilizar 2 (dois) ônibus para transporte de alunos e professores de escolas públicas e/ou instituições que atendam pessoas em situação de vulnerabilidade social, visando formação de plateia e democratização de acesso;Registrar o espetáculo em foto e vídeo, para divulgação e documentação de processo.
Seguindo os incisos I, III, V, VII e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, o presente projeto visa: - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore Posto isso, faz se necessário frisar alguns aspectos artísticos do projeto, que reforçam sua relevância como um projeto a ser incentivado pelo Ministério da Cidadania: O Choro, ou 'chorinho', é um gênero musical genuinamente brasileiro que foi desenvolvido e difundido ainda no século XIX. O gênero é reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial brasileiro e tem sido valorizado internacionalmente de forma crescente através da criação de clubes do Choro em diversos países. Apesar de ser um estilo musical de grande prestígio, tem muito pouco espaço na grande mídia e é pouco difundido no interior do Estado, de forma que nesse sentido o presente projeto contribuirá assim para a inclusão social, um dos objetivos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que inclui os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Ao homenagear chorões importantes do passado e do presente, o projeto visa difundir o repertório através de clássicos e com a ousadia e virtuosismo dos músicos de destaque na cena instrumental paranaense: Daniel Migliavacca, Luis Rolim e Lucas Melo. Além de evidenciar o trabalho excepcional do bandolinista Daniel Migliavacca, um dos jovens expoentes do Choro e do bandolim em Curitiba e no Brasil, a circulação dos concertos tem como um dos pontos mais importantes criar a oportunidade de novos encontros entre os músicos e novos públicos, proporcionando ao público de cidades com pouca oferta de apresentações artísticas um espetáculo de qualidade musical inquestionável. O Choro brasileiro faz parte da identidade cultural nacional, sendo de grande importância o seu conhecimento, indo de encontro ao Objetivo 4 da ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável): Educação de qualidade, pois visa assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos; também atinge o Objetivo 10. Redução de desigualdades - Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles - ao proporcionar o acesso à cultura, ao oferecer ingressos gratuitos em todas as suas apresentações, proporcionando a democratização de acesso a bens culturais. A circulação de concertos do projeto História do Choro também possibilita, ao realizar um projeto extenso e com uma equipe qualificada, o desenvolvimento profissional dos participantes do projeto, que também é parte do Objetivo 8 da ODS, ao oportunizar trabalho decente e crescimento econômico, promovendo o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno por um período extenso e produtivo e trabalho decente para todos; algo que não seria possível sem o apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. ************************************************************************************************************************************ A produção do espetáculo pode assegurar que o presente projeto reúne plenas condições para transformar-se numa iniciativa cultural de grande sucesso, contribuindo para o enriquecimento da cena cultural brasileira.
Não se aplica.
PRODUTO PRINCIPAL - APRESENTAÇÕES DE MÚSICA INSTRUMENTAL: - 20 (vinte) apresentações gratuitas (concerto didáticos) sobre o choro, em escolas da rede pública de ensino. Sendo 2 apresentações em cada uma das seguintes cidades paranaenses: Piraquara, Guaraqueçaba, Pontal do Paraná, Lapa, Pato Branco, Doutor Ulysses, Nova Esperança do Sudoeste, Coronel Vivida, Cerro Azul e Palotina. Duração aproximada: 90 minutos. CONTRAPARTIDA SOCIAL (Art.22 da IN 02/2019): - 02 shows musicais História do Choro, GRATUITOS e abertos ao público, nas cidades da Lapa e Pato Branco. Duração aproximada: 60 minutos;- 02 (dois) bate-papos GRATUITOS com a equipe artística e técnica do espetáculo para discussão do processo de produção musical instrumental, com duração aproximada de 60 minutos, visando a formação de plateia - público alvo: alunos e professores de escolas públicas e/ou pessoas em situação de vulnerabilidade social - 500 vagas cada; - Disponibilização de 02 (dois) ônibus para transporte GRATUITO de alunos e/ou professores da rede pública de ensino. As atividades de Contrapartida social serão gratuitas e voltadas a estudantes e professores de instituições públicas de ensino e interessados, cumprindo os itens previstos nessa lei (Art.22), conforme abaixo: a) a ação formativa cultural deve ser oferecida obrigatoriamente a professores e alunos de qualquer nível. Desses alunos e professores, pelo menos, 50% devem ser de instituições públicas de ensino. b) a ação formativa deve ser obrigatoriamente presencial e gratuita. c) a ação formativa não se confunde com as ações do projeto, sendo uma atividade à parte. d) a ação formativa não se confunde com medida de ampliação de acesso (inciso V do artigo 21 da IN 02/2019). e) a ação formativa deve ter ligação com a linguagem do projeto principal (teatro, artes visuais, música), visando a conscientização para a importância da arte e cultura por intermédio do produto cultural do projeto.
PRODUTO: APRESENTAÇÕES MUSICAIS (MÚSICA INSTRUMENTAL) ACESSIBILIDADE FÍSICA: a produção se responsabiliza por escolher espaços adequados para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer”. Além disso, todas as ações previstas no projeto serão distribuídas de forma gratuita. DEFICIENTES AUDITIVOS: a produção do projeto se responsabiliza em criar um espetáculo visualmente sensorial, transformando a experiência artística acessível ao público surdo e/ou ensurdecido. DEFICIENTES VISUAIS: Todas as atividades do projeto "Paraná tem Choro" são acessíveis para deficientes visuais, e após os espetáculos, o público cego poderá se aproximar do palco e fazer uma visita sensorial no espaço de apresentação. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: a produção se responsabiliza por locar espaço adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". Os responsáveis do projeto declaram ainda que privilegiarão em sua escolha teatros bem localizados em relação ao transporte público (espaços próximos a metrôs e/ou pontos de ônibus seguros). Além disso, todas as ações previstas no projeto serão distribuídas de forma gratuita. DEFICIENTES AUDITIVOS: a produção do projeto se responsabiliza em criar um espetáculo visualmente sensorial, transformando a experiência artística acessível ao público surdo e/ou ensurdecido. DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica. Como trata-se de um produto musical e falado, o próprio produto artístico é acessível em sua essência.
Para atender à democratização de acesso, serão adotadas as seguintes medidas, conforme artigo 21, da Instrução Normativa 02, de 23 de abril de 2019: - Todas as ações previstas no projeto serão distribuídas gratuitamente, considerando que as ações terão em média o alcance de 250 pessoas, estima-se que seja atingido um público médio de 5.000 pessoas, apenas nos concertos didáticos;- Serão realizados, além dos 20 (vinte) concertos didáticos, 02 (duas) apresentações do espetáculo musical História do Choro, gratuito e aberto ao público, atingindo com essa ação cerca de 1.000 pessoas;- Serão realizados ainda 02 (dois) bate-papos com a equipe artística e técnica do projeto, após a realização dos shows, atendendo o inciso “V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22”;- Será oferecido transporte gratuito para 02 (dois) instituições de ensino público e/ou instituições que atendam pessoas em situação de vulnerabilidade social, a serem definidas posteriormente. Atendendo assim o inciso “II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos”;- O registro audiovisual do espetáculo será disponibilizado online, atendendo o inciso “III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22”.
COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: Daniel Migliavacca PRODUÇÃO EXECUTIVA: Isadora Rodrigues Moreira da Silva PRODUÇÃO EXECUTIVA: Gilmar Antonio Kaminski Junior MÚSICOS: Daniel Migliavacca, Lucas Melo e Luís Rolim TÉCNICO DE SOM: Francisco Esmanhoto Santarosa ILUMINAÇÃO: Victor Sabbag COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO: Luísa Feiten Bonin (Platea Comunicação e Arte) Daniel Migliavacca é um dos jovens representantes do choro e do bandolim no Brasil. Tem se destacado em diversos projetos como instrumentista, compositor, arranjador e diretor musical. Já conquistou prêmios pelo Brasil como instrumentista e compositor e possui 5 CD´s lançados. Entre os principais projetos realizados estão: a gravação do CD (2016) dedicado a obra do bandolinista catarinense e radicado em Curitiba, Walter Scheibel (12/10/1934 - 01/06/2014), onde gravou 13 choros inéditos, e a composição de 10 Estudos para Bandolim que serão lançados em 2020, como projeto final do seu Mestrado Profissional em Música da UFRJ. Recentemente, o bandolinista lançou o disco "Remeleixo", duo com a pianista Elizabeth Fadel com um repertório que homenageia o Jacob do Bandolim, com participações especiais como do renomado musicista Hamilton de Holanda. Em 2021 o duo fará uma turnê em três países da Europa (França, Itália e Áustria) , para o lançamento desse disco em renomados festivais internacionais de choro e em importantes salas de concerto. Isadora Flores é produtora desde 2008, foi sócia-fundadora da Fuá Produções em 2009, onde trabalhou 3 anos com uma série de projetos culturais nas áreas de música, artes cênicas, patrimônio imaterial e artes visuais. Como produtora de teatro trabalhou com Renata Sorrah Produções Artísticas, Marcio Abreu e companhia brasileira de teatro, Phila7, Nelson Barskeville, Rubens Velloso, Pedro Vilela, Grupo Magiluth, Carol Mendonça, As meninas do Conto e A Armadilha. Trabalhou na companhia brasileira de teatro desde 2013, na produção geral da companhia e como produtora executiva no pROJETO bRASIL, patrocinado pela Petrobras (2013-2016), projeto de manutenção, circulação de repertório e montagem de novo espetáculo. Produtora e criadora do grupo Siricutico (2011), e produtora executiva nos festivais Litercultura - Festival Literário e Gibicon – Convenção Internacional de Quadrinhos de Curitiba. Gilmar Kaminski é técnico em contabilidade e produtor cênico formado pela Universidade Federal do Paraná (2017). Desde 2015 desenvolve projetos nas diversas linguagens artísticas (teatro, artes visuais, música, literatura e audiovisual), atuando como produtor e gestor administrativo, com foco em projetos realizados através de leis de incentivo à cultura. Dentre os principais trabalhos desenvolvidos, destacam-se: Festival de Teatro de Curitiba - edições 2018 e 2019 (produtor da Mostra Oficial), Festival Psicodália - edições 2018 e 2019 (produtor financeiro); Bienal de Quadrinhos - edições 2016, 2018 e 2019 (produção executiva); Molière, da Renato Borghi Produções - circulação nordeste e sudeste (gestão administrativa); e Dezembro, d'A Armadilha Cia de Teatro (produção executiva e gestão administrativa). Atualmente, integra a equipe de coordenação da Bienal de Quadrinhos de Curitiba e a equipe de produção d'A Armadilha Cia de Teatro, além de desenvolver projetos próprios pela Flutua Produções. Lucas Melo é um músico curitibano, violonista, arranjador e compositor, estudou no Conservatório de MPB de Curitiba, onde atualmente atua como professor. Comanda a Roda de Choro do Conservatório de MPB, toca no duo Papo de Xará, participa do tradicional Conjunto Choro e Seresta e de diversos outros grupos e projetos musicais em Curitiba. Participou, como músico e arranjador, de gravações e shows de diversos artistas curitibanos como Sérgio Albach, Daniel Migliavacca, Julião Boêmio, Claudio Menandro, Gabriel Schwartz e outros. Já se apresentou ao lado de músicos renomados como Antônio Rocha, Toninho Carrasqueira, Dirceu Leite, Rogério Souza, Ronaldo do Bandolim, entre outros. Luís Rolim é músico instrumentista e produtor cultural. Começou a tocar percussão por volta dos 8 anos de idade e iniciou seus estudos de bateria aos 15 anos. Estudou no Conservatório de MPB de Curitiba (2007 a 2009 / 2010 a 2012) aulas de teoria e escrita musical, aulas de bateria com Toni Antoniacomi. Pós graduando em Tecnologias Sonoro Musicais- PUC-PR. Participou de diversas atividades dentro da Oficina de Música de Curitiba: aulas de percussão/bateria e práticas de conjunto com Jorginho do Pandeiro, Wilson das Neves, Kenwood Dennard, Celsinho Silva, Endrigo Bettega, Toni Antoniacomi, Edu Ribeiro, Márcio Bahia, Carlos Bala, Kiko Freitas, Arismar do Espírito Santo, Letieres Leite, Nenê, entre outros. Atualmente, integra os grupos Sapato Furado Orquestra de Gafieira, Daniel Migliavacca Quarteto, Os Milagrosos Decompositores, Orquestra à Base de Cordas e Orquestra à Base de Sopros de Curitiba, João Egashira Quarteto, entre outros. Victor Sabbag é iluminador e operador de luz. Atualmente trabalha com diversas Cias. De Teatro e se destaca principalmente na área musical. Dentre seus últimos projetos estão os shows de Iria Braga, O homem Bruxa (André Abujamra) , Cara de baden e jeito de garoto e Gris,com Juliana Cortes , além da série Solo Música . Criação de luz para o espetáculo teatral Salomé– Cia. Do Urubu . Foi responsável técnico pela iluminação do Teatro da Caixa Cultural Curitiba de 2004 até 2011. Representou a iluminação do espetáculo Fole na França, Festival Dans Fabrik. Criou a luz dos shows apresentados na Oficina de música de Curitiba 2015/2016 e Circuito Off 2015. É sócio da empresa TRIO iluminação. Luísa Bonin é formada em Comunicação Social - Relações Públicas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), também é fotógrafa e apaixonada por cultura e empreendedorismo. É voluntária da ONG de incentivo à leitura Freguesia do Livro, é responsável por parcerias e oportunidades de impacto na Aliança Empreendedora, onde é co-fundadora do portal Tamo Junto para microempreendedores de baixa renda e foi durante 7 anos Diretora de Comunicação. Cursou Planejamento de Comunicação Estratégica na Lemon Escola de Publicidade de Curitiba-PR e Storytelling focado na comunicação do impacto de organizações sociais promovido pela Ashoka e pela Agência de Comunicação FREUDS em Londres - Reino Unido. Também é certificada em Gestão de Projetos de Desenvolvimento Pro1 pela APMG International. Desde 2015, se especializou em estratégia de comunicação para projetos culturais, já atendeu artistas como: Renato Borghi, Matheus Nachtergaele, Nena Inoue, Diego Fortes, Luiz Felipe Leprevost, Thayana Barbosa, Daniel Migliavacca, Maikon K e Michelle Moura, Projeto Broadway em Curitiba, Banda Choro pra Cinco, entre outros. *O proponente Daniel Migliavacca atuará na função de Coordenador de Produção e Músico, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenação de Produção”.
PROJETO ARQUIVADO.