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PRONAC 203048Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Novas Frequências 10ª edição

OUTRA MUSICA PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 199,0 mil
Aprovado
R$ 199,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-07-23
Término
2023-12-31
Locais de realização (9)
Salvador BahiaFortaleza CearáBrasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáJoão Pessoa ParaíbaPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo

Resumo

10ª edição do Festival Novas Frequências, evento de música experimental, novas tendências musicais e arte sonora, considerado como o mais relevante da América do Sul em seu nicho. Para comemorar este marco, como forma de valorizar a cena nacional, será montada uma edição especial apenas com artistas brasileiros. Em virtude da pandemia de coronavirus e do desconhecimento da data de reabertura do mercado de entretenimento ao público em geral, o formato adotado será inteiramente online, dentro dos canais de mídia social do festival e do YouTube, com a realização de apresentações musicais instrumentais de diversos formatos, além de encontros, palestras, oficinas e entrevistas. Toda a programação será gratuita e o público online previsto é de 26.350 pessoas.

Sinopse

Todos os conteúdos do festival são destinados para todas as idades. ENCONTROS (DEBATES): Música em tempos de isolamento social: como nos conectarmos de forma mais criativa em isolamento? Mediação: Chico Dub. Mesa com: Abel Duarte (do trio Tantão & Os Fita), Lucas Carvalho (MONASSTEREO), Gabriela Nobre (b-Aluria) e Isabel Nogueira (duração: 90 minutos)O isolamento (ou distanciamento) social devido a pandemia e os efeitos do novo coronavírus colocou o mercado da música e do entretenimento em cheque-mate: como continuar produzindo relevância artística e estética em condições mínimas? Como continuar gerando renda sem a possibilidade de realizar eventos ao vivo? Como fugir da batida fórmula da “lives”? Neste encontro que abre a 10ª edição do Festival Novas Frequências serão debatidas as principais questões que tangem a música e toda a cultura em geral nos dias de hoje. Música ambiente e a trilha sonora perfeita para momentos de isolamento. Mediação: Chico Dub. Mesa: Luisa Puterman e Bruno Garibaldi do Projeto Sonora e Bruno Seres (MYMK) (duração: 60 minutos)Em função de crises mundiais em todas as esferas humanas, um número crescente de pessoas busca métodos alternativos de combate ao estresse, frequentemente encontrando alívio da ansiedade nas práticas de yoga, meditação e da expansão de consciência. É o tempo em que, enquanto anseia por significado espiritual, autoconhecimento, e desconexão da realidade crua das notícias, a humanidade encontra conforto na música que nos possibilita alterar a momentaneamente a realidade e nos levar a outras dimensões. Neste encontro iremos discutir o atual estado da música ambiente, que, em função da pandemia de coronavírus e seus desdobramentos, se tornou ainda mais festejada em todo o mundo, a “trilha perfeita para momentos de isolamento”. Improvisação livre em formatos digitais: funciona? Mediação: Chico Dub. Mesa: Nelson Soares e Marcos Moreira do duo O Grivo, Marcela Lucatelli e Tânia Neiva (duração: 60 minutos)A improvisação livre é uma prática musical onde os participantes tocam seus instrumentos ao vivo sem nenhum tipo de acordo prévio, ensaio ou repertório pré-estabelecido. Prática comum aos universos do jazz e da música experimental como um todo, a improvisação livre tem ganho, devido a quarentena proporcionada pelo Covid-19, novos rumos, formatos e desafios. Neste encontro, serão discutidos justamente estes formatos - e que formatos exatamente são esses - em busca de soluções criativas em meio a impossibilidade de se apresentar ao vivo. PALESTRAS: Introdução à música experimental por Chico Dub (duração: 60 minutos)Nesta aula introdutória, Chico Dub discorre sobre este tipo de tipo de proposta sonora que desafia a música tanto como forma quanto como conteúdo ; que explode suas estruturas de governo, que determina terminologias, dispositivos notacionais e códigos de conduta. A palestra é funciona como uma linha do tempo das vanguardas do século 20: futurismo, dadaísmo, arte conceitual, fluxus, happenings, minimalismo, etc. Introdução à arte sonora por Chico Dub (duração: 60 minutos)“Virada sônica” (sonic turn) é um termo cunhado para designar a mudança gradual de foco do visual para o auditivo que vem ocorrendo nas práticas artísticas e nos estudos acadêmicos nos últimos anos — graças a implementos tecnológicos e também pela busca em estabelecer novos parâmetros artísticos, o som passou a ser reconhecido e exibido como uma forma de arte em si mesmo. Nesta palestra introdutória, Chico Dub, passeia pelos principais conceitos, estéticas e procedimentos que envolvem propostas radicais em busca de uma expansão da escuta e dos limites sonoros. Poesia contemporânea, filosofia e música experimental por Gabriela Nobre (duração: 60 minutos)A artista sonora e poeta Gabriela Nobre versa nesta palestra sobre intersecções entre partitura-ação, poesia performada, escuta-composição, texto-música e partitura verbal dentro da ideia de um desejo de voz atravessada pela poesia sonora. Nesta aula introdutória, investiga os audio-poemas de Henri Chopin, as técnicas de cut-up de William Burroughs, os procedimentos ligados a poesia falada dentro do Fluxus, da arte conceitual e da rádio-arte, e finalmente, o conceito de voz-música proposto por Deleuze e Guattarri. OFICINAS: Em busca de novas sonoridades: o uso de técnicas expandidas e a criação de novos instrumentos com O Grivo (duração: 60 minutos)A dupla O Grivo, formada por Nelson Soares e Marcos Moreira, nesta oficina irá ensinar diversas técnicas que ressignificam o uso de instrumentos musicais convencionais, além da criação de simples objetos autômatos emissores de sons. “Voz como instrumento” com Marcela Lucatelli (duração: 60 minutos)Nesta oficina, Marcela Lucatelli irá mostrar através de exercícios como a voz pode ser utilizada como um instrumento sonoro como outro qualquer: a voz para além da semântica e o uso de gritos, gemidos, interjeições, onomatopéias e outros recursos de forma criativa. “Gravação de campo” com Luisa Puterman (duração: 60 minutos)Gravação de campo é uma prática aperfeiçoada dentro dos estudos de ecologia acústica, disciplina que estuda o relacionamento, mediado pelo som, entre os seres humanos e seu ambiente. Durante a oficina, Luisa Puterman irá ensinar como gravar sons ambientes caseiros ou próximos de casa (quintais, janelas, terraços) utilizando telefone celulares e outros aparelhos de baixo custo e transformá-los criativamente em material sonoro para a composição musical. Percussão afro-futurista com Eric Barbosa (duração: 60 minutos)Afrofuturismo é um movimento pluridisciplinar que utiliza a música, as artes plásticas, e a moda que estabelece o encontro entre a história, o resgate da mitologia e cosmologias africanas com a tecnologia, a ciência, o novo e inexplorado. Eric Barbosa, do grupo Ode ao Mar Atlântico, irá ensinar nesta oficina técnicas percussivas ligadas ao candomblé e outras religiões afro-brasileiras em comunhão com recursos tecnológicos de computador e pedais de efeito. “O uso do toca discos como gerador de sons” com May HD (duração: 60 minutos)“Embora as pessoas acreditem que possam usar discos como música, o que elas têm que finalmente entender é que elas precisam usá-las como discos. E a música nos instrui, eu diria, que se o uso das coisas é significativo, ele consequentemente é criativo; portanto, a única coisa vibrante que acontecerá com um disco é, se de alguma forma, você utilizá-lo para fazer algo que ele não é.” A partir de John Cage e outros visionários da vanguarda, May HD irá ensinar técnicas de “turntablism”, o uso criativo (ou ressignificado) de toca-discos e discos de vinil como geradores de sons - e não como reprodutores de material pré-gravado. A técnica, eternizada pelo hip-hop e aperfeiçoada por artistas sonoros, transforma o toca-discos em um instrumento musical. “Criação de partituras visuais” com Luiza Schulz (duração: 60 minutos)Partituras visuais (ou gráficas) são trabalhos com origem no contexto da música e apreciados por artistas visuais em função de sua característica libertária que vai além da notação musical convencional. Utilizando símbolos e desenhos não-comuns ao léxico musical, as partituras visuais são trabalhos abertos a improvisação do intérprete, que, por consequência, se torna também compositor. Com diversas composições que se utilizam da prática, a compositora e artista sonora Luiza Schulz irá passear por seu repertório ao mesmo tempo em que sugere exercícios e dinâmicas aos praticantes da oficina. ENTREVISTAS:Todas as 16 entrevistas terão 15 minutos de duração, irão ocorrer antes das apresentações musicais e serão conduzidas pelo curador e diretor artístico Chico Dub. O objetivo destas entrevistas é introduzir o conteúdo artístico e estético da programação ao público do festival, passeando por conceitos, referências, influências, processos, etc. ENCONTROS MUSICAIS: A listagem completa da biografia dos artistas e suas manifestações consta como anexo.

Objetivos

___Objetivos Gerais___Celebrar 10 anos da criação do Novas Frequências, festival criado em 2011 no Rio de Janeiro que se tornou, ao longo de sua trajetória, um marco, para além da música, no cenário de eventos de vanguarda e inovação no Brasil. Em virtude do Covid-19, do distanciamento social, e de todo o fechamento, por meses, de casas de shows, centros culturais, museus e afins, entende-se que a melhor maneira de comemorar a 1ª década do Novas Frequências - um festival que sempre foi internacional - é promover ainda mais a música e o ecossistema musical brasileiro. Entende-se que no momento atual, se torna ainda mais urgente apoiar, promover e divulgar a cena nacional. A programação portanto irá selecionar 100% de artistas brasileiros de música instrumental, elencando artistas emergentes e veteranos, mostrando ampla variedade estética, geográfica e de gênero e, finalmente, evidenciando o que há de mais inovador sendo produzido no país. O Novas Frequências surgiu em 2011 sempre à procura de artistas que rompem com fronteiras pre´-estabelecidas em busca de novas linguagens sonoras. Para o festival, importa muito mais a experiência com o som, o processo e a tentativa de se construir algo novo, ine´dito e que venha a ser a mu´sica do futuro, do que propriamente gêneros e estilos musicais _ o que acaba o aproximando mais da arte contemporânea do que da mu´sica como entretenimento. O Festival Novas Frequências ja´ realizou, de 2011 a 2019, mais de 200 apresentaço~es de artistas de 28 pai´ses. Em relação à cena brasileira, o Novas Frequências conta anualmente com artistas responsáveis pelo que há de mais inovador no campo da música produzida no país, lançando carreiras, colocando holofotes em artistas que merecem maior reconhecimento e, através de projetos comissionados, promovendo propostas estéticas nunca realizadas anteriormente pelos mesmos. ___Objetivos específicos___ A 10ª edição do Festival Novas Frequências, justamente a proposta cultural deste projeto, pretende ser realizada de terça a domingo, de 01 de dezembro a 06 de dezembro de 2020, inteiramente no território da Internet. Nosso objetivo é realizar um total de 16 encontros de música instrumental de diversos formatos (01 show na terça, 01 show na quarta, 02 shows na quinta, 03 shows na sexta, 05 shows no sábado e 04 shows no domingo), além de 03 encontros/debates (terça, quinta e sábado), 03 palestras (quarta, sexta e domingo), 06 oficinas (uma oficina por dia) e, finalmente, entrevistas diárias de 15 minutos (no pré-show) com todos os artistas da programação.

Justificativa

Sem a realização através de Lei de Incentivo à Cultura, um festival com as características do Novas Frequências não conseguiria ser realizado. Todas as 9 edições do festival, de 2011 a 2019, foram realizadas através das leis de incentivo à cultura, sejam Estaduais (ICMS RJ, 2011 a 2017 e 2019) e Federais (Lei de Incentivo à Cultura, antiga Lei Rouanet, em 2018). A parceria se destina a custear, via Lei de Incentivo à Cultura, a iniciativa do projeto, fornecendo os recursos financeiros necessários para a sua plena realização. Dentre os itens contemplados podemos citar, por exemplo, cachês artísticos e de produção, divulgação, assessoria de imprensa, encargos administrativos e documentação do projeto. Acreditamos que o projeto se enquadra dentro dos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Em relação ao Art. 3º da referida norma, serão alcançados os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; -- O Festival Novas Frequências foi considerado um dos três melhores eventos de cultura do pai´s segundo o Prêmio Bravo! de 2016; apontado como um dos melhores festivais do mundo em 2016 e 2017 e o principal evento de vanguarda brasileiro pela plataforma internacional Resident Advisor; eleito o Melhor Festival do Rio de acordo com o Prêmio Noite Rio 2013. Outra importante honraria adquirida pelo festival e´ ser membro integrante da rede internacional ICAS (International Cities Of Advanced Sound), network que reu´ne alguns dos mais importantes festivais de culturas sonoras avançadas, mu´sica de vanguarda e artes relacionadas como o Mutek (Montreal, Canada´), o Unsound (Craco´via, Polônia), o CTM (Berlim, Alemanha) e o TodaysArt (Haia, Holanda). Fazer parte desta rede que tem como objetivo estimular o dia´logo, a troca de conhecimentos e o apoio mu´tuo entre organizaço~es internacionais envolvidas com mu´sica e sons avançados e´ uma possibilidade incri´vel de criar intercâmbios arti´sticos e culturais entre o Brasil e o exterior. Somos o u´nico membro brasileiro e o u´nico membro ativo da Ame´rica do Sul a fazer parte do ICAS. O Novas Frequências e´ peça fundamental no crescimento da cena de mu´sica experimental e de arte sonora no pai´s. Oferecemos condiço~es de apresentaça~o para artistas brasileiros muito superiores a me´dia _ o contato com artistas estrangeiros possibilita a expansa~o internacional de seus trabalhos, e nossa forte divulgaça~o na mi´dia possibilita que sua mu´sica tenha um alcance muito maior. O Novas Frequências vem fazendo com que a cena de mu´sica experimental circule, forme pu´blico e evolua em diversos campos. Junto com o Novas Frequências, crescem artistas, selos, produtores, agências de bookings, casas de show, festivais, pequenos webzines e toda uma rede que gira em torno do festival. O Novas Frequências chacoalha o cena´rio musical existente no Brasil realizando uma curadoria que esta´ muito ale´m de nomes consagrados tocando ao vivo. O Festival, que ja´ promove encontros, aproxima universos, incentiva a produça~o de mu´sica instrumental e experimental, flerta com a arte contemporânea e com a mu´sica erudita, ganha cada vez mais força no calenda´rio cultural do Rio de Janeiro e se solidifica, em seu segmento, como um dos eventos mais importantes do Pai´s e do Continente. Sobre o Festival Novas Frequências: "Ainda estamos anos luz atra´s dos gringos quando o assunto sa~o festivais voltados para um tipo de som menos comercial. E e´ por isso que e´ preciso celebrar a existência do Novas Frequências." Claudia Assef (curadora e gestora da Galeria Olido, em São Paulo, e co-curadora e idealizadora do Womens Music Event)"O mais respeitado festival de mu´sica e arte avançada do pai´s. Estar la´ e´ como ir para o Inhotim. Quer dizer, e´ pensar que _ sim _ existem coisas no Brasil que dariam inveja a qualquer pai´s do 'primeiro' mundo." Projeto Pulso (plataforma especializada em festivais)"O maior festival de mu´sica experimental da Ame´rica Latina." Revista Vice "Festival sauda´vel para o ecossistema musical brasileiro." Bruno Natal (URBe)"Aquele tipo de festival que enche o nosso coraça~o tupiniquim de orgulho apenas por existir." Chicken or Pasta "O evento mais vanguarda da CENA brasileira." Lucio Ribeiro (Popload)"O Novas Frequências se consolidou na~o apenas como o principal festival de mu´sica nova (ou moderna ou avançada ou qualquer outro ro´tulo que se queira dar para a reunia~o de artistas que buscam as fronteiras do fazer musical), mas como o festival mais interessante no pai´s hoje." Guilherme Werneck (Revista Bravo)"Festival ainda sem pares no Brasil". Guilherme Guedes (apresentador do Multishow)"O melhor evento de mu´sica avançada no Brasil"Alexandre Matias (site Trabalho Sujo, ex-curador de música do Centro Cultural São Paulo e curador de música do Teatro Centro da Terra) Por não sabermos ao certo como serão as regras de convívio social dentro do setor do entretenimento até o final do ano, acreditamos que o melhor formato possível é o formato online. Desta forma, além de evitar qualquer tipo de risco de contágio, temos possibilidades de ampliar o alcance de público para além do Rio de Janeiro e, pela primeira vez, realizar um festival totalmente nacional (e gratuito) devido ao alcance possibilitado pela rede - até mesmo o público internacional poderá assistir ao festival, tornando essa edição comemorativa completamente única. Em relação a acessibilidade, o festival está amparado em relação à acessibilidade física e de conteúdos (através da tradução em libras).

Estratégia de execução

O Festival Novas Frequencias deixa ciente que toda a pré produção, execução (exceto programação artística) e pós produção serão realizadas no Estado do Rio de Janeiro, sendo este o local de contratação da equipe, salvo fornecedores para locações de equipamentos, quando necessário. O projeto está categorizado da seguinte forma: Festival/Mostra (produto principal) e Apresentação Musical e Contrapartidas (produtos secundários). No produto "Contrapartida Social" estão sendo oferecidas oficinas, palestras e debates, sendo que os debates serão promovidos sem custo individual para o projeto. -- Os principais canais do Festival Novas Frequências são: www.novasfrequencias.comwww.facebook.com/novasfrequenciaswww.instagram.com/novasfrequencias Segue abaixo, links para vídeos-documentários realizados em cada uma das edições do Festival Novas Frequências até hoje: 2011: https://youtu.be/GpP36C4r0w02012: https://youtu.be/ucsMowDU3qs2013: https://youtu.be/3BweUlVu2_E2014: https://youtu.be/bw5BMdvtDAY2015: https://youtu.be/j1tcovPy0iI2016: https://youtu.be/jN2BG1lpBgw2017: https://youtu.be/c9mufxHNc8U2018: https://youtu.be/DJ5VKCSOUtc2019: https://youtu.be/zf_YGUa2qC4

Especificação técnica

Apresentações musicais > Total de 16 apresentações musicais > Duração: Entre 45 e 60 min > Transmissão online gratuita Entrevistas > Total de 16 entrevistas > Duração: 15 min (pré apresentação) > Transmissão online gratuita Encontros (debates) > Total de 03 encontros/debates > Duração: 60 min (exceto o encontro de abertura que terá 90 min) > Transmissão online gratuita Palestras > Total de 03 palestras > Duração: 60 min > Transmissão online gratuita Oficinas > Total de 06 oficinas > Duração: 60 min > Transmissão online gratuita

Acessibilidade

A 10ª edição do Festival Novas Frequências irá acontecer totalmente no domínio da internet. Desta forma, qualquer pessoa portadora de deficiência física parcial ou integral com acesso a esse recurso poderá participar do evento. Sobre a acessibilidade de conteúdo, faremos a contratação de profissionais tradutores e intérpretes de libras para todas as palestras, encontros, entrevistas e oficinas (neste último, caso haja demanda por interesse). Por fim delcaramos que todos os conteúdos do festival serão gratuitos com transmissão online: apresentações musicais, palestras, encontros, oficinas e entrevistas, sendo assim, acessível a toda e qualquer pessoa que disponha de acesso a internet.

Democratização do acesso

Serão adotadas no projeto as seguintes medidas de ampliação de acesso previstas no art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Reiteramos que, por se tratar de um Festival online, todos os produtos resultantes do projeto serão transmitidos via internet.

Ficha técnica

Francisco Pires de Castro Linhares (em artes conhecido como Chico Dub) é dirigente da instituição proponente Outra Música Produção Cultural LTDA e irá realizar no projeto as funções de direção geral e curadoria. Além de idealizar o Festival Novas Frequências e criar todo o conceito do festival, tem o papel de planejar, executar e monitorar o mesmo, finalizando-o dentro dos recursos estimados e garantindo o sucesso de seus objetivos. Chico Dub dirige todas as etapas, recursos, prazos e envolvidos na proposta, desde o planejamento até a prestação de contas do trabalho. É também o responsável por todas as escolhas artísticas do mesmo, compondo sua curadoria (o elenco de artistas do festival em todos os setores) e criando nexo entre a programação; conceitua a programação visual (design) do evento; desenha a estratégia de divulgação junto com a assessoria de imprensa, brifando a mesma sobre possíveis pautas; dirige os técnicos de som e luz em busca das melhores soluções criativas para a realização das apresentações musicais. Finalmente, faz a mediação dos encontros (debates) e dá duas palestras (que não serão oneradas no projeto). ___Currículo resumido dos principais participantes____ Francisco Pires de Castro Linhares (diretor geral e curador), conhecido em artes como Chico Dub é curador com foco em música experimental, música de vanguarda e arte sonora. É curador do Festival Novas Frequências e gestor do Incidências Sonoras, plataforma de música experimental e arte sonora vinculada ao Coincidência, um programa de intercâmbios culturais entre a Suiça e América do Sul desenvolvido pelo instituto suiço Pro Helvetia. Além do Novas Frequências - festival realizado desde 2011 que integra a rede ICAS, um network internacional que compreende mais de 40 festivais de sons avançados e que é considerado o principal festival sul-americano em seu nicho -, já realizou curadorias para: Videoex (Zurich, 2019), Escuchar (Sonidos Visuales) (Buenos Aires, 2018), Red Bull Music Academy SP (2017), Revisitando Smetak (Rio, 2017), HOBRA - Residência Artística Holanda Brasil (Rio, 2016), Pulso (SP, 2016), Dia da Música (Rio, 2015), Eletronika (BH, 2013-2015), SESI Cultura Digital (Rio, 2014-2015), World Stages Residency (Theatre Royal Stratford East, London), Cine-Seizure (Arnolfini - Centre for Contemporary Arts, Bristol, 2014), Festival Imersões (Rio, 2014), Sónar São Paulo (2012), além das séries Invasão Paraense e Invasão Baiana para os CCBBs de Brasília, SP e Rio (2012, 2014 e 2015). Dentre as exposições coletivas de arte sonora que realizou curadoria estão: "Canção Enigmática: relações entre arte e som nas coleções MAM Rio" (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2019-2020); "Lado B: o disco de vinil na arte contemporânea brasileira" (Sesc Belenzinho, 2019); "Disco é Cultura "(Castelinho do Flamengo, 2017); "Gambiarra Sonora" (Festspielhaus Hellerau, Dresden, Alemanha, 2016). Valéria Martins (direção de produção) é atuante na área cultural há 38 anos. Desenvolve projetos se responsabilizando por todas as suas etapas sejam eles nas artes cênicas, visuais e corporativas no Brasil e em outros países. Durante 23 anos foi a responsável pelo empresariamento da Intrépida Trupe, produzindo, participando de todas as criações. Foi coordenadora de produção, curadora e consultora no Festival de Circo do Brasil/PE (2005 a 2016), Ateliê de Voos / RJ (2009), Panorama/RJ (desde 2000), MIMO/RJ, PT (2015, 2016, 2017), Encontro Internacional de Palhaços - Anjos do Picadeiro/RJ, SP, BA (desde 2009). Foi diretora de produção e artística da 4º edição da Mostra Arquivo em Cartaz do Arquivo Nacional – RJ/2018; Diretora de Produção do Festival Novas Frequências 9º edição - 2019; Diretora de Produção do Arena Banco Original com Jota Quest, Preta Gil, Paralamas do Sucesso, Nando Reis, Tiago Abravanel, Frejat, além de 4 espetáculos adultos, 4 infantis, 4 palestras e 4 filmes em Campos do Jordão/SP; Diretora de Produção do evento temático e exposição Uma Aventura de Natal no Píer Mauá, Armazém 3 pela Aventura Entretenimento - RJ/2017. Fez direção geral da Gala Infinitto Film Festival no Lincon Theatre em Miami – EUA/2011. Foi produtora do Circo Voador/RJ nos anos 80 e 90 realizando shows de Tim Maia, Paralamas do Sucesso, Lobão, Capital Inicial, James Taylor, Menudos, Jorge Benjor, Caetano Veloso, entre outros. Foi produtora e figurinista da Banda Brasov 2012/2013/2014. Daniel Uryon (coordenação técnica) é formado em Artes Cênicas pela UNIRIO. Participou da fundação, gestão e lançamento de companhias de teatro, bandas, artistas, eventos, além de trabalhos sociais. Em seu histórico recente se destacam: Gestão da Intrépida Trupe desde abril/2018; Coordenação Técnica da Virada Sustentável Rio 2018 e 2019; Coordenação Técnica do Tempo Festival 2018; Produção do Espaço Cultural BNDES na edição de 25 anos do ANIMA MUNDI, 2017; Coordenação Técnica do Festival Internacional “PANORAMA”, nos anos de 2016, 2017 e 2018; Produção executiva da comemoração dos 30 anos de Intrépida Trupe, nos espetáculos “À Deriva” e “Cidades Flutuantes”, na Fundição Progresso em 2016; Sócio Administrador da U PLUS CULTURAL desde fevereiro/2016; Produção e lançamento do evento “HEAVY BAILE”, 2013/2014; Produção de lançamento da banda BILTRE 2011-2015. Leila Grimming (assessora de imprensa) Cia. Intrépida Trupe (quatro espetáculos em 2009); ‘Sassaricando – E o Rio inventou a marchinha’ - temporadas cariocas de 2009 (Teatro das Artes), 2010 (Carlos Gomes e itinerância em algumas cidades), 2011 (Teatro das Artes), 2012 (Teatro Leblon), 2013 (Imperator), 2014 (NET Rio), 2015 (Sala Baden Powell e Sesi Jacarepaguá) e 2016 (Teatro Dulcina); Sassariquinho (Teatro das Artes), em 2013 e 2014; na peça ‘O Mistério Bufo’, de Maiakovski, dirigida por Fábio Ferreira e Cláudio Baltar, no Oi Futuro; Festival Grotowski, com coordenação de Tatiana Motta Lima, na UniRio, Teatro Poeira e Gláucio Gil; peça ‘3 Horizontes’, de Cadu Cinelli, no Teatro do Jockey; ‘Cozinha e dependências’ e ‘Um dia como os outros’, com Olívia Byington e Silvia Buarque, no Teatro Poeira; ‘Fragmentos do Desejo’ (CCBB) e ‘Ausência’ (Teatro Ginástico), da Cia Dos a Deux; peça infantil ‘A Gaiola’, direção de Duda Maia (CCBB/RJ); peça ‘Tudo o que há Flora’, direção de Daniel Herz (CCBB/RJ); série ‘O Século do Samba’ (CCBB e Armazém 2, 2016), com Nei Lopes, Monarco, Jards Macalé, Leci Brandão, Pedro Luis; ‘Meu Primeiro Festival’, produzido pelaDell’Arte, em novembro de 2016, no Passeio Público; projeto sociocultural ‘Passageiro do Futuro’ (2017), peças ‘Tudo o que há Flora’, dir. Daniel Herz (CCBB/junho de 2016) ‘Agora e na Hora’, de Luis Erlanger, com direção de Walter Lima Jr., com André Gonçalves e elenco (Teatro Fashion Mall/outubro de 2017), e ‘Ouvi dizer que a vida é boa’, com a Cia. Dramática de Comédia (Espaço SESC/junho de 2018), ‘Dança em Trânsito’, etapa RJ em 2017 e 2018; 56º e 57º Festival Villa-Lobos (RJ, 2018 e 2019); 17º Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI) (RJ e SP/out e nov de 2019), 9º Festival Novas Frequências (MAM/RJ, dez de 2019), entre outros. Adriano Motta (programador visual) é formado em Design Gráfico pela PUC Rio. Fez pós graduação na School of Visual Arts em Nova Yorque. Começou sua atividade profissional como ilustrador no jornal O Dia em 1996. Foi videografista na Bloomberg em NY durante o ano de 2001. De volta ao Rio trabalhou como freelancer e na Caótica, onde desenvolveu projetos para a Cia de Dança Deborah Colker, Oi Futuro, Multiplicidade Imagem_Som_Inusitados, Bloomberg TV, Toulon, Sony BMG. Fundou em 2010 o Atelier O Divino, onde desenvolveu, entre outras coisas, a identidade visual do Festival Novas Frequências, e fez durante 8 anos a direção de arte e todo o videografismo do Canal Woohoo. Atualmente trabalha como diretor de arte na Rede Globo de televisão.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

São Paulo