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PRONAC 203050Apresentou prestação de contasMecenato

Ruy Carlos Ostermann: um encontro com o professor

FERST & OSTERMANN LTDA
Solicitado
R$ 340,5 mil
Aprovado
R$ 340,5 mil
Captado
R$ 144,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

42.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-01-15
Término
2025-09-02
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Ruy Carlos Ostermann: um encontro com o professor consiste no resgate, por meio de memória biográfica, da vida e da carreira de Ruy Carlos Ostermann. em formato de livro.

Sinopse

Comentarista esportivo, radialista, colunista de jornal, comunicador de televisão, professor de filosofia, jogador de basquete, deputado estadual, secretário de estado, apresentador cultural, escritor, coordenador de equipe, patrono de Feira do Livro, cobertura de 13 Copas do Mundo, testemunha ocular in loco de três títulos do Brasil em Mundiais, presente em todos os títulos brasileiros de Grêmio e Internacional, os dois clubes mais populares de Porto Alegre, e nos dois títulos mundiais conquistados pelas duas agremiações no Japão, filho, esposo, pai, avô, amigo. A tentativa de sintetizar uma história tão rica em sete linhas, descrevendo apenas tudo o que Ruy Carlos Ostermann fez para a comunicação, a cultura e a vida pública do Rio Grande do Sul em mais de meio século de atuante contribuição nestes setores, é substituída pela deliciosa curiosidade de querer saber mais sobre quem foi o mais importante jornalista esportivo da história deste estado. Como um professor de filosofia e jogador de basquete conseguiu entrar no mundo da comunicação para se tornar a principal referência da imprensa esportiva gaúcha, por exemplo? O desafio de contar a trajetória de Ruy Carlos Ostermann é também o estímulo para levar ao público um pouco da história cultural, jornalística e política do Rio Grande do Sul. São Leopoldo é uma cidade da Região Metropolitana de Porto Alegre. Fica a 35 km da capital gaúcha. Habitada por índios carijós e caingangues e imigrantes açorianos, foi colonizada por alemães a partir do início do século XIX. É banhada pelo Rio dos Sinos, um dos principais afluentes da bacia do Rio Guaíba. No início do século XX, já em processo de expansão, facilitada pela estrada de ferro que ligava a cidade à capital, tornou-se um dos principais polos de industrialização e um dos grandes centros econômicos do estado. A formação do povo leopoldense tem como origem a forte marca do rigor germânico, do pragmatismo alemão e da inserção destas características em um ambiente rapidamente urbanizado, industrial e desenvolvimentista. Ruy Carlos Ostermann nasce em São Leopoldo no dia 26 de setembro de 1934 neste contexto. Descendente de alemães, tem, em sua infância, a rigidez de uma educação pragmática. Começa a ter contato com a literatura depois de uma temporada no internato do Colégio Sinodal, próximo do local onde morava. Já adolescente, profundamente influenciado pelas leituras e com a típica curiosidade juvenil de estar perto dos acontecimentos, ia ao Café Comercial, estabelecimento que funcionava no centro da cidade e era o palco das reuniões dos políticos, autoridades e intelectuais do município. Ruy ouvia atentamente o que se conversava. Eram tempos em que o país passava por uma efervescência política, social e cultural: a perda da Copa de 1950, a turbulenta última passagem de Getúlio Vargas pela presidência e o reconhecimento artístico do país, na música, no cinema e no rádio. O rádio também era um grande companheiro. A influência das emissoras cariocas e castelhanas, por conta da proximidade do Rio Grande do Sul com Argentina e Uruguai, juntava-se com outras referências que Ruy encontrava em seu caldeirão de informações que capturava enquanto também passava os dias atuando como atleta de basquete em clubes da cidade. Alto, esguio e desportista, conquistou importantes títulos citadinos nos anos 1950. Passou, também, a ser treinador na modalidade. Sem largar os livros, que o instigavam. Começa a participar timidamente da Rádio São Leopoldo, antes de se tornar assistente do professor Ernani Maria Fiori, no departamento de filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). No início dos anos 1960, compartilhava suas três paixões: o basquete, a filosofia e a comunicação. A vida acadêmica de Ruy Carlos Ostermann é interrompida a partir de 1964, quando Fiori é cassado pelo regime militar. Na época, Ruy já trabalhava na Folha da Tarde Esportiva, tabloide vespertino especializado em esportes. Mas também já fazia parte da equipe de esportes da Rádio Guaíba. Fundada em 1957, portanto, uma emissora relativamente nova, a Guaíba já movimentara a sociedade gaúcha na Copa de 1958, no primeiro título mundial vencido pelo Brasil, na Suécia. Com uma grande e pomposa cobertura, marcou sua chegada com investimentos e uma atenção especial para o futebol. Em 1962, é convidado pelo diretor da emissora, Jorge Alberto Beck Mendes Ribeiro, para ser um comentarista de basquete. Não demorou muito e passou a ser o comentarista oficial de futebol da emissora. Logo em seu início, Ruy Carlos Ostermann mostrava que tinha um diferencial em relação aos colegas. Por seu passado nos bancos acadêmicos do departamento de filosofia da UFRGS e com a bagagem cultural proporcionada pelas diversas leituras na adolescência, ele contrariou a lógica que se estabelecia no jornalismo esportivo da época. Ao invés de uma linguagem mais coloquial, próxima do cotidiano dos torcedores, Ruy formava as frases com sofisticação, adotando um português impecável e uma construção única. Passou a ser chamado de “o professor”. A primeira Copa de Ruy Carlos Ostermann foi em 1966. No Mundial da Inglaterra, resolveu criar uma planilha para a verificação dos incidentes da partida, como faltas cometidas, finalizações a gol, impedimentos e chances criadas. A iniciativa foi pioneira e até hoje os comentaristas utilizam este dispositivo. Também criou a transmissão off-tube, depois que a Rádio Guaíba não conseguiu credenciais para acessar o estádio. A ideia foi transmitir o jogo assistindo à partida pela televisão, algo comum nos dias de hoje, mas que foi uma criação de Ruy. Depois da Copa da Inglaterra, vieram, em sequência, participações em todas as Copas até 2014, de dentro do palco do acontecimento. É, portanto, um dos jornalistas com maior número de Mundiais na carreira. A partir dos anos 1970, passou a comentar os grandes títulos do futebol gaúcho, como o tricampeonato brasileiro do Internacional (1975/75/79), o título nacional do Grêmio em 1981, os títulos gremistas na Libertadores e no Mundial em 1983 e as conquistas tricolores nos anos 1990 e coloradas nos anos 2000. Esteve presente no Japão para os títulos mundiais de Grêmio e Internacional. Viajou para quase todos os países do mundo em coberturas esportivas. Formou, sobretudo, a consciência de uma linguagem para o comentário esportivo. Em 1978, assumiu a chefia de esportes da Rádio Gaúcha e, em 1982, entrou para a vida pública, com dois mandatos de deputado estadual, e, posteriormente, com a nomeação para as secretarias de Ciência e Tecnologia e da Educação. Tem onze livros escritos e um papel fundamental na cultura: foi com o projeto “Encontros com o Professor”, um talk-show com artistas, escritores e integrantes da vida cultural gaúcha, que ele conquistou, além do futebol, um espaço merecido nesta área. Já havia feito isso comandando o programa Gaúcha Entrevista, na Rádio Gaúcha. Ruy Carlos Ostermann, além de comentarista de rádio, teve programa de televisão, participação em diversos programas nacionais durante as Copas do Mundo e uma coluna diária em jornal desde os anos 1960, começando na Folha Esportiva e terminando na Zero Hora, jornal diário que abrigou seus escritos por 35 anos. No seu espaço de opinião, uma novidade: além de escrever sobre o cotidiano do futebol, também era um cronista, contando bastidores, histórias e até poesias. Uma coluna completamente diferente das existentes na época, com forte influência dos cronistas cariocas e de amigos como João Saldanha e Armando Nogueira. Ruy Carlos Ostermann vive em Porto Alegre e, além de ter dedicado sua vida para o jornalismo e para a cultura, é uma das principais referências entre os intelectuais na cidade. Uma história viva, com um legado único e que se desdobra para os principais fatos históricos, políticos e culturais da vida gaúcha dos últimos 60 anos.

Objetivos

Objetivo Geral: - Apresentar a biografia de Ruy Carlos Ostermann, sua importância para identidade cultural do Rio Grande do Sul e sua atuação na comunicação, sendo reconhecido como o maior comentarista esportivo do Rio Grande do Sul, . Objetivos Específicos: - Imprimir 2000 livros sobre a vida e a carreira de Ruy Carlos Ostermann; - Distribuir 400 (20% da tiragem total) para bibliotecas públicas, de universidades públicas, escolas públicos e museus; - Produzir audiolivro e disponibilizar no site do projeto, redes sociais e outras plataformas de interesse; - Realizar 3 rodas de conversa sobre a obra para estudantes de escolas/universidades públicas.

Justificativa

"A história do comentário esportivo se divide em antes e depois de Ruy Carlos Ostermann". A frase é de outro grande comentarista de futebol no Rio Grande do Sul, Lauro Quadros. De fato, a função ganha um novo momento a partir da Copa de 1966, quando Ostermann cria uma planilha que o ajuda a desenvolver as análises dos jogos. O material serve para que o comentarista possa identificar os lances do jogo, os cartões, as faltas cometidas, as chances de gol e os acontecimentos do jogo. Antes de Ostermann, não havia planilha; o comentarista fazia, a partir de sua observação, uma leitura bem menos aprofundada e técnica da partida. No mesmo Mundial, disputado na Inglaterra, a Rádio Guaíba, emissora de rádio em que Ostermann trabalhava, não teve acesso a um dos jogos. Como esta foi a primeira Copa do Mundo transmitida pela televisão, ele decidiu levar a equipe para o centro de imprensa da competição, localizado em Londres, para que a narração fosse feita a partir das imagens da televisão. Surgia o off-tube ou a transmissão remota ou transmissão pelo tubo, algo que hoje é feito por diversas emissoras de rádio e TV. A importância de Ruy Carlos Ostermann, entretanto, não é apenas instrumental. Ele também revolucionou a linguagem empregada no jornalismo esportivo. Professor de filosofia, ele resolveu empregar uma fala mais erudita, menos popular; mais sofisticada, menos coloquial. Nascia, ali, "o professor", alcunha que ele leva até hoje. O comentário esportivo deixava de ser uma mera observação dos fatos para se tornar mais trabalhado, mais analítico e mais bem falado e escrito. O professor teve como influências grandes nomes da imprensa nacional, como João Saldanha e Armando Nogueira. Com eles, companheiros de Copas do Mundo, tornou-se rapidamente o nome mais popular da imprensa gaúcha. Era uma referência nacional em uma época em que não havia a informação globalizada e os veículos locais não possuíam amplitude para todo território nacional. Logo, foi um caso à parte: um jornalista local com abrangência nacional e conhecido em todo país. Com isso, participou da programação de emissoras nacionais entre as Copas de 1978 e 2014. Era um integrante de programas da TV Globo, Sportv, TV Cultura, TV Manchete e TV Bandeirantes. Não era somente o comentarista gaúcho; era um comentarista nacional que atuava no Rio Grande do Sul. Em 1978, assumiu a direção de esportes da Rádio Gaúcha e começou a transformar a emissora, à época segunda colocada na audiência no estado, na líder absoluta de ouvintes, algo que não se modificou até hoje. Construiu uma identidade para a emissora, um padrão na cobertura esportiva e a normatização de uma linha editorial que consagrou o jornalismo esportivo gaúcho como um dos melhores do país. Em paralelo à sua atividade como comunicador esportivo, foi também um brilhante jornalista cultural. Esteve à frente do programa Gaúcha Entrevista e do projeto Encontros com o Professor, disseminando a cultura do Rio Grande do Sul e convivendo com boa parte dos artistas, poetas, escritores e realizadores culturais do estado a partir da segunda metade do século XX. Estabeleceu laços com Erico Veríssimo, Luís Fernando Veríssimo, Mário Quintana, Lya Luft, Caio Fernando Abreu, Carlos Urbim, Dalton Trevisan, Josué Guimarães, Moacyr Scliar, Armindo Trevisan, Tabajara Ruas, Luiz Antonio de Assis Brasil, Sergio Faraco e outros que propagaram a cultura do estado e ganharam notoriedade nacional. É muito amigo de Luís Fernando Veríssimo. Ostermann também atuou na vida pública. Foi deputado estadual por dois mandatos e Secretário de Ciência e Tecnologia e de Educação no final dos anos 1980. Escreveu 11 livros, foi patrono da Feira do Livro de Porto Alegre e foi professor de filosofia antes de começar sua carreira, no início dos anos 1960. Com tal currículo e, tratando-se de um personagem tão rico e com grande importância para as áreas da comunicação, da cultura e com serviços prestados na vida pública, justifica-se realizar a biografia de Ruy Carlos Ostermann a partir de um resumo de sua carreira _ resumida nos parágrafos acima _ e da relevância da mesma para a história da cultura gaúcha. A partir de pesquisas bibliográficas, entrevistas, consultas, gravações, recuperação de arquivos, seleção de fotografias, investigações, isto é, um minucioso trabalho de pesquisa, busca-se a intenção de resgatar a riqueza de uma história que não foi contada e que, por fim, apresenta-se claramente como um trabalho que pretende se transformar em um documento histórico para perpetuar a trajetória de um dos mais importantes personagens que a imprensa do Rio Grande do Sul já produziu. Além disso, inclui-se na justificativa realizar esta biografia para que se tenha uma finalidade educativa, para que, de forma documental, tenha-se um registro definitivo sobre quem foi "o professor". O projeto para publicação do livro Ruy Carlos Ostermann: um encontro com o professor se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em relação ao Art 3º da Lei 8313/91, o projeto pretende alcançar o seguintes objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;

Especificação técnica

Tiragem de 2.000 LIVROS - 400 páginas Especificação da Capa: 54x23cm, 4x0 cores, Ti Escala em Supremo 300g. Sistema CTP. Prova de Cor Epson. Especificação do Miolo: 380 págs, 16x23cm, 1 cor, Ti Preta em Polen Bold 70g. Sistema CTP. Prova Impressão Digital. Especificação do Miolo (caderno com fotos): 20 págs, 16x23cm, 1 cor, Ti Preta em Couche Fosco 150g. Sistema CTP. Prova de Cor Epson. Lombada:19mm, Colagem Sistema PUR=20 mm =300 SAM , Dobrado(Miolo), Dobrado(Miolo), Laminação BOPP Fosca=1 Lado (s) (Capa), DOBRA.

Acessibilidade

O projeto prevê a produção de audiolivro para inclusão no site do projeto e em plataformas de interesse do público alvo.

Democratização do acesso

Além da doação de 20% da tiragem total (400 livros) às bibliotecas públicas, comunitárias e de universidades e escolas em todo o território nacional. O restante será vendido a preços populares para que o maior número de pessoas possa ter acesso. Além disso, conforme previsto no artigo 21 da IN 02/2019, pretendemos atender a democratização de acesso por meio da disponibilização das atividades presenciais de debates de lançamento do livros - ações formativo culturais presenciais - ao vivo, pela Internet, para públicos de outros estados e, também, gravadas para que possam ser acessadas por escolas, universidades interessadas na literatura e na cultura do Rio Grande do Sul ( III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;)

Ficha técnica

Graziella Ferst, dirigente da Ferst & Ostermann Ltda, proponente do projeto, fará a supervisão voluntária do projeto. Graziella é produtora de cinema e televisão especializada na produção e produção executiva de conteúdos audiovisuais. Formada em Relações Públicas (UFRGS) e especialista em Cinema (Unisinos), iniciou sua carreira na área cultural em 2004. Nesta trajetória em que atuou como assistente de produção, coordenadora de produção e assistente de produção executiva antes de assumir o cargo de produtora executiva, realizou 8 longas-metragens, 19 médias, 21 curtas e 5 séries de TV. Juntos, seus filmes já participaram de mais de 250 festivais internacionais e arrebataram mais de 120 prêmios. Cristiane Ostermann – Coordenadora Geral do Projeto A coordenação geral do projeto será realizada pela coordenadora da Ferst&Ostermann, proponente do projeto, Cristiane Ostermann, que é formada em jornalismo pela UFRGS, pós-graduada em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial. Na área cultural, coordenou diversos projetos, dentre eles, Encontros com o Professor, de 2004 a 2013; Educação para as Artes, em 2012; Som na Escola, 2015; Nosso Cantinho da Leitura, 2023, Arte por Todo Canto, 2023 e o MudaMundo, desde 2006. Coordenador editorial e elaboração dos textos - Carlos Guimarães Carlos Guimarães é jornalista formado pela PUCRS, com especialização em Jornalismo Esportivo pela UFRGS, mestrado em Comunicação e Informação pela UFRGS e é doutorando em Comunicação pela PUCRS. É autor de “Peleia – os 50 maiores jogos do futebol gaúcho” e de “O comentarista esportivo contemporâneo – novas práticas no rádio de Porto Alegre”. É comentarista esportivo da Rádio Guaíba, com 21 anos de atuação no rádio do Rio Grande do Sul, com passagens também pelas rádios Gaúcha e Bandeirantes. Produtor executivo - Diogo Bitencourt Martins Diogo Bitencourt Martins é formando em Administração de Empresas com ênfase em marketing na ESPM/RS é especialista em gestão empresarial e no esporte, atuando como consultor empresarial e trabalhando desde 2010 com atletas profissionais e ex atletas na gestão de imagem, planejamento financeiro e novos negócios.Co Fundador da empresa Prorrogação em 2010, especializada na gestão e educação financeira de atletas, ex atletas e suas famílias e Co Fundador do FOOTHUB Centro de Inovação ao Esporte, projeto que tem como conceito a difusão de conhecimento, aproximação de pessoas e compartilhamento de projetos no Mundo do Futebol, atuando como CEO da empresa.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.