| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 09023931000180 | Votorantim Corretora de Seguros S.A | 1900-01-01 | R$ 840,0 mil |
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
o Balé Folclórico da Bahia realizará um festival de artes na cidade de Salvador BA, que contará com coreografias inéditas e remontadas a serem apresentadas para o público beneficiário; Haverá ainda exposição artística e a realização de oficinas artísticas em locais de alta vulnerabilidade social na Região Metropolitana de Salvador e estágios técnicos que terão seus resultados apresentados ao final das atividades do projeto.
- APRESENTAÇÕES NO TEATRO CASTRO ALVES Como parte das ações para o FESTIVAL, programam-se três apresentações no palco principal do Teatro Castro Alves (TCA), quando o público baiano terá a oportunidade de assistir a estreia mundial das três novas coreografias que serão montadas especialmente para celebrar o encontro do Balé Folclórico da Bahia, com a cidade que lhe deu oportunidade e fama mundial, bem como rever coreografias de grande sucesso, à exemplo de Herança Sagrada - A Corte de Oxalá e Rapsódia Brasileira, ambas apresentadas nos mais consagrados palcos do mundo e visto por mais de quatro milhões de pessoas. - NOVO ESPETÁCULO - COREOGRAFIAS INÉDITAS Para celebrar este ciclo, o Balé Folclórico da Bahia irá apresentar a montagem de um novo espetáculo que será resultado de três novas coreografias criadas exclusivamente para este momento por membros ou egressos da companhia que hoje gozam de prestígio internacional como grandes coreógrafos das mais importantes companhias de dança do mundo e que agora, como criadores, prestam uma justa homenagem a quem lhes deu régua e compasso. "OKAN" - Nildinha Fonseca, primeira bailarina do Balé Folclórico da Bahia, assina essa nova coeografia que trás elementos de matrizes africanas somados à feminilidade. A coreografia engloba diversas linguagens artisticas como teatro, dança e música que juntas conduzirão o público a um passeio pelo universo feminino que pode ser ao mesmo tempo delicado, forte, fértil, acolhedor, belo, sensual, valente e imponente. A coreografia será o resultado de um extensa pesquisa sobre os deuses da mitologia africana, "Itãs" e "Yabás", situados numa reflexão contemporânea sobre o papel da mulher, seu reconhecimento e papel determinante para a manutenção da condição humana. "2-3-8" - Slim Melo, ex-bailarino da companhia, agora atuando nas mais importantes companhias de dança de Nova Iorque, propõe uma coreografia que remete à sua memória emotiva quando morador da Cidade Baixa, em Salvador. Slim deseja celebrar a vida, as cores, texturas e aromas de sua terra natal, evocando os movimentos de rua com sua singularidade, espontaneidade, técnica e simplicidade. Embalam estes movimentos os ritmos do jazz, ballet clássico, dança afro e dança moderna. Os subúrbios de Nova Iorque e de Salvador se encontrando numa mistura inédita. "BOLERO" (Ravel) - Quando o Balé Folclórico da Bahia completou 20 anos, criou uma coreografia que fazia uma ponte entre o clássico e o folclórico. Stravinsky não poderia imaginar que sua Sagração da Primavera ganharia, quase um século depois, uma versão inspirada na estética africana. Agora, o Balé volta a promover esta fusão entre o clássicos europeus e matriz africana ao fundir o Bolero, de maurice Ravel, aos ritmos africanos que dão o tom dos movimentos da companhia. Quem assina esta coreografia é Carlos Durval dos Santos, que assim como os demais, passou pelo Balé Folclórico da Bahia e também ganhou o mundo a partir desta escola e, atualmente vive em Nova Iorque como professor e coreógrafo da mundialmente conhecida companhia de dança The Alvin Ailey Dance Theater, da qual também foi bailarino por muitos anos. - REMONTAGEM COREOGRÁFICA - "Rapsódia Brasileira" "Rapsódia Brasileira" - foi criada por ocasião da comemoração dos 500 anos da chegada dos portugueses ao Brasil. Apesar de muitíssimo bem recebida pelo público e pela crítica, não teve a mesma circulação no país que as demais coreografias da companhia, tendo sido apresentada muito mais nos palcos americanos - onde fez sua estreia mundial, europeus, australianos e neozelandeses do que no Brasil. Na Bahia esta coreografia foi apresentada uma única vez em 2001 no Teatro Castro Alves. O tema é o Brasil e suas tradições populares dos muitos cantos deste país, para além da Bahia, já comumente representada pela companhia. Para isso, foi realizada uma pesquisa nos estados de Pernambuco, Maranhão, Paraíba e Amazonas, monstrando diversas manifestações populares com traços portugueses e indígenas no sentido de demostrar outras particularidades do folclore brasileiro. Para essa apesentação, Amélia Conrado, Zebrinha e Váva Botelho, que assinaram a coreografia original, agora remontam Rapsódia Brasileira, com novos elementos, para que mais pessoas possam ter a oportunidade de rever esta linda homenagem à nossa brasilidade. - EXPOSIÇÃO DE FOTOS, PRÊMIOS E OBJETOS DO ACERVO Trinta e dois anos não são trinta e dois dias. O Balé Folclórico da Bahia produziu, além de coreografias vibrantes, uma riqueza de imagens através de sua estética singular e potente. Anos de uma história inspiradora e de sucesso geraram, também, prêmios e um rico composto de mais de duas mil peças de figurinos e adereços que serão apresentados através de uma exposição que acontecerá no Foyer do Teatro Castro Alves com duração de um mês. A entrada será franca a todos os públicos do teatro para que quantos quiserem tenham a oportunidade de conhecer um pouco mais do Balé Folclórico da Bahia, sua história e herança para a Bahia e para o mundo. - OFICINAS DE DANÇA AFRO E PERCUSSÃO Os profissionais do Balé Folclórico da Bahia desenvolveram uma metodologia para a formação de seus alunos, bailarinos e músicos, que tornou-se referência na área da dança em todo o mundo. A técnica aplicada em sala de aula é o resultado de uma mistura dos mais variados gêneros da dança mundial, a exemplo do ballet clássico tradicional, jazz, dança moderna com ênfase nas técnicas Horton e Graham, e, evidentimente, da dança afro-brasileira. Este estudo desenvolvido pelos professores da companhia sob a supervisão do diretor artístico, Zebrinha, fez com que o Balé venha sendo requisitado pelas mais importantes instituições culturais e Universidades do mundo inteiro para que, em complemento sócio-educativo às turnês internacionais, a companhia possa compartilhar sua formação com os alunos e profissionais de arte dessas famosas instituições. E é esta mesma oportunidade que o Balé Folclórico da Bahia quer oferecer aos jovens de diversas comunidades de baixa renda de Salvador e região metropolitana. Para ministrar as oficinas de dança, percussão e capoeira, os bailarinos e músicos mais experientes da companhia irão dar 15 dias de aulas intensivas nas comunidades, permitindo aos participantes a oportunidade de desenvolver suas aptidões artísticas e vivenciar a experiência do convívio com as mais variadas técnicas de dança e música aplicadas aos profissionais do Balé Folclórico da Bahia. O resultado destas oficinas será mostrado, posteriormente, num espetáculo a ser apresentado no Teatro Miguel Santana, sede da companhia. - APRESENTAÇÃO EXCLUSIVA PARA ALUNOS DA REDE PUBLICA DE ENSINO No primeiro dia de apresentações que irão ocorrer no Teatro Castro Alves, será realizado um espetáculo exclusivo e gratuito para os alunos da rede pública de ensino. Este projeto que contará com uma parceria com a Secretaria de Educação do Estado da Bahia, possibilitará a mais de 1500 alunos de escolas públicas de Salvador a oportunidade de assistir o mesmo espetáculo inédito, criado para as comemorções dos 30 anos da companhia, contribuindo para inclusão social desses jovens e formação de plateia.
Objetivo Principal: Realização de um Festival composto de um conjunto de atividades, para celebrar a existência da mais importante Companhia de Dança Folclórica do Pais. Objetivos Específicos: - Promover a preservação e difusão da dança folclórica na Bahia; - Preservar e difundir a história do Balé Folclórico da Bahia que se confunde com a história da dança folclórica do Estado; - Promover ações de formação artística e técnica a jovens e aprendizes; - Democratizar o acesso à fruição artística; - Formar platéias; - Estimular a profissionalização nas artes. - Promover a inclusão social de jovens e adultos por intermédio da dança; Comporão os objetivos específicos as seguintes ações: - A realização de uma exposição artística com a história da Companhia, repertório, turnês nacionais e internacionais por intermédio de fotografias, vídeos, figurinos, adereços, cenografias, prêmios e depoimentos dos diversos profissionais que tem conexão com o grupo, sejam os seus Diretores, os Professores e Bailarinos de hoje e do passado; os profissionais da dança; os críticos; os apreciadores e, evidentemente, o público em geral. Terá a duração de 30 dias, com público de 24.000 pessoas durante o tempo programado, com entrada inteiramente gratuita, a ser realizada no Foyer do Teatro Castro Alves; - Apresentação de 03 novas coreografias e remontagem de 2 coreografias do repertório da Companhia, que terá público total de 6.000 pessoas nos 4 dias de apresentação. Em 03 dias, serão cobrados ingressos a preços populares, e com meia entrada, e haverá 1 dia de apresentação para 1.500 alunos de Escolas Públicas Estaduais de Salvador, com entrada inteiramente gratuita; - Oficinas de formação artística e técnica que beneficiará 600 pessoas da região metropolitana de Salvador BA, região de alta vulnerabilidade social, com acesso inteiramente gratuito; - Apresentação do resultado das oficinas no Teatro Miguel Santana (sede do B.F.B.) para 500 pessoas, com entrada inteiramente gratuita. A ação acontecerá como ENCERRAMENTO DO PROJETO; - Oficinas de formação Técnica: Serão oferecidos estágios nas áreas de FIGURINO, ADEREÇO E CENOGRAFIA durante o processo de criação e execução, para até 05 (cinco) participantes em cada modalidade, selecionados por intermédio de inscrição e avaliação de currículo. Estes participantes deverão ser alunos e/ou profissionais das áreas de teatro, artes, moda e afins, de Faculdades públicas, privadas ou escolas de nível médio e serão monitorados pelos profissionais responsáveis pela área de criação do espetáculo, de modo que tenham um contato prático com as técnicas empregadas e possam desenvolver e/ou ampliar suas habilidades nestas áreas. As vagas serão oferecidas gratuitamente. RESUMO DA PROPOSTA DO PROJETO: - 01 EXPOSIÇÃO ARTÍSTICA NO FOYER DO TEATRO CASTRO ALVES - público 24.000 pessoas em 30 dias - gratuito; - 04 DIAS DE APRESENTAÇÃO ARTÍSTICA NO TEATRO CASTRO ALVES (01 DIA DESTINADO SOMENTE PARA FORMAÇÃO DE PLATÉIA E INCLUSÃO SOCIAL); público - 4.500 pessoas com pagamento de ingressos a preços populares e 1.500 pessoas (alunos de escolas públicas Estadual de Salvador BA, de forma inteiramente gratuita); - OFICINA DE FORMAÇÃO ARTÍSTICA (DANÇA E PERCUSSÃO), de forma inteiramente gratuita, na Região Metropolitana de Salvador BA, região de alta vulnerabilidade social, que beneficiará 600 alunos; - ESTÁGIO DE FORMAÇÃO TÉCNICA (FIGURINO, ADEREÇO E CENOGRAFIA), de forma inteiramente gratuita, que beneficiará 15 alunos; - APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS DAS OFICINAS no Teatro Miguel Santana, de forma inteiramente gratuita, que beneficiará 500 pessoas (público em geral).
Em agosto de 1988 nascia aquela que viria a ser a maior companhia de dança profissional folclórica do Brasil e que nos representaria mundo afora com uma dança vibrante e de técnica precisa. Walson Botelho (VAVÁ) e Ninho Reis idelizaram o Balé Folclórico da Bahia que, há 32 anos, difunde o melhor do Brasil para o mundo, ao mesmo tempo em que promove o reencontro do País com as suas origens. Desde jovem, o Balé Folclórico da Bahia é reconhecido pela crítica especializada nacional e internacional, por intermédio de inúmeras matérias jornalísticas que o apontam como uma das mais atuantes e importantes companhias de dança do mundo. O reconhecimento veio também, através dos vários prêmios que a companhia recebeu ao longo dos seus 30 anos, dentre eles os mais importantes são: o Prêmio FIAT, em 1990, como a melhor companhia de dança do País; Prêmio Estímulo, em 1993, concedido pelo Ministério da Cultura do Brasil por ter sido a melhor companhia de dança e o melhor espetáculo de dança no País, naquele ano; em 1994, a Associação Mundial de Críticos reconheceu o Balé Folclórico da Bahia como a "melhor companhia de dança folclórica do Mundo" e, em 1996, recebeu o prêmio "MAMBEMBÃO", oferecido pelo Ministério da Cultura do Brasil, como a melhor pesquisa e cultura popular e melhor preparação técnica de elenco. O Balé Folclórico da Bahia já esteve nos 4 cantos do planeta. A Companhia já se apresentou em quase 400 cidades de 54 países, incluindo Estados Unidos, Itália, Inglaterra, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Nova Zelândia, Austrália, Alemanha, França, Holanda, Suíça, México, Chile, Colômbia, Finlândia, Suécia e África do Sul e, em muitos destes lugares, deixou sua marca e reconhecimento. Somente nos EUA foram mais de 15 turnês passando por 282 cidades. Em 2013, a Prefeitura de Atlanta, num ato de extremo reconhecimento ao trabalho da Companhia, proclamou o 1º de Novembro como o "Dia do Balé Folclórico da Bahia" (Balé Folclórico da Bahia's Apreciation Day) no calendário oficial da cidade, sendo a companhia baiana a única no mundo a receber tal proclamação. Do continente africano as homenagens não são menores: a cidade de Aného, no sudeste do Togo, batizou uma de suas ruas como o nome da companhia (Avenue Ballet Folklorique da Bahia"). O Balé Folclórico da Bahia é notícia por onde passa: já foi capa dos principais jornais e revistas do mundo, a exemplo do "The Village Voice", uma das mais importantes publicações culturais de Nova York, bem como do "The New York Times", que publicou em duas páginas uma matéria cuja manchete era "Jornadas Fantásticas - Quando o Balé Folclórico aporta em Nova York é tempo de festa". Mas não é somente em terras estrangeiras que está o sucesso do Balé Folclórico da Bahia. Em 2012, foi iniciada uma turnê nacional da coreografia "Herança Sagrada - A Corte de Oxalá", que passou pelas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Branco, Palmas, São Luis, Goiânia, Porto Alegre, Novo Hamburgo, Curitiba, Maceió, Aracajú e Santo Amaro. Esta circulação nacional atingiu um público de mais de 10 mil pessoas que puderam, por intermédio do Balé Folclórico da Bahia, se reconectar com a ancestralidade viva, preservada e difundida pela companhia. Foram dias de teatros lotados e muitos aplausos, do publico e da crítica especializada. Somente em uma cidade, com uma única apresentação, o Balé Folclórico da Bahia gerou de mídia espontânea, mais de R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais). O Balé Folclórico da Bahia tem sede no Teatro Miguel Santana, no coração do Pelourinho, em Salvador, Bahia. Tamanha precisão técnica é resultado de uma rotina disciplinada de 8 horas de ensaios diários que envolve uma equipe de mais de 40 pessoas, entre bailarinos, músicos, técnicos, produtores e administradores. A Fundação Balé Folclórico da Bahia, portanto, além de uma riqueza cultural intangível e incalculável, pela sua grandeza, faz girar uma economia local e regional que permite a sustentabilidade de inúmeros profissionais bem como o aquecimento de outros setores, como hotelaria, gastronomia e comércio. Some-se isso ao fato do Balé Folclórico da Bahia promover a formação de jovens bailarinos através do Curso Júnior que viabiliza o ensino da dança a jovens de baixa renda, de regiões de alta vulnerabilidade social. Muitos dos bailarinos, hoje profissionais, vieram destas incubadoras e tantos outros já ganharam o mundo e atualmente dançam nos principais palcos do planeta. O Balé Folclórico da Bahia, que tão bem transmite a nossa identidade de matriz, deixa também, seu legado para outras gerações. Nada mais oportuno que comemorar todos esses feitos ao longo dos anos, com um festival que reúna todas as suas competências de preservação, difusão, promoção e sobretudo, formação. A atuação da Fundação Balé Folclórico da Bahia nestes 32 anos ininterruptos, vai de encontro aos incisos I a IX do art. 1º da Lei 8.313/1993, em todas as suas proposições, conforme especificado ao decorrer da justificativa. A Utilização da Lei 8.313/91 (Lei de Incentivo à Cultura) para a elaboração e execução do presente projeto se deve ao fato de que com a sua aprovação e consequente autorização para captação dos recursos, possamos sensibilizar os patrocinadores a contribuir para a manutenção da memória viva do folclore nacional, tornando viável a execução do projeto, haja vista que a captação via marketing direto - verba própria para projetos culturais de preservação da memória e do folclore nacional é bastante difícil de realização no cenário empresarial brasileiro. O presente projeto vai beneficiar aproximadamente 30.000 pessoas, sendo 6.000 nos 4 dias de apresentação e mais 24.000 nos 30 dias da Exposição Artística. Sem contar com os beneficiários das Oficinas e Estágios técnicos (315 pessoas aproximadamente). Trata-se de formação de platéia e de novos artistas para difundir a cultura folclórica brasileira por todos os cantos do Brasil e do Mundo.
1 - OFICINAS DE DANÇA AFRO E PERCUSSÃO - (01 mês) O Balé Folclórico da Bahia oferecerá, como CONTRAPARTIDA ao projeto proposto, oficinas de dança afro e percussão para jovens de comunidades populares e região metropolitana de Salvador. Serão abertas inscrições para até 30 (trinta) participantes por comunidade, entre 12 e 22 anos de idade, com ou sem experiência em dança ou música. As oficinas antecederão as apresentações dos espetáculos do Balé no Teatro Castro Alves e terão a duração de um mês, com aulas 03 vezes por semana, duas horas dia/aula, perfazendo um total de 12 dias, 44 horas, para cada uma das modalidades. Ao final das oficinas os participantes receberão um certificado e como resultado será montada uma coreografia a ser apresentada no palco do Teatro Miguel Santana, sede atual da Fundação Balé Folclórico da Bahia, envolvendo as duas linguagens artísticas. A apresentação será gratuita e aberta ao público em geral. Os figurinos, adereços e cenário (caso seja necessário) serão providos à partir do trabalho que os participantes das oficinas nessas áreas desenvolverão em conjunto com os participantes das oficinas de dança e música. A ação fará parte das contrapartidas oferecidas pela Fundação Balé Folclórico da Bahia ao projeto e à comunidade. As oficinas acontecerão em espaços existentes em cada comunidade, ação feita em parceria com a SECULT, Prefeituras e ONG's locais, com as instituições ficando responsáveis pela divulgação das ações, organização para as inscrições em acordo com os Coordenadores da Fundação Balé Folclórico da Bahia, os quais indicarão as regras a serem estabelecidas para esta participação, por intermédio de uma primeira grande aula, quando os alunos mais aptos para desenvolverem os trabalhos nas semanas seguintes serão convidados a participarem. A Coordenação Geral dessas oficinas ficará a cargo do Fundador e Diretor Geral da Companhia, Walson Botelho, que será o responsável, em conjunto com o Coordenador Artístico das oficinas, José Carlos Arandiba (Zebrinha), que planejará a metodologia a ser empregada durante as aulas e o calendário de execução, supervisionará o desenvolvimento do curso e a participação dos alunos, avaliação final e coordenação do espetáculo a ser apresentado ao final do projeto. Essas oficinas, além de servirem como um polo de descoberta de novos talentos artísticos nas áreas de dança e música em nossa cidade e região metropolitana, até então inexploradas, principalmente pelo fato desses jovens não possuírem condições financeiras para frequentarem escolas ou academias de dança e música fora de seu bairro e, consequentemente de serem vistos pelos potenciais professores, coreógrafos ou músicos, proporcionarão também, a possibilidade de fazer com que os jovens convivam durante um mês com um a outra perspectiva de vida, resultando numa inclusão social por intermédio de um método que lhes é familiar e natural, pois a herança genética e espiritual dessas pessoas está impregnada dessas informações que serão passadas, de forma didática, numa sala de aula e isso despertará o insconscientes desses jovens para sua raízes mostradas de forma digna, bonita, altiva, empoderada, aumetando assim, sua auto-estima. Verificamos que essa forma de inclusão social resulta num despertar para a necessidade de buscar mais informações e isso é formar platéia, é trazer essas pessoas para os teatros, cinemas, programações culturais existentes na cidade e fomentar o desejo de criar em seus próprios bairros, como agentes multiplicadores, ações que beneficiarão toda a comunidade. Os participantes das oficinas, aproximadamente 300 pessoas, terão acesso ao espetáculo fechado para as escolas públicas e instituições sociais, como complementação aos trabalhos desenvolvidos em salas de aula. Oficina de dança afro: Parte da busca e pesquisa na linguagem das danças de matrizes africanas tradicionais e religiosas, aliadas às técnicas de dança moderna, resultando em um novo estilo e olhar para esta dança tradicional atualmente desenvolvida e praticada na Bahia. Essas danças de matrizes africanas ditas "primitivas" e religiosas, apesar de sofrerem diversas influências de outros estilos e técnicas de dança, modificando a forma como os grupos tradicionais e folclóricos na Bahia passaram a apresentar seus trabalhos, sempre encontraram em muitos profissionais em nossa cidade a preocupação em relação à preservação como forma de resistência e continuidade das tradições milenares da cultura negra. Um dos focos principais dessa oficina será a busca pelas raízes das danças tradicionais religiosas como uma forma de reconhecimento em relação à movimentação ainda preservada dos terreiros de candomblé da Bahia e sua influência nos movimentos urbanos e cotidianos do povo baiano. Oficina de percussão: Dentro da mesma dinâmica da dança afro, a oficina de percussão terá como base a pesquisa sobre os ritmos praticados nas canções tradicionais, religiosas e populares de matrizes africanas, que tiveram como foco de resistência maior as casas de candomblé na Bahia e que em seguida se expandiram para as ruas e ganharam notoriedade nas festas populares, a exemplo das festas de largo e do carnaval, e depois ganharam proporções gigantescas ao serem absorvidas pelos cantores de música popular brasileira, que levaram os diversos ritmos tradicionais e os novos criados à partir da junção com outras influências musicais do País para além das fronteiras, conquistando o mundo inteiro. 2 - ESTÁGIO DE FORMAÇÃO TÉCNICA - (01 mês) Serão oferecidos estágios nas áreas de figurino, adereço e cenografia durante o processo de criação e execução, para até 5 participantes em cada modalidade, recrutados através de inscrição e avaliação de currículo. Estes participantes deverão ser alunos e/ou profissionais das áreas de teatro, artes, moda e afins, de Faculdades Públicas, Privados ou Escolas de nível médio e serão monitorados pelos profissionais responsáveis pelas áreas de criação do espetáculo, de modo que tenham contato prático e com as técnicas empregadas e possam desenvolver e/ou ampliar suas habilidades nestas áreas. As vagas serão oferecidas gratuitamente. Ao final do Estágio os participantes receberão um certificado e como resultado os figurinos, adereços e cenário (caso seja necessário) da montagem de uma coreografia a ser apresentada no palco do Teatro Miguel Santana, sede atual da Fundação Balé Folclórico da Bahia, serão providos à partir do trabalho que os participantes do estágio nessas áreas desenvolverão em conjunto com os participantes das oficinas de dança e música. A ação fará parte das contrapartidas oferecidas pela Fundação Balé Folclórico da Bahia ao projeto e à comunidade. 3 - EXPOSIÇÃO ARTÍSTICA - (01 mês) A exposição de fotos, prêmios e objetos do acervo da Fundação Balé Folclórico da Bahia ficará em cartaz por um mês, no Foyer do Teatro Castro Alves, onde o público poderá conhecer a história de uma das mais importantes companhias de dança do mundo através de imagens, objetos e figurinos produzidos ao longo dos 32 anos de existência. Para esta exposição é esperado um público de 24.000 pessoas. 4 - APRESENTAÇÕES NO TEATRO CASTRO ALVES - (04 dias) Durante 4 dias serão apresentadas as novas coreografias inéditas e a remontagem de duas coreografias para um público estimado de 6.000 pessoas, sendo o primeiro dia exclusivo para alunos da rede pública de ensino e os três dias seguintes, para o público em geral. 5 - PREPARAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO RESULTADO DAS OFICINAS E ESTÁGIOS TÉCNICOS - 03 meses Ao final do Estágio os participantes receberão um certificado e como resultado os figurinos, adereços e cenário (caso seja necessário) da montagem de uma coreografia a ser apresentada no palco do Teatro Miguel Santana, sede atual da Fundação Balé Folclórico da Bahia, serão providos à partir do trabalho que os participantes do estágio nessas áreas desenvolverão em conjunto com os participantes das oficinas de dança e música. A ação fará parte das contrapartidas oferecidas pela Fundação Balé Folclórico da Bahia ao projeto e à comunidade, inserindo-se ainda nas festividades de encerramento do ano do Balé Folclórico da Bahia. 6 - ENCERRAMENTO E PRESTAÇÃO DE CONTAS - 2 meses Realização de reuniões e emissões de relatórios referentes aos resultados de todas as ações realizadas no Festival Balé Folclórico da Bahia e catalogação e finalização da prestação de contas referente ao projeto junto ao Ministério da Cidadania, Secretaria Especial da Cultura, Lei de Incentivo à Cultura.
- 01 exposição artística no Foyer do Teatro Castro Alves com fotos, vídeos, figurinos e adereços, além de demais peças do acervo do Balé Foclórico da Bahia; - 04 dias de apresentações artísticas (01 dia destinado a formação de plateia); - Apresentação de 03 coreografias inéditas e 02 remontagens; - Oficina de formação artística (dança e percussão); - Estágio de formação técnica (figurino, adereço e cenografia); - Apresentação de resultado de oficinas.
Apresentações artísticas no Teatro Castro Alves - O Teatro Castro Alves é um dos maiores Teatros do País, recentemente remodelado, possui todas as para locomoção no espaço físico: rampas de acesso; banheiros adaptados; guias táteis e espaço reservado para cadeirantes na platéia, dentre outros, a execução das atividades poderá ser realizada sem nenhum problema em relação à acessibilidade física de todos os PCD (Pessoas Com Deficiência). O projeto expográfico será realizado no FOYER do Teatro Castro Alves, que conforme descrito acima, tem todas as facilidades de acessibilidade para todos os PCD. O projeto prevê a interação entre os visitantes e o conteúdo da exposição, com a disponibilização de fones, cabines e material em braille para atender a todos que necessitem deste tipo de apoio para compreensão do conteúdo a ser mostrado. Oficinas de dança e percussão na Região Metropolitana de Salvador BA - As oficinas serão realizadas em Escolas públicas, Centros Comunitários ou Organizações Não Governamentais nestas localidades que por força de Lei Estadual, estão todas adaptadas para atender aos PCD's. Estágio de Figurino, adereços e cenografia serão realizados no Teatro Miguel Santana e no Teatro Castro Alves, que estão inteiramente adaptados por força de Lei Estadual para garantir total acessibilidade aos PCD's.
Serão realizadas apresentações no Teatro Castro Alves, em Salvador, Bahia, das novas coreografias e da remontagem do espetáculo "Rapsódia Brasileira", sendo 3 apresentações abertas ao público em geral, com ingressos a preços populares e 1 apresentação exclusiva e gratuita para alunos da rede pública de ensino de Salvador e Região Metropolitana (inciso VII do art. 21 da IN 02-2019 do Ministério da Cidadania), pretendendo-se atingir um total de 6.000 pessoas nos 4 dias. Durante as apresentações serão distribuídos gratuitamente programas impressos contendo a história do Balé Folclórico da Bahia, seus prêmios, turnês nacionais e internacionais, bem como a ficha técnica com elenco e programa descritivo das coreografias a serem apresentadas (inciso X do art. 21 da IN 02-2019 do Ministério da Cidadania). Para a exposição serão distribuídos catálogos explicativos de cada módulo, contando a história de todo o acervo exposto no Foyer do Teatro Castro Alves durante 1 mês. (inciso X do art. 21 da IN 02-2019 do Ministério da Cidadania). Nos 15 dias finais, que antecedem a estréia do espetáculo a ser apresentado, o Balé Folclórico da Bahia realizará ensaios abertos em sua sede no Pelourinho, destinados a alunos de escolas públicas e privadas, faculdades de dança, artistas convidados e imprensa. Para o ensaio geral a ser realizado no Teatro Castro Alves, abriremos para as escolas de dança que não tiveram a oportunidade de irem em nenhum dia anterior e ao final realizaremos um debate com a platéia com a presença de todo o elenco sobre o processo de montagem do espetáculo e o dia a dia da companhia. (inciso V do art. 21 da IN 02-2019 do Ministério da Cidadania). Logo em seguida às apresentações no Teatro Castro Alves, serão realizadas 05 oficinas gratuitas, sendo 02 artísticas (dança afro e percussão) e 03 técnicas (figurino, adereço e cenografia). Estas oficinas acontecerão em 10 comunidades localizados em bairros de baixa renda e de vulnerabiidade social de Salvador e Região Metropolitana, bem como em comunidades quilombolas. Ao final do período das oficinas será montado um espetáculo com os alunos que mais se destacaram nas 10 comunidades e este espetáculo será apresentado no Teatro Miguel Santana, sede da Fundação Balé Folclórico da Bahia. Os figurinos, adereços e cenários para essas apresentações serão criados e executados pela equipe das oficinas técnicas. (inciso V do art. 21 da IN 02-2019 do Ministério da Cidadania).
1 - WALSON BOTELHO (VAVÁ) - Diretor Geral e Curador - Fundador, Diretor Geral e Coreógrafo da Fundação Balé Folclórico da Bahia, é formado em Antropologia pela Universidade Federal da Bahia. Nascido em 04 de julho de 1961 em Salvador, Bahia, começou sua carreira artística aos onze anos de idade trabalhando como ator, dançarino e músico em diversos espetáculos no Brasil e no Exterior, sob a direção de grandes expressões da arte no País, a exemplo de: Emília Biancardi, Lia Robatto, Carlos Moraes, Zalman King, Roberto Wagner Leite, Deolindo Checucci, entre vários outros. Responsável pela idealização e criação do Balé Folclórico da Bahia em 1988, considerada pela Associação Mundial de Críticos como a "melhor companhia de dança folclórica do Mundo", na atualidade. Com o Balé Folclórico da Bahia, conquistou diversos prêmios pelos trabalhos apresentados com o "Prêmio FIAT", em 1990; "Prêmio Estímulo" em 1993; "Prêmio Mambembão", em 1996, "Prêmio Bom do Brasil" em 2004 e "Prêmio Mérito do Turismo" em 2006. Foi responsável também, pela organização das inúmeras turnês que a companhia realizou pelo Brasil, Américas do Norte , Sul e Central, Europa, África e Oceania, recebendo os maiores reconhecimentos pelo trabalho apresentado nos mais importantes teatros nesses continentes. Outras funções exercidas na carreira profissional: Diretor de Produção da Fundação Cultural do Estado da Bahia; Diretor de Produção e Administrativo do Balé Teatro Castro Alves; Diretor do Departamento de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia, no período de 1989 a 1991; Diretor do Teatro ICEIA; Co-Diretor Artístico da Bienal de Dança de Lyon na França; Diretor Executivo da Fundação Balé Folclórico da Bahia e Diretor Artístico do Sarau do Brown. 2 - JOSÉ CARLOS SANTOS - Diretor Artístico - Diretor Artístico do Balé Folclórico da Bahia, é diplomado em técnica de dança moderna pela Stadeljik Cosnervatorium em Dans Academie te Arnhem (Holanda), em dança clássica pela Academie Princess Gracce (Mônaco). Especializou-se em dança moderna e jazz pela University of British Columbia Vancouver (Canadá) e pelo Alvin Aisley Dance Center (USA). 3 - JOSÉ RICARDO SOUZA - Diretor Musical - Dançarino, músico e compositor. Natural de Salvador BA, iniciou sua carreira como dançarino e percussionista em 1985 no SESC e teve como Mestre e formador em danças folclóricas Mestre King. Teve como professores: Tania Bispo, Raimunda Sena e Rosângela Silvestre. Responsável pela criação da Oficina de Ritmos. Bailarino solista, músico e Diretor Musical no Balé Folclórico da Bahia. 4 - CARLOS DURVAL DOS SANTOS JR - Coreógrafo - bailarino, professor e coreógrafo, foi bailarino principal em importantes companhias brasileiras, tais como: Balé Folclórico da Bahia, Balé Teatro Castro Alves e Dance Brazil. Nos Estados Unidos dançou com Complexions Contemporary Ballet, Cleo parker Robinson Dance Ensemble e Alvin Ailey Repertory Ensemble, local aonde foi também professor e coreógrafo. Outras companhias internacionais para as quais coreografou: Colorado Ballet; Houston Ballet; Texas Ballet; Dallas Conservatory; San Antonio Ballet; Stuttgart Ballet; Atlanta Ballet. 5 - SLIM MELLO - Coreógrafo - Estudou no Liceu de Artes e no Balé Folclórico da Bahia, tendo como mentores Beth Rangel, Marilza Oliveira, Jorge Silva, Nildinha Fonseca, Walson Botelho e Zebrinha. Slim, aprimorou seus estudos em balé clássico na Escola Bolshoi no Brasil, onde fez parte da primeira turma de formandos na história da instituição em 2007. Em Nova York estudou Horton e Martha Graham Tecniques na The Ailey School, Dançou com Alvin Ailey American Dance Theater, Metropolitan Opera Ballet, Dance Brazil e Maurice Hines Musicals. 6 - NILDINHA FONSECA - Coreógrafa - Dançarina, professora, preparadora técnica da Dança Afro Contemporânea e coreógrafa. Natural de Salvador, BA, graduada pela Universidade Federal da Bahia, nos cursos de licenciatura em Dança e dançarino profissional. Iniciou sua carreira no Grupo Folclórico do SESC. Em 1988 iniciou com o Balé Folclórico da Bahia, aonde exerce as funções de Professora de Dança, coreógrafa, assistente de coreografia e solista. 7 - ZUARTE JÚNIOR - Figurinista, aderecista, cenógrafo - Pós graduado em Belas Artes pela Universidade Federal da Bahia. Ao longo dos anos tem se destacado no cenário artístico baiano como um dos mais requisitados profissionais da área de cenografia e figurino, tendo participado de centenas de trabalhos na Bahia, no Brasil e no exterior. Dentre os muitos trabalhos realizados destacam-se os seguintes: Jurado no Festival Nacional do Folclore de Parintins; Coordena o setor de Cenografia do Teatro Castro Alves; Oficina profission de Cenografia do Teatro Castro Alves; Coordenação de montagem da cenografia de Medeia em Stuttgart e Munique; Figurinos para "Os outros de Mim" da Cantora Virgínia Rodrigues; Professor de Cenografia da Fundação Cultural da Bahia; Professor de Cenografia do Armazém das Artes; Professor de Figurino do Armazém das Artes e Professor de Direção de Arte e Figurino da TV Pelourinho. 8 - V. J. GABIRU - Cenografia Virtual - Formado em Comunicação Social e Relações Públicas pela Universidade Federal da Bahia. Tem se destacado no cenário artístico baiano, sendo um dos mais requisitados profissionais da área de design e conteúdo para WEB, tendo participado de inúmeros trabalhos na Bahia e no Exterior. Alguns trabalhos desenvolvidos: Prêmio Braskem de Cultura e Arte 2002; Participação na VI Bienal do Recôncavo; Execução de pinturas para o Cenário do Espetáculo José Ulisses da Silva; Cenário e Ilustrações do Programa do Espetáculo do Bando de Teatro Olodum; Vídeo para o Espetáculo "Trilhas do Vila", do Grupo Vilavox; Cenário e Programação Visual do espetáculo Teatral Alvoroço; VJ no Festival Eletronika; VJ no Sarau Du Brown; VJ no espetáculo "A little Lesson of Brasilian Portuguese"; Turnês mundiais com o Show de Carlinhos Brown; Exposição 40 anos do Aterro do Flamengo. 9 - FRITZ ZEHNLE JÚNIOR - Curador e Projeto Expográfico - Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia (1987). Na área da Arquitetura realizou inúmeros projetos, sejam residenciais, empresarias ou comerciais, como o Hotel Villa Bahia em Salvador; Ford PD Office building no Complexo Ford Amazon e o Prédio Administrativo da XEROX DO BRASIL, em Camaçari BA, além do Teatro XVIII; Sala de arte; Cine Passeo; Foyer, Biblioteca e unidades de ensino do ACBEU. GALERIA DO EBEC, e mostras de arquitetura como "Casa Cor 1998 e 2003", dentre outros projetos. Em 2016, assina o Projeto Expográfico Permanente do "Espaço Pierre Verger da Fotografia Bahiana", no Forte de Santa Maria. Assina também os projetos expográficos das exposições: "Êxodos", do fotógrafo Sebastião Salgado, que faz itinerância nas unidades da Caixa Cultural de Salvador, Recife, Curitiba, Brasilia e Fortaleza, período de 2016 a 2018; e "Brennand, Mestre dos Sonhos", que faz itinerância nas unidades da Caixa Cultural em Salvador, Rio de Janeiro e Brasília, período de 2017 a 2018. O proponente é o Gestor do Projeto, ou seja a Fundação Balé Folclórico da Bahia será a responsável por toda a execução do mesmo, pela gestão administrativa/técnico-financeira. Não há nenhuma forma de terceirização do projeto, os ensaios são realizados em Sede própria da Fundação B.F.B., no Pelourinho, todo o corpo técnico e bailarinos e demais pessoas serão contratadas diretamente pela Fundação B.F.B. para realizar os trabalhos e realizarão os ensaios e as apresentações sob a Direção e Supervisão da Diretoria do B.F.B. As oficinas serão ministradas e administradas pela Fundação B.F.B. na periferia de Salvador, assim como os estágios de cenografia e percussão. As pessoas que constam da ficha técnica e serão contratadas, serão para prestar serviços específicos para a F.B.F.B., porém toda a Administração e gestão financeira será por parte da Fundação Balé Folclórico da Bahia.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.