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PRONAC 203070Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

MEU AMIGO VIOLONCELO

MARCIO DE SOUZA NASCIMENTO
Solicitado
R$ 199,7 mil
Aprovado
R$ 199,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro de bonecos e congêneres
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
São Gonçalo
Início
2021-02-01
Término
2021-07-01
Locais de realização (3)
Fortaleza CearáSobral CearáRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Meu Amigo Violoncelo é uma obra cênica infanto-juvenil, inédita, na linguagem do teatro de bonecos e música ao vivo, com duração de 50 minutos, sobre a beleza da amizade e o poder de transformação da música, e se passa entre as montanhas da cidade mineira de Lenços e Ventos, onde o trem apitando de ida é som de saudade e o trem apitando de volta é som de abraço. O projeto é idealizado e será dirigido por Marcio Nascimento, ator com mais de 20 anos de experiência no teatro de formas animadas, indicado ao Prêmio Shell 2019 de melhor ator, e vencedor na mesma categoria aos prêmios Zilka Salaberry, CBTIJ e Botequim Cultural do Teatro Infantil. Com texto de Ricardo Elia e Música Original e Direção Musical de Rodrigo de Marsillac, Meu amigo violoncelo terá em cena 2 músicos, dentre eles, o violoncelista mineiro Marcio Malard, homenageado pela obra e que completará em 2021, 80 anos de vida e 65 anos de carreira.

Sinopse

Espetáculo de Artes Cênicas MEU AMIGO VIOLONCELO Era uma vez, na pequenina cidade de Lenços e Ventos, o menino mais mineiro, mais arteiro, mais brincadeiro, mais faladeiro, com o cabelo mais “dispintiado” e com os ouvidos mais apaixonados por música que já existiu. Ele se chama Miguel e tem 6 anos. E nessa cidade, escondida entre montanhas que cantam, onde todos têm lenços que acenam, que se despedem, que secam suor, que torcem de raiva, e onde o vento transforma até pensamentos, Miguel vive correndo pelos bosques, quintais, plantações e casas, com sua cestinha mágica de caçar sons, colecionando os barulhos mais encantadores que aparecem no seu caminho. Ele é um caçador de melodias, e com a ajuda de seu grande amigo e fiel escudeiro Mateus, ele junta todos esses sons para fazer A Grande Música do Mundo, uma sinfonia que irá transformar tudo que existe numa única música, a trilha sonora da vida. Perto de Lenços e Ventos, na casa do morro do Pé-de-Vento-Descalço, vive Seu Marcio, um grande violoncelista de 80 anos, com seu cachorro Til. Seu Marcio quase não sai de casa, e por isso, é considerado um mistério e uma lenda na região. Numa de suas caçadas, Miguel é atraído por um som grave, único, que o fisga pelas orelhas e o leva voando até a sala de Seu Marcio. No voo, ele carrega Mateus, bem apavorado com a experiência. Na sala de ensaio de Seu Marcio, os meninos e Til se estranham, mas com a intervenção de Seu Marcio, os ânimos se acalmam. Seu Marcio diz que não recebe visitas há anos, e pergunta o que os meninos vieram fazer ali. Miguel e Mateus falam que estão procurando sons exóticos para um fabuloso experimento científico: criar A Grande Música do Mundo. Seu Marcio pede que eles saiam, mas Miguel e Mateus tentam convencê-lo com grandes argumentos científicos completamente inventados na hora. Seu Marcio, não muito satisfeito, os apresenta ao violoncelo, mas diz que está com muita dificuldade de compor. A idade e a solidão não tem sido nada inspiradoras, e por isso, ele só consegue pensar em silêncios, nunca em músicas. Miguel se apaixona no ato pelo instrumento e pede para ser amigo do violoncelo. Seu Marcio percebe o que está acontecendo e pergunta se o jovem não gostaria de aprender um pouco mais sobre música e sobre aquele instrumento musical. Com o coração batendo quase fora do peito, Miguel embarca na aventura, onde cada capítulo de história e cada visita é uma das sete notas musicais. Miguel apresenta a Seu Marcio todos os sons colecionados durante suas “caçadas”: bebê chorando, que é o som dos começos, passarinhos cantando, que são os cumprimentos às nuvens, trem apitando de ida, que é som de saudade, e trem apitando de volta, que é som de abraço. Barulhinho de chaleira chiando é igual a mãe da gente ralhando, e barulho de rio é som da vida passando. O quarteto Miguel, Mateus, Seu Marcio e Til vai desenvolvendo, aos poucos, uma sinfonia de amizade e respeito alimentada por bolos de fubá e café. Seu Marcio passa a ser um avô para Miguel e Mateus, que também o “adotam”. Os quatro juntos finalmente compõem A Grande Música do Mundo, porque, para trilha sonora da vida ser completa, é preciso existir o som da verdadeira amizade. Oficina ANIME-SE A BRINCAR As interações entre as crianças pequenas e os pais/responsáveis facilitam a aquisição de habilidades cognitivas. “Evidências indicam que os mecanismos por meio dos quais a responsividade parental auxilia o desenvolvimento cognitivo podem depender da consistência desta responsividade ao longo do desenvolvimento. Como a criança e os pais fazem parte de um contexto social mais amplo, muito fatores podem auxiliar ou prejudicar a consistência de comportamentos responsivos”. Partindo da Responsividade Parental, a oficina com 1:30' de duração está estruturada da seguinte forma: Contaremos 3 curtas histórias e iniciaremos a atividade de gtransformar meias em personagens. Assim, recriaremos essas pequenas histórias curtas utilizando meias, botões e muita criatividade. Num terceiro momento, apresentaremos essas histórias, formando grupos previamente combinado. A atividade convida pais e responsáveis a participar junto com seus pequenos.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar a montagem de estreia do espetáculo inédito MEU AMIGO VIOLONCELO, uma obra cênica infanto-juvenil, inédita, na linguagem do teatro de bonecos e música ao vivo, com duração de 50 minutos, sobre a beleza da amizade e o poder de transformação da música. O projeto vai realizar 4 apresentações no Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura que é o principal espaço do equipamento para as artes cênicas na cidade de Fortaleza/CE, e mais 2 sessões no Theatro São João na cidade de Sobral/CE, Teatro tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e que neste ano de 2020, completará 140 anos. Objetivos Específicos: a) Apresentar, para o público infantil e em espaços convencionais, um espetáculo teatral multi linguagens usando as técnicas do teatro de animação/bonecos e a música ao vivo, com duração de aproximadamente 50 minutos; b) Realizar 4 apresentações na Cidade de Fortaleza e 2 apresentações na cidade de Sobral _ CE, fomentando a descentralização e o intercâmbio cultural; c) Estimular e sensibilizar as crianças e seus familiares, pelo interesse pela música em geral; d) Oferecer o acesso gratuito ao público de Sobral/CE nas 2 sessões que faremos na cidade; e) Promover 2 oficinas gratuitas de confecção e manipulação de boneco para crianças de 3 a 6 anos nas cidades de Fortaleza e Sobral; f) Permitir importantes reflexões sobre amizade, o amor e a imaginação ao público presente, em uma conversa após as apresentações.

Justificativa

Vivemos um tempo coletivo em que precisamos reconstruir uns aos outros por meio do afeto, da compreensão e da arte. O teatro é a arte de ver a vida no palco, contemplando com maior lucidez quem somos e quem podemos ser. É tempo também de homenagear os artistas de longa estrada, nessa fase onde a terceira idade está tão ameaçada, e ressaltar a relevância cultural das nossas essências e origens para renovar forças. O projeto Meu Amigo Violoncelo - obra cênica infantojuvenil que tem por objetivo promover o encontro entre duas gerações: o pequeno Miguel (6 anos) e o grande músico Seu Marcio (80 anos), em torno da paixão pela música e seu poder de unir as pessoas e os afetos - seleciona linguagens artísticas de alto poder comunicativo: o teatro de animação e a música, pontes diretas com a imaginação, especialmente com as crianças de 0 a 6 anos. A escolha do teatro de animação, principalmente da técnica de manipulação direta, que reproduz a movimentação humana para contar e encenar, se dá pela singeleza da própria história e da fina, sensível e profunda humanidade que esta técnica proporciona. Meyerhold chamava as marionetes, os bonecos, de maravilhas teatrais: "Os bonecos são seres de leveza, que através do movimento, desenham poemas. São seres sem carne, capazes de viver e morrer com a mesma sensibilidade com que se movem. Eles são capazes de transportar o público para lugares mais surreais, atingindo o universo dos sonhos, nomeadamente através do voo, ou das suspensões no ar." Os bonecos introduzem deslumbramento ao ato teatral com movimentos essenciais, desafetados, despojados, alimentando a imaginação do público. A música é a mais universal das linguagens, e a descoberta dos instrumentos musicais (tantas vezes invisíveis devido ao consumo massificado de música eletronicamente produzida, especialmente para as crianças), é uma experiência de fascínio e afeto. Miguel, de 6 anos, menino de Minas, caçador de melodias e barulhos, pé descalço e cabelo despenteado, se apaixona pelo violoncelo, e esse interesse (que quer dizer encontro entre seres) desperta a alegria de viver do velho músico Marcio. O violoncelista encontra uma nova razão para os seus dias, Miguel e seu amigo Matheus encontram um avô postiço e o violoncelo encontra um futuro para sua existência. Outro objetivo do espetáculo é sensibilizar a plateia de crianças para a música como fio condutor da narrativa, da música que conta uma história. A dramaturgia propõe poucos diálogos, e na linguagem dos bonecos, onde a magia do teatro se potencializa em mil possibilidades, embalada pela música, vamos não só ver mas ouvir a jornada-sinfonia de um pequeno apaixonado por música se aproximando do violoncelo, nota por nota. No nosso processo de reconstrução coletiva, para descobrirmos quem podemos ser, é necessário fazer resgates. A fala do griot Sotigui Kouyaté: "antes de saber para onde ir, vá para o início da sua história" nunca se fez tão importante. Nesse sentido, Meu Amigo Violoncelo é uma obra de reverências, valorização de essências e homenagens. Uma pequena cidade de Minas Gerais, palco da nossa história, foi escolhida para valorizar a terra natal de Marcio Malard, músico homenageado pela peça que completa 80 anos, mas também é um resgate e uma homenagem às cidades de Minas tão castigadas pelos erros humanos, como Brumadinho. Ao elegermos lugares assim, povoamos a imaginação enquanto reforçamos o afeto pelos nossos tesouros do interior. Sempre protegemos o que amamos, e esse despertar de amor pela essência brasileira interiorana faz parte do projeto. Além disso, o aspecto artesanal dos bonecos combina com as artesanias de Minas. Outro aspecto fundamental do projeto é o tema central da dramaturgia: o amor. Todo amor recíproco é um tipo de adoção. Miguel adota o violoncelo como seu instrumento, superando as dificuldades de tocá-lo, assim como adota Márcio como avô e Til como seu gato (Til é o nome do primeiro bicho de estimação de Marcio e de uma consagrada peça do Grupo Galpão). A comunicação entre eles é pautada na partitura das relações que se desenham aos poucos, na aproximação delicada do entendimento. A proposta realizará a pesquisa e criação do espetáculo no domicílio sede do proponente, estado do RJ e a estreia com 6 apresentações do espetáculo no Estado do Ceará. A proposta visa os benefícios fiscais para ser viabilizada financeiramente. Está enquadrada no Art. 1º da Lei 8313/91 nos seguintes incisos: Através da montagem e apresentações o espetáculo atenderá aos Incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; Através do Projeto de Formação de Plateia com a doação de no mínimo 20% dos ingressos e das Oficinas gratuitas, contribuirá ainda de acordo com o Inciso VIII: VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e, Quanto ao atendimento ao Art. 3º da referida lei: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Complemento Ficha Técnica André Roman – Direção de Produção. Ator e produtor teatral com 14 anos de atuação. Produziu e atuou em mais de 50 espetáculos de teatro. Entre seus principais trabalhos estão: Produção local no RJ para estreia do documentário Carta para Além dos Muros de André Canto (2019); Produção Executiva na 4ª edição do projeto SESC Entre Dança (2019); Produção Executiva e administração de temporada dos espetáculos “Educação Siberiana”, da obra de Nicolai Lilin, e “o Preço’, de Artur Miller, ambos com direção de Gustavo Paso; Produção executiva do espetáculo “A Última Cápsula”, com atuação e dramaturgia de Anna Abbot e Raquel Alvarenga (2019); Produção Executiva do espetáculo “A Última Aventura é a Morte” inspirado no “Poema 409” de Heinner Muller, encenado pela PeQuoD Cia de Teatro com direção de Miguel Velhinho (2018); produção executiva e administração das temporadas dos espetáculos “Mergulho”, da Delas Cia de Teatro – SP, na Caixa Cultural RJ em setembro|2018; dos espetáculos “Aproximando-se de A Fera na Selva”, com dramaturgia de Marina Corazza e direção de Malú Bazán e, “As Ondas ou Uma Autópsia”, com concepção e direção de Gabriel Miziara, no Teatro Poeira – RJ em junho|2018; produção e administração da temporada do espetáculo “A Festa de Aniversário”, de Harold Pinter, com direção de Gustavo Paso (2017). Realizou a produção carioca para a temporada do espetáculo indicado ao Prêmio Shell SP 2016, “Playground”, com direção de Marco Antônio Pâmio e dramaturgia de Rajiv Joseph. Entre os anos de 2012 e 2017 foi sócio integrante da Pandorga Cia de Teatro, onde produziu três premiados espetáculos para a infância e juventude: “O Menino de que brincava de Ser”, “Cabeça de Vento” e “Juvenal, Pita e o velocípede”. Bruno Dante - Direção de Arte: Cenário / Figurino / Bonecos. Artista visual, formado em desenho industrial com especialização em ilustração na Saint Martin College of Art and Design, em Londres, sua expressão se destaca pelo envolvimento em projetos artísticos com foco na criação de bonecos manipuláveis e esculturas para as artes visuais e da cena, exibidos no Brasil, Chile, França, Alemanha e China. Artista autodidata interdisciplinar. Sua autoralidade fez com que sua pesquisa estética fosse aplicada em diversos segmentos da arte, em especial o teatro, participando de processos artísticos nos quais propõe, a partir da criação de bonecos manipuláveis, caminhos onde sua identidade artística é fortemente marcada. Trabalhou em diversos espetáculos teatrais adultos e infanto-juvenis, entre eles: El Carnaval de los Animales, dirigido por Tita Iacobelli, no Teatro Municipal de Santiago, com participação da Orquestra Sinfônica da cidade; Gritos da Cia Dos a Deux (França-Brasil), no qual assina junto com Natacha Belova pesquisa, criação de conceito e construção dos bonecos e objetos de cena; Preto da Companhia Brasileira de Teatro, direção de Marcio Abreu, reproduzindo cabeças realistas hiperdimensionadas dos atores. Teve seu processo criativo e de construção de bonecos como inspiração para a reprodução do universo estético e artístico do núcleo da Família Borges da novela Pega-pega da Rede Globo, em que foi responsável pela criação e ambientação deste universo, proporcionando também vivência aos atores e oficinas de construção de bonecos. Convidado pelo Estúdio Mbaraká, criou três dioramas para a exposição Darwin: origens e evolução em exibição no Museu do Meio Ambiente do Rio de Janeiro. Como mais recente projeto, criou bonecos em escala humana para a comissão de frente da Escola de Samba Paraíso do Tuiutí (RJ), inspiradas em senhoras da própria comunidade do Tuiutí. Ministra as oficinas Corpo Habitat, para adultos, e Ba Be Bi Boneco, para crianças. Ilustrou livros para as editoras Rocco, Revan e Cortez Editora. Suas criações artísticas também lhe renderam diversos prêmios, indicações e menções honrosas no Brasil: Prêmio Shell de Teatro - RJ; Prêmio Zilka Sallaberry - RJ, Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças - RJ; Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem - SP; Prêmio Rio Novos designers - RJ. Marise Nogueira – Atriz / manipuladora. Atriz e pesquisadora do teatro de formas animadas, formada em Artes Cênicas pela UNI-RIO. Nos palcos desde 1992, atuou em diversos espetáculos como: Rifinfin no Medelin com o Grupo Teatral Moitará; O Evangelho Segundo Dona Zefa e Makunaíma – Outro com o Grupo Nepaa e Lupita – Dramaturgia e direção de Flávia Lopes. Com a Cia PeQuod, atuou em espetáculos ganhadores do Prêmio Shell, como A Chegada de Lampião no Inferno, Peer Gynt e Filme Noir. Em 2012 Marise Nogueira recebeu indicações de melhor atriz no Prêmio Zilka Salaberry, pelo espetáculo “O Homem que Amava Caixas” e no Festival de Teatro de Ponta Grossa – PR, pelo espetáculo O Evangelho Segundo Dona Zefa. Ministrou diversas oficinas de teatro de formas animadas em eventos culturais nacionais e internacionais e em projetos do SESC. Criou as máscaras, fez a preparação dos atores e atuou nos premiados espetáculos da Artesanal Cia de Teatro, Tatá, o Travesseiro, Por que nem todos os dias são dias de sol? O Gigante Egoísta, O Homem que Amava Caixas e A Lenda do Príncipe que Tinha Rosto. Marcio Newlands – Ator / manipulador. Integra a Cia PeQuod de Teatro de Animação desde 1999 como ator-manipulador e aprofunda a pesquisa de linguagem, sobretudo na experimentação do jogo entre atores, duplos, bonecos e objetos manipulados. Na PeQuod criar montagens memoráveis como o debut "Sangue Bom"-1999; "Noite Feliz-Um Auto de Natal"-2001; "O Velho da Horta"-2002, três indicações ao prêmio Maria Clara Machado; "Filme Noir"-2004, duas indicações ao Prêmio Shell-RJ e "Peer Gynt"-2006, duas indicações ao Prêmio Shell e considerada uma das dez melhores peças do ano segundo a crítica Bárbara Heliodora. Participa ainda das montagens de "Peh Quo Deux"-2013, considerado um dos dez melhores espetáculos de dança do ano segundo a crítica Adriana Pavlova do Jornal O Globo e "A Feira de Maravilhas do Fantástico Barão de Munchaüsen", nove indicações ao Prêmio Zilka Sallaberry-2015. Paralelamente se dedica a artesania do teatro de bonecos respondendo pela direção de manipulação e confecção em "Pelos 4 cantos do Mundo" da Cia Teatral Milongas-2018, Prêmio CBTIJ na categoria Trabalho de Formas Animadas-2018 e pelas confecções em "Ovelha Negra" Cia Pequod-2017; "Makupuni" Cegonha Bando de Criação-2017"; "Casa Caramujo" Cia Epigenia, Prêmio CBTIJ na categoria Trabalho de Formas Animadas-2016; "Memórias de um Pequeno Príncipe" ArteCorpo Teatro e Cia, indicado ao Prêmio CBTIJ na categoria Trabalho de Formas Animadas-2016. Raquel Botafogo – Atriz / manipuladora. Professora de Dança formada na Faculdade Angel Vianna e professora de Teatro formada na UNIRIO. Trabalha na Cia PeQuod de Teatro de Animação desde 2010 participando, como atriz/ manipuladora, dos espetáculos Peer Gynt em circulação por diversos estados do Brasil; além de A chegada de lampião ao Inferno e O velho da horta em diversos Festivais. Atuou também no espetáculo Sangue Bom realizando uma Turnê por Portugal, se apresentando na Bienal de marionetas de Évora, em Braga e Coimbra. Com o espetáculo PehQuoDeux participou de importantes circuitos e festivais como o Festival Mondial des Théâtres de Marionnettes na França. Foi assistente de direção do espetáculo “O Braile, uma dança às cegas” com apresentações no Rio de janeiro e Portugal. Como atriz seus trabalhos mais recentes foram os espetáculos “A Feira de Maravilhas do Fantástico Barão de Münchausen” (Cia Pequod), Todo Vagabundo Tem Seu Dia de Glória (Direção Thiago Pach e Adrén Alves), Casa Caramujo (Cia Epigenia) e Mamãe qual é meu nome (Cegonha Bando de Criação), todos muito bem indicados e premiados.

Especificação técnica

O espetáculo Espetáculo Teatral, para crianças entre 03 e 06 anos de idade e suas famílias, com 50 minutos de duração. 06 apresentações com um público presente de 1616 expectadores. Em cada cidade, será realizada uma sessão inclusiva, com libras. Oficina Duração: 1h30minutos, com 15 vagas para crianças acompanhadas de seus responsáveis, ao todo 30 participantes. Palestras Bate papos após apresentação do espetáculo, com artsitas, direção, equipe o o público, sobre o processo de criação do espetáculo. Uma edição de 30 min de duração por cidade.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: MEU AMIGO VIOLONCELO ACESSIBILIDADE FÍSICA: realização em teatros com rampas de acesso, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, etc... DEFICIENTES AUDITIVOS: realização de sessão com recurso de Libras. DEFICIENTES VISUAIS: realização de sessão com audio descrição. OFICINA (CONTRAPARTIDA SOCIAL 1): ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: audio descrição. PALESTRA/BATE PAPO COM DIRETOR, ARTISTA E O PÚBLICO (CONTRAPARTIDA SOCIAL 2): ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: audio descrição.

Democratização do acesso

O projeto será realizado com ingressos a preços populares. Reservará gratuitamente, até 10% dos ingressos para público do patrocinador (funcionários e parceiros a critério do patrocinador), até 10% para ações de comunicação e um mínimo de 20% até 40% do total dos ingressos para as ações de Formação de Plateia com gratuidade total, destinado para público social em todas as cidades de realização. Serão atendidas através da formação de plateia, prioritariamente, projetos sociais, escolas públicas e ONG´s. O projeto adotará, em atendimento ao Art. 56 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 20 DE MARÇO DE 2017, a seguinte medida de democratização: III – desenvolver atividades em locais remotos ou em áreas habitadas por populações periféricas (no nosso caso, duas apresentações com formação de plateia na cidade de Sobral/CE, com aproximadamente 140mil mil habitantes); IV - permitir a captação de imagens das atividades e do espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; A cota de divulgação (até 10 %) será utilizada para promoções com jornais, sites, rádios e / tv´s que possam divulgar o espetáculo através dos seus meios de comunicação. Além de outros meios alternativos como veículos de mídia e divulgação em elevadores, guias culturais, sites de entretenimento e / ou promoções em redes sociais, entre outros. Como forma de distribuição gratuita de ingressos adotaremos o critério de: I - Doação dos ingressos ou produtos para instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo. Instituições que podem beneficiadas pela distribuição gratuita: público social, ONGS, e escolas públicas. Produto Formação de Plateia: mínimo de 20% de ingressos gratuitos do total de 6 apresentações e 2 oficinas gratuitas para 15 participantes (15 crianças e seus acompanhantes – responsáveis).

Ficha técnica

Ficha Técnica Direção Geral e direção de bonecos: Marcio Nascimento Argumento: Aline Marosa e Marcio Nascimento Dramaturgia: Ricardo Elia Direção Musical e Composição e execução musical: Rodrigo de Marsillac Músicos: Marcio Malard e Gilberto Campello Elenco: Marise Nogueira, Marcio Nascimento, Marcio Newlands e Raquel Botafogo Iluminação: Ana Luzia de Simoni Operação de luz: Nina Balbi Direção de Arte / Cenário – Figurino - Confecção de bonecos: Dante Preparação para manipulação de bonecos: Marcio Nascimento Preparação vocal: Verônica Machado Mídias sociais: Rafael Teixeira Assessoria de Imprensa: Duetto Comunicação Fotografia e video: Eduardo Chamon Direção de Produção: André Roman Marcio Nascimento – Direção geral, ator e preparação para manipulação e direção de bonecos. Em 2019, idealizou, atuou e dirigiu ao lado de Miwa Yanigizawa, o espetáculo Iago, uma adaptação da obra Otelo de William Shakespeare, feita por Geraldo Carneiro. Por este espetáculo, Marcio Nascimento concorreu ao Prêmio Shell de Melhor Ator em 2019. Recebeu prêmios como ator por 3 espetáculos. Por “Casa Caramujo” da EPIGENIA Cia de Teatro, recebeu 3 prêmios de Melhor Ator: Zilka Salaberry, CBTIJ como ator em papel coadjuvante e o prêmio Botequim Cultural (2018); por “A feira de maravilhas do fantástico Barão Munchausen”, da Cia Pequod de Teatro de Animação, recebeu o prêmio Zilka Salaberry (2017), além de indicação ao Botequim Cultural; e por “O gigante egoísta” da Artesanal Cia de Teatro, recebeu os prêmios Zilka Salaberry e Botequim Cultural de Melhor Ator, além das indicações aos prêmios: Iº PRÊMIO SÃO PAULO DE INCENTIVO AO TEATRO INFANTIL E JOVEM e ao Iº Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil (2014). Ainda recebeu junto ao bonequeiro Bruno Dante, Menção Honrosa pela excelência na Confecção (Dante) e Manipulação (Marcio Nascimento) dos bonecos pelo espetáculo “Por que nem todos os dias são dias de sol?”, da Artesanal Cia de Teatro. Rodrigo de Marsillac – Música original e Direção Musical. Compositor, produtor musical e pianista. Bacharel em composição pela UNIRIO e pós-graduado em Composição para Cinema e TV pelo Conservatório Brasileiro de Música. Atualmente atua como Produtor Musical na Tv Globo. Já compôs música e fez arranjos para cinema, Tv aberta e fechada, publicidade, teatro (no espetáculo Iago com Marcio Nascimento e Marcio Malard) e dança. Dentre seus trabalhos mais importantes, estão a composição de música original para as novelas “Órfãos da terra”, “Deus salve o rei”, “Orgulho e Paixão” para a nova versão de “Os Trapalhões” e para 4 temporadas do seriado infantil "DPA - Detetives do Prédio Azul”. Como intérprete e performer, já atuou em alguns dos principais palcos do cenário carioca de música popular e música de concerto como a Sala Cecília Meireles, a Sala Baden Powell e Mistura Fina. Ricardo Elia - Autor. Professor da Faculdade de Educação na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Mestre em Educação pela UERJ. Graduado em Cinema pela PUC-Rio. Autor dos livros "Ritmo é tudo" (2011) e "Ritmos brasileiros" (2012), lançados pela Editora Scipione. O livro infantil de poesias ilustrado "Ritmo é tudo" foi selecionado pelo Ministério da Educação no Programa Nacional do Livro Didático 2013 - Obras complementares. O livro alcançou a marca de 100 mil exemplares vendidos. Em 2014, foi adaptado para o teatro pela Companhia Irmãos Brothers Band em espetáculo encenado no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro e no Teatro Maria Clara Machado. Em 2016, o espetáculo "Ritmo é tudo" foi apresentado na Caixa Cultural Recife, em Pernambuco. Escreveu junto com Beá Meira, Rafael Presto e Silvia Soter a coleção de livros didáticos "Projeto Mosaico Arte", em quatro volumes, destinada aos anos finais do Ensino Fundamental. Coleção publicada pela Editora Scipione e selecionada no Programa Nacional do Livro Didático 2017 pelo Ministério da Educação, para a a disciplina Artes. "Projeto Mosaico Arte" vendeu mais de 4 milhões de exemplares. A coleção foi atualizada com o nome de "Mosaico Arte" e selecionada no Programa Nacional do Livro Didático 2020. Professores de Artes das escolas públicas de todo o país poderão utilizar o livro a partir de 2020. De 2007 a 2012 foi professor do Anima Escola, projeto educacional do Anima Mundi que ensina técnicas de cinema de animação para jovens e adultos. Facilitou oficinas de criação audiovisual em locais diversos, como o sertão de Alagoas, a Amazônia paraense e a favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. Zabumbeiro e um dos fundadores do Tupife, bloco de pífanos e percussões do carnaval de rua do Rio de Janeiro. Marcio Malard – Violoncelista. Talvez seja o violoncelista que mais tempo atuou como líder na Orquestra Sinfônica Brasileira, foram 38 anos; tempo suficiente para conviver com grandes regentes e artistas legendários: Charles Dutoit, Eduardo Matta, Kurt Sanderling, Kurt Mazur, Antonio Janigro, Pierre Fournier, Leonard Rose, Janos Starker Paul Tortelier, Rostropovich, C. Arrau, Arnaldo Estrella, Mariuccia Iacovinno, Iberê Gomes Grosso; este último seu grande mestre que – além das inesquecíveis lições musicais – foi quem lhe indicou para substituí-lo no Quarteto da Guanabara, na ocasião do lamentável acidente que culminou com a morte do grande músico. Desde então são 25 anos de Quarteto da Guanabara. Marcio Malard desenvolve também intensa carreira como camerista e solista de diversas orquestras brasileiras, além de diversas atuações junto a grandes nomes da música brasileira, como Maria Bethânia e Wagner Tiso, entre muitos outros. Tocou com Tom Jobim na banda nova e com ele viajou por Los Angeles, Portugal, Espanha. Como professor lecionou nos festivais de Curitiba, Ouro Preto, Brasília, Teresópolis, entre outros. Malard atuou também como violoncelista convidado da Orquestra Filarmônica Mundial na sua turnê no Japão sob a regência do Maestro Sinopoli. Foi fundador do Rio Cello Ensemble e fundador da Orquestra de Câmera do Brasil com o Maestro e compositor José Siqueira. Gilberto Campello - percussionista. Em 2003 recebeu bolsa da Fundação UNESCO/Aschberg para pesquisar as raízes comuns do candomblé pernambucano e da santería cubana no prestigioso Instituto Superior de Artes em Havana, Cuba. Em 2004, iniciou seus estudos em Pandeiros do Mundo com N. Scott Robinson, professor da Universidade Towson em Maryland. Em 2006, passou a estudar com Glen Velez, professor da Juilliard, New York. Gilberto participou de turnê com João Donato e banda em 2009, como músico convidado. Foi artista contratado do Washington Performing Arts Society Residency Program (2004 a 2007). Gravou várias trilhas sonoras de filmes, novelas, peças teatrais e documentários, entre os quais Caminho das Índias (2009), Araguaia (2010), Salve Jorge (2013) e Deus Salve o Rei (2018), Órfãos da Terra (2019) além do sucesso O Auto da Compadecida (2000). Atualmente atua como músico no Trio Viramundo (RJ) grupo intrumental especializado em interpretar clássicos eruditos mesclados a tradições ciganas e flamencas, e como diretor musical do grupo Zazumba (RJ-PE). Ana Luzia de Simoni - Iluminação. Iluminadora Cênica, atua na área de teatro e show há 14 anos. Já trabalhou em inúmeros teatros em grande parte do país. Por volta de 200 operações de luz, mais de 300 montagens com Aurélio de Simoni, Maneco Quinderé, Renato Machado entre outros iluminadores renomados. Faz a concepção de luz dos espetáculos de algumas companhias, e outras produções teatrais e musicais. Foi indicada ao Premio Shell de teatro 2017 e 2019, ao Botequim cultural 2019, ao Premio CBTIJ de teatro infantil 2016 e 2018, no qual venceu, e ao Zilka Salaberry 2018. Durante 8 anos foi técnica em iluminação do Teatro Poeira, trabalhando com grande nomes da iluminação nacional. Hoje em dia, trabalha criando suas próprias concepções de luz para as artes propostas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.