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PRONAC 203077Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

QUERIDA ANE

EMILIANO GUIMARAES FISCHER 14012568728
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2020
    Cadastro PRONAC
    Ano 20
  2. 01/02/2021
    Início previsto
  3. 01/06/2021
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Niterói
Início
2021-02-01
Término
2021-06-01
Locais de realização (3)

Resumo

O espetáculo teatral para a primeira infância"Querida Ane" fala sobre o poder transformador do amor e da amizade sincera, bem como a imaginação pode renovar nossas relações com o mundo. Livremente inspirada na novela de L.M. Montgomery, "Anne de Green Gables", obra clássica canadense da literatura infanto-juvenil traduzida para diversas línguas. Espetáculo multi linguagens que em sua encenação utilizarátrilha sonora executada ao vivo, elementos circenses e teatro de bonecos, de forma a contar a história através de jogos e ferramentas de interação com espectador, que é convidado a fazer parte dela, como numa brincadeira de faz-de-conta. Além do espetáculo teatral para crianças entre 03 e 06 anos e seus familiares, a proposta apresenta projeto de formação de plateia, realização de uma oficina e sessões inclusivas com recursos de libras.

Sinopse

"...a pior parte de imaginar as coisas é que chega um momento em que é preciso parar, e isso dói..." (MONTGOMERY, Lucy Maud. Anne de Green Gables) " E as pessoas riem de mim porque uso palavras grandes. Mas quando se tem grandes ideias, é preciso usar grandes palavras para expressá-las, não é mesmo?" Ane Ane, uma menina que se tornará órfã pouco depois de seu nascimento, vê aparecer a grande oportunidade de sua vida: ser adotada por um casal de irmãos camponeses e finalmente ter um lar. Porém, ao chegar em sua nova casa, se depara com o erro: o pedido de adoção havia sido trocado, pois o casal desejava um menino para ajudar na lavoura. Usando imaginação, criatividade e sensibilidade, Ane transforma as relações entre as pessoas ao seu redor. Narrada por Diana, sua melhor amiga, “Querida Ane” fala sobre o poder transformador do amor e da amizade sincera, bem como a imaginação pode renovar nossas relações com o mundo. Livremente inspirada na novela de L.M. Montgomery, “Anne de Green Gables”, obra clássica canadense da literatura infanto-juvenil. Com trilha sonora executada ao vivo, elementos circenses e teatro de bonecos, a história é contada através de jogos e ferramentas de interação com espectador, que é convidado a fazer parte dela, como numa brincadeira de faz-de-conta.

Objetivos

Objetivo Geral: Através da renúncia fiscal via Lei Rouanet e Patrocínio através da chamada púbica Petrobrás Primeira Infância, visamos dar continuidade às pesquisas artísticas do Veredas Coletivo Teatral, com a produção do seu novo espetáculo para a infância intitulado QUERIDA ANE. A proposta contempla a estreia, primeira temporada no Rio de Janeiro com 08 apresentações além da circulação com 02 apresentações na cidade de Cuiabá _ MT e 02 apresentações na cidade de Araruama _ RJ. Além do espetáculo, será ofertada uma oficina gratuita em cada cidade. Objetivos Específicos: a) Apresentar, para o público infantil e em espaços convencionais, um espetáculo teatral multi linguagens usando as técnicas do teatro de animação, bonecos, música e circo, com duração de aproximadamente 50 minutos; b) Realizar duas apresentações na Cidade de Cuibá _ MT e duas apresentações na cidade de Araruama _ RJ, fomentando a descentralização e o intercâmbio cultural; c) Estimular nas crianças e suas famílias, o interesse pela literatura em geral; d) Divertir as crianças e seus familiares e provocar neles, importantes reflexões sobre amizade, o amor e a imaginação; e) Incentivar o jogo dramático como ferramenta para a troca e o aprendizado e, f) Promover uma reflexão sobre estereótipos de gênero e representatividade feminina.

Justificativa

Ao longo dos anos a sociedade ocidental desenvolveu modelos comportamentais que devem ser seguidos pelos indivíduos que a compõem. Os membros cujo os comportamentos não correspondem às expectativas do coletivo são considerados menores que os demais ou anormais. As crianças são enquadradas nesse grupo, entendidas como alguém que não possui direitos próprios, mas que no futuro, somente como adultas, serão indivíduos. Essa percepção sobre a infância inicia-se no século VXIII, num movimento que acaba negando à criança sua voz enquanto membro da sociedade por não estar ainda apto a contribuir com o coletivo, o que dificulta transformações sociais que poderiam surgir a partir de sua participação. É comum que crianças encontrem formas criativas de abordar e lidar com questões e acontecimentos, sendo a imaginação a ferramenta impulsionadora. É através dela que as inúmeras possibilidades nascem, praticáveis ou não, alimentadas pelas novas imagens e experiências que surgem e vivenciam. Assim como a inteligência racional, a imaginação precisa ser incentivada e trabalhada, pois caso contrário, definha. Ignora-se que o bom desempenho escolar, por exemplo, está além dos dons individuais, e que sua grande força está na origem social e no incentivo cultural que estes indivíduos recebem diariamente. Esse caráter particular da educação acaba por gerar uma das principais instituições por meio da qual se mantêm e se legitimam os privilégios sociais. A formação necessária para uma sociedade livre de injustiças seria aquela constituída por indivíduos sensíveis, democráticos, emancipados, o que implica necessariamente uma educação escolar também contrária à violência e favorável a validação de um conhecimento amplo em suas diversas formas de entendimento. Promover um encontro entre crianças em espaços propícios para imaginar, o que a escola deveria ser, o único universo criativo de cada uma delas, criando uma "experiência cultural da infância". No entanto, a mesma sociedade "modelar" que diferencia crianças e adultos, os impondo papéis definidos, divide as próprias crianças em dois grupos, entre meninos e meninas. Baseando-se no que almejam para cada um deles quando "grandes", reprimem algumas fantasias, ao mesmo tempo que incentivam outras, mesmo que não seja de forma explícita. Ensinamentos para a vida em sociedade trazem esses valores embutidos que são repassados para as crianças. A discriminação a mulher é apresentada aos novos membros da sociedade logo nas primeiras oportunidades, tornando-se padrão de conduta, contaminando as brincadeiras e fantasias. É comum, mesmo em ambientes mistos, que os meninos escolham ficar entre meninos e as meninas entre meninas, enquanto exercitam os arquétipos destinados aos grupos. As brincadeiras femininas costumam ter um caráter pacífico (escolinha, comidinha, mamãe e bebê, contos de fadas), enquanto as dos meninos mais agressivo (guerras, bandidos e policiais, super-heróis). Não existe nenhuma justificativa biológica para isso, apenas social. Entre meninas, ainda existe espaço para o incentivo a rivalidade, pautada em uma futura disputa matrimonial. Para o Veredas Coletivo Teatral, um grupo de atores, atrizes e colaboradores em sua maioria residentes e atuantes na promoção de peças teatrais e outras frentes artístico pedagógicas nos municípios de São Gonçalo e Niterói, a ação artística é uma ação engajada e crítica de seu tempo. Seus integrantes, individualmente e enquanto coletivo, refletem e propõe este projeto, como uma forma de investigar uma linguagem que possa despertar questões tanto nas regiões periféricas, quanto nos grandes centros de produção artística, entendendo essas categorias em seu amplo sentido. Com o espetáculo "Abrigo" o Coletivo trouxe à tona o problema dos despejos para o alargamento das metrópoles. Ane é justamente uma narrativa sob o olhar de uma menina que está a margem, enquanto menina, órfã, pobre e criativa demais. Deste modo, realizar um espetáculo inspirado na obra literária "Anne de Green Gables" é instigar nas crianças - pertencentes a cidades como Cuiabá, que apresenta altos índices de violência contra a mulher, ou mesmo Araruama, no RJ _ e também auxiliar no processo de uma ruptura com os modelos vigentes e defesa da liberdade criativa. Reforçar a ideia da igualdade entre meninos e meninas, e a criança como um ser pensante que possui direitos e voz, através de uma protagonista feminina de 11 anos, que busca romper com estereótipos de gênero e etários lutando para ser vista como individuo, que se permite imaginar as aventuras mais perigosas e também as mais deslumbrantes, que vê sua melhor amiga como uma "alma afim", sua companheira de aventuras e uma pessoa incrível por ser como é, não havendo nenhum tipo de concorrência entre elas. Uma figura que defende a literatura e que também tem sede de aprender, que entende que a imaginação e a inteligência racional não são opostas, mas sim complementares. As linguagens do circo, da manipulação de bonecos e a música ao vivo surgem como ferramentas instigadoras do lúdico, apoiando a narrativa e proporcionando as crianças novas experiências e imagens, enquanto flerta com as possibilidades humanas dentro de um espaço propício à imaginação. Querida Ane terá sua estreia na cidade do Rio de Janeiro com uma temporada de um mês e duas apresentações na cidade de Cuibá-MT e mais duas em Araruama _ RJ, totalizando 12 apresentações. A proposta só pode ser viabilizada financeiramente mediante o mecanismo de incentivo fiscal. A proposta de Querida Ane se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91 nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Quanto ao atendimento ao Art. 3º da referida lei, os seguintes objetivos da proposta serão alcançados: II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Complento currículos Ana Luzia de Simoni – Iluminação. Iluminadora Cênica, atua na área de teatro e show há 14 anos. Já trabalhou em inúmeros teatros em grande parte do país. Por volta de 200 operações de luz, mais de 300 montagens com Aurélio de Simoni, Maneco Quinderé, Renato Machado entre outros iluminadores renomados. Faz a concepção de luz dos espetáculos de algumas companhias, e outras produções teatrais e musicais. Foi indicada ao Prêmio Shell de Teatro 2017 e 2019, ao Prêmio Botequim Cultural 2019, ao Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 e 2018, sendo vencedora da edição 2018, e ao Prêmio Zilka Salaberry 2018. Durante 8 anos foi técnica em iluminação do Teatro Poeira, trabalhando com grandes nomes da iluminação nacional. Hoje em dia, trabalha criando suas próprias concepções de luz para as artes propostas. Daniele Geammal – Cenografia e Figurinos. Daniele Geammal é cenógrafa, figurinista e professora da Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna. Ministra oficinas, palestras de criação visual e orienta projetos de grupos de teatro. Trabalhou com diretores como: Alexandre Borges, Carolina Virgüez, Cesar Rodrigues, Christina Streva, Eduardo Vaccari, Miwa Yanagizawa, Vinicius Arneiro, e outros. Em 2011 teve o seu figurino de “A chegada de Lampião no Inferno”, da Pequod Cia de Teatro, selecionado para representar o Brasil na Quadrienal de Praga e em 2019 participou da mostra com um trabalho coletivo, de artistas da visualidade da cena. Entre seus projetos estão: “Juvenal, Pita e o Velocípede”, da Pandorga Cia de Teatro, texto de Cleiton Echeveste, com direção de Cadú Cinelli; “Plínio, a história do maldito bendito”, monólogo com Roberto Bomtempo, de Maurício Arruda Mendonça, dirigido por Silvio Guindane; “Alice Mandou um beijo”, da Cia Cortejo, escrito e dirigido por Rodrigo Portella e “Minotauro, fábula musical”, do grupo Mosaicos, escrito por Luciana Zule e dirigido por Fernando Maats. Em 2017 lançou, no Brasil, seu primeiro livro infanto-juvenil ”Caldo Verde”, e em agosto de 2018 na cidade de Lima, na Casa de Cultura Brasil-Peru, onde também ministrou algumas oficinas. Em março de 2018 iniciou o mestrado profissional em Ensino das Artes Cênicas na UNIRIO e, no mesmo ano, orientou dois espetáculos teatrais muito importantes para sua pesquisa acadêmica: “Por que estamos todos parados olhando?” e “Marakanandê”. Em 2020 passou a integrar o júri do prêmio CBTIJ de teatro para infância e juventude. Ademir de Souza – Criação e Confecção de Bonecos. Formado pela Escola de Arte Dramática - EAD (ECA-USP), em 1981, integra a Companhia do Gesto (fundada por Dácio Lima, formado pela Escola Jacque Lecoq – França) desde seu início em 1986, participando de suas várias montagens. Dentre elas, “A Margem”, “Maria Eugênia” e “A Cozinheira, o Bebê e a Dona do Restaurante. Praticou Kung-Fu durante sete anos, estuda e pratica atualmente Tai-Chi-Chuan, Chi-Kung (técnica de treinamento e controle da energia vital) e mímica, utilizando-se destas práticas como formas de treinamento corporal e suas possibilidades de expressão no teatro. É ator, artista plástico, aderecista, bonequeiro e autodidata em música. Na Globo fez algumas participações em “ti-ti-ti”, “Lara com Z”, “Amor Eterno Amor”, “Especial 50 anos de Didi”, “Guerra dos Sexos”, “Avenida Brasil”, “ A Teia”, “O Caçador”, ”Rock Story”, “Haja Coração”, “O Outro Lado do Paraiso”. Em “Malhação Sonhos” (2014 a 2015) viveu o personagem Simplício. Foi integrante do elenco dos Doutores da Alegria durante 4 anos (2004|2008), vivendo o renomado besteirologista Doutor Tróty G. Nhóqui. Faz o vovô Aristeu em “Teca na TV” (Canal Futura) e Vô Manú em “Chico na Ilha dos Jurubebas” (TV Escola). Recebeu o prêmio Zilka Salaberry de melhor ator de teatro infantil de 2008, com o espetáculo “Maria Eugênia”, de sua autoria e de Tania Gollnick. Autor, ator e aderecista do espetáculo “A Cozinheira, o Bebê e a Dona do Restaurante”, espetáculo atual da Companhia do Gesto em que recebeu indicação para o prêmio CBTIJ de teatro para crianças como melhor ator em 2014. Atualmente é integrante do núcleo fundador do Grupo Gestopatas junto com Cecilia Ripoll e Tania Gollnick. André Roman – Direção de Produção. Ator e produtor teatral com 14 anos de atuação. Produziu e atuou em mais de 50 espetáculos de teatro. Produziu espetáculos de diversas companhias, inclusive, trabalhos premiados no campo da infância e juventude, como Pandorga Cia de Teatro, Grupo GESTOPATAS, Cegonha Bando de Criação e PeQuoD Cia de Teatro, todas do RJ bem como a produção local da premiadíssima Delas Cia de Teatro de SP. Entre seus principais trabalhos estão: Produção local no RJ para estreia do documentário Carta para Além dos Muros de André Canto (2019); Produção Executiva na 4ª edição do projeto SESC Entre Dança (2019) ; Produção Executiva e administração de temporada dos espetáculos “Educação Siberiana”, da obra de Nicolai Lilin, e “o Preço’, de Artur Miller, ambos com direção de Gustavo Paso; Produção executiva do espetáculo “A Última Cápsula”, com atuação e dramaturgia de Anna Abbot e Raquel Alveranga (2019); Produção Executiva do espetáculo “A Última Aventura é a Morte” inspirado no “Poema 409” de Heinner Muller, encenado pela PeQuoD Cia de Teatro com direção de Miguel Velhinho (2018); produção executiva e administração das temporadas dos espetáculos “Mergulho”, da Delas Cia de Teatro – SP, na Caixa Cultural RJ em setembro|2018; dos espetáculos “Aproximando-se de A Fera na Selva”, com dramaturgia de Marina Corazza e direção de Malú Bazán e, “As Ondas ou Uma Autópsia”, com concepção e direção de Gabriel Miziara, no Teatro Poeira – RJ em junho|2018; produção e administração da temporada do espetáculo “A Festa de Aniversário”, de Harold Pinter, com direção de Gustavo Paso (2017). Realizou a produção carioca para a temporada do espetáculo indicado ao Prêmio Shell SP 2016, “Playground”, com direção de Marco Antônio Pâmio e dramaturgia de Rajiv Joseph. Entre os anos de 2012 e 2017 foi sócio integrante da Pandorga Cia de Teatro, onde produziu três premiados espetáculos para a infância e juventude: “O Menino de que brincava de Ser”, “Cabeça de Vento” e “Juvenal, Pita e o velocípede”. Atuou e produziu “Cadê a Água que Tava Aqui?” e “Água”, de sua idealização junto a equipe da Pandorga Cia de Teatro. Produziu e atuou nos espetáculos “Oídipous filho de Laios”, de Antônio Quinet, com direção e Regina Miranda, e também, “Variações Freudianas 1 – O Sintoma”, de Antônio Quinet com direção e Miranda com estreia em Roma – IT (julio|2010). Participou do espetáculo “Desamparo”, comemorando 15 anos da OST em Niterói, ao lado de Erika Ferreira. Participou da Teledramaturgia “Vidas Opostas” da Rede Record e do Curta Metragem “Circular” de Clarice Vianna. Veredas Coletivo Teatral – Realização. O Veredas - Coletivo Teatral iniciou sua trajetória em 2018 com o processo de montagem do espetáculo "Caminhos do Sertão", que foi apresentado no Teatro Armazém em São Gonçalo. Em 2019 participou de dois festivais de cenas curtas, o "Niterói em Cena" e o "Me Amostra", ambos com a esquete Abrigo. Em 2020 foi selecionado no edital de fomento a cultura do município de Niterói, onde a esquete Abrigo se transformou em um espetáculo que entrou em cartaz do Centro Cultural Paschoal Carlos Magno.

Especificação técnica

Espetáculo: Espetáculo Teatral, para crianças entre 03 e 06 anos de idade e suas famílias, com 50 minutos de duração. 12 apresentações com um público presente de 2mil espectadores e um público alcançado de 600mil pessoas através das ações de comunicação e mídia. Prevê acessibbilidade de conteúdo para ingresso no espetáculo: Intérprete de Libras para uma sessão inclusiva em cada cidade onde “Querida Ane” será apresentado. 03 apresentações com intérprete de libras. Oficina: Duração: 1h30minutos, com 20 vagas, para crianças de 0 a 3 anos e seus familiares. Jogos imaginários - Oficina de Jogos teatrais para crianças. A Oficina reúne jogos dramáticos que propõe o estímulo ao imaginário e sua fisicalização no espaço. Os exercícios estimulam a trazer para o corpo e dar vasão as narrativas que surgem a partir da relação com o outro e com objetos. Observar, imitar, fazer de conta, são alguns verbos importantes para essa dinâmica. Caso pais e professores desejem participar da vivência ou simplesmente observarem, também é recomendável. A Oficina se dirige a crianças de 03 a 06 anos. A oficina será ministrada pelos atores do grupo e coordenada por Reinaldo Dutra, professor licenciado em Artes Cênicas. Ela possui uma hora e meia de duração, com o limite de 20 participantes no total. Impacto Ambiental:Trata-se de uma montagem teatral, com especial atenção da nossa produção para o tema do impacto ambiental. Em parceria com a equipe artística e técnica desse e de outros projetos, trabalhamos na diretiva de evitar desperdícios e reduzir a produção e resíduos na criação e execução de cenários, figurinos, no uso do material de consumo, no material gráfico que terá suas impressões em papel reciclado ou certificado por fontes renováveis, bem como a doação de lonas para reaproveitamento. Acreditamos que assim, estamos contribuindo com a redução do impacto ambiental e com a conscientização dos profissionais da área cultural.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: realização do espetáculo em tetaros com rampas para acesso, guias táteis, banheiros, locais para cadeirantes na plateia, etc... Acessibilidade para deficientes visuais: uma apresentação com recurso de audiodescrição em cada cidade. Acessibilidade para deficientes auditivos: uma apresentação com recursos de Libras em cada cidade. CONTRA PARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: realização do espetáculo em teaTros com rampas para acesso, guias táteis, banheiros, locais para cadeirantes na plateia, etc... Acessibilidade para deficientes visuais: recurso de audiodescrição em cada cidade. Acessibilidade para deficientes auditivos: recurso de Libras em cada cidade. OFICINA/WORKSHOP Acessibilidade física: realização em espaço com rampas para acesso, guias táteis, banheiros, locais para cadeirantes na plateia, etc... Acessibilidade para deficientes visuais: não se aplica. Mas podem participar, acompanhados de seus responsáveis, que podem descrever as ações. Acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica.

Democratização do acesso

O projeto será realizado com ingressos a preços populares. Reservará gratuitamente, até 10% dos ingressos para público do patrocinador (funcionários e parceiros a critério do patrocinador), até 10% para ações de comunicação e um mínimo de 20% até 40% do total dos ingressos para as ações de Formação de Plateia com gratuidade total, destinado para público social em todas as cidades de realização. Serão atendidas através da formação de plateia, prioritariamente, projetos sociais, escolas públicas e ONG´s. O projeto adotará, em atendimento ao Art. 56 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 20 DE MARÇO DE 2017, a seguinte medida de democratização: III – desenvolver atividades em locais remotos ou em áreas habitadas por populações periféricas; IV - permitir a captação de imagens das atividades e do espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; A cota de divulgação (até 10 %) será utilizada para promoções com jornais, sites, rádios e / tv´s que possam divulgar o espetáculo através dos seus meios de comunicação. Além de outros meios alternativos como Metrô, veículos de mídia e divulgação em elevadores, guias culturais, sites de entretenimento e / ou promoções em redes sociais, entre outros. Como forma de distribuição gratuita de ingressos adotaremos o critério de: I - Doação dos ingressos ou produtos para instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo. Instituições que podem beneficiadas pela distribuição gratuita: estudantes e professores da rede pública de ensino, ONG como Rocinha.Org, UPP do Morro do Alemão, Projeto Social Semente do Amanhã, entre outros. Produto Formação de Plateia: mínimo de 20% de ingressos gratuitos do total de 12 apresentações e 3 oficinas gratuitas para 20 participantes, uma em cada cidade. Impacto Ambiental: Trata-se de uma montagem teatral, com especial atenção da nossa produção para o tema do impacto ambiental. Em parceria com a equipe artística e técnica desse e de outros projetos, trabalhamos na diretiva de evitar desperdícios e reduzir a produção e resíduos na criação e execução de cenários, figurinos, no uso do material de consumo, no material gráfico que terá suas impressões em papel reciclado ou certificado por fontes renováveis, bem como a doação de lonas para reaproveitamento. Acreditamos que assim, estamos contribuindo com a redução do impacto ambiental e com a conscientização dos profissionais da área cultural.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Direção Geral e direção de bonecos: Marcio Nascimento Argumento: Bia Ribeiro Dramaturgia: Coletivo Veredas Direção Musical: Sandro Toledo Elenco: Bia Ribeiro, Jéssica Barreto, Emiliano Fischer, Reinaldo Dutra, Sandro Toledo e Tairini Félix Composição e execução musical: Aline Peixoto Iluminação: Ana Luzia de Simoni Operação de luz: Isabella Castro Cenário e Figurino: Daniele Geammal Visagismo e Maquiagem: Flávia Pepe Confecção de bonecos: Ademir de Souza Preparação para manipulação de bonecos: Marcio Nascimento Preparação vocal: Ana Paes Preparação de acrobacia: Barbara Abihian Mídias sociais: Bia Ribeiro Assessoria de Imprensa: Duetto Comunicação Fotografia e video: Luan Citele Produção executiva: Thaynna Curcino Direção de Produção: André Roman Realização e Corrdenação de Projeto: Emiliano Fischer & Veredas Coletivo Teatral Márcio Nascimento – Direção geral, preparação para manipulação e direção e bonecos. Em 2019, idealizou, atuou e dirigiu ao lado de Miwa Yanigizawa, o espetáculo Iago, uma adaptação da obra Otelo de William Shakespeare, feita por Geraldo Carneiro. Por este espetáculo, Marcio Nascimento concorreu ao Prêmio Shell de Melhor Ator em 2019. Recebeu prêmios como ator por 3 espetáculos. Por “Casa Caramujo” da EPIGENIA Cia de Teatro, recebeu 3 prêmios de Melhor Ator: Zilka Salaberry, CBTIJ como ator em papel coadjuvante e o prêmio Botequim Cultural (2018); por “A feira de maravilhas do fantástico Barão Munchausen”, da Cia Pequod de Teatro de Animação, recebeu o prêmio Zilka Salaberry (2017), além de indicação ao Botequim Cultural; e por “O gigante egoísta” da Artesanal Cia de Teatro, recebeu os prêmios Zilka Salaberry e Botequim Cultural de Melhor Ator, além das indicações aos prêmios: Iº PRÊMIO SÃO PAULO DE INCENTIVO AO TEATRO INFANTIL E JOVEM e ao Iº Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil (2014). Ainda recebeu junto ao bonequeiro Bruno Dante, Menção Honrosa pela excelência na Confecção (Dante) e Manipulação (Marcio Nascimento) dos bonecos pelo espetáculo “Por que nem todos os dias são dias de sol?”, da Artesanal Cia de Teatro. Bia Ribeiro – Argumento, Mídias Sociais e Atuação. Bia Ribeiro, Atriz (DRT 0055788/RJ), graduanda em licenciatura em História na Universidade Federal Fluminense, formou-se no curso de Formação de Atores da Escola Fábrica Oficina Social de Teatro, concluiu o curso básico de teatro musical no CEFTEM-RJ. Nos últimos 3 anos integrou o elenco de 9 peças, entre elas “Tirico e as Histórias de Morros e Fossos” com que esteve em temporada no Teatro Gláucio Gill, “Hypócrisis” que contou com apresentações no Teatro Municipal de Niterói e no Palcão da UNIRIO. Membro do Veredas Coletivo Teatral, atuou em todas as produções do coletivo, incluindo “Abrigo” espetáculo selecionado pela chamada pública de espetáculos teatrais de Niterói em 2020. Participa do Núcleo de Formação em Artes Cênicas do SESC - Niterói e está no elenco de duas peças ainda em montagem da Cia. De Lobos dirigidas por Jairo Goulart. Sandro Toledo – Direção Musical e Atuação. Ator e músico. Na música, fez dois anos do curso formação musical continuada do Conservatório de Música de Niterói (entre 2012 e 2014); dois anos de piano clássico com o pianista Marcílio Meira (de 2013 a 2014 e de 2017 a 2018); um ano e meio de violoncelo com o professor e violoncelista da Orquestra Sinfônica Nacional, Ronildo Candido (entre 2017 e 2018) e um ano do extinto curso técnicas vocais no SESC de Niterói com a cantora Luciana Lazulli (em 2016). No teatro, fez o curso de formação de atores da Oficina Social de Teatro (entre 2015 e 2017), e desde de março de 2019 cursa palhaçaria na Escola Aristoclowntas. Ao todo, dirigiu e|ou atuou musicalmente em 13 espetáculos teatrais e em mais de 30 apresentações. Seu último trabalho foi o espetáculo infantil 'Abrigo' do 'Veredas Coletivo Teatral', com temporada realizada em fevereiro e março de 2020 no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno (Niterói). Jéssica Battero - Atuação. É atriz (DRT: 0054269/RJ), maquiadora formada pelo SENAC Niterói, graduanda em Letras - Português/Literaturas na Faculdade de Formação de Professores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro- UERJ/FFP, estudante de Arte Dramática na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna, professora de Redação em escolas de São Gonçalo e é oficineira no Projeto de Extensão “Companhia de Teatro e Cinema - UERJ/FFP Em Cena”, atua desde 2017 no Memorial Roberto Silveira e na Faculdade de Formação de Professore (UERJ/FFP). Também é bolsista pela UERJ no projeto de extensão “Companhia de Teatro e Cinema - UERJ/FFP Em Cena” e fundadora da “Albatroz Cia de Teatro”. Emiliano Fischer – Atuação e Coordenação de Projeto. Emiliano Fischer, 26 anos, DRT 0055787/RJ. Ator e graduando em sociologia pela Universidade Federal Fluminense. Membro do "Veredas - Coletivo Teatral" . Iniciou sua pesquisa artística na "Oficina Social de Teatro" em Niterói em 2017, logo em seguida concluiu o Curso Básico de Teatro Musical no "CEFTEM" com Direção Pedagógica de Reiner Tenente, atualmente participa do "Núcleo de formação em artes cênicas" no Sesc Niterói ministrado por André Paes Leme. Entre alguns de seus principais trabalhos estão "Tirico e as Histórias de Morros e Fossos" com Direção de Érika Ferreira , com diversas apresentações nas cidades de Niterói, Rio de Janeiro e Ubá, e "Abrigo", segundo trabalho do grupo "VEREDAS". Reinado Dutra – Atuação. Reinaldo Dutra é ator, diretor e professor de teatro licenciado em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/ UNIRIO. Há 15 anos, trabalha e estuda em diversas produções teatrais nos municípios de São Gonçalo, Niterói e Rio de Janeiro, junto a companhias amadoras e profissionais. Nos últimos anos, conquistou vários prêmios nas categorias Melhor Ator, Melhor Pesquisa de Linguagem, Melhor Pesquisa Autoral e Melhor Direção, percorrendo festivais de cenas curtas por todo o país, com destaque para a direção de O Incansável D. Quixote (2103), espetáculo solo que viajou por diversos países da América Latina. Atuou como professor da disciplina Teatro em escoas particulares. De 2009 a 2013 lecionou no Curso de Experimentação Teatral Corpo Expressivo, no SESC São Gonçalo, incentivando a formação de grupos e profissionais das Artes Cênicas. Atualmente, leciona no curso de formação da atores da Oficina Social de Teatro, em Niterói. Como orientador corporal, colabora com alguns espetáculos e esquetes teatrais desde 2010. Como ator, trabalhou junto a diretores como Rodrigo Portella (A Fábula da Casa da Mulheres sem Homens - 2001), Marco André Nunes (O Despertar da Primavera - 2004), Anna Beatriz Gaglianone (Macário, às vezes a vida volta – 2006), José Alex ( O Sonho – 2008) e Marcela Andrade (Aos Pássaros – 2017). Além disso, dirigiu e atuou em dois espetáculos solos, de curta circulação: Ator Emparedado (2009) e Dentro de Mim, a Cidade (2014). Atua com a Companhia de Teatro Manual, onde faz o espetáculo infantil “A menina e árvore”. Investigador das potencialidades expressivas do Teatro Físico e Gestual, participou de alguns cursos e oficinas importantes para suas pesquisas, com nomes como: Fabianna de Mello e Souza, Ive Doe Bruce, Luis Louis, André Paes Leme, Ana Aschkar, entre outros. Tairini Félix – Atuação. Atriz e cantora formada pela Oficina Social de Teatro de Niterói - RJ. Fez parte do elenco dos espetáculos "A culpa é do Oculto" (2018), "O Salão"(2019), "Carnificina"(2019) e "A Última Margem"(2020), em cartaz no Teatro Eduardo Kraichete - Niterói, sendo dirigida por Reinaldo Dutra e Amaury Lorenzo. Atuou no 12º Festival Niteroi em Cena (2019), na mostra de Cenas Curtas com "Hamburguesia", do coletivo Hamali Kauali. Foi cantora do Coral Cênico da Fundação Cesgranrio de 2017 a 2020, sendo dirigida por Jonas Hammar e participando dos espetáculos "Raízes Indígenas"(2018-2019) e "Terra Brasilis"(2019-2020), em cartaz no Teatro Cesgranrio e Teatro Miguel Falabella.

Providência

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