| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 00000000000191 | BANCO DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 250,0 mil |
| 33541368000116 | Companhia Hidro - Elétrica do São Francisco CHESF | 1900-01-01 | R$ 185,0 mil |
| ***578587** | Regina Célia Macedo Cavalcanti | 1900-01-01 | R$ 5,5 mil |
| 05399123000160 | Paraná Ferragens Ltda | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
| ***948077** | CAROLINA CANCIO PAVANELI MOURA | 1900-01-01 | R$ 3,5 mil |
| ***629266** | DAHIR SIMAN COSTA | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
O Diário de Capitu é um projeto multilinguagem que parte de questionamentos levantados na obra Dom Casmurro, de Machado de Assis, para discutir questões pertinentes ao posicionamento da mulher na sociedade brasileira ao longo dos tempos. O projetocontempla a criação de um conteúdo audiovisual, um espetáculo de artes cênicas e a oferta de uma oficina e uma palestra como ações formativas. Todos os vídeos serão legendados e será oferecida 1 sessão com intérprete de LIBRAS em cada produto do projeto.
Desde pequena, Ana tem por hábito se isolar em um mundo imaginário como forma de fugir dos problemas que enfrenta em casa. Sua mãe, Leninha, vive um relacionamento abusivo com o marido. A tensão doméstica acaba por refletir no rendimento escolar da menina que precisa tirar boas notas em Literatura para não repetir o ano. A prova final vai ser em cima da obra Dom Casmurro, de Machado de Assis. No entanto, a leitura afeta diretamente a menina que passa a enxergar pontos em comum entre o livro e sua vida.Em seu refúgio fantástico, Ana começa a misturar ficção com realidade e recebe a visita de uma mulher misteriosa, que tem o rosto parecido ao de sua mãe. Aos poucos descobrimos que esta mulher é Capitu, a personagem ícone da obra Machadiana. Nesses encontros, Ana dá voz àquela mulher que só conhecemos através do olhar masculino. A improvável ligação entre elas serve à menina, que está entrando na adolescência, como um rito de passagem para o universo feminino adulto, em que ela começa a entender o que significa ser mulher num mundo narrado por homens.
Eu Capitu é um espetáculo teatral que parte de questionamentos levantados na obra Dom Casmurro, de Machado de Assis, para discutir questões pertinentes ao posicionamento da mulher na sociedade brasileira ao longo dos tempos. O projeto contempla montagem e circulação de um espetáculo de artes cênicas e a oferta de oficinas, ensaio aberto e bate-papo como ações formativas. Serão oferecidas ao todo 4 sessões da peça e 3 oficinas com intérprete de LIBRAS.- Objetivos gerais:Formação de público, valorização da literatura Brasileira, diversificação da oferta cultural de teatro no Brasil, democratização e ampliação ao acesso às atividades e dinâmicas culturais e artísticas; construção e multiplicação de experiências sociais, culturais e coletivas.- Objetivos específicos:. Realização de montagem e circulação do espetáculo EU CAPITU por 5 cidades brasileiras. . Realizar o total de 60 apresentações durante sua realização.. Realizar 5 oficinas de interpretação, 5 oficinas de produção, 1 ensaio aberto e 1 bate-papo, como ações formativas.. Gerar cerca de 50 postos de trabalho diretos e 100 indiretos.
Dom Casmurro foi publicado em 1900, sendo considerado o precursor do movimento modernista no Brasil. Com uma narrativa construída em primeira pessoa, a obra apresenta a história de Bento Santiago, o Bentinho, que pretende ?atar as duas pontas da vida?, unindo relatos de sua vida jovem até os dias em que está escrevendo o livro. Dentre esses relatos, a trama tem como foco central sua relação de amor e ciúmes com Capitu, ?vizinha pobre de pele morena, cabelos grossos e olhos claros? por quem Bento era apaixonado desde a infância e com quem, posteriormente, vem a se casar.No livro, um dos mais difundidos entre estudiosos da literatura e considerado obrigatório na grande maioria das escolas do país, o autor nos apresenta, sob a visão do protagonista, diversas faces de Capitu, variáveis de acordo com a circunstância. A partir dos olhos de Bentinho, Machado de Assis constrói uma narrativa ambígua, que faz com que o leitor ora duvide, ora acredite na inocência de Capitu, acusada pelo marido de adultério. O veredito final fica por conta do leitor.A inocência de Capitu, ao longo dos anos, foi assunto de diversos estudos nas mais variadas áreas (psicologia, literatura, direito), e as conclusões são também das mais diversas.O projeto Eu Capitu torna-se relevante no momento em que não apresenta a pretensão de responder à emblemática pergunta, mas apresentar um olhar sensível e solidário às dores e lembranças de uma mulher que viveu, durante tantos anos, uma relação marcada pelo ciúme, a desconfiança e o questionamento. A dramaturgia propõe a escuta. O fim do silenciamento dessa mulher que não foi alçada ao protagonismo de sua própria história. A partir dessa proposta, apresenta-se como um paralelo à realidade das mulheres ainda nos dias atuais, em que suas vozes são caladas e seu poder de decisão e ação são apagados de suas próprias narrativas.Além da pertinência de seu conteúdo, para o contexto da contemporaneidade, sua equipe mostra-se absolutamente capacitada em histórico e excelência de realizações. Pelo viés econômico, apresenta potencial para a geração de diversos postos de trabalho, diretos e indiretos, aquecendo a cadeia produtiva das artes nas cidades que receberão as récitas. O projeto contará com ações de democratização ao longo de toda sua realização, configurando-se também como importante ferramenta na difusão dos produtos culturais.A solicitação de apoio ao projeto ?Eu Capitu? via Lei de Incentivo é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Partindo dessa premissa, o projeto auxilia no alcance dos objetivos descritos nos incisos I, III, VIII do Art. 1º da Lei 8.313, de 1991, tendo em vista que contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e pleno exercício dos direitos culturais; apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; estimula à produção e difusão de bens culturais, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;A proposta se enquadra e está de acordo com as finalidades previstas na alínea E (e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres), inciso II do art. 3º da Lei 8.313, de 1991.
Em atendimento ao art. 22 da IN nº 02/2019:- Realização de 1 bate-papo com elenco, direção e parte da equipe de criação sobre o processo de montagem do espetáculo com duração de 1h.- Realização de 10 oficinas, sendo cinco de interpretação e cinco de produção cultural, oferecidas pela equipe do projeto de forma gratuita. Cada oficina terá duração de 3 horas .- Realização de um ensaio aberto.Todas as atividades de Contrapartida Social citadas acima serão oferecidas de forma gratuita e presencial, com objetivo de atingir, no mínimo, 50% dos impactados como alunos e professores de instituições públicas de ensino.
Não se aplica.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASAcessibilidade Física: A produção priorizará a escolha de espaços que ofereçam condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso conforme a Lei nº 13.146, de 2015, e Decreto nº 9.404, de 2018. Acessibilidade de Conteúdo:. Realização de 4 sessões do espetáculo com interprete de LIBRAS. Além disso, todas as divulgações do projeto serão realizadas com a #pracegover e texto alternativo nas redes sociais, que promove a inclusão de pessoas com deficiência visual.AÇÃO FORMATIVA: Acessibilidade Física: A produção priorizará a escolha de espaços que ofereçam condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso conforme a Lei nº 13.146, de 2015, e Decreto nº 9.404, de 2018. Acessibilidade de Conteúdo:As 3 oficinas de produção realizadas no Rio de Janeiro contarão com interpretação em LIBRAS.
O projeto atende aos seguintes Incisos do Artigo 28 da IN 01/2023:II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27;
Direção Artística: Miwa YanagizawaDramaturgia: Carla FaourIdealização e Direção Geral: Felipe ValleDireção de Produção: Pagu Produções Culturais Direção Musical: AzulllllllDireção de Arte (cenário e figurino): Teresa AbreuIluminação: Ana Luzia De SimoniCoordenação de Projeto e Realização: Trupe Produções Artística Coordenação do Projeto: Marco dos Anjos (remuneração do proponente)Ator, diretor, produtor, autor, professor e jornalista, é fundador da Trupe do Experimento e responsável pela direção artística da companhia. Atua como analista técnico de cultura no SESC Rio, sendo responsável pela gestão e curadoria dos projetos que integram a programação do Teatro Sesc Ginástico. Há 14 anos, coordena as montagens e projetos da Trupe, pela qual já conquistou mais de 50 prêmios como diretor, autor e melhor espetáculo. Dirigiu os 7 espetáculos da companhia, que, juntos, já abarcaram mais de 100 prêmios por todo o Brasil. Dentre eles, destacam-se os premiados espetáculos O Que Podemos Contar e O Pequeno Autor. Bacharel em Comunicação pela UGF com pós-graduação em arte e psicologia pela UNIRIO, dos 24 anos de experiência em artes cênicas, 12 foram dedicados ao teatro para infância e juventude. Idealização e Direção Geral: Felipe Valle Produtor cultural, com MBA em Gerenciamento de Projetos da USP, com experiência em cerca de 60 projetos de teatro, música e festivais. Integrou a equipe de espetáculos comoA Hora da Estrela ou O Canto de Macabea, ELZA, Sísifo, Gota D’Água [a seco], Suassuna – O Auto do Reino do Sol e Macunaima – Uma Rapsódia musical, 70? Década do DivinoMaravilhoso, AGOSTO e Nossas Mulheres. Foi produtor executivo dos Festivais FIBRA – Festival Instrumental Brasil e TOCA > Toda Canção, por 3 edições. Direção de Produção: Pagu Produções Culturais Responsáveis pela realização mais de 140 projetos, em mais de 40 cidades brasileiras, 5 países e somam 84 indicações em Prêmios. Entre os projetos, destacam-se: ?Iolanta – A Princesa de Vidro?, de Vanessa Dantas, direção Daniel Herz,?Lupita?, de Flávia Lopes, ?Iago?, de Geraldo Carneiro, direção de Miwa Yanagizawa;?As Comadres? de Ariane Mnouchkine; ?Pelos 4 Cantos do Mundo?, da Cia Teatral Milongas; ?A Gigantea?, da Cia Les Trois Clés; ?Thomas e as mil e uma invenções? de Vanessa Dantas e Tim Rescala; ?Hominus Brasilis?, dirigido pela Cia de Teatro Manual, com o qual realizou mais de 100 apresentações pelo país e no exterior (Portugal, Argentina, Estados Unidos e China); Direção Artística: Miwa Yanagizawa Atriz, diretora de teatro, fundadora do AREAS Coletivo, onde destacam-se as seguintes criações: "Naquele dia vi você sumir, espetáculo feito em parceria com atores do Grupo Magiluth inspirada no livro "Eles eram muitos cavalos", de Luiz Rufatto; "Plano sobre queda", dramaturgia realizada em colaboração do coletivo com Emanuel Aragão e "Breu", de Pedro Brício, que recebeu Prêmio Questão de Crítica de Melhor Direção e Iluminação e Prêmio APTR de Melhor Cenografia. Dirigiu, ainda, "Nastácia", de Pedro Brício, obra a partir do romance "O Idiota", de Fiódor Dostoiévski, que recebeu o Prêmio Shell e Prêmio APTR de melhor direção do ano de 2019. Recebeu, em 2022, o prêmio APTR de melhor direção e melhor espetáculo pela obra "Em Nome da Mãe", de Susana Nascimento.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.