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PRONAC 203084Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Quando Não Passam carros

SEGUNDA CASA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS E CULTURAIS LTDA.
Solicitado
R$ 730,2 mil
Aprovado
R$ 730,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-12-01
Término
2021-07-31
Locais de realização (3)
Altamira ParáBelém ParáSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto prevê a criação, a produção e a apresentação do espetáculo "Quando não passam carros" para principalmente crianças na primeira infância. Serão realizados, ainda, ensaios abertos e apresentações gratuitas para estudantes de escolas públicas. Para debater a cultura do brincar entre profissionais da Educação e adultos responsáveis pelo cuidado das crianças, serão realizadas rodas de conversa com a direção e convidados especialistas na primeira infância. Ao final de cada apresentação, acontecerá um bate-papo com o público sobre a importância do brincar. Além da produção do espetáculo e suas ações e da roda de conversa como contrapartida social, será confeccionado um catálogo com fotos e textos referentes ao processo de criação e apresentações.

Sinopse

Naquela cidade as crianças só podiam ver o por do sol pela janela, jogar futebol na sala e cruzar as avenidas de carro. Os dias duravam uma eternidade e todo mundo sentia muita preguiça de sair do sofá. Mas um dia, ao se olharem de verdade, no fundo dos olhos, cinco crianças experimentaram deixar a imaginação voar. Primeiro até logo ali e com o tempo até mais pra lá. Aos poucos, a imaginação foi tomando conta, seus corpos começaram a explorar os limites e as estruturas que pareciam estáticas começaram a ser movidas. Sem querer, uma janela se rasgou, um carro foi amassado e virou um quadradinho que cabia no bolso e um prédio se transformou numa gigante bola para ser usada na melhor partida de futebol de todos os tempos que contou com a participação de todos aqueles que se lembraram que adoram brincar. Depois que deram asas à imaginação os dias nunca mais foram os mesmos e a cidade onde viviam também não. Ainda bem. QUANDO NÃO PASSAM CARROS é um espetáculo de dança teatro para crianças e adultos vivenciarem uma experiência teatral imaginativa e intensa, que os encorajem a sonhar e se relacionar com o mundo para além das linhas, caixas e fronteiras que estão postas como imutáveis.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O projeto "Quando Não Passam Carros" prevê a pesquisa, montagem, viagem e temporada e ações formativas acerca do tema do livre brincar, realizando 2 ensaios abertos na cidade de São Paulo-SP para crianças de escolas públicas, estreia com 8 sessões gratuitas nas cidades de Belém e Altamira. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - A fim de despertar o brincar como forma de conhecer e movimentar nosso corpo e interagir com o mundo, a partir do ritmo e da dança, pretende-se realizar a pesquisa em dança-teatro, partindo de ensaios práticos corporais a partir da perspectiva de criação da criação, para chegar à realização do espetáculo "Quando Não Passam Carros" e compartilhar a experiência com o público. - Para promover a cultura do brincar e o direito da criança ao brincar livre, especialmente na primeira infância, serão realizadas duas rodas de conversa, uma em Belém e uma em Altamira, com a participação da diretora Thais Medeiros e 2 convidados especialistas na primeira infância, voltadas para profissionais da Educação e adultos responsáveis pelos cuidados das crianças. - A fim de possibilitar o acesso gratuito de crianças em situação de vulnerabilidade econômica, a arte e cultura, serão realizados 2 ensaios abertos em São Paulo voltados para crianças de escolas públicas; 8 sessões gratuitas nas cidades de Belém e Altamira. Nas três cidades, serão locados ônibus para o transporte das crianças das escolas públicas. - Para que as famílias das crianças que se encontram em situação de vulnerabilidade também sejam atingidas, as 4 apresentações abertas ao público geral terá como pagamento do ingresso 1k de alimento a ser doado para instituições sociais locais. - Para promover a troca de brincadeiras e vivências artísticas e culturas entre diferentes estados brasileiros, em cada uma das cidades paraenses, no final de uma das apresentações, acontecerá um bate-papo da equipe artística com o público sobre a importância do brincar. - Pretende-se gerar empregos diretos e indiretos, movimentando e revigorando a economia nas cidades de apresentação, considerando a Contratação de profissionais e serviços exposta na planilha orçamentária.

Justificativa

A obra de dança-teatro "Quando não passam carros" é uma ode ao brincar, destinada a crianças de até 6 anos e também a adultos que tenham perdido o caminho para esse importante exercício de liberdade. O processo criativo das cenas e a estética da peça partem da perspectiva de criação na infância para assim interagir com as crianças. Para fortalecer a mensagem da cultura do brincar entre profissionais da Educação e cuidadores, serão realizadas duas rodas de conversa, em Belém e Altamira, com a participação da diretora Thais Medeiros e convidados especialistas. Em cada cidade, ao final da apresentação, acontecerá um bate-papo com o público sobre a importância do brincar. O livre brincar é um direito garantido na Constituição e reforçado pelo ECA. É necessidade de todas as crianças do mundo. Brincar é ato que nasce da própria criança, em sua interação com o entorno; é como descobre o mundo, o outro e a si mesma. A partir da observação, da imitação, da experimentação e da imaginação a criança brinca e desenvolve sua criatividade e capacidades motora, cognitiva, emocional e psíquica. Vital Didonet diz "Brincar com liberdade de movimentos físicos envolve a criança inteira: corpo e imaginação, sentimentos e pensamento. Isso potencializa suas capacidades e as desenvolve sinergicamente" A criança contemporânea urbanas brinca cada vez menos, independente de suas condições socioeconômicas. A aceleração imposta pelos tempos atuais tem adoecido seu ser. O psicólogo Peter Gray apresentou dados que revelam que desde 1955 o livre brincar vem diminuindo no mundo, enquanto a depressão, a ansiedade e as taxas de suicídio em crianças e adolescentes vêm crescendo. Demandas de preparação para o "mundo adulto" retiram a possibilidade de criatividade e de protagonismo das crianças, impedindo que elas construam seus próprios conhecimentos através do brincar. A escolha das duas cidades do Pará para as ações do projeto justifica-se em seus baixos IDHs e aos dados da pesquisa "Territórios de Brincar" do Instituto Alana. Além disso, permite-se descentralizar as distribuições de produções artísticas e criar acesso a populações mais vulneráveis. Pensar um projeto com essa estrutura, gratuito ou pela doação de alimento a programas sociais, só é possível por meio de lei de incentivo à cultura. Além dos direitos culturais serem resguardados pela Constituição, o fomento às artes promovido pelo incentivo fiscal é essencial não apenas para realizar este projeto, mas também para estimular o desenvolvimento socioeconômico do país, ampliando o acesso à cultura. A pandemia de Covid19 colocou o Brasil em isolamento social, com a paralisação de escolas e a interdição de praças, e o brincar livre foi colocado em risco. Quem cuida das crianças e garante a elas estrutura para o livre brincar se seus responsáveis precisam trabalhar e seus avôs estão isolados? A pandemia impôs a ausência do encontro, arte que será necessária reconquistar. O projeto convida a revalorizar o livre brincar, por nossas crianças e por todos nós, refletindo sobre uma nova forma de ocupação dos espaços físicos e simbólicos. Proposta de encenação por Thaís Medeiros QUANDO NÃO PASSAM CARROS nasce do desejo de sonhar cidades, imaginar um mundo construído a partir da imaginação e da ação infantil. O espetáculo começa com a caixa cênica ocupada por um cenário feito inteiramente de papel representando uma metrópole. Os cinco atores estão em cena como crianças "encaixotadas" em janelas, carros e prédios. Aos poucos, a imaginação vai tomando conta, seus corpos exploram os limites e brincam com as estruturas. Sem querer, uma janela se rasga, um carro é amassado e vira um quadrado que cabe no bolso e um prédio se transforma numa grande bola de futebol. A brincadeira é levada a sério e diante do público a ordem começa a ser subvertida. Com elementos cotidianos (giz de cera, pincel, guache, fita crepe e tesoura), os atores vão manipulando a cenografia, dançando e sonhando novas combinações para eles. O público inicialmente testemunha essas descobertas de forma passiva, mas logo é convocado a interagir com os novos objetos: uma bola de papel gigante, uma onda que cobre toda a sala de espetáculo e um barquinho que precisa de muitos braços para navegar. O ponto de partida natural para a concepção deste trabalho será a investigação da linguagem corporal. Para isso, terei ao meu lado durante todo o processo o performer Mauricio Florez, com quem já trabalhei e tenho um diálogo criativo bastante profícuo. Trabalharemos em dois eixos: a constituição de um repertório comum aos atores, com exercícios e dinâmicas; e a manipulação e experimentação dos elementos que constituirão a cenografia. O entrosamento e a exploração de materiais e recursos serão base para a criação dramatúrgica do espetáculo, pois toda a equipe criativa compreenderá as perguntas, motivações e fragilidades dos suportes e conceberá as imagens poéticas para realizar um espetáculo que se comunica com o público infantil para além das palavras. A equipe de criação nomeada na ficha técnica integrará a rotina de trabalhos em sala de ensaio, num processo colaborativo, permitindo que as propostas possam ser feitas ao longo dos ensaios e ajudem a moldar as cenas. Durante os 3 meses previstos para criação do espetáculo trabalharemos nessa dinâmica de manipulação de elementos através de jogos, improvisações, investigação corporal, sonora, visual. Para isso, escolhi criadores reconhecidos, disponíveis para mergulhar numa pesquisa profunda e enfrentar o processo criativo, com suas próprias interferências. O processo colaborativo de investigação cênica é uma possibilidade para a conquista de um espetáculo original e vibrante, com traço autoral dos artistas envolvidos na concepção, método que adoto já há 18 anos. Meu desejo é que o espetáculo ofereça ao público, durante cerca de 60 minutos, uma experiência teatral imaginativa e intensa, que o encoraje a sonhar e se relacionar com o mundo para além das linhas, caixas e fronteiras que estão postas como imutáveis. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)

Estratégia de execução

Os trechos de deslocamento foram preenchidos, mas o sistema apresenta um erro que não salva no projeto. Foi solicitado suporte através dos meios de comunicação oficiais da Secretaria Especial de Cultura, tanto digitais como telefônicos, porém não houve sucesso no retorno. Compreendendo a situação atípica instaurada devido à pandemia, ficam inseridas neste campo as devidas informações referentes aos TRECHOS DE DESLOCAMENTO do projeto. 1) Origem: São Paulo - SP - Brasil / Destino: Belém - PA - Brasil 2) Origem: Belém - PA - Brasil / Destino: Altamira - PA - Brasil 3) Origem: Altamira - PA - Brasil / Destino: Belém - PA - Brasil 4) Origem: Belém - PA - Brasil / Destino: São Paulo - PA - Brasil

Especificação técnica

Espetáculo Cênico "Quando Não Passam Carros" Duração: 60 minutos - 2 ensaios abertos em São Paulo (SP) - 4 apresentações em Belém (PA) - 4 apresentações em Altamira (PA) Roda de conversa sobre Primeira Infância Duração: 120 minutos - 1 roda de conversa em Belém (PA) - 1 roda de conversa em Altamira (PA) Bate-papo da equipe artística com o público Duração: 40 minutos - 1 bate-papo pós apresentação em Belém (PA) - 1 bate-papo pós apresentação em Altamira (PA) Catálogo do projeto 250 exemplares 50 páginas Tamanho A5 Papel a definir posteriormente, priorizando a qualidade e estática do material

Acessibilidade

ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: 1 ensaio aberto com audiodescrição em São Paulo e 1 apresentação com audiodescrição em cada cidade do Pará. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 1 ensaio aberto com intérprete em libras em São Paulo e 1 apresentação com intérprete em libras em cada cidade do Pará. CATÁLOGO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: produção de um áudio-catálogo. CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: serviço de audiodescrição para cada roda de conversa. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: intérprete em libras para cada roda de conversa.

Democratização do acesso

CATÁLOGO EXCLUSIVO DO PROJETOProdução e distribuição de 240 catálogos exclusivos para as bibliotecas das escolas públicas que participaram do projeto, parceiras e parceiros do projeto incluindo ficha técnica e 30 exemplares para patrocinador (caso haja mais de um patrocinador, o número de catálogos será dividido de acordo com a porcentagem de patrocínio). Esse catálogo contará com textos produzidos especialmente para ele, transcrições de falas das rodas de conversa e bate-papos, depoimentos de participantes do projeto e fotos das ações realizadas. GRATUIDADE E VALOR ACESSÍVEL DAS AÇÕES PREVISTAS Serão oferecidas gratuitamente duas rodas de conversa com a diretora do espetáculo, uma/um especialista em primeira infância e uma/um responsável por um projeto parceiro da Iniciativa Petrobras para Primeira Infância. Público -alvo: educadoras, educadores, mãe, pais e tutores.Serão oferecidas duas apresentações do espetáculo "Quando não passam carros" em Belém e duas em Altamira com o valor de um quilo de alimento não perecível por pessoa. Os alimentos serão destinados à programas ou projetos a serem definidos posteriormente.Público -alvo: crianças de 0 a 6 anos e acompanhantes APRESENTAÇÕES FECHADAS GRATUITAS PARA CRIANÇAS DA REDE PÚBLICA DE ENSINOSerão oferecidas duas apresentações em Belém, duas em Altamira e dois ensaios abertos em São Paulo especialmente para crianças do ensino público. A prioridade é por escolas públicas periféricas que atendam crianças da primeira infância. O transporte para locomoção das crianças está previsto em orçamento.A divulgação será realizada através de contato com as diretorias de ensino das cidades para estabelecer quais escolas serão contempladas, priorizando a que possuem pouco acesso a bens culturais e se encontram em regiões periféricas das cidades. BATE PAPO COM ELENCO E EQUIPE ARTÍSTICASerão realizados dois bate papos, um em Belém e outro em Altamira, após a última apresentação em cada cidade para compartilhamento de processo criativo e experiências. A proposta desse bate papo é também compartilhar e ouvir sobre as diferentes formas de se praticar o livre brincar, dependendo de onde se vive, levando em consideração a vasta diversidade cultural que existe no nosso país.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Idealização: Segunda Casa Produções Direção: Thaís Medeiros Dramaturgia: Angela Ribeiro Preparação Corporal: Mauricio Florez Elenco: Angela Ribeiro, Camila Cohen, Fernando Oliveira, João Bienemann e Tamirys O’Hannah Luz: Marisa Bentivegna Cenário: Amanda Vieira Figurino: Marichilene Artisevskis Trilha sonora original: Daniel Maia Coord. de Prod.: Thaís Medeiros (Segunda Casa) Produção: Ana Elisa Mello e Samya Enes (Cotiara Produtora) CURRÍCULOS Segunda Casa Produções Artísticas e Culturais Ltda. - Proponente Dirigente: Thaís Medeiros - Coordenação de Produção Surgiu em 2010, da parceria de três artistas fundadoras da Companhia Delas de Teatro, com experiência na produção de espetáculos há 18 anos. Destacam-se "Maria e os Insetos", contemplado pela 10a Edição do Prêmio Zé Renato de Apoio à Produção e Desenvolvimento da Atividade Teatral para a Cidade de São Paulo; “Mary e os Monstros Marinhos” contemplado pelo 22o Cultura Inglesa Festival com realização de temporadas em diversos SESCs e “O dia em que a minha vida mudou por causa de um chocolate comprado nas Ilhas Maldivas”, contemplado pelo Edital PROAC de Produção de Espetáculos Infanto-Juvenis; “MERGULHO”, contemplado pelo 1o Prêmio Zé Renato; e “A Famosa Invasão dos Ursos na Sicília”, parceria com o Instituto Alfa de Cultura e com aporte do PROAC ICMS e da Lei Rouanet. Thaís Medeiros (Segunda Casa Produções Artísticas e Culturais Ltda.) - Direção Artística Formada pelo Teatro Escola Célia Helena e em Pedagogia pela Faculdade de Educação da USP. É uma das integrantes e fundadoras da Companhia Delas de Teatro, onde atua desde 2001 como atriz, produtora, dramaturga e recentemente como diretora no espetáculo “Maria e os Insetos” (SESC Consolação, 2020). Em 2019, dirigiu “O dia em que a minha vida mudou por causa de um chocolate comprado nas Ilhas Maldivas”, recebendo o Prêmio APCA de Revelação do Ano na categoria Teatro Infanto-Juvenil. Integra também a AntiKatártiKa Teatral (AKK), em que já atuou, produziu e foi assistente de direção de Nelson Baskerville. Angela Martins Dantas Ribeiro – Dramaturga e atriz Premiada pelo Shell em 2018 com texto REFLUXO, desenvolvido no Núcleo de Dramaturgia do Sesi, onde é formada. Formada em cências no CPT, Centro de Pesquisa Teatral e na EAD, Escola de Artes Dramáticas da USP. No teatro foi dirigida por Georgette Fadel, Paulo Maeda, Bete Dorgan, Mirian Rinaldi, Thaís Medeiros, Rodolfo Vasquez, Rogerio Toscano, Luis Damasceno, Jose Fernando Azevedo, Thiago Balieiro, Rodrigo Audi e Roberto Audio, entre outros. Atuou em todos os espetáculos da Cia. Bruta de Arte. Mauricio Flórez Raigoza – Preparador Corporal Artista da dança colombiano, formado em Dança pela Universidad de Antioquia (Medellín), mora em São Paulo e integra desde 2014 o núcleo artístico da Key Zetta & Cia. Foi preparador corporal de “Maria e os Insetos”, da Cia Delas de Teatro, de “Uísque e Vergonha”, protagonizada por Alessandra Negrini e de “Cock – Briga de Galos”, dirigida por N. Baskerville. Criou seus solos UM (2017) e Bolero (2014). Marisa Bentivegna – Luz Nos últimos 15 anos trabalhou em diversos países e assina a luz no teatro e dança: Antônio Araújo, Eduardo Tolentino, Antônio Nóbrega, Beth Lopes, Márcio Tadeu, Johana Albuquerque, Cris Lozano, Marcelo Romagnoli, Cassio Scapin, Regina Galdino, Fernando Lee e Cristiane Paoli Quito e com a Cia. Hiato. Na música: Chico César, Funk Como Le Gusta, Paula Lima, Carlinhos Brown, Mestre Ambrósio, Ceumar, Rita Ribeiro, Antonio Nóbrega e Banda Mirim. Premiações: Shell por "O Paraíso Perdido" (1992); Indicação Shell por "Segundas Intenções" (1994); Indicação Shell por "Aldeotas" (2004); Indicação Prêmio Coca-Cola FEMSA por "Caixa Mágica"(2005); Indicação Prêmio Coca-Cola FEMSA por "Assembléia dos Bichos" e "O Destino de Julieta e Romeu" e indicação ao Coca-Cola FEMSA pela iluminação de "O Menino Teresa" e pelo cenário de "Sapecado" (2005); Prêmio APCA 2007 e Coca-Cola FEMSA 2008 pelo cenário de "O Menino Teresa" e o prêmio Coca-Cola FEMSA 2007 em "O Tesouro do Balacobaco" (2008); Prêmio Shell pelo cenário de "Escuro", Cia. Hiato (2010). Amanda Vieira – Cenário Diretora de arte, cenógrafa e designer gráfico. Estudou cinema na Academia Internacional de Cinema e Bacharelado em Artes Visuais na Faculdade Belas Artes. Foi designer gráfico na casadalapa, além de realizar trabalhos para Doutores da Alegria, Teatro Para Alguém e Le Plat du Jour. Integra Pavio de Abajour e AntiKatártiKa Teatral (AKK), dirigida por N. Baskerville, em que trabalha como cenógrafa e designer. Esteve envolvida na elaboação cenográfica de artistas como Ariel Farace e Maria Maya. Foi assistente de Marisa Bentivegna, Renato Bolelli Rebouças e Fábio Namatame. Marichilene Artisevskis Gomes – Figurino Formação: Faculdade de Belas Artes de São Paulo e modelagem na Faculdade Senac Moda. É integrante da AntiKatártiKa Teatral (AKK). No teatro trabalhou em: montagens de Francisco Medeiros, Nelson Baskerville, Felipe Hirsch (indicação Prêmio Shell 2005 de Melhor Figurino), Heitor Goldflus, Márcia Abujamra, Marco Antonio Rodrigues, Elias Andreatto, entre outros. Daniel Gomes Maia – Trilha Sonora Sob direção de Gabriel Villela atuou e criou arranjos para Ópera do Malandro, Os Saltimbancos e Gota dÁgua; compôs a música para Auto da Liberdade, Fausto Zero, e Vestido de Noiva, indicadas ao Prêmio Shell de melhor música. Compôs a trilha para 1gaivota – é impossível viver sem teatro, dir: N. Baskerville (indicado ao Prêmio Shell de melhor música); além de trabalhos com Maria Thais, Cássio Scapin, Elias Andreato, Alexandre Reinecke, Lavínia Pannunzio, Marcia Abujamra, Marize Piva e outros. Camila Marx Cohen - Atriz Formada pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP)-USP e em Comunicação das Artes do Corpo da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), pesquisa improviso e palhaço com Cristiane Paoli-Quito. Foi pré indicada como atriz revelação pelo prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem pela peça Kazuki e a Misteriosa Naomi. Fernando de Oliveira Vicente – Ator Ator formado pela EAD (Escola de Arte Dramática/USP), membro fundador do Grupo 59 de Teatro e do Grupo Umbuzeiro Arte e Cultura. Possui diversos trabalhos realizados no Teatro e TV. Professor de danças populares e Capoeira Angola. João Paulo Bienemann - Ator Integrou o CPT (Centro de Pesquisa Teatral) de Antunes Filho durante 4 anos. Cursou a EAD (Escola de arte dramática - ECA - USP), integrou o Grupo Parlapatoes e fez Formação de Máscaras Expressivas na ELT ( Escola Livre de Teatro). É Co-fundador da Cia.efêmera e Cia.Ester egg de Teatro e desenvolve pesquisa sobre a dança e teatro no seu espaço "Caleidoscópio" em SP. Tamirys O'Hannah da Silva de Jesus - Atriz Formada pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP), integrouo teatro do Kaos Cubatão, grupo Estórias do Baú e Coletivo 302. Dirigida por Nelson Baskerville, foi indicada ao prêmio de melhor atriz coadjuvante no Aplauso Brasil 2018. Ana Elisa Rodrigues de Carvalho Mello - Produtora Artista e produtora cultural formada pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP), fez parte dos Teatro de Narradores, dir José Fernando Peixoto de Azevedo, Mais Companhia, dir Diogo Granato e SETESET. Na área de produção, foi coordenadora de ações do grupo Teatro de Narradores, sendo responsável por projetos de Fomento ao Teatro e PROAC e assistente na Benjamin Produções. Na educação, leciona aulas de dança criativa para crianças de 4 a 8 anos. Samya Enes de Oliveira - Produtora É artista e produtora cultural. Formada em Dança pela Universidade Anhembi Morumbi e em Teatro pelo Teatro Escola Célia Helena. Produziu diversos espetáculos em parcerias com instituições como Centro Cultural Banco do Brasil, Oficina Cultural Oswald Andrade e Sesc/SP. Atuou também na produção de eventos esportivos e de criação editorial em moda. Como educadora, atua há três anos no Programa de Iniciação Artística - PIÁ da Secretaria Municipal de Cultura.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.