Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto "Imperatriz, que cidade é essa?" é uma serie literária investigativa que fará uma viagem sentimental por cenários da cidade de Imperatriz, contando casos curiosos, lembrando lugares, aromas, sabores, gente anônima ou famosa que ali viveu. É um projeto de memória afetiva, um testemunho de compromisso com a cidade. Nessa primeira edição será produzido 01 livro inédito, com tiragem de 750 cópias. O livro será concebido após pesquisa, e contará com materialproduzido por personalidades da cidade ligadas às raizes locais. Além do livro impresso o projeto prevê a adaptação do conteúdo em e-book, de forma a ampliar o acesso do projeto.
Uma cidade é feita de referências, pontos de encontro, espaços públicos, bairros, paisagens. Cada um deles tem pequenas e grandes histórias, personagens reais e imaginários, lugares, fatos marcantes, enfim, todo um conjunto de elementos, eventos e atores sociais que formam uma cidade. “Imperatriz, que cidade é essa?” Surge como iniciativa de preservação e perpetuação desses registros, que constituem a memória afetiva da cidade.
Detalhamento O presente projeto propõe o lançamento de 01 livro inédito da série literária investigativa intitulada "Imperatriz, que cidade é essa?" com tiragem total de 750 unidades. Imperatriz, que cidade é essa? Uma cidade é feita de referências, pontos de encontro, espaços públicos, bairros, paisagens. Cada um deles tem pequenas e grandes histórias, personagens reais e imaginários, lugares, fatos marcantes, enfim, todo um conjunto de elementos, eventos e atores sociais que formam uma cidade. Essa soma de registros constitui a base de toda uma memória que vai se perdendo no tempo, quando não há preocupação de transmiti-la às novas gerações. A proposta da coleção "Imperatriz, que cidade é essa?" é recuperar este passado fragmentado e compor um grande mosaico, dessa que é hoje a segunda maior cidade do estado do Maranhão. A intenção é realizar, a cada ano, a edição de um livro, escrito por personalidades profundamente ligadas aos lugares ou temas escolhidos, a partir de uma base de pesquisa e de reminiscências realizadas pelos autores, que serão identificados e convidados pela coordenação Editoria, durante a fase de pesquisa. A ideia é que seja feita uma viagem sentimental por esses cenários, contando casos curiosos, lembrando lugares, aromas, sabores, gente anônima ou famosa que ali viveu. A pesquisa histórica deve necessariamente ter um viés literário, em que a vivência e percepção de cada autor seja evidenciada. A definição dos autores será feita durante pesquisa de pré-produção pela equipe de Coordenação Editorial. Objetivo Geral: Produzir o primeiro livro de uma serie voltada à memória de Imperatriz, com tiragem de 750 exemplares e uma versão e-book. Objetivos quantitativos: - Realizar uma pesquisa histórica que dará vida ao livro "Imperatriz, que cidade é essa?"; - Publicar uma tiragem de 750 cópias do livro; - Distribuir 150 livros para escolas, bibliotecas e instituições culturais que tenham interesse pelo tema. Será realizado ainda um evento gratuito de lançamento do livro com palestra do autor e de especialista em patrimônio histórico-cultural da cidade com recursos próprios do proponente.
O município de Imperatriz _ cujo nome homenageia a Imperatriz Teresa Cristina (1822-1889) _ é o segundo maior do Maranhão, com população estimada em 258,6 mil habitantes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficando atrás apenas da capital São Luís. É uma das cidades médias mais importantes do Nordeste, integrada aos grandes centros culturais e econômicos do país e referência na sua região, já que seu mercado é expandido a mais de 80 municípios, alcançando uma população superior a 1,6 milhão de pessoas. Mas nem sempre foi assim. Fundada em 1852, a Colônia Militar de Santa Tereza do Tocantins foi elevada à categoria de cidade somente em 1924. Distante geograficamente e politicamente de São Luís, a cidade tinha um lento crescimento econômico e populacional, realidade transformada em 1958, com o início das obras de construção da rodovia Belém Brasília. A instituição da rodovia propiciou a migração de várias famílias oriundas de diversos estados brasileiros, como paulistas, goianos, mineiros, paranaenses e gaúchos, entre outros. Dessa forma, a partir de 1960, Imperatriz experimentou acelerado surto de desenvolvimento. A explosão demográfica, também impulsionada pela exploração da madeira, fez a população saltar de 14 mil habitantes, em 1950, para 81 mil em 1970. Em 1980, a cidade já abrigava 220 mil habitantes. Nos últimos 40 anos, Imperatriz se consolidou como polo regional. A economia da cidade tem boa presença da indústria (papel e celulose) e um setor de serviços forte e diversificado, com destaque para os serviços especializados nas áreas de saúde e educação, bancários, automotivos, de hospedagem e alimentação, além dos comércios atacadista e varejista, do turismo de negócios, e do setor imobiliário. E para que todo o desenvolvimento alcançado não sufoque toda a história da cidade, a proposta é buscar através da Lei Federal de Incentivo à Cultura recursos que viabilizem pesquisa e produção de um livro, que permitirá a perpetuação das caracteristicas culturais do município. A história da cidade, a formação de sua identidade e aspectos de sua ocupação territorial serão contados pela voz de personagens reais, reunindo informações, memórias e acontecimentos, e outros elementos da identidade local colecionados por gerações de moradores. O livro "IMPERATRIZ, QUE CIDADE É ESSA?" pretende ser um meio de condensar esse conteúdo em forma de narrativa a fim de provocar identificação e sentimento de pertencimento nos leitores da obra. Além de ser um legado perene para a cidade, "IMPERATRIZ, QUE CIDADE É ESSA?" pode ser utilizado como material de apoio pedagógico para estimular jovens estudantes na construção de um inventário histórico cultural da cidade. Dessa forma, o projeto ora proposto enquadra-se no art. 1º da Lei 8313/91 nos seguintes incisos: "II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (...) V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; (...) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País." Para atingir essas finalidades, o projeto atenderá, de acordo com o art. 3º da Lei 8313/91: "II - fomento à produção cultural e artística, mediante: (...) b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;".
Capa em papel offset 4 cores com baixo relevo. Miolo com 128 páginas. Imagens pretendidas até 10 fotos atuais e até 10 imagens de acervo (pesquisa iconográfica) – podendo variar conforme tema e projeto editorial. Tiragem: 750 unidades REV.CAPA: 54x38cm, 4x1 cores, Tinta Escala em Off-set. 180g. Prep. Arquivo Aberto. Prova Digital Epson. Cópia Xerox (imposição). MIOLO: 128 pgs, 22x28cm, 4 cores, Tinta Escala e Verniz Ir Fosco F/V em Couche Fosco Importado 150g. Prep. Arquivo Fechado(PDF). Prova Digital Epson. Cópia Xerox (imposição). MIOLO: 16 pgs, 22x28cm, 4 cores, Tinta Escala em Polen Bold LD 90g. Prep. Arquivo Fechado(PDF). Prova Digital Epson. Cópia Xerox (imposição). GUARDAS: 8 pgs, 22x28cm, 4 cores, Tinta Escala em Off-set. 180g. Prep. Arquivo Fechado(PDF). Prova Digital Epson. Cópia Xerox (imposição). PROT.GUARDAS: 2 folhas, 22x28cm, sem impressão em Offset 180g. PAPELÃO: 2 folhas, 22x28cm, sem impressão em Papelao Paraná. Lombada:18mm, Cliché Relevo, Altura Cliché(cm) 12, Largura Cliché(cm) 12(REV.CAPA), Corte/vinco(REV.CAPA), Dobrado(MIOLO), Intercalação(MIOLO), Costurado(MIOLO), Lombada Quadrada PUR(MIOLO), Vinco(GUARDAS), Colar(GUARDAS), Laminacao brilho, Nº Lados: 1(PROT.GUARDAS), Shrink Individual(MIOLO).
LIVRO: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Gravação de um áudio book ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Não se aplica CONTRAPARTIDA: ACESSIBILIDADE FÍSICA: O evento de lançamento, embora não consista em um produto custeado pelo projeto, contará com acessibilidade física completa, intérprete de libras e monitor de audiodescrição (os últimos com custos previstos no projeto). ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: monitor de audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: intérprete de libras
Em cumprimento ao art. 21 da In 02/19, o projeto cumprirá o inciso III e realizará como medida de democratização a publicação do e-book nas redes sociais do proponente.
FICHA TÉCNICA Instituto Tatajuba – proponente/gestor do projeto Solanda Steckelberg - produção executiva Silvia Rubião – coordenação editorial José Eduardo Gonçalves – coordenação editorial INSTITUTO TATAJUBA O Instituto Tatajuba é uma instituição sem fins lucrativos constituída com a missão de promover a cultura e a cidadania e contribuir para o desenvolvimento social e econômico, prioritariamente das regiões norte e nordeste do país, por meio de ações, projetos e parcerias. A organização conta com equipe multidisciplinar e qualificada, com experiência em articulação institucional, planejamento, comunicação e gestão de projetos. SILVIA RUBIÃO – Coordenação Editorial FORMAÇÃO ACADÊMICA Jornalista, publicitária e relações públicas pela Universidade Federal de Minas Gerais; Pós-graduada em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. CARGOS QUE OCUPOU NOS ÚLTIMOS ANOS : Diretora da Conceito Editorial e Diretora do Centro Cultural Minas Tênis Clube PROJETOS CULTURAIS PRINCIPAIS: - Centenário Murilo Rubião - Aprovado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura Edital/2015 - Coleção BH-A cidade de cada um, sobre bairros e lugares importantes de Belo Horizonte, com 27 títulos publicados - 2003 a 2015 -Ofício da Palavra – seleção de entrevistas do projeto literário Ofício da Palavra, do Instituto Cultural Flávio Gutierrez, em parceria com a Autêntica Editora, 2014 -Trilogia Tesouros de Minas, fotografias, José Israel Abrantes, parceria Autêntica Editora, 2014 - Memória e Arte Do Queijo do Serro – o saber sobre a mesa, parceria Autêntica Editora - 2013 - Tancredo Neves: Um Homem para o Brasil, 2011, comemorativo do centenário de nascimento - Guia de Veneza, Segredos de um Viajante, de Ruy Araújo, em parceria com a Autêntica Editora, 2010 - Retratos de Minas, fotografias, José Israel Abrantes, 2007 - São Francisco do Rio Abaixo, fotografias, José Israel Abrantes, 2005 - Em busca da Infância Perdida - Circo de Todo Mundo, 2004 Principais projetos na área cultural: - Instituto Cultural Flávio Gutierrez (ICFG), consultoria de comunicação para seus principais projetos: Museu do Oratório Museu de Artes e Ofícios Projeto literário Ofício da Palavra (assistente de curadoria) JOSÉ EDUARDO GONÇALVES - Coordenação Editorial Graduado pela PUC-MG, com pós-graduação em Comunicação e Gestão Empresarial-IEC/ PUC. PRINCIPAIS ATIVIDADES EXERCIDAS Como jornalista Repórter do jornal O Globo (sucursal BH) e colaborador da imprensa mineira Professsor na Faculdade de Comunicação da PUC-MG (1990/91) Gerente de Comunicação Corporativa do grupo Andrade Gutierrez (1991/2000) Fundador, editor e diretor de redação da revista de cultura PALAVRA (único jornalista a participar de todas as 16 edições da publicação). Editor e apresentador do programa Rede Mídia, da Rede Minas (de 2005 a 2010) Como gestor Foi presidente da Rádio Inconfidência (2007 a 2009 ) e da Fundação TV Minas Cultural e Educativa (2009 a 2011 ), emissoras públicas ligadas à Secretaria de Cultura de Minas Gerais. Como consultor e assessor Sócio-diretor da CONCEITO Comunicação Estratégica, atua como consultor nas áreas de planejamento, assessoria e desenvolvimento de projetos empresariais, culturais e editoriais. Participou dos projetos de criação do Museu do Oratório, em Ouro Preto, e do Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte, ambos do Instituto Cultural Flávio Gutierrez-ICFG, presidido por Angela Gutierrez. Participou de diversos projetos editoriais do ICFG. Foi consultor de comunicação para o Projeto de Recuperação do Acervo da Música de Mariana, patrocinado pela Petrobras (período 2001 a 2003). Foi coordenador do projeto cultural “Ponto de Encontro – Literatura e Arte”, do Liceu de Artes, Cultura, Esportes e Saúde do SESC-MG. (2005). Desenvolveu como consultor de imagem um Plano Estratégico de Comunicação para a Petrobras/Minas (2006) Foi consultor de planejamento para a criação do Centro Cultural Minas Tênis Clube (2013). Consultor e redator especial para projetos diversos, tendo clientes como: FIEMG-Federação das Indústrias de Minas Gerais (para a qual organizou e executou o Documento com as propostas da Indústria para os candidatos políticos e o Código de Ética da entidade, além de desenvolver projetos editoriais para o Instituto Estrada Real); Banco Rural (produziu a caixa-brinde da comemoração dos 40 Anos do Banco); Rede Globo Minas (produziu o Balanço Social 2004) e Fiat (coordenou em 2004 o livro “Um poema chamado Brasil” e em 2005 o livro “Tesouros do Brasil”); Usiminas (editou o Relatório Anual e o Balanço Anual 2005); Fundação Dom Cabral (contribuiu para a concepção geral e faz a supervisão editorial da revista DOM, publicação quadrimestral na área de gestão, desde 2005). Como escritor Autor do livro de contos “Cartas do Paraíso” (Ed. Mazza, 1998). Autor do romance “Vertigem” (Ed. Record, 2003). Autor do livro “A cidade das memórias flutuantes” (Conceito, 2005) Tem contos e artigos publicados na revista BRAVO!, na VOGUE e no Suplemento Literário de Minas Gerais. É membro-correspondente da Academia de Letras de São João Del-Rei. Como editor Idealizou e lançou em 2004 a coleção BH-A Cidade de Cada Um, com 34 títulos já lançados, dedicados aos bairros e lugares de Belo Horizonte. Principalmente em função desta coleção, recebeu em 2005 o título de Cidadão Honorário da cidade de Belo Horizonte. Idealizou e lançou a coleção BH Perfis, biografias de personalidades de Belo Horizonte Editou o livro “Ofício da Palavra” (2014), reunião de depoimentos de escritores envolvidos no projeto do mesmo nome. Coordenou dezenas de publicações, entre as quais: “Estrada Real – Um caminho de história, poesia e beleza”, para a FIEMG; “Em busca da infância perdida: a experiência do projeto de erradicação do trabalho infantil e proteção do adolescente no trabalho doméstico em Belo Horizonte”, para a ONG Circo de Todo Mundo/OIT; “Um poema chamado Brasil”, para a FIAT; “Caminhos do Sabor – Estrada Real”, para a Abrasel; “Santa Casa de Belo Horizonte – Uma história de amor à vida”, para a Cemig; “Tancredo Neves – Um homem para o Brasil”, para a Fundação Presidente Tancredo Neves; “Rumos – Um olhar sobre a gestão empresarial”, para a Usiminas. Como curador de eventos culturais É o curador do projeto Ofício da Palavra, no Museu de Artes e Ofícios, iniciativa de extensão cultural do Instituto Cultural Flávio Gutierrez na área de literatura. O projeto existe novembro de 2006. É curador do FELIT-Festival de Literatura de São João del-Rei, desde 2011. Participação em Entidades Ex-presidente nacional da Aberje-Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, durante o ano de 2001 (gestão 1998/01), na única vez em que um não-paulista ocupou este cargo. Atualmente, é membro do Conselho Consultivo da entidade. Prêmios Ganhador do Prêmio Aberje nacional em 1997 (o maior e mais importante evento da Comunicação Empresarial brasileira), na categoria Melhor Assessoria de Imprensa, com o caso do sequestro dos engenheiros da Andrade Gutierrez na Colômbia. Como coordenador editorial, ganhou em 2003 o prêmio Aberje Nacional na categoria Publicação Especial, com o livro preparado para a FIAT – “O Brasil dos Meus Olhos”. Ganhador do Prêmio Aberje nacional em 2006 na categoria Publicação Especial, com o livro “Tancredo Neves – Um homem para o Brasil”, feito para a Fundação Presidente Tancredo Neves. PRODUÇÃO EXECUTIVA: Solanda Steckelberg Sócia e diretora da Vivas Cultura e Esporte, com mais de 20 anos de atuação profissional na área de cultura. Ex-secretária adjunta de Cultura e Turismo do Estado de Minas Gerais (2019). De agosto/2013 a 2015 foi Superintendente de Negócios Culturais e Esportivo do Grupo Bonsucesso. De 2011 a julho/2013, foi presidente da Fundação Clóvis Salgado- FCS, onde também trabalhou, entre 1998 e 2003, como Superintendente de Comunicação e Diretora de Programação e Promoção. Na Prefeitura de BH, foi diretora executiva e diretora de ação cultural da Fundação Municipal de Cultura, gerente do projeto sustentador Rede BH Cultural, conselheira e presidente da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, membro da Comissão Permanente de Eventos de Belo Horizonte, membro da Comissão do Planejamento Estratégico e Modelagem da COPA 2014 em Belo Horizonte, coordenadora do FIT – Festival Internacional de Teatro, FAN – Festival de Arte Negra e FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos. No Governo Federal, foi assessora de patrocínios da Secretaria de Comunicação da Presidência da República e assessora de eventos presidenciais. Atuou também como gestora e produtora de vários empreendimentos independentes e institucionais, entre eles na implantação do Memorial da Imigração Japonesa no Parque Ecológico de Belo Horizonte e na elaboração do projeto Centro Cultural Minas Tênis Clube. Formada em Jornalismo e Relações Públicas pela PUC Minas, possui especializações em Comunicação e Gestão Empresarial e Gestão do Patrimônio Cultural pelo IEC – Instituto de Educação Continuada. Além de cursos na ENAP - Escola Nacional de Administração Pública em Brasília-DF, onde concluiu um curso de extensão na área de planejamento e gestão pública. Em agosto de 2013, ganhou pela revista Mercado Comum, na 7° edição do Prêmio Minas Gerais de Desenvolvimento Econômico, a medalha Governador Israel Pinheiro – Destaque do Empreendedorismo de Minas Gerais. Também recebeu pelo Governo de Minas a Medalha da Inconfidência.
PROJETO ARQUIVADO.