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Viabilizar a realização do Desfile de Carnaval 2021 do Gremio Recreativo Escola de Samba Colorado do Brás no grupo especial do carnaval de São Paulo.
CAROLINA DE JESUS - A CINDERELA NEGRA DO CANINDÉ Chegou o carnaval! De Colorado me enfeitei Para a grande noite. Escolhi o vestido mais bonito, Rodado e Colorido, Bordado de estrelas e estórias. Nos pés, sapatos de cristal, Refletindo minhas andanças; Na cabeça, além do adorno tradicional, Há borboletas de memórias, Que fiz questão de colocar no papel. Eu sou Carolina Maria de Jesus - Nua e crua, escritora de nascença, Negra e poetiza da vida. Calei-me para o sofrimento, Gritei mais alto que pude Para o destino que eu escolhi. Eu sou a filha de Dona Cota, Do “Quilombo do Patrimônio”, Menina Bitita, Da pequena cidade de Sacramento; Sonhadora e curiosa, Chamada por muito de “perguntadeira”, Que mesmo vivendo sem eira e nem beira, Desde pequena, já lia de um tudo E fugindo da realidade do mundo, Ao ler “A Escrava Isaura”, Pela Literatura me encantei. Já carpi roçado na aurora, Enxada nas mãos calejadas, De sol a sol, o ano inteiro. E, descontente com a lida, poema escrevi, “O colono e o fazendeiro.” Fui jovem avoada, não parava em serviço. Em meio aos reboliços, muito vexame passei – Valha-me São Cipriano! Caluniada, “Carolina do diabo”, Até cadeia peguei. Mas nunca emudeci, forte fiquei E as feridas que em minhas pernas ardiam Não foram capazes de cessar o meu caminhar, Pois meu sonho era maior que a dor – Ainda tinha o mundo para conquistar Foi então que, em mim, a vontade de partir Abriu-se feito o nascimento de uma libélula E, encorajada pela ação do tempo, Tomada pela forte intuição do vento, Me deixei levar. Então, em São Paulo, Na Estação da Luz cheguei. A visão pueril que eu fazia desta cidade Logo foi apagada pela dura realidade Que aqui enfrentei. Na via-crúcis de cortiços fétidos, Largada nas marquises dos viadutos, Pelas ruas, sob o sereno das noites frias, Vivendo tal qual uma mendiga, mas Ainda assim, com o peito cheio de esperança. Como uma “Gata Borralheira” fui à luta Queimando feijão em casa de madame. Embora muitas vezes abatida pela fome, A cozinha nunca foi meu lugar predileto; Nas mansões, eu era dada às bibliotecas – Como a do Dr. Zerbini, “o mago do coração” – Onde eu podia me alimentar de letras, Divagando sem notar o passar das horas. Como doméstica escrevia bastante... Não tanto como eu queria, obstante, Dada a correria que a labuta exigia. E meu excesso de imaginação, quem diria?! Me entristecia ao esperar, As migalhas de reconhecimento E a atenção que não vinham, Nem todo mundo queria ouvir a poetisa: Mulher preta e pobre não tinha vez não; Era transparente por ocasião. Vida sofrida, sem tento e nem comida, Fui parar no Canindé – que desilusão! No “Quarto de Despejo” da cidade Lugar sem dignidade, feio de se ver Às margens do rio onde se lavava roupas, O famoso Tietê! Da Igreja de Nossa Senhora do Brasil Fiz meu pequeno casebre de ripas De onde podia se ver a chuva, O sol ou a lua, por toda sorte de vão. E naquele barraco úmido e ambiente vil, Principiei-me no cargo de mãe solteira, Pelas fofoqueiras, mulher de má reputação – Que judiação! Outrora perdi um filho, Contudo, os que vieram depois nasceram sãos. Primeiro vingou João José, Que logo ganhou José Carlos de irmão; Por último, a menina Vera Eunice, Pra dividir a dor e o pão. Foram tempos difíceis que vivi: Pelas ruas catando xepa, lixo e papelão Numa batalha diária pela sobrevivência, Encarando doença e até humilhação. Para dar o mínimo para meus filhos Nunca tive escolha e nem opção; Pois a fome sentida na favela Tinha cor e era amarela, Triste fonte de inspiração Da sucursal do inferno, Que coloquei no meu diário Feito com folhas de caderno vagabundo, Que eu encontrava perdidas no mundo, Ao me agachar pelo chão. Detalhei personagens ordinários: Mulheres escandalosas, submissas, Valentões, pinguços fazendo arruaças, Zombando da própria desgraça, Parindo e vivendo famintos como ratos, Naquele gabinete do diabo. Eu tinha pena dos meus filhos, Convivendo com aqueles cidadãos, À margem da sociedade, Na boca de cena daquele teatro sujo, Que me fazia sentir nojo de tudo, Como objeto fora de uso, Digno de um quarto de despejo. O centro da cidade era diferente, Vendo o conforto daquela gente, Meus devaneios me levavam Para a sala de visitas de um grande palácio, Com seus lustres cristalinos, Seus tapetes de veludo fino E almofadas de cetim. A favela não era lugar pra mim. Não se via jardins tampouco sala de jantar. Mesmo acordada, sonhava em sair de lá, Mas a realidade cruel insistia impedir: Afinal de contas... Não nasci homem, nem branco; Não tive berço de ouro, garanto, Teria que labutar duas vezes mais Para um teto melhor conquistar. Então, Trabalhei feito burro de carga, Sofri preconceito e fome, Criando sozinha meus filhos Com meu sobrenome – Jesus, Que de tanto ouvir minhas preces, Como num conto de fadas, Enviou-me uma espécie de fada madrinha, Que não foi à favela fazer mágica, Transformar ratos em cavalos; Tampouco moranga em carruagem; Foi lá fazer apenas uma reportagem E me encontrou. Audálio Dantas era seu nome, Repórter do popular e renomado Jornal “Folha da noite”. Um jornalista visionário, Que ao se interessar pelo meu diário, Em formato de livro, o publicou. E de repente, de um dia para outro, Eu, que era a escritora improvável da favela Do Canindé, me tornei a “Cinderela”, Ingressando no baile mais aguardado. Paradoxalmente, Mesmo recebida com pompas de fidalguia, Lembrada era, pelo lugar de onde eu vim, Sendo a autora de um best-seller, A mais concorrida e comentada, Defensora de Getúlio Vargas, A “língua de fogo” das mazelas sociais; Ainda assim, a favelada, Aplaudida e apedrejada pela miséria, enfim. Entretanto, não me deixei abater – Sob os olhos da inveja e da soberba Dancei a valsa do sucesso pra valer, E sem perder o compasso, Rodopiei pelo mundo em outras línguas; Banho de loja tomei; Deixei de viver às minguas E numa “Casa de alvenaria” Com as crianças entrei. Estampei capas de jornais do momento Ao lado de artistas de muito talento Que queriam, na verdade, de perto ver A catadora de papelão que “enriqueceu”, A “Mãe Preta” dos negros e ex-favelada Reverenciada no rádio, teatro e TV, Até em filme alemão fui aparecer, Me agarrando às oportunidades que surgiam. Ganhei o título de “Cidadã Paulistana”, Marquei presença vip em concursos de beleza E nos encontros com mestres da literatura – Que a essa altura, na maior gentileza – Faziam questão de me cumprimentar. Nessa época, extasiada, me arrisquei a cantar Para realizar o meu desejo, sem me importar, Com o que iriam dizer e até criticar. As minhas composições vindas de lampejo – A Vedete da favela, O Malandro, entre outras, Autorais do LP “Quarto de despejo”, Que com a minha inconfundível voz fina Fiz questão de lançar. Se antes da fama não era lembrada, Passei a ser a notícia derradeira, Aquela que mais vende jornal. Com meu cartaz de grã-fina, Que a imprensa adorava noticiar, Vieram também as aves de rapina, Querendo tirar proveito do que ganhei, E eu, comprando mais do que precisando, Doando, emprestando e não cobrando, Ingênua, com pouco dinheiro fiquei. E minha vida mudou novamente, De repente, peguei as crianças e fui embora. Recomeçar em Parelheiros. Havia chegado a hora De me reencontrar com Bitita, A menina sonhadora que um dia eu fui. E assim, voltar a plantar e a colher, E com tranquilidade escrever – O que há tempos não fazia mais; E lá viver em paz, até o fim. Hoje estou orgulhosa Vendo a menina Vera calçar lindos sapatos, Enfeitados de conhecimento, Num país que não se importa com o talento, Que não incentiva a cultura, Tampouco a literatura. Caminhos que percorri, Com persistência e vitória E, relembrando cada momento que vivi, Representados de forma notória, Nessa festa sem igual, Me sinto feliz! Vejo que o pé do sapato que faltava, Nessa analogia de Cinderela, Esquecido na escadaria da história, A Colorado do Brás traz agora: O reconhecimento do povo – Algo mais valioso Que alguém pode ganhar! E, se esse foi o meu fim, Você que se pôs a ler certo Pelas linhas tortas da minha vida, Deve estar se perguntando nesse instante: Como isso é possível? É que sempre estarei viva no coração De quem acredita, assim como eu E outras tantas Carolinas, Mulheres negras, mães solteiras Faveladas e periféricas... Na força motriz que me trouxe até aqui E que sirva como um grito de alforria – Coragem! André Machado - Carnavalesco
OBJETIVO GERAL _ REALIZAR O DESFILE DE CARNAVAL 2021, COM O TEMA PROPOSTO PELA ESCOLA DE SAMBA, DESENVOLVENDO TODAS AS ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO DE ACORDO COM O PROPOSTO NO ENREDO. PROPORCIONANDO CULTURA, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO AO ALCANCE DE TODOS, MANTENDO VIVA ASSIM, A CULTURA, EM ESPECIAL O SAMBA E O CARNAVAL BRASILEIRO, MOTIVANDO A FOMENTAÇÃO DA CIRCULAÇÃO DA PRODUÇÃO CULTURA.(dar ace O OBJETO ESPECÍFICO: * PRODUTO DESFILE DE CARNAVAL - PROPORCIONAR A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE DO ENTORNO, NO DESFILE DE CARNAVAL 2021, ( 01 apresentação) E CASO COLOCAÇÃO FIQUE NETRE AS CINCO PRIMEIRAS, HAVERÁ NOVA APRESENTAÇÃO, NO DESFILE DAS CAMPEÃS. - confeccionar de 1.500 fantasias, que serão distribuidas gratuitamente - confeccionar 04 carros alegoricos - realizar 18 ensaios na sede social , com entrada franca - realizar 03 ensaios tecnicos no sambódromo * PRODUTO CONTRA-PARTIDA - UMA OFICINA (RITMO E PERCUSSÃO)PARA 150 EDUCANDOS, DIVIDIDOS EM DUAS TURMAS (75 ALUNOS CADA).
Para as comunidades carentes, as escolas de Samba funcionam como centros culturais, e exercem importante papel neste contexto , proporcionando a inclusão social e cultural e levando a esta comunidade todo tipo de informação. Nas escolas de samba também é possivel conhecer e conviver com a arte o tempo todo . São cantores , compositores, artistas , percussionistas , artistas populares que estão dispostos a transmitir e perpetuar seus conhecimentos e suas vivências. As escolas de Samba criam não só o maior espetáculo da terra , como também possibilitam anualmente a recriação de projetos da utopia brasileira no cenário imaginário. Na Colorado do Brás , durante o período que antecede o carnaval , várias oficinas são realizadas com a finalidade de proporcionar renda e formação para futuros artistas e artesões, aderecistas e especialistas no carnaval . O G.R.E.S. Colorado do Brás, é uma entidade carnavalesca onde sua proposta visa a se enquadrar no Artigo 1º da Lei 8.313/91, conforme Incisos I, III, IV, VIII e IX. E também tem como finalidade o fomento a produção cultural e artistica, conforme Artigo 3º da Lei 8.313/91, Inciso II, letra C.
NÃO HÁ.
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O G.R.E.S. Colorado do Brás, através de sua Responsabilidade Social, está sempre preocupada em recepcionar e atender bem sem distinção. E em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa 02/2019,conforme a Lei Nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.904, de 2018 possibilita o pleno exercício aos direitos culturais, facilitando o livre acesso da pessoa portadora de necessidades especiais.Possuímos pessoas presentes em nossas atividades e ações, para promover o acesso ao conteudo/produto cultural para o nosso desfile, recepcionando e orientando os cidadãos com necessidades especiais. Temos como medidas adotadas reserva de espaço preferêncial em nossa sede; divulgar e disponibilizar link via pagina de internet das redes sociais e site da Colorado do Brás do projeto Carnaval Acessivel, da parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), São Paulo Turismo (SP Turis), Liga SP e as Escolas de Samba dos Grupos de Carnaval de São Paulo, disponibilizando I - ACESSIBILIDADE FÍSICA:- Em nosso espaço, conseguimos suprir as necessidades deste público, com entrada com rampa de acesso, banheiro acessível com sinalização, espaço específico para cadeirantes e contamos com a colaboração de uma equipe presente em nossas ações, para recepcionar, acomodar, instruir, orientar e se necessário, acompanhar durante o ensaio e desfile. O Projeto (desfile), será realizado no Pólo Cultural Grande Otelo (Sambódromo do Anhembi), que está capacitado para recepcionar e atender todos os cidadãos com necessidades especiais (idosos e/ou pessoas com deficiência física, auditiva, visual e cognitiva), fornecendo espaços exclusivos, transportes adaptados e funcionários treinados para recepção e atendimento. II - ACESSIBILIDADE AUDITIVA:- Vídeo com a tradução em Libras do samba-enredo da Colorado do Brás, que é uma participante do projeto Samba com as Mãos, III - ACESSIBILIDADE VISUAL:- Audiodescrição direto do Sambodromo do Anhembi,pelo link das redes sociais da SMPED; Assim como é para os demais cidadãos, não existe nenhum impedimento para qualquer portador de necessidades especiais participe do desfile, devendo apenas o mesmo participar dos ensaios e demais atividades relacionadas ao projeto,procurar estar cadastrado para aquisição de fantasia (para si e para o acompanhante, quando necessário) ainda no período de preparação do desfile. Se houver cidadãos com deficiência visual que irão desfilar, conforme necessidade, as fantasias serão adaptadas. CONTRAPARTIDA SOCIAL AÇÕES DE ACESSIBILIDADE Teremos monitores capacitados para lidar com as diferenças , como forma de facilitar a comunicação entre os participantes. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Espaço totalmente adaptado com banheiro, rampa de acesso e demarcações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: SERÁ CONTRATADO NARRADOR AUDIODESCRITIVO COMO PREVISTO NA PLANILHA. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: SERÁ CONTRATADO INTÉRPRETES DE LIBRAS COMO PREVISTO NA PLANILHA.
No Desfile de Carnaval da Escola de amba COLORADO DO BRAS Serão distribuídas 1.500 fantasias para a Comunidade da Escola de Samba Rosas de Ouro de forma gratuita. Para que este componente tenha direito a esta fantasia, é necessário o cumprimento dos seguintes passos: 1- o cadastro como membro da comunidade da Sociedade Rosas de Ouro e a emissão de sua Carteirinha. 2- O Comparecimento a todos os ensaios Técnicos na Quadra da Escola ou na Rua (Podendo ter, no máximo 3 faltas não justificadas). Além disso, todo o desfile é transmitido de forma gratuita pela Rede Globo de Televisão, garantindo assim o amplo acesso ao desfile da escola. Em atendimento ao artigo 21 da IN 02/2019 : inciso V, nos propomos a realizar os ensaios com a comunidade, abertos e gratuitos e; inciso IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
O PROPONENTE NA PESSOA DE SEU REPRESENTANTE LEGAL, A PRESIDENTE ANTONIO CARLOS BORGES . FUNÇÃO : GESTÃO FINANCEIRA DO PROJETO, NÃO HAVERÁ REMUNERAÇÃO PRESIDENTE Antonio Carlos Borges, o Ká, é nascido e criado no Brás, na escola de samba colorado do Brás já foi diretor de bateria, ritmista, conselheiro e vice presidente da escola desde o carnaval 2011 e não se absteve da sua responsabilidade. __________________________________________________________________________________________________ CARNAVALESCO Andre machado Formação Acadêmica Superior – educação artística Produção de moda Senac – Centro de educação em moda Cenografia – Harmonia Cenográfica Alfabetização Musical Histórico Profissional Escola de samba Imperador do Ipiranga – 2007 a 2010 Carnavalesco Escola de Samba Perola Negra - 2009 a 2014 Escola de Samba Império de casa Verde - 2017 a 2020 Sociedade Rosas de Ouro 2021 - Colorado do Bras _________________________________________________________________________________________________ INTERPRETE EDGARD MARTINS CONHECIDO COMO: CHITÃO MARTINS Começou no carnaval em 1995 aos 12 anos desfilando em ala na União Imperial de Santos, foi diretor de tamborim da Real Mocidade, e em 2006 após cantar em alguns blocos da cidade foi convidado para ser o interprete da escola de samba Sangue Jovem permanecendo lá até 2012, quando passou a comandar o microfone da Colorado do Brás em São Paulo, desde 2015 também é o interprete da escola de samba Vila Mathias em Santos. ________________________________________________________________________________________________________ MESTRE-SALA E PORTA-BANDEIRA CASAL DE MESRE SALA E PORTA BANDEIRA Mestre sala: RUHANAN PONTES O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Colorado, o dançarino Ruhanan Pontes, 27 anos, e a recepcionista Ana Paula Sgarbi, 32, carregam o pavilhão da escola há três anos. Os dois se conheceram em 2009 na X-9, como mestre-sala e porta-bandeira. Juntos passaram também pela Unidos do Peruche. O dançarino Ruhanan participa do carnaval desde os 7 anos de idade. Já desfilou na ala das crianças e logo virou mestre sala mirim na escola de samba Combinados de Sapopemba. Porta bandeira: ANA PAULA SGARBI A recepcionista Ana Paula, antes de virar porta-bandeira, foi ritmista da bateria da X-9. Mas logo veio a paixão pela dança. "Na época pedi para um mestre-sala da escola me ensinar. Comecei a ter aulas no quintal da casa", revela. Para o casal, levar o pavilhão da Colorado para a avenida é representar todos os integrantes da escola. "Carregar o Pavilhão de uma agremiação é carregar milhões de história, de crenças, de sonhos de trabalho", explica Ana Paula. "É sentir que minha família ‘vermelhão’ está toda representada em minhas mãos. É a maior emoção", completa Ruhanan. _________________________________________________________ COREÓGRAFO KELSON BARROS Kelson Barros iniciou sua trajetória no mundo da dança aos 12 anos de idade, fazendo parte do grupo de dança da escola em São Luís do Maranhão. Aos 16 anos estreou seu primeiro espetáculo profissional; "Nordestinamente", com direção de Fernando Bicudo. No ano seguinte entrou para "Cia Barrica de Danças Maranhenses", onde permaneceu por 4 anos. Já em São Paulo, iniciou seus estudos no balé clássico em 2003 no "Studio-3 Espaço de Dança" e neste mesmo ano entrou para o "Balé Folclórico de São Paulo - Abaçaí", onde permanece até 2010. Em 2004 integrou o "Corpo de Baile Jovem do Teatro Municipal de São Paulo", onde ficou até o ano seguinte. Em 2008 participou da comissão de frente da escola de samba X-9 Paulistana. Em 2010 e 2011, integrou a comissão de frente da Mocidade Alegre, onde também foi assistente coreográfico. Foi curador de dança e teatro do "Mapa Cultural Paulista" nas edições de 2007, 2008, 2009 e 2010. Atualmente cursa bacharelado e licenciatura em dança e movimento na Universidade Anhembi Morumbi. No último Carnaval comandou a comissão de frente da Leandro de Itaquera, obtendo três notas máximas e um 9,9. _________________________________________________________________________________________________ MESTRE MEIRA Allan Meira conquistou experiência no Carnaval com passagens como diretor de bateria da Tucuruvi, por 2 anos, e X-9 Paulistana, por mais 2 anos
PROJETO ARQUIVADO.