| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 61528030000160 | Tetra Pak Ltda. | 1900-01-01 | R$ 409,0 mil |
| 13699433000129 | Britania Componentes Eletrônicos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 08540795000132 | Vox Comercio de Automoveis Ltda | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 76545011000119 | Compasso de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná - CELEPAR | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 08211550000161 | BARIGUI ORIENTE COMERCIO DE AUTOMOVEIS LTDA. | 1900-01-01 | R$ 40,0 mil |
| 12348206000196 | UNISERV SERVICOS FINANCEIROS LTDA | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 01304124000123 | Formula Comércio de Automóveis ltda | 1900-01-01 | R$ 20,8 mil |
| 02001597000114 | Gelnex Industria e Comercio Ltda. | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 28970217000143 | BARIGUI AMERICA COMERCIO DE AUTOMOVEIS LTDA | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| 19616032000144 | LOMAR DISTRIBUIDORA DE VEICULOS S/A. | 1900-01-01 | R$ 6,0 mil |
Realizar uma exposição de artes visuais a partir de releituras simbólicas do universo vegetal e animal, por meio de desenhos, gravuras, pinturas, vídeos, fotografias e instalações que compõe a ambientação de um jardim cenográfico. Uma reflexão sensorial que conduzirá o expectator a enxergar o valor simbólico dafauna e flora nativa e seus processos de transformação e degradação ao longo dos anos.
Alteração do projeto expositivo. Anexo.
OBJETIVO GERALRealizar uma exposição de artes visuais afim de estimular a percepção do meio ambiente através dos sentidos, promovendo o resgate do sensível, entregando aos visitantes uma experiência artística completa. OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar uma exposição de artes em Curitiba com duração de 60 dias para 15 mil pessoas; - Realizar como contrapartida social encontros ONLINE entre artistas e professores da rede pública de ensino sobre importância do desenvolvimento artístico sensorial. O público beneficiado será de 1000 pessoas.- Promover como ação de formação de plateia oficinas com artistas que utilizam como matéria-prima elementos da natureza. O público beneficiado será de 500 pessoas. - Incentivar o fomento à produção de artes visuais; - Possibilitar a fruição artística;- Instigar a interação do público com as obras, seus materiais e artistas. - Utilização de resíduos para fabricação das obras, retratando a importância do reuso nas criações de arte.
De acordo com a Lei Nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, do capítulo I, do art1º, o projeto tem a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo que: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E para cumprimento das finalidades expressas no art 3º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, os seguintes objetivos: II) fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Justificativa do projeto Os sentidos são dispositivos para interação com o mundo externo. Segundo Santaella (2005, p.70), "os sentidos são sensores cujo desígnio é perceber, de modo preciso, cada tipo distinto de informação". De acordo com Braun (1991, apud SANATELLA, 2005, p.70), são pelo menos três as facetas que configuram o processo por meio do qual sentimos algo: (1) a recepção de um sinal externo que excita um órgão Flávio Garcia, Marcello Oliveira, Regina Silva Michelli (orgs.) 218correspondente dos sentidos; (2) a transformação dessa informação em um sinal nervoso; (3) o transporte desse sinal e a modificação que ele sofre até chegar ao cérebro e nos dar a sensação de haver sentido algo. Portanto, para que possamos sentir algo, é fundamental o papel exercido pelos órgãos dos sentidos, os quais atuam como transdutores, ou seja, transformadores de sinais físico-químicos em sinais elétricos que são transmitidos por nossos nervos. Também o cérebro exerce um papel fundamental dentro deste processo de percepção. Assim, por meio de mecanismos físico-químicos, as informações que chegam até nós são transformadas em sinais nervosos, os quais são recebidos por nosso cérebro. Okamoto (2002, p.108) inicia o quarto capítulo de seu livro intitulado Percepção ambiental e comportamento com a seguinte epígrafe de R. D. Laing ([s.d.], apud CAPRA, 1982, p.51): Perderam-se a visão, o som, o gosto e o olfato, e com eles foram-se também a sensibilidade estética, os valores, a qualidade, a forma, todos os sentimentos, motivos, intenções, a alma, a consciência, o espírito. A experiência como tal foi expulsa do domínio do discurso científico. Segundo Montagu (1986, apud OKAMOTO, 2002, p.110), nós, ocidentais, temos começado a perceber que os sentidos foram sendo negligenciados ao longo do tempo e que é preciso retomá-los para livrarmo-nos das privações de experiências sensoriais que sofremos em nossa sociedade tecnológica. Talvez, devido à poluição sonora, visual, do ar e à sujeira das ruas, tem havido, também, uma redução na eficiência dos nossos sentidos perceptivos, que são a interface com a realidade. O resultado é sentirmos menos o meio ambiente. Ackerman confirma a necessidade de aprimoramento sensorial ao dizer que é preciso voltar a sentir as texturas da vida, valorizando-as como condição para recuperar a beleza dos sentidos (OKAMOTO, 2002, p.110). Nesse contexto, temos observado dentro do campo das Artes Visuais uma série de iniciativas que buscam incorporar uma maior participação dos sentidos. Se a visão tem sido configurada como o sentido primordial para a percepção humana, já vislumbramos uma maior convocação dos outros sentidos para a produção de objetos mais envolventes. De acordo com Lindstrom (2007, p.24), "quase toda nossa compreensão do Flávio Garcia, Marcello Oliveira, Regina Silva Michelli (orgs.) 224 mundo acontece através dos sentidos. Mais uma relação entre os sentidos e as emoções voltadas para o projeto de objetos envolventes é encontrada na seguinte afirmação de Lindstrom (2007, p.24): Armazenamos nossos valores, sentimentos e emoções em bancos dememória. Compare essa memória à filmadora que grava em duas bandas separadas _ uma para imagens, outra para sons. O ser humano tem, no mínimo, cinco bandas _ imagem, som, aroma, sabor e toque. Essas cinco bandas contêm mais dados do que possamos imaginar porque elas estão diretamente ligadas a nossas emoções e a tudo que isso acarreta. Elas podem avançar ou voltar à vontade, e para no ponto exato em um segundo. Utilizar a arte enquanto experiência incentiva o processo de interação projeto-usuário, tendo como enredo a natureza e os cenários nativos, sendo essa a justificafiva de realização da exposição proposta.
não se aplica.
O projeto em sua totalidade cumprirá os critérios da Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, no que diz respeito a acessibilidade física. CAPÍTULO IX, DO DIREITO À CULTURA, AO ESPORTE, AO TURISMO E AO LAZER, Art. 42: a pessoa com deficiência tem direito à cultura em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; Art. 44. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. § 1º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. § 2º No caso de não haver comprovada procura pelos assentos reservados, esses podem, excepcionalmente, ser ocupados por pessoas sem deficiência ou que não tenham mobilidade reduzida, observado o disposto em regulamento. § 3º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem situar-se em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. § 4º Nos locais referidos no caput deste artigo, deve haver, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. § 5º Todos os espaços das edificações previstas no caput deste artigo devem atender às normas de acessibilidade em vigor. § 7º O valor do ingresso da pessoa com deficiência não poderá ser superior ao valor cobrado das demais pessoas. EXPOSIÇÃO DE ARTES Acessibilidade física:obstáculos nivelados por rampas, vagas de estacionamento reservadas, banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes visuais: caminho guiado por audioguias Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de língua de sinais. AÇÕES DE CONTRAPARTIDA - PALESTRAS PARA PROFESSORES Acessibilidade física:obstáculos nivelados por rampas, vagas de estacionamento reservadas, banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de língua de sinais. AÇÕES DE FORMAÇÃO DE PLATEIA - OFICINAS CRIATIVAS Acessibilidade física:obstáculos nivelados por rampas, vagas de estacionamento reservadas, banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de língua de sinais.
As ações de democratização de acesso, conforme o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, compridas nesse projeto serão: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; APLICAÇÕES PRÁTICAS: 1. 80% (vinte por cento) dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; 2. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; 3. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; 4. Transporte gratuito para estudantes de escolas públicas; 5. Desenvolvimento de plataforma online para divulgação dos conteúdos apresentados nas exposições e debates; 6. Realização de oficinas com artistas para alunos de escolas públicas.
PROPONENTE: GUANABARA PRODUÇÕES CULTURAIS COORDENAÇÃO GERAL: CAMILA GUANABARA O proponente será responsável por toda gestão administrativa e executiva do projeto, respondendo por todas as demandas que dizem respeito a coordenação geral da proposta cadastrada. Comprova sua experiência em trabalhos em produção cultural, executiva e consultoria técnica para projetos artísticos. Atuou como produtora executiva em 3 edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, nas 3 edições do Festival de Teatro Infantil - Brinque, Era uma vez...Eram duas...Eram três, Conversarte, Eu vejo assim. Atua na gestão executiva de projetos em captação, tais como Pakuá - Prêmio de fotografia aérea e Conversarte - Geração Z. COORDENAÇÃO ARTÍSTICA: CAROLINA MONTENEGRO Jornalista e gestora cultural com especialização em marketing, comunicação institucional e práticas dirigidas a elaboração de projetos de incentivo e fomento a cultura, eduação e economia criativa. É diretora da Montenegro Produções Culturais, com sede em Curitiba. Atuando no mercado de produção e gestão cultural há treze anos, é responsável por elaborar, captar e executar projetos proprietários e parceiros. Em seu histórico de produção constam mais de 40 projetos desenvolvidos e aproximadamente 120 investidores. Já produziu sete edições de Festivais de Teatro Infantil, quatro edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, a série de encontros Conversarte, exposições artísticas, oficinas culturais, de gastronomia, seminários de sustentabilidade, educação, economia criativa e outros. Traz ainda como experiência o gerenciamento de conteúdos, a publicação de livros, catálogos de arte e revistas. Atualmente também desenvolve projetos voltados para formação e aperfeiçoamento de gestores culturais, na constituição de cursos e oficinas práticos sobre a atuação desses profissionais. Projetos culturais em andamento e executados, funções: coordenação geral, artística e comunicação. • I e II Festival de Jazz e Blues – No Improviso / I Festival de Teatro Infantil – Brinque / II Festival de Teatro Infantil – Era uma, eram duas, eram três / II Festival Brinque / I Conversarte/ II Conversarte/ Exposição de arte Eu vejo assim / III Festival de Teatro Infantil Brinque – Folclore do Brasil / II Festival Era uma vez...eram duas, eram três / Casa dos Sentidos/ Exposição de artes Mágico de Oz/ Prêmio de Fotografia Aérea – Pakuá/ Orquestra Cor Brasil/ Conversarte - Geração Z. Clientes em atendimento da elaboração e gestão de projetos culturais: PUC/PR, Seven Entretenimento, Usina 5, Oda Design, Instituto Ayoshi.
DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.