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PRONAC 203130Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Triolé de Lona em Lona

Triolé Cultural LTDA. - ME
Solicitado
R$ 424,6 mil
Aprovado
R$ 424,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Performance de Circo, Clown e Ilusionismo
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
PR
Município
Londrina
Início
2021-03-08
Término
2021-11-08
Locais de realização (6)
Campo Grande Mato Grosso do SulTrês Lagoas Mato Grosso do SulLondrina ParanáMaringá ParanáPresidente Prudente São PauloSão José do Rio Preto São Paulo

Resumo

Trata-se de proposta decirculação de um projeto circense voltado para primeira infância, tendo como produtos apresentações de espetáculo e realização de oficina de circo para crianças estudantes da rede pública (contrapartida social).

Sinopse

Sinopse espetáculo "Qual a Graça de Laurinda?": Dois palhaços disputam o coração de uma palhaça que só existe na imaginação deles. Os palhaços apaixonados só conhecem a amada através de uma foto de jornal. E é aí que a dupla arma o circo. Um duelo com armas de água, uma corrida de dois metros rasos, um strip tease, uma luta de boxe e até uma aula de balé são algumas das peraltices protagonizadas pelos pretendentes. A montagem, foi concebida para todas as idades, em especial para o público infantil, tendo como inspiração a lógica – ou a falta de lógica – dos desenhos animados da década de 70 e 80. O desenho animado, as ilustrações e as histórias em quadrinhos são a inspiração para o roteiro, as cores dos figurinos e a movimentação corporal dos atores durante todo o espetáculo. Nesse sentido, a trilha sonora não poderia estar desconexa, agindo na montagem quase como um terceiro ator, ou mesmo narrador, ainda que não possua falas. Criada exclusivamente para o espetáculo pelo músico Tonho Costa, a trilha foi feita após todas as cenas estarem prontas, não sendo mero elemento auxiliar, uma vez que as músicas conversam diretamente com as cenas e com o perfil de cada palhaço, imprimindo ritmos e criando “climas”, ampliando, assim, a impressão de se estar assistindo a um desenho animado “ao vivo”. Classificação Indicativa: Livre Duração: 50 minutos Link do espetáculo na íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=lqy2ZUCpWt4&list=UU5xDuVui1EaEIwB6ScSWuCQ&index=15 Teaser: https://www.youtube.com/watch?v=YuaXLPk5Rbs&t=1s Sinopse oficina artística "CIRCO NA PRIMEIRA INFÂNCIA": Dinâmica e divertida, esta atividade conquista os pequenos. Esta oficina é direcionada para crianças de 3 a 5 anos. Propõe uma experiência compartilhada entre as crianças que convivem diariamente na sala de aula. Durante a oficina os participantes experimentarão alguns exercícios de solo, acrobacia e malabares, em conjunto e de forma lúdica. Praticar atividade física é fundamental para um estilo de vida mais equilibrado e saudável, aliás, desenvolver este hábito desde a infância, além de contribuir para a saúde dos pequenos, colabora também com o seu desenvolvimento. A aula de circo para crianças, contribui com o desenvolvimento motor e cognitivo, deixando-os mais preparados para o dia a dia, além de estimular a interação entre si. Justificativa: A cumplicidade com a qual as crianças interagem entre si, é a base dessa oficina. Essa cumplicidade colabora para despertar o potencial criativo da criança, potencializando a maneira como se dá o olhar como uma criança: escutar os sons, ouvir as palavras, entender seus significados, interagir com outras crianças, num jogo de “ganha ganha”, ressignificar os objetos, criar pequenas histórias, experimentar improvisações. Busca-se compartilhar com as crianças o lugar de criação, o lugar da experiência sensível, pois tudo o que passa pela experiência sensível traz criatividade. Trabalha-se a partir do exercício do olhar, porque vivenciar e refletir de um jeito mais direto a partir do olhar implica no embate consigo mesmo. Muitas vezes ao olhar o outro a tendência é desviar, fechar os olhos, olhar para o chão, movimentar-se, apertar as mãos, tencionar o corpo... olhar não é tão simples! Mas a orientação sempre é a de buscar a cumplicidade e a segurança, porque olhar para si a partir da relação com o outro é um exercício. Objetivo: Apresentar a este público da primeira infância, exercícios de integração em grupo, relacionamento interpessoal, breves históricos do circo de maneira simples e adaptada a esta idade, exercícios de solo, acrobacia e malabares. Metodologia: Aquecimento físico Aquecimento Emocional Apresentação do circo e seus territórios Exercícios de solo em duplas Exercícios com equipamentos como bolas de malabares Apresentação de resultados com exercícios experienciados Público-alvo: Crianças de 3 a 5 anos da rede pública Tempo de duração: 2h Máximo – 50 crianças

Objetivos

Objetivos Gerais: I. Utilizar da arte com a perspectiva de obter resultados sociais e culturais, a fim de efetivar o Direito à cultura, este direito fundamental social de qualquer cidadão, e, além disso; II. Tornar a arte acessível e fonte de inspiração direcionando-a à Primeira Infância; III.Apresentar o espetáculo "Qual a Graça de Laurinda?", assim como oficinas de circo a um público voltado à primeira infância em uma circulação interestadual, compartilhando as ludicidades presentes no Circo e no Palhaço. Objetivos Específicos: Realizar a circulação do Grupo Triolé voltada para crianças de 0 a 6 anos, da seguinte maneira: I. Os produtos do projeto são: Produto Principal - Espetáculo de Palhaçaria "Qual a Graça de Laurinda?"; Produto Secundário - "Oficina de Circo na Primeira Infância"; II. Realizar 3 apresentações do espetáculo por cidade, totalizando 18 apresentações ao final do projeto - Público estimado de 5.400 pessoas; III. Realizar 12 oficinas direcionadas a crianças de 3 a 5 anos da rede pública de ensino - Público estimado de 600 pessoas - ESTA AÇÃO É A CONTRAPARTIDA SOCIAL, NOS TERMOS DO ART. 22 ds IN nº 02/2019. IV. Realizar diário de bordo digital, compartilhando ações desenvolvidas pelo grupo durante a circulação pelas redes sociais do Grupo Triolé; V. Estimativa de público indiretamente alcançado com todas as ações é de 50 mil pessoas; TODAS AS AÇÕES ACONTECERÃO GRATUITAMENTE.

Justificativa

O Triolé é um grupo de Palhaços situado na cidade de Londrina/PR, formado por Alexandre Simioni e Gerson Bernardes, em atividade desde 2010. Todas as atividades do Triolé têm por objetivo provocar o encontro com o público no território da palhaçaria, uma vez que trabalham com espetáculos de rua ou preparados para acontecer nos mais variados espaços, sempre se utilizando da linguagem do Circo e do Palhaço. Desde 2017, o grupo conta com a produção de Amanda Freire. Logo em 2010, o Triolé foi contemplado com o Prêmio Carequinha de Estímulo ao Circo _ FUNARTE 2010, tendo, por este prêmio, visitado dez cidades do interior do Paraná consideradas de pequeno porte pelo IBGE. Além disso, desde 2012 o Triolé é gestor de um espaço cultural alternativo, a Vila Triolé, que se encontra em área descentralizada da cidade e tem por objetivo a formação de público e a democratização do acesso à cultura nesta região. Em 2015 e 2016, através do Programa Municipal de Incentivo à Cultura, o grupo realizou apresentações nos Distritos Rurais de Londrina. E nos últimos anos, têm circulado por 46 cidades do Estado com o patrocínio do Programa Estadual de Fomento à Cultura (PROFICE), com apresentações dos espetáculos em repertório, oficinas e exibição de cinema. O presente projeto pretende proporcionar uma projeção do Grupo Triolé em dois estados em que não possuímos atuação até o momento, assim como aprofundar a sua pesquisa com o público de crianças em primeira infância e suas especificidades. O teatro e o circo servem para crianças como uma forma de aprimorar sua criatividade e suas habilidades. São, também, um grande aliado para o desenvolvimento afetivo, cognitivo e psicossocial da criança. É neste sentido que esta proposta visa caminhar. Proporcionar uma programação artística de qualidade para efetivação e fruição do Direito à Cultura. O eixo desta proposta se divide em duas grandes ações: APRESENTAÇÕES e OFICINAS ARTÍSTICAS. APRESENTAÇÕES: O espetáculo "Qual a Graça de Laurinda?" não utiliza falas e foi concebido para todas as idades mas em especial o público infantil, tendo como inspiração a linguagem dos desenhos animados da década de 1970 e 80. O desenho animado, as ilustrações e as histórias em quadrinhos são a inspiração para o roteiro, as cores dos figurinos e a movimentação corporal dos atores durante todo o espetáculo. Nesse sentido, a trilha sonora não poderia estar desconexa, agindo na montagem quase como um terceiro ator, ou mesmo narrador, ainda que não possua falas. Criada exclusivamente para o espetáculo pelo músico Tonho Costa, a trilha foi feita após todas as cenas estarem prontas, não sendo mero elemento auxiliar, uma vez que as músicas conversam diretamente com as cenas e com o perfil de cada palhaço, imprimindo ritmos e criando "climas", ampliando, assim, a impressão de se estar assistindo a um desenho animado "ao vivo". OFICINAS ARTÍSTICAS: As oficinas artísticas visam trabalhar a relação com a qual a criança interage com o outro. Essa cumplicidade colabora para despertar o potencial criativo da criança, sendo, inclusive, um contraponto ao uso crescente dos meios digitais por parte de crianças das mais variadas idades. Uma volta ao olhar como uma criança: escutar os sons, ouvir as palavras, entender seus significados, interagir com outras crianças e adultos, num jogo de "ganha ganha", ressignificar os objetos, criar pequenas histórias, experimentar improvisações. Busca-se compartilhar com as crianças o lugar de criação, o lugar da experiência sensível, pois tudo o que passa pela experiência sensível traz criatividade. Trabalha-se a partir do exercício do olhar, porque vivenciar e refletir de um jeito mais direto a partir do olhar implica no embate consigo mesmo. Muitas vezes ao olhar o outro a tendência é desviar, fechar os olhos, olhar para o chão, movimentar-se, apertar as mãos, tencionar o corpo, olhar não é tão simples! Mas a orientação sempre é a de buscar a cumplicidade e a segurança, porque olhar para si a partir da relação com o outro é um exercício. Espera-se que o cronograma seja executado aos finais de semana, sendo previsto para cada cidade apresentações do espetáculo às sextas-feiras, nos períodos matutino e vespertino, prioritariamente para o público da Educação Infantil dos municípios, com escolas agendadas antecipadamente, sendo, também, aberto ao publico espontâneo; aos sábados, no período vespetino a apresentaçào será aberta a todo público tendo como foco especialmente as crianças e seus familiares. As oficinas ocorrerão no decorrer da semana em escolas agendadas, nos períodos matutino e vespertino, direcionadas para crianças de 3 a 5 anos. Os estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo formam uma triplice fronteira, com importantes cidades em sua proximidade. Londrina, Maringá, Campo Grande, Três Lagoas, São José do Rio Preto e Presidente Prudente, são cidades que possuem um potencial para atingir o público programado. Em todas, há equipamentos culturais com qualidade para receber artistas e público, de maneira adequada e com o conforto necessário para essa ação. É previsto o benefício de 6.000 pessoas diretamente e 50 mil pessoas, indiretamente, através da execução do plano de divulgação nos três estados escolhidos. Ressalte-se que, visando a acessibilidade de conteúdo dos espetáculos serão contratados instrutores para realização de audiodescrição e todas as atividades serão realizadas em locais adaptados para as mais diversas necessidades. Ainda, o projeto prevê transporte para logística de crianças da rede pública até os espetáculos, buscando promover acessibilidade social e democratização do acesso. Considera-se, portanto, que se trata de projeto que efetiva o preconizado no Art. 1º da Lei 8.313 de 1991, uma vez que se trata de projeto que visa diretamente: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Há, também, previsão para efetivação do Art. 3º, incisos I e II da referida Lei.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Espetáculo "Qual a Graça de Laurinda?" Especificações tecnicas: Espetáculo que utiliza a linguagem da palhaçaria; dois atores em cena; um técnico de iluminação e áudio; tempo mínimo para montagem de cenário 120 minutos; duração do espetáculo 50 minutos; três apresentações previstas do espetáculo, sendo duas apresntações na sexta-feira, uma apresentaçào no sábado; local previsto, locação de teatro em cada cidade, com no mínimo 200 lugares; tempo previsto para desmontagem de cenário, 120 minutos. Deslocamento entre as cidades programadas via terrestre. Oficina de circo para crianças: Apresentar a este público, exercícios de integração em grupo, relacionamento interpessoal, breves históricos do circo de maneira simples e adaptada a esta idade, exercícios de solo; duração 120 minutos; máximo de 50 crianças, realização nas imediações das escolas agendadas; material utilizado, elementos para malabares e colchonetes; não haverá cobrança para inscrições, e estas deverão ser realizadas antecipadamente.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Saliente-se que escolha dos locais (teatros) para desenvolver as atividades deste projeto, espetáculo e oficina, será pautada principalmente para que estes possuam acessibilidade, visando garantir acesso irrestrito às dependências físicas dos espaços. Já há um pré-estudo com indicação de locais para locação nas cidades sugeridas, com a certeza que estes cumpram as normas de acessibilidade física; Disponibilizar acesso exclusivo com assentos em local privilegiado para idosos e pessoas com deficiência, garantindo assim a integridade e acessibilidade dos mesmos; Disponibilizar profissional responsável para orientação de idosos e pessoas com deficiência. Acessibilidade para deficientes visuais: Disponibilizar profissional responsável pelo acompanhamento de pessoas com deficiência visual, para realizar junto aos artistas selecionados uma visita sensorial aos materiais utilizados, bem como acompanhamento visando a audiodescrição da atividade artística. Acessibilidade para deficientes auditivos: O espetáculo não possui falas, sendo assim não se faz necessária a contratação de Interpretação em Linguagem Brasileira de Sinais – LIBRAS. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: As oficinas acontecerão em escolas públicas de educação infantil. Acessibilidade para deficientes visuais: A atividade formativa se desenvolve de maneira a incluir pessoas com as mais variadas deficiências, e, considerando-se que irá acontecer em escolas da rede pública, espera-se contar com a rede de acessibilidade presente na instituição de ensino, frisando que a oficina é desenvolvida neste sentido. Acessibilidade para deficientes auditivos: A atividade formativa se desenvolve de maneira a incluir pessoas com as mais variadas deficiências, e, considerando-se que irá acontecer em escolas da rede pública, espera-se contar com a rede de acessibilidade presente na instituição de ensino, frisando que a oficina é desenvolvida neste sentido. Todas as ações serão de acordo com o disposto na Lei Federal nº 13.146/2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, que regulam o tema.

Democratização do acesso

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS O projeto em questão prevê medidas de ampliação da democratização de acesso, conforme disposto no Art. 21 da I.N. nº 02/2019, especificamente os incisos II, III e VII. II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência oucom mobilidade reduzida e aos idosos;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; CONTRAPARTIDA SOCIAL O projeto em questão prevê medidas de ampliação da democratização de acesso, conforme disposto no Art. 21 da I.N. nº 02/2019, especificamente os incisos II, III e VII. II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência oucom mobilidade reduzida e aos idosos;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Disponibiliza-se aqui o currículo do Grupo Triolé, responsável pela execução deste projeto. Gerson Bernardes – Diretor Geral / Ator (Representação Triolé Cultural LTDA ME): Gerson Bernardes de Carvalho Junior, nome artístico Gerson Bernardes, é palhaço, ator e produtor em Londrina desde 2009. É cofundador do Triolé e da Vila Triolé, onde atua como Gestor. É, também, coordenador do Projeto Plantão Sorriso, grupo de palhaços que atua nos hospitais da cidade desde 1996. Foi Conselheiro Titular do Conselho Municipal de Política Cultural de Londrina de 2017 a 2019. É bacharel em Direito pela Universidade Estadual de Londrina – UEL e Pós-graduado lato sensu em Direito Constitucional Contemporâneo pelo Instituto de Direito Constitucional e Cidadania – IDCC. Ale Simioni – Diretor de Produção / Ator (Representação Triolé Cultural LTDA ME): Alexandre de Oliveira Simioni, nome artístico Ale Simioni, é cofundador do Triolé e da Vila Triolé, atuando também como gestor do espaço. Atuou como Diretor, Ator e Produtor em inúmeras produções na cidade de Londrina e no país. Foi Programador do SESC Paraná de 1999 até 2014, quando passou a gerenciar a unidade de Cultura do SESC Paraná em Londrina, SESC Cadeião Cultural, até novembro de 2018. Possui Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Londrina – UEL, Pós-graduação lato sensu em Gestão Cultural pelo SENAC. Amanda Freire – Produtora Executiva: Amanda Menezes Freire, nome artístico Amanda Freire, é Produtora do grupo Triolé e da Vila Triolé, na qual atua também como Programadora do espaço. Atua como produtora em Festivais e ações Culturais na cidade de Londrina Foi produtora administrativa do Centro Cultural e outros Projetos e Programas do SESI de 2015 a 2017. É bacharel em Comunicação Social pela Universidade Estadual de Londrina - UEL, e especialista em Gestão Cultural pelo SENAC. Lafaiete do Vale - Registro Audiovisual: Rony Lafaiete do Vale, realiza o registro e edição dos projetos audiovisuais do Grupo Triolé há alguns anos, é Graduado em Artes Visuais e Multimídia pela UNOPAR e Pós-graduado em Fotografia: Práxis e discurso fotográfico pela Universidade Estadual de Londrina (2009). Atualmente, participa do projeto "Triolé Fora da Estrada" realizando o registro e edição do diário de bordo da circulação. Atuou na produção mídia impressa e rádio-televisiva da campanha "Ser Solidário 2008" (2008 - Londrina/PR), foi monitor do Registro fotográfico e audiovisual do IV ENCART – Encontro de Arte e Tecnologia (2012- Londrina/PR) e realizou o registro Fotográfico e Cinematográfico Campanha do Dia da Mulher – Hospital Universitário Regional de Londrina – IFMSA Brasil (2011 - Londrina/PR).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.