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Realização de espetáculo circense itinerante e oficina de composição circense, gratuitamente, proporcionando ao público imersão a arte de circo.
Espetáculo Público: pessoas de todos os gêneros e idades Quantidade de apresentações: 24 Duração: 1h Expectativa de público: 40 pessoas por espetáculo, totalizando nas 24 apresentações um público de 960 pessoas Titulo: Hulalá Genero: Show de rua, absurdo, comico Técnicas utilizadas: juggle, hula hoops, magic, whips, humor Direção artística: Daniela Rocha Rosa
Geral Proporcionar ao público em geral o encontro com o imaginário do circo, contribuindo para facilitar ao público em geral acesso a cultura, através da realização de espetáculo itinerante e oficinas em diferentes cidades brasileiras. Específicos -Realizar 24 apresentações de espetáculo circense em cidades brasileiras;-Realizar 2 oficinas de composição circense;- Realizar um workshop em Escola pública como contrapartida social;- Contribuir com processo de aproximação e formação de público para espetáculos protagonizados por mulheres, colaborando com a quebra de paradigmas do papel da mulher nas artes.
No imaginário popular o circo é lugar onde os espectadores, junto às suas famílias riem e se divertem enquanto assistem as mais diversas proezas. Desempenha papel importante no acesso à cultura, especialmente das camadas sociais menos favorecidas, já que os artistas circenses historicamente encontraram além do espaço da tradicional lona de circo muitos outros espaços para executar suas apresentações, como praças, feiras e até no semáforo, contando com a colaboração espontânea do público. Além dos trapezistas, bailarinas e acrobatas, o circo se consagrou como espaço de apresentação das mais diversas proezas: do cantor ao comediante; da mulher barbada ao faquir e hoje segue sendo uma manifestação cultural importante que traz nos seus registros estéticos a história e as características de um povo. O palhaço, dentro do circo foi sempre a figura mais associada às críticas sociais, enquanto outros números compunham a programação destacando virtudes esportivas, musicais e contemplativas. Hoje, com a aproximação do teatro contemporâneo e tantos outros fazeres artísticos que colocam o intérprete como criador da cena, as artes circenses estão transitando de uma demonstração técnica para um meio de expressão do indivíduo, que propõe ao público, reflexões e novos olhares sobre os mais diversos temas. Deixa de ser um produto pronto para o consumo e passa a ser uma obra que cria espaços para a reflexão. O espetáculo Hulalá, vem trazendo uma protagonista feminina. Ele não fala diretamente sobre questões exclusivas do universo feminino, mas traz em si a perspectiva de uma mulher que fala aos espectadores e que comunica a partir da experiência de um corpo feminino. Se coloca em cena para criar multiplicidade expressiva, não necessariamente relacionado a temas do universo feminino, mas que são permeados pela consciência de ser mulher social, histórica e culturalmente. Além disso ela também estará à frente da oficina de composição circense, que será uma forma diferente de experimentação e gerará resultado que será exposto ao público em geral. A trajetória do espetáculo está diretamente ligada às aspirações pessoais da artista que em 2015, depois de muitos anos explorando o universo técnico do circo e trabalhando como intérprete em diversos grupos, recebeu um prêmio para desenvolver um espetáculo junto a Cia. Bapho, um coletivo de circo feminino. O espetáculo chamado "AS- Artigo Feminino Plural" trouxe o tema da figura feminina para o repertório de interesse pessoal da artista e foi posteriormente fundamental para o desenvolvimento do show solo HulaLá. Em 2017, com o desejo de fazer um show solo, que pudesse ser realizado na rua e reunisse as experiências dos processos coletivos que acumulara até então, Laura começou a desenvolver "HulaLá" a partir de cenas e números que já existiam, com uma estrutura simples que combina independência e praticidade para viagens. O processo criativo de HulaLá começou na rua, em confronto com o público e passou por um primeiro processo de lapidação pelo olhar e direção de Daniela Rocha Rosa. Segue em constante processo de reelaboração através da colaboração de outros profissionais e múltiplos processos criativos. O incentivo permitirá que o espetáculo circule por mais cidades, colaborando para que mais e mais pessoas tenham acesso a arte circense. Diante disso, o projeto se enquadra na Lei 8.313/91, da seguinte forma: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; ... VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: ... II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; ... IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Espetáculo Hulalá Público: pessoas de todos os gêneros e idades Quantidade de apresentações: 24 Carga horária: 1h Expectativa de público: 40 pessoas por espetáculo - total 960 pessoas HulaLá arrebata com truques, poses, caras e bocas em um ritmo extremamente dinâmico. Aproveitando o talento e a técnica da artista são 50 minutos de show usando bambolês, mágica, malabarismos com chicotes e humor. Mesclando a essência da "arte de rua" com o poder da mulher circense, HulaLá é um espetáculo solo de circo que engloba uma pesquisa cênica, física e musical através de situação representada por uma excêntrica mulher que utiliza diversas técnicas e dinâmicas interativas na relação com o público. Com a convicção de ser uma diva diferentona, a personagem parece alternar entre o universo do fantasioso e do terreno, convidando quem assiste a embarcar em seus delírios, que deixam rastro de uma personalidade extravagante e livre. Uma mulher que busca nas entrelinhas de suas ações encorajar o público aos prazeres de seus pequenos devaneios. Em um momento ela hipnotiza com o domínio das técnicas circenses e no minuto seguinte causa estranheza até seu jeito de caminhar. Oficinas de composição circense Público: Estudantes de dança/ circo e teatro. Idade mínima 15 anos. Carga horária: total de 20h, sendo 5 dias, 4h por dia Expectativa de público: 40 pessoas (20 vagas em cada oficina) Como forma de estimular a qualificação e desenvolvimento de artistas cênicos, serão oferecidas duas edições da Oficina de Composição Circense em duas das cidades onde o espetáculo será realizado. Serão propostas atividades que ativem o intercâmbio de processos artísticos em dinâmicas individuais e coletivas para construir um ambiente cognitivo, fértil e criativo, compartilhando a experiência de produção artística do grupo. Cada edição da Oficina terá a duração de 5 dias, ao longo de uma semana, com 4h diárias de trabalho. A oficina promoverá exercícios de investigação, escrita, ensaios direcionados, mostra interna, exercícios individuais, em duplas e em grupos. Ao final do processo a turma é convidada a apresentar um experimento aberto ao público. O local pretendido para realização dessa atividade será, preferencialmente, algum centro cultural que já possui espaço e estrutura condizentes com as necessidade do Laboratório, bem como a facilidade de articulação com estudantes de artes cênicas. Havendo a possibilidade, será organizada uma mostra de processo com os participantes de cada uma das edições do Laboratório.
Espetáculo Acessibilidade física: Todas as apresentações acontecerão em locais adaptados a pessoas com deficiência física, locais com rampa de acesso, banheiros adaptados e sinalização. Acessibilidade para deficientes visuais: Em 6 das apresentações, sendo 1 em cada cidade, antes do inicio do espetaculo, será realizada visita sensorial ao cenário, figurino, com descrição detalhada dos aspectos visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: O projeto contará com um intérprete de libras durante 5 das apresentações. Oficinas Acessibilidade física: As oficinas acontecerão em locais adaptados a pessoas com deficiência física, locais com rampa de acesso, banheiros adaptados e sinalização. Acessibilidade para deficientes visuais: será realizada visita guiada sensorial com os produtos confeccionados na oficina, com descrição detalhada dos aspectos visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: A oficina contará com intepretação de libras. Contrapartida Social - workshop Acessibilidade física: As Escolas onde acontecerão em locais adaptados a pessoas com deficiência física, locais com rampa de acesso, banheiros adaptados e sinalização. Acessibilidade para deficientes visuais: será realizada audiodescrição das atividades durante todo workshop. Acessibilidade para deficientes auditivos: O workshop contará com intepretação de libras.
Espetáculo As apresentações acontecerão em locais públicos de forma gratuita. Público alvo: Pessoas de todos os gêneros e idades. Quantidade de público: estimativa de 40 pessoas por apresentação, totalizando 960 pessoas. *Atendendo a medida do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, incisos: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. Oficinas As aulas acontecerão em locais cedidos por parceiros de forma gratuita e serão disponibilizadas nas redes sociais do projeto. Público alvo: Estudantes de dança/ circo e teatro. Idade mínima 15 anos. Quantitativo de alunos: 40, sendo 20 pessoas por oficina. *Atendendo a medida do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, incisos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Workshop - Contrapartida Social Os workshops será realizado em uma Escola pública de uma das cidades da apresentação, oferecido a alunos e professores da rede, de forma gratuita. Público alvo: adolescentes a partir de 13 anos, jovens e adultos. *Atendendo a medida do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, incisos: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Laura Faleiros - Direção Geral e atriz Nascida no Brasil, Laura é artista de circo, dançarina e entusiasta de artes em geral. Em 2013, formou-se na Escola Nacional de Circo do Brasil e em dança na Universidade Angel Vianna (RJ). Nos últimos 3 anos, viajou por mais de 10 países entre a América do Sul e a Europa, conhecendo outros métodos de produção, pesquisando e desenvolvendo sua carreira. No Rio de Janeiro, fundou o Coletivo Bravos e a Cia Bapho (grupo de circo feminino) e trabalhou com muitas companhias de circo, como Irmãos Brothers, Up Leon, Nouvelle Troupe, Cia. da Pegada, Cia Crescer e Viver. Artístico, entre outros. Atualmente, no Brasil, além de sua pesquisa individual, desenvolve um trabalho de pesquisa e criação em circo com a "Cia. Amálgama" e frequentemente se apresenta como artista convidada no "Cabaret Le Petit" em São Paulo. Será responsável por todo o projeto e acompanhará todas as etapas. Daniela Rocha Rosa - Direção artística Brasileira/ nascida em São Paulo - SP, Atriz, Diretora, Palestrante e Mestre de Cerimônias. Desde o início de sua carreira, há 20 anos, trabalha as técnicas circenses como recurso criador para seus personagens e espetáculos. Especializou-se em Artes Cênicas (Faculdade Paulista de Artes). Há 8 anos, por um desejo quase que inconsciente de viver uma arte mais "alegre" (não menos profunda), elegeu a estética circense como um caminho de pesquisa livre e autoral. Desta pesquisa surgiu sua Companhia LaClass Excêntricos, que hoje possui 6 espetáculos em seu repertório no qual atua em 5 destes e participou da concepção e direção de todos. Dani também participa de outros coletivos (Circo Zanni desde 2012, Circo Amarillo 2012) como artista, dirigiu e preparou o elenco de diversos grupos e artistas solos, como: Cia LaMala – Fábrica de Brinquedos; Cia Suno – De Partida; Cia dos Relativos – espetáculo Risco; Gutto Thomas mágico – espetáculo Despertador; Josefa Skandara – número de chapéus; Iara Gueler- número de corda; Marcelo Lujan – solo Marcelino em Pente Fino; espetáculo Risos – Circo Amarillo; Artur Faleiros – solo Malabamétrico; Laura Faleiros – Hulala. Há 2 anos faz um trabalho de preparação de atores e não atores sob a ótica do "Quem sou eu? Um encontro com a consciência da sua própria personalidade". Em sua carreira já foi professora universitária (Universidade Bandeirante) nas disciplinas de "Expressão Corporal e Vocal" e "Caracterização e Construção de Personagem", além de ter atuado como coaching de executivos, sempre sob a ótica da busca do bem-estar, de uma verdade íntima na observação e consciência do "personagem social x personalidade". Como atriz começou sua carreira em 1998. Conheceu um Grupo amador, que depois se profissionalizou e passou a existir como Grupo Gattu, que fez parte até 2011. Neste grupo, que foi e continua dirigido por Eoisa Vitz, trabalhou como atriz e assistente de direção dos seguintes espetáculos: Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente; Teatro a Vapor, de Artur Azevedo; Viúva, porém Honesta, Boca de Ouro, Dorotéia, A Serpente, de Nelson Rodrigues; Game um Jogo Perigoso, Criação Coletiva; Foi no Carnaval que Passou, Paulo Veredas Júlia Pacheco - Figurinista Nascida em São Paulo, SP em 1990 e residente da mesma desde então, transita no universo da arte através de diversas linguagens; artista visual que se manifesta por meio do vestuário, visagismo, pintura, música, poesia e designer artesanal de artefatos, estilista. De forma mais ampla, sempre buscando a comunicação visual e imagética entre os símbolos de todas estas expressões artísticas que simplificam e enaltecem as particularidades de cada experiência individual. Iniciou Desenho de Moda pela Faculdade Santa Marcelina, não concluso por acreditar mais na vivência empírica para construção de sua trajetória artística e humana nessa experiência poética e sensível. Tendo como foco a linguagem visual através do vestuário, em sua manifestação mais lúdica, participou de projetos como figurinista para companhias circenses entre elas, Cia Lar Doce Lar (SP), Cia do Relativo (SP), Cia LaClass Excêntricos (SP), Tropa Trupe (RN). Diretora criativa da marca experimental Alastra, segue numa pesquisa politica de apropriação da materia e ressignificação do corpo como indivíduo pensante e transformador do universo que nos rodeia, através de upcycling e provocação do fashion garbage das logomarcas ostensivas.
PROJETO ARQUIVADO.