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O projeto Jazz de Segunda tem como principal objetivo a realização de apresentações de jazz em teatro. O projeto acontecerá num período de 08 meses com apresentações nas segundas-feiras. No primeiro mês, o palco será totalmente dedicado às mulheres instrumentistas e cantoras, possibilitando seu protagonismo na cena musical mineira. O projeto terá periodicidade quinzenal. A intenção de fazer as apresentações de jazz em teatro é uma forma de valorizar o espetáculo e possibilitar tanto ao público quanto ao artista uma experiência ainda mais surpreendente que esse ritmo atemporal nos proporciona. A abertura e o encerramento do projeto terá entrada gratuita, observando a capacidade da casa, possibilitando o acesso mais amplo do público.
Classificação indicativa para apresentações em teatro: Livre, desde que o menor esteja acompanhado dos pais Os grupos serão definidos por meio de curadoria, conforme explicado no projeto, inclusive com modelo de regulamento anexo nos documentos, portanto, não é possível definir repertório e nome de grupo. Apenas dois grupos foram pré-selecionados, conforme explicado no projeto, inclusive com carta de anuência anexada nos documentos: Grupo Amaranto e Trio Mitre com o Show Bendito Jazz Fernanda Rabelo Quarteto - show a definir
Objetivo Geral *Realizar o projeto Jazz de segunda - 1ª Edição, sempre às segundas-feiras com periocidade quinzenal em teatro. Objetivos Específicos * Realizar 9 shows com grupos de jazz em teatro; * Estimular a difusão do Jazz e da música instrumental em espaço teatral. * Oferecer à comunidade um produto de qualidade, como apresentações de música instrumental; * Fomentar, valorizar e promover a importância das apresentações de Jazz em teatro; *Contribuir para fruição do gênero musical, possibilitando que sua aplicabilidade seja rentável aos participantes e aos nossos colaboradores. * Proporcionar trabalho direto ou indireto para mais de 50 profissionais. * Expandir e valorizar o trabalho artístico da equipe por meio da realização do projeto. * Manter o gênero musical em evidência, possibilitando que o projeto tenha continuidade no ano seguinte. * Colaborar na fruição do trabalho das mulheres musicistas de Minas
O Jazz é um estilo musical e uma expressão artística que surgiu nos Estados Unidos, entre o final do século XIX e início do século XX. Uma manifestação musical que se originou principalmente de um legado religioso afro-americano, que influenciou diretamente na cultura do país. Inevitavelmente, o Jazz se popularizou a partir do século XX. As primeiras bandas tinham uma formação composta por trombone, contrabaixo, piano, corneta, clarineta. A "Original Dixieland Jass Band" foi a responsável por propagar a nomenclatura "Jazz" e tornar o estilo mais conhecido. Logo após a Primeira Guerra Mundial, os americanos passaram a se interessar por shows, teatro e cinema, e esse foi um dos grandes motivos da popularização do Jazz. A capital mineira tem recebido inúmeros festivais de jazz em praças, bares e nas grandes casas de espetáculos. O nível de aceitação desses eventos tem sido alto e isso só reafirma que os belo-horizontinos apreciam a sonoridade e o ritmo sincopado da música moderna originada da cultura negra norte-americana. Belo Horizonte, capital de um dos estados brasileiros mais ricos musicalmente, Minas Gerais, se nutre desse universo artístico com músicos renomados, como Toninho Horta, consagrado nome da guitarra jazzística internacional e fundador do Instituto Maestro João Horta; Juarez Moreira e Celso Moreira, violinistas; Chico Amaral, saxofonista e compositor; Beto Lopes, compositor e instrumentista e o pianista e baixista Enéias Xavier. Ainda que tímida, a presença de artistas mulheres na cena musical e nos festivais de jazz de Belo Horizonte, tem se mostrado cada vez mais latente. Temos grandes artistas como a pianista Luísa Mitre e seu quinteto, que reúne Natália Mitre (vibrafone), Marcela Nunes (flauta), Camila Rocha (baixo) e Paulo Froes (bateria). E pensando na importância dessa representatividade, que pode gerar visibilidade e valorização para mulheres musicistas, o primeiro mês da primeira edição do projeto Jazz de Segunda será totalmente dedicado às mulheres instrumentistas e cantoras da cena belo-horizontina, que tem se revelado com grande força. As apresentações serão em teatro, quinzenalmente, sempre às segundas-feiras. O projeto tem como principal objetivo promover um evento que possa fomentar o cena musical mineira, dando visibilidade aos músicos mineiros e contribuindo com a cena do Jazz em Belo Horizonte. Um projeto dessa qualidade, realizado sem o suporte de um patrocínio ou incentivo resultaria em um empreendimento de alto risco, com preços de ingressos elevados, restringindo o acesso à cultura apenas a uma camada da população. O cachê dos artistas, aluguel do teatro, equipamento de som, luz, cenografia, além de toda equipe envolvida, resulta num valor alto para o idealizador do projeto, a solicitação de apoio é uma das poucas maneiras de levarmos esse tipo de trabalho às camadas mais populares, sendo imprescindível a sua existência para democratizar a cultura em todo o País. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;
9 apresentações de jazz, no período de 8 meses, com periodicidade quinzenal, sempre às segundas-feiras.
APRESENTAÇÃO MUSICAL Serão contratadas 09 apresentações musicais, sendo, 07 instrumentais e 02 cantadas Tempo de duração de todas as apresentações: 1h20 Valor total pago às apresentações de Música Instrumental: R$37.940,00 Valor total pago às apresentações de Música cantada: R$ 7.100,00 Todas as apresentações serão de grupos de jazz.
• As apresentações podem ser assistidas por pessoas com necessidades especiais O LOCAL - A acessibilidade do espaço físico Vamos priorizar espaços que sejam de fácil acesso para pessoas com mobilidade reduzida, com espaço para cadeirantes. A entrada e saída serão bem distribuídas, com rampas e corrimãos que facilitem o deslocamento. O local será espaçoso e apto para receber os cães-guia dos deficientes visuais. Reserva de lugares para pessoas com necessidades especiais. Vamos observar a acessibilidade do estacionamento mais próximo para facilitar e tornar a experiência ainda mais confortável e surpreendente, além dos banheiros do local que também deverão ser acessíveis. A COMUNICAÇÃO - Além da comunicação tradicional, utilizaremos a divulgação em mídias sociais, utilizando uma linguagem inclusiva. Uso das hashtags #PraTodosVerem e #PraCegoVer nas legendas e descrição as imagens postadas. Assim, o conteúdo fica acessível para os deficientes visuais e a interação desse público com o conteúdo aumenta. Veiculação de vídeos com intérprete de libras. O TRANSPORTE - Priorizaremos local que seja acessível por transporte público. ORIENTAÇÃO DA EQUIPE - Vamos Contratar pessoas capacitadas para lidar com as diferenças. O EVENTO - Todas as apresentações terão o tradutor de libras e audiodescrição antes de cada show explicando como será o evento. ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos eetc.DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras.DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição
Abertura e encerramento do projeto com entrada gratuita, possibilitando maior acesso do público. 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; Meia entrada para estudantes, maiores de 60 anos Preço promocional para portadores de deficiência (R$15). Os ingressos serão comercializados inteira R$ 50,00 - meia R$ 25,00 Posteriormente, as apresentações serão disponibilizadas nos canais do projeto: Instagram, Youtube, Facebook. Fazer parceria com a Rede Minas para que os shows possam ser veiculado em redes públicas de televisão. Em complemento às medidas de ampliação de acesso, o projeto se enquadra do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
IRIS FIGUEIREDO PRATES [O proponente exercerá as funções abaixo e será remunerado por elas] Função: Direção de Produção | Coordenadora Financeira Melhor atriz Coadjuvante de 2018 pelo 5ª Prêmio Copasa/Sinparc de Minas Gerais Experiência Profissional: Cadoro Eventos - Produtora Executiva da Orquestra Mineira de Rock de 2019 até o momento. Produtora Nos Shows: ExpoBarbacena 2019 | Encontro Marcado - Flávio Venturini, 14 Bis e Sá&Guarabyra (Nova Lima, São Paulo e Santos) | Quinteto Violado e Banda de Pau e Corda (Juiz de Fora) Produtora Executiva: Lima Produções Culturais / O Trem Companhia de Teatro / Tríplice Cultural-SP Boca Cheia D´água - 2016 / O que mora no escuro - 2015 / O Caldeirão da Santa Cruz do Deserto -2017 / Projeto Diversão em Cena ArcelorMittal e Circuito Cultural Contagem BelgoBekaert 2015/2016/2017/2018 Obra-prima Produção e Eventos Produção espetáculo cênico musical para primeira infância "Concertos para Bebês-Brasil" 2017 Produção espetáculo infantojuvenil "Beijo de Tangerina" 2016 Produção do Festival de Inverno de Araxá 2013/2014 (Shows Musicais / Teatro / Dança) Produção do Espetáculo Sobre Atos e Palavras 2013/2014 / 2015/2016/2017 Produção do espetáculo "Com o diabo no Corpo" 2003 Equipe 1 Produtora de Vídeo/Produção de Vídeo para empresa Rima Produção de Vídeo Grupo Rima Institucional / Automotiva / Sílício Metálico / Magnésio / Ferro-Ligas (BH / Várzea da Palma / Bocaiúva / Buritizeiro / Capitão Enéas / Olhos D´Água) Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte/Gestora do Teatro Francisco Nunes Participação na produção do 2º Seminário/Audiovisual, Artes Visuais, Literatura e Música -Programa Agenda Criativa Mídia Filmes Digitais Ltda/Produção de Vídeo Produção de Vídeo Construtoras Rossi e Direcional Granja Werneck (BH / Campinas / Curitiba) Produção de Vídeo Construtora MRV - Rios d´Itália (São José do Rio Preto) Produção de Vídeo Mining Ventures Brasil (Rio de Janeiro / São Paulo / Minaçu Goiás) Produção de Vídeo Patrimar/Novolar (BH)/Link: http://vimeo.com/midia/videos CHRISTIANO COSSO CALDAS Função: Produtor Musical Músico, arranjador, engenheiro de som Curso DGC Áudio (Fundamentos de áudio) Módulos 1,2 e 3 Bacharelando em piano Christiano Caldas iniciou sua carreira musical aos 13 anos, em bandas de baile na cidade de Belo Horizonte|MG. Autodidata, aos 17 anos iniciou seus trabalhos de direção musical e engenharia de som em estúdios de gravação. É o terceiro pianista de Milton Nascimento, trabalha com Flávio Venturini e atualmente, integra o grupo 14 Bis. Ainda como pianista | tecladista, trabalhou com Jane Dubock, Bebel Gilberto, Hamilton de Holanda, Sá & Guarabyra , Roberto Menescal(RJ), Chico Amaral, Yamandu Costa, Wagner Tiso, Pepeu Gomes, João Donato, Affonsinho, Marina Machado, Leo Gandelman, Célio Balona, Beto Guedes, Juarez Moreira, Celso Fonseca, Carlos Malta (RJ), Nivaldo Ornelas, Marku Ribas, Toninho Horta, Vander Lee, Thiago Delegado, entre outros. Como engenheiro de som , fez trabalhos com Trio Corrente, Wilson Lopes, Stella Caymmi, Milton Nascimento, Darcy James (NY), Mike Stern, Aline Calixto e Emicida, Chris Washburne (NY), entre outros. Trabalhou como arranjador para Flávio Venturini, 14 Bis, Orquestra Ouro Preto, Célio Balona, entre outros. ROBERTO NATALINO RIBEIRO Função: Contador Técnico em Contabilidade CRC/MG 051.934/O-1 Artes Cênicas pela UFMG de 1986 a 1989 Interpretação para TV, Ministrado por Frederico Myrink em setembro 2002 Assessoria de projetos culturais em leis de incentivo à cultura com acompanhamento e prestação de contas de editais de lei de incentivo Federal, Estadual e Municipal). Projetos da Lei Federal / Leis Estaduais (Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo) e Lei Municipal: Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de MG / SINPARC; Atividades Artísticas / SINPARC; Por Pouco ou Dois Menos / CANGARAL; Projeto: EXPANSÃO BATTUXÁ - 1ª AÇÃO, VIZINHANÇA - Grupo Musical Battuxá de Araxá; GRUPO ORIUNDO; Circuito Cultural - O Trem 2011 - O TREM CIA DE TEATRO. Produtor Executivo do Produção do Festival de Inverno de Araxá 2013/2014 (Shows Musicais / Teatro / Dança) JONNATHAN MARTINS GALVÃO Função: Intérprete de Libras Graduado no curso Tecnólogo em Comunicação Assistiva: Libras e Braille pela PUC Minas, em 2013, certificação do CAS – BH. Atuou como educador cultural e intérprete de Libras no Circuito Cultural Praça da Liberdade e no IEPHA – MG, atualmente trabalha na Associação de Surdos de Minas Gerais - ASMG na área de educação. Ampla experiência em atuação com tradução e interpretação de Libras em: palestras, visitas turísticas, visitas em museus, congressos. Atualmente tem referência por trabalhar com espetáculos teatrais, shows musicais, aberturas de eventos culturais, tradução de poesias, leituras dramáticas. Desenvolve pesquisas sobre a área de inclusão de pessoas surdas. RODRIGO GARCIA PACHECO Função: Curador Graduação em música pela Escola de Música da UFMG: Regência (2008), Violoncelo (2014) e Composição (2015); Membro da banda Cartoon (guitarrista, violonista, baixista, violoncelista, vocalista e compositor) desde 2002. Rege atualmente os coraisAses-MG (desde 2008), Vozes da Liberdade (desde 2011), Madrigal Cura d'Ars (desde 2012) e Vozes de Minas - Correios (desde 2018).Integra o Quarteto de Cordas Minueto (desde 2009). Todos estes grupos executam vários de seus arranjos.Foi regente do Coral da ALMG e atuou como Produtor Musical, Arranjador, Orquestrador e Diretor Musical durante a Cantata de Natal daALMG (2011) e ainda foi regente do Grupo Orguel Musical (desde 2011 até seu final em 2017).Participou de vários festivais e concertos como regente e violoncelista.Gravou o DVD Concerto para Curvas Sinos e Anjos, ao vivo em Ouro Preto, de Paulinho Santos do Uakti, como regente do grupo e, também,gravou os CDs Bigorna, Estribo, Unbeatable e V, com a banda Cartoon.Regeu e fez arranjos para a orquestra no DVD/CD Ventos de Outono, ao vivo no Pal cio das Artes, da Banda Cálix e gravou (regendo,arranjando e coproduzindo) o CD instrumental Trilhas Imaginárias, do flautista Renato Savassi.Participou, com a banda Cartoon, da Canadian Music Week em 2012 e de um reality show do canal Sony chamado Breakout Brasil, sendouma das 4 finalistas entre mais de 2.000 bandas participantes e também, em Junho de 2014 do lançamento internacional do CD do Cartoon- Unbeatable em Dublin - Irlanda, durante o festival YouBloom.Participou da turnê pela costa oeste dos Estados Unidos durante o mês inteiro de Julho de 2015 com a banda Cartoon com shows em MorroBay, Sacramento, Mill Valley, San Francisco, Seattle e outros.Integrante da Orquestra Mineira de Rock, projeto formado pelas bandas Cartoon, Cálix e Somba com as três bandas tocando juntas.Fundador e membro do quinteto Rockin' Strings (desde 2016).Regente, diretor artístico e fundador da Fractal Orchestra com a qual fez o concerto The Wall - o filme, onde também fez a transcrição eadaptação de todo o material para orquestra, com a banda Pink Floyd Reunion com três noites de casa cheia no Cine Theatro Brasil em2017, projeto que contava com orquestra, banda e o filme The Wall sendo executados ao vivo em sincronia. Este concerto fez sua estréiafora de MG recentemente lotando o Tom Brasil (uma das principais casas do gênero no Brasil) em São Paulo - SP. LUCAS CHIARADIA Função: Técnico de Luz e Assistente de Produção Bacharel Engenharia Civil Faculdades Kennedy 2019; Bacharel e licenciado em Geografia pelo centro universitário UNI-BH 2009; Curso básico de Música pelo CEFAR - Centro de Formação Artística do Palácio das Artes - Fundação Clovis Salgado 2013; Pós- Graduado em Gestão Cultural pelo Centro universitário Una. 2014 Experiências Profissionais: Produtor executivo dos espetáculos teatrais: • 2017 - “Chapeuzinho Vermelho”, direção Lívia Gaudêncio; • 2015 - “O Que Mora no Escuro”, direção Lívia Gaudêncio *Projeto executado em parceria com o Grupo Giramundo;• 2014 - “Romeu e Julieta, na era dos recicláveis”, direção Lívia Gaudêncio;• 2014 - “A Menina que Entra em Livros”, direção Juliano Barone; Músico dos espetáculos teatrais e participação em trilhas sonoras e técnico sonorização: 2017 – “ Flicts”, direção de Lívia Gaudêncio. 2017 – “Chapeuzinho Vermelho”, direção de Lívia Gaudêncio. 2017 – “ Kalundu” Solo de Benjamim Abras. 2017 – “ Caldeirão da Santa Cruz”, direção Zé Walter. 2016 – “Dom Quixote”, direção Casa de Lua. 2016 – “Beijo de Tangerina”, direção de Mariana Bizzoto. 2015 - “O Que Mora no Escuro”, direção Lívia Gaudêncio *Projeto executado em parceria com o Grupo Giramundo; 2014- “Cabaré Vagabundo”, direção de Antônio Hildelbrando.2013 - “Fábulas Errantes”, direção Mariana Muniz *Projeto Pé na Rua/Galpão Cine Horto 2009- “Exercício Antígona”, Monologo Bruna Chiaradia; Produtor executivo dos festivais teatrais: • 2012/13/14/15/16/17/18/19 Diversão em Cena Arcelor Mittal (Belo Horizonte-MG, Juiz de Fora-MG, Sabará-MG; Osasco-SP ); • 2013/14/15/16/17/18/19 – Circuito Cultural Belgo Bekaert (Feira de Santana- BA;Contagem-MG; Itaúna-MG); • 2019 – Forma e Transforma (Abaeté, Bom Despacho, Desembargador Otoni, Engenho do Ribeiro, Senador Modestino, Quartel Geral, Martinho Campos, Alberto Isaacson, Ibitira, Buriti Grande, Lagoa, Planalto de Minas, Santo Antônio do Mercadinho, Carbonita, Abadia, Dores do Indaiá ); • 2016 – Feira de Teatro e formas animadas em Fafe – Portugal, com o Espetáculo O que mora no escuro do Grupo O Trem Cia. De teatro; • 2019 – Temporada Espetáculo Chapeuzinho Vermelho do Grupo O Trem ARTISTAS PRÉ-SELECIONADAS PARA ABERTURA DO PROJETO GRUPO AMARANTO As irmãs Flávia, Lúcia e Marina Ferraz trazem o entrosamento de casa. Sempre cantando e tocando juntas, realizam um trabalho vocal extremamente apurado, além de serem instrumentistas (violão, flauta e piano) com sólida formação acadêmica, seja na Universidade Federal de Minas Gerais, seja na conceituada Fundação de Educação Artística, em Belo Horizonte/MG. Com criatividade e inteligência, o grupo elabora seus próprios arranjos, demonstrando que domina amplamente seus recursos musicais. Exploram-se, com elegância e bom gosto, elementos como cânones, contracantos, uníssonos e trios, e os cuidados precisos com a instrumentação são também notáveis. Tais qualidades têm recebido aplausos calorosos da crítica mais inteligente – nomes como Mauro Dias, João Paulo Cunha e José Domingos Raffaelli –, além de encontrar forte reconhecimento no meio musical e já ter formado um público considerável e fiel. Em março de 2000, o Amaranto lançou, em Belo Horizonte, o seu primeiro CD. “Retrato da Vida”, que apresenta canções de Djavan, interpretadas pelo grupo e um variado conjunto instrumental. O disco teve direção musical de Geraldo Vianna e arranjos do grupo e de Guilherme Paoliello, e foi responsável pelo reconhecimento do Amaranto como uma das grandes novidades da cena musical brasileira. Ainda em 2000, no Prêmio Visa Edição Compositores, em São Paulo, o Amaranto representou, juntamente com a cantora Marina Machado, a obra do compositor mineiro Flávio Henrique. O show “Aos Olhos de Guignard”, resultado da parceria com Flávio e Marina, realizado em Belo Horizonte, foi gravado e deu origem ao aclamado CD homônimo, lançado em abril de 2001, com um show recorde de público no Museu Histórico Abílio Barreto (BH). Em 2002, o Amaranto foi agraciado, pela terceira vez consecutiva, com o título de Melhor Grupo Vocal de Minas Gerais, pelo Troféu Pró-Música (1999, 2000 e 2001). No ano de 2003, o Amaranto lançou “Brasilêro”, seu terceiro CD – dirigido por Rodolfo Stroeter -, e contando com uma equipe de renomados instrumentistas, essencialmente com canções inéditas de compositores consagrados e de novos nomes da nossa música popular brasileira. O show de lançamento de “Brasilêro”, realizado em agosto de 2003, lotou o Grande Teatro do Palácio das Artes (quase 1700 pessoas), em Belo Horizonte. Em março de 2004, em novo show realizado naquele teatro, marcando a abertura da turnê de lançamento do disco, o Amaranto superou o resultado anterior, tendo os ingressos esgotados antes da hora do espetáculo. Em turnê, o CD “Brasilêro” foi lançado com sucesso em nove cidades do interior de Minas e no Rio de Janeiro, em show no Mistura Fina. Em 2005, o Amaranto foi selecionado pelo projeto Rumos, do Itáu Cultural. Como prêmio, seu trabalho integra o CD "O Brasil em 9 CD's" e faz parte de uma coletânea de DVD's de shows gravados no auditório do Itaú Cultural. Em 2006, o Amaranto realizou um antigo projeto: a gravação e o lançamento do CD “Três Pontes”, seu primeiro trabalho dedicado ao público infantil, dirigido por Rodolfo Stroeter. O ano de 2008 foi marcado pela turnê do disco Três Pontes pelo interior de Minas e pela primeira apresentação do Amaranto fora do Brasil (Washington e Nova York, em setembro). Em 2009, o trio lançou o CD “Três Estações”, uma homenagem a Dorival Caymmi, gravado ao vivo em parceria com Geraldo Vianna e Fernando Brant. Entitulado Quarto Azul, o CD lançado em maio de 2011, é considerado pelo Trio Amaranto como o mais autoral. Quarto Azul traz canções de suas integrantes e de seus parceiros mais próximos. A maior parte das músicas do disco leva a assinatura de Marina Ferraz. Ela também fez letras para canções de Tiago Godoy, compositor gravado pelo trio desde o disco Brasilêro. Édil Guedes, também apresentado ao público no mesmo CD, apresenta em Quarto Azul novas canções e parcerias. Eis o Amaranto. Um trabalho consistente em que a orientação é a boa música. FERNANDA RABELO QUARTETO Fernanda Rabelo recentemente iniciou um projeto solo que contempla maior diversidade musical, trazendo clássicos do samba, bossa nova e MPB, levando ao público mineiro o melhor da música em suas múltiplas vertentes. O show traz alguns clássicos do jazz tradicional, standards variados, soul e uma leve pitada de bossa nova. Acompanhada pelo contrabaixista Yan Vasconcellos, Levy Júnior na bateria e Bruno Viana na guitarra, Fernanda promete ao público um show vibrante e inesquecível. Fernanda Rabelo é natural de Brasília e integrou corais e grupos de prática erudita e popular. A saxofonista já participou de diversos festivais e master classes com professores internacionalmente reconhecidos. Além disso, faz parte da banda Asas de Minas, da Força Aérea Brasileira,é também integrante da renomada banda belo-horizontina de jazz tradicional, Happy Feet Jazz Band.
ARQUIVADO CONFORME SOLICITAÇÃO DO PROPONENTE.