Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Apresentações do premiado espetáculo infantil ÁGUA DOCE, discutindo a importância de um recurso natural limitado que é a água de forma lúdica em uma linguagem direcionada principalmente à crianças e adolescentes, mas acessível para todos os públicos.
Espetáculo ao ar livre que trata da relação do homem com a água doce, dando destaque aos rios brasileiros por meio do mito da Iara e de outros seres folclóricos presentes nas comunidades ribeirinhas. Com texto, cenografia, figurinos, trilha sonora e criação de bonecos originais, o espetáculo traz à tona rios, córregos e nascentes que foram esquecidos pela urbanização nas cidades. A Cia da Tribo, com sua linguagem cênica voltada para a cultura popular em diálogo com a contemporaneidade, apresenta lendas e personagens brasileiros como Iara, a Mãe do Rio; Cabeça de Cuia; Jaguarão; Pirarucu; Cobra Grande, entre outros.
Objetivo Geral O projeto visa contribuir para a democratização do acesso ao teatro para a primeira infância e para a difusão de informações a respeito dos rios brasileiros e da importância da consciência ambiental. Objetivos Específicos Realizar 11 apresentações gratuitas do espetáculo infantil ÁGUA DOCE em 2 estados brasileiros (Bahia e Rio de Janeiro), circulando por 6 cidades: Salvador, Cachoeira, São Francisco do Conde, Santo Amaro, Rio de Janeiro e Barra do Piraí. Apresentar o espetáculo em praças públicas. Durante a semana apresentar em praças próximas a escolas e aos finais de semana em praças conhecidas pela grande movimentação de famílias e pessoas em geral. Contemplar as crianças da primeira infância, realizando apresentações em praças próximas a escolas que serão convidadas especialmente para as apresentações e o público em geral aos finais de semana, também em praças públicas. A titulo de ação formativa, realizar exposição guiada pelos bonecos e objetos cênicos para alunos da rede pública em escolas próximas aos locais de apresentação, discutindo a importância da reciclagem e cuidado com o meio ambiente. A Título de Contrapartida Social, iremos oferecer: Todas as apresentações do espetáculo, serão gratuitas e abertas ao público em geral; Durante a semana, serão realizadas apresentações próximas a escolas onde o corpo discente será convidado para assistir o espetáculo e discutir a questão da reciclagem; Para os alunos das escolas próximas às praças, será oferecida uma exposição guiada pelos bonecos e objetos cênicos do espetáculo gratuitamente, pensando na necessidade de se discutir a questão da reciclagem e cuidado com o meio ambiente.
Através da Lei de Incentivo à Cultura, que possibilita a promoção, proteção e valorização das expressões culturais nacionais, a Cia da Tribo, representada pela Casa da Ladeira Arte e Cultura Ltda, quer expandir o alcance do espetáculo "ÁGUA DOCE" de modo a contribuir para a descentralização da oferta cultural, levando o espetáculo para grandes capitais e também cidades de população com até 150 milhões de habitantes, possibilitando às crianças, jovens e adultos destas cidades, o acesso a esta temática de grande importância: a proteção de nossas águas doces. O projeto em consonância com a Lei 8313/91 contribui para facilitar os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, através da difusão de manifestações culturais formadoras de conhecimento e cultura. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas; Estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; No Brasil atual, as crianças de centros urbanos têm pouco contato com a natureza. Muitas vezes não sabem de onde vem a água que surge nas torneiras ou entendem os rios apenas como esgotos a céu aberto. A partir da perspectiva de que conhecer é um passo para transformar a situação de abandono a que muitos dos rios estão sujeitos, o espetáculo ÁGUA DOCE possibilita ao público, de modo lúdico, uma aproximação ao universo das águas, em suas histórias, lendas e sons. A concepção da Cia da Tribo, de que a criança deve ser considerada como um sujeito integral, produtor de ideias, faz com que o espetáculo tenha sido pensado de modo a contribuir para um estreitamento na relação das crianças com a natureza, partindo do pressuposto de que todos podem contribuir para um futuro no qual a degradação seja substituída por uma postura que recupere a relação entre os seres humanos, o meio ambiente e todos os outros seres que compartilham este planeta. Com texto, cenografia, figurinos, trilha sonora e criação de bonecos originais, o espetáculo possibilita principalmente ao público da primeira infância uma experiência multissensorial _ teatro, dança, bonecos e música se misturam _ criando um mergulho imaginário para crianças de todas as idades. Em ÁGUA DOCE, bonecos e máscaras (confeccionados com materiais reutilizáveis) são utilizados para representar lendas e personagens brasileiros como Iara, a Mãe do Rio, o Jaguarão, o Cabeça de Cuia, entre outros. Confeccionados a partir de materiais reutilizáveis, sucatas e objetos de descarte, propiciam uma identificação por parte do público, que reconhece os objetos cotidianos no palco, agora transformados em grandes e divertidos bonecos. Dessa forma, dão lugar a vivência, atribuindo significados aos temas tratados na peça. A reutilização das sucatas também provoca uma reflexão sobre o consumo desenfreado e a produção de lixo e serve de exemplo de contenção e criatividade em prol da sustentabilidade. Desde sua estréia, ÁGUA DOCE cumpre uma trajetória de sucesso no estado de São Paulo, com projeção na mídia e prêmios (Prêmio APCA de Melhor Espetáculo de Rua e Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem, categoria Sustentabilidade). O espetáculo também foi contemplado em editais municipais e estaduais, entre eles: 6ª e 9º Edição do Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo e PROAC nº07/2019 "Circulação de espetáculos de teatro para o público infantil e jovem". Também realizou apresentações e temporadas em diversas unidades do SESC, festivais, parques e praças públicas. A Cia da Tribo, através da Lei de Incentivo à Cultura, deseja expandir o alcance do espetáculo, levando não apenas às grandes cidades, mas também cidades menores, de 2 estados brasileiros (Bahia e Rio de Janeiro), possibilitando às crianças destas cidades, o acesso à esta temática de grande importância: a proteção de nossas águas. A escolha das cidades de Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ) - ocorreu levando em conta capitais com processo de ampla urbanização, cujos rios sofreram agressões, com poluição e morte de animais. Já a escolha das cidades de Cachoeira, São Francisco do Conde, Santo Amaro e Barra do Piraí _ ocorreu levando em conta cidades banhadas por rios ainda preservados. Em ambos os casos a apresentação do espetáculo Água Doce, atuará como uma celebração aos nossos rios, as nossas águas doces, promovendo um encontro de cidadania e solidariedade entre as crianças e seus rios. A Cia da Tribo possui 24 anos de experiência em sua relação com a cultura popular e a infância, desenvolvendo seus trabalhos em um constante diálogo com questões atuais, consolidando-se como um grupo teatral de referência na área. Objetivando compartilhar os conhecimentos acumulados e contribuir para a democratização do acesso à cultura, serão realizadas ao término das apresentações uma conversa com a platéia e uma exposição com os bonecos do espetáculo, ações formativas culturais que apresentarão os processos criativos desenvolvidos pela companhia em seu último espetáculo, ÁGUA DOCE.
A Construção dos Bonecos A Cia da Tribo começou a pesquisa para Água Doce há mais de um ano. Encontraram o artista visual Adriano Castelo Branco, educador e criador de esculturas lúdico-sonoras constituídas de materiais de descarte e reutilizáveis. Para o espetáculo, Adriano e a Cia da Tribo buscaram na Cooperativa de Catadores de Guarulhos materiais como fitas métricas, talheres, matrizes de garrafas pet, microfone, tachinha de lata, entre outros. Inspirado pelos personagens folclóricos e da cultura indígena, Adriano criou especialmente para o espetáculo 15 ‘criaturas instrumentosas’, algumas em grandes dimensões.
Informações Técnicas Gênero: Infantil Class. Etária: indicado para crianças a partir de 3 anos Duração do espetáculo: 50 min Tempo de montagem: 2 horas Tempo de desmontagem: 60 min Equipe técnica: 6 pessoas Necessidades Técnicas Área mínima de atuação: 12 X 5m (piso regular) *Necessário ponto de energia A/C 110V A Cia da Tribo possui equipamento próprio para sonorização e para organização da estrutura para acomodação do público.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: o espetáculo Água Doce será realizado em praças públicas, todas com acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida. Todas as apresentações ocorrerão em espaços públicos (praças) que possibilitam o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Serão oferecidos colchonetes para acomodação do público e para aqueles que necessitarem serão oferecidas cadeiras, de modo que todos possam assistir ao espetáculo com maior conforto. Acessibilidade para deficientes visuais: a inclusão para os deficientes visuais ocorrerá no início do espetáculo com uma visita guiada pelo cenário, figurinos e bonecos do espetáculo. Acessibilidade para deficientes auditivos: Será disponibilizado através de QR-Code um vídeo online com todo o espetáculo narrado em libras. Além disso disponibilizaremos para o público que não tiver acesso à um aparelho celular ou internet uma revista de história em quadrinhos com cenas do espetáculo e todo o texto escrito. garantindo a possibilidade de acesso nas mais diversas condições. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Para garantir maior acessibilidade, as crianças serão divididas em pequenos grupos para que, separados possam se aproximar dos bonecos e tenham acesso à eles. Para pessoas com mobilidade reduzida, em caso de impossibilidade de circulação, todo o material da exposição será levado próximo à essas pessoas. Acessibilidade para deficientes visuais: Para o público com deficiencia visual, será oferecida a possibilidade de uma visita tátil à todo o material cênico do espetáculo. Acessibilidade para deficientes auditivos: Um dos participantes da equipe terá um breve treinamento em libras a partir de um roteiro pré-definido sobre a exposição, para que possa oferecer ao público com deficiencia auditiva a mesma possibilidade de compreensão do público em geral.
Como medida de democratização de acesso, adotaremos o exposto no inciso: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural. As apresentações serão gratuitas e terão sessões especiais para alunos da rede pública de ensino.
Ficha Técnica Representante jurídico da Cia da Tribo: Casa da Ladeira Arte e Cultura Ltda. Dirigente: Milene Perez Texto e Direção: Milene Perez e Wanderley Piras Atuação: Alef Barros, Geovana Oliveira, Milene Perez e Wanderley Piras Cenografia: Wanderley Piras Figurino: Milene Perez Direção de Produção e contrarregra: Gabriel Bueno Sonoplasta: Alexander Nishiyama A empresa de razão social Casa Da Ladeira Arte E Cultura Ltda. é a representante jurídica da Cia da Tribo, companhia teatral que produziu o espetáculo Água Doce. Os sócios presidentes da Casa Da Ladeira Arte E Cultura Ltda também são os diretores artísticos da Cia da Tribo. Currículos MILENE PEREZ: Atriz, diretora, figurinista e arte-educadora. Formada em Artes Cênicas pela Faculdade Paulista de Artes e Teatro Escola Macunaíma, possui ampla pesquisa em cultura popular e manipulação de bonecos, tendo estudado no Teatro Escola Brincante e realizado curso de Teatro Folclórico com o Prof. Dr. Clóvis Garcia. Fundadora da Cia da Tribo exerce na companhia as funções de diretora, autora, atriz e figurinista. Como artista educadora trabalhou em diversos projetos como o Ademar Guerra. Desde 2009 é artista professora na área de Artes Cênicas da Escola Municipal de Iniciação Artística (EMIA), tendo sido coordenadora da área de Teatro por dois anos. Em sua trajetória ganhou diversos prêmios como o Troféu Mambembe Melhor Atriz Teatro Infantil, Prêmio APCA Melhor Atriz e Prêmio PANAMCO no Teatro como Melhor Figurinista. WANDERLEY PIRAS: Ator, diretor e arte-educador, especializado em cultura popular e teatro de animação. Iniciou seus estudos artísticos por meio de oficinas de teatro, confecção/manipulação de bonecos, dança clássica e contemporânea, mímica, circo, artes marciais e canto. Por sete anos foi ator no grupo Movimento Ar, coordenado por Vladimir Capella; no grupo XPTO permaneceu por 15 anos como ator/criador e assistente geral. Fundador e diretor artístico da Cia da Tribo, também desenvolve projetos com o grupo Pia Fraus como ator e diretor, desde 2002. Ganhou os prêmios: Troféu Mambembe como Melhor Ator Teatro Infantil, Prêmio Pananco de Teatro como Melhor Diretor e Prêmio APTESP como Melhor Ator Teatro Infantil. Como arte-educador trabalhou em diversos projetos, entre eles no “Programa Fábricas de Cultura”, onde dirigiu cem jovens em dois espetáculos de rua, realizados nas periferias de São Paulo. ALEF BARROS: Ator formado no Curso Técnico em Arte Dramática na Escola Nacional de Teatro e no Curso Técnico em Canto na ETEC de Artes. Faz parte atualmente do Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI. Como ator participou de diversas peças, como: O Aniversário de Jean Lucca, Flores Vermelhas, Os Quatro Cantos de Elpídio, Temos Vagas, Orgia ou de como os corpos podem substituir as ideias, Mario de Andrade Conta Macunaíma. Foi ator, músico e compositor musical do Grupo Oba de Teatro e compositor musical do espetáculo “Cantos de Coxia e Ribalta” – Cia de Teatro Lusco-Fusco. GEOVANA OLIVEIRA: Atriz formada pela Universidade Estadual de Londrina, com pós-graduação em Arte e Educação, pela Unesp. Trabalhou profissionalmente em companhias de teatro em Londrina e atuou como atriz e produtora na Cia Pia Fraus, Cia Córtex e Tv Pinguim. Realizou cursos em dança teatro, teatro de bonecos, máscara neutra e Clown. Na Pia Fraus foi produtora e atriz dos espetáculos: Teatro Portátil, Círculo das baleias, Gigantes de ar e Vaqueiro e Bicho Froxo, onde iniciou-se na prática da atuação com teatro de bonecos. Trabalhou como atriz e manipuladora de bonecos, em diversos espetáculos da Cia Buzum. GABRIEL BUENO: Ator formado pela escola Incenna de Teatro e Televisão e pela Faculdade Paulista de Artes, pós graduado em Informática Educativa e atualmente cursando Design Gráfico. Trabalhou profissionalmente com a Cia da Tribo em 2011 e 2012 como assistente de produção, operador de som e luz. Se dedicou à educação desde então nas esferas pública e privada desenvolvendo projetos artísticos e de tecnologia com os alunos. Atualmente desenvolve novas mídias para comunicação estética através de plataformas digitais, como por exemplo o jogo Água Doce para a peça de mesmo nome. ALEXANDER NISHIYAMA: Alexander Nishiyama é técnico de som e sonoplasta, tem formação técnica em informática pelo Instituto Federal de São Paulo, fez o curso de iniciação ao teatro junto com a Cia. Da Tribo durante o ano de 2018 e trabalha como operador de som para o espetáculo “Água Doce” desde julho de 2019.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.