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PRONAC 203198Apresentou prestação de contasMecenato

Festival de Ópera de Ouro Preto

VLAANDEREN PRODUCOES CULTURAIS S/S LTDA
Solicitado
R$ 2,83 mi
Aprovado
R$ 2,70 mi
Captado
R$ 2,45 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 2,20 mi
60894730000105USINAS SIDERURGICAS DE MINAS GERAIS S/A. USIMINAS1900-01-01R$ 250,0 mil

Eficiência de captação

90.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Ópera
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Óperas
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-06-01
Término
2022-11-30

Resumo

Realização de um Festival de Ópera na cidade de Ouro Preto, com três produções de ópera e uma produção de ópera de marionetes como contrapartida social para crianças, com orquestra, coro, solistas e um espetáculo infantil de marionetes. Títulos: O Basculho de Chaminé; O Caixeiro da Taverna; A Flauta Mágica; Rossini por um fio - Pequeno Teatro do Mundo

Sinopse

Sinopse - O Basculho de Chaminé A Ópera “O Basculho de Chaminé” de Marcos Portugal estreou em 1794, em sua forma original, em Veneza, na Itália, com o título de “Lo spazzacamino príncipe”. No ano seguinte foi representada em Lisboa, com o libreto original de Giuseppe Maria Foppa adaptado para o português. Como um título típico da ópera buffa do final do século XVIII, trata-se de uma comédia de costumes, com os imbróglios característicos do gênero, com personagens que estabelecem uma clara relação com a commedia dell’arte italiana. O Barão de Monte Albor desconfia da fidelidade de Flora e da lealdade de seus criados. Para tirar a prova, o Barão trama com Pieroto, o limpador de chaminés, uma troca de identidades. Pieroto, por sua vez, se aproveita da situação para usufruir das regalias da vida do Barão, criando assim inúmeras situações cômicas Sinopse - O Caixeiro da Taverna A obra narra as peripécias do ambicioso e trapaceiro Manoel Pacheco, português cujo maior sonho é ser sócio de sua ama, Angélica Pereira, dona da taverna, que morre de amores por ele. A ambição desenfreada deste caixeiro o coloca em situações hilariantes que certamente proporcionarão bons motivos para risadas. “O caixeiro da taverna”, obra do compositor e regente brasileiro Guilherme Bernstein, baseia-se na comédia homônima do carioca Martins Pena (1815 – 1848), escrita no ano de 1845. O libreto foi diretamente retirado do texto original. O elenco é composto por Licio Bruno como Manoel Pacheco e Adalgisa Rosa como Angélica Pereira. Além disso, também participam Natalia Hubner, Renato Gonçalves, Alessandro Santana e Tadeu Kusendorff. Martins Pena é considerado fundador da “comédia de costumes” no Brasil, sendo que sua obra “O caixeiro da taverna” traz ao palco as principais preocupações dos personagens desse gênero: desejo de ascensão social, dinheiro e vida amorosa. Notável teatrólogo, Pena escreveu diversas comédias e farsas da metade do século XIX, envolvendo principalmente pessoas da roça e das cidades. Sinopse - A Flauta Mágica Ato I O príncipe Tamino entra num bosque para fugir da perseguição de uma serpente monstruosa. Cai de cansaço e é salvo por três damas da Rainha da Noite. As mulheres ficam maravilhadas com a sua beleza e correm a dar a novidade à sua senhora, a Rainha da Noite. Papageno, um caçador de pássaros e servo da Rainha, entra em cena. Ele mente, dizendo que matou a serpente. As damas, ao voltarem, castigaram o mentiroso colocando na boca um espécie de cadeado. As damas mostram um retrato da filha da Rainha da Noite para Tamino que,fica apaixonado. Depois da ária de Tamino onde ele demonstra toda sua paixão por Pamina, chega a própria Rainha da Noite, que, comovida pelas palavras de amor do príncipe, revela o sequestro de Pamina por Sarastro, rei e sacerdote de Ísis, prometendo ao jovem a mão da donzela se ele conseguir resgatá-la com segurança do Templo do rei. Tamino aceita o desafio. Em troca, as três damas entregam a ele uma oferta da rainha: uma flauta mágica em ouro, que é capaz de mudar o estado de espírito dos que a escutam. Papageno, que irá acompanhar o príncipe em sua jornada, ganha um carrilhão mágico, também com poderes mágicos. Descobrimos que Pamina está numa sala guardada por Monostatos, escravo mouro do palácio de Sarastro que tenta seduzi-la. Nesse momento, chega Papageno e, ao vê-lo, o escravo sai a gritar com medo do seu aspecto. O caçador de pássaros diz à jovem que Tamino está a caminho para resgatá-la. Tamino entra no Templo da Sabedoria e se depara com um sábio orador, que lhe revela o bom caráter de Sarastro e lhe aconselha a desconfiar dos atos obscuros da Rainha da Noite. Ao ouvir a notícia de que sua amada ainda está viva, Tamino toca sua flauta, que é prontamente respondida por Papageno, que toca sua flauta pã. O príncipe procura seguir o som longíquo vindo do instrumento de Papageno, porém Monostatos acaba encontrando caçador de pássaros e Pamina antes. Para escapar do mouro e seus escravos, Papageno toca o carrilhão mágico, enfeitiçando seus perseguidores e possibilitando sua fuga ao lado de Pamina. Aparece Sarastro e Pamina lhe diz que a sua tristeza se deve ao assédio de Monostatos, razão pela qual este será castigado por Sarastro. Tamino e Pamina se encontram pela primeira vez, mas antes que o casal possa se unir o rei pede que Tamino e seu acompanhante, Papageno, sejam preparados para serem iniciados nos mistérios da sabedoria e se juntar à fraternidade do templo. Ato II Tamino e Papageno reúnem-se para serem iniciados pelos sacerdotes na presença do rei. Uma das provas a que ambos são submetidos é a de ficar em silêncio. Durante a prova, ambos passam por diversas tentações, que tem por objetivo desviá-los do caminho da virtude. Enquanto Tamino tem persistência para se manter calado, Papageno é facilmente distraído pelas três damas da Rainha da Noite, que aparecem para atormentar os dois e fazê-los quebrarem seu juramento. Pamina está num jardim. Aparece a Rainha da Noite, informando-a que o seu amado se aliou com o inimigo. A jovem percebe que é o coração de sua mãe que destila maldade e ódio. Esta dá um punhal à filha, exigindo-lhe que mate Sarastro sob pena de ser rechaçada para sempre por ela. Pamina fica horrorizada. Nesse momento, aparece Monostatos que ouviu toda a conversa e tenta fazer chantagem. Não obstante, o diálogo também tinha sido escutado pelo rei que manda prender o escravo e pede a Pamina paciência e compreensão, tranquilizando-a. Tamino e Papageno entram no templo, calados. Aparecem os três gênios que lhes restituem a flauta e o carrilhão e pedem-lhes que sigam em silêncio. Ao tocar a flauta aparece Pamina que, ao não obter nenhum tipo de resposta tanto de Tamino quanto de Papageno, acredita ter sido rejeitada pelo amado e deixa-se dominar pela dor. Os sacerdotes conduzem os iniciados ao interior do templo onde ambos decidem seguir em frente com a sua iniciação. Papageno recebe a visita de uma anciã, que pede para se casar com ele. Este, com medo de ficar só, aceita. Nesse momento, a anciã transforma-se numa linda jovem: Papagena. Entretanto, o sacerdote do templo tira-lha, porque primeiro terá de merecê-la. Pamina está à beira da loucura e a ponto de se suicidar com o punhal que a mãe lhe deu. Os três gênios intervêm e convencem-na a não o fazer e procurar o seu amado. Quando o encontra, ele está a preparar-se para as provas de água e fogo que terá de concluir. Pamina, loucamente enamorada, pede permissão para acompanhá-lo. Ambos conseguem passar com sucesso por essas provas e são admitidos no Templo da Sabedoria por toda sua fraternidade. Papageno está desesperado, perdeu a sua amada e teme ficar sozinho. Quando está determinado a suicidar-se, aparecem os três gênios e aconselham-no a usar o carrilhão. Ao tocá-lo surge Papagena. Ambos declaram o seu amor. A Rainha da Noite, que se juntou a Monostatos, tenta dar o golpe definitivo contra os sacerdotes, mas são vencidos no último momento e lançados à noite eterna (Quinteto: Nur stille stille) O coro entoa louvores a Ísis e Osíris, dando glória aos iniciados (Pamina e Tamino), em um final simbólico, demonstrando a fraternidade que todo ser humano deve demonstrar com os seus e a celebração da coragem, virtude, sabedoria e o amor. Sinopse - Rossini por um Fio O PEQUENO TEATRO DO MUNDO apresenta “Rossini por um fio”, um espetáculo em que as marionetes passeiam pela música e pela biografia do compositor de óperas Gioachino Rossini. Contamos a história de Rossini enquanto as marionetes se divertem com suas músicas, como nos desenhos animados. É uma maneira de apresentar ao público também os bastidores das montagens de óperas ao explorar passagens da vida deste compositor que criou mais de trinta obras do gênero. Com uma estrutura que propõe a proximidade dos atores e das marionetes com o público, neste espetáculo realizamos brincadeiras de escuta musical e composição com as crianças.

Objetivos

Objetivos Gerais Contribuir para ampliar a difusão e o acesso da população a cultura de qualidade. Fortalecer a economia criativa e contribuir para o desenvolvimento do país. Segundo o artigo 1 da Lei 8.313, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (não haverá nenhum artista internacional contratado para este projeto, o diretor artístico escolherá os cantores e artistas a partir dessa premissa) V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Objetivo Específico Objetivos Gerais Contribuir para ampliar a difusão e o acesso da população a cultura de qualidade. Fortalecer a economia criativa e contribuir para o desenvolvimento do país. Segundo o artigo 1 da Lei 8.313, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (não haverá nenhum artista internacional contratado para este projeto, o diretor artístico escolherá os cantores e artistas a partir dessa premissa) V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Objetivo Específico O Festival de Ópera tem como objetivo principal promover a produção cultural e econômica da cidade de Ouro Preto, através da criação de empregos diretos e indiretos e oportunizar a cultura para todas as camadas da população local, agregando valor turístico a uma cidade histórica pela sua natureza e à capital. Serão 3 títulos de Ópera que acontecerão nos seguintes Teatros: Casa de Ópera de Ouro Preto e o Cine Teatro Vila Rica. As Óperas acontecerão da seguinte forma: 1 - A ópera A Flauta Mágica terá 1 (uma) apresentação em Ouro Preto 2 - As outras 2 (duas) Óperas acontecerão em Outro Preto, com 3 (três) apresentações de cada ópera. Títulos - A Flauta Mágica - W.A.Mozart (1 récita); - O Basculho de Chaminé - Marcos Portugal (3 récitas); - O Caixeiro da Taverna - Guilherme Bernstein (3 récitas). Democratização de acesso - Palestras sobre as Óperas antes das estreias de cada título, para interessados, dando assim mais um panorama sobre os períodos e história dessa manifestação artística. Contrapartida Social A contrapartida será composta por: - Rossini por um fio - Pequeno teatro do Mundo (4 récitas). Serão apresentadas em duas praças (3 récitas) e 1 récita na Casa de Ópera de Ouro Preto; - 04 Oficinas de marionetes.

Justificativa

Em tempos de pandemia, precisamos de projetos que possam promover o potencial turístico de nossas cidades do interior, levantando a economia local com suas cadeias produtivas. A produção de um Festival de Ópera consegue criar empregos e formar mão de obra, oferecendo oportunidades de trabalho para diversas camadas da população. Em Ouro Preto foi construído o primeiro teatro de ópera que ainda está em atividade. Trazer um espetáculo de Ópera para a cidade significa dar nova vida às suas magni´ficas construço~es, resgatar para moradores e visitantes a atmosfera vibrante de quando Ouro Preto era a capital cultural das Américas, alcançando um novo publico para uma atraente temporada de eventos. Ouro Preto é um destino turístico por excelência dentro do Brasil, mas seus teatros estão subutilizados e não correspondem à altura do que foi sonhado quando construídos. Este projeto tem por objetivo trazer apresentações artísticas e culturais a cidade histórica em que foi criado o primeiro teatro de ópera, gerando empregos, movimentando a economia local e com uma programação de boa qualidade. Um Festival de Ópera atrai um público diferenciado e poderá unir o turismo histórico ao turismo cultural de espetáculos, elevando assim o potencial da cidade de polo turístico não só nacional, mas também internacional, trazendo uma imagem diferenciada dentro do panorama do Estado de Minas Gerais e do Brasil. Durante duas semanas ocorrerão três produções de Ópera. Essas produções se realizarão entre a Casa de Ópera de Ouro Preto e o Cine Teatro Vila Rica. A Flauta Mágica é um título clássico, de extremo apelo popular, que será apresentado em Ouro Preto, com a participação da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. O Basculho de Chaminé é uma Ópera luso-brasileira de Marcos Portugal, do séc. XVIII, em português, com participação da Orquestra Jovem de Ouro Preto. O Caixeiro da Taverna é uma Ópera brasileira, em português, contemporânea, de autoria de Guilherme Bernstein, renomado compositor e maestro brasileiro. Através da aprovação da Secretaria especial de cultura, pela lei 8.313, a ópera é das manifestações artísticas das quais não se obtém lucro direto com a sua realização, embora indiretamente seja altamente desejável um investimento cada vez maior neste setor da economia da cultura, por todas as suas características e retornos indiretos, econômicos e de impulso ao turismo. Acreditamos que este projeto pode se tornar único na cidade de Ouro Preto, pelo seu impacto econômico que ele pode gerar, além do cultural e social. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

g

Especificação técnica

Apresentações da ópera de Marionetes "Rossini por um fio" - 1 apresentação na Casa de ópera Teatro de Ouro Preto capacidade para atender 100 pessoas por apresentação. - 3 apresentações em praças públicas a serem escolhidas de acordo com a disponibilidade e estrutura com capacidade para atender 200 pessoas por apresentação. - Total de público: 700 pessoas Oficina de Marionetes para crianças A oficina “O nascimento do Dragão”, é inspirada no livro homônimo, de Marie Sallier, que conta a lenda de como as crianças da China estabeleceram a paz entre os povos ao inventar este mítico animal. A partir da leitura coletiva do livro com ajuda dos pais, cada criança poderá criar o seu dragão-marionete e experimentar as diversas formas de dar vida à sua criação. - Vagas: 50 - Quantidade: 4 oficinas - Duração: 2 horas - Público-alvo: crianças a partir de 6 anos. - Total de público: 200 pessoas.

Acessibilidade

PRODUTO: Contrapartidas Sociais ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.(para apresentações em praça pública, reservaremos espaços acessíveis) DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras ( planilha de Orçamento) DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição ( planilha de Orçamento). PRODUTO: Apresentação Musical ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.(Os teatros já dispõem das adaptações exigidas) DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras ( planilha de Orçamento). DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição( planilha de Orçamento). PRODUTO: Festival/ Mostra O produto do Festival/Mostra é a soma dos dois produtos, contrapartida social e apresentação musical, configurando um festival completo. Sendo assim, as medidas de acessibilidade já estarão contempladas nesse produto.

Democratização do acesso

Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa; PRODUTO: Festival/ Mostra O produto do Festival/Mostra é a soma dos dois produtos, contrapartida social e apresentação musical, configurando um festival completo. Sendo assim, as medidas de acessibilidade já estarão contempladas nesse produto. Palestras Antes a cada estreia de Ópera, o maestro Guilherme Bernstein ministrará palestras. - Vagas: 200 pessoas - Quantidade de palestras: 3 - Total: 600 pessoas Ensaios gerais abertos a escolas públicas da região

Ficha técnica

Dirigente da empresa proponente: Flávia Furtado As atividades que serão remuneradas para a empresa proponente são os itens: direção geral, coordenação geral e Coordenação Artística dentro da planilha de custos especificada. Ressalto que mesmo todos esses itens somados não chegam a 10% do valor do projeto total. Pela grandiosidade, relevância e exigência de saberes no exercício de um projeto desses o valor está até abaixo do que deveria. Flávia Furtado - Diretora Geral Gestora Cultural , Diretora de palco (stage manager) , Sócia Majoritária da Vlaanderen Produções Culturais .De 1997 até final de 2000, transferiu-se para Antuérpia (Bélgica) onde é aceita na classe de Heidi Hendrickx.Trabalhou durante dois anos no Teatro Municipal do Rio de Janeiro como Assessora Artística e Musical.Desde 2003 trabalha do Festival Amazonas de Ópera, onde atualmente é Produtora Executiva, além de participar ativamente dos espetáculos como Diretora de Palco (stage manager). Realizou direção de palco em óperas como a tetralogia de O Anel do Nibelungo; O Barbeiro de Sevilha; Fosca; Condor; Otello; La Gioconda; Sansão e Dalila; Les Troyens; O Diálogo das Carmelitas; Lulu; Parsifal; A Raposa Astuta; Manon Lescaut, entre muitas outras. Como Assistente de Direção Cênica, trabalhou em óperas como Norma; Lady Macbeth de Mtsensk; Condor; Fosca, entre outras. No Theatro Municipal de São Paulo e no Theatro São Pedro (SP), trabalhou nas produções de La Gioconda; Condor; A Tempestade; Olga; A Voz Humana; O Telefone; O Morcego; A Menina das Nuvens; A Valquíria; O Crepúsculo dos Deuses; Orfeu e Eurídice; Werther, entre outras. Em 2006, criou a Vlaanderen Produções Culturais, empresa dedicada a produzir espetáculos profissionais com experiência tanto no aspecto artístico, quanto na execução de cenários e de figurinos, além de toda a logística necessária à produção de grandes espetáculos e festivais.Como produtora e gestora de projetos na área de música, ópera, e concertos, já atuou junto a projetos com o Teatro Municipal de São Paulo, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro São Pedro- SP, Universidade Federal do Paraná, Palácio das Artes, Teatro da Paz e Teatro Amazonas. Em 2019 é a idealizadora do I Encontro de Economia Criativa e Teatros de Ópera na América Latina, evento que trouxe ao Brasil representantes da Ópera Latinoamerica, Banco Interamericano de Desenvolvimento, da Ópera da Colômbia e do Ministério da Cidadania e onde foi assinado entre a OLA e a Secretaria Especial de Cultura o pacto federal de cooperação para o desenvolvimento da indústria da ópera no Brasil.Em 2020 foi um dos indicados a concorrer ao prêmio Classical Next Innovation na Holanda, pelo seu trabalho junto aos teatros e festivais de ópera no Brasil. Guilherme Bernstein - Diretor Artístico O carioca Guilherme Bernstein é professor de regência e prática de orquestra da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO. Tem atuado à frente de orquestras como Sinfônica Nacional – UFF, Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestras Sinfônicas de Porto Alegre, Goiânia e Recife, Orq. Experimental de Repertório - SP, Orq. Rimsky-Korsakov de São Petersburgo, solistas da Filarmônica de Israel, entre várias outras, além da própria Orquestra da UNIRIO, com a qual se apresenta regularmente no Theatro Municipal do Rio de Janeiro entre outros. Foi Maestro Residente da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal – RJ e por vários anos Diretor Musical da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, conjunto de ponta do projeto “Música nas Escolas de Barra Mansa” onde sua atuação foi fundamental para elevar o grupo à posição de destaque que hoje desfruta na cena musical brasileira. Composições suas como a Serenata para Cordas e o Concerto para Piano n.1, ambas publicadas pela Academia Brasileira de Música, têm sido apresentadas em várias cidades do Brasil, Europa e EUA e sua ópera de câmara O Caixeiro da Taverna já ganhou duas produções, ambas com excelente resposta popular. Foi ainda premiado pela trilha sonora do filme O Outro Lado da Rua e publicou o livro “Sobre Poética e Forma em Villa-Lobos - Primitivismo e Estrutura nos Choros Orquestrais”. Guilherme Bernstein completou seus estudos básicos, bacharelado e mestrado na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-graduou-se em regência orquestral pela Hartt School of Music, EUA, onde se aperfeiçoou com Harold Farberman, e é Doutor em Música pela UNIRIO. Simone Leitão - Diretora Executiva Pianista. Irmã da jornalista Miriam Leitão. Formou-se Bacharel em Música pela Uni-Rio. Cursou mestrado na Norges Musikkhögskole (Academia de Música da Noruega, Oslo) e tem doutorado em Piano Performance e História da Música pela University of Miami.Em 2009, idealizou e fundou o projeto “Brasil Classical Series”, com o objetivo de divulgar a música erudita brasileira, incentivar novos músicos e equipar orquestras jovens, a partir da renda dos ingressos. Em 2010, esteve na China para uma turnê que se estendeu por seis cidades. Entre as apresentações, ministrou aulas para os alunos do Conservatório de Pequim e da Universidade de Qindao. No ano seguinte, já internacionalmente conhecida, lançou seu primeiro disco. Fez turnê pelo Brasil e pelos EUA e apresentou-se com a Amazonas Filarmônica e com a Miami Symphony, como solista. Em 2012, apresentou-se no Carnegie Hall, em Nova Iorque, onde tocou ao lado do violinista Daniel Guedes e do violoncelista Hugo Pilger. Em 2013, destacou-se com a turnê realizada com a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa por cinco cidades brasileiras. Os concertos deram origem ao documentário “Pare, olhe, escute”, dirigido por Katia Lund. O filme retrata a implantação do projeto musical “Música na escola”, que transformou Barra Mansa em um celeiro de músicos. Como incentivadora da divulgação da música clássica, esteve envolvida em muitos projetos sociais de caráter musical. Foi responsável pela direção artística do projeto Academia Jovem Concertante, no qual jovens músicos têm a oportunidade de vivenciar o dia a dia de apresentações de uma grande orquestra. Em 2014, manteve-se na direção da III Semana Internacional de Música da Câmara do Rio de Janeiro, festival de música que envolve artistas nacionais e internacionais, também idealizado e fundado por ela. No mesmo ano, viajou para Alemanha, onde tencionava gravar um novo disco de piano solo, com obras de compositores brasileiros, franceses e russos. Fábio Retti e Fabiana Barbosa - Realizadores do espetáculo "Rossini por um fio" - Pequeno Teatro do Mundo Fábio Retti:Iluminador e Marionetista. Recebeu o Prêmio Carlos Gomes de Ópera na categoria Iluminação por Andrea Chenier e Rigoletto.Venceu a 20° edição do Prêmio Shell de Teatro com o espetáculo O Homem Provisório, entre outros prêmios e várias indicações.Como marionetista é fundador do Pequeno Teatro do Mundo, onde fez o espetáculo "Rossini por um fio " e a ópera "O Menino e os Sortilégios ". Tem formação em confecção e manipulação de bonecos de fio junto a Cia. Pigmalião de Belo Horizonte e de escultura em madeira e autômato com o Grupo Sobrevento.Ministrou oficinas livres de Iluminação Cênica na Escola SP de Teatro e na EBAC – Escola Britânica de Artes Criativas. Fabiana Barbosa:Atriz e educadora, formada em Interpretação pela ECA/USP. Fundou o PEQUENO TEATRO DO MUNDO onde criou o espetáculo "Rossini por um fio" e a ópera “O Menino e os Sortilégios”. Integra a Cia. do Tijolo, atuando nos espetáculos "Cantata Para um Bastidor de Utopias" e “Concerto de Ispinho e Fulô”. Integrou a Casa Laboratório para as Artes do Teatro, dirigida por Cacá Carvalho. Participou como atriz/manipuladora de bonecos do espetáculo “Ramom e Maraó” do grupo Palavra Cantada com bonecos do Grupo Giramundo. Integrou o grupo de teatro de bonecos Cia. Articularte. Foi professora de teatro na Educação Infantil e no Fundamental I na Escola Viverde. É artista-educadora do projeto Rota das Artes, onde coordena o grupo de teatro.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.

Locais de realização (1)
Ouro Preto Minas Gerais