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O Projeto em tela consiste na expansão do acervo museológico do Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul, com captação de relatos orais de vinte médicos cuja prática e história é revestida de importância, quer pela especialidade médica, quer pela forma de desempenho de suas funções ou localidade de tal exercício.
Não se aplica
Objetivo Geral Ampliar o acervo de história oral do Museu de História da Medicina do RS, potencializando as histórias de vida, adoecimento e políticas públicas de saúde. Objetivos Específicos: 1. Realizar 20(vinte) entrevistas com gravação dos relatos orais de médicos do Rio Grande do Sul; 2. Ampliar em 50% o acervo MUHM de relatos orais disponíveis em mídias digitais; 3. Potencializar o acervo de histórias médicas disponível para pesquisa. Objetivo Geral Ampliar o acervo de história oral do Museu de História da Medicina do RS, potencializando as histórias de vida, adoecimento e políticas públicas de saúde. Objetivos Específicos: 1. Realizar 20(vinte) entrevistas com gravação dos relatos orais de médicos do Rio Grande do Sul; 2. Ampliar em 50% o acervo MUHM de relatos orais disponíveis em mídias digitais; 3. Potencializar o acervo de histórias médicas disponível para pesquisa.
A história oral é uma metodologia de pesquisa que toma relatos orais com a finalidade de preservar para o futuro as histórias, memórias, testemunhos de acontecimentos. No caso de Instituições os relatos coletados a partir desta metodologia constituem parte de seus acervos, aos quais se deve dar o tratamento de conservação e difusão. Tais relatos passaram a ser coletados inicialmente nos Estados Unidos, a partir de 1950, difundindo-se rapidamente pelo mundo. No Brasil a história oral foi introduzida pelo Programa de História Oral do Centro de Pesquisa e Documentação de História contemporânea do Brasil, vinculado a Fundação Getúlio Vargas que conta com 5000 horas de gravação focadas nas histórias de figuras públicas nacionais. O Museu de História da Medicina do RS, vem coletando relatos orais e formando um banco de histórias acessíveis ao público em geral. Este primeiro fundo demanda ampliação com vistas a reflitir as diferentes formas do exercício da medicina e com isso os arranjos de como a sociedade interpreta e trata as questões de saúde nas diversas regiões do Estado. Deste modo entende-se que o Projeto em tela se reveste de importância e aproxima o MUHM do cenário de memória de outros museus sobre o tema localizados em diversos países, onde os relatos orais são utilizados como fontes que se juntam aos acervos bi e tridimensionais que produzem as narrativas que o público encontrará em suas diversas formas de comunicação e extroversão de seu acervo. A presente proposta se insere no Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; De igual modo se enquadra no Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; Dito isso se requer a CNIC a aprovação da proposta ora apresentada.
Não se aplica
Projeto pedagógico da Oficina de Contrapartida Social será realizada com a seguinte estratégia: A Divulgação será feita através das COMGRADs dos cursos e da divulgação nas redes sociais do Museu; Haverá link para inscrição via Google Doc As atividades serão desenvolvidas nas próprias Universidades; A Oficina terá duração de 50 minutos, dos quais 30 serão utilizados pela equipe técnica do Museu para Exposição dialogada e os 20 minutos restantes para perguntas do público. A Ação será gravada e os momentos mais importantes serão divulgados no Facebook da Instituição.
Acervo Museólogico - Relatos orais sobre a história da medicina Acessibilidade física:O produto resultante da coleta de relatos será disponíbilizado na sede do Museu que assegura a acessibilidade física através de rampas. Acessibilidade para deficientes visuais:sinalização podotátil para acesso ao local de difusão dos áudios na sala de exposição do Museu, fones de ouvido ou TV com áudio aberto para que pessoas com deficiência visual possam ouvir os relatos. Ainda os mediadores do Museu acompanharão o visitante nesta condição, aportando auxílio no sentido de contextualizar como os vídeos foram coletados, fazendo a audiodescrição do ambiente onde o áudio está disponível e fazendo a audiodescrição das exposições em cartaz, as quais os relatos orais estarão vinculados. Acessibilidade para deficientes auditivos: Os relatos serão coletados em áudio e vídeo. Nos vídeos serão adotadas a legendagem em língua de sinais. ACESSIBILIDADE NA EXECUÇÃO DA CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: As ações serão realizadas em universidades, cujo acesso de pessoas com mobilidade reduzida já são asseguradas por elevadores e rampas. Acessibilidade para deficientes visuais: Os relatos serão captados em áudio e vídeo em que a descrição do depoente será feita como mediada de acessibilidade, será produzido o depoimento em Braille para assegurar, complementarmente, o acesso, por meio de linguagem tátil. Acessibilidade para deficientes auditivos:Os relatos serão coletados em áudio e vídeo. Nos vídeos serão adotadas a legendagem em língua de sinais.
O projeto atenderá no PRODUTO PRINCIPAL o disposto na INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019, Art. 21. em seus incisos: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; 100% do Produto Principal - coleta de relatos orais, será disponibilizado gratuimente ao público. O projeto atenderá na CONTRAPARTIDA SOCIAL o disposto na INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019, Art. 21. em seus incisos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; CONTRAPARTIDA SOCIAL NÚMERO DE BENEFICIADOS: 200 PESSOAS A ação, consiste em promover oficinas sobre história horal utilizando os relatos coletados no Projeto. Se desenvolverá com alunos de Universidades Públicas do Rio Grande do Sul vinculados aos cursos de História, Museologia, Educação e outros da área das humanas.
AAMHUM - Entidade proponente Função no Projeto - Coordenação Geral do Projeto/Administração financeira As ações de coordenação geral do projeto e administração financeira serão exercidas pela proponente. No que tange a Coordenação Geral serão desenvolvidas as seguintes atividades: articulação para execução do Projeto nas cidades elencadas para a interiorização; Contratação de serviços e ou produção/aquisição de produtos necessários à execução do projeto; Definição com a Assessoria Jurídica os termos de contratos e encaminhamentos no sentido de promover a assinatura dos mesmos; Acompanhamento da execução das atividades propostas, organização da documentação de comprovação de execução de objeto; encaminhamentos com relação a autorizações de uso de marcas; Quanto a administração financeira do projeto a Proponente executará a captação de patrocínios, encaminhamentos de documentação comprobatória dos mesmos, relacionamento com patrocinadores/doadores, organização de pagamentos e efetivação dos mesmos. Angela Beatriz Pomatti- Historiadora/Museóloga do Museu de História da Medicina do RS.Função no Projeto - Coordenação das Entrevistas Graduada em História e em Museologia pela Universidade Federal de Pelotas e Mestre em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2011). Atua como coordenadora do Setor de Acervo e Pesquisa do Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul. Simone Corrêa Souza Função no Projeto: Gestora do Projeto Possui graduação em Direito pela Universidade Luterana do Brasil(2012). Tem experiência na área de Medicina. Realizou a gestão dos Projetos Natal na Praça, MUHM Pedagógico, Exposição MUHM 10 anos.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.