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O projeto aqui em tela trata da montagem e circulaçãode uma obra coreográfica, em formato de brincadeiras infantis, com figurino, trilha sonora, cenário e iluminação, envolvendo o corpo, a criatividade e a memória da sabedoria popular do nordeste brasileiro, proposta para o público infantil, focando a primeira infância (dos 0 aos 6 anos), tendo como pressuposto a experiência do intérprete-diretor-criador Orun Santana como artista da dança, capoeirista e integrante do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo.A obra aqui proposta é inédita e de caráter lúdico, buscando alcançar espaços de ocupação para o fazer artístico para lugares fora do local tradicional das artes cências, sobretudo no que consiste em alcançar a periferia como espaço de onde a obra vem e para quem quer oferecer a sua capacidade inspiradora.
Sinopse da Obra Terreiro Encantado é uma obra de encantamento e criação do espaço sagrado do brincar. O corpo é mote para dinâmicas e moveres que transcendem signos e significados através da brincadeira. As festas de Cosme e Damião estão na lupa da criança que mergulha e adentra as teceduras das relações corporais, disputasse, encaixes, desencaixes e negociações do corpo infantil no chão de elementos terra, provar a fruta, sentir o doce que alimentam o prazer e a alegria da conquista. A criatividade e a memória da sabedoria das brincadeiras das tradições populares do nordeste brasileiro dão nome e forma à poética da cena. Espetáculo, brinquedo, interativo e imersivo para crianças.
GERAL Reunir um acervo de brincadeiras populares do nordeste brasileiro, tendo Recife como cidade que tem em sua história uma forte presença das matrizes africanas para criar um espetáculo-brinquedo, a fim de que este constitua uma obra artística, de dança e teatro, com elementos da cultura popular, para ser encenada em espaços alternativos, nas periferias, cuja finalidade seja brincar, especialmente com as crianças de 0 a 6 anos de idade. ESPECÍFICOS 1) Realizar uma pesquisa e compor um espetáculo-brinquedo com elementos estéticos, artísticos e conceituais tendo como base a cultura popular, sobretudo afro-ameríndia do nordeste brasileiro, a fim de que este resultado seja a obra intitulada "Terreiro Encantado"; 2) Criar uma trilha sonora para o espetáculo-brinquedo, a fim de que esta faça parte da dramaturgia do espetáculo; 3) Criar um conceito de cenário para utilizar nos espaços, de maneira que este contenha elementos artísticos que enriqueçam esteticamente a obra; 4) Realizar a preparação corporal dos artistas e ensaiar a obra para que ela alcance a qualidade técnica necessária para ser vista e contemplada pela crítica especializada; 5) Realizar 09 apresentações da obra sendo 03 em Recife-PE, 03 Salvador-BA, 03 em Alagoinhas-BA. 6) Realizar 03 oficinas de 06h de duração em organizações da sociedade civil, em cada uma das cidades como contrapartida social do projeto, a fim de promover o intercâmbio entre os artistas e a comunidade, dando preferência a escolas e projetos sociais como espaços para as trocas. 7) Mobilizar a participação das 03 cidades para conhecer e se conectar ao projeto, uma vez que os espaços onde irá acontecer o espetáculo será nestes ambientes, oferecendo a organizações sociais instaladas nas cidades o apoio para o transporte.
"Pro lado, pra esquerda, agora vai! vai! vai! aê..." Quem nasce nas periferias de algumas cidades do Nordeste do Brasil sabe bem o que é ouvir a fala acima na voz de uma população gritando para uma criança vendada, com um porrete não mão, enquanto tenta quebrar uma panela de barro, recheada de confeitos, guloseimas, brinquedos e até moedas. Quando a panela quebra, tudo cai no chão, o povo toma conta, tenta recolher os doces, enquanto o terreiro se reconhece em festa, ou na rua. E essa tradição remonta a comemoração do santos Cosme e Damião no sincretismo religioso do Recife, nas casas de candomblé, umbanda ou mesmo dos devotos católicos, que em menção aos santos, distribuem agrados às crianças como ato de agradecimento a Cosme e Damião. No sincretismo os santos são os IBEJIS, chamados de crianças, que no Panteão das Matrizes Africanas também possui uma força imensa nos Xangôs do Recife. E esta tradição está na memória afetiva, como fato histórico nas vidas de artistas que vieram da periferia, conferindo a este projeto o cumprimento da Lei 8313/91, que cria o Programa Nacional de Incentivo à Cultura (Pronac) no seu Art. 1°, Inciso IV (proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional) e Inciso (VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória), neste caso por atuar diretamente sobre a herança e preservanção de brincadeiras que os povos de matriz africana e ameríndia ajudaram a compor no processo histórico e diaspórico brasileiro, sobretudo no processo após a colonização. E fazendo registro a isso, uma pesquisa foi iniciada, proposta por Orun Santana, bailarino, da comunidade de Chão de Estrelas, fruto do Daruê Malungo, brincador, jogador de capoeira, pesquisador dos corpos e identidades dos seus mais velhos. E com base na conexão do que ele sente, da infância, da construção de uma memória que possa ser repassada para os mais novos, por artistas jovens, como caminho para manter viva a tradição das brincadeiras populares, da periferia, do povo negro, afro-ameríndio, que é a base da população do Recife, ele propõe esta criação, com uma pequena circulação. Orun deseja criar e oferecer este contato, para ativar nas pessoas esta memória, antes que ela suma, antes que seja tarde demais. Ele propõe ainda propor que as pessoas possam buscar em suas memórias o que a cultura popular tem de tão rica e fazer com isto possa vir à tona, se fortalecer, como uma forma de provocação para que possamos nos encontrar como povo, como gente que possui uma história, rica de afetos e de significados. Ele quer quebrar panelas, celebrar, com sua gente, com nossas crianças, por um mundo de mais abraços e cheio de doçuras. Sendo assim, o projeto trata de maneira afetiva a sua criação e a circulação por cidades onde estas brincadeiras dialogam com sua gente, escolhendo as periferias de Salvador, Recife, e indo até Alagoinhas-BA, onde deseja trocar com as pessoas. Em súmula, a equipe proposta para estar nesse projeto tem este sentimento, indo desde a produção, passando pelos artistas e pelos criadores, que estarão com Orun, nas diferentes frentes apostando neste processo inovador, divertido e capaz de encantar as pessoas. Diante do exposto, o projeto atua de maneira direta com a criação e realização de um espetáculo de dança, atendendo aqui ao Art. 3° da Lei 8313/91, no Inciso II e letra C que trata da realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore, aqui criando e entregando uma obra de dança, de caráter profissional, realizando ainda uma circulação por três cidades brasileiras, a fim de contemplar o público das periferias do Brasil em sua realização. No tocante, o projeto necessita acessar o Mecanismo de Incentivo à Cultura para poder realizar o que se propõe como processo criativo, capaz de agregar valor a sociedade brasileira e ainda poder estabelecer uma relação com a infância, a negritude e a relação com a história do brincar nas periferias brasileiras.
A proposta é voltada para o público infantil e prioriza as comunidades em seu escopo. É um projeto de dança, mas que gera interface com a cultura popular, frisando a relação com territórios onde haja a cultura negra, a cultura indígena e onde o brincar seja um elemento de força. Por essa razão a ideia é consolidar este projeto como sendo de um artista que tem uma linguagem que alcança esse público e que tem em seu currículo alcance para um projeto desse porte.
Ensaio - 120 dias de processo criativo e montagem entre encontros, ensaios e visitas Criação de 01 espetáculo de dança, com duração entre 50minutos e 60minuntos podendo se estender, de caráter profissional, com foco na consolidação da carreira de Orun Santana como criador e diretor, com consagração no mercado. Apresentações do Espetáculo:03 em Salvador/BA03 em Alagoinhas/BA03 em Recife/PETotal: 09Realização da Oficina de Contrapartida01 em Salvador/BA01 em Alagoinhas/BA01 em Recife/PETotal: 03
Acessibilidade Física na realização dos espetáculos nas cidades:A) Utilizar espaços que possuam rampa de acesso para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção;B) Disponibilizar a presença de apoio local para receber e apoiar o acesso do público ao espaço, oferecendo além disso o serviço de acompanhante para posicionamento na platéia, a fim de que o publico possa interagir com a obra. Acessibilidade de Conteúdo na realização dos espetáculos nas cidades:A) Realizar em uma das sessões uma visita guiada pelo cenário com a ferramenta de LIBRAS como uma forma de aproximar o elenco do público; B) Traduzir em um dia de espetáculo a ser anunciado o serviço de tradução de LIBRAS, a fim de que o público surdo possa interagir com o espetáculo, anunciando o dia com o termo "Espetáculo com acessibilidade em LIBRAS", cuidando para que organizações da sociedade civil possam ser mobilizadas em cada cidade. C) Oferecer o serviço de Audiodescrição para atender a pessoas com deficiência visual, sendo realizado por meio de empresa especializada em acessibilidade comunicacional; D) Impressão do programa do espetáculo em BRAILE por empresa especializada no serviço; Acessibilidade Física na realização da contrapartida social nas cidades:A) Oferecer por conta do proponente a presença de dois profissionais para apoiar a chegada e permanência do público cadeirante e ou com dificuldade de locomoção no espaço onde será realizada a oficina que corresponde a essa ação. Acessibilidade de Conteúdo na realização da contrapartida social nas cidades: A) Oferecer o serviço de tradução de LIBRAS, a fim de que o público surdo possa acompanhar o espetáculo, cuidando para que as organizações em cada cidade possam acessar e tomar conhecimento este dia, por meio da produção local. B) Oferecer sistema de áudio com descrição de imagens e sons (Audiodescrição), para atender a pessoas com deficiência visual por meio de empresa especializada em acessibilidade comunicacional.
A) Os ingressos para assistir ao espetáculo serão gratuitos, sendo distribuídos e contabilizados pela equipe de produção para controle e composição do alcance de público a fim de informar aos apoiadores, patrocinadores e parceiros institucionais. B) O espetáculo será amplamente divulgado, por meio das redes sociais, da assessoria de imprensa e do uso de mídia paga como prevê o espetáculo, além de solicitar o apoio de instituições instaladas em cada cidade por onde irá passar. C) As inscrições para as oficinas serão feitas por meio da internet e também serão gratuitas, obedecendo ao critério de capacidade de cada local, sendo feitas em parceria com uma organização social local. D) Realizar de forma gratuita uma vivência com o público infantil e intanto-juvenil com foco no projeto, a se realizar em parceria com um fazedor da cultural local nas cidades de Recife-PE, Salvador-BA e Alagoinhas-BA (conforme o Art. 21 - Inciso VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil na Instrução Normativa de 02/2019);E) Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, a fim de garantir o acesso por parte do povo brasileiro conforme o ;
Coordenador Geral - Danilo Carias do NascimentoÉ produtor cultural atuante na dança, no teatro, na música e na cultura popular de Pernambuco, onde fica a sede da Criativo Soluções, com 15 anos de experiência em todas as atividades. Atualmente participa do Grupo Experimental, gerencia a carreira de Orun Santana com o espetáculo "Meia Noite", produz os espetáculos "Trilogia do Feminicídio" e "Carne ou Vodka?" do Diretor Eric Valença. Tem experiência no planejamento e execução de obras e encenações para fins comerciais, tendo circulado pelo Brasil com espetáculos e acompanhando os grupos acima citados. Atualmente gerencia projetos captados junto ao Fundo Pernambucano de Incentico à Cultura de Pernambuco (Funcultura). Diretor Geral e Bailarino - Orumillá Moura de Santana (Orun Santana) Orun Santana é Diretor, artista, bailarino, capoeirista, professor, pesquisador em dança e cultura afro de Recife-PE, formado pelo Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo, pelos Mestre Meia-noite e Vilma Carijós. Brincador da cultura popular faz das vivências com as danças e brinquedos lugar de pesquisa corporal e investigações artística para a cena. Passou pelo Grupo Grial, Compassos cia. de danças e Cláudio Lacerda dança amorfa, atualmente é diretor artístico da Cia. de Dança Daruê Malungo e realiza o espetáculo solo intitulado Meia noite, que se apresentou em festivais como o FAN (BH) e a MITSp Plataforma Brasil. Durante a quarentena do covid-19 o artista iniciou o projeto “Dança pra Criança”, como uma ação para o público infantil, que tem recebido uma importante adesão do público em seu canal no Youtube e em seu perfil no Instagram (@orun.santana). Iluminadora - Natalie Lima RevorêdoEm 2009 entrou para o curso de Licenciatura em Dança da UFPE, ampliando seus estudos teórico-práticos na dança. Participou de cursos e oficinas no qual aprofundou os estudos através de profissionais como, Ciane Fernandes, Helena Katz, Izabel Marques, outros. Integrou o projeto de pesquisa “Corpo e memória: processos de subjetivação em dança”, com a professora Letícia Damasceno - UFPE, em 2011 e 2012, No ano de 2012 iniciou sua participação como interprete-criadora na Cia ETC. Atualmente é integrante do Coletivo Rua das Vadias, além de realizar alguns trabalhos independentes, como “Orvalho” apresentado pela primeira vez na VI Semana de Cênicas da UFPE-CAC e “Afetus” performance realizada nas ruas da cidade do Recife. Tem experiência com produção, onde realizou anualmente a Semana de Cênicas da UFPE no CAC, de 2010 à 2014. Atualmente é iluminadora de alguns artista do Recife, como Juliano Holanda, Isadora Melo, Isaar, Silvério Pessoa e outros. Espetáculos como “Retomada” do Grupo Totem, “Elegun, um corpo em transe” de Jorge Kildery, “Meia Noite” de Orun Santana, “Como manter-se viva”, de Flavia Pinheiro, com esse trabalho participou do Palco Giratório 2018 – SESC PE. Integrante do Farol Ateliê de Luz, onde atua como criadora artística da Iluminação. Há três anos realiza um projeto – em andamento – chamado corpoLuz, onde desenvolve pesquisas sobre o respirar no mover da Luz. Atualmente segue com ações formativas para mulheres e para o público em geral, ensinando técnicas de iluminação cênica. LILI GUEDES -ElencoLili Guedes é atriz, dançarina, produtora cultural e Arte-edcadora na cidade do Recife. Iniciou sua carreira artística sendo interprete, atriz e criadora dos espetáculos Café (2013) e Katástrophè (2015) integrando o grupo D’Improvizzo Gang (DIG). Obteve graduação em Licenciatura em Teatro na Universidade Federal de Pernambuco (2017) onde teve experiência como atriz e produtora do espetáculo O Mar de Fiote(2014). Lecionou na Escola Municipal Arraial Novo do Bom Jesus. Atualmente é atriz em Ritmo Kente! Um Brega de Musical (2017)da Onze Produções Artísticas e Espera o Outono, Alice (2020) do grupo de teatro AMARÉ e cursa pedagogia na Universidade Católica de Pernambuco. JUNIOR FOSTER - ElencoAluno do Curso de Especialização em Estudos Contemporâneos em Dança pelo Programa de Pós-graduação em Dança da Universidade Federal da Bahia/ UFBA. Obteve graduação em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Pernambuco / UFPE (2016), e pela Universidade de Évora - UE/ PT, (2018). Foi professor substituto na componente Teatro no Colégio de Aplicação - CAp/ UFPE (2018-2019), e professor estagiário de teatro nos cursos básicos e profissionalizantes da Escola Municipal de Artes João Pernambuco, (2015-2016) localizada no bairro da Várzea, em Recife. Atuou como intérprete criador no espetáculo "Por Onde Andam os Porcos" (2019) com direção de Kildery Iara; bailarino ator da Compassos Cia. De Dança com o espetáculo "3 Mulheres e um Bordado de Sol" (2018); Ator em "Menina Bruno" (2018) do Grupo Itinerante de Teatro/RJ; e em "Viagem de Inverno", com direção de João Lagarto, através do curso na UE/PT. Participou de formações tais como: "Atuação como construção de si mesmo", orientado por Renato Ferracini; "Laboratório dramático do ator", com Antônio Januzelli; e "Roteiro para construir eudifícios", com Luís Felipe Botelho. Luisa Victor - ElencoLuisa Victor é Pedagoga, mãe de Clara e uma das idealizadoras do Grupo Brincare. Na bagagem, além da experiência com a maternidade, traz estudos livres sobre o brincar e a importância do contato com a natureza para o desenvolvimento saudável do Ser Humano. Junto com mais duas pedagogas, em 2016, construiu uma casa de brincar, um quintal mágico onde a infância é respeitada em seus mais diversos aspectos. Atualmente iniciou o curso de Pós-graduação em Educação e Ludicidade na Faculdade Frassinetti do Recife, debruçando suas investigações sobre o brincar e a cultura da infância. GILÚ AMARAL - Trilha Sonora e Elenco Fundador da Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO). Participou do disco Sinfonia & Batuques, de Naná Vasconcelos. Também fez ecoar sua arte com o Mundo Livre S/A, Renata Rosa e a Banda de Pau e Corda. Nos últimos anos, levou seu trabalho solo para vários países da Europa e Estados Unidos. Gilú Amaral também é produtor musical, compositor de trilhas sonoras para filmes e espetáculos de dança, além de curador do Aurora Instrumental. Pollyana Monteiro - Elenco Graduada em Fisioterapia pela Universidade Federal de Pernambuco, com formação completa em Pilates e em Mat Pilates com acessórios. Está cursando especialização em Arteterapia. Tem formação em ballet clássico, dança moderna, dança contemporânea, teatro, butoh, palhaço, canto lírico e piano clássico. Fez monitoria no curso de Artes Cênicas, da Universidade Federal de Pernambuco, com o professor Paulo Michelotto, nas disciplinas: Fundamentos da Comunicação e Expressão, Oficina de Cênicas, Oficina de Dramaturgia, História do Teatro, Estética e Tópicos de Teatro. É atriz, dançarina, performer, dramaturga, coreógrafa, preparadora corporal e vocal da Cia. de Teatro e Dança Pós- Contemporânea d'Improvizzo Gang (DIG), da qual é vice- presidente, desde 2002. Companhia fundada por Paulo Michelotto, em meados dos anos 80, com um vasto repertório em atividade, em território nacional e internacional, como Ophélia, Aletheia, Berceuse, Souffle, Coriolano, Os sete selos, Cidadela, A dança do outro, Taliban, Katastrophè, Café, rodas de improvisação, entre outros. Fez direção cênica do espetáculo Cantos de Trabalho do Coro Contracantos, com turnê na Suiça e França. Integra o Coro Universitário da UFPE e o Coro Opus 2 regidos por Flávio Medeiros, atuando como primeiro soprano. Tem experiência nas áreas de fisioterapia, teatro, dança e música. Atuando principalmente nos seguintes temas: estudo do movimento, geriatria, ergonomia, fisiologia do exercício, arteterapia, preparação corporal e vocal, canto lírico, butoh, pilates, mat pilates, improvisação, dramaturgia, performance, dança contato- improvisação, mímica, pantomima, bufão, clown, dança- teatro, voz em movimento, política social, entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.