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O AMP Gramado 2020 pretende levar a cidade de Gramado o melhor da música instrumental brasileira e internacional, possibilitando a população desta cidade e aos turistas que convergem em grande número à cidade, nesta época do ano, o contato com alguns dos mais expressivos e importantes gêneros musicais. A cidade de Gramado tem, além de sua população, um enorme contingente de turistas, que deverão comparecer aos shows, onde terão contato com estes gêneros e estilos musicais. O projeto visa também possibilitar a estes grupos musicais a oportunidade de apresentar-se para um grande público, buscando a formação de um mercado musical no estado do Rio Grande do Sul, voltado a esta produção. Ao mesmo tempo, através de palestras em escolas do município, o projeto vai possibilitar aos alunos da rede pública de ensino, o contato com o gênero Choro, um dos gêneros e estilos, que estarão no projeto e que, cada vez mais, tem dificuldades para chegar ao público em geral. Isto vai possibilitar a formação de um novo público, a renovação deste público, não só na cidade de Gramado, mas de toda região serrana gaúcha.
Projeto pedagógico Serão realizadas 03 palestras sobre a história do choro, para alunos da rede pública de ensino, com a utilização de imagens e gravações que vão mostrar a história do gênero, de seu nascimento no final do século XIX aos dias de hoje. As palestras serão ministradas pelo músico e professor Mathias Pinto, artista que tem larga experiência como professor da Oficina de Choro de Porto Alegre. Com exemplos ilustrativos, Mathias Pinto vai apresentando a história do gênero, através de seus principais compositores e de suas épocas.
Objetivo geral Realizar 10 shows com grupos e artistas nacionais e internacionais, durante 4 dias, na Rua Coberta, no município de Gramado/RS; Objetivo epecifico Realizar 10 intervenções musicais da AMP JAZZ BAND, formação tipo "New Orleans", com seus músicos desfilando pelas ruas centrais da cidade de Gramado/RS, durante a realização do evento, tocando standards do jazz de todos os tempos; Possibilitar ao público em geral o acesso a gêneros e estilos da música instrumental brasileira e internacional; Criar mercado para grupos e artistas que tocam música instrumental brasileira e internacional; Possibilitar a formação de público, através das palestras a serem realizadas em escolas da rede municipal de ensino da cidade;
Gramado é uma das principais cidades turísticas do país. Mas, a maior parte das promoções e projetos que acontecem na cidade são voltados para o turismo, mesmo aqueles culturais, priorizando eventos ligados a datas festivas anuais. Este projeto busca levar a esta cidade a música instrumental brasileira e internacional, com diversos grupos se apresentando durante quatro dias, em diferentes horários, num período em que a cidade recebe também uma grande quantidade de turistas. A música instrumental tem enorme dificuldades de mercado, principalmente em cidades do interior dos estados brasileiros, onde rádios e veículos alternativos não costumam chegar. Este projeto visa sanar esta lacuna, levando anualmente a cidade de Gramado alguns dos principais nomes destes gêneros musicais. Será um importante meio de divulgação desta música, possibilitando o contato do público local com estes gêneros musicais. o Projeto se enquadra nos seguintes itens : Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
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CRONOGRAMA DE APRESENTAÇÕES DIA 19 DE novembro LOCAL ATRAÇÃO HORÁRIO Rua Borges de Medeiros e arredores AMP JAZZ BAND 17:15 Rua Coberta KIAI 18:30 Rua Borges de Medeiros e arredores AMP JAZZ BAND 19:30 Rua Coberta KULA JAZZ 21:00 DIA 20 DE Novembro LOCAL ATRAÇÃO HORÁRIO Rua Borges de Medeiros e arredores AMP JAZZ BAND 17:15 Rua Coberta JAMES LIBERATO 18:30 Rua Borges de Medeiros e arredores AMP JAZZ BAND 19:30 Rua Coberta ELIAS BARBOSA QUINTETO 21:00 DIA 22 DE Novembro LOCAL ATRAÇÃO HORÁRIO Rua Borges de Medeiros e arredores AMP JAZZ BAND 11:00 Rua Coberta LUIS HENRIQUE “NEW” 12:15 Rua Borges de Medeiros e arredores AMP JAZZ BAND 17:15 Rua Coberta MOIO 18:30 Rua Borges de Medeiros e arredores AMP JAZZ BAND 19:30 Rua Coberta MANUEL FRAGA TRIO 21:00 DIA 23 DE Novembro LOCAL ATRAÇÃO HORÁRIO Rua Borges de Medeiros e arredores AMP JAZZ BAND 11:00 Rua Coberta SEXTETO GAÚCHO 12:15 Rua Borges de Medeiros e arredores AMP JAZZ BAND 13:45 Rua Coberta GRUPO URUGUAIO 15:00 Rua Borges de Medeiros e arredores AMP JAZZ BAND 16:45 Rua Coberta MARMOTA 18:00
Para todas as atividades realizadas no projeto não há restrição de participação de pessoas com deficiência cognitiva, especialmente considerando-se que o produto principal do projeto é de música instrumental. Os espaços do evento contarão com rampas e elevadores, possibilitando o acesso físico ao projeto. Em um dos dias de evento haverá narração audiodescritiva, ampliando o acesso a deficientes visuais. Os debates da programação contarão com tradução em libras e, portanto, terão garantia de acesso irrestrito para deficientes visuais e auditivos, bem como de acesso físico. CONTRAPARTIDA SOCIAL As oficinas de capacitação de estudantes e professores serão realizadas de forma irrestrita e inclusiva a todos os inscritos. O oficineiro será orientado ao devido acolhimento de qualquer deficiência. Em caso de necessidade, será incorporado um intérprete de libras.
ARTIGO 21 DA IN Informamos que, além da mostra musical, o projeto conta com a realização de três master classes com músicos da programação para estudantes de música e músicos iniciantes. Além disso, são realizados dois debates sobre o mercado da música e da produção cultural. Ambas as atividades são realizadas com acesso gratuito e irrestrito da população, contemplando o artigo 21 da IN.
MATEUS STANISÇUASKI - PROPONENTE - COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA (responsável pelos contratos, pagamentos e demais rotinas financeiras do projeto, além da sua coordenação geral) Mateus Stanisçuaski é produtor com experiência especialmente na realização de projetos musicais. Nos últimos dois anos, constam no seu currículo trabalhos como as apresentações em Porto Alegre de João Bosco, Jorge Ben Jor, Hamilton de Holanda, Oswaldo Montenegro, Demônios da Garoa, além da participação em produções internacionais como o show de Elton John, Paul McCartney entre muitos outros. Atua também na produção de eventos musicais como o Villa do Jazz, Pianíssimo, Homenagem ao Jazz, Poa Jazz Festival e também na administração de projetos via leis de incentivo à cultura. Curriculum participantes ELIAS BARBOSA QUINTETO (Brasil) – Destacado bandolinista, compositor e arranjador gaúcho, um dos principais nomes da nova cena do Choro brasileiro. Lançou recentemente seu novo álbum “Luminoso”, que mostra um olhar contemporâneo e cuidadoso sobre a música e está repleto de composições que apresentam ritmos como choro, samba, afro samba, baião, polca, frevo e lundu. Elias Barboza também é professor e arranjador da Oficina de Choro do Santander Cultural e maestro, arranjador e um dos fundadores da novíssima Orquestra de Choro de Porto Alegre. Já foi solista da famosa Suíte Retratos (Radamés Gnattali) com Orquestra de Câmara da Ulbra, Orquestra Unisinos Anchieta, Orquestra Filarmônica da PUCRS e do prestigiado Programa Prelúdio. Além de solar o Concerto em Sol Maior de Vivaldi com Orquestra da Ulbra, atuar como bandolinista na OSPA na 7ª sinfonia de Mahler e de estrear a Suíte Concertante do Compositor gaúcho Dimitri Cervo, obra dedicada ao bandolinista, com Orquestra da Pucrs. A forma de Elias tocar bandolim e violão tenor tem no ponto fundamental, o sentimento, o fraseado com muitos vibratos e ornamentos, que foram ponto em comum e de grande afinidade, para trazer Matheus Kleber para junto do projeto. O acordeonista e pianista do Quinteto, toca com emoção, improvisa com virtuosismo e bom gosto, junto com Elias, forma o duo de solistas do conjunto que pedem naturalmente um grande violonista sete cordas. O músico mais experiente do conjunto, João Vicente, toca um violão exuberante, da escola do mestre Raphael Rabello. Harmoniza, sola e faz bonitos baixos e arranjos. A base do conjunto é formada pelo cavaquinista Fabio Azevedo, o “Cabelinho”, que toca um cavaquinho com toda a malícia do choro e do samba, dando a cada música a levada bela e necessária, que se completa pela percussão do grande Fernando Sessé. HECTOR “FINO” BINGERT (Uruguai) - Saxofonista uruguaio, um dos principais músicos de jazz daquele país. Já tocou com nomes como Lill Lindofrs, Bob Brookmeyer, Buddy Rich, Lee Konitz, entre outros. Aos quinze anos, começou a tocar profissionalmente com os célebres Lecuona Cuban Boys, com quem excursionou pela Europa em 1960. De volta a Montevideo, ingressa na Banda Sinfônica Municipal, atuando também no Hot Club de Montevidéo. Em 1966, retorna aos Lecuona, indo viver na Suécia, onde permanece até 1970. Volta a Montevideo e permanece por mais cinco anos, voltando a Estocolmo e passando a residir naquela cidade, definitivamente. Em 1982, forma em Estocolmo o quarteto Latin Lover, que depois se converte na Latin Lover Big Band, com 16 instrumentistas de que fundem jazz e candombe, gênero típico da população afro uruguaia. Hector anualmente visita seu país, para um reencontro com o público jazzístico uruguaio. JAMES LIBERATO (Brasil) – Um dos principais guitarristas e professores de guitarra em atividade no país, James está em atividade a mais de quarenta anos, realizando shows e gravando discos, com ótimas criticas e recepção do público. Seu quarteto, que tem na sua música raízes sólidas da música brasileira com forte influencia do jazz, é formado por James Liberato- guitarra e violão, New- teclados, Ronnie Martinez – bateria e Everson Vargas – baixo, e interpreta composições dos integrantes do grupo e nomes consagrados da musica mundial. James tem quatro discos solos lançados, com trabalhos autorais de grande qualidade. KIAI GRUPO (Brasil) - Grupo de música instrumental oriundo da cidade de Rio Grande, formado no ano 2014 e composto pelos instrumentistas Marcelo Vaz (teclado/piano), Isaías Soares "Zaza" (guitarra), Lucas Fê (bateria) e Dionísio Souza (baixo elétrico). Os integrantes já realizam diversos trabalhos juntos e participavam de outros projetos também em paralelo. A parceria surgiu, inicialmente, com o intuito de formar um grupo de estudos para praticar temas musicais de comum interesse. Da junção, que gerou ainda mais convivência e interação, é que surgiu a possibilidade de executar músicas próprias e também arranjos de temas selecionados pelo grupo. O Grupo tem feito concertos em casas especializadas e festivais de música instrumental, destacando: Recital didático inserido no Festival de Jazz de Pelotas 2014, Gravação programa Vapor Session – Pelotas – RS, Programa Fio da Navalha – Pelotas – RS, Café Fonfon – Porto Alegre RS, Festival de música Pira Rural, realizado na cidade de Ibarama- - RS. Festival Porto Alegrense de Bandas Instrumentais 2016, Dia Internacional do Jazz em Pelotas 2015/2016, Programa de Música “MUSIURG”, desenvolvido pela Federal Universidade do Rio Grande – FURG 2015 e 2016, 1º bienal de arte e cidadania de Pelotas 2015, Projeto “Deu Jazz” com o grande saxofonista Otávio Delevedove 2015, Festival nas “ondas do jazz” Rio Grande 2016, Projeto Sete ao Entardecer, Pelotas – RS e Homenagem ao Jazz, em 2018, ao lado do compositor João Bosco. KULA JAZZ (Brasil) O grupo Kula impressiona com seu jazz vibrante e orientalizado, pleno de elementos africanos e do spiritual jazz contido nas suas interpretações e performances ao vivo. No ano de 2015 lançaram o primeiro álbum, intitulado KULA, que foi indicado em 5 categorias do Prêmio Açorianos de Música, e estão compondo músicas para o segundo disco que será gravado com direção artística de um grande ícone da música brasileira. Formado por músicos oriundos de outros trabalhos, o Kula tem a premissa de popularizar esse gênero secular e de extrema importância na história do desenvolvimento musical popular, o jazz e a música instrumental. O que chama a atenção nas interpretações e que vale ressaltar é a entrega emocional do grupo, muito comum nas raízes africanas e no spiritual jazz. E, como o próprio nome diz, Kula significa uma “reciprocidade espiritual”, praticada na constante troca de fé e energia entre os integrantes. O grupo vem se apresentando regularmente em Porto Alegre e arredores e já tocou em palcos emblemáticos como do Festival de Jazz de Porto Alegre, Pira Rural, Instituto Goethe, Sesc Instrumental, POA Jazz Festival, Villa do Jazz e outros. O Kula tem em sua formação: Franco Salvadoretti (flauta transversal), Ronaldo Pereira (saxofone tenor), Rodrigo Arnold (contrabaixo), Max Sudbrack(piano) e Martin Estevez(bateria). LUIS HENRIQUE “NEW” & GRUPO (Brasil) – Um dos principais pianistas e tecladistas da música gaúcha, New vêm atuando na música do estado do Rio Grande do Sul a cerca de trinta anos. A seu lado, neste projeto, dois músicos com muita estrada na música brasileira: Ricardo Arenhaldt (bateria) e Everson Vargas (contrabaixo). No repertório, standards do jazz norte americano e clássicos da música brasileira, em arranjos preparados especialmente para esta formação: MOANIN’ (Bobby Timmons), DAAHOUD (Clifford Brown), SINAL VERMELHO (Leo Gandelman / David Feldman), LINE FOR LYONS (Gerry Mulligan), DOLPHIN’ DANCE (Herbie Hancock), PETER GUNN THEME (Henry Mancine), NICA’S DREAM (Horace Silver), RECORDA-ME (Joe Henderson), THE LAMP IS LOW (Mitchell Paris), BE MY LOVE (Nicholas Brodszky/Sammy Cahn), ONLY CHILD (Bill Evans), ROUND MIDNIGHT (Thelonious Monk), COME RAIN OR COME SHINE (Harold Arlen/Johnny Mercer), A NIGHT IN TUNISIA (Dizzy Gillespie), SAMBA DOBRADO (Djavan) e MORE THAN YOU KNOW (Vincent Youmans, Billy Rose and Edward Eliscu). MANUEL FRAGA TRIO (Argentina) - Formado por Manuel Fraga (piano), Jorge López Ruiz (contrabaixo) e Germán Roco (bateria), o Trio vai interpretar um repertório inteiramente dedicado as trilhas sonoras dos filmes do cineasta americano Woody Allen. Reconhecido com um dos melhores pianistas de jazz argentinos, desde sua estreia aos 18 anos em 1976, Manuel já se apresentou nas mais importantes salas de seu pais, como Teatro Colon, Teatro y Centro Cultural Gral. San Martín, Teatro Avenida, Astral, Complejo La Plaza, entre outras, bem como no circuito de clubes de jazz portenho e cidades do interior. Integrou a Fénix Jazz Band, com quem participou do ciclo de jazz de mais longa duração na Argentina "Sábado a la Noche... Jazz" na bodega do Gran Café Tortoni, entre 1978 e 1994. Entre 1984 e 1993, realizou nove giras por Estados Unidos e Canadá, apresentando-se em importantes festivais de jazz, como o Sacramento Jazz Jubilee da California (onde foi premiado em 1984 como o melhor pianista do festival), Classic Jazz Festival de Los Angeles, Connecticut Jazz Festival, Central City no Colorado,e em clubes de jazz em San Francisco, San Diego, Seattle, Vancouver e Victoria (Canadá). Dividiu o palco com músicos como Jorge Navarro, Walter e Javier Malosetti, Ricardo Lew, Gustavo Bergalli, Juan Cruz de Urquiza, Ricardo Cavalli e também com o bandoneonista Daniel Binelli, como parte do projeto "Tributo a Astor Piazzolla y Miles Davis". Integrou também o conhecido quinteto "Swing Timers",substituindo a Jorge Navarro,e fez parte de trío com Alfredo Remus (contrabajxo) e Oscar Giunta (bateria) entre 2000 e 2009. Desde o ano de 2005 dirige seu próprio trio junto ao prestigioso contrabaixista e compositor Jorge López Ruiz e Germán Boco na bateria e se apresenta também em concertos como solista. Em sua discografia se destacam nove discos con a Fénix Jazz Band, três como solista (dois deles gravados e editados nos Estados Unidos), e o CD "Querido Bill" (dedicado a Bill Evans) com Alfredo Remus e Oscar Giunta. Manuel provêm de uma família de músicos e realiza um trabalho importante como docente em classes, oficinas e clínicas de piano, improvisação, harmonia, estilos de jazz, etc. Seu próprio enfoque musical se destaca por sua variedade estilística e linguagem melódica de concepção universal, resultado de um profundo conhecimento das distintas formas do jazz, de sua formação pianística clássica e dos estudos de harmonía, forma, composição e análise musical que realizou com o maestro Manolo Juárez. Além do mencionado premio que lhe outorgaram nos Estados Unidos, recebeu o premio Prensario 1979 como revelação do jazz, o premio ACE 1993 como melhor álbum de jazz (com a Fénix Jazz Band) y o premio Kónex 1995 por sua trajetória com a Fénix Jazz Band. MARMOTA (Brasil) - Fundada em 2011, adequa seu trabalho aos mais diversos ambientes. Além de dois álbuns autorais com um estilo bastante próprio, realizou shows nas casas mais conhecidas de Porto Alegre; turnês pelo Brasil e Europa; além de direção musical, criação de trilhas sonoras e execução destas em diversos contextos. Seu primeio disco, Prospecto, foi lançado em 2015 e recebeu cinco indicações ao Prêmio Açorianos. A Margem, seu mais recente álbum, não segue tendências: antes constitui, com suas influências, caminhos a serem margeados. Lançado em 2017 em parceria com estúdio Audio Porto, conta com sete composições autorais da banda, e é coroado por um sofisticado trabalho gráfico de Alice Oliveira e André Bergamin. Em 2018 o álbum ainda é finalista do Prêmio Profissionais da Música, na categoria Artista Instrumental, ao lado de grandes nomes como Yamandu Costa, Gabriel Grossi e Quarteto Radamés Gnatalli. A Marmota é formada pelos músicos André Mendonça (baixo acústico), Bruno Braga (bateria), Leonardo Bittencourt (piano) e Pedro Moser (guitarra). MOIO (Brasil) - Desde a sua fundação, em 2015, a banda vem se apresentando em diversos espaços de Porto Alegre e região. Além de bares como o Espaço 512, London Pub, Bate, entre outros na capital gaúcha, a MOIO participou de festivais como o 2° Festival de música de Nova Prata e o 3° Festival Porto-alegrense de bandas instrumentais. Em abril de 2017 lançou o primeiro EP, MOIO, durante as programações do International Jazz Day, ocasião em que também participou em 2016 e 2018. A MOIO nasceu da afinidade e a vontade de experimentação musical livre onde a bagagem individual de cada integrante pudesse ser explorada. Baseado na linguagem da música negra de maneira geral o grupo tem em seu repertório temas instrumentais que transitam entre o funk, hip hop, jazz, soul e choro. SEXTETO GAÚCHO (Brasi) - Formado por músicos que se conheceram nas rodas de choro de Porto Alegre/RS, o Sexteto Gaúcho apresenta sonoridade tradicional dos conjuntos brasileiros. Em seu repertório toca clássicos da música instrumental e da nova geração, incluindo composições contemporâneas de seus integrantes. Na formação temos Samuca do Acordeon no acordeon, Elias Barboza no bandolim, Lucian Krolow na flauta, Mathias Pinto no violão 7, Guilherme Sanches no pandeiro e Alexandre Susin no cavaquinho. Em 2017 apresentaram no palco do Baruch Theater, dentro do Festival Internacional de Choro em Nova York. Em 2018 tocaram no 8º Festival Internacional Sesc de Música, 3º Festival Porto Alegrense de Bandas Instrumentais e Festival Noite dos Museu. Também participaram das gravações do filme “Plauto, um sopro musical”, longa-metragem sobre a vida e obra do flautista Plauto Cruz. Atualmente o grupo se prepara para gravar seu 1º disco, só com composições autorais e para apresentar o Jacob 100 anos, show especial dedicado ao centenário de Jacob do Bandolim. Em 2019 participam do 9º Festival Internacional Sesc de Música como professores do núcleo de Choro e se apresentam no Palco do Festival na praia do Laranjal, com o show "O Choro é Livre" e no Theatro Guarany, junto com a orquestra tocando a Suíte Retratos de Radamés Ganattali. AMP JAZZ BAND – Grupo de jazz itinerante, no estilo “New Orleans”, onde os músicos vão andando e tocando pela cidade. O grupo será formado por músicos da serra gaúcha, entre os melhores da região e tocará um repertório de standards do jazz americano e clássicos da música brasileira. Serão quatro integrantes, com instrumentos como banjo, tuba, saxofone e percussão.
PROJETO ARQUIVADO.