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O projeto "A história centenária do Palestra/Cruzeiro" destina-se à elaboração e produção de um livro de histórias, crônicas, artigos e fotos, sobre os cem anos do Cruzeiro Esporte Clube, fundado por imigrantes italianos em Belo Horizonte/MG, que completou seu centésimo aniversário em janeiro de 2021. Por meio de uma equipe formada por jornalistas, escritores, fotógrafos e designers, ele terá como ponto de partida pesquisa junto a acervos particulares e públicos, bem como a personagens vinculados à trajetória do Clube. O objetivo do livro, que será amplamente difundido, é também incentivar a divulgação tanto da história de um dos mais importantes clubes esportivos brasileiros, quanto da influência sociocultural da comunidade italiana na construção da capital mineira.
A obra literária ainda não está concluída, pois virá da pesquisa realizada durante a execução do projeto. Sendo assim, segue abaixo uma sinopse da obra: "1894, navios vindos do Brasil aportaram na costa italiana, trazendo uma novidade. Cartas de familiares imigrados e panfletos das companhias de navegação anunciavam a oportunidade de vida nova no país tropical. Um estado chamado Minas Gerais iria construir sua nova capital. Com a abolição da escravatura, seis anos antes, era preciso recrutar mão de obra. Segundo dia de 1921, após o feriado réveillon, imigrantes italianos, operários e pequenos comerciantes oriundos das primeiras famílias que se instalaram em Minas Gerais para a construção da nova capital, se reúnem para concretizar um sonho que vinha sendo alimentado num comércio chamado Casa Ranieri, na Rua dos Caetés, centro de Belo Horizonte. Eles finalmente fundam a Società Sportiva Palestra Italia." A modesta sede da Società Sportiva Palestra Italia é guardada por jovens assustados. Dentro, o presidente Ennes Poni, diretores, sócios do clube e o ex-jogador e primeiro ídolo do clube, Ninão Fantoni, tentam raciocinar em meio ao pânico. No cômodo ao lado, outro grupo de imigrantes italianos reúnem taças e troféus, como os do tricampeonato de 1928/1929/1930, que no campo esportivo, já havia causado a revolta da elite da recém-criada Belo Horizonte. Efeito do racismo e da xenofobia naturais àquele Brasil de 1942. Na memória dos presentes, e todos ali, o terror vivido dias antes, quando uma multidão desceu da vizinhança abastada para o bairro Barro Preto, apedrejando comércios e casas, gritando juras de morte e destruindo tudo onde houvesse uma referência aos imigrantes italianos, que no final do século XIX haviam chegado para construir a cidade, e por ela acabaram ficando. O velho estadinho do Palestra só havia escapado da barbárie pela coragem de um soldado que se lançou à sua frente, impedindo que lhe ateassem fogo. O decreto presidencial de Getúlio Vargas, de 31 de agosto, em meio à Segunda Guerra Mundial, era claro: estava proibida qualquer alusão aos países do Eixo. Para não ser fechada pelas forças policiais, o Palestra Mineiro deveria mudar o nome e as cores de seu pavilhão. Os homens reunidos naquela sala, então, decidem. As taças e troféus, conquistados nos 21 primeiros anos de existência, deveriam ser derretidas. O material enviado ao Rio de Janeiro para a produção de armamento para o Exército Brasileiro. As primeiras conquistas da história do clube se tornariam balas de canhão, a serem atiradas contra os soldados italianos no front. A segunda decisão mudaria o curso da história do futebol brasileiro. O Palestra estava rebatizado por Cruzeiro Esporte Clube. O escudo e a camisa transformados em azul celeste, onde deveria ser bordada a constelação do Cruzeiro do Sul. Fugindo da ignorância da guerra, do racismo e da xenofobia, os homens saem da sala escrevendo o primeiro episódio de uma nova era, de um time fadado a brilhar mundialmente.
Objetivo geral O projeto "A história centenária do Palestra/Cruzeiro" tem como objetivo geral a produção de um livro de histórias, crônicas, artigos e fotografias. Essa obra cumprirá o relevante papel de, além de marcar o centenário do Cruzeiro Esporte Clube, evidenciar sua contribuição na dinâmica cultural, esportiva e social de Belo Horizonte e, também, de Minas Gerais. A instituição foi fundada em 1921 pela comunidade de imigrantes italianos, que se estabeleceu no centro do estado de Minas Gerais, na última década do século XIX, para a construção da nova capital, Belo Horizonte. Concomitantemente, o futebol, criado na Inglaterra, se popularizou mundialmente, o que foi a motivação para a fundação do clube. Em janeiro de 2021, o Cruzeiro completará 100 anos de história. Às vésperas desse marco, compreende-se que a elaboração de uma obra literária composta por crônicas, além de fotografias e artigos, irá enriquecer os já existentes registros documentais relativos a essa trajetória, além de apresentar novas perspectivas sobre as relações do Clube com o cotidiano da cidade. Considera-se, ainda, que essa obra promoverá a reunião de documentação (livros, fotografias, reportagens, documentos, camisas, troféus, bandeiras etc.), cuja maior parte encontra-se dispersa, em possíveis acervos, em mãos de terceiros (ex-jogadores, ex-dirigentes, torcedores, ex-funcionários, órgãos de imprensa, órgãos públicos e privados de salvaguarda do patrimônio). Essa iniciativa também é importante na medida em que garante a preservação de parte dessa memória que, sabe-se, em alguma medida, já se perdeu, por exemplo, com o falecimento de personagens importantes da história do Cruzeiro que não tiveram suas memórias registradas. O livro será produzido por uma equipe multissetorial de pesquisa, composta por jornalistas, escritores, designers e fotógrafos. Trata-se de obra a ser amplamente divulgada, com o intuito de levar os conteúdos e a documentação reunida a um número expressivo de pessoas, estando planejada sua distribuição em bibliotecas públicas de Belo Horizonte. Além disso, o livro também será publicado em versão digital com a finalidade de facilitar, ainda mais, o acesso ao produto cultural e adaptá-lo a esse formato cada vez mais difundido. Entende-se, assim, que, muito mais do que um projeto com a temática do futebol, a obra "A história centenária do Palestra/Cruzeiro" é um chamamento à necessidade de se conscientizar sobre o ato cidadão de valorizar a memória como forma de preservar patrimônios culturais, sejam eles materiais ou imateriais. Ressalta-se, por fim, que o livro, objeto deste projeto, integra as ações propostas pelo Instituto Vivas, que, no bojo das comemorações do centenário do Cruzeiro Esporte Clube, destinam-se à preservação da memória do Clube e à valorização e promoção da cultura e história de Belo Horizonte. De forma integrada e complementar, essa obra literária virá somar-se ao documentário "Em busca da história do Cruzeiro", a ser produzido no âmbito do projeto aprovado por essa mesma Lei Federal de Incentivo à Cultura, tendo recebido o Pronac 202785. Entende-se que ambos os projetos, singulares em seus suportes específicos, serão capazes de ter um alcance mais ampliado, atingindo públicos distintos, ao mesmo tempo em que promoverão o movimento da cadeia de produção cultural _ audiovisual e literária - da cidade. Objetivos quantitativos - Realizar uma pesquisa histórica que fundamentará a produção do livro. - Publicar uma tiragem de 1.000 cópias do livro. - Publicar o livro em formato digital. - Distribuir 200 livros para bibliotecas e instituições culturais que tenham interesse pelo tema. A obra literária, de 250 páginas será produzida com base no material pesquisado sobre a história do Cruzeiro Esporte Clube e sua origem, vinculada à presença da comunidade de imigrantes italianos, desde o final do século XIX, em Belo Horizonte, quando de sua construção. Para a obra literária, a pesquisa se dará pela formação de uma equipe multissetorial que irá, durante três meses, em busca de documentos, registros, acervos e relatos de personagens.
Com o propósito de divulgar a história centenária de uma das principais instituições socioculturais e esportivas do estado de Minas Gerais, o projeto "A história centenária do Palestra/Cruzeiro" se enquadra em mais de um dos incisos do Artigo 1° da Lei 8313/91, pela qual foi instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). São eles e suas respectivas justificativas: "II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais". Nesse sentido, o projeto busca apoiar uma iniciativa de trazer à luz e divulgar acervos históricos, memórias e elementos do patrimônio cultural, particularmente aqueles vinculados a uma das principais instituições de convívio social da cidade de Belo Horizonte, o centenário Cruzeiro Esporte Clube. Para tanto, no seu processo de produção, prioriza, ainda, a formação de equipe de trabalho composta por profissionais e produtores culturais da cidade e que possuem reconhecido currículo de realizações focadas em Minas Gerais e sua capital. "IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismos da cultura nacional" e "VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações". O projeto não se restringe à temática "futebol", por mais que a instituição em questão seja popularmente conhecida por esse viés. Estudar, documentar e recuperar acervos e memórias do Cruzeiro Esporte Clube diz respeito também a remontar a contribuição da comunidade de imigrantes italianos a Belo Horizonte e a Minas Gerais. A fundação do Palestra Itália (posteriormente, Cruzeiro), em 1921, é um pedaço da história da influência social e cultural de uma nação à construção de um país plural e diverso. "VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". A obra literária tem por premissa criar a percepção de que fenômenos sociais como o futebol e os clubes sociais não são fatores alheios à história de um território. Tanto a comunidade de imigrantes italianos quanto o clube centenário Cruzeiro são, ora fruto, ora origem de diversos processos que se inserem na dinâmica da formação sociocultural de uma metrópole como Belo Horizonte. Sendo executado e amplamente difundido, o projeto, ao criar sinergia com o público em geral, também serve de estímulo para que novas ações de valorização da cultura e da memória sejam efetivadas. Por fim, o projeto se justifica por ter como objetivo atingir as seguintes metas previstas em incisos do Artigo 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamento, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Serão produzidas peças de comunicação para divulgação pelas redes sociais: Instagram, Facebook, Twitter, WhatsApp. Assessoria de imprensa e mídias sociais. Banners e cartazes.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO LIVRO FÍSICO: - Capa dura - 250 páginas - Tamanho: 24cm x 32cm - 4 cores - Papel off set 150g/m2 Sua tiragem será de 1.000 exemplares. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO LIVRO DIGITAL - 200 páginas - ePub 2
Referente ao livro físico e digital: Auditiva: Não se aplica, pois livro é um produto essencialmente visual e não oferece restrição ao deficiente auditivo. Visual: Audiobook, com acesso livre e gratuito a todos espectadores e leitores. Referente ao conteúdo das palestras (contrapartida): Auditiva: Para atender o dispositivo da lei e proporcionar a acessibilidade aos deficientes auditivos, um (1) bate papo terá tradução em libras. Visual: Como as atividades são desenvolvidas de forma oral, não há limitação de acesso à deficientes visuais. Físico: Os locais dos bate papos ainda não foram definidos, contudo, a proponente se compromete realizá-los em locais com acesso a pessoas idosas e deficientes físicos (com rampas de acesso, banheiros adaptados e caso seja em andar superior com elevadores), conforme atendimento ao disposto no artigo 27, inciso II, do Decreto nº 5.761/2006.
Para garantir a democratização do acesso da população ao produto cultural do projeto ?A história centenária do Palestra/Cruzeiro?, foram estabelecidas as seguintes ações:1 – Produção de conteúdo exclusivo a partir da experiência de organização de acervos e produção de materiais para o livro. Prevê a criação de uma versão digital da obra para as lives de lançamento do produto cultural e disponibilização gratuita deste conteúdo em redes sociais, conforme item X, Art. 24 (nº 01/2022);2. Disponibilização do livro digital de forma gratuita, conforme Art. 21 (da IN nº 2/2019).
FICHA TÉCNICA INSTITUTO VIVAS – PROPONENTE E GESTOR LUIZ BARRETO - COORDENAÇÃO GERAL MARCO ANTONIO ASTONI – COORDENAÇÃO EDITORIAL GUSTAVO NOLASCO – JORNALISTA/PESQUISADOR INSTITUTO VIVAS – proponente Função: GESTOR DO PROJETO O Instituto Vivas é uma instituição sem fins lucrativos com a missão de promover a cultura e a cidadania, por meio do estímulo e desenvolvimento de programas e projetos culturais e sociais. A organização conta com uma equipe multidisciplinar, com trajetória e formação qualificada, com expertise em articulação institucional, planejamento, gestão, arte e cultura. DIRETORIA: Luísa Rubião Resende: Sócia e diretora da Vivas Cultura e Esporte. Graduada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pelo Centro Universitário de Belo Horizonte – UNI-BH, pós-graduada em Gestão Cultural pelo Centro Universitário UNA e Curso de Extensão de Média Duração pelo IBMEC em Planejamento e Gestão de Marcas em Redes Sociais. Solanda Steckelberg: Sócia da Vivas Cultura e Esporte. Formada em Jornalismo e Relações Públicas pela PUC Minas, possui especializações em Comunicação e Gestão Empresarial e Gestão do Patrimônio Cultural pelo IEC – Instituto de Educação Continuada. Além de cursos na ENAP - Escola Nacional de Administração Pública em Brasília-DF, onde concluiu um curso de extensão na área de planejamento e gestão pública. Em agosto de 2013, ganhou pela revista Mercado Comum, na 7° edição do Prêmio Minas Gerais de Desenvolvimento Econômico, a medalha Governador Israel Pinheiro – Destaque do Empreendedorismo de Minas Gerais. Também recebeu pelo Governo de Minas a Medalha da Inconfidência. Luiz Barreto Se formou em jornalismo em 1981 e iniciou a carreira no jornalismo na TV Manchete, sucursal de Belo Horizonte, em 1983. Foi apurador e produtor de pautas até chegar a editor de texto e de telejornais. Passou também pela TV Globo, Rede Minas de TV, jornais Estado de Minas, O Tempo e Diario da tarde. Fez direção-geral de documentarios institucionais, foi professor de redação e expressão oral no telejornalismo e parceiro do pai, Plinio Barreto, na pesquisa, produção e edição do livro De Palestra, uma trajetória de Glorias, lançado no ano 2000. Atualmente trabalha em pesquisa e elaboração de textos. Gustavo Nolasco Roteirista, escritor e jornalista. Mineiro de Mariana/MG e membro da Academia Marianense de Letras. Sócio da NITRO Histórias Visuais, uma das mais importantes agências de Fotografia e Produção de Conteúdo de Minas Gerais, criada em 2002. Autor do livro “Os Chicos” (coautoria de Leo Drumond/NITRO Editorial, 2011), vencedor do Prêmio Jabuti 2012, na categoria Fotografia. O livro é fruto de projeto homônimo desenvolvido com o intuito de documentar a cultura oral da população ribeirinhas do rio São Francisco. Escreveu outros três livros: “Projeto Harpia 20 anos” (NITRO, 2018), “Jardins da Arara de Lear (NITRO, 2017), “Nossa sala de troféus” (NITRO, 2016). Editor do livro “Mariana: assim nasceram as Minas Gerais” (Roque Camêllo, NITRO, 2016). Em 2016, criou e tornou-se editor do Jornal A Sirene, jornal dos atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana/MG. Atualmente é cronista semanal do Jornal Estado de Minas, onde assina a coluna “Da Arquibancada”. No Audiovisual, foi codiretor e roteirista de sete curtas-metragens: - “Azul Escuro” (2018) - Vencedor do Festival Cinefoot 2019; selecionado e exibido no Sport MoviesInternationalFest Festival 2019 (FICTS), no Festival Cinema de Desporto Portugal 2020 e da plataforma de streaming DAZN - “Eterno | Um capítulo incontestável” (2017) - Finalista do Sport MoviesInternationalFest Festival 2019 (FICTS), selecionado do Festival Cinefoot 2018 e exibido na Rede Minas em 2020 - “Você me deixou perder a hora” (2015) - Exibido no Festival Internacional Paraty em Foco 2015 - “Barriga no balcão” (2014) - “Moradores Petrolina-Juazeiro” (2014) – Exibido no Festival Noturno nos Museus 2016 - “Impóriu dos Malas” (2013) - Exibido no Festival de Fotografia de Tiradentes 2013 - “Os Chicos” (2011) – Selecionado para o Festival Vale Curtas). Foi roteirista aindade um longa-metragem (“Estrada Natural”, de Émerson Penha/em finalização) e de três séries (“Cultura e Educação”/Contato Filmes, 2016, “São Gotardo”/NITRO Imagens, 2015 e “O queijo da Região da Serra da Canastra”/NITRO Imagens, 2014) e do curta - “Assis Horta – o guardião da memória” (2012), selecionado da Mostra Curtas BH 2012 e do Festival Internacional Paraty em Foco 2012. Escreveu o roteiro do longa-metragem “O Pacto”, selecionado pelo Fundo Municipal de Cultura de Belo Horizonte em 2017. Nas Artes Integradas, é autor do projeto transmídia “Moradores – A Humanidade do Patrimônio Histórico”, que está na sua oitava temporada, tendo passado por cinco estados (SP, RJ, MG, BA e PE) e 20 cidades brasileiras, com um público superior a 3.500.000 pessoas e reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como uma ação contemporânea de Educação Patrimonial. Nas Artes Visuais, é coautor das exposições multimídias “O Rio São Francisco me contou” (realizada pelo Instituto Oi Futuro/MG em 2014) e “Os Malas” (realizada durante o Festival Foto em Pauta Tiradentes/2013). Em 2014, foi autor do projeto inovador do “primeiro álbum de figurinhas” de um bar no Brasil, o Bar do João, estabelecimento do gênero mais antigo em atividade (30 anos) no bairro boêmio da Savassi, em Belo Horizonte/MG. Marco Antônio Astoni Jornalista formado pela FUMEC, em 2000. Jornal O Tempo – Contagem – Desde Abril 2019 Redator Cadernos - Política / Esporte Edição de matérias / Produção de textos / Fechamento de edição Secretaria Municipal de Saúde – Contagem – Julho 2018 a Junho 2019 Assessor de Comunicação Gestão da Assessoria de Comunicação da SMS – Contagem Gestão dos contratos da área Produção de conteúdo para o site da Prefeitura Atendimento à imprensa Máquina Cohn & Wolfe – Fevereiro 2018 a Julho 2018 Repórter / Redator / Relações Públicas Assessoria e produção de conteúdo da conta da Prefeitura de Contagem TV Globo/Globo.com – Maio 2008 a Agosto 2017 Produtor / Repórter Web Produção para os quatro telejornais da casa – Bom Dia Minas, MVG TV 1ª edição, Globo Esporte e MGTV 2ª edição Reportagem Web – Setorista de Cruzeiro e Atlético-MG Google – Setembro 2006 a Maio 2008 Analista de busca Classificação de termos usados por usuários no site de busca Estado de Minas / Portal UAI – Maio 2006 a Agosto 2006 Editor Web Edição do caderno de Esportes e da página Web do Jornal durante o período da Copa do Mundo da Alemanha Câmera Municipal de Belo Horizonte – Abril 1998 a Fevereiro 2001 Assessoria de Imprensa Produção de pautas e matérias para dois vereadores, Jô Moraes e Paulão Atendimento aos órgãos de imprensa
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