| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 59274605000113 | Banco General Motors S.A. | 1900-01-01 | R$ 131,0 mil |
| 06198573000158 | BRSCAN PROCESSAMENTO DE DADOS E TECNOLOGIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 80,0 mil |
| 43035146000185 | Protege S/A - Proteção e Transporte de Valores | 1900-01-01 | R$ 75,3 mil |
| 81905176000194 | Berneck Aglomerados S.A | 1900-01-01 | R$ 23,8 mil |
A publicação bilíngue (português e inglês), irá registrar a história do Brasil com base na representação iconográfica das cidades brasileiras, permitindo o leitor visualizar as transformações ocorridas do ponto de vista histórico, cultural e econômico. Será dividida em quatro fases históricas: 1) ocupação no Período Colonial _ de 1532 até 1850; 2) as mudanças com a Lei de Terras _ de 1851 até 1916; 3) o direito da propriedade _ de 1916 até 2001; e 4) a nova cidade _ de 2001 até os dias de hoje. A publicação demonstrará como se deu a ocupação nas cidades, destacando as modificações arquitetônicas e urbanísticas, além das mudanças sociais e culturais. O destaque ficará para o capítulo final, que valorizará as ações que visam dotar as cidades da infraestrutura e desenvolvimento que permitam maior mobilidade urbana. Será feito com ampla pesquisa iconográfica que destacará os principais períodos históricos e transformações ocorridas na sociedade e na vida cotidiana urbana brasileira.
Contar a história econômica do Brasil com base no surgimento e desenvolvimento das cidades ao longo dos distintos contextos políticos, sociais e econômicos. A abordagem inédita da história do Brasil se dará em diferentes tipos de narrativa (iconográfica e textual) como mostra da diversidade cultural da nação. Podemos lembrar, por exemplo da frase “O Brasil não mais arranha as praias como os caranguejos”, dita pelo locutor do cinejornal que mostrava as primeiras imagens de Brasília em construção. Ele citava uma frase de Frei Vicente, um dos primeiros a escrever uma história do Brasil em 1627. Frei Vicente nasceu e morreu em Salvador, a cidade fundada por Tomé de Souza em 1549 para ser a primeira capital do Brasil. Ela foi escolhida por sua baía de Todos os Santos, perfeita para exportar o pau brasil e por estar próxima da produção de cana de açúcar que era toda no nordeste do país. Quando o presidente Juscelino inaugurou Brasília em 1960, ele retomava um projeto de levar o Brasil para o interior, de intensificar os caminhos para uma jornada rumo ao centro-oeste e ao norte. Quase 400 anos depois, deixávamos de arranhar as praias. Se pensarmos nas cidades brasileiras e em nosso processo de colonização, podemos afirmar que apesar de todos os arranhões, os portugueses conseguiram fazer um belo trabalho. De todas as nossas capitais, somente São Luís não foi fundada por eles. E assim, por caminhos tortos, por entradas e bandeiras, subidas e descidas, a procura de ouro e riquezas, nossas cidades foram se “fazendo”. Hoje, com a padronização de shopping-centers, redes de fast-food e franquias, e da arquitetura feita em computador, podemos achar que as cidades todas estão ficando parecidas. Em parte, sim. Mas elas ainda guardam as suas personalidades e culturas próprias, sem falar nas paisagens naturais, estas, irreplicáveis. Então, como numa brincadeira, se fossemos pensar nas cidades brasileiras como numa família, poderíamos dizer que Salvador é aquela avó cheia de histórias e cheia de netos que a cada verão inventam uma nova brincadeira, que Belém e Manaus são as tias, que já foram muito ricas, fizeram muito sucesso, e hoje guardam as memórias desta belle-époque enquanto os sobrinhos se encarregam de tocar o barco pra frente; do Rio de Janeiro, esta exibida, linda e sedutora, que mesmo quando está for a de forma, jamais perde seu charme; dos tios matutos e brincalhões de Paraty, de Ouro Preto e das cidades da Estrada Real, da prima Curitiba, séria, ordeira e ajuizada, dos manos de São Paulo, sofisticados, arrojados e provincianos, ricos e pobres, tudo ao mesmo tempo, e de Brasília, a filha caçula, que já nasceu moderna, que já chegou dizendo pra todo mundo: eu sou um pouco de todas vocês.
Objetivos gerais a) Registrar _ por meio de fotografias e textos _ os principais eventos históricos associados às transformações geradas a partir da criação das primeiras cidades e desenvolvimento urbano no Brasil. Partindo dos ciclos de desenvolvimento econômico vamos contar como se deram a instalação das cidades, desde os tempos do Brasil Colônia até os dias de hoje. b) Expandir os conhecimentos disponíveis sobre a história do Brasil e sobre a própria história econômica. Quando concluído, disponibilizará, para a sociedade em geral, uma publicação com forte conteúdo histórico de natureza didática e cultural. c) Pretende, assim, "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", conforme preceitos da Lei nº 8313/91. d) O livro possui caráter informativo e contribuirá "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" visto que o tema será tratado de forma abrangente, com linguagem inovadora e viés lúdico, registrando fundamentos de transformações sociais, culturais, políticas e econômicas. Objetivos específicos a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Cidades Brasileiras: história e modernidade". b) Realizar rodas de leituras em escolas públicas da região para ressaltar a importância do acesso a cultura e o explicar o propósito do projeto. c) Realizar webinar e lançamento, com entrada gratuita.
Em um mundo perfeito, poderíamos definir as cidades como espaços que possuem uma política de desenvolvimento para promover o meio ambiente natural e construído, de forma que não atrapalhe a natureza. A infraestrutura de uma cidade - edifícios, ruas, condutores de gás, água e energia, entre outros - acabam condicionando o clima do nosso ecossistema, como a temperatura, a umidade, o vento e a pressão atmosférica. Falar sobre a ocupação de tais espaços, considerando-se a gênese rural brasileira é entender a história econômica do país com base em diferentes conceitos. Entre eles está o conceito da cidade sustentável que estabelece que haja oferta de equipamentos urbanos e comunitários, transporte e serviços públicos adequados aos interesses e necessidades da população e às características locais. As cidades sustentáveis, por exemplo, tomam medidas para evitar utilização inadequada dos imóveis urbanos, o parcelamento do solo, a edificação ou o uso excessivo ou inadequado em relação à infraestrutura, a instalação de empreendimentos ou atividades que possam funcionar como polos geradores de tráfego, a deterioração das áreas urbanizadas, a poluição e a degradação ambiental. Outra preocupação das cidades sustentáveis é promover entre a população o uso eficiente, e sem desperdícios, de água, energia, e a utilização de materiais renováveis. Historicamente, a preocupação com o estabelecimento e desenvolvimento das cidades data do período colonial, quando o ordenamento jurídico preconizado pela Coroa Portuguesa estabeleceu a concessão de terras por meio da doação de sesmarias que se condicionava ao "uso produtivo da terra e sua ocupação". Posteriormente, com a Lei de Terras de 1850, os espaços urbanos e rurais passaram a ser comercializados, não bastando sua ocupação como garantia de posse. Esse princípio, reforçado pelo direito de propriedade estabelecido pelo Código Civil de 1916 criou zonas urbanas "legais" e "ilegais" convivendo, muitas vezes, nos mesmos espaços, mas com diferentes políticas de investimentos governamentais. Exemplos dessa atuação desequilibrada incidem e todo o território brasileiro. Com o Estatuto da Cidade, será possível, portanto, corrigir _ gradativamente _ as distorções urbanas por meio da "implementação de planos diretores participativos, definindo uma série de instrumentos urbanísticos que têm no combate à especulação imobiliária e na regularização fundiária dos imóveis urbanos". Além disso, o Estatuto da Cidade gera benefícios ambientais aos grandes centros urbanos porque estimula a instalação da população de baixa renda em áreas dotadas de infraestrutura e evitar a ocupação de áreas ambientalmente frágeis, como mangues, encostas de morros e zonas inundáveis. A lei incita as prefeituras a adotar a sustentabilidade ambiental como diretriz para o planejamento urbano e, ainda, prevê normas como a obrigatoriedade de estudos de impacto urbanístico para grandes obras.
Será objeto de própria remuneração:Coordenação Editorial - R$ 20.370,00Coordenação Geral - R$ 20.370,00 Distribuição completa do produto:Quantidade total de 3.000 exemplaresPatrocinador: 300 exemplares (10%)Doação: 1200 exemplares (40%)Comercialização promocional ao valor de R$ 49,00 = 600 exemplares (10%)Comercialização normal ao valor de R$ 70,00: 1200 exemplares (40%)
Características técnicasEdição bilíngue: português e inglêsTiragem: 3000 (três mil) exemplaresFormato fechado: 22,5 cm x 22,5 cm Formato aberto: 22,5 cm x 45 cmQuantidade de imagens: 80Quantidade de laudas de texto: 15Quantidade de páginas: 192 Formato do livroCapa: brochura, impressa 4x0 coresMiolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores LogomarcasFormato: PolicromiaA logomarca será inserida no livro e em todos os materiais de divulgação
LIVRO Acessibilidade física: O lançamento do livro será realizado em uma livraria que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível em todas as livrarias do país. Acessibilidade para deficientes visuais: O livro será disponibilizado em audiobook, onde o leitor portador de necessidades especiais poderá visualizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiobook é referente ao item orçamentário "Transcrição", no valor de R$ 3.880,00 Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Serão realizadas rodas de leituras em escolas públicas da região, a fim de, ressaltar a importância do acesso à cultura no país e de explicar o propósito do projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: Os portadores de deficiência visual irão ouvir a explicação do Arte Educador e acompanhar a leitura do livro pelos alunos presentes na roda de leitura, também estará disponível, gratuitamente, o acesso ao audiobook. O Arte Educador prestará todo o auxílio necessário aos portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Os portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete em Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso a cultura no país.
Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 20, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artísticaSerão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadoresSerão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exempalres) para os patrocinadores da obra. d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais)Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 70,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 21, Seção II, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao públicoSerão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. Adoratemos também, o exposto no Art. 22, Seção III, Capítulo IV, Instrução Normativa n.º 2/2019, a saber: Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente.§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.Iremos realizar rodas de leitura em escolas públicas da região, a fim de estimular e explicar a importância do acesso a cultura no país e o propósito e os objetivos do projeto.
Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At & t, General Motors, Zurich Insurance, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, DataLab, Edelman, IOC Brasil, Instituto Ethos, Microsoft, Turma do Jiló, UOL, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Sebrae MG, Natura, entre outras Matthew Garry ShirtsMatthew Shirts é jornalista e diretor do World Observatory of Human Affairs. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação por 14 anos, até 2013, continuando como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, o maior e mais influente plataforma de sustentabilidade (2007-2015) em português para a Editora Abril. Escreveu crônicas regulares para a revista Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o diário O Estado de São Paulo, de 1994 a 2011 e é autor de dois livros, O jeitinho americano (Realejo, 2010) e A feijoada completa (Realejo, 2015). Cláudia FonsecaCláudia Fonseca é jornalista com mestrado em Comunicação e desenvolveu atividades em rádio, jornais, revistas e assessoria de imprensa. Foi também professora da Faculdade de Comunicação de Santos. Formada em História, em 2001, atuou em projetos de memória institucional e corporativa como coordenadora, pesquisadora e curadora de exposições para organizações como Petrobras, Votorantim, Volkswagen, Fundação Bradesco, Pão de Açúcar, Unimed do Brasil, Dieese, Instituto Ethos, jornal Estado de S.Paulo, Alcoa e Leroy Merlin, entre outras. É autora dos livros Pátria Vermelha (2001); Educar para o Futuro - 50 anos da Fundação Bradesco (2003); O futuro é nossa energia - 50 anos da Petrobras/RPBC (2003); História do inox através das pessoas - Memória da Acesita (2005), laureado no Prêmio Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial); Cooperativismo médico no Brasil - 40 anos de Unimed (2005); Memória da luta pela autonomia política no Distrito Federal (2007); Raízes do Brasil (2013); Temperos do Brasil (2015); Construindo o Futuro - Grupo Lwart - 40 anos (2016); Brasil e Portugal: do descobrimento até os dias atuais (2017) e Construtores de sonhos - 20 anos da Leroy Merlin no Brasil (2019). Luciano FigueiredoLuciano Figueiredo é professor no Instituto de História da Universidade Federal Fluminense. Cursou graduação de História na PUC-RJ e fez mestrado e doutorado na Universidade de São Paulo. Editou e organizou o livro História do Brasil para ocupados (editora Casa da Palavra, 2013) e História do Brasil em 100 fotografias (editora Bazar do Tempo, 2017), dentre outros trabalhos. Miriam CollaresMiriam Collares Figueiredo é graduada em História pela Universidade Federal de Santa Catarina, especialista em Arquivologia pela Universidade Federal da Bahia e mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getulio Vargas (CPDOC-FGV). Trabalhou no Museu Eugênio Teixeira Leal (Bahia), no Ibase (Rio de Janeiro) e foi coordenadora do Programa Memória Petrobras (2003-2018). Tem experiência em memória empresarial, memória oral e atua como consultora em projetos de divulgação e popularização da história. Francisco AlambertProfessor de História Social da Arte e de História Contemporânea no Departamento de História da Universidade de São Paulo. Foi conselheiro do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico e pesquisador-bolsista em Produtividade do CNPQ. Publicou diversos artigos e livros, no Brasil e no exterior, sempre em tono de temas como História Social da Arte e da Cultura no Brasil, Cultura Urbana e Cidades, História da Arte, Modernismo e critica de arte. Em 2004 recebeu o prêmio Jabuti pelo livro Bienais de São Paulo: da era do Museu à era dos curadores (editora Boitempo). Pela Editora Brasileira publicou diversos livros, entre eles MASP 70 anos, Pinacoteca de São Paulo - 110 anos, França e Brasil: união de culturas, USP: 80 anos de história e Parque do Ibirapuera: 60 anos. Equipe TécnicaCoordenação Geral: Pedro Saad (dirigente da empresa proponente)Coordenação Editorial: Pedro Saad (dirigente da empresa proponente)Pesquisa: Claudia Fonseca, Luciano Figueiredo e Miriam CollaresTradução para o inglês: Matthew ShirtsImpressão: Ipsis GráficaDistribuição: Queen Books Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, ficando desde já o compromisso de apresentar as definições desses profissionais e seus respectivos contratos no momento da solicitação da liberação de recursos.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.