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O projeto consiste na circulação de dois espetáculos teatrais "HAMLET" e "ANGELS IN AMERICA" (montagens da Armazém Companhia de Teatro) por 10 cidades, abrangendo diversas regiões do país. As apresentaçõesterão ingressos a preços populares, além da oferta gratuita de um workshop sobre o processo de produção dos espetáculos em cada cidade visitada.
Com a montagem da Armazém Companhia de Teatro e direção de Paulo de Moraes, os espetáculos “HAMLET” e “ANGELS IN AMERICA” circularão por 10 cidades do Brasil. HAMLET Hamlet é o príncipe da Dinamarca. Apenas um mês separa a morte repentina e inexplicável de seu pai e o novo casamento de sua mãe. O príncipe tem visões de seu pai, que afirma que foi envenenado pelo irmão, e exige que Hamlet se vingue e mate o novo Rei (seu tio e padrasto). Hamlet se finge de louco para esconder seus planos, e vai perdendo o controle sobre sua própria realidade no meio deste processo. Ou seja, a invenção teatral do século XVI de um príncipe que fingia loucura e o espírito inflamado do nosso século entraram inevitavelmente em colisão. Já não há mais fingimento. A loucura de Hamlet tornou-se a loucura do mundo. ANGELS IN AMERICA ANGELS IN AMERICA se passa na década de 1980, em Nova York, durante a chamada Era Reagan. Prior Walter, um jovem gay de 30 anos, e Roy Cohn, um famoso advogado conservador, lutam contra as consequências desastrosas da aids, que assola a cidade como uma espécie de epidemia. Afetividade, vida em sociedade, sexo e abandono vão se misturando nesse épico movido por encontros surpreendentes. Classificação indicativa: 14 anos
- Objetivos Gerais Realizar uma circulação nacional dos espetáculos "HAMLET" e "ANGELS IN AMERICA" (montagens da Armazém Companhia de Teatro, dirigidas por Paulo de Moraes) pelas cidades de Recife, Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte, Vitória, Cuiabá, Campo Grande, Florianópolis, Brasília e Goiânia.Com o início previsto para o primeiro semestre de 2021, o projeto será realizado em 12 meses, com apresentações em salas de teatros a serem definidas, com capacidade de mínima de 400 lugares durante 7 meses de circulação. Objetivos específicos - Realizar 3 apresentações do espetáculo "Hamlet" nas cidades de Cuiabá, Campo Grande, Florianópolis, Brasília e Goiânia, totalizando 15 apresentações;- Realizar 4 apresentações do espetáculo "Angels in America" (considerando 2 apresentações da Parte 1 _ O Milênio se Aproxima e 2 apresentações da Parte 2 _ Perestroika) em Recife, Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte e Vitória, totalizando 20 apresentações;- Promover e difundir a produção cultural e artística brasileira, através da circulação dos espetáculos supracitados;- Oferecer um workshop gratuito em cada cidade visitada, como contrapartida social, sobre os modos de produção dos espetáculos da Armazém Companhia de Teatro, totalizando uma oferta de 1.000 vagas direcionadas a um público formado preferencialmente por estudantes, professores, jovens artistas e interessados em artes de forma geral;- Contribuir para o contínuo crescimento do Brasil, como produtor de espetáculos de alta qualidade artística.- Divulgar amplamente o projeto como fonte de conhecimento e cultura através das redes sociais e outros veículos, ressaltando a importância da lei de incentivo para realização desse tipo de evento.- Gerar oportunidades de trabalho no mercado cultural do país, através da contratação direta e indireta de aproximadamente 80 pessoas.
Com 32 anos de atividade continuada, a Armazém Companhia de Teatro tem continuamente reafirmado sua posição de destaque no cenário cultural, figurando como um dos grupos de teatro mais bem estruturados do país, o que permitiu levar sua arte para as principais cidades brasileiras, além de apresentações na América do Sul, Europa e Ásia. A companhia tem se dedicado intensamente à pesquisa de linguagem, mantendo um repertório sempre contemporâneo e instigante, conquistando com isso plateias cada vez mais numerosas e heterogêneas. Em constante diálogo com o público e com outros artistas, a companhia tem como premissa a realização de atividades de compartilhamento de experiências como oficinas e vivências, trocas com grupos de teatros nos diversos locais em que se apresenta e ensaios abertos com bate-papos ao final, nos quais o público abre impressões sobre os processos de montagem dos espetáculos. Entre seus principais espetáculos estão "A Ratoeira é o Gato" (1993), "Alice Através do Espelho" (1999), "Da Arte de Subir em Telhados" (2001), "Toda Nudez Será Castigada" (2005), "Mãe Coragem e seus Filhos" (2007), "A Marca da Água" (2012) e "Hamlet"(2017), todos dirigidos por Paulo de Moraes. A companhia já recebeu mais de 30 prêmios nacionais (Shell, Mambembe, APTR, Cesgranrio, Cultura Inglesa, Cenym) e também foi premiada por duas vezes com o prestigiado Fringe First Award, no Festival de Edimburgo, na Escócia, (em 2013 e 2014) com os espetáculos "A Marca da Água" e "O Dia em que Sam Morreu". Além disso, também foi premiada no Festival de Avignon 2014, na França, com o Coup du Coeur de la Presse, por "O dia em que Sam Morreu". A Armazém tem se mantido na vanguarda da produção teatral brasileira, com montagens que refletem a inquietação de uma busca por falar do homem de hoje; da solidão urbana de "Pessoas Invisíveis" (2002), da dissolução da memória de "Inveja dos Anjos" (2008), ou da reflexão sobre a fé agindo sobre o homem do século 21 _ um homem colocado numa encruzilhada entre a individualidade exacerbada que se vê nas ruas e questões ancestrais que ainda tocam seu coração e mente _, que se vê em "A Caminho de Casa" (2004). A companhia ainda mostrou-se pioneira na utilização da linguagem do vídeo-digital para a preservação da memória teatral no país, lançando (em 2002) o DVD de "Da Arte de Subir em Telhados" e repetindo a dose com o DVDs de "Pessoas Invisíveis" (2003), "Alice Através do Espelho" (2004), "Inveja dos Anjos" (2009) e "Antes da Coisa Toda Começar" (2011). Ainda como parte do "Projeto Memória", concebido pela companhia, foi lançado o livro de imagens "Para Ver com Olhos Livres" (2003), uma leitura imagética e crítica sobre a trajetória da companhia; "Espirais" (2008), uma revisão dos processos e resultados dos 20 anos da companhia - com ensaios de importantes teóricos teatrais brasileiros; além de "Inveja dos Anjos _ Dramaturgia", que fez parte do projeto de 2010, "Antes da Coisa Toda Começar _ Dramaturgia", em 2011 e "A Marca da Água - Dramaturgia" e "O Dia em que Sam Morreu - Dramaturgia", em 2014. Sobre os espetáculos propostos para esta circulação: HAMLET é um dos maiores clássicos do teatro mundial. A tradução de Maurício Arruda Mendonça deixa o texto acessível ao público de hoje, mesmo mantendo a poesia e a lindíssima construção de frases de Shakespeare. Com uma roupagem contemporânea, a montagem de Paulo de Moraes revigora o texto e extrai dos atores interpretações potentes, que tornam sua narrativa atual e instigante. Já visto por mais de 30 mil pessoas, em 11 capitais brasileiras. O espetáculo também foi apresentado em turnê na China, nas cidades de Harbin e Shanghai. ANGELS IN AMERICA é considerado um clássico do teatro do século XX, tendo seu autor recebido todos os prêmios mais importantes do teatro estadunidense, como o Tony, Drama Desk, e inclusive o Pulitzer. Jamais montado na íntegra no Brasil, ANGELS IN AMERICA é considerado um dos maiores sucessos da Broadway dos últimos 50 anos. A montagem de Paulo de Moraes revigora o texto e extrai dos atores interpretações potentes, que tornam o texto atual e instigante. Devido às razões supracitadas, o projeto considera a Lei Rouanet uma ferramenta fundamental para sua realização, e por isso pleiteia a captação de recursos, através do Mecanismo do Incentivo, apoiado nos incisos I, II, VIII do art. 1º da Lei 8313/91, de forma a contribuir para o fomento de produções artísticas brasileiras, satisfazendo os objetivos propostos nos incisos II, IV e V do art. 3° da referida Lei.
IMPACTO AMBIENTAL : Não se aplica, pois o projeto será realizado em salas de teatro. Histórico da empresa proponente A Armazém Companhia de Teatro foi formada em 1987, na cidade de Londrina, no Paraná, pelo diretor Paulo de Moraes. Em 1998, transfere-se para o Rio de Janeiro, onde tem sede na Fundição Progresso. Seus espetáculos foram apresentados em quase todos os Estados brasileiros, além dos seguintes países: Uruguai, Portugal, França, Reino Unido e China. Todos os espetáculos tem direção de Paulo de Moraes. Espetáculos montados: “Aniversário de Vida, Aniversário de Morte” (1987), “Périplo – O Ideograma da Obsessão” (1988), “A Construção do Olhar” (1990) e “Alabastro” (1992), todos com texto e direção de Paulo de Moraes 1993 “A Ratoeira é o Gato”, de Paulo de Moraes Melhores Espetáculos de 1994 – O Globo Prêmio Mambembe 1994 de Melhor Atriz (Patrícia Selonk); Indicação para Melhor Direção (Paulo de Moraes) Prêmio Shell - Indicação para Categoria Especial, pela Pesquisa de Linguagem Prêmio Molière -Indicação para Melhor Atriz (Patrícia Selonk) e Direção 1994 “A Tempestade”, de William Shakespeare Prêmio Apetesp 1995 - Indicação para Melhor Ator (Paulo Autran) 1995 “Édipo”, adaptação de Paulo de Moraes e Maurício Arruda Mendonça, a partir do “Édipo Rei”, de Sófocles 1997 “Out Cry”, de Tennessee Williams 1997 “Sob o Sol em meu Leito após a Água”, de Paulo de Moraes e Maurício Arruda Mendonça - Prêmio Mambembe de Melhor Espetáculo; Indicação para Melhor Atriz (Patrícia Selonk) e Direção (Paulo de Moraes) - Prêmio Shell- Indicação para Melhor Direção 1998 - “Esperando Godot”, de Samuel Beckett 1999 - “Alice Através do Espelho”, de Maurício Arruda Mendonça, a partir da obra de Lewis Carroll Melhores Espetáculos de 1999 – O Globo Prêmio Cultura Inglesa 1999 de Melhor Espetáculo, Direção (Paulo de Moraes) e Cenografia (Paulo de Moraes e Gelson Amaral); Indicação para Melhor Atriz (Patrícia Selonk e Fláfia Fafiães) e Figurino (João Marcelino) Prêmio Shell 1999- Indicação para Melhor Direção e Música (Paulo de Moraes) Prêmio Shell 2000- Categoria Especial (pela qualidade do repertório) 2001 “Da Arte de Subir em Telhados”, de Paulo de Moraes e Maurício Arruda Mendonça Prêmio Shell 2001 de Melhor Cenografia (Paulo de Moraes e Gelson Amaral); Indicação para Melhor Autor (Paulo de Moraes e Maurício Arruda Mendonça) e Direção 2002 “Pessoas Invisíveis”, de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes Melhores Espetáculos de 2002 – O Globo Prêmio Shell - Indicação para Melhor Autor (Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes), Atriz (Simone Mazzer), Música (Paulo de Moraes) e Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri) 2003 “Casca de Noz”, de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes 2004 “A Caminho de Casa”, de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes Melhores Espetáculos de 2004 – O Globo Prêmio O Globo/Faz Diferença- Indicação para Destaque do Ano em Teatro (Paulo de Moraes) 2005 “Toda Nudez Será Castigada”, de Nelson Rodrigues Prêmio Shell 2005 de Melhor Direção (Paulo de Moraes) e Iluminação (Maneco Quinderé); Indicação para Melhor Atriz (Patrícia Selonk) e Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri) Prêmio Eletrobras 2006 de Melhor Cenografia, Iluminação e Figurino (Rita Murtinho); Indicação para Melhor Espetáculo e Direção 2007 “Mãe Coragem e seus Filhos”, de Bertolt Brecht Prêmio Shell - Indicação para Melhor Direção Prêmio APTR - Indicação para Melhor Atriz Coadjuvante (Patrícia Selonk) e Iluminação (Maneco Quinderé) Prêmio Contigo! de Teatro - Indicação para Melhor Espetáculo, Atriz (Louise Cardoso) e Figurino (Rita Murtinho) 2008 “Inveja dos Anjos”, de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes Melhores Espetáculos de 2008 – O Globo Prêmio Shell de Melhor Autor (Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes) e Atriz (Patrícia Selonk); Indicação para Melhor Direção, Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri) e Iluminação (Maneco Quinderé) Prêmio APTR de Melhor Espetáculo e Iluminação; Indicação para Melhor Atriz (Patrícia Selonk), Atriz Coadjuvante (Simone Mazzer), Ator Coadjuvante (Marcelo Guerra) e Cenografia Prêmio Contigo 2009 de Melhor Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri); Indicação para Melhor Espetáculo, Direção e Autor 2010 “Antes da Coisa Toda Começar”, de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes Prêmio Shell - Indicação para Melhor Iluminação (Maneco Quinderé) Prêmio APTR de Teatro - Indicação para Melhor Espetáculo, Autor (Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes), Iluminação e Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri) 2012 “A Marca da Água”, de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes Melhores Espetáculos de 2012 – O Globo Prêmio Shell de Melhor Autor (Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes); Indicação para Melhor Atriz (Patrícia Selonk) e Cenografia (Paulo de Moraes) Prêmio APTR de Teatro de Melhor Iluminação (Maneco Quinderé); Indicação para Melhor Cenografia Fringe First Award 2013 - Edinburgh –Scotland * for innovation and outstanding new writing in Edinburgh Festival Fringe 2014 “O Dia em que Sam Morreu”, de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes Melhor Estreia de Teatro 2014 –Folha de São Paulo Prêmio Cesgranrio de Melhor Texto Nacional (Paulo de Moraes e Maurício Arruda Mendonça) Coup de Coeur 2014 - Festival de Avignon –França *prêmio concedido pelo Club de la Presse d’Avignon Fringe First Award 2014 - Edinburgh – Scotland * for innovation and outstanding new writing in Edinburgh Festival Fringe 2015 “Inútil a Chuva”, de Paulo de Moraes e Jopa Moraes Prêmio Shell - Indicação para Melhor Cenário (Paulo de Moraes e Carla Berri) e Iluminação (Maneco Quinderé) Prêmio Cesgranrio - Indicação para Melhor Cenário e Iluminação Prêmio APTR - Indicação para Melhor Cenário 2017 “Hamlet”, de William Shakespeare Prêmio Cenym 2017 de Melhor Atriz (Patrícia Selonk) e Melhor Companhia de Teatro; Indicação para Melhor Qualidade Técnica e Programação Visual Prêmio Cesgranrio 2017 de Melhor Iluminação (Maneco Quinderé); Indicação para Melhor Espetáculo, Direção, Cenografia, Figurino e Categoria Especial (Ricco Viana pela Trilha Sonora) Prêmio Shell de Teatro 2017 de Melhor Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri); além de Indicação para Melhor Direção e Iluminação Prêmio APTR de Teatro 2017 de Melhor Atriz Coadjuvante (Lisa Eiras) e Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri); Indicação para Melhor Espetáculo, Direção, Atriz (Patrícia Selonk), Iluminação e Figurino 2019 “Angels in America”, de Tony Kushner
ESPETÁCULOS “Hamlet” Apresentada em palco italiano Duração: 140 minutos Classificação indicativa: 14 anos Capacidade: 400 lugares ou mais “Angels in america” A peça é apresentada em 2 partes: O espectador pode optar por assistí-la como duas partes autônomas (que podem ser vistas em dias alternados) ou como uma grande peça – com um intervalo entre as duas partes. Os ingressos são cobrados separadamente para cada uma das partes. Duração: 5 horas (apresentadas em 2 partes) Classificação indicativa: 14 anos Capacidade: 400 lugares ou mais WORKSHOP O workshop abordará o modo de produção dos espetáculos da Armazém Companhia de Teatro, ministrado pelo diretor Paulo de Moraes e por mais 3 atores da Cia em cada cidade visitada. Serão abordados o histórico da companhia, seu processo de internacionalização (que inclui viagens à Ásia, Europa e América Latina), sua proposta de pesquisa (alternando entre a forma e o conteúdo dos espetáculos mais importantes de sua trajetória), além de informações sobre o processo de construção dos espetáculos “Hamlet” e “Angels in America” (desde a escolha do texto, passando pelos 6 meses de processo de ensaio, até a repercussão do trabalho em suas apresentações). Será aberto ao público a possibilidade de perguntas, interferências e reflexões sobre os temas abordados. Duração: 90 minutos Local: Nos teatros onde os espetáculos serão apresentados.
PRODUTO: ESPETÁCULO ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção priorizará a escolha de teatros que ofereçam condições de acesso para portadores de deficiência e/ou pessoas com mobilidade reduzida e idosos, tais como rampas de acesso, assentos preferenciais e banheiros adaptados. Caso algum teatro não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em 1 apresentação de cada espetáculo, em cada cidade visitada. DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em 1 apresentação de cada espetáculo, em cada cidade visitada. PRODUTO: CONTRAPARTIDA(WORKSHOP) ACESSIBILIDADE FÍSICA: O workshop será ministrado no mesmo teatro que as apresentações. A produção priorizará a escolha de teatros que ofereçam condições de acesso para portadores de deficiência e/ou pessoas com mobilidade reduzida e idosos, tais como rampas de acesso, assentos preferenciais e banheiros adaptados. Caso algum teatro não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição
A fim de promover a ampliação do acesso de pessoas de todas as classes sociais à oferta de programações artístico-culturais nas cidades em que o projeto atenderá, pretendemos operar com o inciso I do Art. 21 da IN 2/2019: PRODUTO: ESPETÁCULO I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;
-Proponente: ARMAZEM - COMPANHIA DE TEATRO S/C LTDA -Dirigente / Direção artística: Paulo de Moraes -Direção de produção / Coordenação do projeto: Patrícia Selonk -Produção Executiva: Flávia Menezes e Isabel Pacheco * Esta é a equipe principal do projeto. O elenco e demais integrantes da equipe se encontram na ficha técnica anexada à proposta. CURRÍCULOS: Patrícia Selonk Nascida em Londrina, no Paraná, em 1971, Patrícia Selonk é atriz desde 1987, quando participou da formação da Armazém Companhia de Teatro. No teatro, entre seus personagens mais marcantes, estão o bufão Falstaff de A Ratoeira é o Gato (1993), Caliban de A Tempestade (1994), quando atuou ao lado do ator Paulo Autran, Estragon de Esperando Godot (1998), o Chapeleiro Maluco de Alice Através do Espelho (1999), Geni de Toda Nudez Será Castigada (2005), Katrin, a filha muda de Mãe Coragem e Seus Filhos(2007), a garçonete Cecília de Inveja dos Anjos (2008), Laura de A Marca da Água (2012) e a personagem título de Hamlet (2017). Recebeu o Prêmio Mambembe de Melhor Atriz (1994), por sua atuação em A Ratoeira é o Gato, o Prêmio Shell (2008), por Inveja dos Anjos e o Prêmio Cenym (2017), por Hamlet. Também foi indicada ao Prêmio Molière de Melhor Atriz (1994), por sua atuação em A Ratoeira é o Gato, ao Prêmio Mambembe (1997), por Sob o Sol em Meu Leito após a Água, ao Prêmio Cultura Inglesa (1999), por Alice através do Espelho, ao Prêmio Qualidade Brasil (2004), por A Caminho de Casa, ao Prêmio Shell (2005), por Toda Nudez será Castigada, ao Prêmio APTR (2007), por Mãe Coragem e seus Filhos, ao Prêmio APTR (2008), por Inveja dos Anjos e ao Prêmio Shell (2012), por A Marca da Água. No cinema, protagonizou o curta Um Sol Alaranjado (2002), de Eduardo Valente, pelo qual recebeu prêmio de Melhor Atriz, nos festivais de cinema de Gramado e Fortaleza e participou dos longa-metragens Verônica (2008), com direção de Maurício Farias e Ponto Zero (2015), com direção de José Pedro Goulart, pelo qual foi indicada ao Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cinema de Gramado (2015). É formada em Licenciatura em Dança, pela Faculdade de Dança Angel Vianna, onde atualmente leciona a disciplina Performance, no Curso Técnico de Bailarino Contemporâneo. Paulo de Moraes Nascido em Cornélio Procópio, no Paraná, em 1965, Paulo de Moraes é diretor deteatro, dramaturgo e cenógrafo. Formado em Jornalismo, pela Universidade Estadual de Londrina, foi também Professor e Diretor da Escola Municipal de Teatro de Londrina, além de Professor de Interpretação na CAL - Casa das Artes de Laranjeiras. Como ator participou, entre 1985 e 1987, do Grupo Delta de Teatro (de Londrina), sob a direção de José Antonio Teodoro. Começou seu trabalho de diretor e dramaturgo em 1987, quando fundou a Armazém Companhia de Teatro (ainda em Londrina). Desde 1998 radicado no Rio de Janeiro, já foi premiado ou indicado – como diretor – aos Prêmios Shell, Cesgranrio, Eletrobrás, Molière, Mambembe, APTR, Cultura Inglesa, Contigo, Qualidade Brasil e Faz a Diferença (Jornal O Globo). Além disso, seus espetáculos já foram apresentados em vários países, como Portugal, Noruega, França, Escócia, Angola, Uruguai e China. Entre seus trabalhos mais importantes estão A Ratoeira é o Gato (1994), Sob o Sol em meu Leito após a Água (1997), Alice Através do Espelho (1999), Da Arte de Subir em Telhados (2001), Pessoas Invisíveis (2002), Toda Nudez Será Castigada (2005), Pequenos Milagres (2007), Inveja dos Anjos (2008), Mente Mentira (2010), A Marca da Água (2012), Jim (2013), O Dia em que Sam Morreu (2014) e Hamlet (2017). Fora da Armazém Companhia de Teatro, dirigiu importantes atores e atrizes do teatro brasileiro, como Paulo Autran, Celso Frateschi, Louise Cardoso, Suzana Faini, Ana Beatriz Nogueira, Fernando Eiras, Malu Valle, Zécarlos Machado, Eriberto Leão e Malvino Salvador, além dos coletivos Grupo Galpão e Intrépida Trupe. Recebeu duas vezes, em 2013 e 2014, o Fringe First Award, o mais importante prêmio do Festival de Edimburgo, na Escócia – por A Marca da Água e O Dia em que Sam Morreu. Isabel Pacheco Nascida em 1976, no Rio de Janeiro, Isabel Pacheco é atriz formada pela CAL - Casa das Artes de Laranjeiras. Integra a Armazém Companhia de Teatro desde 2004, atuando em Alice Através do Espelho, A Caminho de Casa, Toda Nudez será Castigada, Mãe Coragem e seus Filhos e Hamlet. Fora da companhia, atuou também em A Visita da Velha Senhora, com direção de Moacyr Góes, O Ateliê Voador, com direção de Thomas Quillardet, Ana e o Tenente, com direção de Joelson Medeiros, além de Vestido de Noiva e Histórias de Jilú, ambas com direção de Renato Carrera. Dirigiu o infantil Homem de Aço, de Laura Castro, além das formaturas da Escola Angel Vianna, Retratos Invertidos e Casa dos Ventos. Como produtora, trabalhou no Teatro Oficina, nas montagens de Bacantes e Hamlet, além dos espetáculos Galanga Chico Rei e Besouro, Cordão de Ouro, com direção de João das Neves, e Breu, com direção de Miwa Yanagizawa e Maria Silvia Siqueira Campos. Licenciada em Dança, pela Escola Angel Vianna, e com pós-graduação em Terapia Através do Movimento – Corpo e Subjetividade, pela Faculdade de Dança Angel Vianna, também é professora de Performance e Teatro, no Curso Técnico de Bailarino Contemporâneo, da Escola Angel Vianna. Flávia MenezesNascida em Londrina-PR, em 1975, Flávia Menezes formou-se atriz pela Escola Municipal de Teatro (em Londrina), onde teve como professores Paulo de Moraes, Patrícia Selonk, Maurício Arruda Mendonça, Simone Mazzer, Marcos Martins e Simone Vianna (que considera seus amados mestres). Participou dos coros Madrigal de Londrina (Maestro: Othonio Benvenuto) e Neuma Ensemble (Maestro: Elimar Plínio). Em 1999 mudou-se para o Rio de Janeiro e passou a integrar a Armazém Companhia de Teatro, inicialmente como atriz em Alice Através do Espelho. O espetáculo foi um grande sucesso de público e colaborou ativamente para a formação de plateia e revitalização do bairro da Lapa, inaugurando a Fundição Progresso como um novo espaço de apresentações no centro do Rio de Janeiro. A partir deste momento, passa a integrar o Núcleo de Produção da companhia, tornando-se depois Produtora Executiva. Especializou-se pela Universidade Cândido Mendes, no curso de Produção e Políticas Culturais, e realizou diversos cursos de aprofundamento em elaboração de projetos, captação e gestão financeira: Empreendedorismo Cultural do Sesi, com Francis Miszputen, Curso de formação de Agentes Públicos e Culturais - Fundação Cierj, Elaboração e Prestação de Contas - Ucam, Contabilidade na Prática – Sebrae, Gestão Cultural Internacional, com Nathalie Redant, Oficina de Pitch and Speed Dating - Tempo Festival. Atualmente, participa como vocalista do Coletivo Monstra e como produtora do Grupo de Carnaval Cordão do Boitatá, Festival Internacional Anjos do Picadeiro e do espetáculo A História dos Ursos Panda.
PROJETO ARQUIVADO.