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PRONAC 203228Apresentou prestação de contasMecenato

As Aventuras de Makunãima para crianças

FAGANELLO - COMUNICACOES LTDA
Solicitado
R$ 538,3 mil
Aprovado
R$ 538,3 mil
Captado
R$ 524,7 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
62875596000120Corumbal Corretora de Seguros Ltda1900-01-01R$ 242,0 mil
03323840000183Banco Alfa S/A1900-01-01R$ 148,0 mil
08336783000190CELESC DISTRIBUICAO S.A1900-01-01R$ 107,7 mil
62937347000112Transamérica Holdings Ltda1900-01-01R$ 27,0 mil

Eficiência de captação

97.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2021-03-01
Término

Resumo

As Aventuras de Makunãima para crianças traz a montagem teatral em diferentes cidades de 12 histórias infantis originárias da mitologia ameríndia brasileira, com o protagonismo de crianças indígenas, que pariciparão de oficinas de interpretação, dança, música, interpretação e contação de histórias. As peças serão ao livre aos sábados e domingos, e por causa do distanciamento social, transmitidas ao vivo e gravadas para posterior difusão na forma de web série, em site específico. Os 12 textos escolhidos, de domínio público, fazem parte da cultura original indígena que resultou no livro Macunaíma, de Mário de Andrade, e posteriormente o filme com o mesmo nome de Joaquim Pedro de Andrade. Mas eles sempre foram levados ao público em adaptações para adultos, e nunca na sua forma original de lendas indígenas, o que propomos agora, pela primeira vez porque, antes de ser visto pelos brancos como "herói sem nenhum caráter" e guerrilheiro no cinema novo, Makunãima foi uma criança indígena.

Sinopse

Peças teatrais e websérie infantil com 12 histórias. 1. Quando ainda somos cotias 2. A descoberta do fogo3. A viagem4. Os poderes mágicos5. Makunãima e Waimesá-Pódole, o pai da Lagartixa6. A cantoria secreta7. Kaikuse e ura'napi (A onça e o raio)8. Como as Araras vieram ao mundo9. O Gigante e a sua mulher borboleta10. Como surgiu a dança Kukúukog 11. Passeio no céu 12. A volta As Aventuras de Makunãima para crianças narra a transformação de uma cotia em menino. O menino descobrou que o fogo veio do rabo do pássaro Mutug, e com essa descoberta ampliou seus horizontes e pode viajar, crescer e aprender os poderes mágicos. Mas ao longo da sua trajetória sempre teve ajuda da família, especialmente do irmão, que o salvou duas vezes: de dentro da barriga do pai da lagartixa e da borboleta que era mulher do gigante. Makunãima também viu como nasceram algumas danças secretas dos índios, como surgiram as araras, foi até o céu conversar com a lua e conseguiu escapar da fúria do urubu rei, voltando para a terra jogando sementes para começar novas aventuras.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Buscamos levar cultura, educação, informação e entretenimento para crianças e adultos de todo o Brasil resgatando as origens desconhecidas do grande público de um dos textos mais significativos da literatura brasileira que, embora tenha sido produzido há séculos por comunidades indígenas da Amazônia, NUNCA foi montado, encenado ou filmado por índios. As história de Makunãima, que fazem parte da cultura oral ancestral de grupos de índios da Amazônia, sempre foram "adultizadas", seja pelo livro de Mário de Andrade ou pelo filme de Joaquim Pedro, nos Macunaíma da lieteratura e do cinema as obras derivadas mais conhecidas. Agora vamos resgatar o texto original dos índios, que é bem diferente, e levá-lo ao grande público, reforçando o fato de que o conteúdo evoca, antes de tudo, peripécias e aventuras infantis, e não política, como foi interpretado. Em cada uma das cidades vamos preparar crianças indígenas ou descendentes de índios para as montagens, que tabém serão transmtidas via internet e gravadas para difusão em forma de web série. Essa estratégia é necessária por razões de segurança relativa ao distanciameto social e também para a ampliação do público através das novas tecnologias. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Levar ao público pela primeira vez adaptações originárias de 12 textos originais dos índios da Amazônia sobre Makunãima; - Promover 24 apresentações teatrais em 04 cidades diferentes; - Promover 04 oficinas de musicalização para crianças indígenas que vivem nestas ciades; - Promover 04 oficinas de interpretação para crianças indígenas que vivem nestas ciades; - Promover 04 oficinas de dança para crianças indígenas que vivem nestas ciades; - Promover 04 oficinas de contação de histórias para crianças indígenas que vivem nestas ciades; - Realizar 04 transmissões ao vivo pela internet de cada apresentação tendo em vista a necessidade de aumento do público e os protocolos de distanciamento social; - Montar 12 vídeos na forma de web série; - Distribuir os 12 vídeos em site específico para que o público possa ver a qualquer momento, tendo em vista a necessidade de aumento do público e os protocolos de distanciamento social; - Estimular a fruição de cultura brasileira em todo o país; - Estimular a economia criativa das cidades; - Promover arte e cultura para crianças e toda a família.

Justificativa

O projeto As Aventuras de Makunãima para crianças se enquadra em todos os incisos do Art. 1 da Lei 8313/91 e também nos seguintes incisos do Art. 3: I - Incentivo à formação artística e cultural, com c) a oferta de oficinas de caráter cultural e artístico sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante a) produção de obras videofonográficas de caráter cultural; c) realização de espetáculos e d) proteção do folclore e tradições. A Lei de Incentivo à Cultura é necessária para o projeto por conta das suas particularidades. É um projeto que trata essencialmente de cultura e sociedade brasileira, e também porque trata da infância, não necessariamente com um viés apenas comercial, mas também informativo, educativo e formativo. Além do mais, pouca gente sabe, mas antes de ser apropriado e difamado pelos brancos como herói sem nenhum caráter no livro-chave do modernismo brasileiro, que depois o transformou em um guerrilheiro interpretado por Grande Othelo no cinema novo, Maku-nã-ima foi uma criança indígena. Era um menino de um dos seis grupos Maku - índios do mato (Hupda, Yuhupde, Dow, Nadob, Kakwa, Nukak, da Amazônia), que são de fala e costumes diferentes dos índios do Rio, como Aruak e Tukano. O menino só foi conhecido por Mário de Andrade, que escreveu Macunaíma, porque o etnógrafo alemão Theodor Koch-Grunberg reuniu as histórias nas expedições que fez na Amazônia e publicou em um dos cinco volumes de Vom Roroima zum Orinoco (Ed. de Berlim/Stuttgart, Reimer/Strecker und Schröder, 1916-1928). Com a ajuda de dois jovens pajés, Koch-Grunberg descobriu que as narrativas de Maku-nã-ima faziam parte de uma tradição ancestral. A parte interessante e que quase ninguém sabe: o texto original dos índios é muito, mas muito diferente - e talvez mais interessante do que livro e o filme conhecidos. O texto original foi obliterado pelas adaptações de Mário de Andrade e pelo film e de Joaquim Pedro e NUNCA foi distribuído _ a não ser em edições limitadas para especialistas _ e NUNCA foi adaptado para o teatro e para o cinema. Assim, o Maku-nã-ima dos índios (pronuncia-se Maku_nãi_ma, e não Macu-na-íma) nunca teve uma tradução imagética sem o filtro dos brancos e sem ser "adultizado." Finalmente vamos levar uma obra-prima original da cultura brasileira ao público infantil e à toda a família na forma de teatro protagonizado por meninos e meninas índias. Para favorecer a encenação e por prudência (como será 2021 em relação à prevenção de doenças?) as apresentações serão ao ar livre e com protocolos de segurança e distanciamento social, em locais emblemáticos para as culturas indígenas. Para aumentar o público e segurança, as apresentações serão transmitidas ao vivo e em site, para que possam ser vistas a qualquer momento. Não serão produtos diferentes, mas complementares e que, por conta das recentes mudanças na indústria de entretenimento, cada vez mais passarão a existir. Ao todo, serão 12 aventuras de Maku-nã-ima, conduzidas por um ator ou atriz, também músicos, com experiência com crianças. As narrativas se entrelaçam e tem Makunãima como protagonista ou narrador e também podem ser compreendidas isoladamamente. As personagens serão crianças, inclusive a personificação animais, das montanhas, da água, do raio, do fogo, fenômenos meteorológicos e encantamentos, para favorecer a mímica, mímica, as danças, os gestos cômicos e lúdicos e da poética dos textos originais, para que os espetáculos sejam agitados e alegres. Ao todo, serão 24 espetáculos, 04 transmissões ao vivo e 12 episódios de uma web série. As crianças e adultos indígenas terão cursos de dança, interpretação, musicalização básica e contação de histórias e atuarão em um cenário simples mas arrojado, construído com referências de diferentes etnias indígenas relacionadas às histórias. A música terá forte presença nos espetáculos, uma vez que existem CD’s com músicas originais dos índios que Koch-Grunberg gravou em 1910 em discos de cera de abelha e podem ser relidos atualmente. As histórias milenares dos índios tem a graça infantil em uma cosmogonia povoada pelo transcendental e pelo mitológico. Transformam temáticas universais comuns a todas as crianças do planeta em aventuras de sobrevivência e amadurecimento. As Aventuras de Maku-nã-ima mostra que TODAS as crianças, índias ou não, são mutáveis, contraditórias, ligadas aos movimentos ancestrais com seres reais e fantasiosos, e que com ele dividimos nossa existência. Hoje, a menina e o menino índios são libertários e tem a vontade de descobrir que nos ensina que cada uma de nossas pequenas decisões são importantes para a aceitação mútua, e que é bom aceitar as diferenças _ às vezes com perdas, mas sempre em nome de algo maior: a paz e o crescimento.

Estratégia de execução

Propomos uma discussão sobre a infância indígena a partir da volta, desde as sua origem desconhecida, de uma das mais significativas personagens da nossa cultura ameríndia: Makunãima, que é o verdadeiro nome daquele que ficou conhecido como Macunaíma e nunca foi visto como realmente foi, uma criança. Nunca o cinema e a televisão brasileiros utilizaram como fonte original as cosmogonias Ameríndias sintetizadas na edição alemã dos livros Vom Roroima zum Orinoco, do etnógrafo alemão Theodor Koch-Grünberg (ed. de Berlim/Stuttgart, Reimer/Strecker und Schröder, 1916-1928, já em domínio público). Na viagem do início do século passado, o estudioso alemão coletou, tendo como guia um jovem pajé Arekuná e utilizando equipamento de gravação bastante sofisticado para a época, as narrativas dos índios publicadas em cinco volumes. Foram esses os livros que inspiraram Mário de Andrade no seu “herói sem nenhum caráter”, uma das obras mais significativas da modernidade brasileira (também já em domínio público desde 2015 e que, em 2021, completou 91 anos desde sua primeira publicação), a posterior fonte do filme de Joaquim Pedro de Andrade. O Makunãima dos índios (pronuncia-se Maku–nãi–ma, e não Macu-naí–ma) nunca teve uma tradução imagética de suas lendas originais. Hoje, no mesmo percurso realizado pelo estudioso alemão no começo do século passado, encontramos crianças que revivem em seu cotidiano difícil, nas aldeias e no ambiente de seus ancestrais, nas periferias das grandes cidades, os gestos mitológicos que há séculos fascinaram os viajantes e cientistas e moldaram a cultura urbana da América Latina. Agora, podemos conhecer estas crianças com o ponto de vista delas. O livro de Mário e o filme de Joaquim Pedro trataram de apenas uma parte da mitologia indígena – a mais simples, linear, e por isso compreensível pelo grande público. O texto dos índios é bem diferente do adaptado por Mário e Joaquim Pedro, e permanece desconhecido do público. E tem a graça infantil, real, cotidiana. As Aventuras de Makunaima mostra índios que, como as crianças brancas e de outras etnias, são mutáveis, contraditórias, ligadas aos movimentos de uma cosmogonia ancestral, que tem seres reais e fantasiosos com os quais compartilhamos nossa existência. No mundo de hoje, a menina e o menino índios são libertários, tem a vontade de descobrir das crianças, nos ensinam que cada uma de nossas pequenas decisões são importantes para a aceitação mútua e que é bom aceitar as diferenças – às vezes com perdas, mas sempre em nome de algo maior: a paz e o crescimento. Além dos problemas da infância indígena e as suas fantasias, o trabalho brinca com temas universais, profundamente vinculadas ao universo das crianças: a iniciação, histórias sobre a criação do mundo e das coisas, o amadurecimento, aventuras, descobertas e como lidar com elas, a família, o ciclo dos animais e dos astros, os mentirosos e enganadores que se metamorfoseiam na tarefa de cumprir a sua jornada de sobrevivência contra criaturas estranhas e agressivas. Essa mitopoética existe no cotidiano dos pequenos índios e de todas as crianças, o que nos permite fazer um trabalho em que finalmente, os índios não aparecem como vítimas, mas sim em uma chave alegre e não derrotista, simplesmente porque este é o ponto de vista predominante das crianças.

Especificação técnica

Estas 12 aventuras de Maku-nã-ima, apresentadas e “costuradas” por um ator atriz também, músicos com experiência com crianças, se ntrelaçam e tem Makunãima como protagonista ou narrador. Ela também podem ser compreendidas isoladamamente. As personagens serão crianças, inclusive na personificação animais, das montanhas, da água, do raio, do fogo, fenômenos meteorológicos e encantamentos, para favorecer a mímica, mímica, as danças, os gestos cômicos e lúdicos e da poética dos textos originais, para que os espetáculos sejam agitados e alegres. As crianças e adultos indígenas terão cursos de dança, interpretação, musicalização básica e contação de histórias e atuarão em um cenário simples mas arrojado, construído com referências de diferentes etnias indígenas relacionadas às histórias. A música terá forte presença nos espetáculos, uma vez que existem CD’s com músicas originais dos índios que Koch-Grunberg gravou em 1910 em discos de cera de abelha e podem ser relidos atualmente. Ao todo serão 24 espetáculos de cerca de 1 hora, com seis em cada uma das 04 cidades (aos sábados às 10h30, 14h30 e 16h30). Um de cada cidade será transmitido ao vivo e serão editados 12 episódios para a web série com a seleção das histórias.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: A acessibilidade Física estará vinculada ao mobiliário urbano dos espaços pré-determinados, com monitores devidamente capacitados para o trabalho com PCD. Caso seja necessária a reserva de espaços e rampas de acesso, sinalização e outros recursos, estes serão providenciadas pela equipe de produção. DEFICIENTES AUDITIVOS: Para as pessoas surdas ou com deficiência auditiva, todos os espetáculos terão Libras ao vivo. Bem como LSE - legendas para surdos e ensurdecidos, além do material de divulgação. Para a produção do material, teremos equipes locais, de audiodescrição e libras contratadas, sempre com um consultor/a cego/a e outro/a surdo/a. DEFICIENTES VISUAIS: No que se refere a acessibilidade para pessoas com deficiência visual, todos os espetáculos terão audiodescrição. Antes disso, porém, o material de divulgação será acessível, com audiodescrição e com os textos #ParaTodosVerem, e entidades e grupos de PCD de cada praça serão contatados para que sejam informados de que o espetáculo é acessível com audiodescrição. PRODUTO: OFICINAS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: A acessibilidade Física estará vinculada ao mobiliário urbano dos espaços pré-determinados, com monitores devidamente capacitados para o trabalho com PCD. Caso seja necessária a reserva de espaços e rampas de acesso, sinalização e outros recursos, estes serão providenciadas pela equipe de produção. DEFICIENTES AUDITIVOS: Para as pessoas surdas ou com deficiência auditiva, todos os streamings terão Libras ao vivo. Bem como LSE - legendas para surdos e ensurdecidos, além do material de divulgação.Para a produção do material, teremos equipes locais, de audiodescrição e libras contratadas, sempre com um consultor/a cego/a e outro/a surdo/a. DEFICIENTES VISUAIS: No que se refere a acessibilidade para pessoas com deficiência visual, todos os streamings terão audiodescrição. Antes disso, porém, o material de divulgação será acessível, com audiodescrição e com os textos #ParaTodosVerem, e entidades e grupos de PCD de cada praça serão contatados para que sejam informados de que o espetáculo é acessível com audiodescrição. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: A acessibilidade Física estará vinculada ao mobiliário urbano dos espaços pré-determinados, com monitores devidamente capacitados para o trabalho com PCD. Caso seja necessária a reserva de espaços e rampas de acesso, sinalização e outros recursos, estes serão providenciadas pela equipe de produção. DEFICIENTES AUDITIVOS: Para as pessoas surdas ou com deficiência auditiva, todos os episódios terão Libras ao vivo. Bem como LSE - legendas para surdos e ensurdecidos, além do material de divulgação. Para a produção do material, teremos equipes locais, de audiodescrição e libras contratadas, sempre com um consultor/a cego/a e outro/a surdo/a. DEFICIENTES VISUAIS: No que se refere a acessibilidade para pessoas com deficiência visual, todos os episódios terão audiodescrição. Antes disso, porém, o material de divulgação será acessível, com audiodescrição e com os textos #ParaTodosVerem, e entidades e grupos de PCD de cada praça serão contatados para que sejam informados de que o espetáculo é acessível com audiodescrição.

Democratização do acesso

PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS. IV), permite a veiculação em outras mídias; VII) realiza ação voltada ao público infantojuvenil; X) promover e difundir a cultura indígena do nosso país PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS III), uma vez que disponibiliza os espetáculos gratuitamente na internet; IV), permite a veiculação em outras mídias; V) realiza atividades paralelas de cursos e treinamentos; VII) realiza ação voltada ao público infantojuvenil; PRODUTO: OFICINASIV), permite a veiculação em outras mídias; VII) realiza ação voltada ao público infantojuvenil; Obs.:A transmissão dos espetáculos também se dará pela internet, na forma de "ao vivo", gratuitamente, porque é uma forma de aumentar o público tendo em vista protocolos de segurança e isolamento social; Os espetáculos serão gravados e editados para distribuição gratuita na internet; As músicas da trilha sonora serão liberadas gratuitamente pela internet.

Ficha técnica

Adaptação: As Aventuras de Makunãima para criançasDiretora e preparadora: Sandra Corveloni Produtor executivo: Chico Faganello (PROPONENTE | função remunerada) Coordenadora de produção: Bruna Lemela Atores: Rita Gutt e Joaz Campos Cenografia e figurino: Kleber Montanheiro * Sandra Corveloni – Direção artísticaDiretora artística e preparadora de elenco - Sandra Corveloni tem mais de 30 anos de experiência profissional na área cultural. Trabalhou como atriz em vários espetáculos infantis e adultos nos quais também participou como produtora. No Grupo TAPA foi por 10 anos atriz e diretora. Como professora trabalhou nas áreas de interpretação e montagem em 8 escolas diferentes, entre elas Celia Helena, TUCA, Instituto Intercultural e Escola Wolf Maya. A partir de 2007 começou carreira cinematográfica e desde então já atuou em mais de 10 longas metragens como atriz, produtora e preparadora de elenco. O principal trabalho onde exerceu função em todas as áreas foi Vazante - dir. Daniela Thomas. Ingressou na Rede Globo de televisão em 2010, onde suas principais atuações foram em Amor à Vida (2013/14), Boogie Oogie (2014/15) e O Outro Lado do Paraíso (2017/18). Também em 2010, fundei a Cia D’Alma de teatro, onde é responsável pela pesquisa de linguagem e direção geral. Durante toda sua trajetória foi indicada à mais de 10 prêmios, dos quais ganhou 8. Entre eles venceu Melhor Atriz - Festival de Cannes 2008 e foi indciada à Melhor Direção - Prêmio Shell 2012. Chico Faganello – Produtor ExecutivoÉ diretor, produtor e roteirista cinematográfico e com experiência na direção de filmes e séries sobre os temas vinculados a realidade brasileira. É jornalista formado no Brasil pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC - com especialização em História do Cinema pela Universitá degli Studi di Siena, Itália e Direção Cinematográfica pela New York Film Academy. É Doutor em Literatura pela UFSC. Já dirigiu quatro longas-metragens (Muamba, Outra Memória e Oração do Amor Selvagem e Tekoayhu – em finalização) e diversas séries de TV para a RBS/GLOBO NEWS (Madre Paulina, Nossa Itália, Projeto Alemanha e Jardinando com Tramontina, e a primeira temporada de Fanáticas, contemplado no PRODAV Tvs Publicas de 2014), além de documentários e curtas-metragens. Na Itália trabalhou com o diretor Ermanno Olmi (de A Árvore dos Tamancos) e foi assistente de direção em programas para a rede de televisão italiana RAI 3. De volta ao Brasil, esteve no grupo de criação do Curso de Cinema da Universidade do Sul – Unisul, onde foi coordenador e lecionou várias disciplinas, entre elas História do Cinema, Teoria do Cinema, Produção e Direção. No Curso de Cinema da UFSC foi professor de História do Cinema, Produção, Linguagem e Narrativa. Lecionou ainda Psicologia e Arte no curso de Psicologia do Complexo de Ensino Superior de Santa Catarina – CESUSC. Participou de diversas formações ligadas aos temas de roteiro, produção e distribuição. Coordenou o Grupo de Trabalho sobre Cinema, TV e Novas Mídias do Congresso Brasileiro de Cinema. Lecionou a disciplina de produção cinematográfica no curso de pós-graduação Cinema e Realização Visual da Universidade Comunitária Regional de Chapecó – UNOCHAPECÓ. Foi Produtor Executivo no Brasil do longa ítalo-francês Un Giorno devi Andare, de Giorgio Diritti. Coordena a área técnica da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis e é sócio-gerente da Filmes Que Voam, produtora e distribuidora de conteudo infantil e prestadora de serviços de acessibilidade para a industria do audiovisual. Já participou de diversos festivais no Brasil e no mundo, foi premiado no exterior com o documentário Espírito de Porco, sobre a suinocultura industrial em Santa Catarina. Em 2016 lançou Oração do Amor Selvagem (Canal Brasil e Telecine, Net Now), em 2017 a série Fanáticas (Tv Cultura e outras educativas e universitárias). Conclui o longa documentário Amizade (2019) e coordena cursos relacionados a industria audiovisual.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-12-31
Locais de realização (4)
Goiânia GoiásRio de Janeiro Rio de JaneiroBertioga São PauloSão Paulo São Paulo