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Trata-se de um Curta-Metragem com duração de 15 minutos. De forma artística e ficcional o filme transmitirá os sentimentos e conflitos de Nelson, um jovem advogado que foi designado para defender o assassino de um bárbaro crime ocorrido na cidade de Jequié, interior da Bahia.
Um crime bárbaro ocorrido na cidade de Jequié repercutiu por toda Bahia: dois meninos de classe média foram assassinados com requinte de crueldade por um morador de rua. Nelson é o Jovem advogado que foi designado para trabalhar nesse caso que o deixou visivelmente perturbado. A ideia de defender esse assassino lhe consumiu até a última gota de sanidade, Nelson ainda não tem uma defesa e as últimas doze horas que antecedem o julgamento parecem não ter fim.
Objetivo Geral: O objetivo principal do projeto em questão é produzir um curta-metragem artístico de ficção que se passa no interior do Estado da Bahia. A ideia é representar através de imagens, conflitos das relações interpessoais e existenciais que o jovem advogado sofre nos momentos que antecedem o julgamento do assassinato. A narrativa foi construída de forma artística, que será reforçada pela fotografia, música, montagem e demais elementos artísticos da linguagem cinematográfica. O escopo principal do projeto alinha-se ao artigo 2, incisos I e III do decreto 5.761 que afirma que o Pronac tem como missão apoiar programas com a finalidade de valorizar a cultura nacional, incluindo, com isso, as produções cinematográficas, bem como viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País, que, por consequência, abrange o interior da Bahia. Objetivo Específico: Produzir 800 cópias digitais (Pen Drive Personalizado) que serão distribuídas conforme plano de distribuição. É importante informar que optamos por inserir o conteúdo fílmico em "Pen Drives personalizados" ao invés de outras mídias como os DVD's, por exemplo, uma vez que os DVD's já não são tão utilizados quanto antes. A possibilidade de um "Pen Drive Personalizado" (anexamos uma imagem ilustrativa em anexo) agrega um valor de inovação e experimentação, que também é um dos nortes da lei de incentivo, conforme inciso VIII do decreto 5.761 que afirma que o Pronac visa apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental.
"Bom dia" é inspirado numa lenda urbana. O curta-metragem pretende abordar de maneira artística as últimas doze horas do julgamento de um crime que chocou a Bahia. Para que esse retrato do imaginário popular apresente-se como verdade na tela, o curta-metragem se utilizará de ferramentas artísticas audiovisuais ligadas ao cinema de gênero. Importante aduzir que o curta-metragem artístico se debruçará numa estrutura que figure ou imite a ação direta dos indivíduos. O desenho de som utilizará variações de perspectiva (diegética e extradiegética), a música tem como referência a composição de Bernard Herrman para Taxi Driver (1976) dirigido por Martin Scorsese. A fotografia, por sua vez, optou por reforçar a angústia do protagonista com ausência de simetria, inspirada na câmera na mão do Cinema Novo. Muito embora o filme tenha uma estrutura clássica bem definida, optou-se por utilizar montagem invertida, previamente pensada para respaldar o roteiro, principalmente no que se refere aos flashbacks. Dessa forma, o curta-metragem artístico "Bom dia" é relevante para o meio cinematográfico brasileiro pelos seguintes motivos: Primeiro, o projeto está em completa submissão à legislação, uma vez que ancorado no inciso II, alínea "a)" do art. 3° da Lei n. 8.313 atende a um dos objetivos propostos, pois fomenta a produção cultural e artística mediante produção de obras cinematográficas de curta-metragem. Ademais, o curta-metragem em harmonia ao Artigo 1, II da Lei n. 8.313, visa promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, uma vez que será filmado em Jequié (município do interior da Bahia) e contará no elenco e equipe técnica com artistas baianos. Além disso, o projeto visa contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que estão previstos na produção do curta-metragem a audiodescrição, legendagem descritiva e a tradução em libras. Outro motivo importante é que, por não haver nenhum recurso prévio para a produção do filme, a lei de incentivo à cultura é a única forma para trazer essa obra de arte ao mundo e promover o acesso dela e da cultura à população geral. Importante suscitar ainda que optamos por inserir o conteúdo fílmico em "Pen Drives personalizados" ao invés de DVD's, pois DVD's já não são tão utilizados quanto antes. A possibilidade de um "Pen Drive Personalizado" (Imagem ilustrativa anexa) agrega um valor de inovação e experimentação, que também é um dos nortes da lei de incentivo, conforme inciso VIII do decreto 5.761 que afirma que o Pronac visa apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental. Por fim, esse projeto precisa da lei de incentivo e é relevante, pois em harmonia ao artigo 1, IX da Lei n. 8.313 prioriza o produto cultural originário do país, uma vez que toda a equipe de produção é brasileira.
O curta-metragem artístico “Bom dia” possui duração de 15 minutos, captado com equipamentos de alta definição, finalizado em digital formato HD para Cinema e TV, com classificação etária de 12 anos e com objetivo de alcançar um público abrangente, de 12 a 80 anos, da classe A, B, C e D.
O Filme estará disponível para os portadores de necessidades especiais por meio da Audiodescrição, Legendagem Descritiva e Tradução em Libras. Após a exibição em festivais será também amplamente divulgado na internet, em sua integra para que todos tenham fácil acesso. Pen Drives (Mídias do filme) serão entregues para integrar o acervo da Biblioteca do Instituto de Cegos da Bahia (ICB) e Associação Jequieense de Cegos (AJECE), bem como a Associação de Surdos e Centro Educacional Especializado de Jequié (ASCEEJE), conforme previamente estabelecido no plano de distribuição. Todos os custos estão previstos na Planilha Orçamentária. Ainda sobre acessibilidade é importante informar que todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irão conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto.
Acerca da distribuição: Doaremos 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus, bem como para o ICB - Instituto de Cegos da Bahia; AJECE – Associação Jequieense de Cegos e ASCEEJE - Associação de Surdos e Centro Educacional Especializado de Jequié. Outras medidas de ampliação ao acesso: Realizaremos, gratuitamente, atividades após a finalização do filme. Exibiremos o filme, no mínimo, em cinco escolas públicas do município de Jequié. Após o filme haverá debate com dois membros da equipe que realizaram o filme. Por oportuno, ainda sobre a medida de ampliação de acesso, é importante mencionar que experiências como essa inexistem no interior da Bahia.
Mateus Aragão – Proponente, Roteirista, Diretor, Coordenador Geral do Projeto;Após graduar-se em Direito pela UNIJORGE (2013) e especializar-se em Processo Civil pela Faculdade Baiana de Direito (2015), optou por seguir a carreira de artista (cineasta e músico). Passou a produzir ativamente músicas para artistas independentes e compor trilhas para cinema e publicidade em seu home studio. Ainda em 2015 iniciou, sua segunda graduação no Bacharelado Interdisciplinar em Artes com ênfase em Cinema e Audiovisual na Universidade Federal da Bahia, e em 2020 ingressou no Mestrado em Comunicação e Cultura Contemporânea (POSCOM) com ênfase nas culturas da Imagem e do Som. Mateus ainda estudou roteiro na AIC - Academia Internacional de Cinema (2019) e Música com ênfase em tecnologia na Pracatum (2017). Mateus é sócio-fundador do Punk Hazard Studios (empresa especializada em áudio para projetos audiovisuais) onde desempenha, funções artísticas de composição de trilha sonora, sound designer e mixagem para filmes e vídeo games. Mateus já participou de mais de 20 projetos de audiovisuais. Como roteirista e diretor já assinou duas produções Gray Hat (2018) e Café Expresso (2019). Mateus, agora, mais experiente, se organiza para seu terceiro curta-metragem "Bom dia". Walerie – Produtora Executiva;Walerie Gondim é produtora cultural formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ). É da equipe de produção do Tambores de Aruanda, grupo de música percussiva afro-baiana, residente da Escola de Dança da FUNCEB. Nas artes cênicas, além de atuar como produtora freelancer de diferentes projetos, integrou por quase 10 anos o Grupo Teatrama, grupo de teatro do interior do Rio de Janeiro, trabalhando como produtora de 3 Mostras de Rua do grupo (2011, 2012 e 2013) e produtora, atriz e coordenadora musical de espetáculos como “A Megera Domada” (2012), que itinerou por mais 6 cidades fluminenses, “Comédias da Vida Privada” (2011 e 2017), “Morra, Charles Querido” (2010), dentre outros. Dirigiu e produziu os espetáculos “Auto” (2016) e “O primeiro sorriso” (2017). Em Salvador, vem atuando como produtora ou assistente de produção de espetáculos como Sonho de Uma Noite de Verão na Bahia, musical de João Falcão (2019), e O Corcunda de Notre Dame (2019), espetáculo de formatura da Escola de Teatro da UFBA, além de atualmente compor o elenco da peça musical “Regime Novo”. No audiovisual, integrou por cerca de 3 anos a equipe da RioFilme, estando à frente de programas de exibição (Rede CineCarioca), formação de plateias (CineCarioca Escola), acessibilidade (Edital Cinema Acessível) e preservação. Fez parte ainda da equipe do British Council no RJ, além de ter trabalhado na produção de mostras e curtas metragens cariocas independentes. Em Salvador, foi assistente de produção da 3a edição da Mostra Lugar de Mulher é no Cinema (2019) e vem colaborando com a empresa baiana Olho de Vidro como produtora em curtas como "Em cima do muro" (2018) e "O Sorriso de Felícia" (2018). George Diniz Teixeira – Direção de Fotografia;George Diniz estudou jornalismo na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Já trabalhou como agente cultural e é o criador do CINEMATA, mostra de cinema. Em 2018 exerceu docência livre pelo Curso Livre de Cinema e é monitor do Laboratório de Audiovisual LABAV da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (FACOM). George possui como formação extracurricular cursos como Introdução ao Jornalismo Móvel (2014), Herramientas Digitales para el Periodismo de Datos (2014) e Produção de Vídeos Jornalísticos para a Internet (2016), no Knight Center for Journalism in the Americas, na University of Texas. Ainda no ano de 2016, George participou do minicurso Perspectivas Pós-Coloniais do Cinema Latino-Americano lecionado na Faculdade de Comunicação da UFBA. Ademais, estudou direção de arte pela CINEART, participando também de cursos online como o de Jornalismo Científico oferecido pela Word Federation of Science Journalists – WSFJ e pela SciDev.Net e o curso A luz no Cinema, oferecido pela plataforma LEARN CAFÉ. George também possui como formação o curso de Operação de Câmera Sony Z7, PMW X160 e AE50 pelo Laboratório de Audiovisual da FACOM. No que tange a experiência, atuou como diretor nos curtas “Espumas”, “Osé – Memórias de um Machado de Assis” e “Agentes da Negritude”, além de assinar como diretor de fotografia em outros quatro curtas-metragens: “Barraca do Capeta”, “Burocracia na Pesquisa”, “Bate Folha – Identidade Ancestral” (premiado pela UNESCO em 2018) e “Maracangalha, eu vou”. Alan Leonel Valente Moraes – Montagem;Estudou Bacharelado Interdisciplinar em Artes com ênfase em Cinema e Audiovisual na UFBA, e fez cursos complementares sobre cinema na “Ebacine” (2015) - Curso de Direção e Direção de Fotografia; “XI Panorama Internacional Coisa de Cinema” (2015) - Curso de Escrita Crítica; “Operahaus” (2016) - Curso de Cinema Total; “AIC - Academia Internacional de Cinema” (2016) - Curso de Produção Executiva. Fora os diversos cursos na área cinematográfica, Alan Leonel já desempenhou várias funções em filmes, colecionando, com isso, vasta experiência profissional. Como diretor Alan tem experiência assinando três filmes: “Domingo” (2016) que, inclusive, foi selecionado para Festival de Cannes na categoria do Short Film Corner; “O Melhor dia do ano” (2017) e “Lua e Sol” (2018). Como Assistente de Fotografia Alan trabalhou em “Não Falo com Estranhos” (2016) e a “A Triste Figura” (2017). Como Assistente de Direção “Quando o Lastro Derruba a Flor” (2019). E como Montador: “Domingo” (2016); “O Melhor dia do Ano” (2017) e “Café Expresso” (2018). Andressa Mascarenhas – Direção de Arte;Iniciou sua graduação no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 2013. Estudou Direção de Arte na Academia Internacional de Cinema (2016). No teatro, Andressa trabalhou como assistente de cenografia nas peças “Em Família” e “Um Vânia, de Tcheckhov”. Possui 5 curtas-metragens no seu currículo, assinando direção de arte e cenografia em três deles: “Em Cima do Muro”, “O Sorriso de Felícia” e “O Crime de Aristóteles” e trabalhou como assistente de arte no curta “Não Falo com Estranhos” e “O Menino Louco”. Para completar sua vasta experiência no âmbito cinematográfico, Andressa exerceu a função de assistente de arte nos longas “Guerra de Algodão” e “Abaixo a Gravidade”, além de trabalhar em um média-metragem como assistente de e realizar o projeto cenográfico tridimensional e de marcenaria para móveis. Paralelo a isso, Andressa também trabalhou em dois videoclipes “Maré”, do cantor baiano Ian Lasserre como diretora de arte e figurino e na obra audiovisual “Sad Boys Club”, do artista Thalles, tendo como função a assistência de arte. Por fim, Andressa atuou como assistente de arte na propaganda “Visa Checkout”, na web-série “Na pegada”, do Governo do Estado da Bahia e na série televisiva “A Música da Minha Vida”, além de realizar, nessa última obra, o projeto cenográfico tridimensional. Filipe Pires Aragão – Composição de Trilha Sonora;Artista (compositor, produtor musical) e empreendedor Jequieense. Possui formação em psicologia, Letras e é graduando da EMUS-UFBA no curso de Composição e Regência, onde têm elaborado composições dentro das vertentes do Atonalismo e Serialismo. Possui experiência em composições para trilha sonoras de games e filmes, alguns dos quais estão se repercutindo mundialmente. Fundou a empresa Punk Hazard Studios juntamente com Mateus Aragão, seu irmão, onde oferecem prestação de serviço sonoro no audiovisual. Fez cursos importantes dentro da área do áudio, como o curso de fundamentos de acústica e áudio no Instituto de Audio e Vídeo (IAV) e o Curso de Gravação ao Vivo e Estúdio da Pracatum. Filipe vem ganhando espaço no mercado baiano como um compositor criativo e versátil, que apresenta um excelente desempenho em equipe. Filipe já trabalhou em mais de 20 projetos para audiovisuais.
PROJETO ARQUIVADO.