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O projeto ‘Estimulando Novos Olhares - Expandindo Fronteiras’ visa promover a circulação de "Panapanã _ Teatro para Bebês" e "O Concerto _ Palhaçaria para Bebês", ambos dirigidos a crianças de 6 meses a 4 anos, seus educadores e pais, por cidades das regiões brasileiras (Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste). Em cada uma delas, serão realizadas apresentações, gratuitas em creches, e a preços populares para toda a comunidade, todas precedidas de uma atividade de mediação voltada para pais e responsáveis das crianças, bem como para professores e monitores. Como contrapartida social será realizada uma oficina ‘Desmontagem artística’ voltada para arte-educadores e artistas locais.
Sinopse Panapanã - Teatro para bebêsO espetáculo narra às experiências da personagem Zambelê, que se desperta ao observar o ambiente que o cerca. Criando a própria lógica ao interagir com seu mundo, aprender com ele e modificá-lo. Ao deparar-se com uma borboleta e persegui-la até alcançar, ele descobre as consequências de suas ações, seus medos e tristezas.Sinopse 'O Concerto - palhaçaria para bebês'O espetáculo traz para cena as aventuras da personagem Zambelê, que brincando com objetos cotidianos, descobre um novo universo de possibilidades, novos usos e uma variedade de sons. Sua grande descoberta é, quando percebe que ele pode manipular os sons criando ritmos e melodias. Daí, seu próximo passo não poderia ser outro, fazer um concerto, até chegar em uma música criada coletivamente.
GERALDifundir a linguagem de teatro para bebês, através da circulação de duas obras teatrais do Grupo Teatral Celeiro das Antas pelas cidades de Cuiabá/MT, Alta Floresta/MT, Natal/RN e São Paulo/SP. ESPECÍFICOS- Possibilitar a circulação de 02 espetáculos teatrais "Panapanã _ Teatro para Bebês" e "O Concerto _ Palhaçaria para Bebês" _ ambos dirigidos para crianças de 0 a 4 anos, em 04 cidades diferentes;- Fomentar a formação de plateia - bebês, crianças, familiares, artistas, arte-educadores e demais interessados através da realização de 20 apresentações, todas elas precedidas de mediação, estimulando uma análise diferenciada sobre o trabalho artístico;- Promover o intercâmbio de um grupo de teatro brasiliense com outros artistas locais e arte-educadores interessados na linguagem de Teatro para bebês através da realização de 01 oficina de ‘desmontagem cênica’ por cidade, sendo esta uma ação de contrapartida social;
O acesso à Cultura para a Primeira Infância é um direito internacional reconhecido pela Assembleia das Nações Unidas e ratificado pelo Governo do Brasil na Convenção dos Direitos das Crianças, em 1990.Ainda assim, por um período considerável houve negligenciamento por parte de espaços públicos, instituições públicas e privadas e até mesmo as promovidas pelos próprios cidadãos e artistas, de quais critérios deveriam ser adotados para definir a partir de que idade um ser humano pode se juntar ao corpo da sociedade no gozo dos seus direitos culturais e comunitários, motivo pelo qual contribuiu para uma efetivação massiva de ações voltadas para este público.Não foram raros os casos em que se pôs em dúvida a capacidade de uma criança em entender um trabalho artístico, embora não tenha sido levado em consideração que o entendimento de uma obra não é só uma forma de compreensão linguística de caráter sintático, semântico ou semiótico. Reduzir a percepção do ser humano a categorias formuladas a partir de sua capacidade de entender a linguagem das palavras e de analisar uma narrativa é estabelecer um ponto de vista único, desprezando as demais capacidades comunicativas, não verbais.No que se refere ao teatro para bebês e crianças em primeira infância, os primeiros movimentos tiveram aconteceram na França no início dos anos 90 e atualmente ocupa um lugar de crescente relevância nos palcos e nas instituições de ensino infantil.Neste cenário, Brasília vem se destacando como um polo de produção e discussão sobre arte para primeira infância, sendo sede de festivais, congressos, palestras e disseminando esta arte tão peculiar e o Celeiro das Antas (propositor deste projeto), através do trabalho de criação artística de José Regino, mestre em arte pela Universidade de Brasília, é um dos grupos brasilienses que há 12 anos vem dedicando parte da sua pesquisa em comicidade para a criação de suas obras voltadas ao público da primeira infância.São ao todo duas obras dedicadas aos bebês, especificamente para o público de 6 meses à 4 anos. Nessa fase os bebês apreendem parte de suas experiências através da contemplação. Voltando suas atenções para vivências com as quais se identificam e conseguem se projetar se espelhando no indivíduo que está em cena.Nesses últimos 12 anos foram vários processos coordenados pelos artistas nos quais metade destes processos ocorreu dentro das creches parceiras. Creches que abriram suas portas para recebê-lo junto com sua equipe. Os primeiros dias nas creches eram de observação, o que chamávamos de exercício virar armário. Consistia em ocupar um espaço em sala onde os bebês se encontravam e ficar em estado de observação. Nesse processo procurávamos compreender e absorver comportamentos típicos dessa faixa etária. Após algumas semanas de observação, partíamos para a interação junto aos bebês, o que ocorria em seus espaços de convivência pátios, refeitórios e espaços de jogos. Paralelo a esse processo, os artistas criavam pequenas narrativas e apresentavam aos bebês. Daí em diante o processo se dava da sala de ensaio para dentro da creche, das creches para a sala de ensaio. Assim ocorria até a montagem do trabalho final.As apresentações nas creches e para o público em geral, são precedidas de um trabalho de mediação junto aos professores, aos pais e acompanhantes dos bebês, com função de preparar esse público para entrar em contato com uma obra criada especificamente para os bebês. A prática nos revelou que se faz necessário compartilhar as experiências vivenciadas pelos artistas em seus processos de criação dos espetáculos com os professores, pais e acompanhantes. Criando, junto a esse público um olhar mais apurado e voltado para essa nova forma de fazer arte para a primeira infância. A dramaturgia dos espetáculos é evocativa e provocativa. Os elementos cênicos utilizados possibilitam uma recepção aberta, em que os signos evocam a diversidade das experiências cotidianas de bebês, crianças e adultos. As personagens/figuras presentes nos espetáculos propostos, não utilizam de linguagem verbal e permitem a comunicação com o público a partir da gestualidade e da música originalmente criada para a montagem. Assim, o espetáculo auxilia o espectador a tornar-se um co-criador da obra, acentuando, de maneira democrática, a potencialidade do ser humano em criar em sua ampla diversidade.O trabalho do artista cênico José Regino, tem se caracterizado por ser um trabalho de humor voltado para a primeira infância. Com larga experiência em palhaçaria, arte na qual ele se dedica a 38 anos, tendo estudado com grande mestres nacionais e internacionais que se destacam na arte do palhaço. Nas suas criações para bebês ele atua como diretor e dramaturgo, sendo que em duas dessas obras "Panapanã _ Teatro para Bebês" e "O Concerto _ Palhaçaria para Bebês" ele atua com o seu palhaço Zambelê Badalo do Tuiuiú.Diante desta trajetória, acreditamos que o projeto "Estimulando Novos Olhares - Expandindo Fronteiras" tem extrema importância pois permitirá ao público de outras cidades brasileiras o contato com obras de elevado valor, oportunizando a abertura de portas para uma forte relação da arte com a evolução do ser humano e com a formação de público. Há de se considerar ainda que tais obras passam a ser um caminho possível para alcançar a difusão de um novo olhar sobre a criança e a arte destinada à primeira infância: um olhar primeiro, um olhar de quem vê as coisas pela primeira vez e que ainda é capaz de se surpreender e se encantar por elas. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Por tudo isso justificativa a necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para realização do projeto, apresentando onde o projeto se enquadra nas políticas públicas de cultura no âmbito Federal, especialmente o Art. 1º da Lei 8313/91 e Art. 3° da referida norma.
Plano de Execução nas cidades:O projeto prevê a sua execução em sete meses. Para tanto, contará com uma equipe reduzida, mas suficiente para executá-lo de maneira eficiente, permitindo que com isso seja realizado num maior número de cidades possíveis.Em cada cidade de realização de atividades, será contratado um produtor local que terá a incumbência de articulação de instituições de ensino que receberão as ações de mediação escolar, bem como parte das apresentações. Além disto, estará responsável pela organização de todas as contratações e estabelecimentos de parcerias necessárias para a realização das atividades na cidade, sob supervisão da produção geral do projeto.Em cada uma das cidades desenvolveremos as atividades abaixo listadas, seguindo o seguinte cronograma:Dia 1 – Chegada da equipe na cidade;Dia 2 – Realização de mediação com professores e monitores e realização de 01 (uma) apresentação do espetáculo ‘O Concerto - Palharia para Bebês’ em creche;Dia 3 – Realização de 02 (duas) apresentações do espetáculo ‘O Concerto - Palharia para Bebês’’ em creches;Dia 4 – Realização de 02 (duas) apresentações abertas do espetáculo ‘Panapanã – Teatro para Bebês’, precedida de mediação com pais e responsáveis;Dia 5 – Realização da Desmontagem ArtísticaDia 6 – retorno da equipeComplementação de Currículos da Equipe Envolvida:Pedro Oliveira - Estudou teoria musical na Escola de Música de Brasília, foi aluno da Escola de Bateria WorkShop Instituto de Bateria, participou do curso de DJ pelo projeto Picasso Não Pichava promovido pelo governo do DF. Trabalhou como técnico de palco com as Bandas Casa de Farinha e no BMF – Brasília Music Festival edição 2003. Como DJ tocou na Festa Show com a participação de Gilberto Gil na Universidade de Brasília, Festa Criolina e na Festa “No Meio do Mundo”. Criou a trilha sonora do espetáculo “Saída de Emergência” onde também atuou como Técnico de Luz e Som, Concebeu e Dirigiu a Trilha Sonora do Espetáculo "Pequenas Histórias" resultado do grupo de estudo Dirigido por José Regino de Oliveira, Trabalhou como Produtor nos eventos, Teia Brasília 2008, Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Brasília – 2007, 2008, 2009, Sesi Bonecos do Brasil e do Mundo – 2009, I Festival de Stand Up Comedy de Brasília 2008, Cursou Gastronomia no Instituto de Ensino Superior de Brasília – IESB 1ºsemeste 2009 formando-se no 2º semestre de 2010. Foi SuChef e Chef no restaurante Doca Cozinha Contemporânea entre dezembro de 2010 e abril de 2013, e Operador de Áudio na Cia. de Comédia os Melhores do Mundo entre Maio e Agosto de 2013 Trabalhou como Produtor Técnico na Produtora Giral Projetos, tendo participado de todas as produções realizadas pela produtora dentro e fora de Brasília até 2014. Atualmente trabalha junto às produtoras Influenza, LCA e Headline, tendo participado de todos os projetos realizados pelas mesmas nos últimos 5 anos. Gabriel Guirá - Tem assinado dezenas de projetos gráficos para a cultura ao longo dos últimos anos, tendo experiência com as mais diferentes linguagens artísticas, como teatro, circo, dança e música, em seus mais variados formatos. O seu trabalho é caracterizado por um rompimento da padronização de técnicas digitais e publicitárias, buscando expandir a relação peça-pessoa, tanto no conceito quanto na materialidade. Já trabalhou com diversos grupos do DF, como Sutil Ato, Tripé, Viçeras, La Casa Incierta, Liquidificador, Mundin, Rainha de Copas, As Desempregadas, Dois Tempos, Psoas e Psoinhas, e outros. Com formação em Computação Gráfica, utiliza desde técnicas de ilustração e animação a intervenções manuais.
Não se aplica.
APRESENTAÇÕESAcessibilidade Física - As apresentações serão realizadas em creches para as apresentações gratuitas e, em teatros e/ou espaços adequados para tais, para as apresentações a preços populares. De toda maneira, a produção do projeto estará atenta em assegurar os itens de acessibilidade física destes espaços, em especial ao acesso facilitado a cadeirantes, idosos e pessoas com mobilidade reduzida, possibilitando a acessibilidade física. Serão oferecidas as condições apropriadas para receber a primeira infância - trocadores, estacionamento de carrinhos de bebê, brinquedoteca. Acessibilidade para deficientes visuais - Uma apresentação de cada espetáculo por cidade contará com Audiodescrição. Acesibilidade para deficientes auditivos - Uma apresentação de cada espetáculo por cidade contará com Interpretação em Libras, se houver demanda. CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade Física - A produção do projeto estará atenta em assegurar os itens de acessibilidade física nos espaços de realização desta atividade, em especial ao acesso facilitado a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade para deficientes visuais - Não se aplica a este produto.Acesibilidade para deficientes auditivos - Não se aplica a este produto.
Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN nº 1/2019 do Ministério do Turismo, adotaremos: Produto - Espetáculo de Artes CênicasIV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Produto - Contrapartida SocialIV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
A responsável legal do Grupo Celeiro das Antas, exercerá a função de Coordenação Geral do Projeto, sendo responsável pela total gestão administrativa e financeira do mesmo. Para isso será remunerada pela rubrica ‘Coordenação Geral’ Coordenação geral – Marcela Regina de Oliveira Atuação – José Regino Receptivo/Mediação - Marcela Regina de Oliveira Técnico de Som e Luz – Pedro OliveiraOficineiro – José ReginoAudiodescrição - Clarrisa Barros Produtores Locais - A definir Assessoria de Comunicação – A definir Designer Gráfico – Gabriel Guirá Diretor de Produção - Júnior CeconCurrículos da Equipe envolvidaMarcela Regina de Oliveira - Jornalista, fotógrafa e produtora executiva, graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pelo Icesp. Na área cultural fez cursos de: Elaboração de projeto; Planejamento estratégico, Gestão de projetos e Capitação de recursos. Produziu mais de 40 espetáculos. Trabalhou na empresa Giral Projetos de 2013 a 2014 como assessora de imprensa e produtora executiva, trazendo para o Distrito Federal vários espetáculos como: Péssima Influência – Rafinha Bastos; Show Monomania – Clarice Falcão; Jobin Jazz; Z. É. Zenas Emprovisadas; A Primeira Vista – Drica Moraes e Mariana Lima; Uma Noite Na Lua – Gregório Duvivier; Uma Aventura Musical – Palavra Cantada; I’ll be there seven – Uma Homenagem a Michael Jackson; Marminino – Whinderson Nunes; Use Me – Eduardo Sterblitch; Show Troco Likes – Tiago Iorc; Um show com tudo dentro – Gustavo Mendes; Foi produtora executiva do grupo de comédia os Fantásticos. Produziu pela Actus, escola de teatro musical, o musical Moulin Rouge. E desde 2015 trabalha na produção executiva do grupo de teatro Celeiro das Antas.José Regino - José Regino de Oliveira é: Palhaço, Arte Educador, Bonequeiro, Diretor e Ator de Teatro, Cenógrafo e Figurinista, graduado pela Fundação Brasileira de Teatro e Mestre em Arte em Processos Composicionais Para a Cena pela Universidade de Brasília (UnB), concluído com a dissertação “A Dramaturgia da Atuação Cômica - O Desempenho do Ator na Construção do Riso”. Instrutor em Yoga do Riso certificado pela Laughter Yoga International University. Em Brasília fundou o Grupo de Teatro Celeiro das Antas. Foi professor na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes e professor de Direção Teatral no Departamento de Artes Cênicas da UnB. Participou com seus trabalhos de festivais em vários estados do Brasil, Espanha, EUA, Portugal, Itália, Alemanha e Malta. Trabalhou na cidade de Berlim na Alemanha a convite da Companhia Working Party, dirigindo e roteirizando os novos espetáculos cômicos da Companhia. Em Brasília dirigiu Alma de Peixe, primeira montagem do Núcleo de Pesquisa em Arte para Bebês do Celeiro das Antas, assinando roteiro, direção, cenário, figurinos e bonecos. Roteiriza, dirigi e atua em “Panapanã – Teatro para Bebês”, projeto de pesquisa contemplado com o Premio Myriam Muniz 2010. Dirigiu o espetáculo para bebês “Achadouros”, pelo qual recebeu o Prêmio SESC do Teatro Candango de Melhor Espetáculo Infantil. Dirigiu e roteirizou “Amana – Dança para Bebês”. Concebe, dirigi e atua em “O Concerto – Palhaçaria para Bebês. Dirigiu “Sonho de Uma Noite de Verão” de Willian Shakespeare com o Celeiro das Antas, com a qual foi indicado ao Prêmio SESC do Teatro Candango 2018, nas categorias: melhor espetáculo, melhor figurino, melhor trilha sonora, melhor atriz, recebendo os prêmios de melhor ator e melhor direção. Segue apresentando os espetáculos que compõem o repertório do Grupo: “Carriola – Um Espetáculo de Rua”, “Panapanã – Teatro para Bebês”, “Era uma vez... Chapeuzinho Vermelho”, “Quero Ser Igual a Eles”, “A História do Balão Vermelho”, “Sonho de Uma Noite de Verão”, “Domingo Sem Chuva”, “O Concerto – Palhaçaria para Bebês” e coordenando as oficinas de “Iniciação na Arte do Palhaço” e a oficina de “Humor Físico” resultado do projeto de pesquisa “O Silêncio Que Antecede a Palavra”. Clarissa Barros - Professora de Música e Artes Cênicas, com ampla atuação tanto na formação de professores quanto em projetos culturais e pesquisa. Atualmente professora de Música e Teatro para pessoas com deficiência visual no CEEDV (Centro de Ensino Especial para Deficientes Visuais) na SEE-DF. Também atuando no Centro Universitário do Distrito Federal - UDF junto aos cursos de Pedagogia e Publicidade. Coordenadora e responsável pelo Projeto De Olho no Lance, que realiza saraus de arte inclusiva e promove o protagonismo artístico de deficientes visuais no DF por meio dos grupos: Coral Olhos do Coração (regente), Grupo Teatral No Escuro (direção teatral) e Consort de Flautas (professora). Também participa do cenário cultural da cidade com apresentações musicais em eventos diversos, atuando como artista (cantora, flautista e contação de histórias) no coletivo CANTANTE, especializado em festas infantis. Além disso, desenvolve junto aos artistas brasilienses o serviço de Consultoria em Tecnologia Assistiva (Deficiência Visual) e realiza áudiodescrição em espetáculos de dança e teatro. Sua experiência anterior de 2009 a 2015 foi como professora do CEP-EMB Escola de Música de Brasília em diversos núcleos, auxiliando na organização de disciplinas e itinerários formativos tanto na musicalização infanto-juvenil quanto nos núcleos de matérias teóricas na música popular e erudita. Também trabalhou por cinco anos como Monitora Sopronovo no programa Sopronovo Yamaha Musical, ministrando cursos de Musicalização através da Flauta Doce para arte educadores em todo o Brasil, incluindo a formação inicial e continuada dos educadores do município de Planaltina, GO para atuar em música na Educação Infantil e séries iniciais. Atuou como coordenadora do Curso de Linguagem Musical do Projeto Música para Crianças, da Universidade de Brasília, onde também exerceu a função de professora do curso de Flauta Doce do mesmo projeto.Júnior Cecon - Formado em Administração com especialização em Gestão Cultural, com mais de 20 anos no mercado cultural, atuando na gestão de instituições e projetos culturais, com experiência em: Elaboração e estruturação de projetos culturais e sociais; Planejamento, coordenação, acompanhamento e controle de todos os processos que envolvem uma organização cultural e de projetos culturais e sociais; Mecanismos de Financiamento à Cultura; Consultoria para projetos na área educacional, cultural e social; Articulação de projetos culturais integrados e integradores da comunidade educanda e educativa (discentes, docentes e funcionários). Atualmente desenvolve trabalhos como produtor para grupos teatrais e de dança em São Paulo, Mato Grosso, Distrito Federal, Minas Gerais e Bahia. É parecerista de projetos culturais para organizações governamentais. Ministra cursos e workshops de Elaboração e Gestão de Projetos Culturais. Foi Gestor Financeiro da Cooperativa Paulista de Dança de 2013 a 2017 e Gestor técnico do Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo. Atuou como tutor EAD do Programa de Capacitação em Gestão Cultural e Empreendimentos Criativos - MinC/SENAC-DF e do Programa de Capacitação de Gestores Culturais do Centro-Oeste MinC/UnB. Tem se dedicado à internacionalização das artes cênicas brasileiras, tendo participado de importantes intercâmbios internacionais: Micsul 2016 (Bogotá-Colômbia); Santiago a Mil 2015 (Santiago-Chile); 4º Kugoma (2013 - Maputo/Moçambique) e Platform 11+ (2010 - Lisboa/Portugal).
PROJETO ARQUIVADO.